Confidência da Lúcia. Depois de um café da manhã suculento que a Aída preparou, tive que sair pra arrumar um mestre de obras e instruir ele pra consertar o escritório todo ferrado e encomendar os materiais necessários…, me ocupou o dia inteiro, mas eu precisava começar um censo das fazendas que iam entrar num programa de subsídio pra pequenos agricultores e já tava em cima da hora. Liguei pro escritório central pra pegar informação e consultei meu chefe e amigo José sobre como tocar o serviço. Ele recomendou contratar um ajudante como secretário pra me acompanhar e preencher os formulários burocráticos. Nisso, lembrei que a roupa íntima das minhas anfitriãs tava toda surrada e aproveitei pra pedir o favor de comprar e mandar três conjuntos sortidos de sutiã, calcinha, camiseta de algodão e meia-calça nos tamanhos que descrevi, como agradecimento pelos cuidados das moças. De noite cheguei cansado e suado, encontrei a casa vazia. Entrei e me despi, resolvi tomar um banho lavando o cabelo com xampu e me ensaboei rápido já que não tinha porta…, e quando tava me secando, achei ouvir a porta da sala se fechando. Saí pelado até a sala tampando a cintura com a toalha, não tinha ninguém, mas estranhamente a mochila da Lúcia tava em cima da mesa. Apertei bem a toalha na cintura, e num minuto a porta se abriu e minha afilhada apareceu… — Oi padrinho, tá tudo fresquinho, cê tava tomando banho? É que tá um calorão! — ela disse e me beijou na bochecha. Fui pro meu quarto me trocar, mas fiquei pensativo sobre a mochila, porque tinha certeza que não tinha visto ela quando cheguei. Terminei de me vestir com uma camiseta e um bermudão bem folgado, mas fiquei com a impressão de que a Lúcia já tinha chegado há um tempinho, acho que desde quando eu tava no banho… — Padrinho, cê se conserva muito bem, tem um corpo bem jovem, com tão pouco pelo…, deve ter deixado muitas namoradas na capital… — Meu gesto foi de estranheza ao ver um caminho incomum de nossa conversa. Mas por isso não se preocupa, que aqui tem mulher melhor, muito mais gostosa que as patricinhas da cidade. Fiquei impressionado com a naturalidade da verborragia dela sobre minhas relações sociais, sexuais ou sei lá do que aquela menina de 14 anos estava falando... Por exemplo, você não gosta da minha mãe? Ela tá sozinha!! Na confiança, hoje ela me disse que você é muito gostoso, acho que vocês formam um casalzão. A confidência me estranhou porque, apesar do compadrio e da minha comadre ser atraente, eu nunca tinha olhado pra ela com desejo, bom, até aquela manhã que vi ela pelada se banhando. Lucia, eu não vim aqui procurar namorada, só trabalhar. Não nego que sua mãe é muito gostosa, mas depois do meu divórcio não quero repetir a experiência, então não se mete a cupido. A primeira grande foda com a Mãe. Na hora chegou Alicia agitada e com bastante pressa, carregando uma sacola de mangas, que sabia que eu gostava..., Raul, assim que vi as mangas lembrei de você. Me conta como foi com os pedreiros..., mas deixa eu tomar um banho e trocar de roupa... a gente conversa agora. Quando Alicia entrou no quarto, um sorriso cruzou o rosto de Lucia, e em voz baixa ela disse... Já pode ver que minha mãe é um amor, se comporta bem com ela, por favor. Deixo vocês a sós! Ela me disse piscando um olho... Tchau mãe, vou pra praça encontrar minhas amigas..., talvez eu demore um pouco..., disse saindo porta afora, enfatizando o "talvez eu demore" e sem me dar tempo de reagir. Acho que mãe e filha tinham combinado, ou Lucia aproveitava pra facilitar algo entre a mãe e eu, porque na hora o chuveiro começou a cair, foi só eu me virar pro quarto e lá estava ela nua na moldura da porta do banheiro, minha comadre de costas, com a bunda enorme e as pernas bem torneadas um pouco abertas, deixando a água escorrer pelo corpo liso. Um fio de água morna descia pelas costas dela, entrava na racha da bunda e continuava molhando as pernas lindas..., pela frente, a água ia descendo em direção à buceta, encharcando-a deliciosamente também. Não tinha tomado nenhuma precaução para que não houvesse nenhum impedimento àquela visão espetacular. A pica dilatou ao máximo. Decidi que uma mulher assim não podia ser desprezada e resolvi aproveitar o espetáculo da sala. Alicia se virou para me olhar, certificando-se de que eu a admirava, eu fiz como se só estivesse passando pela porta… Meio perturbado e para não ser tão direto nos meus olhares, só me atrevi a dizer… Alicia, tenho um shampoo