Uma tarde-noite, meu marido ligou dizendo que ia chegar cedo em casa, então tive a ideia de esperar por ele vestida de um jeito mais picante. Coloquei uma linda tanga fio dental e depois um sutiã com bojo que realçava meus peitos já fartos, e finalizei com um vestido curto que ficava um pouco acima da metade da coxa, bem justinho.
Depois de esperar, finalmente meu marido se atrasou, então me distraí fazendo várias coisas em casa até chegar a hora de levar o lixo. Peguei o saco, abri a porta e olhei pros dois lados pra ver se não tinha ninguém. Fui até o elevador — não que eu estivesse mostrando nada, mas tava muito, muito sexy e exagerada pra querer cruzar com alguém. Mesmo assim, tava tranquila, porque a maioria do prédio era tudo idoso e naquele horário quase nunca cruzava com ninguém desde que a gente morava lá.
Já lá embaixo, larguei o lixo e fui até o portão do prédio, espiando pra ver se meu marido chegava, mas não. Quem já tava quase no portão, pontual como sempre, era o vizinho do 8d, olhando pro relógio. Entrei e fui pro elevador, e lá dentro coloquei a mão no botão do 7 pra ir pro meu apê antes que ele chegasse. Aí me deu a tentação de esperar ele.
Minha cabeça se encheu de dúvidas, tipo, assim vestida, bom, também não é tudo isso, melhor subir, melhor não, fiquei tão absorta que não saí dos meus pensamentos até ouvir um:
Oi, vizinha do 7A
Oi, vizinho do 8d, desculpa, tava viajando nos meus pensamentos e nem vi você chegar.
Sorte a minha, assim não preciso esperar o elevador, que com o velho e lerdo que é, parece mais que funciona a pilha do que na eletricidade.
Hahahaha, sim.
Apertei o 7.
O elevador foi subindo enquanto a gente falava do tempo, mas eu percebia que, disfarçando, os olhos dele percorriam minhas pernas, minhas coxas mal cobertas pelo vestido, e depois se fixavam nos meus peitos, que se destacavam ainda mais por causa do sutiã com bojo e do vestido justinho.
O elevador chegou no 7, as portas se abriram e eu saí do elevador enquanto ele me dizia:
Tchau, vizinha do 7º andar
Ao que eu correspondi com:
Tchau, vizinho do 8d
Não vou virar, mas não tenho dúvida de que, enquanto eu ia saindo, ele tava olhando pra minha bunda, cujas curvas ficavam expostas pelo vestido justinho.
Meu marido chegou em casa logo depois, me vendo vestida assim não demorou pra me despir e me comer, foi uma foda deliciosa.
Desde aquele momento, toda vez que eu descia pra dar de cara com o vizinho do 8D, me vestia bem justinha e insinuante. Ele sempre me olhava com desejo — umas vezes mais simpático, outras mais seco, mal me dando um oi e tchau. Percebi que, quando eu descia com uma camiseta branca de alcinha que ficava bem justa no corpo e deixava a mostra meu sutiã, junto com uma minissaia de tecido leve e solta, nada apertada, mas um pouco mais curta que o normal, não importava o humor dele: ele sempre passava o olho no meu corpo inteiro com um descaramento maior que o de costume, mas sem nunca dizer ou fazer nada.
Então, depois disso, quase sempre me vestia assim ou parecido quando saía. O sexo com meu marido ficava incrível e meus orgasmos eram de explodir a cabeça.
Um dia, quando já ia fazer a comida, percebi que não tinha farinha. Já era tarde, então fui me vestir: peguei a primeira fio dental e sutiã que encontrei e um vestido de ficar em casa, não muito bonito, mas suficiente pra descer um instante e comprar farinha no mercado. Mas quando cheguei, já tinham fechado.
Já em casa, pensei:
E agora o que eu faço? Bom, vou pedir pra alguma vizinha e no caminho pensei: e por que não pro vizinho do 8D?
Achei que era uma ideia divertida. Ia saindo pela porta, quando virei, fui pro meu quarto, tirei o vestido e vesti a camiseta branca de alcinha e a minissaia de sempre.
Subi as escadas e, quando cheguei na porta dela, apertei a campainha. Dava pra ouvir os passos dela se aproximando até abrir a porta.
Quando ela me abriu, me cumprimentou com um simples:
Olá
Que dia de merda, pensei.
Contei pra ela o que tinha acontecido, que tava sem farinha e perguntei se ela podia me emprestar um pouco.
