Un domingo con papá 4

O mesmo fim de semana meu pai resolveu aparecer na casa da minha mãe, sua intenção era levar-me consigo para os países nórdicos. Havia mais de cinco anos que meus pais não se viam pessoalmente e talvez agora o fariam mais frequentemente do que nunca. Aquela sábado eu havia ficado em casa esperando meu pai, adicionada à proibição da minha mãe de me deixar sair no meu estado. Eu me sentia igual a sempre e precisava evadir-me do agobio de casa, na verdade queria estar sozinha com papá, após três semanas o vendo apenas por Skype. Sua companhia masculina me enervava em sofocantes ganas de sobrar e beijar... comer. Durante a ceia senti a mão do meu pai sobre meu coxa, deslizando para cima, não tínhamos tido oportunidade de estar sozinhos e nossos corpos se estranheavam. Infelizmente durante a manhã não havíamos podido passar de um toque disfarçado ou um beijo apressado. À tarde não prometia nada, pois mamá e seu marido se envolviam em uma conversa infinita com meu pai sobre os detalhes da minha estadia na Finlândia. Meu pai nos assegurou que a assistência sanitária para uma mulher grávida é total, especialmente quando é filha de um residente no país como ele. Também falavam animadamente sobre trabalho e suas coisas enquanto eu definitivamente me aborrecia como uma ostra. Fastidiada eu me mandei embora para pôr em marcha meu plano de fuga com papá. Não tinha nenhuma intenção de que a noite chegasse naquela monotonia. Tomei um banho e para vestir-me agarrei um vestido vermelho com um decote que me alcançava até o umbigo, e que por finura da tecelagem destacam os peitos. Escolhi esse vestido porque meu pai gostava, fascina-se com o vermelho... tudo tem que ser dito, o modelo é coquete e se amolda às cadeiras deixando exibir minha silhueta, assim como minhas pernas nuas que se alongavam com os saltos. Usei maquiagem mascarilla e me pus radiantemente arrebatadora, mais do que usual. Apesar disso não tirava do meu rosto os últimos Vestígios de inocência que agora se afastavam com uma dose forte de sensualidade e maturidade, sabendo que era o que eu queria na vida... Saí da minha habitação e me detive nas escadas, o quadro era perfeito, meu pai estava localizado no sofá à frente, enquanto minha mãe e seu marido ficavam ocultos pelo espaldar do móvel. Descei os degraus lentamente, sacudindo as nádegas e taqueando suave, queria chamar a atenção dele e estava logrando, sua mirada não perdia detalhe dos meus movimentos, arrastando-se desde minhas panturrilhas até o meu rosto, com uma pausa descarada em meus peitos...em minhas nádegas...em meus joelhos... Ao som do taqueamento minha mãe se deu a volta um pouco contrariada e apontou... -Onde vais Paula e... vestida assim com esse decote? -Ah, mamãe, deixe-me sair um pouco sozinha, estou apenas indo com minhas amigas. -¡¡Sabes que não gosto de você sair sozinha e menos em seu estado... tão decotada!! -Mamá, se esquece que eu já não sou mais uma menina... só quero dar uma volta. -Filha, entendo na idade que estás, mas de forma alguma sales assim, olhe até o seu pai se surpreendeu ao te ver assim com as tetas para fora. Não vais dizer nada à menina? Riu para dentro, minha pobre mãe não imaginava por quê meu pai me mirava assim... essas tetas haviam sido amamentadas mais de uma vez e continuaria fazendo isso muitas vezes mais com a mesma frequência que eu chupava seu pau e seus testículos. Fernando engoliu saliva e entre dentes sussurrou. -Se filha, tua mãe tem razão, vais muito desbocada com esses tacones e em seu estado deve cuidar-se um pouco mais. Estás muito linda, mas melhor faz caso à tua mãe. -¡¡Ok, então vou me encerrar na minha habitação enquanto todos se divertem!! ¡¡Que família que me tocou!! Em Finlândia com o frio que faz, seguro que a gente sai mais e é mais desinibida -Sabes muito