... Seu dedo começou a esfregar meu clitóris, bem duro, bem ereto, bem saliente… fazia círculos suaves, tão sensual com seus dedos rudes e a lubrificação da minha bucetinha, que chegou aos meus limites. Ele me provocou fazendo o que queria na minha xereca, até que eu caí presa da minha necessidade furiosa depois de semanas na seca com os hormônios à flor da pele, não era dona dos meus desejos e instintivamente respondi às intenções dele balançando meus quadris no ritmo dos dedos dele, buscando mais fricção na minha pepitila enlouquecida. Aquele beijo longo em que ainda estávamos fundidos me impedia de gritar ou pedir qualquer coisa, mas não conseguia evitar gemer baixinho, agora quente e muito excitada, tanto que perdi a razão sem saber o que fazia, fui descendo uma das minhas mãos tateando o corpo viril dele até que agarrei seu pau duro por cima da calça…, esfreguei, acariciei ao longo de toda a extensão viril, alternando carícias com apertões fortes naquela peça grossa, podendo finalmente tirar a dúvida…. ¡¡Raúl era muito mais bem dotado que meu marido!! Ao ver minha resposta positiva aos seus amassos, ele tirou uma das mãos de debaixo da minha saia, levou ao meu peito e rapidamente abaixou minha blusa, puxando para fora uma das minhas tetas, a direita. A durinha fresinha do meu mamilo se espreguiçou, eriçando-se fantasticamente, e isso dava um sinal claro: ¡¡Minha teta queria ser chupada!! O coroa garanhão, como se lesse meus pensamentos na hora, começou a fazer um bom trabalho de amamentação…, atacou meu mamilo para lamber, chupar, mamar e sugar minha teta, enfeitando com pequenas e suaves mordidas naquela fresinha inchada que tenho como mamilo. E assim fez o pai do meu marido, lambendo sua fresinha que mordeu enquanto eu já tinha perdido a razão, submetida à excitação desesperada de me deixar dominar por aquele macho bravo. Por instinto, abaixei o zíper da calça dele e consegui, com dificuldade, puxar seu enorme pau de dentro da cueca, que podia, sem Duda pegar com as duas mãos e ainda sobrava um pedaço do tamanho da minha mão. Aquele pau era tão duro, tão grosso que não consegui fechar minha mão em volta dele, me eletrizou quando meus dedos tocaram a glande dele, que pulsava completamente sem prepúcio e bem molhada... com uma grossura formidável, aquele tipo de cabeça de pica digna de ser homenageada com um boquete bem dado e sem parar até conseguir a porra dele na minha garganta. Comecei a masturbá-lo no mesmo ritmo do boquete que ele dava na minha teta, só punhetava aquele capuz quente e inchado como uma ameixa vermelha até os colhões enormes dele. Enquanto eu batia uma pra ele e ele chupava meus bicos dos peitos, devagar, com as mãos por baixo da saia, que era fácil de abrir porque era uma saia aberta de acesso fácil à minha calcinha, ele tentou puxar minha calcinha pra baixo, na clara intenção do desejo do meu sogro... nessa hora eu reagi ao ver que estava prestes a fazer uma loucura. Rapidamente tentei impedir abrindo as pernas, fazendo pressão com as coxas na calcinha, pra evitar que ele tirasse ela de vez... a peça íntima só ficou no meio da coxa, quando ele percebeu isso, me disse... Vamos, Gisela, você tá me fazendo uma baita punheta! Dá pra ver que você quer meu pau, precisa dele e eu vou te dar... Não, Raul, para com isso aqui!! Já fomos longe demais. Não vou dar pra ninguém que não seja meu marido. Ele ignorou minhas palavras nervosas, minha calcinha no meio da coxa deixava minha buceta depilada bem exposta (sempre gosto de manter assim bem depilada, mais por gosto do que por higiene) e me puxou mais pra perto dele pra fazer contato com o pau dele, foi então que senti o pau duro dele deslizar entre minhas pernas tentando me penetrar. Pra tentar impedir, fechei as pernas, fazendo a tentativa dele