Sim, espera.
Me deixou lá esperando, quando voltava pude ouvir os passos dela se aproximando aos poucos, gostei daquela sensação, não sei por quê, mas gostei. Quando chegou, me entregou o pacote de farinha, não sem antes dar uma boa olhada nos meus peitos.
Agradeci pela farinha e falei que devolveria logo.
Ele me respondeu que não tinha importância.
Bom, tchau, ela me disse.
Tchau e valeu, respondi pra ela.
Me afastei em direção às escadas, mas o vizinho do 8D não fechou a porta, sem dúvida estava olhando minhas pernas e minha bunda enquanto eu ia embora. Quando cheguei na escada e comecei a descer, foi aí que ele fechou a porta.
Chegando em casa, deixei a farinha na mesa da cozinha, sentei na cadeira, levei a mão até a boca e molhei meus dedos com minha saliva. Desci a mão, enfiando por baixo da minissaia até minha buceta e, deixando minha calcinha fio dental de lado, comecei a esfregar meu clitóris com os dedos, intensamente.
Meus primeiros suspiros não demoraram pra chegar, meus dedos esfregavam rápido meu clitóris, minha buceta escorria de tanto fluido, então deixei meus dedos descerem até a entrada da minha buceta e enfiei dois deles, sentindo como tava quente e molhada, meus dedos entravam e saíam da minha buceta me tocando sem parar, comecei a gemer forte, sentia meus sucos escorrendo pela minha mão e toda minha buceta tava completamente encharcada.
Levei meus dedos até meu clitóris, esfregava sem parar fazendo tipo uns círculos pequenos, comecei a gemer cada vez mais rápido, minha cintura dava cada vez mais arrancos e minha mão livre apertava com força um dos meus peitos por cima do sutiã e da camiseta, de repente meu corpo todo ficou tenso, senti como minha buceta ficava ainda mais molhada, soltei um gemido forte de prazer e gozei intensamente, colando meu corpo contra a cadeira e sem parar de esfregar o clitóris até meu orgasmo intenso acabar.
Uns dias depois, numa manhã após tomar banho e me secar, sentindo meu corpo macio e pelado, não resisti à tentação de me tocar e decidi me masturbar. Fui até o sofá, parando no caminho para pegar o vibrador. Quando cheguei no sofá,
Deixei ele de lado e, deixando a toalha cair, me sentei pelada.
Abri minhas pernas, passando as mãos pelas coxas, subindo devagar e suavemente acariciando minha pele, até chegar no meu clitóris, que comecei a esfregar de um jeito sensual. Minha buceta foi ficando molhada com meus próprios fluidos, e minha mão esfregava cada vez mais rápido meu clitóris. Comecei a gemer e a sentir vontade de ser penetrada. Dei uma olhada de lado no consolo.
Então eu pensei:
E se eu subir pra devolver a farinha? Tenho certeza de que, com o tesão que tô, quando eu voltar, meu orgasmo vai ser ainda melhor.
Então deixei tudo preparado lá pra minha volta, fui correndo pro meu quarto, vesti a minissaia e a camiseta branca de alcinha como sempre, peguei a farinha na cozinha e subi pro 8º andar.
Depois de chamar, ela abriu a porta pra mim.
Oi, vizinha do 7A
Tava com um dia legal e pude ver que ele já se ligou nos meus peitos na hora.
Fala vizinho do 8d, tô devolvendo a farinha, valeu
Ele me olhou, hesitou por um momento:
De nada.
Aproveitei que o dia tava maneiro pra perguntar se agora cê podia me deixar um pouco de açúcar, assim dava pra esticar a situação e ouvir de novo seus passos quando se aproximava, pra sentir aquela sensação que tinha me deixado tão a fim da outra vez.
Claro, não fica na porta não, entra aí, por favor.
Valeu, entra e fecha a porta.
Quer beber alguma coisa?
Não, obrigado. Vou esperar aqui do lado da porta, não quero atrapalhar.
Do jeito que você quiser.
E se afastou pelo corredor em direção à cozinha, não sem antes dar mais uma olhada disfarçada nos meus peitos.
Na hora, pude ouvir os passos dela voltando devagar, fiquei toda excitada e meus bicos endureceram, morrendo de vontade de voltar pra casa e continuar minha punheta.