bem que não é assim minha vida... -Espera... filha disse minha mãe conciliadora. Por que não dizes ao teu pai que ele vá acompanhá-la para dar uma volta? Estava conseguindo o que queria de maneira fácil... -Ah, mamãe, não sei Se é boa ideia, afinal... não sei se meu papai se entediou de estar comigo. Isso último eu disse olhando intensamente para a calça do papai, imaginando-a na minha boca, lambendo suas peludas bolas. - Vamos, Fernando, esforça-te, total em dois dias ele parte e Oulu não é uma cidade como essa para sair, aproveita estes dias na Espanha.... - Bom... isso... me parece bem, eu também faz anos que não saio a desfrutar do ambiente mediterrâneo..., por mim não há problema algum... levo-te onde quiseres. Esse onde quieres eu senti remarcado... - Muito bem, papai. Oye, mamãe não nos espere acordada, não sabemos a hora que chegaremos, vamos queimar a cidade. - !Hija, não digas isso que vais preocupar tua mãe...!! Tudo estava resultando como eu queria, mas o melhor é que a ideia foi de mamãe, foi ela quem sugeriu que saíssemos juntos! Nos subimos ao carro e meu pai sorridente partiu sem direção. Sabia que mamãe não me deixaria sair sozinha sem um guarda-costas... e muito menos vestida tão provocativamente, deixando entrever meus peitos, - Ves, papai, como fácil se consegue permissão sem levantar suspeitas... ¡A pouco não sou muito rápida e não o conseguimos!. - Eres realmente um encanto e por cierto, qual é a direção, onde vamos princesa?. - Onde...? A habitação do seu hotel... disse desviando a mirada para a janela, um tanto envergonhada. Chegamos, meu pai havia reservado uma habitação com cama de casal o que nos permitia passar toda a noite muito confortáveis. Ao cruzar o limiar, me abraçou por trás enchendo de beijos meu pescoço, dirigindo-nos para a cama. - Espere-me um minuto, nena, vou tomar uma ducha também, enquanto podes entreter-te vendo a televisão. - Ok, papai, vai tranquilo, se precisares ajuda só tens que me dizer. - Me encantaria que te metesses comigo, mas prefiro que estejas assim de bonita para quando sair. Me estendi na sua cama com os saltos e agarrando o controle remoto comecei a procurar alguma programação que me... Entretuviese. Meu pai havia contratado todos os tipos de luxo e tinha cabo internacional assim que a quantidade de canais era incontável, mudava um para outro sem que nada chamasse minha atenção, até que uma cena me forçou a parar. Uma linda loira se estendia despatarrada e posteriormente a quatro patas sobre uma macia cama. Seus cabelos caíam pela espinha, e sua nudez deixava ver a perfeição de linhas que gracilmente se arredondavam nas cadeiras, permitindo ver entre seus membros quase até sua alma... Seus lábios tingidos de vermelho, se entreabriam, deixando escapar jadeos incesantes. Seus seios com botões disparados balançavam ao ritmo dos testículos do tipo que a estava folland. Era uma deusa, uma verdadeira deusa do erotismo, e sonhei... sonhei em parecer-me com ela... Instintivamente, comecei a despir-me, me quitei do vestido e saltaram minhas tetas nuas à falta de sutiã que caiu pelo chão ao igual que minha calcinha. Coloquei minhas coxas na cama, meus cotovelos sobre o travesseiro e o espelho me devolveu a imagem felina de uma morena sensual e caprichosa. Me mirava a mim mesma sem reparo, como desconhecendo-me, onde estava ficando a jovem inocente que se refugiava docemente nos braços de seu amado pai...? Me sentia diferente, como se tivesse rompido os grilhões que me encadeavam e finalmente como uma mariposa inquieta me abria à vida, ao amor e ao sexo. Um estremecimento cortou o fio de meus pensamentos, Fernando estava às minhas costas contemplando-me emudecido atrevendo-se a roçar com seu dedo no fim de minha espinha... Também percorria os caminhos das minhas cadeiras, as elevações dos meus ubres