top! Não quer lavar esse cabelo tão lindo? Bom, se você me emprestar, agradeço. Passa pra cá, por favor! A naturalidade da nudez dela diante de mim já não me parecia nada extraordinário. Peguei o pote de shampoo e cheguei até a porta do quarto, me regozijando na beleza virginal da dama… Alicia, aqui está o shampoo. Continua, afinal você já me viu pelada, uma vez a mais não importa. Acho que enquanto você estiver em casa, vamos ter que nos acostumar a nos ver pelados com frequência. Entrei no banheiro, olhando para ela totalmente nua, de frente, os peitos impressionantes dela eram isso. Impressionantes!!! Umas veias finas azuladas percorriam a pele daqueles globos enormes, rematados por umas auréolas largas marcadas em mamilos pontudos, a barriga levemente saliente e a ppk depilada com pelos escuros que adornavam com um toque aveludado a buceta volumosa, de fenda vaginal profunda e lábios recolhidos, parecendo as coroas das águas-vivas. Abaixou a calça esportiva larga e deu pra ver o volume impudico cheio dos meus genitais, impossível de disfarçar totalmente… Melhor, por que você não me ajuda? Não demorei a atender o pedido, me aproximando mais dela. É melhor você tirar a roupa, não vá se molhar. O convite não podia ser mais claro nem mais óbvio. Tirei a camiseta e abaixei a calça. O ocupante saltou desafiador como uma mola, apontando pro teto. Entrei no chuveiro, peguei o shampoo enquanto Alicia virava de costas pra mim, a ponta da pica se encaixou entre as massas da nalgas, enquanto passava o produto no cabelo dela. Minha bela Comadre empurrou a bunda contra meu pau, que deslizou pela parte de baixo das nalgas dela, entre as pernas. Senti os pelos raspados dela acariciando a glande, mas o cacete não entrou. Só se ouvia o barulho da água caindo, tinha um silêncio cúmplice dos acontecimentos. Não dizíamos nada, mas tudo era óbvio, enquanto ela esfregava o cabelo, senti ela pegar meu pau com a mão e guiar até o centro da buceta dela, procurando entre os lábios carnudos a entrada da gruta daquela mulher necessitada. Os anos dela na seca, em abstinência total de pica de garanhão, tinham deixado a coitada à beira do desespero, muito mais do que eu poderia estar naquele momento. Só empurrei e, com a umidade, fui enfiando até o fundo, devagar, dilatando aquelas paredes quase virgens de tão apertadas que estavam… não dizíamos nada, só metia e tirava num vai e vem cadenciado por vários minutos. De repente, ela se abaixou, levantando a bunda, facilitando o acesso total… enfiei tudo sem cerimônia. Coloquei as mãos nos quadris dela para controlar as idas e vindas do meu pau dentro daquela boceta formidável, faminta de vara, e continuei em silêncio, metendo e tirando, ouvindo uns gemidos abafados dela. Sem nenhuma preparação prévia, eu estava fodendo minha Comadre sem qualquer conversa sobre o assunto que servisse de antecedente… De repente, ela tirou minha arma, melada de fluidos grossos da buceta dela, dizendo… *Enxágua meu cabelo e vamos para a cama, vamos ficar muito mais confortáveis.* Chegamos lá depois de nos secar, saímos do banheiro e em nada ela sentou na cama enquanto eu, de pé, apontava meu pau duro na cara dela… *Compadre, esse pauzão descomunal, como nunca tive para mim, tenho que comer agora como deve ser!!* Vi a mulher solta da minha Comadre, a leoa devoradora de homens… *Você precisa entender que tenho um tesão acumulado de muitos anos sem foder com uma Pau quente e tão viril… Espero que me entenda sem me julgar, mas preciso de uma boa transa pra apagar o fogo que me queima por dentro.
Nunca te julgaria por satisfazer uma necessidade fisiológica tão básica quanto a de se sentir mulher e fêmea…
Na boca dela se desenhou um sorriso de cumplicidade. Ela agarrou meu pau duro, descobrindo a cabeça devagar da pele, como tinha muita pele, teve que puxar tudo. A cabeça vermelha intensa e brilhante pulsava de excitação, minhas veias bombeando sangue a toda velocidade, endurecendo o tronco como nunca, chegando a doer de tão inchado que o bagulho tava. Me olhando nos olhos, ela disse…
— Ah, olha só, Raul, como suas veias estão saltadas! São espetaculares de tão inchadas. Já te disseram que você tem um pau muito bonito? Não é que eu conheça muitos, mas esse aqui me agrada. Deixa eu chupar ele, hum? Tô morrendo de curiosidade pra provar uma masculinidade tão acentuada como a sua…
— Por favor, Comadre, considere ele como se fosse seu… Você não só pode, como precisa me chupar até se fartar de mamar.
