Ale 2

Ale é o namorado da minha irmã, quase meu cunhado, digamos. Mas acho que ele tá com ela "por minha causa". No começo, me senti um lixo por sentir atração por ele. Mas quando chupei a pica dele pela primeira vez, é incrível como todas as dúvidas e o medo vão literalmente pro vaso, junto com a primeira gozada que ele joga na sua cara, enrolada num papel higiênico. Enfim, até agora, só tava chupando ele, mas o Ale é um filho da puta na hora da sacanagem. Ninguém imaginaria que, debaixo daquele corpo magro e alto e daqueles olhos meio caídos, tem uma fera.
No outro dia, decidimos dar um passo além. Bom, na verdade não sei se foi um passo completo, mas com certeza passamos de um limite. Eu tava com o Ale e minha irmã vendo o jogo. Na verdade, fingindo que via, ficava mexendo no celular. De repente, recebo uma mensagem do Ale. Ele manda eu levantar o olhar. Sentado bem na minha frente, ele se acariciava a cabeça da pica, mostrando uma ereção começando. Minha irmã continuava vidrada no jogo. Levantei e fui pra cozinha. Dois minutos depois, o Ale tava parado na porta, com a mão dentro da calça. Eu já tava com a boca cheia d'água pra saborear aquela pica. Mas ele tinha outro plano em mente.
Desce o jogging" ela me disse. "Para, mano. Tudo bem chupar ela, mas não sei se dá pra ir mais". Enquanto isso, ela baixou os dela até o joelho. "Vai" ela falou. Eu baixei os meus e começamos a esfregar pau contra pau. "Aperta minha bunda", ela disse enquanto fazia o mesmo com a minha.
Nós abríamos as nádegas esticando nossos corpos enquanto nossas picas se moviam no mesmo ritmo. Num momento, senti a ponta de um dedo fazendo círculos ao redor do meu cu. "Vamos, vira pra cá". Fiz isso. "Tira a camiseta". Ficamos pelados na cozinha, só de calças. Ele se apertou contra meu corpo e disse "Junta as pernas, bem apertadinhas".
Então ele enfiou o pau duro entre minhas coxas. Enquanto me metia, ele enfiava o dedo em mim. "Você me quer, né?" disse enquanto me comia entre as pernas. "Se não, a gente não tava fazendo isso. Tem uma coisa que sempre quis fazer, mas sua irmã nunca deixou. Sempre tive a fantasia de meter no seco." Falei que não dava na situação que a gente tava, mas ao mesmo tempo a proposta me deixou tão molhada só de imaginar que não consegui recusar. "Relaxa, hoje vou só enfiar a pontinha. A gente vai ter mais chances pra entrar tudo.
Ele tirou o pau de entre minhas coxas. Pelo jeito que pulsava, parecia que ia gozar a qualquer momento. Mas antes de meter, e por puro tesão, ele abriu um pouco a porta da cozinha pra dar pra ver minha irmã de lá. O fato de estarmos os dois pelados na cozinha, com ela de fundo, deixou nós dois a mil. Ele colocou uma mão na minha boca, só por precaução pra não escapar nenhum gemido que pudesse nos entregar, e enfiou a ponta pra dentro. A cabeça de um pau não é tão grande, mas eu senti aqueles poucos centímetros como se fossem metros, pela dor que o atrito seco causava. Ele começou a me comer do mesmo jeito que tinha feito nas minhas coxas. A mão que ele tinha posto na minha boca pra tampar era a mesma que ele tinha usado pra tocar nas bolas. Então, a cada inspiração profunda minha, o cheiro dele enchia minha garganta.

"Te amo, como eu queria que a gente namorasse", ele disse pra mim, pouco antes de encher minha bunda de porra. Naquele momento, eu fiquei duro, tanto pela confissão repentina quanto por começar a sentir o sêmen escorrendo pelas minhas coxas. Ele arrancou um guardanapo do rolo e me limpou antes que chegasse na minha calça.

Vem" — ele disse, e fomos juntos até o banheiro. "Agora você tem que me obedecer. Chupa minha buceta enquanto eu mijo até você gozar". O cheiro forte da urina dele não me deixou aguentar muito tempo, e eu gozei na minha barriga antes que ele terminasse de mijar.
Acho que agora só nos resta dar a outra metade do passo, ou seja, meter ela inteira. Mas não acho que vou aguentar ela toda no seco da próxima vez.

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