Os pensamentos sobre a possível doença da Mili, as consequências disso, não me deixaram em paz… será que eu tava pronto pra encarar algo assim? Em algum momento eu ia ter que amadurecer, e eu sentia que a Mili valia a pena… então, no meio do caminho pra casa, me arrependi e voltei pra faculdade esperar por ela.
Ela tava no meio de um grupo de amigos, incluindo o Guille, provavelmente discutindo as respostas da prova… mas quando me viu, o rosto dela se iluminou, largou todo mundo e veio me encontrar. Me contou que foi super bem, me agradeceu pela ajuda, fomos jantar e depois deixei ela em casa. Não pude entrar porque os pais dela já estavam lá e não quis atrapalhar.
Mesmo ela não tendo pedido, insisti e acompanhei ela nos exames médicos. Depois de uns dias de estresse, fomos buscar os resultados… deram negativo… sorrimos aliviados, nos abraçando de alegria, enquanto ela ligava pros pais pra contar.
Mas… mesmo com os exames médicos dando certo, o aviso tava dado: ela tinha que fazer os check-ups regularmente. Não podia cantar vitória… sempre aquele lado negativo que a gente tem me fazia sentir que essa doença ia dar um jeito de nos separar… embora não do jeito que eu imaginava…
Depois dessas semanas agitadas, chegou o fim de semana da comemoração do Dia das Bruxas… que, mesmo não sendo uma celebração latino-americana, já tinha virado, há alguns anos, uma desculpa pros jovens saírem pra se divertir, e até pras crianças pedirem doces.
Minha situação com a Mili era confusa, a gente não era um casal, mas eu sentia que éramos mais que amigos… na verdade, parecia que ela tava me testando pra ver se eu recuperava a confiança dela, o que não me incomodava… também não conversamos sobre isso, só deixávamos rolar…
Como eu tava dizendo, depois dessas semanas de correria e estresse, a Mili deu a ideia da gente sair pra se divertir, dançar e relaxar… eu não recusei… ela tinha se interessado por uma festa numa balada, mas a entrada era só com fantasia… ela nunca tinha ido a uma Uma festa dessas e ela adorou a ideia, eu, por outro lado, não tava muito afim de me fantasiar... mas fazer o quê... só pra agradar ela...
Pois bem, acabei me fantasiando de pirata: calça preta, camisa branca solta, faixa vermelha na cintura e chapéu estilo Jack Sparrow, com tapa-olho e tudo. Pra ser sincero, me senti ridículo, ainda mais quando via a cara do taxista que me levou até a casa da Mili.
Esperei um pouco na porta, até que a Mili saiu vestida de... como dizer... uma nativa norte-americana gostosa, com um vestido bege cheio de estampas indígenas que terminava em minissaia, ombros de fora e um decote... uffa... uma delícia, ver como, mesmo sendo solto, o vestido marcava os peitos e a raba dela...
Pra completar a fantasia, a Mili tinha pintado as bochechas com aquelas listras características de filme de faroeste, duas tranças que caíam nos ombros apontando pros peitos redondos dela... e de quebra, uma tiara com uma pena na testa.
Fiquei uns instantes devorando ela com os olhos e depois fomos pra balada. Tinha uma fila enorme pra entrar, mas ela falou pra gente ir na frente, que talvez tivéssemos sorte... apesar da bunda, acho que o segurança viu a bunda da Mili e deixou a gente passar... não sem dar uma olhada, marcando território.
A Mili percebeu e me puxou pelo braço, já tava dentro, não era pra arrumar confusão. A verdade é que a gente esperava relaxar e passar despercebido naquele lugar afastado da faculdade... mas...
A grande ideia da Mili de ir naquela balada, pelo visto, foi compartilhada por vários alunos dos últimos períodos. Esbarramos em várias caras conhecidas... mas nem ligamos, seguimos nosso caminho... Mili falou que não tava a fim de se juntar a grupo nenhum, que só queria ficar comigo, dançar e beber algo de boa, sem fofoca nem nada.
A gente achou uma mesinha pra dois, no segundo andar, longe da multidão, mas com vista pra pista de dança. Pedimos Uns tragos, enquanto conversávamos alegremente, esperando alguma música que animasse a gente a dançar. Começamos a relembrar histórias do nosso relacionamento, quando éramos namorados… os eventos recentes… nossos planos depois da faculdade…
Sem querer, já tínhamos vários drinques na cabeça… até que a Mili falou que ia no banheiro (banheiro feminino), achei engraçado vê-la se levantar meio tonta e andar cambaleando uns metros até se equilibrar… e gostei ainda mais de ver como no caminho ela recusava convites pra dançar…
Eu tava tranquilo, tomando uma cerveja, otimista com o rumo da noite… até sentir uma presença sinistra… um frio percorreu minhas costas e meu pescoço ficou dormente… senti uma mão delicada acariciando meu ombro…
- Oi… quanto tempo… era a voz provocante da loira Vane.