Só peguei o rosto dela e guiei até o pau que pedia um pouco de satisfação daqueles lábios sugestivos e carnudos como os da Alicia. A ponta da cabeça e um pouco do corte da pele entraram na boca… Ela lambeu a divisão com o tronco, pra começar uma punheta com a mão direita enquanto mamava a cabecinha. Ali estava aquela mulher que me sugava todo o prazer animal acumulado em meses, esfregando com a mão meu tronco e sugando com a boca minha cabecinha gorda e inchada, enquanto me olhava nos olhos. Ela não deixou a outra mão parada, passou a acariciar minhas bolas, que de tão grandes não cabiam numa mão só… Algumas mulheres já me disseram que são um par de ovos tão grandes quanto os de um touro bravo, e não estavam erradas, porque produzem porra pra engravidar uma vaca. Na cara da Alicia dava pra ver a excitação que ela tinha a cada enfiada até a campainha. A saliva escorria descontrolada pela boca dela, formando gotas grossas que molhavam o queixo dela e minhas bolas, enquanto a mão dela deslizava pelo tronco duro. Num momento, me lembrei do meu falecido compadre, no meio do ritmo frenético da esposa dele me fazendo o boquete da minha vida…, senti um leve peso na consciência e tirei a pica da boca dela, quando bateu uma bad… — Que foi, amor?! — Nada, é que lembrei do teu marido, mas continua chupando que tu manda muito bem. Querendo amenizar a minha mancada, aquela culpa que ela já tinha superado há tempos, ela sussurrou baixinho… Compadre, meu Júlio te admirava tanto que eu sei que tu é a pessoa que ele teria escolhido pessoalmente pra suprir minha carente necessidade de mulher no cio. Ainda tenho toda minha atividade sexual intacta desde que ele nos deixou. Tu sempre teria sido o escolhido, muito antes de qualquer estranho…, não só pra mim, mas também pras minhas meninas…, o escolhido por ele e por mim, sem dúvida nenhuma, entre um milhão de homens. Mal terminou de falar isso, abriu a boca esperando minha glande, peguei a pica, quando descobri a cabeça e enfiei entre os lábios dela…, ela chupou com vontade e começou a meter e tirar da boca, ajudando com a mão. Em alguns minutos, a porra anunciou que ia vazar, mas eu queria me deliciar com a buceta peluda dela, na verdade precisava gozar dentro do útero dela e entupir de leite, impaciente pra engravidar ela. — Comadre, por favor, deixa eu meter nessa xota divina que tu tem entre as pernas. Desde anteontem que te vi pelada, fiquei fascinado com essa racha peluda que tu tem, me parece um lugar delicioso, algo tão divino e maravilhoso que nenhum homem deveria ser privado de algo assim nessa vida. Todo homem devia provar pelo menos uma vez na vida um prazer igual à tua buceta. A prova da minha fascinação tu teve quando no banheiro me deu uma vontade incontrolável de te fazer minha. — Mas o que tu tá me dizendo, compadre, minha boca, minha buceta, meu cu…, eu toda sou tua… Mas começa pela Me fode por frente, eu te imploro…! Ela disse, deixando aberta a possibilidade de entrar pela porta dos fundos em outra ocasião. A verdade é que, para ser a primeira vez, o certo era nos satisfazer por onde a natureza nos pré-projetou para essa função sexual. Ela se deitou de costas, recolheu as pernas e as abriu de par em par, se deixando foder completamente escarranchada. Que lábios tão grossos e grandes sua buceta tinha! Ela abriu os longos beiços de pregas sinuosas e brilhantes de fluido com os dedos…, apareceu a fenda rosada de onde brotava o mais puro aroma de mulher no cio. Ela separou os lábios e sua caverna molhada se abriu, me convidando a entrar. Meu pau endureceu ainda mais, a ponto de explodir. Me meti entre as coxas dela, direcionei meu pau apontando pra ela, que entrou abrindo as paredes da buceta até chegar ao fundo, fazendo várias pausas para não machucar aquela joia tão preciosa e delicada na necessária dilatação pelo apertado do seu canal do prazer ancestral. Sem pausa nem demora, já tinha iniciado um delicioso vai e vem que foi aumentando de intensidade a cada estocada. Alicia passou as pernas nas minhas costas, esfregando sua vulva macia contra meu púbis em cada metida profunda, roçando ao mesmo tempo o clitóris na minha pelagem rústica, obtendo seu deleite particular a caminho do orgasmo desejado por toda dama quando pretende gozar com o homem que a está montando…, ela começou a gemer, terminando com pequenos gritos ao chegar no fundo do útero, batendo com minhas bolas no períneo dela…. Tudo junto…. Assim, assim, crava toda a tua vara em mim, papai…! Você toca o fundo da minha buceta com a tua cabeça grossa, de tão comprida que você tem, seu safado…, assim…asiiii… Me fode com força! Agora você pode meter forte…, minha buceta tá preparada pra receber as pirocadas desse pauzão que você tem. Ela desceu a mão até a buceta, enfiou os dedos ao redor do pau… Caralho, Compadre, você enterrou o pau todo até os ovos…, não sobrou nada pra fora!! Tô chocada… Não sei como eu aguento. segurar o trabuco inteiro na minha buceta. Com certeza você tá chegando em lugares virgens do meu útero. Enquanto apertava minhas costas com as pernas entrelaçadas e percebi que ela tava gozando com espasmos e gemidos… Meu parceiro, que pau bom você tá enfiando em mim!, Tô Gozandooo, minha vida… Não sei por quê, mas tô gozando como nunca… Nisso comecei a ficar mais excitada ainda, se é que era possível naqueles momentos, senti meu gozo chegando e me deixei levar. Dei três