Como é que eu deveria começar? Talvez contar como descobri isso? É, acho que é por aí. Olha, meu nome é Olga, eu sei que parece que sou uma russa de 120 quilos com mais músculo que um urso comum, mas nada a ver. Sou uma mulher, como explicar... gordinha? Digamos que tenho uma bunda boa, um par de peitões. Vou deixar uma imagem depois, mas pareço com a Mal Malloy, mostro mais tarde. O negócio é que trabalho como psicóloga numa escola de "meninões", vamos dizer assim (nota: não são menores, só uns caras grandinhos). Então foi uma surpresa pra mim quando entrou um gurizinho de 18 anos recém-completados. O estranho não é isso, é que ele tinha o corpo de um moleque mais novo, tipo uns 14, mas insisto, ele tinha 18. Aqui não entram mais novos, é uma escola pra jovens que não conseguem socializar, desenvolver a habilidade de conhecer pessoas, de se conectar. Mas no que quero chegar é que ele ficou logo sob minha responsabilidade, já que me especializo em jovens com problemas pra aceitar o próprio corpo. Então, a primeira coisa foi ter reuniões diárias com ele, conversar e tal. Lucas é o nome dele. Agora, descobri que o problema dele exigia mais atenção desde a primeira consulta, porque muito novo ele teve uma experiência sexual com uma garota e isso deixou ele traumatizado. Então, nossa primeira semana foi falando sobre a experiência.
— E como foi? Me diz o nome da garota? — perguntei.
— Anna, era minha namorada. Ficamos juntos 3 meses. Decidimos ter nossa primeira vez naquele dia. Então, a gente se pelou, ela era linda, eu me sentia seguro. Mas ela me olhou, não sei o que havia de errado comigo, mas ela me olhou com medo, se vestiu e foi embora — disse ele, quase chorando.
— Desde então, não consegui mais sair de casa. Faz 4 anos. Meu pai tá com medo de que eu me suicide ou algo assim. Eu não acho que chegaria tão longe, mas ele sim. Ainda não descobri o que a assustou tanto — disse ele.
Me veio uma ideia meio ortodoxa. Levei ele pra um dos quartos extras, aqueles que são isolados. É que a gente só atende 10 pessoas por ano, então além de cobrar caro... Sempre estamos quase sozinhos, então eu o levei.
— Que tratamento é esse? — ele perguntou.
— Do tipo que a gente não comenta. Lembra que eu tô sob juramento e você tem que manter o que a gente faz na terapia entre nós — eu disse.
Chegamos no quarto, entramos, apaguei a luz e vou fazer um parêntese aqui: olha, eu sou uma mulher muito fogosa. A primeira coisa que faço de manhã é me masturbar, no meio do dia também, e vou me masturbando até cair no sono. Vocês vão dizer: "por que não arruma um homem da sua idade ou algo assim?" Mas eles não me satisfazem. A única coisa que me satisfaz são esses tipos de garotos, com corpo pequeno, magros ou gordos, desde que pareçam mais novos. Bom, voltando ao que eu tava fazendo, já tinha adivinhado qual era o problema do garoto, por isso o levei pra aquele quarto.
O problema dele não era ser pequeno ou mal formado, nada disso. Na verdade, ele tinha um pau grande, ou pelo menos era o que eu imaginava depois de conversar com os pais dele e ver umas fotos antigas dele na praia. Bom, esse era meu dia de sorte. Um ano sem sexo ia acabar hoje.
Entramos no quarto, apaguei as luzes, senti o nervosismo dele, acalmei ele:
— Não tem problema. Olha, pra recuperar sua confiança, a gente vai ficar nesse quarto escuro. Você vai tirar a roupa e eu também. Assim você vai ver que vai se sentir confortável. Mas primeiro: tira a roupa e senta na cama — eu disse.
— A senhora tem certeza? — ele perguntou.
— Tenho — eu disse enquanto entregava minha blusa, que já tinha tirado. Ele começou a se despir, lento e desajeitado, mas conseguiu. Ficamos os dois pelados ali por 20 minutos, sem falar nada.
— Como você tá se sentindo? — perguntei.
— Meio desconfortável — ele disse. — Por favor, não acende a luz — falou bem sério.
— Mãe, a gente vai fazer algo mais extremo. Levanta e vem pra perto de mim — já dava pra distinguir sombras no escuro, então foi fácil. Quando ele ficou na minha frente, abracei ele, mais pra sentir o pau dele e ver se minhas suspeitas eram reais.
