Filha gostosa do caminhoneiro

Minha doce Alicia, minha deusa insaciável… as férias começaram bem. Saímos bem cedo de manhã, chegamos lá pelo meio-dia. Não foi difícil encontrar o duplex; era o último de uma rua estreita de mão única, ao longo da qual se erguiam as cercas e os pinheiros dos terrenos. Por ser o último da rua, só éramos geminados de um lado da construção com outro duplex… só tínhamos um vizinho “parede com parede”. O proprietário nos esperava e, muito educadamente, nos mostrou a casa. Era perfeita, pois tinha o tamanho certo e era decorada com móveis brancos ou de palha e enfeites náuticos. Quadros de paisagens marinhas, claraboias, instrumentos de navegação e até uma rede de pesca na parede da escada criavam um ambiente portuário muito agradável. Comemos frugalmente algumas frutas que encontramos na geladeira e arrumamos (mais ou menos) o conteúdo da nossa bagagem. Ambos queríamos inspecionar a praia, então no meio da tarde pegamos o menino, algumas toalhas e fomos vê-la. Para quem é do interior, o primeiro cheiro de praia do ano evoca muitas e boas sensações, então estávamos de muito bom humor, sorrindo e fazendo piadas sem parar. A praia era perfeita. Pouco movimentada, com um bosque próximo e poucas construções à vista. Uns poucos jovens descansavam aqui e ali ao sol da noite anterior, e algumas famílias com crianças aproveitavam a areia e o Mediterrâneo. Montamos o acampamento perto da água, não muito longe de uma mulher de uns 45 anos. Com uma grande cabeleira morena cacheada presa atrás de uma viseira grande, ela fazia passatempos sentada numa cadeira de praia. Usava biquíni e saída de praia. Decidimos dar um passeio com os pés na água antes de nadar, e assim fizemos. Depois, entramos na água os três juntos (era o primeiro banho da vida do Alexis), e mais tarde, as garotas saíram enquanto eu ficava nadando mais um pouco. Após alguns minutos, vi Alicia na beira, fazendo gestos inequívocos de que Voltei pra casa e acenei pra ela, deixando claro que preferia ficar mais um pouco. Fiquei observando ela juntar umas tralhas e sair com o bebê no colo. Ela não era só uma boa amiga, filha e uma amante foda, também era uma mãe dedicada. Depois de alguns minutos, saí, me enxuguei de leve, peguei um romance e me escudei atrás dos meus óculos escuros pra começar a ler. A mulher continuava fazendo passatempos uns metros à minha direita. Logo já não prestava mais atenção naquele best-seller chato, porque as minas e mulheres que passavam perto roubavam toda minha atenção. Por trás dos óculos escuros, pude curtir de boa as caminhadas daquelas anatomias variadas, de idades e jeitos diferentes. Levei mais de 15 minutos pra ver o primeiro topless. A excitação bateu tímida na minha porta quando vi aqueles peitos empinados passando de longe. Lembrei dos nossos planos de nudismo caseiro e fiquei ainda mais excitado. Tentava me concentrar no livro pra broxar a ereção quando algo chamou minha atenção. Um barulhão de água que já tava rolando há uns dois minutos tava se aproximando. Olhei pro mar e vi uma mina numa boia inflável chegando na areia. Quando ela achou que era hora, pisou no chão, pegou a boia e veio na minha direção. Qualquer descrição dessa aparição seria injusta, porque é impossível colocar tanta beleza em palavras. O cabelo molhado, moreno e cacheado, caía nos ombros dela e mal cobria as clavículas. Os olhos eram enormes e puxados… brilhavam com o reflexo do mar nos pés dela. A boca, pequena e de lábios carnudos. O corpo dela era desconcertante. A mina era alta, quase um metro e setenta, mas as curvas eram de menina, como se ainda tivesse se formando. A altura não combinava com aquelas curvas… os peitos mal apareciam, o quadril era quase invisível e as pernas eram compridas pra caralho e torneadas. Gotas de água escorriam pela pele lisa e bronzeada. Acariciando cada centímetro. Ela passou na minha frente e foi até a mulher dos hobbies. Tão dura era a carne