MEU VIZINHO DO LADO
Eu tinha me mudado pra um apartamento perto do centro de Santiago, ficava perto do trabalho, então geralmente, se não tivesse muito cansada, ia andando. O prédio era legal, tranquilo, morava gente que trabalhava quase a semana toda, os apartamentos eram amplos e confortáveis. Aluguei por alguns meses, enquanto comprava o meu.
E aí eu vi ele: um cara grandalhão, forte, gordo mas robusto, bem proporcionado na gordura, uns 48 anos. Era grosso no jeito de falar e nos modos, mas eu gostei dele, algo naquela aparência viril me pegou. Na época eu tinha 25 anos, morava sozinha, saía de vez em quando, tinha umas aventuras sexuais, mas nada sério. Mas desde sempre sentia atração por homens mais velhos. E tenho que dizer: eu era muito quente, sempre fui, adoro pornô, na verdade sou fascinada, e em todo filme que vejo acabo me masturbando.
Bom, voltando à minha história, o cara me deixava molhada. Sempre fui cheinha, mas não gorda nem obesa, isso nunca, mas gosto de ser voluptuosa. Sou rabuda e peituda, e adoro quando os homens falam putaria pra mim ou me olham, sou muito quente.
Um dia, chegando no meu apê, ele estava parado na porta do dele. Me olhou, me cumprimentou: “Oi, vizinha, como vai hoje?”... Eu olhei bem pra ele, quase sem disfarçar. Ele tava com um moletom que ficava bem justo e dava pra ver um volume. Não sei que cara eu fiz, mas cumprimentei ele bem provocante... Sorri de um jeito muito óbvio, balancei a cabeça, fiquei vermelha e entrei. Notei como ele me olhava. Meu uniforme de trabalho é uma saia curta e justa, que valorizava minha bunda, usava uma blusinha apertada, e naquele dia em particular, um sutiã meia-taça. Além disso, tava um calor do caralho em Santiago, eu vinha toda suada.
Entrei, fechei a porta, tirei tudo. Tava com calor, abri a janela. Fiquei só de calcinha e sutiã. Do outro lado tinha uma obra, os operários assobiavam e falavam coisas que eu mal entendia. Então dei um pequeno show pra eles, me exibi na sacada por um tempo. A velha do apartamento ao lado gritou comigo. Sua puta! Entra!!, olhei pra ela e mostrei meu dedo do meio, entrei e deixei as janelas abertas, com a cortininha, que deixava passar um ventinho. Dava pra ouvir ainda os assobios e besteiras que os operários falavam, tava com tesão, comecei a me tocar usando a buceta, chupava meus dedos com meus sucos, me tocava os peitos e lambia meus mamilos, tava com tesão, além disso no metrô, me esfregaram o trajeto inteiro, passaram a mão em mim, agarraram minha bunda, se fazendo de sonsos, sempre, enfim tava com tesão!! QUERIA UMA PIROCA!!! Me masturbei umas cinco vezes, mas não era suficiente, vale acrescentar que o vizinho tinha esposa, uma mulher alta, gorda, caderuda e quase tão peituda quanto eu, lembrei como os gemidos dela soavam quando transavam, pelo jeito que ela gemia, pensava na besta que era aquele homem e no tamanho da piroca dele…uhmmm mais eu me masturbava. Não aguentei mais e fui na porta dele, sabia que ela não tava, então só coloquei um roupão curto, com a desculpa de ele ver o aquecedor…que idiota a desculpa, mas enfim. Saí no corredor de roupão, só de fio dental, e sem sutiã, toquei a campainha, e depois de um tempinho ele saiu, só de shorts, e uma barraca de circo que se erguia no meio da virilha dele, quase meus olhos pularam pra fora, ele ficou sem graça, tentou se ajeitar, uma ereção tremenda “Vizinha, que surpresa, me diga…o que…o que houve!?” Ele falou super nervoso e tentando acalmar aquela besta, lá embaixo…engoli seco, e falei “eh…eh vizinho…é que…puxa…eh…não…você poderia por favor dar uma olhada no meu aquecedor? Não tá funcionando, alguma coisa tem, e não quero explodir,” ri que nem uma idiota…e ele falou já vou já!! Voltei pro meu