— O que a senhora tá fazendo? — ele sussurrou no meu ouvido.
— Me abraça — eu disse, colando meu corpo no dele. corpo ao dele, que pela altura o rosto dele ficou entre meus peitos e o pau dele na altura das minhas coxas, senti algo que endurecia mas era difícil adivinhar o tamanho, embora parecesse normal
-aconteceu algo?- perguntei
-não, só que tá muito perto- ele disse
Senti o pau dele endurecendo mais, acho que subestimei, é maior do que eu pensei
-vou fazer uma coisa, preciso que você não se afaste e relaxe- falei
Sentei na cama e peguei o pau dele com a mão, era do tamanho do meu rosto e um pouco mais, tipo a distância do meu cotovelo até a palma da mão, caramba, gozei quando passei a mão por toda a extensão, tava escorrendo, já queria ver ele na luz
-o que cê tá fazendo?- ele disse quando coloquei a cabeça dessa maravilha na minha boca
-tô te dando tratamento- falei enquanto colocava de novo na boca e lambia todo aquele pedaço de carne deliciosa
Não durou muito, ele me fez engolir o que eu achei que era um litro, talvez menos, mas tava me engasgando, sentia o leite dele escorrendo entre meus peitos e chegando na minha buceta
-desculpa, desculpa, não queria- ele se afastou um pouco
-uff, não se desculpa, você mandou muito bem, vem, chega mais- falei, ele se aproximou de novo, peguei aquele pedaço de carne que eu começava a amar, levantei e percebi que chegava quase no meu umbigo, esse garoto era o máximo e eu não ia deixar ele escapar, me deitei e puxei ele pra perto, coloquei a cabeça daquele falo na entrada da minha buceta, que mesmo com minha experiência, na frente daquilo parecia nova, nunca tinha tido nada daquele tamanho.
-empurra, bebê- falei
-mas isso não tá certo- ele disse
-tá sim, eu tô pedindo e além disso faz parte do seu tratamento- falei, ele por falta de experiência não avisou e se soltou completamente, gozei muito forte, não esperava, molhei o pau dele com meus fluidos, tenho certeza que ele sentiu.
-devagar- falei –minha coisinha é pequena e o seu é grande- comecei a me mexer
-o que eu faço?- ele perguntou
-coloca e tira devagar- falei
Notei que ele começou uma leve movimento, mas aos poucos foi ganhando confiança e se movia mais rápido, começou a pegar gosto, pensei, quase tirava tudo e enfiava de novo, gozei umas 7 vezes quando gemeu
— se você vai gozar… ahhhhh — gemi enquanto sentia o pau dele se esvaziar dentro de mim, provocando um orgasmo tão forte que quase desmaiei, senti o sêmen escorrendo pelos lados do pau dele, era demais, esse cara é um diamante, tenho que ter ele só pra mim.
Caiu sobre meus peitos suados, ofegante igual a mim, com a coisa dele ainda dentro, perdendo tamanho, isso foi demais pra ele, pensei, mas não estava perdendo tamanho, estava tirando, assim que a ponta quase saiu, senti ele entrando de novo, devagar, como se estivesse aproveitando.
— quer mais? — perguntei, uma estocada forte foi minha resposta, ele começou a se mover com fúria, tava adorando, eu também, amava, ele só fazia o que o instinto mandava, dava pra imaginar o que ele pensava: “vou comer essa gorda safada até ela vomitar meu leite” e isso me deixava mais excitada, não sei em qual orgasmo eu tava, mas sabia que ele tinha gozado pelo menos mais 3 vezes, comecei a me perguntar quanto tempo mais eu aguentaria quando ele gozou de novo, no total 6 vezes, gozei com ele, não sei quantas vezes eu acabei, mas dormimos por uma hora mais ou menos, acordei e depois ele.
— gostou da terapia? — perguntei
— muito — disse
— a partir de hoje vamos fazer todo dia, assim você vai se sentir melhor, mas lembra de manter a boca fechada — falei — você é adulto, mas não quero perder meu emprego — falei enquanto me levantava e acendia a luz, ele não se escondeu, não ficou nervoso, acho que encontrei o tal do unicórnio.