Quando apareci de novo no corredor, ele olhou pros meus peitos de novo, mas dessa vez bem mais sem vergonha. Meus mamilos continuaram endurecendo, roçando e marcando ainda mais na minha camiseta. Quando percebi que meus mamigos tinham ficado durinhos de vez com o atrito da camiseta, me toquei que, na pressa, não tinha colocado roupa íntima. Por isso ele tava me encarando tão descaradamente agora — dava pra ver perfeitamente meus bicos marcados contra a camiseta.
Quando chegou perto de mim, ficou mais próximo do que o normal. Instintivamente, dei um passo pra trás, minhas costas encostaram na porta. Mesmo com o passo atrás, ele continuava bem perto de mim.
Aqui está o açúcar.
Ah, valeu.
Ele se grudou em mim, quase roçando meus peitos, e inspirou.
Adoro o teu cheiro.
Pensei que era estranho, já que não passei perfume nem nada, mesmo assim agradeci.
Bom, vou nessa.
Eu já ia me virar pra sair de lá, quando ele disse:
Espera, caiu um brinco teu.
E sem se afastar um centímetro de mim, ela se agachou, apoiando os joelhos no chão,
Sem me dar tempo de reagir e sem se preocupar em disfarçar, ele levantou a vista. Daquela posição, ele podia ver minha buceta depilada por baixo da minha minissaia, ainda brilhando molhada do começo da minha masturbação.
Ele inspirou de novo e disse:
Que cheiro gostoso você tem.
Levei minha mão até minha minissaia pra apertar contra o corpo e me cobrir, mas o vizinho do 8d foi mais rápido, enfiando a cabeça por baixo da minha saia de tecido solto, guiando os lábios e a língua direto pra minha buceta. Meu corpo colou inteiro na porta.
Não, espera.
Os lábios dela pousaram na minha buceta e ela começou a chupar.
Para, sou casada.
A língua dela encostou no meu clitóris, saboreando ele, e as mãos começaram a acariciar minhas coxas, fazendo pressão pra eu abrir mais as pernas.
Aguenta e não abre as coxas.
Não, por favor, meu marido...
As mãos dela apertaram minhas coxas de novo e a língua começou a lamber meu clitóris sem parar.
Minhas coxas foram cedendo devagar à pressão e se abrindo, agora a língua dela não focava mais no meu clitóris, mas na minha buceta inteira, lambendo ela por completo. Minha pussy já molhada reagiu, exalando novos fluidos que a língua dela saboreava.
Lambendo sem parar, eu sentia a língua brincalhona dele por todo o meu clitóris, me deixando cada vez mais tarada.
O saquinho de açúcar caiu no chão e as palmas das minhas mãos se apoiaram contra a porta. Eu já não dizia nada, só gemia baixinho de prazer.
A língua dela me fazia gozar, sentia cada uma das lambidas, como a língua roçava no meu clitóris, as mãos dela acariciavam minhas coxas suavemente, meus mamilos endureceram ao extremo, dava pra sentir eles se esfregando na minha camiseta e marcando descaradamente, olhei pra baixo e vi a cabeça dela enfiada debaixo da minha minissaia, encostei a cabeça na porta enquanto a língua dela acelerava e minha buceta ficava ainda mais molhada, fechei os olhos e comecei a ofegar.
Com os olhos fechados, extasiada de prazer, eu ouvia ele lambendo e sugando todos os meus sucos, o que só me deixava ainda mais tesuda.
Se não parar assim. Eu falei.
Meu orgasmo estava chegando, sentia meu corpo todo excitadíssimo e logo ia gozar. Ela me fez entrar na casa dela.
Belisco com força meus mamilos por cima da minha camiseta, me fazendo gemer de novo. Depois, pegou com as mãos na minha regata e, com um puxão forte, rasgou ela, deixando meus peitos nus à mostra.
A camiseta rasgada caiu no chão e as mãos dele agarraram meus peitos, tocando, acariciando, apalpando com força e delicadeza ao mesmo tempo, pra depois levar os dedos de novo pros meus bicos e beliscar eles.
Eu gemi.
Ela se abaixou um pouco, começou a se mexer e lamber meus pezões, passando de um pro outro sem parar.
acabei de gritar.
Então o vizinho do 8d parou de lamber meus mamilos e, me agarrando pelo cabelo, se aproximou de mim e me beijou com intensidade, nossas línguas se entrelaçaram num beijo muito molhado, dava pra sentir o gosto da minha buceta na boca dele, meu corpo se tensionou e minha buceta encharcou, comecei a gemer e aí gozei de novo.