apartamento, e entre mim só pensava…jessi o que você tá fazendo!!..tava nisso quando bateram de leve, abri…era Ele…meu roupão tinha se aberto e um peito, com o mamilo duro, aparecia, ele me olhou, passou a língua nos lábios…me falou onde…onde cê tem…tipo onde fica o aquecedor… me virei, e falei me segue…peguei o sutiã que tava no Suelo, fiquei assim por segundos, pra ele ver minha bunda. Vi ele de baixo segurando o pacote, já era hora. Olhei pra ele e falei: "Vizinho, você me deixou com tesão." Tirei a bata, deixei cair, minha calcinha fio-dental preta. Ele me olhou, passou a mão na boca e disse: "Caralho, que peitão, que gostosa, que pedaço de bunda... mamacita!" Ele se jogou em cima de mim, começou a chupar meu pescoço, os peitos, apertava, mordia. Enfiou as mãos grandes na calcinha e agarrou minhas nádegas, abrindo minha bunda. Me apertava, um gritinho, um suspiro de prazer saiu de mim quando ele enfiou um dedo no meu cu. Ohh, queria que continuasse. Minhas mãos foram pro volume dele, toquei e era um pedaço de carne duro, feito madeira. Enfiei a mão na calça dele e toquei: era grosso, grande e duro. As bolas eram grandes e peludas. Abaixei a calça dele até os joelhos, me curvei, e aquela coisa enorme apontava pra minha cara, pra minha boca. Era grossa, cabeçuda, parecia que ia explodir. Peguei com minhas mãos, puxei a pele da cabeça, era vermelha e escorrendo. Ele pegou minha cabeça e só disse: "Come ela toda, puta!" Na hora, enfiou dentro da minha boca com força, me fez engasgar. Tirei pra respirar e comecei a chupar aquele pedaço de carne, dura, rígida. Ele se queixava, gemia. Chupar aquela pica dura era quase hipnótico. Não parava de chupar e chupar, ficava maior e maior na minha boca. Cuspia, percorria tudo até as bolas, enfiava elas na boca. Ele pegou minha cabeça, me deu um beijo que a língua dele foi até meu estômago. Me levantou com os braços enormes, agarrou minha bunda, senti a pica dele latejando na minha buceta. Me jogou no sofá, arrancou minha calcinha e jogou longe. Se lambeu ao ver minha buceta, peladinha, esperando ansiosa. "VOU COMER SUA BUceta, puta!" Com essas palavras, abriu minhas pernas e mergulhou na buceta pra devorar. Me deixou louca de prazer, apertava a cabeça dele pra ele continuar, mais e mais. Senti que ia gozar, falei: "Vou gozar... Corro, porra! Aaahhh!!" Soltei um grito e um jato saiu da minha buceta, molhando a boca dele. Ele engoliu todos os meus sucos e disse: "DELICIOSA, UHMMM, QUE SABOR O SEU, sua puta!" Continuou na sua tarefa, chupava, me mordia, a língua dele percorria minha buceta e meu cu numa só passada, até que se afastou. Eu só ansiava por aquela pica dentro de mim me partindo ao meio, e foi assim. Ele colocou a cabeça daquele monstro de carne primeiro nos meus peitos e começou a foder, forte, forte. Senti a vara dele que ia explodir, aí ele gozou, disparou um jato quente de porra nos meus peitos, que respingou na minha boca e no meu rosto. Não parava de sair. Ele colocou a pica com os sucos dele na minha boca e chupei até a última gota. Eu tinha espasmos de prazer, ele se sacudia. Me olhou e enfiou aquela pica na minha boca, até me faltar ar. Eu empurrava ele pra tirar, mas era uma besta cheia de luxúria e tesão. No final, ele tirou e estava dura de novo. Apontou na entrada da minha buceta e, de uma estocada, enfiou tudo, até o fundo. Senti as bolas dele batendo nas minhas nádegas. Ele levantou minhas pernas até os ombros e começou a bombar com força, com vontade, com vigor, um tesão tremendo. Metia, metia: "METE TUDO ASSIM, TUDO, TUDO, AHH AHH TUDO NA BUCETA, ME PARTE, ME COME ASSIM, SOU SUA PUTA, SUA PAUDA!" Eu gritava, gritava, implorava pra ele continuar me comendo. Agarrei o cu dele e empurrei até o fundo, e