falhar, mas o pau dele bateu como um aríete de frente no meu clitóris. Com as pernas fechadas, não tinha mais pressão que segurou a calcinha na altura dela, e a peça caiu no chão imediatamente… a reação do meu sogro demorou só uns segundos, quando ele rapidamente me agarrou pelas minhas pernas longas com as mãos enormes e braços fortes, me deixando completamente no ar, então, instintivamente, para evitar uma queda, abracei ele de novo pelo pescoço enquanto ele, andando e me segurando pelas pernas no colo, me levou para o canto da parede, ficando eu presa entre ela e o corpo do homem ousado que me fazia tremer. No meio da escuridão, pude ver minha calcinha branca no chão, já não tinha nenhuma peça por baixo da saia vaporosa e bem rodada, o que facilitava o acesso, sem nada que impedisse qualquer intromissão… minha buceta depilada estava exposta, entreaberta pela posição elevada das pernas abertas, meio escarranchada, e na frente o pau dele ereto, ameaçador, pronto para invadir meu corpo… mas, pelo que eu tinha apalpado, intuía que aquele caralho descomunal era grande demais para a minha buceta magrinha, e com certeza não entraria fácil, se é que conseguiria entrar. Na verdade, eu me desconsolava, pensando que naquela posição pouco podia fazer para impedir a fodida feroz que aquele pau de tamanho bruto ameaçava… já o velho tinha todas as vantagens, pois tinha contra a parede uma jovem e gostosa casada, de pernas abertas, com a libido nas alturas, prestes a ser comida, uma mina bem diferente das putas que ele estava acostumado a pagar, principalmente porque essa ia sair de graça pra ele foder… Ele não pretendia colocar camisinha, então a sensação de prazer na cabeça do pau seria impagável, tudo isso somado a não parar de bombar com o pau inteiro até descarregar os ovos gordos cheios de esperma grosso e fértil no fundo do meu útero pronto, no meio da ovulação… e o melhor é que ele se mostrava muito seguro de que ia me fazer gozar pra caralho. Aquela aventura transformada numa roleta russa da minha fecundação, deixava a situação muito mais excitante, tanto pra mim quanto pra ele, sem dúvida nenhuma. Meu raciocínio deixou de ser correto pra ser prático, já fazia meses que eu buscava a maternidade, e se meu marido não me engravidava, pouca diferença genética podia ter com o próprio pai, somado à vertigem da situação com aquele pauzão empunhado por aquele veterano que eu nunca tinha visto, o qual calculei por baixo, não devia ter menos de 22 cm de comprimento e 5 de grossura… um verdadeiro míssil que ia me inseminar depositando uma quantidade imensa de porra bem na porta dos meus ovários… Porra, que bolas o meu sogro tinha! Aquelas bolas deviam produzir esperma pra engravidar dez vacas. No fim das contas, a situação me deixou de pernas abertas diante do melhor substituto do meu marido pra me deixar bem PRENHADA. Imprensada contra a parede e aquele exemplar de macho ibérico, ele fez mais força com os braços pra me levantar mais um pouco, ao mesmo tempo que se abaixou um tanto, terminando de puxar o vestido sem alça que eu tinha no meio do peito, agora minhas tetas estavam totalmente nuas e se oferecendo pro rosto dele, me segurando pelas pernas contra a parede. Ele se atirou nelas com a boca como se quisesse devorar aquele par de bolos coroados por um par de moranguinhos inflamados de bicos duros, desejosos de serem chupados. Raul também se mostrava muito excitado, pulando de uma teta pra outra…, ficou brincando um bom tempo com os dois peitos, beijando, lambendo, chupando, sugando e dando umas mordidinhas leves nos meus bicos que me faziam perder a razão. Eu já estava totalmente submissa naquela situação, o tesão tinha tomado conta de mim, ele desliza os dedos pela minha rachinha molhada e logo era a enorme e dura cabeça do