- Ahhh… é… bom… tava ocupado… falei, amaldiçoando minha sorte.
- Você não atende mais minhas ligações… reclamou ela, insinuante.
- Bom, não queria ouvir suas reclamações sobre o que rolou da última vez (que te deixei plantada no hotel), lembra?… respondi sarcástico.
- Isso foi há meses e já te perdoei… quero recomeçar… disse ela, na maior cara de pau, sem disfarçar o desgosto com aquela lembrança.
Merda… como faço pra essa maluca ir embora?, pensava. Eu tava sendo até meio agressivo com ela, mostrando meu desconforto com a presença dela, mas nem assim a Vane ia embora. Ainda me dava o perdão por ter deixado ela esperando num quarto de hotel.
Pra falar a verdade, a Vane tava fazendo jus à imagem que eu tinha dela na minha cabeça, de uma bruxa: veio com um chapéu preto (daqueles pontudos de feiticeira), um vestido preto justinho, bem decotado deixando ver os peitões empinados, terminando numa minissaia pequena que, de tão apertada, deixava pouco pra imaginação, mostrando as coxas bem trabalhadas.
- Acho que vi o Guille por ali… menti, tentando afastá-la de novo.
- Ai… não me importa… é meu aniversário e ninguém vai estragar pra mim… disse ela, entediada.
Agora tudo fazia sentido, aquela doida só podia ter nascido num dia de bruxas… mas tanto faz, a Mili já devia estar voltando… eu tinha que mandá-la embora, deixando meu ego de lado (achando que a Vane me queria) — talvez a insistência dela em ficar do meu lado fosse pra provocar a Mili.
- Desculpa, é que não vim sozinho… tô esperando alguém… falei, apressando ela.
- Que grosso… eu também não vim sozinha (ali está meu grupo de amigos), mas você não vai me negar uma dança pelo meu aniversário… e pelos velhos tempos… completou ela, cheia de charme.
Nessa última referência, ela passou a mão sugestivamente pelas minhas costas, enquanto com a outra se acariciava por cima do decote, daqueles melões branquinhos e suculentos que começavam a me hipnotizar… inflando meu ego de novo, pensei: essa mina quer que eu coma ela de novo, falei comigo mesmo…
- Talvez a gente possa encontrar um lugar mais reservado… completou ela, sedutora, ao ver que eu não respondia.
A Vane não tava nem aí se eu tinha companhia (ou talvez já soubesse ou desconfiasse que vim com a Mili), também não ligava pro grupo de amigos dela. Pela voz, pelo olhar, pelo sorriso e pela expressão corporal, era óbvio que ela queria que eu arrombasse a buceta dela de novo…
Sou homem e aquela bruxa tava uma gostosa do caralho, mas doida, e lembrei que foi por causa dela que a Mili terminou comigo. Merda… Mili, procurei o caminho do banheiro e não achei… talvez ela já tenha me visto com a Vane e resolvido dançar com outro… olhei pra pista de dança e nada… Cadê ela?... Foi embora?
- Oi, Vane… disse uma voz nada amigável do meu lado.
Porra… que nem um fantasma, a Mili apareceu do meu lado. Enquanto a Vane me devorava com os olhos e se insinuava, a Mili se aproximava que nem uma fera silenciosa… Já me ferrei de novo, pensei ao vê-la, enquanto a Vane continuava com a mão no meu ombro.
- Oi, Mili… respondeu a Vane, sem vontade, sem parar de acariciar meu ombro.
A presença da Mili tinha estragado os planos da Vane sobre o que ela pensava em fazer comigo… ou o que pensava em deixar eu fazer nela de presente. De aniversário, talvez a Vane estivesse me esperando com um lacinho de presente na bunda bem desenhada dela, pronta pra eu arrebentar...
- Vem, amor... vamos dançar... disse a Mili, imperativa.
Ela me deu um beijo, me pegou pela mão e praticamente me puxou pra pista de dança, enquanto resmungava uma série de xingamentos baixinho. Mal consegui ver a Vane com o rosto descomposto e furiosa porque a Mili tava me afastando do troféu dela... ela se sentiu desprezada e parecia que ia voltar pra carga a qualquer momento, se reagrupou com os amigos sem parar de nos olhar...
A Mili, por outro lado, se sentia desafiada por ela, pelo olhar provocador, pelas intenções dela em relação a mim. A Vane tinha sido a pedra no sapato entre nós, com as manipulações mimadas dela... Então a Mili, em resposta, me beijava com paixão enquanto dançávamos abraçados, só pra provocar a Vane...