senti que gozava uma, duas, três, quatro, não sei quantas vezes mais... Tava molhada. Ele me pegou pelo cu, e eu pressenti o que vinha. Queria aquela pica no meu cu, que me destruísse. Ele se ajeitou, me olhou e disse: "ESSE CULÃO VOU TE PARTIR NO MEIO, EU GOSTO DE CULONAS, E UMA BUNDA BOA COMO A SUA TEM QUE SER PARTIDA!" Dito isso, cuspiu no meu ânus, enfiou os dedos, brincou com meu cu por um bom tempo. Ardia, doía, mas o tesão era maior... Senti aquela cabeçona na entrada do meu cu, olhei pra ele e falei: "ME DÁ TUDO COM FORÇA ATÉ O FUNDO, FILHO DA PUTA!" Ele riu maliciosamente e completou: "SOU BEM PUTA, VOU TE COMER. WEONA… AGUENTA ISSO ENTÃO!”. Num movimento só, ele enfiou tudo até o fundo, soltei um grito rasgado. Ele calou minha boca e bombava, bombava com força, com vigor. Agora eu entendia por que a esposa dele gritava tanto toda vez que transavam… tava me matando de dor e prazer, e aí senti um orgasmo divino… um orgasmo anal, delicioso, gostoso. Minha buceta ardia e eu gozava, estávamos molhados, suados. O corpo grandão dele me cobria. Ele me virou de quatro, abriu minhas nádegas, cuspiu no meu cu, que tava ardendo, e enfiou tudo de novo. Eu tava dobrada no sofá, minha cabeça encostada no encosto, dava pra ver as bolas dele balançando e batendo na minha buceta. Aí, senti que ele ia gozar. O pau dele engrossou, ficou ainda mais duro, e ele soltou um grito: “AHHH, VOU GOZAR, PORRA… AHHH… PUTA QUE PARIU!!”. Um jato de porra me inundou até as tripas. Ele continuou se mexendo com mais força, e outra gozada. Me agarrou pelo cabelo, puxou minha cabeça pra trás e me empurrou com força enquanto grunhia, bufava e suspirava. Tinha gozado de novo no meu cu. Eu tava cheia da semente quente dele, que começava a escorrer pelo meu cu e pela minha buceta.
Sentada no sofá, com a pica dura e pulsando, ele me pegou pela cintura e enfiou em mim. Senti a cabeça rodar, comecei a montar naquele tronco de novo e ele endurecia outra vez. Eu me mexia que nem louca, possuída pela luxúria e pelo sexo. Minha buceta ardia, doía, mas eu não queria parar. Ele chupava e mordia meus peitos, passava eles no rosto dele, dava tapas fortes na minha bunda, até que senti que gozava uma vez e outra. Era um prazer sem fim. De repente, a cara dele mudou, ele disse: "Vou gozar, ahh, não aguento mais!" A pica dele ficou mais grossa e dura, aí veio a descarga dele. Ele me agarrou pela cintura e não me deixou sair, e eu senti o jorro, morno, abundante, dentro da minha buceta. Ele apertava minha cintura e enfiava e enfiava na pica dura dele.
Quando tudo acabou, eu tava exausta, cansada, dolorida, tudo ardia. Escorria esperma pela minha bunda e pela xota, meus peitos estavam cobertos de suor e porra. Foram 50 minutos de sexo pesado, e um puta espetáculo pros operários da construção do outro lado, porque uma rajada de vento tinha aberto as cortinas, deixando elas presas e tudo à mostra. Me levantei rápido, fechei, enquanto eles batiam palma e mandavam piropos e brincadeiras. Eu e meu vizinho nos olhamos, peguei o roupão, vesti, ele colocou a calça e disse: "Você me matou... Aliás, me chamo Pancho, me chamam de Burro!" Eu sorri, falei: "Bom, você sabe, eu sou a Jessi, sua vizinha!" Rimos, ele me beijou, abriu a porta, deu uma olhada discreta e saiu. Fechei a porta atrás dele, olhei pra janela e pensei: "E agora, o que vou fazer com os babacas da frente?" Ri, peguei minhas coisas e tomei banho.
Naquela noite, tava muito cansada, mas consegui ouvir como o Pancho, o Burro, comia a mulher dele que nem uma fera. Sabia que, na cabeça dele enquanto fodiam, talvez ele lembrasse de mim... ou não? Nada, no fim foi o melhor sexo que curti e que continuaria curtindo por um tempo com o Pachito, o Burro, do Apt 607.