em erupção, as planícies do meu ventre e cada recanto da pele que encontrasse, enquanto na televisão a loira estava igualmente posicionada gemia descontroladamente... - 'Eres muito linda, meu céu...' Disse quase sem alento e eu me senti feliz de ser a dona dos seus olhos e a causadora de que sua tremenda ereção surcasse minha entreperna. Com as pontas dos dedos, pellizcou meus lábios mayores, juntando-os e beijando-os lentamente. Abriu caminho separando meus lábios e permitindo que sua língua acariciasse meu pau raspado. Formava círculos lentamente com sua nariz, como se quisesse penetrar-me com ela, então fez o mesmo com seus lábios e barba... beijava profundamente. Mordiscava e chupava suavemente o clítoris, tentando tomar entre seus lábios e com sopros ligeiros me levava à glória... - Venha, menina, quero ensinar-te algo... Recostou-se na cama e eu fiquei sobre ele, sua boca ao nível da minha pussy impúber, tão suave como minhas mamadas, e a minha ao alcance de seu grande pau... uma cock com uns ovos enormes. Iamos desfrutar de um magnífico 69, que me fazia converter-me em um animalito goloso. Separei todo o que pude as minhas pernas para que ele tivesse acesso total, ao mesmo tempo em que me enchia a boca de toda sua ereção, era evidente que apenas podia engolir uma pequena parte de algo tão desmedido. Minha língua roçava desde a base, andava pela textura venosa do seu troço, alcançando pouco a pouco o cimo, minha boca cheia de saliva formava um berço tibio que lhe oferecia abrigo, e suavemente engoli seu glândula, que me cabia justamente na minha boca, como um enorme bocado de uma ciruela toda. Com meus lábios forme uma O à medida da sua cabeça de aríete e ponta do seu fabuloso estoque, ajustava-os de modo que as sensações se multiplicassem, forçando as comissuras. Dessa maneira, deslizando-me para baixo terminei comendo-a quase toda... , arcadas ligeiras me faziam parar por tamanho e roço em minha garganta, mas rapidamente consegui ritmo e a gozei incrivelmente. Que estranha e deliciosa sensação misturada com a que ele me regalava...! Sua língua musculosa dava largas e suaves lamidas, começando no clítoris e acabando na entrada de minha vagina, às vezes chegava uma carícia úmida ao meu ânus estremecendo-me ao sentir. A endurecia e tentava introduzi-la dentro. A agilidade da sua língua produzia estremecimentos em meus lábios mais ainda quando... Llevava-a para trás, deixando que brincasse em meu cu. Seu rosto mergulhado enchendo-se de meu aroma e humidade era o melhor incitante. Por outro lado, deixava que minhas tetas firmes trabalhassem em seu pau para terminar desmaiado em minha boca. Cada descida em seu pau era compensada com a entrada da sua língua em meu coito, e cada chupão de meu clítoris com o de suas bolas, duras e grandes como nozes cada uma. Ele empurrava as cadeiras para cima, enquanto eu as levava para trás... minha boca ficou com seu sabor a macho e seu rosto com meu aroma de mulheres em celo recém-preñadas. Não sei quanto tempo passamos assim, mas pela facilidade que tenho para alcançar orgasmos inevitavelmente me corri, desfrutando de línguas em minha vulva e clítoris, mais além da minha explosão intensa. Deu-me a volta e me beijou, com essa mistura de doçura e lascivia com que facilmente me volto uma puta. Ele se recostou sobre mim sem deixar-se cair para não pressionar-me, deixando que seu pau besasse meu pussy. Entrava suave, muito suave o glande curvado como casco militar alemão... Depois o tronco... até chegar à base... mergulhava e emergia com a força necessária para despertar novamente minha fome. Não conformado com essa posição, levantei minhas pernas acomodando-as sobre seus ombros. ¡¡Diablos!! Isso sim era morrer em vida... e renascer ensartada por meu homem. Desta forma ele não me forçava meu ventre e tinha acesso total