falo ereto dele que fez contato com meus lábios da buceta. A sensação que senti naquele momento foi indescritível!! Ali eu gemi de um jeito intenso, mostrando que eu tava gostando muito de tudo. Então ele me agarrou pelas cadeiras e empurrou pra frente pra esfregar minha pequena frestinha toda lubrificada…, agora eu sentia a glande dele toda esmagando meus lábios vaginais, negando a entrada daquele falo de tamanho e grossura maior que o do meu marido. Não que ele tivesse uma piroca pequena, porque 17 cm e quase 4 de grossura mais de uma queria pra si, mas comparado com qualquer homem que eu conhecia até aquele dia, meu sogro tinha a tranca mais gigantesca que já tinha intimidade pra me foder. Era óbvio que aquela pica enorme, um membro viril descomunal, não ia ser fácil de enfiar na minha pequena boceta, diferente da pica do filho dele, Jairo, que entrava super fácil no meu estojo, talvez pelo costume da minha buceta de se moldar direitinho à pica do meu marido. Então Raúl deslizou ela ao longo da minha fresta, segurou o mastro e passou pela minha vulva entre os lábios vaginais de cima pra baixo, como quem pinta uma parede com um pincel, fez isso várias vezes devagar e depois mais rápido e com mais firmeza. Não sei descrever a sensação que eu tava sentindo naquele momento, mas do que eu tenho certeza é que nunca na minha vida tinha sentido algo tão excitante, medo ou pavor de algo tão desconhecido e monstruoso com intenção de me partir ao meio, um desejo incontrolável de ter ele dentro das minhas entranhas, uma empolgação de ser fodida que nem nas tradicionais e ocasionais noites de sexo com meu marido Jairo eu tive nunca. Meu sogro fazia isso movendo a cintura pra frente e pra trás, uma e outra vez esfregando meu clitóris enlouquecido e tão duro que chegava a doer com o simples roçar da glande dura dele. A dança que a gente tava agora era a mais erótica que eu tinha imaginado naquela noite, primeiro devagar me esgotava a buceta no limite, e depois no ritmo da música que tocava, o ritmo aumentava pra um mais rápido, muito mais rápido, rapidão…, eu continuava gemendo cada vez mais e minha respiração já tava muito agitada. Hiperventilando igual uma cossaca que tivessem perseguindo pra matar. Depois colocou o pauzão dele de novo na minha frestinha e pressionou contra ela, e de novo minha bucetinha seca negou acesso, era como se meu apertadinho quisesse se recusar a dar passagem pra aquele caralho descomunal de medidas absurdas. Tenho certeza que se fosse o pau do meu marido Jairo, teria entrado fácil na primeira tentativa por causa do tamanho ideal dele, mas o pai dele percebeu que não ia ser fácil meter aquele picaço na minha buceta pequena, sacou que era uma parada de trabalho árduo... Eu continuava convencida de que era impossível entrar!, então por enquanto só usamos como um vibrador gigante, mexendo em círculos curtos e fechados, e depois pra cima e pra baixo era como um beijo íntimo entre meus lábios vaginais pequenos e rosados e a glande dura dele inchada como uma ameixa madura, mesmo assim não consegui evitar e gritei de tesão como se tivesse sido uma penetração, ele afastou o pau dos meus lábios vaginais e insistiu de novo tentando meter na boquinha da minha periquita, mesmo com a glande voluptuosa no meio da minha frestinha, meus lábios vaginais se recusavam a abrir passagem pra aquele mastro duro que com o simples contato dava pra ver que queria me penetrar de qualquer jeito. Ele deu mais uns "pinceladas" de cima pra baixo... então parou no meio da minha racha molhadíssima, quente e fervendo pronta pra fornicação, com meus sucos vaginais lubrificando bem o canal estreito, uma vala ensebada que sem dúvida podia facilitar que aquele rabão cheio de veias grossas inflamadas entrasse na minha buceta quente. Meu