metidas fundas e rápidas enquanto ela se contorcia em volta do pau com o orgasmo dela, se esbaldando com meu falo enfiado. Uma descarga de dopamina disparou as primeiras duas gozadas seguidas, jorros longos de porra que encheram a conchinha dela de uma só vez…, continuei metendo, me contorcendo em outros jorros de leite grosso e forte, iguais aos dois primeiros. Fiquei assim, com pequenos mete-saca, esvaziando meus ovários comprometidos, cheios de esperma gostoso, potencialmente carregado de milhões de espermatozoides prontos pro óbvio…, engravidar a mulher receptora. Não parei de inseminar minha Comadre no meio minuto que levei pra secar, até o pau começar a amolecer, sinal claro de que era hora de desencaixar minha piroca da melhor acolhida em muitos anos. Não sei por quê, mas notei o reflexo de uma sombra que se mexeu na sala e ouvi um barulho suave de porta, bem na hora em que me deixei cair ao lado dela, de costas nos lençóis, completamente tranquilo, sem estar exausto. Alicia se soltou do meu pedaço de pau meio mole, deixando o soro escorrendo pelas coxas. Foi pro banheiro me puxando pelo braço, tomamos banho juntos e depois me vesti rápido, saí do quarto, sentei na sala e logo Alicia veio me fazer companhia… Parceiro, valeu por essa foda…, tava precisando mesmo. Não imaginei que ia chupar sua vara, é muito boa, sem contar o tamanho enorme. Quanto você mede, por curiosidade…? Pois faz tempo que não meço. Eu meço, mas da última vez chegava a 22 cm de comprimento e 6 de grossura… Não deve ter mudado nada desde que eu tinha 25 anos. Muito obrigado mesmo, meu corpo já tá agradecendo de tão bem que me sinto… Não fala assim, o favor quem me fez foi você, Comadre. Você precisa saber que nós homens precisamos gozar com frequência e já tava há semanas sem fazer isso e meses sem foder, sem falar na buceta gostosa e macia que você tem, junto com o resto do seu corpo…, sua bunda, seus peitos, e claro, seus olhões divinos me olhando naquele instante especial quando você sentiu meu gozo invadir suas entranhas. Foi uma das coisas mais espetaculares e lindas que vivi em anos! Bom, essa minha buceta gorda e macia é coisa de família, digo isso pela minha irmã, que também tem uma bem fofinha com uma racha espetacular, mas o mais incrível das bocetas dela são os lábios vaginais, bem maiores que os meus… Mas pra bucetas bonitas, as das minhas filhas. As duas têm uns xoxotas bem peludas pra idade delas, com uma racha bem marcada, principalmente a da Lucía. Que menina mais gostosa seria pra você, por ter uma bucetinha grande e com certeza vai ser uma boa comedora daqui uns anos! Eu concordei, já que tinha tido a chance de conferir a da Aída e ela engoliu de uma vez só os 22 cm de carne trêmula que enfiei sem piedade. A gente sentou pra conversar na sala, daí a pouco apareceu a Lucía sorrindo, me olhando de um jeito que não soube interpretar quando fui dormir, exausto dos perrengues do dia… Até amanhã, padrinho, espero que tenha comido uma boa manga. Mamãe sempre escolhe as melhores pra família dela…, ela falou da porta quando já tinha entrado no quarto pra dormir sozinho, já que a Aída tinha ido passar uns dias na casa de uma tia. Deitei relaxado depois de uma foda tão boa e dormi satisfeito, com os ovos descansados, orgulhoso de ter cumprido meu papel como o macho alfa daquela casa carente de uma presença masculina que equilibrasse o yin e o yang, claramente puxado pro lado feminino. Medindo a menina. De manhã, quando acordei, a Alicia já tinha saído e a Lucia estava de roupão abotoado na frente, dava pra ver que não tava de sutiã porque os peitos dela balançavam. Ela já tinha me servido o café da manhã e eu perguntei…
Você não me disse nada se gostou da blusa que eu trouxe pra você…
É verdade, não tive tempo, mas já vou experimentar, padrinho, num instante. Que sem-educação que fui com você!
Entrando no quarto, na mesma hora ela saiu pra sala só com a camisa nova vestida, que até a metade da coxa cobria umas calcinhas de algodão já surradas. As pernas dela, nuas, eram compridas, não muito grossas, mas bem torneadas. Ela tava se abotoando com dificuldade e comentou…
Padrinho, é muito linda, mas acho que ficou um pouco pequena na frente, os botões não fecham. Me ajuda, por favor, porque esse é meu problema de sempre.
Que pena, querida…, não imaginava que você tivesse umas tetas tão grandes pra sua idade… Deixa comigo que eu fecho pra você. Eu nunca tinha reparado direito nos peitos da minha afilhada por causa do uniforme escolar de todo dia, mas agora, com a blusa meio aberta e sem sutiã, as tetonas dela não combinavam com a menina que ela era. Os óculos davam uma visão contraditória entre garota inocente e adolescente excitante. Tentei pegar só os botões, mas não consegui por causa da abundância das massas mamárias…
Deixa que eu seguro um pouco minhas tetinhas.
Ela agarrou as tetas duras por cima da camisa, uma com cada mão, que mal cabiam na minha palma, e eu fechei o botão com força, mas na mesma hora ele soltou de novo, deixando os peitões dela descobertos e os biquinhos rosados de adolescente meio à mostra, principalmente o esquerdo, que ficou quase todo de fora. Minha afilhada, por eu ser padrinho, deixou aquilo exposto com toda naturalidade, como se a nudez dela não pudesse me excitar…
Vamos ter que mandar ajustar, mas pega a fita métrica pra medir seu busto e passar a medida pra costureira.