Eu tinha me mudado pra um apartamento perto do centro de Santiago, ficava perto do trabalho, então geralmente, se não tivesse muito cansada, ia andando. O prédio era legal, tranquilo, morava gente que trabalhava quase a semana toda, os apartamentos eram amplos e confortáveis. Aluguei por alguns meses, enquanto comprava o meu.
E aí eu vi ele: um cara grandalhão, forte, gordo mas robusto, bem proporcionado na gordura, uns 48 anos. Era grosso no jeito de falar e nos modos, mas eu gostei dele, algo naquela aparência viril me pegou. Na época eu tinha 25 anos, morava sozinha, saía de vez em quando, tinha umas aventuras sexuais, mas nada sério. Mas desde sempre sentia atração por homens mais velhos. E tenho que dizer: eu era muito quente, sempre fui, adoro pornô, na verdade sou fascinada, e em todo filme que vejo acabo me masturbando.
Bom, voltando à minha história, o cara me deixava molhada. Sempre fui cheinha, mas não gorda nem obesa, isso nunca, mas gosto de ser voluptuosa. Sou rabuda e peituda, e adoro quando os homens falam putaria pra mim ou me olham, sou muito quente.
Um dia, chegando no meu apê, ele estava parado na porta do dele. Me olhou, me cumprimentou: “Oi, vizinha, como vai hoje?”... Eu olhei bem pra ele, quase sem disfarçar. Ele tava com um moletom que ficava bem justo e dava pra ver um volume. Não sei que cara eu fiz, mas cumprimentei ele bem provocante... Sorri de um jeito muito óbvio, balancei a cabeça, fiquei vermelha e entrei. Notei como ele me olhava. Meu uniforme de trabalho é uma saia curta e justa, que valorizava minha bunda, usava uma blusinha apertada, e naquele dia em particular, um sutiã meia-taça. Além disso, tava um calor do caralho em Santiago, eu vinha toda suada.
Entrei, fechei a porta, tirei tudo. Tava com calor, abri a janela. Fiquei só de calcinha e sutiã. Do outro lado tinha uma obra, os operários assobiavam e falavam coisas que eu mal entendia. Então dei um pequeno show pra eles, me exibi na sacada por um tempo. A velha do apartamento ao lado gritou comigo. Sua puta! Entra!!, olhei pra ela e mostrei meu dedo do meio, entrei e deixei as janelas abertas, com a cortininha, que deixava passar um ventinho. Dava pra ouvir ainda os assobios e besteiras que os operários falavam, tava com tesão, comecei a me tocar usando a buceta, chupava meus dedos com meus sucos, me tocava os peitos e lambia meus mamilos, tava com tesão, além disso no metrô, me esfregaram o trajeto inteiro, passaram a mão em mim, agarraram minha bunda, se fazendo de sonsos, sempre, enfim tava com tesão!! QUERIA UMA PIROCA!!! Me masturbei umas cinco vezes, mas não era suficiente, vale acrescentar que o vizinho tinha esposa, uma mulher alta, gorda, caderuda e quase tão peituda quanto eu, lembrei como os gemidos dela soavam quando transavam, pelo jeito que ela gemia, pensava na besta que era aquele homem e no tamanho da piroca dele…uhmmm mais eu me masturbava. Não aguentei mais e fui na porta dele, sabia que ela não tava, então só coloquei um roupão curto, com a desculpa de ele ver o aquecedor…que idiota a desculpa, mas enfim. Saí no corredor de roupão, só de fio dental, e sem sutiã, toquei a campainha, e depois de um tempinho ele saiu, só de shorts, e uma barraca de circo que se erguia no meio da virilha dele, quase meus olhos pularam pra fora, ele ficou sem graça, tentou se ajeitar, uma ereção tremenda “Vizinha, que surpresa, me diga…o que…o que houve!?” Ele falou super nervoso e tentando acalmar aquela besta, lá embaixo…engoli seco, e falei “eh…eh vizinho…é que…puxa…eh…não…você poderia por favor dar uma olhada no meu aquecedor? Não tá funcionando, alguma coisa tem, e não quero explodir,” ri que nem uma idiota…e ele falou já vou já!! Voltei pro meu apartamento, e entre mim só