sogro maduro segurou de novo o tronco enorme dele com uma mão, a outra agarrou minha bunda nas minhas nádegas expostas pra dança ancestral do acasalamento animal concebido exclusivamente pra procriar. Enquanto fazia mais pressão com a glande do pau dele contra minha bucetinha exposta de fresta entreaberta, levou ambas Mãos nas minhas nádegas e ele começou a empurrar com toda a pica dele. Umm! Fui sentindo como aquele pau duro e tesudo abria caminho com dificuldade entre meus lábios da buceta, e por causa do fluxo de sucos vaginais grossos, meus lábios finalmente tinham decidido ceder ao cabo severo e à ponta de lança do meu sogrão, começando a abrir passagem com aquele membro viril soberano de proporções abissais. Devagar, com toda a delicadeza, entre meus gemidos e ofegos, aquele aríete tremendo se mostrava mais volumoso, forçando cada vez com mais pressa, o que permitia que ele fosse introduzindo o grande pedaço daquele cipote… A CABEÇA dele. Minha posição entregue à foda era muito favorável pro Raul, porque contra a parede, à mercê dele, fazendo tope com minhas costas e segura pelas nádegas, abraçada no pescoço dele com minhas pernas em volta da cintura dele, completamente escarrapachada…, o safado só precisava ir empurrando aos poucos com o quadril pra frente, pra alimentar meu coelhinho com cenoura a cada estocada com mais pica e assim ir entrando… até que, finalmente, depois de várias tentativas, fui sentindo aquele pauzão entrar, ainda com dificuldade abrindo caminho entre minhas paredes vaginais apertadas e ia introduzindo a cabeça dele dentro da minha buceta, que correspondia se dilatando pra esse ato. A xota ia engolindo ele aos poucos, cm a cm… Com gosto, ela o devorava, o chupava, o abraçava, o apertava, minha buceta quente dava com muito prazer as boas-vindas ao invasor. Minha rachinha se dilatava ao máximo, tava cheia e plena daquela pica madura gostosa daquele veterano comedor que enfiava o bastião dele dentro da minha buceta sem nenhum pudor…, os lábios fininhos e rosados estavam tão abertos quanto as pétalas de uma flor em contato íntimo com o pau bruto do Raul, ambos franzidos, eu imaginava eles como um elástico apertando aquela pica enorme, eu ainda não conseguia acreditar que ia caber na minha bucetinha pequena. O macho forçou com mais energia com as duas mãos que me seguravam pelas nalgas até que finalmente o pau dele me penetrou por completo até os próprios ovos… 22 cm de rola dura me empalavam! Provavelmente eu sentia a cabecinha grossa dele na boca do estômago… Aaaaaggghhh, oooohhh uuummmm gostosoo!! Esse foi o grito que saiu de mim assim que senti todo aquele pauzão dentro de mim…, não podia acreditar, aquela rola me penetrou por inteiro esmagando os ovozões dele contra minha buceta. Ele começou devagar a entrar e sair da cabeça até o último centímetro, por mais incrível que parecesse, meu coelhinho magrinho tinha devorado toda aquela rola. O que eu pensei que seria doloroso por causa do tamanho descomunal do pau do Raúl, se transformou numa sensação gostosa que tomava cada poro do meu ser…, não sei se era pelo conjunto de emoções que eu tava sentindo naquele momento, mas apesar da dificuldade com que aquela rola invadiu o mais íntimo de mim, não senti nem um pingo de dor, muito pelo contrário, era uma deliciosa e gostosa sensação me sentir tomada até o talo por aquela carne dura tão excitante… eu tava fenomenal e o pau dele, efetivamente era tão grande que eu sentia até no estômago. Me segurando pelas minhas pernas longas, finalmente me deixei levar, me deixei fazer o que ele quisesse, não tinha mais volta, então cruzei minhas pernas na cintura dele e meus braços no pescoço dele, ficando totalmente entregue ao meu amante casual pra ele me penetrar do jeito dele na foda mais excitante da minha