e tão lisa a pele que não havia separação entre a bunda e as pernas, as nádegas não faziam dobra ao encontrar as coxas. Disfarcei com o livro nas mãos, examinando aquele anjo por trás dos meus óculos escuros. Ela se aproximou da mulher e, após discutirem, decidiram ir embora. A que parecia ser a mãe se levantou e começaram a recolher as coisas. Tinha peitos e quadris generosos, além de lábios carnudos. A garota, de costas para mim, se abaixou para pegar algo, me dando uma visão panorâmica da virilha dela que não deixava muito para a imaginação. Uma almofadinha inocente apareceu por baixo do biquíni... inchada e cortada longitudinalmente por uma fenda que nascia entre as bandas da bunda dela e se abria folgadamente entre as coxas ao se abaixar, ficando emoldurada por aquelas nádegas sólidas — era uma racha vaginal profunda e quase infantil. Num instante, ela se endireitou e se virou para me olhar diretamente. Felizmente, meu livro e meus óculos escuros a tranquilizaram, e ela seguiu com o que estava fazendo. Parecia que a garota ainda estava se acostumando a ser olhada pelos homens e começava a perceber o poder que tinha sobre eles. Com certeza, de repente ela tinha se dado conta do espetáculo que estava me oferecendo e corrigiu a postura bruscamente. Quando terminaram de recolher tudo, começaram a andar conversando. Eu fiquei excitado, com o pau prestes a estourar minha sunga. Aproveitando que a praia começava a ficar deserta, saí correndo em direção ao mar na esperança de que a água fria me acalmasse, mas tive que nadar uns lances extras para baixar a ereção. Por um momento pensei em me masturbar, mas preferi esperar até estar em casa para me aliviar com minha querida Filha e Esposa. De volta da praia... Entrei no terreno e fui para o chuveiro no quintal. Antes de tomar banho, dei um "Oi" cantarolado, esperando que me ouvissem dentro de casa, mas não obtive resposta. resposta. Espiei por uma vigia que dava pra sala de estar e vi a Alicia de pé ao lado do berço, completamente nua, balançando ele enquanto levava um dedo aos lábios num claro pedido de silêncio enquanto amamentava nosso bebê…. Era extremamente erótico observar uma mulher tão gostosa nua fazendo uma atividade que não combinava nada com sexo. Os bicos dos peitos dela pareciam balas de morango e a bucetinha dela, totalmente depilada, se acomodava tranquilamente no triângulo que as coxas dela formavam. Fiquei observando ela por uns instantes sentindo meu pau crescer de novo. Mesmo que ela só pudesse ver meu rosto, adivinhou o que tava rolando e me sorriu. Ela sempre conseguia ler na minha cara o que eu tava pensando ou sentindo. Me prometi que ia foder a Alicia depois, e largando as tralhas, deixei a sunga cair no chão e entrei no chuveiro equipado só com os chinelos. Sentir a água morna limpando a areia e escorrendo pelo meu corpo reforçou meus desejos safados e meu pau atingiu uma consistência e um tamanho que me faziam sentir uma espécie de orgulho besta. Tava enxaguando o sabão quando senti as mãos da Alicia massageando minhas costas e meus ombros. Deixei os braços moles e curti o momento, mas logo ela se aproximou de mim, passou os braços por baixo das minhas axilas e me abraçou por trás. Encostou o rosto nas minhas costas e os peitos dela se espremeram contra mim. Beijinhos suaves percorreram meus ombros enquanto as mãos sabidas dela acariciavam meu torso e desciam até pegar meu pau duro. Depois de umas duas carícias, não aguentei mais, me virei bruscamente e minha língua atacou a boca dela. Ela não conseguiu evitar um gesto de surpresa gostosa, mas eu não aguentava mais… Tinha voltado da praia “quente” e precisava descarregar selvagemente na buceta dela, sem preliminares. Apertei as nádegas dela com toda a extensão da minha mão, separando elas enquanto com o corpo todo a prendi contra a parede. Desci as mãos até pegar as coxas e levantei ela no peso. Ela me abraçou com as pernas na minha cintura. cintura, pendurada nos braços dela sobre meu corpo, os dois genitais se encararam… um escancaradamente aberto e o outro ereto, duríssimo, e… *Zás!