ao meu chocho quente e húmido. Seus arremetidas fortes batiam contra minha vulva produzindo em mim a necessidade de mais pau dentro da minha vagina, e como possuída levantava minhas cadeiras procurando mais pressão, entrava e saía produzindo o barulho do mar chocando contra as rochas, mas o único que batia eram seus grandes testículos balanceando-se contra meu cu, dentro de um mar de fluidos jugosos. O suor perlava sua testa e gotejava sobre meu corpo. Voltei a gemir mais forte pressentindo outro orgasmo, mas sua língua comendo minha boca me distraiu da sensação de Querer correrme, quase imediatamente me incorporou, situando-se atrás de mim, apressou-me como uma puta ousada que gosta de ser fustigada. Não nos importava nada do mundo, apenas existíamos ele e eu. Seu pau se introduziu bruscamente obrigando-me a fugir da sua investida, mas sem dar tregua agarrou-me pelas costas doisificando sua entrada. Em questão de segundos era meu corpo que procurava mais profundidade. Fazendo-me voltar para trás, escutava o estrepitoso golpeio da cópula. Notava seu pau duro como aço com suas veias inchadas frotando o interior da minha intimidade! Sentia como aquela tranca me alcançava até a barriga! A loira gritava na televisão e eu berreava na cama... -“FÓLLAME… FÓLLAME… ¡¡¡por favor, não pare…!!! ¡¡¡Dale ao seu puta todo o gosto… dale o que se merece!!!” -“E o que mais quer essa puta lasciva... se já te estou empalando até os testículos?” -“¡¡¡Quero mais… quero mais pau em minha vagina, pai, e que se corra com um bom jato de leite!!!” A cada palavra me devolvia uma forte investida, meu vocabulário escurecia e o seu também... -“¡Qué bom cu é para receber meu pau! ¡Meu Deus, você me faz louco, menina! ¡Está tão boa que com muito prazer te darei meu leite…! Onde a deseja, querida...?” Não alcancei a responder, porque um orgasmo me fez gritar deixando-me desfeita. Mas ele sem parar os investidos continuou agitando sua pelve, mergulhando em minha lagoa com chapoteios em meu mar de líquidos... tinha o pussy encharcado. Seus movimentos se tornaram mais intensos, mais rápidos, mais profundos... como se a base de metidas me arrancasse a vida e me partisse em dois com aquela animalada de pau dentro do meu estreito conejito. Ainda sentindo uma forte carga de sensações, expus meu traseiro para trás, facilitando a fustigação dispuesta como uma puta sumisa que apenas ouve a voz do prazer. Nesse ponto da fornicação se perdia o respeito pai-filha, passando a ser dois animais sedientos de sexo, um homem e uma mulher. Empurrou mais uma vez, profundo e intenso, notei a... Presão dos seus braços e tensão das suas pernas juntamente com o prazer doloroso que me produziam os seus dedos engarfiados nas minhas nádegas. Clavou-me de uma só vez no mais fundo de mim e com um gemido potente descarregou toda a sua semente em meu interior. A tibieza do seu cul é explodindo em minhas profundidades em vários jatos convulsos com resoplios, me enorgulhava como uma mulher que satisfaz as necessidades de seu homem. Um touro que quer e deseja ter o seu sabor mais precioso, o néctar produzido em seus ovos exclusivamente para mim. Deixou-se cair sobre sua espalda e eu desabacei rendida sobre o peito do meu pai. Nossa respiração ia calmamente e o furacão voltou a ser brisa... Estava ainda meu amante empalando minha pussy sob meu corpo prenhe dele, pressionando-me com minhas tetas suadas... -'Sabes o quê?'-'O quê?'-'Eres uma mulher estupenda, toda uma mulher que sabe tirar o melhor de um homem', disse com seu guiño habitual e sua sonrisa doce. Sorri e estranheiramente me ruboricé. Deu-se conta e como consolo me seguiu dizendo... 