vida. Cadenciosamente ele tava me fodendo, desse jeito onde as estocadas dele começaram a aumentar o ritmo, com isso os ovos pesados dele também balançavam com mais pressa, fazendo com que cada vez que o pau dele entrava até a raiz, as bolas batiam no meu cu e no períneo debaixo da minha buceta me dando um plus de prazer… depois ele saía da minha buceta me deixando com vontade de agarrar aquele par de ovos grandes e pendurados de semblante majestoso, e acariciá-los com gosto pra produzissem uma quantidade maior de porra. Meu nível de bebedeira subia a passos largos, a ponto de ultrapassar todos os meus limites pessoais… eu estava completamente perdida e, a cada estocada, aquele prazer aumentava com mais força, a pressão do corpo dele contra o meu também me excitava pra caralho… sentir o calor de macho dele, o cheiro de garanhão e ouvir os gemidos dele enfiando sem parar o grande pau que apontava meu útero foram aumentando ainda mais meu prazer naquele nível de exaltação que ele estava me dando. Tudo saiu do controle e comecei a mexer meus quadris em direção ao membro viril dele, me penetrando sozinha naquela vara enfiada, pela primeira vez na vida eu estava colaborando com a foda que estavam me dando… então o vai e vem dele ficava cada vez mais intenso. Era uma armadilha mortal abraçando ele forte sem deixar escapar… apertava ele duro com minhas pernas e meus braços nas costas dele, e agora era eu quem procurava a boca dele e beijava abrindo bem a boca dele pra minha língua ir atrás da dele e se fundirem numa troca intensa e longa de saliva lasciva ao extremo. A gente ficou fodendo um tempão até meu corpo começar a convulsionar como uma puta vulgar, eu me empalava no cetro dele tão ereto, rígido e duro que não podia acreditar num veterano como meu sogro. Explodi num orgasmo gostoso e delicioso!!, mas Raul continuava sem gozar, é o que dá foder com alguém que já molhou o pau na minha buceta… ele aguenta até o infinito te matando de porrada antes de ejacular, fazendo você sentir os jorros grossos de porra espessa… então ele continuou o vai e vem frenético, comeu minha boca e eu chupei a língua dele, ele lambeu, mordeu meu pescoço, chupou a ponto de me deixar roxos nos peitos, mamando meus mamilos inchados, e eu ainda sem me recuperar do meu orgasmo era assediada sem trégua, aproveitando a grande foda sem igual que estava recebendo do meu sogro. Depois do meu orgasmo, meus gemidos já tinham virado berros de prazer, mas graças à música que tocava bem alto, ninguém ouvia meus gritos e uivos de puta sendo fodida sem nenhum pudor. Mas já não me importava mais com o que acontecia ao meu redor, meu corpo tremia muito mais que antes, eu arqueava meu corpo de prazer no momento em que ele aproveitava para me beijar e lamber todo o pescoço, peitos e mamilos inchados, que estavam tão eretos e tão duros que só queriam estar dentro da boca do Raúl para que a língua dele os lambesse e a boca dele, como um aspirador, os sugasse com força, arrancando meus gemidos de gozo. Meu sogro, lendo meus pensamentos, fazia isso na hora, sem parar um segundo de enfiar o pauzão dele uma e outra vez na minha buceta partida ao meio, parecia saber o que uma dama como eu exigia a cada momento… como se adivinhasse o que meu corpo pedia. Eu não era ignorante nessas paradas com um veterano tão experiente, só me deixava levar pelo som da música e pelo ritmo alucinante do quadril do macho me fodendo a todo vapor… arqueei meu corpo várias vezes, encontrando a posição perfeita para o encaixe total dos nossos genitais e alívio daquela enfiada tão intensa, enquanto batia várias vezes a cabeça na parede, mas não me importava nem sentia aquelas batidas, eu estava perdida de prazer e meu corpo perdido na insanidade. Finquei minhas unhas nas costas do Raúl, nunca