Filha de Caminhoneiro 1

O destino te joga em caminhos inimagináveis, te dá e tira os prazeres como bem entende, te sacode e te revela paraísos depois do castigo de um longo calvário... Tenho 43 anos e trabalho desde os 16... Eletricista, desenhista, corredor da Merca Murcia e agora caminhoneiro. Casei e, como muitos casais hoje em dia, me divorciei... fiquei praticamente na rua, sem casa, sem família e, por causa da depressão, sem emprego. Me recuperei do baque e, quando tentei voltar ao mercado de trabalho, tive que aceitar algo que não me apaixona nada. Com esforço e algum pistolão, entrei no quadro de uma pequena empresa de logística de Alhama de Murcia... Agora sou caminhoneiro de profissão, com um caminhão da empresa modelo DAF XF-105460, para quem entende é uma boa máquina, mas como meu chefe tem dívidas até no RG, a manutenção dos veículos é feita no mínimo para passar na vistoria. Esse aqui, em específico, está todo ferrado, o ar-condicionado não funciona e o calor é um inferno... como vocês não podem imaginar, eu tava morrendo de vontade de me aposentar. Depois de uma semana inteira de trabalho fazendo hora extra pra fechar as contas no fim do mês e pagar a pensão pra minha ex e minha filha, recebo uma ligação da Ana, dizendo que o parceiro dela deu um presente de viagem romântica e que precisa que eu fique com a menina, vai se foder. Não adiantou reclamar, no fim das contas é minha filha, não tem culpa. Uma filha é responsabilidade dos pais desde que nasce até o fim dos dias, querendo ou não. Tive que falar com a pequena pra explicar que tinha que fazer uma rota de vários dias, e não podia cancelar com tão pouco tempo, muito menos com a pressa de ganhar dinheiro pra me manter todo mês. A coitada entendeu na hora, e toda feliz disse que me acompanharia na viagem. A verdade é que me encheu de orgulho a iniciativa dela, e fiquei feliz em ouvir isso, porque matava dois coelhos com uma cajadada só. No caminho pra pegar o caminhão, parei pra comprar uns remédios. para o enjoo porque ela não está acostumada com o balanço da cabine de um caminhão e vomita na hora… Depois da ligação, me organizei rapidinho e naquela tarde fui buscar meu anjo na casa da minha ex. Me produzi toda pra causar a melhor impressão na Alicia e de quebra na Ana, a mãe dela, pra ela ver como eu tava bem na vida sem ela… estacionei na frente do duplex que tanto me esforcei pra pagar e que agora ela curtia com aquele namorado vagabundo sem emprego nem futuro. Saí do carro e esperei encostado na lateral do “Hyundai coupé” no estilo “James Dean” em Gigante… Depois de um tempo, apareceu minha PRINCESA. Por conta própria, decidi dar umas biodraminas pra garantir e começamos a viagem numa tarde-noite muito quente, ainda mais pra um caminhão sem ar condicionado. Eu tô acostumado, mas ela, coitada, tava torrando. Pensei que não ia aguentar, mas felizmente os comprimidos começaram a fazer efeito, deixando ela sonolenta num sono morno; falei pra ela subir na cama, eu tava acostumado a dirigir sozinho e ela, meio se sentindo culpada, aceitou por causa da náusea que sentia. Ela sumiu subindo na cabine e se deitou na cama. Eu gostava de colocar música alta pra não ouvir o barulho do caminhão, mas agora com ela, pra não acordar, não podia, porra, que semaninha. Depois de uma hora e meia, precisei tomar um refri e resolvi parar, mesmo sem precisar abastecer. Estacionei, subi na cabine pra acordar minha filha e aproveitar pra ela ir ao banheiro ou beber algo gelado. Quando entrei na cama, fiquei surpreso… a primeira reação foi descer da cabine, mas não demorei mais de cinco segundos pra subir de novo. Lá estava minha filha completamente nua, coberta só pela calcinha fio dental e suada, deitada na cama que eu costumava usar. Ainda não consigo tirar essa primeira visão quando fecho os olhos!! Aproveito pra descrever