O vizinho do 8D, vendo que minha minissaia era de cintura elástica, agarrou ela com as duas mãos e, puxando com firmeza, baixou até meus pés. Não resisti; tirei um pé e depois o outro, deixando cair também minhas sapatilhas, enquanto liberava minha minissaia e ficava completamente pelada.
Ele ficou parado um instante observando meu cabelo, minha carinha, meus peitos nus com meus bicos duros e pontudos.
Continuava com o pau pra fora, então se tocou algumas vezes enquanto me olhava, e depois se aproximou de mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Me levo até o sofá, me coloco na frente e abro as pernas, e ele se acomoda entre elas. Agora eu sentia o pau dele duro na minha buceta quente. Com a mão, ele colocou o pau entre os lábios da minha buceta até chegar na entrada da minha vagina e empurrou. Senti o pau dele dentro da minha buceta cada vez mais fundo, gemi baixinho. Ele continuou me penetrando, mas parou antes de meter tudo. Eu queria sentir ele todo dentro de mim, então continuei por ele. Comecei a descer, deslizando minha buceta pelo pau dele, sentindo ele cada vez mais dentro de mim até que entrou por completo. Naquele instante, meu quadril reagiu e começou a se mover pra frente e pra trás, me esfregando nele. Amo a sensação do meu clitóris molhado sentindo um pau bem dentro de mim. Não aguentei mais e comecei a me mover pra cima e pra baixo, pulando no pau dele cada vez mais rápido.
Se continuar assim, me dizia meu vizinho
Eu continuei pulando na pica dele, cada vez eu gemia mais e mais alto. Ele tirou a pica e colocou na minha boca.
Ele colocou o pau na altura da minha cabeça e, me segurando pelo cabelo, me virou pra ele e guiou minha cabeça até o pau dele. Encostou a cabeça do pau nos meus lábios e depois pressionou com a glande grossa contra eles. Abri a boca e comecei a chupar a cabecinha do pau dele, sugando, apertando o começo da vara com meus lábios. Mas ele, me segurando pelo cabelo do jeito que tava, não se contentou com isso. Empurrou minha cabeça na direção dele enquanto empurrava a bunda pra frente e enfiou o pau até o fundo da minha garganta. Depois começou a se mexer, fodendo minha boca. Tirava o pau inteiro da minha boca e depois enfiava de novo de uma vez, sem parar. Eu sentia ele deslizar pelos meus lábios enquanto entrava e saía, enquanto as mãos dele começaram a apertar meus peitos com força, puxando de vez em quando meus bicos pontudos, que já estavam bem sensíveis.
Então fiquei parada com a piroca dele enfiada até o fundo da minha boca, a piroca dele ficou dura, muito dura, sentia o inchaço nos meus lábios e pelos movimentos dele dava pra ver que ele tava prestes a gozar, aí ele tirou a piroca da minha boca e, soltando meu cabelo, desceu do sofá, me mandou subir em cima dele.
Comecei de novo a me mexer em cima dele, pulando pra cima e pra baixo, as mãos dele agarraram com força minha bunda me ajudando nos movimentos, me fazendo ir mais rápido ou mais devagar, aproveitando.
Meu orgasmo tava cada vez mais perto, meu corpo se contorcia de prazer
Meu corpo ficou tenso, senti um calor, um calor que percorria todo o meu corpo, minha buceta jorrava fluidos sem parar, eu me arqueava pelo prazer intenso que sentia, comecei a gritar, estava prestes a ter um orgasmo impressionante, cravei minhas unhas no corpo do meu vizinho, naquele instante o pau dele começou a soltar o leite dentro de mim, gozei intensamente sem parar de gritar extasiada.
Ficamos ali parados os dois, recuperando o fôlego depois dos nossos orgasmos. Senti o pau dele murchando, então agarrei ele.
com minhas mãos sentindo a dureza dela enquanto eu a masturbava com suavidade,
Ela chupava devagar, sem tirar ele da boca.
Continuava chupando o pau dele de um jeito quase guloso, saboreando ele. Começou a meter o pau dele na minha boca até o fundo da minha garganta, até meu rosto ficar colado no corpo dele. Já esperava ansiosa pra ele meter até o fundo, entrava e saía sem parar da minha boca, sentia ele escorregando pelos meus lábios até desaparecer completamente dentro de mim. O pau dele endureceu até o limite. Ajoelhei, abri bem a boca e tomei todo o leite dele, engoli tudo. Que puta me senti, e sou.