* Meti até o fundo. As estocadas foram selvagens. A água escorria pelos nossos corpos e fazia com que alguns fios de cabelo rebeldes grudassem no rosto dela, a água não ajudava na penetração, mas melhorava o atrito com a lubrificação tão exuberante daquela novinha. Meu pau entrava e saía a toda velocidade, ajudado pelo balanço do corpo dela, e a cada estocada a penetração ficava mais profunda. Era um baita exercício, e os braços da minha filha estavam fortes o bastante pra segurar o corpo leve dela e os empurrões que a buceta dela aguentava… Não aguentamos mais de cinco minutos quando gozamos juntos, entre gemidos de prazer que foram se acalmando aos poucos… *—Puxa, papai! Puxa, como você tava com vontade!* — ela disse, sorrindo… *—Isso é porque você ficou olhando as meninas na praia. Vou ter que te dar uma bronca.* *—Se todas as broncas forem assim, não me importo… vou continuar olhando.* *—Fechado* — ela disse, rindo às gargalhadas. Devo admitir que o comentário dela me surpreendeu um pouco. Não que a Alicia seja especialmente ciumenta, mas nunca tínhamos comentado nada sobre meus possíveis desejos por outras mulheres. Jantamos no alpendre, completamente pelados. Era gostoso sentir a carícia da brisa de verão nas bolas. Além disso, qualquer roçada era vivida com risadinhas de cumplicidade. Pra recolher a mesa, ela teve que colocar a bunda na minha cara, já que eu ainda estava sentado, então não tive escolha a não ser dar uma boa mordida. Não conseguia parar de apalpar ela nessas situações… um beliscão no mamilo, um dedo atrevido procurando os lábios menores dela, uma nádega castigada por um tapa… Graças a essas brincadeiras, meu membro passou por todos os estados, de flácido a duro, várias vezes naquela noite sem precisar ser acariciado. De alguma forma, eu sentia que nossa sexualidade estava a hora de passar para o próximo nível. Finalmente, ela deitou um pouco pra ver TV, e eu anunciei que ia subir na sacada do nosso quarto pra fumar um baseado, porque tinha uma mesa ali e umas poltronas bem confortáveis. Não sou fumante, não tenho o vício, mas de vez em quando bate uma vontade de relaxar no fim do dia com um uísque e um beck. Preparei tudo e me acomodei na poltrona da sacada sem acender as luzes. A varanda não tinha grade, era uma espécie de muro que batia na cintura, então, sentado, eu ficava praticamente invisível. Do outro lado da rua, tinha um duplex idêntico ao nosso. O quarto da sacada (que devia ser igual ao nosso) estava com a luz apagada, mas da janela ao lado saía um brilho fraquinho de um abajur. Dava pra ver só uma porta aberta pro corredor. Fiquei uns segundos olhando — viva o voyeurismo! — mas só vi um pé, que parecia feminino, aparecer de vez em quando na parte de baixo da janela. Claramente, alguém tava deitada de bruços na cama e balançando os pés. Fiquei lendo uns artigos bestas no tablet, na penumbra, e depois de um tempo olhei de novo pra janela. Nada do pé. Quem seria a dona dele? Seria uma mina? Seria gostosa? E o pior: será que eu tinha perdido a chance por causa daqueles artigos idiotas? Uma ansiedade me pegou, e fiquei morrendo de curiosidade pra saber quem era aquela pessoa. O destino me reservava uma surpresa gostosa. De repente, a lolita que tinha deixado meus sentidos doidões na praia apareceu pela direita e sumiu rapidinho pela esquerda. Meu coração disparou. Os cachos dela, agora secos, tinham encolhido uns centímetros e pulavam enquanto ela andava, dando um ar tribal e selvagem. Como única roupa, ela tava com uma camisetinha de alcinha colada no corpo e uma calcinha estilo fio dental. Mesmo tendo visto ela de tarde com muito menos pano, agora ela parecia infinitamente mais sexy, e meu pau começou a reagir. Quando aconteceu de novo, agora pro outro lado. A camiseta justa deixava claro que ela