Ela trouxe uma fita métrica e, com toda calma, desabotoei a camisa dela, que se abriu. deixando as mamas rotundas descobertas, ela mesma abriu a camisa e as tetonas ficaram no ar, os mamilos pulavam sobre as grandes auréolas. Caralho, que tetas descomunais pra um corpo tão fino de uma guria de 14 anos, as tetas eram de uma mãe amamentando num corpo quase infantil. Eu disse… Se você preferir, tira a camisa pra eu te medir, não tinha notado que você tem os peitos tão grandes e bonitos. Ela tirou, ficando só de calcinha de algodão meio grande pra bunda e cintura estreita dela. Aquela calcinha larga formava um volume estranho no púbis e cobria toda a virilha. Ela levantou os braços e passei a fita em volta, medindo pela ponta dos mamilos que estavam durinhos. Coloquei um dedo no direito, ao toque senti ele rígido, notei que as axilas já estavam depiladas naquela idade precoce e pra alguém de área rural onde não se costuma depilar. Os peitos eram redondos e lisos, me deu vontade de agarrar e chupar, mas me segurei de mamar aqueles mamilos duros e pontudos que a menina tinha, mas ao roçar os mamilos com os dedos enquanto media, tive que esconder um pouco a ereção que começou a subir sem jeito. Porra, a menina tava quase pelada com um corpaço pros 14 anos que ninguém diria…, bundinha pequena e com certeza virgem, e umas tetas frondosas de se perder… São 94 cm, bastante pra sua idade, mas você tem eles muito bonitos. Ela me olhou com satisfação… Que bom que você gosta, porque no colégio me deixam encanada por serem tão grandes, olha como eles balançam, acho que são moles, Toca pra você sentir! Pois meu complexo vem de longe, desde os 9 anos eu já tinha peitos, eles apareceram dois anos antes que a maioria das minhas amigas. Agarrei e senti a firmeza das mamas, pesei os globos e depois peguei os mamilos entre os dedos, que se eriçaram duros, continuei acariciando com a total aceitação da Lucía e meu prazer… Neném, você tem umas tetas lindas, duras e macias… Olha como teus peitos tão durinhos…, parecem pontinhas. Ei, não precisa comentar com sua mãe que eu medi teu busto pelado! Aproveita agora pra eu tirar a medida do teu quadril, caso precise comprar uns jeans pra você… Padrinho, quer que eu tire a calcinha pra me medir? Não precisa…, por cima mesmo eu tiro a medida, mal falei já me arrependi, mas tinha que respeitar minha afilhada, porra, com ela era quase como cometer incesto. Claro que me abaixei e pude ver o volume grande na virilha dela e, como se fosse normal, passei a fita sobre a buceta dela, colocando o dorso da mão no monte de Vênus e senti um travesseirinho macio, mas cheio. Uns pelinhos tímidos apareciam na parte de cima da calcinha… São 92 cm. Cintura boa. Bom, vou tomar um banho porque tenho que sair, então, enquanto a gente coloca a porta, é melhor você sair do banheiro. Padrinho, eu guardo todos os segredos que o senhor quiser…, se quiser, pode tomar banho na minha frente que eu não conto nada. Olha, eu tô na sua frente o tempo todo só de calcinha bem usada e você até já viu meus peitos, sem contar que já tocou e apalpou eles… Mas eu sou… um homem… Ela não me deixou terminar, me rebateu de novo… Por favor, padrinho, posso te ver pelado! Bom, por mim não tem problema, não é que eu tenha vergonha de ficar pelado na sua frente…, mas é melhor você dar uma saída pro quintal, não vá que sua mãe chegue e me veja tomando banho no pelo na sua frente, ok. Ela saiu de má vontade, colocando uma toalha por cima, eu me despi e entrei no chuveiro. Quando tava me ensaboando, percebi que a cortina na entrada do quarto se mexia, e de canto de olho vi a Lúcia espiando. Me excitou saber que uma garota gostava de me ver pelado, me virei e peguei meu pau já duro e lavei ele batendo uma punheta, o que deixou ele mais rijo ainda. Dava pra sentir o olhar da minha afilhada fixo no meu pau enquanto eu esfregava ele. Mas vendo que já tava tarde, resolvi cancelar meu ato. Assim que fechei o chuveiro, ouvi a porta do quintal. Fechar. Terminei de me vestir, e na hora entrou a Lucía, que me olhava com olhos brilhantes e parecia toda acalorada. Deixei um dinheiro pra ela comprar mantimentos e saí pra continuar os trabalhos de reparo. Passei pra pegar a encomenda de lingerie e, quando fui conferir, percebi que meu amigo achou que era pra alguma conquista, porque eram umas calcinhas pequenas, duas do tipo fio-dental e uma tanga. Coloquei tudo no carro e não voltei pra casa até de noite…, as luzes já estavam apagadas.
Nunca te julgaria por satisfazer uma necessidade fisiológica tão básica quanto a de se sentir mulher e fêmea…
Na boca dela se desenhou um sorriso de cumplicidade. Ela agarrou meu pau duro, descobrindo a cabeça devagar da pele, como tinha muita pele, teve que puxar tudo. A cabeça vermelha intensa e brilhante pulsava de excitação, minhas veias bombeando sangue a toda velocidade, endurecendo o tronco como nunca, chegando a doer de tão inchado que o bagulho tava. Me olhando nos olhos, ela disse…
— Ah, olha só, Raul, como suas veias estão saltadas! São espetaculares de tão inchadas. Já te disseram que você tem um pau muito bonito? Não é que eu conheça muitos, mas esse aqui me agrada. Deixa eu chupar ele, hum? Tô morrendo de curiosidade pra provar uma masculinidade tão acentuada como a sua…
— Por favor, Comadre, considere ele como se fosse seu… Você não só pode, como precisa me chupar até se fartar de mamar.
