1º Encontro (2ª parte)

Eu não conseguia cair na real, a sensação de formigamento que percorria da ponta da minha rola até as bolas eu nunca tinha sentido antes. Ela era incrível, mexia as mãos, a boca e a língua com uma coordenação que qualquer outra mulher ia ter inveja. Eu já tinha esquecido onde a gente tava, olhar pela janela do carro e ver o resto do povo fazendo suas coisas do dia a dia enquanto eu recebia a melhor chupada de pau da minha vida me deixava louco de tesão. Tenho que admitir que segurei um monte de vezes a vontade de gozar, mas não queria sair dali.
DepoisDepois de um bom tempo, ela começa a diminuir o ritmo, levanta a cabeça, me encara bem nos olhos e diz:
- Preciso que você me coma o cu, não sei como vamos fazer, mas quero sentir seu pau dentro de mim.
Automaticamente.Tive um orgasmo mental só de ouvir essas palavras, a imagem ajudava, tava com a boca molhada, a roupa toda desarrumada, cabelo bagunçado e os peitos quase aparecendo.
- O que você quer que eu faça. Perguntei pra ela.
-Você fica assim, e deixa comigo.
Ela tirou a calcinha (tava de vestido de verão), molhou a mão e brincando com os dedos fez uma pequena dilatação, sentou em cima de mim, pegou na minha mão e com a mão dela me fez tapar a boca dela, ela sabia o que ia rolar... pude sentir aquele grito interno, aquele grito que descrevia perfeitamente a dor que ela sentiu ao levar aquela pica violenta.
Quando conseguiu respirar fundo, a dor que nós dois sentimos deu lugar ao prazer. Ela se mexia bem devagar, suave, com uma mão acariciava aqueles peitões, aqueles peitos que transbordam, que a vida não dá conta de aproveitar, e com a outra brincava com a buceta dela, já toda molhada, dilatada, escorrendo pelos dedos dava pra sentir o esforço dela pra não gemer, a força que fazia com a cintura, com as pernas, tava totalmente no mundo dela, tinha esquecido do lado de fora do carro.
Começouacelerando o ritmo, eu percebia que o carro já tava se mexendo de um jeito suspeito pra quem passava, mas não tava nem aí, tava recebendo uma aula de foda e tinha que aprender. Depois de uns movimentos bem violentos, sem se importar mais com a dor, ela... gozou e, sem me olhar nem falar nada, se levantou, voltou pro lugar dela, passou os dedos na buceta, lambeu eles, passou a mão no meu pau, chupou os dedos e me disse:
- Hoje você não vai gozar, aguenta aí, vagabunda.
G.F




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