tinha pouco peito (embora os peitinhos parecessem estar começando a crescer), mas marcava dois botõezinhos magníficos na altura dos mamilos. De repente, ela apareceu de novo, mas dessa vez não passou reto: fechou a porta, deixando à mostra o espelho de corpo inteiro que estava atrás dela. Fez uma pose, tipo de modelo, e com o celular na mão, fotografou a imagem no espelho. Fez outra pose sensual e disparou de novo. Pra próxima foto, ela se virou e se agachou, focando na bunda firme. Não estava muito longe, mas claramente não dava pra ver todos os detalhes. Pensei em me tocar, e ia fazer isso, mas uma voz lá do fundo do meu ser me fez olhar pra trás, pra porta da sacada… onde estava a Alicia, com um ombro apoiado no batente e cara de pôquer. Fiquei envergonhado. A excitação era evidente no meu pau. Era óbvio que aquela garota tinha me deixado muito excitado, e senti vontade de me desculpar com minha filha, uma mulher feita e direita. Abri a boca sem saber bem o que ia dizer, mas ela se adiantou rápido, sorrindo e levando o dedo aos lábios de novo, pedindo silêncio. Então tirou a outra mão de trás das costas e vi que segurava o pote de lubrificante que a gente costuma usar pra sexo anal. Ela se aproximou devagar, nua e terrivelmente gostosa. Ajoelhou do meu lado e, antes de lamber minha orelha, sussurrou com a respiração quente… Você está proibido de se mexer. Tem direito a Aproveitar. Vale tudo! Entendi que meus medos não tinham razão de ser. Tava claro que a Alicia tinha algum tipo de plano pra nossa vida sexual, do qual ainda não tinha me contado. Pelo visto, preferia que eu fosse descobrindo aos poucos com os fatos, o que me pareceu uma ótima ideia. No começo, pensei que ela fazia só pra me agradar, mas pelo tesão que ela colocava, também tava Gostava dessas formas de libidinagem. Era minha filha, sim, tinha 24 anos de diferença, sim, mas parecia ter muito mais experiência em sexo do que o pai dela... Ela me empurrou pelo peito pra trás, me fazendo deitar no sofá. A garotinha tinha terminado a sessão de fotos, mas agora dançava na frente do espelho alguma música que a gente não conseguia ouvir. Parecia estar ensaiando danças sensuais pra não ficar por fora quando saísse com os amigos pra balada. Um bom jato de lubrificante caiu no meu pau e nas minhas bolas... Alicia começou a massagear. Os dedos dela deslizavam oleosos em volta do meu membro viril. Ela me masturbava com uma habilidade danada, apertando mais forte na base e deslizando os dedinhos mais suavemente pelos contornos da glande. Segurou a base com uma mão e esfregou suavemente a ponta com a palma da outra, depois fez um anel com o polegar e o indicador, masturbando a parte mais sensível da cabeçona do pau do pai dela, com um movimento de não mais que um centímetro pra cima e pra baixo. Depois, formou uma bucetinha macia e escorregadia entrelaçando os dedos das duas mãos e bateu uma pra mim. Nunca imaginei que uma punheta pudesse ser tão gostosa. Os peitos cheios de leite da Alicia tremiam a cada movimento dos braços dela. Ela fez minha glande deslizar entre as palmas e entre os dedos de todas as maneiras possíveis. Desde o começo eu sabia que ela não ia usar a boca acolhedora dela, e essa renúncia dolorosa acabou deixando a coisa ainda mais excitante. A garota continuava com a dança sensual escandalosa dela. Ela se agachava e se levantava devagar, arqueando as costas... acariciava o torso e a bunda enquanto rebolava o corpo. Prendia o cabelo lindo com os braços pra cima e soltava de novo... A Alicia também olhava pra garota com um prazer evidente, e minha imaginação me presenteou com a imagem linda das duas se beijando e se acariciando peladas. Enquanto massageava meu pau e minhas bolas ao mesmo tempo, ela sussurrou... "Que gostosa que é a filha da puta, quem dera pegar ela, né, papai... O comentário despertou minhas vontades lascivas e senti o prazer invadindo meu corpo como o mar inunda a praia quando