Só peguei o rosto dela e guiei até o pau que pedia um pouco de satisfação daqueles lábios sugestivos e carnudos como os da Alicia. A ponta da cabeça e um pouco do corte da pele entraram na boca… Ela lambeu a divisão com o tronco, pra começar uma punheta com a mão direita enquanto mamava a cabecinha. Ali estava aquela mulher que me sugava todo o prazer animal acumulado em meses, esfregando com a mão meu tronco e sugando com a boca minha cabecinha gorda e inchada, enquanto me olhava nos olhos. Ela não deixou a outra mão parada, passou a acariciar minhas bolas, que de tão grandes não cabiam numa mão só… Algumas mulheres já me disseram que são um par de ovos tão grandes quanto os de um touro bravo, e não estavam erradas, porque produzem porra pra engravidar uma vaca. Na cara da Alicia dava pra ver a excitação que ela tinha a cada enfiada até a campainha. A saliva escorria descontrolada pela boca dela, formando gotas grossas que molhavam o queixo dela e minhas bolas, enquanto a mão dela deslizava pelo tronco duro. Num momento, me lembrei do meu falecido compadre, no meio do ritmo frenético da esposa dele me fazendo o boquete da minha vida…, senti um leve peso na consciência e tirei a pica da boca dela, quando bateu uma bad… — Que foi, amor?! — Nada, é que lembrei do teu marido, mas continua chupando que tu manda muito bem. Querendo amenizar a minha mancada, aquela culpa que ela já tinha superado há tempos, ela sussurrou baixinho… Compadre, meu Júlio te admirava tanto que eu sei que tu é a pessoa que ele teria escolhido pessoalmente pra suprir minha carente necessidade de mulher no cio. Ainda tenho toda minha atividade sexual intacta desde que ele nos deixou. Tu sempre teria sido o escolhido, muito antes de qualquer estranho…, não só pra mim, mas também pras minhas meninas…, o escolhido por ele e por mim, sem dúvida nenhuma, entre um milhão de homens. Mal terminou de falar isso, abriu a boca esperando minha glande, peguei a pica, quando descobri a cabeça e enfiei entre os lábios dela…, ela chupou com vontade e começou a meter e tirar da boca, ajudando com a mão. Em alguns minutos, a porra anunciou que ia vazar, mas eu queria me deliciar com a buceta peluda dela, na verdade precisava gozar dentro do útero dela e entupir de leite, impaciente pra engravidar ela. — Comadre, por favor, deixa eu meter nessa xota divina que tu tem entre as pernas. Desde anteontem que te vi pelada, fiquei fascinado com essa racha peluda que tu tem, me parece um lugar delicioso, algo tão divino e maravilhoso que nenhum homem deveria ser privado de algo assim nessa vida. Todo homem devia provar pelo menos uma vez na vida um prazer igual à tua buceta. A prova da minha fascinação tu teve quando no banheiro me deu uma vontade incontrolável de te fazer minha. — Mas o que tu tá me dizendo, compadre, minha boca, minha buceta, meu cu…, eu toda sou tua… Mas começa pela Me fode por frente, eu te imploro…! Ela disse, deixando aberta a possibilidade de entrar pela porta dos fundos em outra ocasião. A verdade é que, para ser a primeira vez, o certo era nos satisfazer por onde a natureza nos pré-projetou para essa função sexual. Ela se deitou de costas, recolheu as pernas e as abriu de par em par, se deixando foder completamente escarranchada. Que lábios tão grossos e grandes sua buceta tinha! Ela abriu os longos beiços de pregas sinuosas e brilhantes de fluido com os dedos…, apareceu a fenda rosada de onde brotava o mais puro aroma de mulher no cio. Ela separou os lábios e sua caverna molhada se abriu, me convidando a entrar. Meu pau endureceu ainda mais, a ponto de explodir. Me meti entre as coxas dela, direcionei meu pau apontando pra ela, que entrou abrindo as paredes da buceta até chegar ao fundo, fazendo várias pausas para não machucar aquela joia tão preciosa e delicada na necessária dilatação pelo apertado do seu canal do prazer ancestral. Sem pausa nem demora, já tinha iniciado um delicioso vai e vem que foi aumentando de intensidade a cada estocada. Alicia passou as pernas nas minhas costas, esfregando sua vulva macia contra meu púbis em cada metida profunda, roçando ao mesmo tempo o clitóris na minha pelagem rústica, obtendo seu deleite particular a caminho do orgasmo desejado por toda dama quando pretende gozar com o homem que a está montando…, ela começou a gemer, terminando com pequenos gritos ao chegar no fundo do útero, batendo com minhas bolas no períneo dela…. Tudo junto…. Assim, assim, crava toda a tua vara em mim, papai…! Você toca o fundo da minha buceta com a tua cabeça grossa, de tão comprida que você tem, seu safado…, assim…asiiii… Me fode com força! Agora você pode meter forte…, minha buceta tá preparada pra receber as pirocadas desse pauzão que você tem. Ela desceu a mão até a buceta, enfiou os dedos ao redor do pau… Caralho, Compadre, você enterrou o pau todo até os ovos…, não sobrou nada pra fora!! Tô chocada… Não sei como eu aguento. segurar o trabuco inteiro na minha buceta. Com certeza você tá chegando em lugares virgens do meu útero. Enquanto apertava minhas costas com as pernas entrelaçadas e percebi que ela tava gozando com