Meu nome não importa, o do meu primo também não, só vou dizer quando sou eu e quando é ele.
A gente se vê duas vezes por ano, mas conversa quase o ano inteiro. Nas férias passadas, a gente se encontrou como de costume pra tomar umas cervejas com alguns amigos e amigas e falar um pouco de tudo. Dessa vez foi na casa dele. Como éramos poucos — nós dois, um amigo e mais duas amigas —, a gente se sentou no quarto dele, uns no chão, outros na cama, bebendo e conversando sobre tudo. Não bebemos muito, então só estávamos alegres, mas já tinha ficado bem tarde. Uma das minas precisava ir embora, e a outra não queria ir sozinha depois, então elas decidiram sair. Quando vimos que só tinham sobrado os homens, também não rolou muito clima, e o outro amigo foi embora. Ficamos só eu e meu primo.
Eu tinha passado a noite toda na cama, de barriga pra cima e com a cabeça pendurada pra fora da cama, então meu pescoço tava bem dolorido. Aí eu só me ajeitei um pouco pra deixar meu primo deitar do meu lado enquanto a dor passava. Nisso, a gente começou a falar das tetas de uma das minas que tinha ficado gostosa, e da outra que também tinha um corpão. Aí a gente ficou imaginando elas peladas enquanto cada um se esfregava a pica por cima da calça. Quando éramos pequenos, nosso plano era ver pornô quando os pais dele (na casa dele) ou os meus (na minha) saíam e deixavam a gente sozinho. Então era cada um na sua até um gozar e ir se limpar, e depois o outro. Às vezes a gente competia pra ver quem aguentava mais. A parada é que dessa vez nosso pornô era a imaginação, e com uns trago pra dentro, tudo parecia foda. A gente ficava falando o que faria com as minas e as posições que a gente ia meter elas.
Minha dor continuava a mesma, então me virei de bruços e fiquei massageando meu pescoço enquanto ele continuava se tocando e imaginando transar com uma delas. Mas ele me viu quieto e perguntou se eu queria algo pra dor, e eu disse que sim. Ele foi até uma mesa no quarto dele, pegou um creme pra dor e passou no meu pescoço, começando a massagear. Eu falei, brincando, que já que ele tinha começado, podia fazer uma massagem boa nas costas inteiras, e ele levou a sério. Como já era "hora de dormir", estávamos trancados no quarto, então tirei a roupa e fiquei só de bermuda, que sempre uso por baixo da calça. Ele também ficou mais à vontade e continuou a massagem enquanto a gente seguia falando das minas e das bundas delas. Os dois estávamos de pau duro, mas como eu tava de bruços e ainda com uma cueca meio apertada, ficava desconfortável, então me mexia de vez em quando pra não incomodar. Ele falou que se eu continuasse rebolando daquele jeito, ia me apelidar de "XXX" (falou o nome de uma das minas, a de bunda maior). Eu ri e disse que minha bunda podia ser melhor, então ele deu um apertão e eu me assustei um pouco, porque não esperava por aquilo. Ele falou que pelo menos minha bunda dava pra pegar, e os dois caímos na risada.
A massagem foi chegando cada vez mais perto da minha lombar e da minha bunda, e eu ainda me mexia de vez em quando porque meu pau crescia e murchava. Às vezes, quando eu me movia, sentia o roçar dos braços dele na minha bunda e dava uma cosquinha, eu falava pra ele e ele me perguntou se eu queria que ele massageasse minha bunda. Como a gente tava sem nada pra fazer, tirei toda a roupa e, como se fosse a coisa mais normal do mundo, ele agarrou minha bunda e começou a amassar como se fosse dele. Acho que foi por causa dos drinks que eu falei que gostava daquilo, e ele cada vez chegava mais perto do meu cu, tava muito tesudo e não tava nem aí que era minha bunda, pra ele podia ser a bunda de "Fulana" e eu também tava pegando fogo, então continuei provocando, levantava um pouco minha bunda ou mexia até que ele não aguentou, tirou a roupa e se deitou em cima de mim como se já tivesse feito isso um milhão de vezes. Aí eu mandei ele parar, não porque não quisesse que ele fizesse — porque eu tava curioso sim —, mas porque ele não tava no controle de si mesmo. Então ele colocou o pau dele entre minhas nádegas, igual salsicha no cachorro-quente, e eu soltei um gemido leve ao sentir aquele pedaço de carne quente entre minhas nádegas, não dava pra descrever o que eu sentia. Ele disse que tinha ouvido aquilo, e aí começou a fazer como se tivesse me comendo, mas por fora, e eu já tinha perdido o controle de mim mesmo. Deixei ele me comer de mentira e curti, mas meu pau tava doendo, então tentei me ajeitar levantando uma perna e senti os dedos dele besuntados de saliva no meu cu, e depois o pênis dele abrindo caminho e, aos poucos, entrou. Eu abri a boca de espanto porque ele meteu e não doeu, deixou lá dentro um bom tempo e eu aproveitei cada segundo. Depois ele tirou devagar e meteu de novo até que acelerou o ritmo e eu não sentia dor nenhuma, só sentia prazer e vontade de que ele nunca parasse de meter e tirar. Eu tava curtindo o momento, e ele também.