'Minha filha, tranquila... te amo muito e mereces tudo o melhor do mundo, com papai não te faltará de nada'. Foram palavras que me enchiam em momento de felicidade, ao saber que é o homem certo no qual confiar o meu ventre, o meu bem-estar e proteção. Assenti com a minha cabeça e refugiei-me nos seus braços procurando essa segurança, não pensava nas consequências de fazer amor estando prenha, mas confiava plenamente em papá, ele não deixaria que me passasse nada. Deixava-me levar com a sensação agradável de ter sido folla com por sua grande tranca e de levar a vagina cheia do seu esperma novamente, sinal de ter gostado do meu homem. Sentia-me tão linda e feliz que desejava com todas as minhas forças, não se acabasse nunca. Acariciava o meu cabelo murmurando... 'Sempre serás isso... minha filha preciosa, minha princesa e de vez em quando... minha... minha... minha puta amante deliciosa!!' Ambos rimos enquanto nos dirigíamos à ducha. Apagar a televisão, mas uma imagem da loira, praticando sexo anal fez eu procurar seu olhar... -“¡¡Que!! Você não sabe o que é sexo anal?” -“Papai, claro que sei, tenho 20 anos…! Mas... ¡Você sabe que ainda não o experimentei!” Disse com um sorriso socarronamente. Dando-me um tapa no traseiro, sorriu dizendo... -“Um dia desses vou fazer sexo com todas as suas curiosidades...”. À manhã seguinte, desjejamos no restaurante do hotel e me devolveu para casa... em dez horas voaríamos para Filandria, sairíamos do aeroporto de Barajas como pai e filha e chegaríamos ao aeroporto de Hensilki-Vantaa como esposos. O dia seguinte amanheceu um domingo precioso com luz polar de beleza inabordável... ...Fernando acordou na mesma posição em que se havia quedado dormido.Sentiu o seu pau flácido, mas dilatado pela dilatação da ereção matutina. Olhou para Paula, com um seio destapado da sábana. A luz boreal que entrava pela janela se refletia em seu rosto e lhe dava mais doçura. Levantou-se com cuidado para não a despertar, vestiu calças de pijama e uma camiseta... foi preparar o desjejum. Um agradável cheiro de café recém-feito inundava a cozinha quando se foi despertar Paula. -“Cima, dorminhoca”. -“Mmmm, cinco minutos mais”. -“Nada que vá esfriar o café, venha”. Incorporou-se ligeiramente, sorriu e agarrou a virilidade fastosa do seu pai, manuseando com delírio o magnífico cetro. “Vejo que te segue gostando do sexo que te dá papai”. -“Muito, espero que hoje funcione igual como ontem. ¡¡Verla ali justamente à minha frente, me ajuda a levantar!!”. Levantou-se e Fernando acabou de despertá-la com uma palmada sonora no traseiro. A viu urinar e incorporar-se para lavar o rosto. -“¡Por Deus meu amor, ponha algo que vá dar um infarto ao ver tanta beleza, deixe-me pelo menos desjejumar para tomar forças! ¡¿O é que deseja que eu faça o amor sem desjejumar?!” Rindo disse... -“Já vou, mas não seria má ideia, eh... Porque a cum que mais me agrada não é a que sai das ubres de uma vaca, mas de um par de bolas bem gordas que estão muito bem abastecidas. Desce e toma forças, pois preciso de você em plena forma. Se pôs o pijama curto e voltou à cozinha para desjejugar. Paula terminou antes e começou a se masturbar o pescoço da camisa do pijama enquanto sorria com picardia. Desabrochou um botão e se tocou o seio direito, em seguida outro botão, mostrando abertamente suas mamas e suspirando ao ritmo com que se acariciava. Fernando estava já muito empalmado... terminou de um trago o tazón de café com leite. Paula também se levantou, olhou para ele mordendo o lábio e tirou a camisa do pijama. Seu pai beijou-a, baixou os lábios nas tetas... lambuziu e chupou seus pezones. -Umm, que delicioso sabem suas tetas filha, melhor do desjejugo sem dúvida. -Sua mãe lhe dará sempre o que você quiser, e quando estiverem cheias deixará que as mamasse e beba um pouco de seu leite.... Apanhou-a nos braços e levou-a em volandas para a cama onde a deixou cair com sumo cuidado. Paula desceu os calções do pijama e seu pai se os acabou de tirar. A menina