Quando terminei, me levantei sentindo meus fluidos e os restos da porra dele escorrendo pelas minhas coxas. Me vesti e fui pra casa tomar um banho depois dessa trepada do caralho. Realmente, cada dia me sinto mais puta e mais safada. Beijos.
Depois de esperar, finalmente meu marido se atrasou, então me distraí fazendo várias coisas em casa até chegar a hora de levar o lixo. Peguei o saco, abri a porta e olhei pros dois lados pra ver se não tinha ninguém. Fui até o elevador — não que eu estivesse mostrando nada, mas tava muito, muito sexy e exagerada pra querer cruzar com alguém. Mesmo assim, tava tranquila, porque a maioria do prédio era tudo idoso e naquele horário quase nunca cruzava com ninguém desde que a gente morava lá.
Já lá embaixo, larguei o lixo e fui até o portão do prédio, espiando pra ver se meu marido chegava, mas não. Quem já tava quase no portão, pontual como sempre, era o vizinho do 8d, olhando pro relógio. Entrei e fui pro elevador, e lá dentro coloquei a mão no botão do 7 pra ir pro meu apê antes que ele chegasse. Aí me deu a tentação de esperar ele.
Minha cabeça se encheu de dúvidas, tipo, assim vestida, bom, também não é tudo isso, melhor subir, melhor não, fiquei tão absorta que não saí dos meus pensamentos até ouvir um:
Oi, vizinha do 7A
Oi, vizinho do 8d, desculpa, tava viajando nos meus pensamentos e nem vi você chegar.
Sorte a minha, assim não preciso esperar o elevador, que com o velho e lerdo que é, parece mais que funciona a pilha do que na eletricidade.
Hahahaha, sim.
Apertei o 7.
O elevador foi subindo enquanto a gente falava do tempo, mas eu percebia que, disfarçando, os olhos dele percorriam minhas pernas, minhas coxas mal cobertas pelo vestido, e depois se fixavam nos meus peitos, que se destacavam ainda mais por causa do sutiã com bojo e do vestido justinho.
O elevador chegou no 7, as portas se abriram e eu saí do elevador enquanto ele me dizia:
Tchau, vizinha do 7º andar
Ao que eu correspondi com:
Tchau, vizinho do 8d
Não vou virar, mas não tenho dúvida de que, enquanto eu ia saindo, ele tava olhando pra minha bunda, cujas curvas ficavam expostas pelo vestido justinho.
Meu marido chegou em casa logo depois, me vendo vestida assim não demorou pra me despir e me comer, foi uma foda deliciosa.
Desde aquele momento, toda vez que eu descia pra dar de cara com o vizinho do 8D, me vestia bem justinha e insinuante. Ele sempre me olhava com desejo — umas vezes mais simpático, outras mais seco, mal me dando um oi e tchau. Percebi que, quando eu descia com uma camiseta branca de alcinha que ficava bem justa no corpo e deixava a mostra meu sutiã, junto com uma minissaia de tecido leve e solta, nada apertada, mas um pouco mais curta que o normal, não importava o humor dele: ele sempre passava o olho no meu corpo inteiro com um descaramento maior que o de costume, mas sem nunca dizer ou fazer nada.
Então, depois disso, quase sempre me vestia assim ou parecido quando saía. O sexo com meu marido ficava incrível e meus orgasmos eram de explodir a cabeça.
Um dia, quando já ia fazer a comida, percebi que não tinha farinha. Já era tarde, então fui me vestir: peguei a primeira fio dental e sutiã que encontrei e um vestido de ficar em casa, não muito bonito, mas suficiente pra descer um instante e comprar farinha no mercado. Mas quando cheguei, já tinham fechado.
Já em casa, pensei:
E agora o que eu faço? Bom, vou pedir pra alguma vizinha e no caminho pensei: e por que não pro vizinho do 8D?
Achei que era uma ideia divertida. Ia saindo pela porta, quando virei, fui pro meu quarto, tirei o vestido e vesti a camiseta branca de alcinha e a minissaia de sempre.
Subi as escadas e, quando cheguei na porta dela, apertei a campainha. Dava pra ouvir os passos dela se aproximando até abrir a porta.
Quando ela me abriu, me cumprimentou com um simples:
Olá
Que dia de merda, pensei.
Contei pra ela o que tinha acontecido, que tava sem farinha e perguntei se ela podia me emprestar um pouco.
Sim, espera.
Me deixou lá esperando, quando voltava pude ouvir os passos dela se aproximando aos poucos, gostei daquela sensação, não sei por quê, mas gostei. Quando chegou, me entregou o pacote de farinha, não sem antes dar uma boa olhada nos meus peitos.