pensava…jessi o que você tá fazendo!!..tava nisso quando bateram de leve, abri…era Ele…meu roupão tinha se aberto e um peito, com o mamilo duro, aparecia, ele me olhou, passou a língua nos lábios…me falou onde…onde cê tem…tipo onde fica o aquecedor… me virei, e falei me segue…peguei o sutiã que tava no Suelo, fiquei assim por segundos, pra ele ver minha bunda. Vi ele de baixo segurando o pacote, já era hora. Olhei pra ele e falei: "Vizinho, você me deixou com tesão." Tirei a bata, deixei cair, minha calcinha fio-dental preta. Ele me olhou, passou a mão na boca e disse: "Caralho, que peitão, que gostosa, que pedaço de bunda... mamacita!" Ele se jogou em cima de mim, começou a chupar meu pescoço, os peitos, apertava, mordia. Enfiou as mãos grandes na calcinha e agarrou minhas nádegas, abrindo minha bunda. Me apertava, um gritinho, um suspiro de prazer saiu de mim quando ele enfiou um dedo no meu cu. Ohh, queria que continuasse. Minhas mãos foram pro volume dele, toquei e era um pedaço de carne duro, feito madeira. Enfiei a mão na calça dele e toquei: era grosso, grande e duro. As bolas eram grandes e peludas. Abaixei a calça dele até os joelhos, me curvei, e aquela coisa enorme apontava pra minha cara, pra minha boca. Era grossa, cabeçuda, parecia que ia explodir. Peguei com minhas mãos, puxei a pele da cabeça, era vermelha e escorrendo. Ele pegou minha cabeça e só disse: "Come ela toda, puta!" Na hora, enfiou dentro da minha boca com força, me fez engasgar. Tirei pra respirar e comecei a chupar aquele pedaço de carne, dura, rígida. Ele se queixava, gemia. Chupar aquela pica dura era quase hipnótico. Não parava de chupar e chupar, ficava maior e maior na minha boca. Cuspia, percorria tudo até as bolas, enfiava elas na boca. Ele pegou minha cabeça, me deu um beijo que a língua dele foi até meu estômago. Me levantou com os braços enormes, agarrou minha bunda, senti a pica dele latejando na minha buceta. Me jogou no sofá, arrancou minha calcinha e jogou longe. Se lambeu ao ver minha buceta, peladinha, esperando ansiosa. "VOU COMER SUA BUceta, puta!" Com essas palavras, abriu minhas pernas e mergulhou na buceta pra devorar. Me deixou louca de prazer, apertava a cabeça dele pra ele continuar, mais e mais. Senti que ia gozar, falei: "Vou gozar... Corro, porra! Aaahhh!!" Soltei um grito e um jato saiu da minha buceta, molhando a boca dele. Ele engoliu todos os meus sucos e disse: "DELICIOSA, UHMMM, QUE SABOR O SEU, sua puta!" Continuou na sua tarefa, chupava, me mordia, a língua dele percorria minha buceta e meu cu numa só passada, até que se afastou. Eu só ansiava por aquela pica dentro de mim me partindo ao meio, e foi assim. Ele colocou a cabeça daquele monstro de carne primeiro nos meus peitos e começou a foder, forte, forte. Senti a vara dele que ia explodir, aí ele gozou, disparou um jato quente de porra nos meus peitos, que respingou na minha boca e no meu rosto. Não parava de sair. Ele colocou a pica com os sucos dele na minha boca e chupei até a última gota. Eu tinha espasmos de prazer, ele se sacudia. Me olhou e enfiou aquela pica na minha boca, até me faltar ar. Eu empurrava ele pra tirar, mas era uma besta cheia de luxúria e tesão. No final, ele tirou e estava dura de novo. Apontou na entrada da minha buceta e, de uma estocada, enfiou tudo, até o fundo. Senti as bolas dele batendo nas minhas nádegas. Ele levantou minhas pernas até os ombros e começou a bombar com força, com vontade, com vigor, um tesão tremendo. Metia, metia: "METE TUDO ASSIM, TUDO, TUDO, AHH AHH TUDO NA BUCETA, ME PARTE, ME COME ASSIM, SOU SUA PUTA, SUA PAUDA!" Eu gritava, gritava, implorava pra ele continuar me comendo. Agarrei o cu dele e empurrei até o fundo, e senti que gozava uma, duas, três, quatro, não