pensei que pudesse sentir tanto prazer… aquilo era inimaginável, com minha buceta expelindo fluido que ficava esbranquiçado pela agitação e molhava o pau e os colhões do meu experiente fornicador. Isso não tinha limites, acho que quase desmaiei de tanto frenesi, ficando presa entre a parede e o corpo do Raúl… parecia mais uma cena de algum filme pornô eletrizante. Ficamos um longo e delicioso tempo fodendo a todo galope… Quanto?! Não faço a menor ideia, porque perdia a noção do tempo e do lugar, minha mente obnubilada se enchia de dopamina a cada orgasmo, e Já dava pra reconhecer pelo menos dois, mas do que eu tinha certeza era que já estávamos no triplo do que meu marido aguenta normalmente, na melhor das hipóteses. Eu só gemia e ofegava bem forte, agarrada no pescoço dele, no ouvido mesmo, mordiscando a orelha dele com minha boca e meus suspiros… Aaaaggghhh! Maiss, quero tudoooooo! Ummmm! Adoro, adoro como você enfia até o fundo. Porra, não goza, seu filho da puta?! Quanto tempo você vai durar me fodendo antes de gozar dentro da minha buceta?! Quero que me encha com seu esperma, que entupa meu útero de porra!! Vamos, filho da puta, me fode, me fode forte e EMPRENHA de uma vez!! Completamente sem juízo, soltei aquelas palavras que nunca pensei que sairiam da minha boca, ainda mais fodendo com um velho como meu sogro, que eu detestava até uma hora atrás. Mas aquele garanhão me matava com as estocadas, eram tão fortes que eu sentia as bolas dele batendo na frente da minha bunda. Ele tirava o pau inteiro de 22 cm e depois enfiava de uma só vez, me fazendo gritar que nem uma puta. E chegou num ponto em que finalmente senti que o Raúl também estava chegando ao êxtase. Eu gemendo e ofegando com a boca seca e a buceta escorrendo, com o garanhão destro me penetrando freneticamente rápido e forte como um gorila… aquilo anunciava a gozada foda dele… Ummm, vou gozar, gostosa! Aaaaggg! Toma tudo que você pediu. Ele enfiou até o fundo e, bem alojado no meu útero, ficou se contraindo com pequenos vai e vem, quando o pau potente dele começou a jorrar grossos e abundantes jatos de porra em fortes e grandes esguichos de leite grosso e quente inundando minha vagina. A gozada ficou ainda mais intensa quando ele me beijou ao mesmo tempo que depositava toda a semente dele no fundo do meu útero… Essa foi outra sensação nova pra mim, sentir aqueles jatos líquidos inundando minha buceta, algo que nunca tinha sentido com ninguém, nem com o Jairo, porque embora meu marido também gozasse dentro com frequência, eu nunca percebi a porra dele… jatos de esperma, mas agora com o pai dele eu vi claramente e em abundância. Surpreendida gostosamente ao notar o jorro de porra fértil do Raúl, gozei num terceiro e violento orgasmo muito mais intenso e duradouro que os dois anteriores…, me invadiu por inteiro um anseio gostoso de ser mulher e fêmea com o desejo frustrado de ser mãe… me estremeci, gemi, ofeguei bagunçada igual uma puta gozando com toda a minha alma. Senti como se desmaiasse de novo! Mordi o pescoço dele e foi tão intenso, convulsionando de um jeito exagerado, igual uma louca possessa. Ele me segurou uns segundos a mais em cima dele, encaixados nossos genitais, nos comendo, nos lambendo e nos chupando, ele meus peitos e mamilos e eu o ombro e pescoço dele no epílogo dessa foda tão exibida. Depois disso, tirou o pau dele da minha buceta e finalmente me soltou no chão. Eu ainda sem me recuperar dos meus orgasmos quase caí derretida no piso se ele não me segurasse, as pernas estavam com uma moleza inédita. Ali na frente do meu garanhão, meu macho e sogro, fiquei com as pernas entreabertas…, da minha bocetinha aberta por um pau tão enorme, escorria um pequeno fio do sêmen dele misturado com meus sucos que não couberam no meu útero facilmente