La rifa - los preparativos - (Cargov)

O sorteio - os preparativos -
Esclarecendo: Neste relato, falo sobre valores em dinheiro, que expresso em pesos mexicanos, já que essa é a nacionalidade da maioria dos leitores deste fórum.

Sei que durante minha vida, fiz muitas coisas loucas e estranhas… como vocês sabem, meus pais são divorciados, e embora eu não me dê muito bem com minha mãe por questões de ideias, morei com ela por alguns anos, até ter idade legal para morar sozinha… (Bem, quase sozinha…) O que é verdade é que, em questões sexuais, eu podia contar com minha mãe. A gente emprestava lingerie, brinquedos, de vez em quando amantes, e até combinamos de fazer uma das minhas professoras passar vergonha. (Claro, essa é outra história.)

Hoje me lembro de uma vez que estava precisando de dinheiro urgente, não pouco, mas muito… e como organizei um sorteio e resolvi meu problema, e me diverti como nunca. Vou contar…

Se não me engano, eu tinha uns 18 anos, mais ou menos… e decidi que queria morar sozinha. Procurei um apartamento, já que estava de saco cheio do tratamento da minha mãe. O único jeito de a gente conversar era se falássemos de sexo, sexo, sexo e mais sexo; fora desse assunto, parecíamos duas leoas enjauladas.

Encontrei um apartamento, já mobiliado, grande e meio luxuoso… porque esse é meu estilo, reconheço. O aluguel mensal era de Q 1.200,00, mais ou menos uns $1.450,00 ou $1.500,00 pesos mexicanos. Além disso, tinha que deixar um depósito de $3.500,00 mais um seguro de $1.500,00; no total, no primeiro mês, precisava dar $6.000,00, e essa quantia para alguém que só estuda é muito difícil.

Liguei pro meu pai e contei o que ia fazer. Ele disse que no momento não tinha, que se eu esperasse uns dois meses, ele me dava. Ou que eu arrumasse alguém pra me emprestar, e ele pagava. Fiquei desiludida. Pedi pra minha mãe, e menos ainda… ela não me deu nem esperança. Disse que não, que eu me virasse, que se quisesse alguma coisa, mesmo que fosse dar a bunda, mas ela não dava um centavo.

Fiquei puta, mas a ideia não era ruim… Me ocorreu aproveitar o que Deus me deu e todo mundo deseja, pra conseguir o dinheiro que eu precisava. Contei a ideia pra um senhor, um coroa, mais ou menos… que sempre quis me comer… e ele se encarregou de achar um lugar amplo onde ia rolar o sorteio e a entrega do prêmio. Pagou o local, que foi alugado por um dia. Fizeram os bilhetes, não muitos, uns 200 a R$ 50,00 cada, isso deixava a gente com um pouco mais do que eu precisava. O velho coroa me chamou na casa dele e me mostrou um design dos bilhetes, que eu vi, e ainda não conseguia acreditar que ia fazer aquilo… mas fazer o quê, não tinha outro jeito. O velho me olhou com cara de lobo safado, pronto pra devorar a ovelha…

Ele me levou pra sala e eu vi que no sofá tinha 2 conjuntos de lingerie minúscula e uma câmera fotográfica no centro da mesa. Perguntei, bestamente, o que significava aquilo e ele respondeu que pra vender mais rápido, precisava ter uma imagem do prêmio, que isso motivava.

Tenho que admitir que o velho tinha razão. Então me aproximei e vi a primeira roupa, era um biquíni quase normal, de renda, mas que não cobre a área da buceta… Tipo, tem um buraco pra te comer sem tirar nada. Além de um sutiã também de renda, muito bonito.

— Veste isso, ele falou… Peguei a roupa e fui andando pro banheiro, quando sinto ele me puxar pelo cabelo e diz: — Se de qualquer jeito vou te ver pelada, por que se esconder? Então tirei a calça jeans que tava usando, e deixei minha bunda de fora… Percebi que o velho ficou duro até o coração. Quando tirei a blusa e meus peitos foram libertados do sutiã, o velho largou a câmera e sentou no sofá, me sentando entre as pernas dele. Ele apertou meus bicos e chupou como bebê faminto… parecia um polvo, o velhinho. Senti as mãos dele tocando minha buceta, meus peitos, minhas pernas e tudo que podia…

Levantei e falei que ia deixar ele me comer, só depois que terminássemos a parada dos bilhetes… Coloquei o biquíni, desfilei pra ele Muitas poses: de quatro, deitada no sofá, de pé, mas de frente. Depois pego a outra roupa, essa é mais curta, é uma tanga branca de organza, que é transparente, e um sutiã que mal cobre meus mamilos. Tirei quantas fotos ele quis. Mas quando deixou a câmera na mesa, me pegou pela cintura e me levou pro sofá… ele parou na minha frente e puxou o pau pra fora pra eu engolir tudo… E como combinado é combinado, comecei a beijar as bolas dele, mordiscar e, aos poucos, comecei a meter aquele pau na minha boca… acreditem, enfiei várias vezes, e dava pra ouvir o velho gemendo… Mas pra minha sorte, ou meu azar, o velho gozou na minha boca… só senti o calor e o viscoso do leite dele, que nessa altura eu já era expert em engolir…

O velho quis me dar mil e uma explicações, mas eu consolei ele, ficando nua aos pés dele, enquanto brincava com as mãos e passava as bochechas no pau mole dele.