ela. A Alicia acabou de fazer 18 anos há alguns meses. Ela é magrinha, pequena e sempre pareceu ter menos idade com a carinha dela. Inocente, meio infantil, mas ao vê-la assim, com o corpo nu, os peitos não tão pequenos, mas durinhos e redondos, me fez mudar a forma como a via. Nunca imaginei que ela fosse tão linda, com curvas perfeitas. Desci de novo, pensando compulsivamente: ela não pode saber que a vi assim… Minha nossa, como minha garota já está! Por outro lado, minha consciência pesada e a falta de sexo tão prolongada me impediam de pensar direito. A cabeça do meu pau me exigia… Não seja bobo, aproveita e olha pra ela, acorda ela e dá algo fresco pra beber… Todas as ideias vinham juntas, devia ser o calor… Mas o segundo impulso venceu: subir de novo pra contemplá-la. Me animei, com um certo medo de ser descoberto. Subi de novo sem fazer barulho e comecei a chamá-la: — Alicia? Alicia? — Mas ela continuava dormindo, e comecei a acompanhar minha voz com um movimento no braço dela, pra ver se acordava, mas só consegui ver os peitos dela se mexendo no ritmo dos meus movimentos… O que estava acontecendo comigo? Eu a olhava de cima a baixo, as pernas finas dela… A calcinha fio-dental estava um pouco deslocada pro lado, deixando ver a bucetinha dela, sem um único pelo, a barriga lisa, inveja de qualquer mulher, e os peitos tão lindos… Além disso, ela estava moreninha de tanta praia e piscina, mesmo suada, estava linda. Não lembro o que passou pela minha cabeça no momento em que coloquei minha mão na coxa dela e comecei a acariciar, mas já não quis mais tirar as mãos do corpo dela, percorrendo as coxas, as pernas, a cintura, a barriguinha, os peitinhos, tudo de forma suave e firme. Meu coração disparou de medo de ser descoberto, mas esse medo se dissipou, me deixando ousado ao sentir ela roncar levemente. Benditos comprimidos! Inconscientemente, comecei a me tocar enquanto a acariciava, estava deixando ele bem duro e comecei a bater uma dentro da calça até ficar desconfortável. Me desabotoei, abaixei a cueca… então meu pau saltou como uma mola e comecei a me masturbar intensamente, controlando os movimentos, observando. O corpo dos sonhos dela. Eu estava meio sentado ou meio ajoelhado ao lado da cama, olhando pra ela, tocando ela de vez em quando e batendo uma... Queria que durasse uma eternidade, mas bastou passar meus dedos pela bucetinha suada dela, imaginando que ela tava molhada, louca pra ser penetrada. Em nada comecei a gozar descontroladamente; me pegou de surpresa, concentrado na bucetinha dela quando acabei gozando em cima dela, na barriga e nos peitos dela, até um jorro caiu no rosto dela. Foi uma gozada intensa, muito tarada, uma daquelas que costumo ter bem generosas... e mesmo depois de gozar, ainda queria mais, mas admito que demorei pra reagir. Se naquele momento ela tivesse acordado, me veria ao lado dela com o corpo todo salpicado de porra, então fiquei acariciando ela, misturando o suor dela com meu gozo por todo o corpo como se fosse um creme, até não dar mais pra notar nada, talvez mais pegajoso, mas disfarçado o suficiente pra não dar pra perceber o que tinha acontecido. O negócio é que comecei a me sentir mal pelo que tinha feito, ao mesmo tempo que também me arrependi de não ter chupado a bucetinha dela na hora, aproveitando o tesão. Não sei por que reagi descendo pra cabine e colocando a música bem alta pra acordar ela... funcionou. Ela desceu com o vestido vestido. Falei pra gente tomar alguma coisa, e ela agradeceu, tava suada e com tanta sede que eu não podia nem devia negar um refresco pra minha menina, minha princesa... A verdade é que entrar na cafeteria foi como entrar em outro mundo, fresquinho e com música calma, mas eu não trocava aquele momento tarado com a Alicia nua "se deixando" tocar. Pedimos dois refrigerantes Booty, ela sentou no