Eu estava me abaixando pra pegar minha roupa quando senti ele me segurar pela cintura, — ah, vem coisa boa — pensei e de fato ele meteu de uma vez e gozou e eu gozei na hora, dentro de mim, tava claro que éramos um pro outro.
— amor, tô sempre disponível pra você, mas me avisa quando for entrar — falei num tom maternal
— desculpa, é que essa coisa… — disse
—essa coisa me deixou muito feliz, e se aquela garota se assustou foi porque você é bem dotado, agora eu vou cuidar de você e garantir que fique bem — falei enquanto enfiava de novo, esse garoto é um garanhão, mais duas vezes na mesma tarde, levei ele pro quarto dele, fui pro meu, pensando em todas as coisinhas que vou fazer a partir de hoje com meu brinquedinho novo.

— E como foi? Me diz o nome da garota? — perguntei.
— Anna, era minha namorada. Ficamos juntos 3 meses. Decidimos ter nossa primeira vez naquele dia. Então, a gente se pelou, ela era linda, eu me sentia seguro. Mas ela me olhou, não sei o que havia de errado comigo, mas ela me olhou com medo, se vestiu e foi embora — disse ele, quase chorando.
— Desde então, não consegui mais sair de casa. Faz 4 anos. Meu pai tá com medo de que eu me suicide ou algo assim. Eu não acho que chegaria tão longe, mas ele sim. Ainda não descobri o que a assustou tanto — disse ele.
Me veio uma ideia meio ortodoxa. Levei ele pra um dos quartos extras, aqueles que são isolados. É que a gente só atende 10 pessoas por ano, então além de cobrar caro... Sempre estamos quase sozinhos, então eu o levei.
— Que tratamento é esse? — ele perguntou.
— Do tipo que a gente não comenta. Lembra que eu tô sob juramento e você tem que manter o que a gente faz na terapia entre nós — eu disse.
Chegamos no quarto, entramos, apaguei a luz e vou fazer um parêntese aqui: olha, eu sou uma mulher muito fogosa. A primeira coisa que faço de manhã é me masturbar, no meio do dia também, e vou me masturbando até cair no sono. Vocês vão dizer: "por que não arruma um homem da sua idade ou algo assim?" Mas eles não me satisfazem. A única coisa que me satisfaz são esses tipos de garotos, com corpo pequeno, magros ou gordos, desde que pareçam mais novos. Bom, voltando ao que eu tava fazendo, já tinha adivinhado qual era o problema do garoto, por isso o levei pra aquele quarto.
O problema dele não era ser pequeno ou mal formado, nada disso. Na verdade, ele tinha um pau grande, ou pelo menos era o que eu imaginava depois de conversar com os pais dele e ver umas fotos antigas dele na praia. Bom, esse era meu dia de sorte. Um ano sem sexo ia acabar hoje.
Entramos no quarto, apaguei as luzes, senti o nervosismo dele, acalmei ele:
— Não tem problema. Olha, pra recuperar sua confiança, a gente vai ficar nesse quarto escuro. Você vai tirar a roupa e eu também. Assim você vai ver que vai se sentir confortável. Mas primeiro: tira a roupa e senta na cama — eu disse.
— A senhora tem certeza? — ele perguntou.
— Tenho — eu disse enquanto entregava minha blusa, que já tinha tirado. Ele começou a se despir, lento e desajeitado, mas conseguiu. Ficamos os dois pelados ali por 20 minutos, sem falar nada.
— Como você tá se sentindo? — perguntei.
— Meio desconfortável — ele disse. — Por favor, não acende a luz — falou bem sério.
— Mãe, a gente vai fazer algo mais extremo. Levanta e vem pra perto de mim — já dava pra distinguir sombras no escuro, então foi fácil. Quando ele ficou na minha frente, abracei ele, mais pra sentir o pau dele e ver se minhas suspeitas eram reais.
— O que a senhora tá fazendo? — ele sussurrou no meu ouvido.