Agradeci pela farinha e falei que devolveria logo.
Ele me respondeu que não tinha importância.
Bom, tchau, ela me disse.
Tchau e valeu, respondi pra ela.
Me afastei em direção às escadas, mas o vizinho do 8D não fechou a porta, sem dúvida estava olhando minhas pernas e minha bunda enquanto eu ia embora. Quando cheguei na escada e comecei a descer, foi aí que ele fechou a porta.
Chegando em casa, deixei a farinha na mesa da cozinha, sentei na cadeira, levei a mão até a boca e molhei meus dedos com minha saliva. Desci a mão, enfiando por baixo da minissaia até minha buceta e, deixando minha calcinha fio dental de lado, comecei a esfregar meu clitóris com os dedos, intensamente.
Meus primeiros suspiros não demoraram pra chegar, meus dedos esfregavam rápido meu clitóris, minha buceta escorria de tanto fluido, então deixei meus dedos descerem até a entrada da minha buceta e enfiei dois deles, sentindo como tava quente e molhada, meus dedos entravam e saíam da minha buceta me tocando sem parar, comecei a gemer forte, sentia meus sucos escorrendo pela minha mão e toda minha buceta tava completamente encharcada.
Levei meus dedos até meu clitóris, esfregava sem parar fazendo tipo uns círculos pequenos, comecei a gemer cada vez mais rápido, minha cintura dava cada vez mais arrancos e minha mão livre apertava com força um dos meus peitos por cima do sutiã e da camiseta, de repente meu corpo todo ficou tenso, senti como minha buceta ficava ainda mais molhada, soltei um gemido forte de prazer e gozei intensamente, colando meu corpo contra a cadeira e sem parar de esfregar o clitóris até meu orgasmo intenso acabar.
Uns dias depois, numa manhã após tomar banho e me secar, sentindo meu corpo macio e pelado, não resisti à tentação de me tocar e decidi me masturbar. Fui até o sofá, parando no caminho para pegar o vibrador. Quando cheguei no sofá,
Deixei ele de lado e, deixando a toalha cair, me sentei pelada.
Abri minhas pernas, passando as mãos pelas coxas, subindo devagar e suavemente acariciando minha pele, até chegar no meu clitóris, que comecei a esfregar de um jeito sensual. Minha buceta foi ficando molhada com meus próprios fluidos, e minha mão esfregava cada vez mais rápido meu clitóris. Comecei a gemer e a sentir vontade de ser penetrada. Dei uma olhada de lado no consolo.
Então eu pensei:
E se eu subir pra devolver a farinha? Tenho certeza de que, com o tesão que tô, quando eu voltar, meu orgasmo vai ser ainda melhor.
Então deixei tudo preparado lá pra minha volta, fui correndo pro meu quarto, vesti a minissaia e a camiseta branca de alcinha como sempre, peguei a farinha na cozinha e subi pro 8º andar.
Depois de chamar, ela abriu a porta pra mim.
Oi, vizinha do 7A
Tava com um dia legal e pude ver que ele já se ligou nos meus peitos na hora.
Fala vizinho do 8d, tô devolvendo a farinha, valeu
Ele me olhou, hesitou por um momento:
De nada.
Aproveitei que o dia tava maneiro pra perguntar se agora cê podia me deixar um pouco de açúcar, assim dava pra esticar a situação e ouvir de novo seus passos quando se aproximava, pra sentir aquela sensação que tinha me deixado tão a fim da outra vez.
Claro, não fica na porta não, entra aí, por favor.
Valeu, entra e fecha a porta.
Quer beber alguma coisa?
Não, obrigado. Vou esperar aqui do lado da porta, não quero atrapalhar.
Do jeito que você quiser.
E se afastou pelo corredor em direção à cozinha, não sem antes dar mais uma olhada disfarçada nos meus peitos.
Na hora, pude ouvir os passos dela voltando devagar, fiquei toda excitada e meus bicos endureceram, morrendo de vontade de voltar pra casa e continuar minha punheta.
Quando apareci de novo no corredor, ele olhou pros meus peitos de novo, mas dessa vez bem mais sem vergonha. Meus mamilos continuaram endurecendo, roçando e marcando ainda mais na minha camiseta. Quando percebi que meus mamigos tinham ficado durinhos de vez com o atrito da camiseta, me toquei que, na pressa, não tinha colocado roupa íntima. Por isso ele tava me encarando tão descaradamente agora — dava pra ver perfeitamente meus bicos marcados contra a camiseta.