preenchível…, mas sim, na verdade, a maior parte da porra dele ficou dentro, outra parte foi expelida do paraíso. Raúl sentou no sofá ao lado, ainda tentando se recuperar do orgasmo dele. Depois de uns minutos, subiu a calça e pegou minha roupa que estava jogada no chão… me deu dizendo…. Veste rápido… lá no fundo tem um banheiro, vai e descansa com mais calma. Volta pra festa como se nada tivesse acontecido o mais rápido possível. Dito isso, deu meia-volta e foi embora, voltou pra festa normalmente. Mas eu continuei sentada naquele canto com as pernas abertas tentando aliviar a ardência da minha buceta que queimava depois de ter passado por ali um trem tão desgraçado, e também me recuperar dos meus orgasmos. Aquilo tinha sido demais, nunca tinha Nunca senti nada parecido nem que chegasse perto… aos poucos fui recuperando a consciência, pensando no meu marido Jairo e no que acabava de fazer, botando chifre nele com o pai dele, uma galhada daquelas. Já mais lúcida, começaram a aparecer os sentimentos de culpa. Eu amava meu marido e sentia prazer quando a gente transava, mas nada parecido com a sensação de plenitude que estava sentindo naquele momento, depois de ter sido preenchida e completada pelo pai dele. Levantei, arrumei de novo o vestido tomara que caía, olhei pro chão e vi uma grande mancha branca de porra que tinha até sujado meus sapatos. Fui pro banheiro jogar água nas minhas pernas, que tinham restos de leite não tão grosso que tinha saído da minha buceta misturado com o fluxo vaginal. Também joguei um pouco de água na saia, que estava impregnada de porra do Raúl… e por último, minha rachinha, que estava bem aberta e ainda pulsando, vermelha e irritada, com um tesão do caralho. Sentia uma dorzinha gostosa por ter sido partida ao meio por aquela pica de tamanho régio, que tanto prazer tinha me dado. Agora tava deixando sequelas de dor, mas era um incômodo que valia a pena e se justificava pela puta satisfação que eu tava sentindo… me sentia cheia e plena, ao mesmo tempo mulher completa… nem com o Jairo eu tinha me sentido tão satisfeita na primeira vez que a gente comeu… finalmente, coloquei a calcinha pra voltar pra festa, depois de aliviar o calor da minha xereca com um jato contínuo de água no bidê. Ao andar, notei que doía um pouco, não à toa a vara dura do Raúl tinha chegado quase no meu estômago, dilatando ao máximo minha vulva e todo meu canal gostoso… tive que abrir um pouco as pernas pra caminhar, pra não roçar muito nos lábios da buceta e nas paredes internas, que estavam sensíveis à pressão normal das minhas coxas. Disfarçando bastante pra passar despercebida, voltei pra festa fingindo que nada tinha acontecido… pelo visto ninguém notou minha ausência, porque os amigos Os caras do Jairo continuavam de olho nas minhas amigas, e meu marido, sentado numa mesa com a cabeça apoiada, já tava claramente muito bêbado. Melhor assim, ia levantar menos suspeitas.
Me misturei com o pessoal que ainda tava na festa, especialmente com quem não tava bêbado, passando as horas até não sobrar ninguém, nem meu sogro, que nem teve a fineza de se despedir. Dancei umas duas músicas com um chato e logo me enfiei num sofá pra não sair mais. A ardência na entreperna me deixava dividida entre o prazer e a preocupação de ter sofrido um rasgo que eu não percebi no auge da foda, naquele êxtase onde a mente não controla a enxurrada de sensações. Não tinha sangue, então era só uma tremenda vulvovaginite que ia passar em uns dias.
Os sintomas eram coceira, ardor e queimação na região genital, principalmente entre os lábios menores e na entrada da buceta, com vermelhidão e aumento de corrimento. Também doía pra mijar. Esses incômodos duraram o dia inteiro seguinte, sem dúvida por causa das relações animalescas que tive com o Raúl.