- Te dou 2 minutos... e essa oferecida aparece à espreita feito urubu... disse ela, irritada.
- Já é, amor... não liga pra ela... falei, beijando ela e indo na onda.
- Justo ela tinha que estar aqui... que raiva... resmungou a Mili.
- Esquece isso... agora a gente tá junto... falei, acalmando ela.
- É... a gente tá junto... Você é só meu?... disse ela, ficando melosa, não sabia se era pelas minhas palavras ou se era teatro pra fazer a espectadora Vane ficar mais puta ainda.
- Sim, só seu... respondi, beijando ela com ternura.
Aos poucos, com a dança, fomos esquecendo a Vane e os olhares venenosos dela. Fomos nos aproximando no ritmo da música, cada vez mais provocante. Nossos corpos foram se juntando e se esfregando no som das músicas, que, pelo jeito que se dançam, iam horrorizar nossos pais.
Cada vez ficávamos mais excitados, por ela mexer a bunda redonda na minha virilha, o peitão dela quicando no meu... ou só de ver eles pularem no ritmo da música, nossos olhares iam mudando de desejo, assim como nossos beijos.
- Aiii... amorrr... quero que você arrebente minha buceta... sussurrou a Mili no meu ouvido. Enquanto dançávamos colados, esfregando todas as saliências dos nossos corpos.
Merda… como recusar aquele pedido… mas aqui? e agora?... Onde?... pensava comigo, se levasse ela pra outro lugar, talvez a excitação dela diminuísse, era melhor aproveitar aquela putaria que a gente já tava sentindo…
- Vamos… falei puxando ela pela mão no meio da multidão da pista de dança.
Lembrava de ter visto um banheiro no mezanino, na direção da nossa mesa… uma vez já tinha usado um lugar assim, pouco movimentado numa balada, pra relembrar os velhos tempos com uma amiga de colégio com quem me iniciei nos prazeres do sexo… mas isso é outra história.
Voltando ao relato… o tal banheiro deixou de ser opção quando vi um monte de mina entrando e saindo, era arriscado demais. Até que, tentando disfarçar nosso flagra no banheiro, começamos a nos beijar encostados numa parede… foi aí que vi nossa chance vencedora…
Numa porta ao lado tinha um letreiro pequeno que dizia “Box reservado” e embaixo um papel com “Srta. Vanesa…” e um pouco mais abaixo “a partir das 12…” então tava livre até meia-noite… e a gente tinha pouco mais de meia hora, tempo suficiente.
Entramos rapidamente, vendo que o lugar era propício pra nossa safadeza, ainda mais com o tesão de profanar o espaço onde a Vane e os amigos iam comemorar o aniversário.
- Srta. Vanesa… já tá tudo pronto… pode entrar… falou uma garçonete que dava os últimos retoques.
Puxei a mão da Mili e ela entrou na onda, se passaria pela Vane pra liberarem a sala pra gente.
- Ficou tudo muito lindo… obrigada, moça… disse a Mili nervosa.
- Qualquer coisa que precisarem, é só tocar a campainha que eu venho… respondeu a garçonete e foi embora.
Nos deixou naquele quarto espaçoso, com uns banquetas de couro em volta de uma mesinha de centro com bebidas e outra mesa maior com bolo e salgadinhos, decorado com balões e tal. A única coisa que nos inibiu um pouco foi a janelona que dava pra pista de dança… será que Viu?
Mili nem quis chegar perto da venda, percebi que era daqueles vidros polarizados, que a gente vê pra fora mas ninguém vê pra dentro, lembrei que da pista de dança não dava pra ver nada lá dentro… cheguei perto pra ver o panorama… bom, era um salão VIP, digno da nossa putaria.
Quando virei, percebi que outro panorama me esperava… Mili já tinha se ajeitado de quatro em cima de um dos bancos, tinha levantado a saia e me esperava com aquele rabão empinado e as pernas abertas, pra me mostrar aquele cuzinho enrugado e guloso, ansioso pra ser penetrado.
— E então… o que cê tá esperando?... não tem muito tempo… ela disse me apressando com a cara excitada.
Corri pra perto dela rapidinho, ela fez um sinal, queria provar meu pau antes de eu enfiar no cu dela… chupei, lambi e suguei por uns segundos, dando a aprovação dela pro grau de dureza que já tava aparecendo, só então ela deixou eu ir pra retaguarda.
Me ajoelhei atrás dela e penetrei devagar aquele cuzinho enrugado, enquanto notava a pele dela se arrepiando e ela, ansiosa, recuava pra enfiar meu pau inteiro, se esticando pra trás.
— Assiiim amorrr… assiiim… que delíciaaa… ela exclamou quando sentiu meu pau entalando ela de novo.