já ia de quase 10 semanas, no entanto as ganas de foder não haviam se dissipado. Fernando se desnudou e meteu o pau de um só empurrão. -¡¡Aaahm, que força agora, papá!! ¡Vais a me partir em dois!. Estavas pedindo uma ração inteira do meu pau, isso é o que estou lhe dando, além disso te darei todas as manhãs. Metia-o até o fundo e saía quase por completo para voltar a introduzí-lo. Sentia o vaso úmido da filha e como entrava e saía com facilidade, sem dúvida o estreito vaso de Paula se havia adaptado ao tamanho do membro paterno, acrescido à dilatação da folada da noite anterior. -Aaaaah, aaaaaah. -Vai ouvir todo o bairro, Paula. -Que me ouçam, siii. Que se enterem o que meu pai quer e quanto eu o amo. Fernando segurava a menina pelas nádegas enquanto sua cintura balançava suavemente para dentro e para fora com a fenda aberta da filha. Deixou cair as pernas no Filo da cama, observando seu bunda franca despatarrada, manteve o ritmo bombando carinhosamente e sem pausa o interior de Paula, completamente submissa com os olhos entrecerrados e com os cotovelos encostados no colchão. Depois de mais de doze minutos sacou a cock e ela gostosamente se a engoliu seguindo com uma felatio digna de toda uma meretriz. Agarrava ao pai de seus testículos enquanto se introduzia mais além do glande, o lambia e se o voltava a tragar. As gônadas do papai não aguentaram e derramou-se em sua garganta com uma generosa ração de sêmen. -“Aaaah, hoje vais tomar dupla ração de cum quente para o desjejum”. -“Não me importa se é tua”. Paula sorriu enquanto se recolhia com o dedo os churretones de sêmen com saliva que lhe saíam pelas comissuras e se os tragara com cara de satisfação e relamiéndose. Depois de descansar um pouco se foram juntos a tomar banho. As carícias não pararam, aseando-se um ao outro com a esponja, com a mão e com os lábios. Com a felicidade plena de estar no lugar mais maravilloso do mundo, com a pessoa adequada. Ambos se amavam e sorriam, penteando o cabelo, em seguida beijava e acariciava um peito. -“É preciso fazer algo com essa pelambrera” disse ela apontando a parte pública de seu pai -“O que?”  -“Que não me gostam os pelos na boca quando te faço uma mamada, isso mesmo” -“E o que você quer que eu faça?” -“Depilar-te ou rasurar-te, como fazemos nós com o chochito. E a ti não te gustan mais os coelhos depilados e suaves?” -“Pois, sim”. -“Agora mesmo sem sair da ducha vou fazer eu mesma, não te preocupes. Para que veas farei eu primeiro ¡¿Vale?!”. -“Ten cuidado, não me corte as partes mais sensíveis do meu corpo”. “Não tens por que se preocupar, rasuro todas as semanas, por isso o tenho tão suave, saberei cuidar de seus huevazos”. -“Mira se me pôs dura”. -“Esta manhã estiveste muito dominador”. -“E bem que te gustou”. -“Bobo, não te acostumes”. Saiu da ducha e sem sair dela pegou a Maquinilha e creme de barbear e se barbeou ela, depois prosseguiu com seu pai. Primeiro com uma tesoura de corte de cabelo. -“Não tenhas medo, sou tua filha e preciso dessa ferramenta tanto quanto tu, farei com cuidado!”. Estendeu a creme após molhar essa parte e esperou alguns instantes. Com cuidado passou a lâmina. -“Assim muito bem. Quase nem me estou dando conta”. -“E agora esses cabelos da cock com as tesouras. Que a tenhas assim de dura me põe mais fácil”. A proximidade da filha manipulando a cock provocou uma reação natural, sem estar em plena ereção, aumentou seu tamanho o suficiente para realizar um bom e confortável trabalho. -“Perfeito, pode cuspir para se esclarecer sozinho. Verás que bem a próxima vez que folemos”. -“Isso espero, após o mau momento”. -“Exagerado”. Passaram ao quarto de dormir e se vestiram. -“Cariño me escuece algo com o calção”. -“Não penses nisso que passará em seguida. Além disso, gostarei de ver assim, não vale a pena o sacrifício? Nós também