Um tempo depois ele soltou uma bomba: disse que, quando estava sozinho, gostava de ver vídeos gays pra ver homens comendo outros homens, só se interessava por aquela parte, não ligava de ver o outro sendo comido. Então eu virei a fantasia dele, e eu era o cara que ele comia. Mas como eu também tava curtindo, fui me ajeitando pra ficar de quatro, e ele me pegou pela cintura enquanto o som da batida da minha bunda na pélvis dele ficava mais alto — aquele som clássico do sexo. Na minha mente, só imaginava o tamanho e a forma do pedaço de carne que tava no meu cu, porque eu não tinha visto, só senti e deixei entrar. Ele me perguntou se eu queria comer ele, e eu disse que não, que tava mais gostoso do jeito que tava. Isso excitou ele ainda mais, e ele acelerou o ritmo até explodir dentro do meu cu. Senti uma gozada quente dentro de mim, junto com um pau pulsando no meu ânus. Ele tirou, e na hora senti um frescor, senti o vazio.
Ele se deitou na cama de barriga pra cima e finalmente pude ver aquela porra de cock linda que ele tinha enfiada, ainda não tava mole, então com timidez peguei nela e masturbei um pouco enquanto ele olhava pro teto cansado, aí me aproximei mais e chupei um pouco, e ele gemeu mais um pouco e zas! outro jato de leite na minha boca, nem deu tempo de sentir o gosto da cock quando senti primeiro o do sêmen, achei nojento no começo pela consistência, mas era meio doce, chupei ela por mais uns minutos mas távamos exaustos e dormimos assim, pelados.
Pra terminar, quero dizer que foi tudo como se a gente tivesse planejado transar, porque tudo fluiu de um jeito muito gostoso, ninguém se sentiu inseguro nem intimidado pelo outro, só primos com muita intimidade e aventuras compartilhadas que, meio bêbados, ficaram com tesão e não discriminaram, só curtiram pra caralho.
Valeu por ler, espero seus comentários e reações.
A gente se vê duas vezes por ano, mas conversa quase o ano inteiro. Nas férias passadas, a gente se encontrou como de costume pra tomar umas cervejas com alguns amigos e amigas e falar um pouco de tudo. Dessa vez foi na casa dele. Como éramos poucos — nós dois, um amigo e mais duas amigas —, a gente se sentou no quarto dele, uns no chão, outros na cama, bebendo e conversando sobre tudo. Não bebemos muito, então só estávamos alegres, mas já tinha ficado bem tarde. Uma das minas precisava ir embora, e a outra não queria ir sozinha depois, então elas decidiram sair. Quando vimos que só tinham sobrado os homens, também não rolou muito clima, e o outro amigo foi embora. Ficamos só eu e meu primo.
Eu tinha passado a noite toda na cama, de barriga pra cima e com a cabeça pendurada pra fora da cama, então meu pescoço tava bem dolorido. Aí eu só me ajeitei um pouco pra deixar meu primo deitar do meu lado enquanto a dor passava. Nisso, a gente começou a falar das tetas de uma das minas que tinha ficado gostosa, e da outra que também tinha um corpão. Aí a gente ficou imaginando elas peladas enquanto cada um se esfregava a pica por cima da calça. Quando éramos pequenos, nosso plano era ver pornô quando os pais dele (na casa dele) ou os meus (na minha) saíam e deixavam a gente sozinho. Então era cada um na sua até um gozar e ir se limpar, e depois o outro. Às vezes a gente competia pra ver quem aguentava mais. A parada é que dessa vez nosso pornô era a imaginação, e com uns trago pra dentro, tudo parecia foda. A gente ficava falando o que faria com as minas e as posições que a gente ia meter elas.
Minha dor continuava a mesma, então me virei de bruços e fiquei massageando meu pescoço enquanto ele continuava se tocando e imaginando transar com uma delas. Mas ele me viu quieto e perguntou se eu queria algo pra dor, e eu disse que sim. Ele foi até uma mesa no quarto dele, pegou um creme pra dor e passou no meu pescoço, começando a massagear. Eu falei, brincando, que já que ele tinha começado, podia fazer uma massagem boa nas costas inteiras, e ele levou a sério. Como já era "hora de dormir", estávamos trancados no quarto, então tirei a roupa e fiquei só de bermuda, que sempre uso por baixo da calça. Ele também ficou mais à vontade e continuou a massagem enquanto a gente seguia falando das minas e das bundas delas. Os dois estávamos de pau duro, mas como eu tava de bruços e ainda com uma cueca meio apertada, ficava desconfortável, então me mexia de vez em quando pra não incomodar. Ele falou que se eu continuasse rebolando daquele jeito, ia me apelidar de "XXX" (falou o nome de uma das minas, a de bunda maior). Eu ri e disse que minha bunda podia ser melhor, então ele deu um apertão e eu me assustei um pouco, porque não esperava por aquilo. Ele falou que pelo menos minha bunda dava pra pegar, e os dois caímos na risada.