Quando chegou perto de mim, ficou mais próximo do que o normal. Instintivamente, dei um passo pra trás, minhas costas encostaram na porta. Mesmo com o passo atrás, ele continuava bem perto de mim.
Aqui está o açúcar.
Ah, valeu.
Ele se grudou em mim, quase roçando meus peitos, e inspirou.
Adoro o teu cheiro.
Pensei que era estranho, já que não passei perfume nem nada, mesmo assim agradeci.
Bom, vou nessa.
Eu já ia me virar pra sair de lá, quando ele disse:
Espera, caiu um brinco teu.
E sem se afastar um centímetro de mim, ela se agachou, apoiando os joelhos no chão,
Sem me dar tempo de reagir e sem se preocupar em disfarçar, ele levantou a vista. Daquela posição, ele podia ver minha buceta depilada por baixo da minha minissaia, ainda brilhando molhada do começo da minha masturbação.
Ele inspirou de novo e disse:
Que cheiro gostoso você tem.
Levei minha mão até minha minissaia pra apertar contra o corpo e me cobrir, mas o vizinho do 8d foi mais rápido, enfiando a cabeça por baixo da minha saia de tecido solto, guiando os lábios e a língua direto pra minha buceta. Meu corpo colou inteiro na porta.
Não, espera.
Os lábios dela pousaram na minha buceta e ela começou a chupar.
Para, sou casada.
A língua dela encostou no meu clitóris, saboreando ele, e as mãos começaram a acariciar minhas coxas, fazendo pressão pra eu abrir mais as pernas.
Aguenta e não abre as coxas.
Não, por favor, meu marido...
As mãos dela apertaram minhas coxas de novo e a língua começou a lamber meu clitóris sem parar.
Minhas coxas foram cedendo devagar à pressão e se abrindo, agora a língua dela não focava mais no meu clitóris, mas na minha buceta inteira, lambendo ela por completo. Minha pussy já molhada reagiu, exalando novos fluidos que a língua dela saboreava.
Lambendo sem parar, eu sentia a língua brincalhona dele por todo o meu clitóris, me deixando cada vez mais tarada.
O saquinho de açúcar caiu no chão e as palmas das minhas mãos se apoiaram contra a porta. Eu já não dizia nada, só gemia baixinho de prazer.
A língua dela me fazia gozar, sentia cada uma das lambidas, como a língua roçava no meu clitóris, as mãos dela acariciavam minhas coxas suavemente, meus mamilos endureceram ao extremo, dava pra sentir eles se esfregando na minha camiseta e marcando descaradamente, olhei pra baixo e vi a cabeça dela enfiada debaixo da minha minissaia, encostei a cabeça na porta enquanto a língua dela acelerava e minha buceta ficava ainda mais molhada, fechei os olhos e comecei a ofegar.
Com os olhos fechados, extasiada de prazer, eu ouvia ele lambendo e sugando todos os meus sucos, o que só me deixava ainda mais tesuda.
Se não parar assim. Eu falei.
Meu orgasmo estava chegando, sentia meu corpo todo excitadíssimo e logo ia gozar. Ela me fez entrar na casa dela.
Belisco com força meus mamilos por cima da minha camiseta, me fazendo gemer de novo. Depois, pegou com as mãos na minha regata e, com um puxão forte, rasgou ela, deixando meus peitos nus à mostra.
A camiseta rasgada caiu no chão e as mãos dele agarraram meus peitos, tocando, acariciando, apalpando com força e delicadeza ao mesmo tempo, pra depois levar os dedos de novo pros meus bicos e beliscar eles.
Eu gemi.
Ela se abaixou um pouco, começou a se mexer e lamber meus pezões, passando de um pro outro sem parar.
acabei de gritar.
Então o vizinho do 8d parou de lamber meus mamilos e, me agarrando pelo cabelo, se aproximou de mim e me beijou com intensidade, nossas línguas se entrelaçaram num beijo muito molhado, dava pra sentir o gosto da minha buceta na boca dele, meu corpo se tensionou e minha buceta encharcou, comecei a gemer e aí gozei de novo.
O vizinho do 8D, vendo que minha minissaia era de cintura elástica, agarrou ela com as duas mãos e, puxando com firmeza, baixou até meus pés. Não resisti; tirei um pé e depois o outro, deixando cair também minhas sapatilhas, enquanto liberava minha minissaia e ficava completamente pelada.