— Me abraça — eu disse, colando meu corpo no dele. corpo ao dele, que pela altura o rosto dele ficou entre meus peitos e o pau dele na altura das minhas coxas, senti algo que endurecia mas era difícil adivinhar o tamanho, embora parecesse normal
-aconteceu algo?- perguntei
-não, só que tá muito perto- ele disse
Senti o pau dele endurecendo mais, acho que subestimei, é maior do que eu pensei
-vou fazer uma coisa, preciso que você não se afaste e relaxe- falei
Sentei na cama e peguei o pau dele com a mão, era do tamanho do meu rosto e um pouco mais, tipo a distância do meu cotovelo até a palma da mão, caramba, gozei quando passei a mão por toda a extensão, tava escorrendo, já queria ver ele na luz
-o que cê tá fazendo?- ele disse quando coloquei a cabeça dessa maravilha na minha boca
-tô te dando tratamento- falei enquanto colocava de novo na boca e lambia todo aquele pedaço de carne deliciosa
Não durou muito, ele me fez engolir o que eu achei que era um litro, talvez menos, mas tava me engasgando, sentia o leite dele escorrendo entre meus peitos e chegando na minha buceta
-desculpa, desculpa, não queria- ele se afastou um pouco
-uff, não se desculpa, você mandou muito bem, vem, chega mais- falei, ele se aproximou de novo, peguei aquele pedaço de carne que eu começava a amar, levantei e percebi que chegava quase no meu umbigo, esse garoto era o máximo e eu não ia deixar ele escapar, me deitei e puxei ele pra perto, coloquei a cabeça daquele falo na entrada da minha buceta, que mesmo com minha experiência, na frente daquilo parecia nova, nunca tinha tido nada daquele tamanho.
-empurra, bebê- falei
-mas isso não tá certo- ele disse
-tá sim, eu tô pedindo e além disso faz parte do seu tratamento- falei, ele por falta de experiência não avisou e se soltou completamente, gozei muito forte, não esperava, molhei o pau dele com meus fluidos, tenho certeza que ele sentiu.
-devagar- falei –minha coisinha é pequena e o seu é grande- comecei a me mexer
-o que eu faço?- ele perguntou
-coloca e tira devagar- falei
Notei que ele começou uma leve movimento, mas aos poucos foi ganhando confiança e se movia mais rápido, começou a pegar gosto, pensei, quase tirava tudo e enfiava de novo, gozei umas 7 vezes quando gemeu
— se você vai gozar… ahhhhh — gemi enquanto sentia o pau dele se esvaziar dentro de mim, provocando um orgasmo tão forte que quase desmaiei, senti o sêmen escorrendo pelos lados do pau dele, era demais, esse cara é um diamante, tenho que ter ele só pra mim.
Caiu sobre meus peitos suados, ofegante igual a mim, com a coisa dele ainda dentro, perdendo tamanho, isso foi demais pra ele, pensei, mas não estava perdendo tamanho, estava tirando, assim que a ponta quase saiu, senti ele entrando de novo, devagar, como se estivesse aproveitando.
— quer mais? — perguntei, uma estocada forte foi minha resposta, ele começou a se mover com fúria, tava adorando, eu também, amava, ele só fazia o que o instinto mandava, dava pra imaginar o que ele pensava: “vou comer essa gorda safada até ela vomitar meu leite” e isso me deixava mais excitada, não sei em qual orgasmo eu tava, mas sabia que ele tinha gozado pelo menos mais 3 vezes, comecei a me perguntar quanto tempo mais eu aguentaria quando ele gozou de novo, no total 6 vezes, gozei com ele, não sei quantas vezes eu acabei, mas dormimos por uma hora mais ou menos, acordei e depois ele.
— gostou da terapia? — perguntei
— muito — disse
— a partir de hoje vamos fazer todo dia, assim você vai se sentir melhor, mas lembra de manter a boca fechada — falei — você é adulto, mas não quero perder meu emprego — falei enquanto me levantava e acendia a luz, ele não se escondeu, não ficou nervoso, acho que encontrei o tal do unicórnio.
Eu estava me abaixando pra pegar minha roupa quando senti ele me segurar pela cintura, — ah, vem coisa boa — pensei e de fato ele meteu de uma vez e gozou e eu gozei na hora, dentro de mim, tava claro que éramos um pro outro.
— amor, tô sempre disponível pra você, mas me avisa quando for entrar — falei num tom maternal
— desculpa, é que essa coisa… — disse
—essa coisa me deixou muito feliz, e se aquela garota se assustou foi porque você é bem dotado, agora eu vou cuidar de você e garantir que fique bem — falei enquanto enfiava de novo, esse garoto é um garanhão, mais duas vezes na mesma tarde, levei ele pro quarto dele, fui pro meu, pensando em todas as coisinhas que vou fazer a partir de hoje com meu brinquedinho novo.


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