A massagem foi chegando cada vez mais perto da minha lombar e da minha bunda, e eu ainda me mexia de vez em quando porque meu pau crescia e murchava. Às vezes, quando eu me movia, sentia o roçar dos braços dele na minha bunda e dava uma cosquinha, eu falava pra ele e ele me perguntou se eu queria que ele massageasse minha bunda. Como a gente tava sem nada pra fazer, tirei toda a roupa e, como se fosse a coisa mais normal do mundo, ele agarrou minha bunda e começou a amassar como se fosse dele. Acho que foi por causa dos drinks que eu falei que gostava daquilo, e ele cada vez chegava mais perto do meu cu, tava muito tesudo e não tava nem aí que era minha bunda, pra ele podia ser a bunda de "Fulana" e eu também tava pegando fogo, então continuei provocando, levantava um pouco minha bunda ou mexia até que ele não aguentou, tirou a roupa e se deitou em cima de mim como se já tivesse feito isso um milhão de vezes. Aí eu mandei ele parar, não porque não quisesse que ele fizesse — porque eu tava curioso sim —, mas porque ele não tava no controle de si mesmo. Então ele colocou o pau dele entre minhas nádegas, igual salsicha no cachorro-quente, e eu soltei um gemido leve ao sentir aquele pedaço de carne quente entre minhas nádegas, não dava pra descrever o que eu sentia. Ele disse que tinha ouvido aquilo, e aí começou a fazer como se tivesse me comendo, mas por fora, e eu já tinha perdido o controle de mim mesmo. Deixei ele me comer de mentira e curti, mas meu pau tava doendo, então tentei me ajeitar levantando uma perna e senti os dedos dele besuntados de saliva no meu cu, e depois o pênis dele abrindo caminho e, aos poucos, entrou. Eu abri a boca de espanto porque ele meteu e não doeu, deixou lá dentro um bom tempo e eu aproveitei cada segundo. Depois ele tirou devagar e meteu de novo até que acelerou o ritmo e eu não sentia dor nenhuma, só sentia prazer e vontade de que ele nunca parasse de meter e tirar. Eu tava curtindo o momento, e ele também.
Um tempo depois ele soltou uma bomba: disse que, quando estava sozinho, gostava de ver vídeos gays pra ver homens comendo outros homens, só se interessava por aquela parte, não ligava de ver o outro sendo comido. Então eu virei a fantasia dele, e eu era o cara que ele comia. Mas como eu também tava curtindo, fui me ajeitando pra ficar de quatro, e ele me pegou pela cintura enquanto o som da batida da minha bunda na pélvis dele ficava mais alto — aquele som clássico do sexo. Na minha mente, só imaginava o tamanho e a forma do pedaço de carne que tava no meu cu, porque eu não tinha visto, só senti e deixei entrar. Ele me perguntou se eu queria comer ele, e eu disse que não, que tava mais gostoso do jeito que tava. Isso excitou ele ainda mais, e ele acelerou o ritmo até explodir dentro do meu cu. Senti uma gozada quente dentro de mim, junto com um pau pulsando no meu ânus. Ele tirou, e na hora senti um frescor, senti o vazio.
Ele se deitou na cama de barriga pra cima e finalmente pude ver aquela porra de cock linda que ele tinha enfiada, ainda não tava mole, então com timidez peguei nela e masturbei um pouco enquanto ele olhava pro teto cansado, aí me aproximei mais e chupei um pouco, e ele gemeu mais um pouco e zas! outro jato de leite na minha boca, nem deu tempo de sentir o gosto da cock quando senti primeiro o do sêmen, achei nojento no começo pela consistência, mas era meio doce, chupei ela por mais uns minutos mas távamos exaustos e dormimos assim, pelados.
Pra terminar, quero dizer que foi tudo como se a gente tivesse planejado transar, porque tudo fluiu de um jeito muito gostoso, ninguém se sentiu inseguro nem intimidado pelo outro, só primos com muita intimidade e aventuras compartilhadas que, meio bêbados, ficaram com tesão e não discriminaram, só curtiram pra caralho.
Valeu por ler, espero seus comentários e reações.
2 comentários - Precisando de um massagem (gay)