Ele ficou parado um instante observando meu cabelo, minha carinha, meus peitos nus com meus bicos duros e pontudos.
Continuava com o pau pra fora, então se tocou algumas vezes enquanto me olhava, e depois se aproximou de mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Me levo até o sofá, me coloco na frente e abro as pernas, e ele se acomoda entre elas. Agora eu sentia o pau dele duro na minha buceta quente. Com a mão, ele colocou o pau entre os lábios da minha buceta até chegar na entrada da minha vagina e empurrou. Senti o pau dele dentro da minha buceta cada vez mais fundo, gemi baixinho. Ele continuou me penetrando, mas parou antes de meter tudo. Eu queria sentir ele todo dentro de mim, então continuei por ele. Comecei a descer, deslizando minha buceta pelo pau dele, sentindo ele cada vez mais dentro de mim até que entrou por completo. Naquele instante, meu quadril reagiu e começou a se mover pra frente e pra trás, me esfregando nele. Amo a sensação do meu clitóris molhado sentindo um pau bem dentro de mim. Não aguentei mais e comecei a me mover pra cima e pra baixo, pulando no pau dele cada vez mais rápido.
Se continuar assim, me dizia meu vizinho
Eu continuei pulando na pica dele, cada vez eu gemia mais e mais alto. Ele tirou a pica e colocou na minha boca.
Ele colocou o pau na altura da minha cabeça e, me segurando pelo cabelo, me virou pra ele e guiou minha cabeça até o pau dele. Encostou a cabeça do pau nos meus lábios e depois pressionou com a glande grossa contra eles. Abri a boca e comecei a chupar a cabecinha do pau dele, sugando, apertando o começo da vara com meus lábios. Mas ele, me segurando pelo cabelo do jeito que tava, não se contentou com isso. Empurrou minha cabeça na direção dele enquanto empurrava a bunda pra frente e enfiou o pau até o fundo da minha garganta. Depois começou a se mexer, fodendo minha boca. Tirava o pau inteiro da minha boca e depois enfiava de novo de uma vez, sem parar. Eu sentia ele deslizar pelos meus lábios enquanto entrava e saía, enquanto as mãos dele começaram a apertar meus peitos com força, puxando de vez em quando meus bicos pontudos, que já estavam bem sensíveis.
Então fiquei parada com a piroca dele enfiada até o fundo da minha boca, a piroca dele ficou dura, muito dura, sentia o inchaço nos meus lábios e pelos movimentos dele dava pra ver que ele tava prestes a gozar, aí ele tirou a piroca da minha boca e, soltando meu cabelo, desceu do sofá, me mandou subir em cima dele.
Comecei de novo a me mexer em cima dele, pulando pra cima e pra baixo, as mãos dele agarraram com força minha bunda me ajudando nos movimentos, me fazendo ir mais rápido ou mais devagar, aproveitando.
Meu orgasmo tava cada vez mais perto, meu corpo se contorcia de prazer
Meu corpo ficou tenso, senti um calor, um calor que percorria todo o meu corpo, minha buceta jorrava fluidos sem parar, eu me arqueava pelo prazer intenso que sentia, comecei a gritar, estava prestes a ter um orgasmo impressionante, cravei minhas unhas no corpo do meu vizinho, naquele instante o pau dele começou a soltar o leite dentro de mim, gozei intensamente sem parar de gritar extasiada.
Ficamos ali parados os dois, recuperando o fôlego depois dos nossos orgasmos. Senti o pau dele murchando, então agarrei ele.
com minhas mãos sentindo a dureza dela enquanto eu a masturbava com suavidade,
Ela chupava devagar, sem tirar ele da boca.
Continuava chupando o pau dele de um jeito quase guloso, saboreando ele. Começou a meter o pau dele na minha boca até o fundo da minha garganta, até meu rosto ficar colado no corpo dele. Já esperava ansiosa pra ele meter até o fundo, entrava e saía sem parar da minha boca, sentia ele escorregando pelos meus lábios até desaparecer completamente dentro de mim. O pau dele endureceu até o limite. Ajoelhei, abri bem a boca e tomei todo o leite dele, engoli tudo. Que puta me senti, e sou.
Quando terminei, me levantei sentindo meus fluidos e os restos da porra dele escorrendo pelas minhas coxas. Me vesti e fui pra casa tomar um banho depois dessa trepada do caralho. Realmente, cada dia me sinto mais puta e mais safada. Beijos.
4 comentários - cada vez para insaciable