banquinho girando o corpo de um lado pro outro com as coxas semi-aparecendo, sabendo que aquele corpo perfeito tinha estado nu na minha frente, e agora tava besuntado com meu esperma sem ela saber. Isso me excitou de novo, e embora eu quisesse que ela fosse no banheiro lavar o rosto, eu queria que minha porra grossa ficasse impregnando a pele dela um pouco mais de tempo. Logo voltamos pro caminhão na estrada… ela ficou do meu lado na cabine de novo sem dormir, o que me agradou. Minha cabeça tava a mil, com vontade de saborear a bucetinha apertada dela, toda depilada; até imaginava como seria passar meu pau na boca dela num boquete gostoso, com a língua apertando contra o céu da boca até eu gozar de novo. Me concentrei na direção, sentindo minha filha como sempre foi: minha filha… mas também não era um plano ruim ter ela do meu lado com as coxas de fora naquele calor infernal, sabendo que o que tinha estado nos meus colhões duas horas atrás cobria o corpo dela meio melado. Não parei de pensar se a calcinha dela tava molhada por baixo do vestido ou não, mas isso me excitava. Quase chegando, um colega me chamou pelo rádio, um amigo velho que foi quem me arrumou o emprego na empresa e com quem eu sempre parava pra beber algo quando a gente se encontrava na estrada. Ele já tava em Valência… e queria saber se eu topava tomar algo com ele. Avisei que tava na cabine com a minha piazinha (fiz isso porque conheço as putarias que ele pode falar e queria evitar antes do tempo). Ele disse que queria conhecê-la… Como é a mente, eu também queria que ele a conhecesse pra falar de filha… num momento de fraqueza, quase comentei que tinha me masturbado em cima dela umas horas atrás, mas não contei nada, embora uma parte de mim quisesse, ser sincero com ele. Nunca tive segredo com a minha menina, em casa a gente sempre foi muito aberto com nossos sentimentos, mas tudo mudou com a separação e o divórcio, criou-se uma certa distância que eu queria encurtar, e minha confissão talvez ajudasse… ou não. Jantamos juntos, ele a conheceu e, mais do que antes, gostei de vê-la entre nós, lambuzada do meu sêmen na pele doce dela, sem saber que tinha se oferecido inconscientemente. Na verdade, não é muito normal que ela dormisse completamente nua, exceto pela calcinha, Podia ter feito isso com a roupa leve de algodão dela, mas nem considerei seriamente porque tomaria essa decisão. Ela estava na minha frente vestida, mas minha mente já imaginava ela completamente pelada. Depois do jantar, meu parceiro seguiu o caminho dele, mas a gente foi pro caminhão dormir, dessa vez ela com o vestido, claro.

Se antes eu queria me aposentar, agora sei que o caminhão pode ser meu aliado pra quem sabe ver ela pelada de novo ou, melhor ainda, tirar a roupa dela sem ela perceber. Na manhã seguinte, chegamos no meu primeiro destino, deixei minha filha num hostel pra ela se arrumar, enquanto eu descarregava o caminhão e preparavam uma nova carga pra terminar a rota… Não vi minha filha pelada de novo, mas a companhia dela me fez reviver sensações que eu tinha perdido há tempos. A cumplicidade entre a gente ficou mais forte, retomando aquela sensação de quando éramos uma família unida. Quase nas últimas horas, a conversa nos levou pra convivência com a mãe dela, meio exausta, me propondo ir morar comigo se eu topasse.

Com 18 anos, ela tinha o direito de decidir com quem morar sem precisar de juiz, já que não se sentia à vontade com a mãe e os namorados dela (Ela se apaixonava a cada dois por três por um diferente). Ela se mostrou bem decidida a me acompanhar nessa fase da vida dela… Minha princesa me deu uma alegria danada, parecia que a vida tava me dando uma nova chance de ser feliz com o trabalho novo e a parte da família que eu mais amava me esperando em casa…. Continua...

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