a maré sobe. Meus movimentos e meus gemidos abafados a alertaram, e bem quando parecia que não havia volta e eu ia gozar, ela parou de me masturbar, fazendo com que eu me dobrasse de dor pelo gostoso sofrimento de não alcançar o orgasmo prometido. Gotas de líquido pré-seminal escorreram pela minha cabecinha quando contraí o períneo e se precipitaram percorrendo todo o meu pau, roxo, inchado e brilhante graças ao lubrificante. Tudo isso acontecia enquanto eu não perdia um movimento da dançinha que a garota nos oferecia. Minha Alicia focou agora nas minhas bolas, fazendo uma massagem escorregadia que terminou com seu dedo anelar massageando meu cu. O cócegas estava sendo muito gostoso e logo ela introduziu duas falanges do dedo e, deixando ali, retomou o trabalho na base do meu pau besuntado com a outra mão. Mas, ó Deus!, todos os astros conspiravam a meu favor naquela noite, e quando parecia que a coisa não podia melhorar, a luz do outro cômodo se acendeu, chamando nossa atenção. De repente, apareceu a mulher dos passatempos. Ela havia prendido a juba num coque sensual que deixava mechas de cabelo caírem pelas têmporas. Como única vestimenta, uma toalha envolvia seu corpo do decote até as coxas. Então, ela tirou a toalha e a jogou, ficando quase nua diante de nós. Alicia me olhou divertida (sem parar de me masturbar suavemente) e ambos sorrimos. A mulher se conservava estupendamente, pois apesar de aparentar estar na casa dos quarenta há um tempo, e de ter um pequeno e delicioso excesso de peso, suas formas eram muito exuberantes e femininas. A marca do bronzeado era evidente, deixando suas partes íntimas bem mais brancas que o resto do corpo. Ela era equipada com dois melões de campeonato adornados por dois bicos grandes e escuros. Estavam um pouco caídos, mas não eram nada Feios... Ela tinha umas tetas espetaculares. A buceta dela, de onde a gente estava, era um tufo triangular grosso de pelo preto... A gente viu porque ela tirou a calcinha branca rapidinho e começou a passar creme hidratante no corpo enquanto a filha continuava ensaiando poses e passos de dança, e a Alicia seguia com a masturbação mais gostosa que alguém podia imaginar. Aquela foi a primeira das situações ultra eróticas que me esperavam naqueles dias. Minha filha parou de me masturbar e se sentou em cima de mim, com uma perna de cada lado do meu quadril. A buceta dela apontada pra minha rola foi descendo devagar, se empalando centímetro por centímetro até enterrar meu pau inteiro na bocetinha aconchegante dela. De pernas abertas formando um "Arco do Triunfo" em cima de mim, ela subia e descia igual um exercício de ginástica, me deixando ver como meu pau sumia na virilha dela, sugado pela racha divina da buceta dela... De repente, eram 20 cm de pica e no segundo seguinte tava tudo enterrado, só as bolas de fora, esmagadas contra o clitóris dela. A lubrificação de antes, junto com a xereca molhada dela, facilitava demais a entrada até a raiz da minha vara... uma, duas e três vezes. Com minha filha me fodendo, eu curtindo o balanço das tetas dela e o espetáculo sublime que mãe e filha me ofereciam no outro duplex, tava no sétimo céu! A mais velha se massageava as tetas e a mais nova fazia poses sexys e se tocava nos mamilos e na bunda enquanto dançava. Ela até levantou a perna igual uma bailarina, com o tornozelo na altura da orelha. Não dava mais pra aguentar, o prazer só aumentava. Comecei a grunhir, abafando os gritos que o corpo pedia pra não ser descoberto. Sem perceber, a Alicia tinha enfiado meio dedo no meu cu e mexia de leve, o que me dava descargas de prazer. Minhas mãos deslizavam no corpo suado dela com maestria, procurando as zonas mais erógenas. Alicia acelerava o ritmo cada vez mais, se jogando em cima das minhas bolas. com energia em sentadas violentas. Seus gemidos aumentavam, deixando um clima enlouquecedor, todo meu cenário estava tomado pela luxúria. Ela se manteve por mais dez