Passaram-se várias semanas depois desse rolê e a menstruação não desceu na hora certa. Nos dias seguintes, comecei a ter uns sintomas estranhos tipo... tontura, enjoo, cansaço. Bom, todo mundo sabe o que esses sinais querem dizer, então não precisei fazer teste de gravidez nem de paternidade, porque as duas coisas eram muito óbvias pra mim. E isso responde a uma das dúvidas que levantei no começo da minha história... "Eu não sabia de quem podia ser o problema. Do meu marido? Ou será que o problema era meu?" Bom, acho que essa dúvida ficou mais do que esclarecida com o que acabei de contar. Sou feliz com a minha vida, tava prenha, que era o que eu queria. Só esperei o momento certo pra contar pro meu marido que tinha engravidado. Por nada nesse mundo vou revelar o que aconteceu com ele. padre, meu sogro também nunca vai ficar sabendo que foi o macho que botou a semente da minha gravidez. O que não consegui fazer desde então é me sentir com ele como antes, agora sinto ele muito mais quente e familiar. Tive medo de ver como o Jairo ia reagir quando descobrisse que estou esperando um filho “dele”, queria que fosse bem, e foi assim que aconteceu. Quando contamos pro pai dele, na minha presença ele captou minha linguagem corporal, acho que dei pistas demais, mas ele ignorou e deixou pra lá. Então meu marido e pai da minha filha assumiu meu bebê como não poderia ser diferente. Precisei de uns meses pra me clarear e me dar conta da paternidade do Jairo. Bom, só queria desabafar contando essa história e me fez muito bem, obrigada a todos que leem essa página, até uma próxima onde vou contar como engravidei de novo do meu segundo filho…. Continua
Me misturei com o pessoal que ainda tava na festa, especialmente com quem não tava bêbado, passando as horas até não sobrar ninguém, nem meu sogro, que nem teve a fineza de se despedir. Dancei umas duas músicas com um chato e logo me enfiei num sofá pra não sair mais. A ardência na entreperna me deixava dividida entre o prazer e a preocupação de ter sofrido um rasgo que eu não percebi no auge da foda, naquele êxtase onde a mente não controla a enxurrada de sensações. Não tinha sangue, então era só uma tremenda vulvovaginite que ia passar em uns dias.
Os sintomas eram coceira, ardor e queimação na região genital, principalmente entre os lábios menores e na entrada da buceta, com vermelhidão e aumento de corrimento. Também doía pra mijar. Esses incômodos duraram o dia inteiro seguinte, sem dúvida por causa das relações animalescas que tive com o Raúl.
Passaram-se várias semanas depois desse rolê e a menstruação não desceu na hora certa. Nos dias seguintes, comecei a ter uns sintomas estranhos tipo... tontura, enjoo, cansaço. Bom, todo mundo sabe o que esses sinais querem dizer, então não precisei fazer teste de gravidez nem de paternidade, porque as duas coisas eram muito óbvias pra mim. E isso responde a uma das dúvidas que levantei no começo da minha história... "Eu não sabia de quem podia ser o problema. Do meu marido? Ou será que o problema era meu?" Bom, acho que essa dúvida ficou mais do que esclarecida com o que acabei de contar. Sou feliz com a minha vida, tava prenha, que era o que eu queria. Só esperei o momento certo pra contar pro meu marido que tinha engravidado. Por nada nesse mundo vou revelar o que aconteceu com ele. padre, meu sogro também nunca vai ficar sabendo que foi o macho que botou a semente da minha gravidez. O que não consegui fazer desde então é me sentir com ele como antes, agora sinto ele muito mais quente e familiar. Tive medo de ver como o Jairo ia reagir quando descobrisse que estou esperando um filho “dele”, queria que fosse bem, e foi assim que aconteceu. Quando contamos pro pai dele, na minha presença ele captou minha linguagem corporal, acho que dei pistas demais, mas ele ignorou e deixou pra lá. Então meu marido e pai da minha filha assumiu meu bebê como não poderia ser diferente. Precisei de uns meses pra me clarear e me dar conta da paternidade do Jairo. Bom, só queria desabafar contando essa história e me fez muito bem, obrigada a todos que leem essa página, até uma próxima onde vou contar como engravidei de novo do meu segundo filho…. Continua
2 comentários - Como engravidei dos meus 2 filhos