nos sacrificamos algo por vocês”. -“Não se”. -“Mira que aguentam pouco os homens”. Aproximou-se com um plano burlón e insinuante ao mesmo tempo, ainda nua, e desceu o calção e começou a acariciar a cock e a marcar pontos na mesma, que começou a adquirir consistência. -“Diga à sua nena onde te escuece, aqui? É aqui onde ponho o dedo? O que te passa é que está demais tempo duro”. -“Será porque tu me pones assim”. Enquanto lhe acariciava um seio e se lamia. “As mamadas de tua filha me tornam louco”. -“E meu cu, meu chocho, minhas tetas... Acaso não te gustam... golfo? Anda, deixa que tua filha te cure, não quero que sofra meu papi”. Introduziu toda a cock e a chupava com suavidade, dentro-fuera, lamia e a fazia meter. -“Se me curas assim sempre que eu doer algo, serás minha enfermeira particular por vida”. -“Ah, toca o meu telefone”. -“¡Olvídalo e siga!, não me deixa a meio”. -“Vou fazer você sofrer, pode ser uma chamada importante, e te preciso em forma, não quero “. Ordeñarte demasiado. - Eu posso com tudo, Paula. - Olá mãe. - Não te haveria despertado, não? - Não, já estava acordada. - Como você demorou um pouco para pegar. - Sim, estava me vestindo já. - E como está, filha? Está bem com o pai? - Estupendamente, não sabes como nos damos bem, ele me trata como se eu fosse de algodão. - Alegro-me que você esteja bem no pré-natal com a mudança de ambiente, querida. - O papai está me apoiando muito e até deixou de trabalhar um pouco para dedicar mais tempo a mim. Como vingança à mamada interrompida seu pai estava restregueando e golpeando ligeiramente sua cock com o pênis pela cara. Enquanto Paula tentava conter a risa e dava tapinhas na cock, que apenas fazia ela se tornar mais dura. - Sim, nos divertimos juntos, saímos um pouco e eu conheci gente encantadora. - Certamente você se adaptará às suas costumbres. - E você, como está, mãe? - Só outra vez com meus irmãos, o seu pai foi de viagem ontem à tarde. - Sim, viaja muito o seu marido. - É o seu trabalho. Quando Paula não falava, Fernando aproveitava e pôs a ponta da cock roçando os lábios. Diz o papai que um beijo, mãe. - Outro de minha parte para ele e faz caso em tudo ao seu pai. - Vou fazer isso, mãe. - Um beijo, filha. - Para você também, mãe. - Que morbo me dava com sua mãe do outro lado! - Eres um cabroncete, não vejas os esforços que eu tive que fazer para que não notasse nada. - Isso te acontece por deixar os trabalhos a meio. - Confórmate. Te amo com as ganas intactas…, tenho planos e você não é um garoto de vinte anos. - É verdade que eu tenho o dobro, mas dou a medida melhor que eles.... Os dois riram, indicando ela com ambas as palmas das suas mãos o tamanho da cock do papai. Uy que perigo, mas não me deixe assim. - Pode me dar um bumbum, que você gosta muito. Sua golfada no telefone me excitou também, tenho o pussy encharcado para você, segue um pouco mais abaixo. Sem dizer palavra Fernando desceu sua língua até o empapado. Cochito de Paula, que segregava com profusão. -“Não deixes nada, papi. Aaaahm”. -“Que filha tão escandalosa tenho!”. Depois de um tempo alcançou correr-se na boca do seu pai. Esta era a forma mais habitual de despertar cada fim de semana, quando Fernando dispunha de todo o tempo para seu amor, para gozar e fazer gozar à mãe do seu futuro filho o maior dos seus amores jamais concebidos por quem daria a vida. Assim passavam as semanas, entre felações e trabalho, entre amigos e visitas culturais na medida que a menina podia se mover e estar à vontade com seu amante pai. A menina também não descuidava seus estudos avançados em “Relações Internacionais”, enquanto a barriga crescia preciosa abultando cada vez mais sem dificultar-lhe realizar mil e uma tarefas sem esforço aparente, especialmente fuck com papá…. Continua

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