O velho cumpriu a parte dele, e em três dias os bilhetes já estavam prontos e venderam muito rápido… sério, não sabia que era a fantasia de tantos colegas e vizinhos meus… Quando algum me encontrava na rua, discretamente me mostrava o bilhete e falava bem baixinho… vou te comer… coisa que, juro, me deixava a mil.

Três dias antes do sorteio, encontrei o dono do local com os dois filhos dele, uns caras de uns 23 ou 25 anos, acho… Um deles sussurra algo no ouvido dele e depois ouço meu nome. Ele volta e me fala pra subir no carro dele que a gente ia resolver um negócio do local. Subi e fomos pro local.

Entramos, era um salão grande, com um palquinho no fundo. Quando estávamos lá dentro, ele fala… olha, já sei pra que você alugou o local e, pra ser sincero, não me importo o que você faz com seu corpo… mas já que vai ficar se dando de graça… então eu também quero. Então a gente vai se divertir agora…

Por um momento, fiquei com medo, porque o dono era feio, com cara de ser um cara vulgar e comum, mas com muita grana. O filho mais novo trouxe um Ligou o rádio e colocou música, pra eu dançar pra eles… comecei a me mexer com medo, o que não agradou eles, então me esforcei e dancei com mais vontade, aos poucos fui me acostumando com a situação, e comecei a tirar a minissaia que eu tava usando… enquanto dançava, colocava minha bunda perto da cara do dono… ele só ficava puxando o elástico da tanga e soltando, pra dar um tapa no meio das minhas nádegas… Aos poucos fui tirando a blusa e os peitos, sem tirar o sutiã… dava pra ver que eles tavam ficando loucos… tava quase tirando o sutiã, quando o dono puxa o pau dele, me puxa pela cintura e coloca o membro na minha cara… Chupa, meu amor, foram as palavras dele… Vejo o pau dele duro, mas com um cheiro que desanima até a mais puta… Então, do jeito que dá, pego uma toalha úmida e limpo ele um pouco… Tá vendo? — diz o dono — uma puta higiênica… Sem mais, ele enfia na minha boca, enquanto nem faço ideia de qual dos filhos dele tá enfiando os dedos na minha buceta.

Consigo olhar pra cima e vejo que um dos filhos do dono tá com uma câmera na mão, imortalizando o evento… o garoto que só enfiava os dedos agora passa a língua na minha buceta, e faz meu corpo tremer. Sensação que o dono percebe. Já tá na hora, ele fala pros filhos. O garoto da câmera larga ela de lado e se aproxima, e sem nenhum remorso, empurra o irmão e enfia o pau grosso dele na minha buceta… Cada metida e tirada era como um ferro quente entrando em mim… sentia cada vez que as bolas dele batiam em mim… sentia as palmadas ecoando na minha bunda, que começou a mudar de cor, porque o tapa não era leve… Tenho que ser sincera, muitas mulheres não gostam de palmadas na bunda… mas essas eu amei…

O dono termina gozando na minha cara e me puxa pelos cabelos pra eu limpar o pau dele, que ficou mole, mas limpo. O outro filho dele se deita no chão e eu monto em cima dele, enquanto o outro filho Ele se aproxima e me empala pelo cu. Era uma ida e vinda de orgasmos… eu não gemia, gritava de prazer… não conseguia acreditar. Os caras me trataram como se eu fosse de massinha… me colocavam nas posições que eles queriam… foi um delírio… eles também gozaram no meu rosto. Nos vestimos e saímos do lugar.

Na manhã seguinte, o dono do lugar me chama de novo e me propõe que ele me paga o que eu preciso, mas que em troca eu tenho que fazer o que ele mandar… Ser sua amante, completei… e ele disse sim. Sabe, ele completou, saí da rifa, porque você já se meteu nisso e depois, eu cuido dos seus gastos. Isso sim, se eu precisar de você, você estará disponível. Me pareceu razoável, depois de acertarmos um pagamento mensal.

Ok. Então, é um trato… Subo na caminhonete dele, que tem vidros escuros, e ele me desnuda completamente… me coloca de quatro nos bancos de trás da Van… e sem nenhum tipo de lubrificante, assim grosseiramente, enfia o pênis no meu ânus… Que dor imensa… porque eu não estava dilatada… mas o dono, ele sim, curtia ver minhas caras de dor… não se importou com minhas súplicas para ele tirar, pelo contrário, metia mais rápido e mais forte… e em vez de me fazer sentir um pouco melhor, pega meu cabelo e puxa para trás com força, como se eu fosse sua sexy girl favorita. Ele me dizia todo tipo de vulgaridades… e batia na minha bunda… Devo dizer que de repente passei da tortura ao prazer… meu corpo, estranhamente, há tempos ansiava que um homem me pegasse com força e me dominasse… Eu só podia obedecer às ordens dele… Nem percebi quando ele tirou a camisinha e gozou na minha bunda… Ficamos sentados um tempo, enquanto eu o abraçava como um grande herói… Gostou, puta? Gosta de sentir a pica, né? ele me dizia, e eu ficava calada… E parece que o silêncio o irritou, porque ele me pega pelo cabelo de novo e fala sério… Verdade que você adora a pica, puta? Aí eu respondi claramente: eu adoro, eu amo, não consigo viver sem ela. Só deu um sorriso.
Bem, em outro conto eu conto o que aconteceu com o sorteio da rifa… e como foi que consegui meu primeiro apê… Abraços.La rifa - los preparativos - (Cargov)

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