sei quantas vezes mais... Tava molhada. Ele me pegou pelo cu, e eu pressenti o que vinha. Queria aquela pica no meu cu, que me destruísse. Ele se ajeitou, me olhou e disse: "ESSE CULÃO VOU TE PARTIR NO MEIO, EU GOSTO DE CULONAS, E UMA BUNDA BOA COMO A SUA TEM QUE SER PARTIDA!" Dito isso, cuspiu no meu ânus, enfiou os dedos, brincou com meu cu por um bom tempo. Ardia, doía, mas o tesão era maior... Senti aquela cabeçona na entrada do meu cu, olhei pra ele e falei: "ME DÁ TUDO COM FORÇA ATÉ O FUNDO, FILHO DA PUTA!" Ele riu maliciosamente e completou: "SOU BEM PUTA, VOU TE COMER. WEONA… AGUENTA ISSO ENTÃO!”. Num movimento só, ele enfiou tudo até o fundo, soltei um grito rasgado. Ele calou minha boca e bombava, bombava com força, com vigor. Agora eu entendia por que a esposa dele gritava tanto toda vez que transavam… tava me matando de dor e prazer, e aí senti um orgasmo divino… um orgasmo anal, delicioso, gostoso. Minha buceta ardia e eu gozava, estávamos molhados, suados. O corpo grandão dele me cobria. Ele me virou de quatro, abriu minhas nádegas, cuspiu no meu cu, que tava ardendo, e enfiou tudo de novo. Eu tava dobrada no sofá, minha cabeça encostada no encosto, dava pra ver as bolas dele balançando e batendo na minha buceta. Aí, senti que ele ia gozar. O pau dele engrossou, ficou ainda mais duro, e ele soltou um grito: “AHHH, VOU GOZAR, PORRA… AHHH… PUTA QUE PARIU!!”. Um jato de porra me inundou até as tripas. Ele continuou se mexendo com mais força, e outra gozada. Me agarrou pelo cabelo, puxou minha cabeça pra trás e me empurrou com força enquanto grunhia, bufava e suspirava. Tinha gozado de novo no meu cu. Eu tava cheia da semente quente dele, que começava a escorrer pelo meu cu e pela minha buceta.
Sentada no sofá, com a pica dura e pulsando, ele me pegou pela cintura e enfiou em mim. Senti a cabeça rodar, comecei a montar naquele tronco de novo e ele endurecia outra vez. Eu me mexia que nem louca, possuída pela luxúria e pelo sexo. Minha buceta ardia, doía, mas eu não queria parar. Ele chupava e mordia meus peitos, passava eles no rosto dele, dava tapas fortes na minha bunda, até que senti que gozava uma vez e outra. Era um prazer sem fim. De repente, a cara dele mudou, ele disse: "Vou gozar, ahh, não aguento mais!" A pica dele ficou mais grossa e dura, aí veio a descarga dele. Ele me agarrou pela cintura e não me deixou sair, e eu senti o jorro, morno, abundante, dentro da minha buceta. Ele apertava minha cintura e enfiava e enfiava na pica dura dele.Quando tudo acabou, eu tava exausta, cansada, dolorida, tudo ardia. Escorria esperma pela minha bunda e pela xota, meus peitos estavam cobertos de suor e porra. Foram 50 minutos de sexo pesado, e um puta espetáculo pros operários da construção do outro lado, porque uma rajada de vento tinha aberto as cortinas, deixando elas presas e tudo à mostra. Me levantei rápido, fechei, enquanto eles batiam palma e mandavam piropos e brincadeiras. Eu e meu vizinho nos olhamos, peguei o roupão, vesti, ele colocou a calça e disse: "Você me matou... Aliás, me chamo Pancho, me chamam de Burro!" Eu sorri, falei: "Bom, você sabe, eu sou a Jessi, sua vizinha!" Rimos, ele me beijou, abriu a porta, deu uma olhada discreta e saiu. Fechei a porta atrás dele, olhei pra janela e pensei: "E agora, o que vou fazer com os babacas da frente?" Ri, peguei minhas coisas e tomei banho.
Naquela noite, tava muito cansada, mas consegui ouvir como o Pancho, o Burro, comia a mulher dele que nem uma fera. Sabia que, na cabeça dele enquanto fodiam, talvez ele lembrasse de mim... ou não? Nada, no fim foi o melhor sexo que curti e que continuaria curtindo por um tempo com o Pachito, o Burro, do Apt 607.

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