espasmos e gemidos… Meu parceiro, que pau bom você tá enfiando em mim!, Tô Gozandooo, minha vida… Não sei por quê, mas tô gozando como nunca… Nisso comecei a ficar mais excitada ainda, se é que era possível naqueles momentos, senti meu gozo chegando e me deixei levar. Dei três metidas fundas e rápidas enquanto ela se contorcia em volta do pau com o orgasmo dela, se esbaldando com meu falo enfiado. Uma descarga de dopamina disparou as primeiras duas gozadas seguidas, jorros longos de porra que encheram a conchinha dela de uma só vez…, continuei metendo, me contorcendo em outros jorros de leite grosso e forte, iguais aos dois primeiros. Fiquei assim, com pequenos mete-saca, esvaziando meus ovários comprometidos, cheios de esperma gostoso, potencialmente carregado de milhões de espermatozoides prontos pro óbvio…, engravidar a mulher receptora. Não parei de inseminar minha Comadre no meio minuto que levei pra secar, até o pau começar a amolecer, sinal claro de que era hora de desencaixar minha piroca da melhor acolhida em muitos anos. Não sei por quê, mas notei o reflexo de uma sombra que se mexeu na sala e ouvi um barulho suave de porta, bem na hora em que me deixei cair ao lado dela, de costas nos lençóis, completamente tranquilo, sem estar exausto. Alicia se soltou do meu pedaço de pau meio mole, deixando o soro escorrendo pelas coxas. Foi pro banheiro me puxando pelo braço, tomamos banho juntos e depois me vesti rápido, saí do quarto, sentei na sala e logo Alicia veio me fazer companhia… Parceiro, valeu por essa foda…, tava precisando mesmo. Não imaginei que ia chupar sua vara, é muito boa, sem contar o tamanho enorme. Quanto você mede, por curiosidade…? Pois faz tempo que não meço. Eu meço, mas da última vez chegava a 22 cm de comprimento e 6 de grossura… Não deve ter mudado nada desde que eu tinha 25 anos. Muito obrigado mesmo, meu corpo já tá agradecendo de tão bem que me sinto… Não fala assim, o favor quem me fez foi você, Comadre. Você precisa saber que nós homens precisamos gozar com frequência e já tava há semanas sem fazer isso e meses sem foder, sem falar na buceta gostosa e macia que você tem, junto com o resto do seu corpo…, sua bunda, seus peitos, e claro, seus olhões divinos me olhando naquele instante especial quando você sentiu meu gozo invadir suas entranhas. Foi uma das coisas mais espetaculares e lindas que vivi em anos! Bom, essa minha buceta gorda e macia é coisa de família, digo isso pela minha irmã, que também tem uma bem fofinha com uma racha espetacular, mas o mais incrível das bocetas dela são os lábios vaginais, bem maiores que os meus… Mas pra bucetas bonitas, as das minhas filhas. As duas têm uns xoxotas bem peludas pra idade delas, com uma racha bem marcada, principalmente a da Lucía. Que menina mais gostosa seria pra você, por ter uma bucetinha grande e com certeza vai ser uma boa comedora daqui uns anos! Eu concordei, já que tinha tido a chance de conferir a da Aída e ela engoliu de uma vez só os 22 cm de carne trêmula que enfiei sem piedade. A gente sentou pra conversar na sala, daí a pouco apareceu a Lucía sorrindo, me olhando de um jeito que não soube interpretar quando fui dormir, exausto dos perrengues do dia… Até amanhã, padrinho, espero que tenha comido uma boa manga. Mamãe sempre escolhe as melhores pra família dela…, ela falou da porta quando já tinha entrado no quarto pra dormir sozinho, já que a Aída tinha ido passar uns dias na casa de uma tia. Deitei relaxado depois de uma foda tão boa e dormi satisfeito, com os ovos descansados, orgulhoso de ter cumprido meu papel como o macho alfa daquela casa carente de uma presença masculina que equilibrasse o yin e o yang, claramente puxado pro lado feminino. Medindo a menina. De manhã, quando acordei, a Alicia já tinha saído e a Lucia estava de roupão abotoado na frente, dava pra ver que não tava de sutiã porque os peitos dela balançavam. Ela já tinha me servido o café da manhã e eu perguntei…
Você não me disse nada se gostou da blusa que eu trouxe pra você…
É verdade, não tive tempo, mas já vou experimentar, padrinho, num instante. Que sem-educação que fui com você!
Entrando no quarto, na mesma hora ela saiu pra sala só com a camisa nova vestida, que até a metade da coxa cobria umas calcinhas de algodão já surradas. As pernas dela, nuas, eram compridas, não muito grossas, mas bem torneadas. Ela tava se abotoando com dificuldade e comentou…
Padrinho, é muito linda, mas acho que ficou um pouco pequena na frente, os botões não fecham. Me ajuda, por favor, porque esse é meu problema de sempre.
Que pena, querida…, não imaginava que você tivesse umas tetas tão grandes pra sua idade… Deixa comigo que eu fecho pra você. Eu nunca tinha reparado direito nos peitos da minha afilhada por causa do uniforme escolar de todo dia, mas agora, com a blusa meio aberta e sem sutiã, as tetonas dela não combinavam com a menina que ela era. Os óculos davam uma visão contraditória entre garota inocente e adolescente excitante. Tentei pegar só os botões, mas não consegui por causa da abundância das massas mamárias…
Deixa que eu seguro um pouco minhas tetinhas.