minutos naquele arrebato de paixão sem precedentes, e o orgasmo já estava chegando, fiquei tenso, e quando estava prestes a explodir, acelerei minhas investidas na buceta da Alicia…, ela acariciou as bolas, apertou elas enquanto o dedinho deslizava fácil dentro de mim. Bem antes de eu gozar, minha filha se jogou na minha boca, sugando meus lábios e língua num aperto fechado, como ela sabe que eu adoro quando vou gozar dentro dela… e pá!! Explodi numa erupção surpreendente de porra grossa que aterrissou no fundo da vagina da minha menina. Na cara dela se refletia como ela sentia cada jato de leite saindo do meu pau inchado em esguichos intensos. Os espasmos seguintes provocaram mais cinco ou seis erupções, tão impressionantes quanto a primeira, o que deu lugar a um regueiro caudaloso de esperma branquelo que lambuzou os lábios da buceta dela, já que não dava pra aguentar tanta quantidade de sêmen. Eu me sentia como se fosse a primeira vez que sentia aquela sensação morbidosa do imenso prazer de um grande orgasmo, somado à ansiedade de quase não ter atrito no momento ápice. Fiquei exausto, com a cabeça pra trás e os olhos fechados, curti o momento com todos os meus sentidos… o som do mar, a brisa de verão… Quando olhei de novo, a mulher já estava de camisola e andava pelo quarto se preparando pra dormir. A guria continuava dançando quando a mãe apagou a luz. A Alicia tinha apoiado a cabecinha no meu colo… me olhava amorosa e sorridente, ainda com nossos genitais encaixados…. Obrigado, amor, você é a mulher mais incrível que eu jamais imaginei que pudesse me amar… Ela me olhou nos olhos a centímetros do meu rosto. Quem tem que te agradecer sou eu, por ter me gerado e me dado a vida, por me amar a vida inteira sendo um pai exemplar e principalmente por ter me engravidado da menina mais linda do mundo. Obrigado, minha vida, por me fazer tão feliz…. Em poucos minutos, a garota parou de dançar e se jogou na cama. A luz ficou acesa por mais um tempo, mas não a vimos de novo. Com a Alicia deitada ao meu lado, a cabeça no meu peito, acendi o baseado e fumei enquanto acariciava o cabelo da minha Princesa…, ela também deu uns tragos, mas o resto fumei eu. Depois, tomamos banho e fomos dormir, sem desconfiar que a mulher dos passatempos, na penumbra do quarto dela, tinha se masturbado vendo a cena de um Pai amando e inseminando a própria Filha. Cada dia de férias era diferente do anterior, minha filha sempre trazia alguma novidade na nossa rotina de sábado, sempre com o estímulo das vizinhas com quem finalmente nos demos bem nos últimos dias, mais por nos encontrarmos em lugares diferentes do que por ousadia de desejar uma aproximação amigável... A gente conversar sem pretensões sexuais com elas no terraço do restaurante, na praia na areia ou no supermercado da esquina, não impedia que mostrássemos nosso sex appeal cada um na sua casa, provocando um ao outro…. Elas facilitavam o striptease delas e a gente, uma sessão de sexo pesado na espreguiçadeira ou no mal chamado gramado. Mas como tudo que é bom acaba, voltamos à nossa vida cotidiana…, minhas viagens de caminhão, as visitas da minha ex e mãe da Alicia para ver a neta, que aceitou de vez nossa união conjugal não oficial. Ela sempre vinha sozinha em casa, porque eu não deixava ela vir com nenhum dos namorados dela. E, principalmente, os encontros tórridos com minha filha depois de vários dias sem nos ver…, esses encontros ficavam tão apaixonados que a gente não media a luxúria, num descontrole total, tanto que não demorei a engravidar de novo minha princesa, nos seus doces e ternos 20 anos. Nunca precisei de outra mulher, as putas dos clubes de estrada nunca me atraíram e, tirando um par de vezes No começo da minha profissão de motorista, nunca mais comi uma puta, nem precisei com a minha Alicia. Com ela, eu me entreguei de vez.                                             FIM

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