Ela agarrou as tetas duras por cima da camisa, uma com cada mão, que mal cabiam na minha palma, e eu fechei o botão com força, mas na mesma hora ele soltou de novo, deixando os peitões dela descobertos e os biquinhos rosados de adolescente meio à mostra, principalmente o esquerdo, que ficou quase todo de fora. Minha afilhada, por eu ser padrinho, deixou aquilo exposto com toda naturalidade, como se a nudez dela não pudesse me excitar…
Vamos ter que mandar ajustar, mas pega a fita métrica pra medir seu busto e passar a medida pra costureira.
Ela trouxe uma fita métrica e, com toda calma, desabotoei a camisa dela, que se abriu. deixando as mamas rotundas descobertas, ela mesma abriu a camisa e as tetonas ficaram no ar, os mamilos pulavam sobre as grandes auréolas. Caralho, que tetas descomunais pra um corpo tão fino de uma guria de 14 anos, as tetas eram de uma mãe amamentando num corpo quase infantil. Eu disse… Se você preferir, tira a camisa pra eu te medir, não tinha notado que você tem os peitos tão grandes e bonitos. Ela tirou, ficando só de calcinha de algodão meio grande pra bunda e cintura estreita dela. Aquela calcinha larga formava um volume estranho no púbis e cobria toda a virilha. Ela levantou os braços e passei a fita em volta, medindo pela ponta dos mamilos que estavam durinhos. Coloquei um dedo no direito, ao toque senti ele rígido, notei que as axilas já estavam depiladas naquela idade precoce e pra alguém de área rural onde não se costuma depilar. Os peitos eram redondos e lisos, me deu vontade de agarrar e chupar, mas me segurei de mamar aqueles mamilos duros e pontudos que a menina tinha, mas ao roçar os mamilos com os dedos enquanto media, tive que esconder um pouco a ereção que começou a subir sem jeito. Porra, a menina tava quase pelada com um corpaço pros 14 anos que ninguém diria…, bundinha pequena e com certeza virgem, e umas tetas frondosas de se perder… São 94 cm, bastante pra sua idade, mas você tem eles muito bonitos. Ela me olhou com satisfação… Que bom que você gosta, porque no colégio me deixam encanada por serem tão grandes, olha como eles balançam, acho que são moles, Toca pra você sentir! Pois meu complexo vem de longe, desde os 9 anos eu já tinha peitos, eles apareceram dois anos antes que a maioria das minhas amigas. Agarrei e senti a firmeza das mamas, pesei os globos e depois peguei os mamilos entre os dedos, que se eriçaram duros, continuei acariciando com a total aceitação da Lucía e meu prazer… Neném, você tem umas tetas lindas, duras e macias… Olha como teus peitos tão durinhos…, parecem pontinhas. Ei, não precisa comentar com sua mãe que eu medi teu busto pelado! Aproveita agora pra eu tirar a medida do teu quadril, caso precise comprar uns jeans pra você… Padrinho, quer que eu tire a calcinha pra me medir? Não precisa…, por cima mesmo eu tiro a medida, mal falei já me arrependi, mas tinha que respeitar minha afilhada, porra, com ela era quase como cometer incesto. Claro que me abaixei e pude ver o volume grande na virilha dela e, como se fosse normal, passei a fita sobre a buceta dela, colocando o dorso da mão no monte de Vênus e senti um travesseirinho macio, mas cheio. Uns pelinhos tímidos apareciam na parte de cima da calcinha… São 92 cm. Cintura boa. Bom, vou tomar um banho porque tenho que sair, então, enquanto a gente coloca a porta, é melhor você sair do banheiro. Padrinho, eu guardo todos os segredos que o senhor quiser…, se quiser, pode tomar banho na minha frente que eu não conto nada. Olha, eu tô na sua frente o tempo todo só de calcinha bem usada e você até já viu meus peitos, sem contar que já tocou e apalpou eles… Mas eu sou… um homem… Ela não me deixou terminar, me rebateu de novo… Por favor, padrinho, posso te ver pelado! Bom, por mim não tem problema, não é que eu tenha vergonha de ficar pelado na sua frente…, mas é melhor você dar uma saída pro quintal, não vá que sua mãe chegue e me veja tomando banho no pelo na sua frente, ok. Ela saiu de má vontade, colocando uma toalha por cima, eu me despi e entrei no chuveiro. Quando tava me ensaboando, percebi que a cortina na entrada do quarto se mexia, e de canto de olho vi a Lúcia espiando. Me excitou saber que uma garota gostava de me ver pelado, me virei e peguei meu pau já duro e lavei ele batendo uma punheta, o que deixou ele mais rijo ainda. Dava pra sentir o olhar da minha afilhada fixo no meu pau enquanto eu esfregava ele. Mas vendo que já tava tarde, resolvi cancelar meu ato. Assim que fechei o chuveiro, ouvi a porta do quintal. Fechar. Terminei de me vestir, e na hora entrou a Lucía, que me olhava com olhos brilhantes e parecia toda acalorada. Deixei um dinheiro pra ela comprar mantimentos e saí pra continuar os trabalhos de reparo. Passei pra pegar a encomenda de lingerie e, quando fui conferir, percebi que meu amigo achou que era pra alguma conquista, porque eram umas calcinhas pequenas, duas do tipo fio-dental e uma tanga. Coloquei tudo no carro e não voltei pra casa até de noite…, as luzes já estavam apagadas.
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