O corpo dela curtia o momento, Mili começou a rebolar aquele rabão no meu pau duro, saboreando a dureza centímetro por centímetro, enquanto eu curtia o espetáculo que ela me dava. Diante da minha inação, Mili começou a bombar a própria bunda… indo e vindo, quicando aquele rabão gordo na minha virilha.
— Mete logo… pelo amorrr… ela implorava pra eu reagir e dominar ela.
Comecei a bombar harmoniosamente, até pegar o ritmo… os gemidos quentes dela enchiam o ambiente e se misturavam com a música. No vai e vem daquele rabão enorme, o vestido que mal se segurava nos ombros tinha subido até a cintura, liberando os peitos dela que balançavam no compasso do meu ritmo, igual às tranças dela.
Peguei aquela beirada do vestido com uma mão, enquanto com a outra pegava suas tranças e puxava pra trás, montando nela como uma gostosa selvagem que precisava ser domada…
— Uhmmm… Siii… me monta assim… arrebenta minha bunda… suplicava Mili excitada.
Num dos puxões exagerei um pouco e Mili, a princípio, arqueou as costas o máximo que pôde, enfiando tudo até a raiz, depois se levantou um pouco, o que me permitiu apertar seus peitos empinados… ao mesmo tempo que Mili virava o rosto procurando meus lábios.
Entre gemidos e gemidos, nossas línguas e lábios trocavam carícias, sem que meu pau deixasse de castigar suas nádegas redondas, com uma mão continuava puxando suas tranças e com a outra apertando seus peitos e mamilos… Mili me olhava satisfeita com amor…
— Agora quero diferente… disse ela se libertando do meu domínio.
Me fez sentar no banco e ela sentou em cima de mim, de frente, pegou meu pau e apontou pro seu cu guloso, não demorando pra se empalar sozinha. Mili pulava gostoso em cima do meu pau, enquanto não parava de me beijar… era isso que ela queria… uma mistura de ternura, amor, excitação.
— Aiii… sim, meu amorrr… uhmmm… exclamou depois de um tempo, se tremendo.
Pouco depois, se contraiu, me arranhando as costas sem parar de me chupar com os lábios e a língua, agradecida por eu ter arrombado a bunda dela do jeito que ela gostava. Suspiramos um pouco… eu quis sair… mas Mili não deixou…
— Falta o outro… disse ela, provocando e rindo.
No começo não entendi, mas aí ela se levantou e apontou meu pau ainda duro pra sua buceta molhada… Mili queria a obra completa, queria sair dali com os dois buracos satisfeitos e também me agradar… pra terminar de profanar o lugar onde, com certeza, Vane sentaria com os amigos em alguns minutos.
Novamente Mili começou a pular em cima do meu pau duro de forma harmônica, se castigando sozinha. Ela apertava meu rosto contra seus peitos enormes, quase me obrigando a engoli-los enquanto Ela, com os olhos semicerrados, curtia mordendo os lábios.
- Ayyy love… ayyy love… uhmmm… gemia Mili, satisfeita.
Seu buraco quentinho, seu gemido doce… seus lábios suculentos com a língua brincalhona estavam me excitando, me levando ao limite… aguenta, porra… não goza antes dela… eu dizia pra mim mesmo, me dando força pra não fraquejar…
De repente, Mili começou a me apertar cada vez mais forte, os peitos dela se espremendo no meu peito, enquanto a respiração dela ficava mais ofegante, pulando cada vez mais rápido e forte… eu já conhecia aquela expressão, aquele transe, ela tava perto…
- Uhmmm… minha vidaaa… uhmmm… exclamou ela, estourando num orgasmo barulhento.
As contorções do corpo dela acabaram de me excitar… eu tava segurando minha gozada, deixando Mili aproveitar até o fim, enquanto ela me beijava… mas eu precisava afastá-la, senão ia gozar dentro dela.
- Ufff love… já… já… vou gozar… avisei.
Mili se afastou rápido, ajoelhou na minha frente, com um sorriso de orelha a orelha e os olhos brilhando de mulher apaixonada e satisfeita por terem sido bem servidos os dois buracos dela… não via aquela sintonia de felicidade entre o corpo e o rosto dela desde que éramos namorados… senti que a gente tinha recuperado aquela magia.
No chão, com os peitos de fora subindo e descendo pela agitação, Mili esperava paciente que eu esvaziasse todo meu líquido na boca dela e talvez no rosto, pra terminar de me satisfazer talvez com um boquete e uma chupada de prêmio… mas…
- Gente… me esperem um pouco… vou ver se tá tudo pronto… ouvimos do lado de fora da porta.
Porra… parecia a voz de… não… era a voz… da Vane… que ia conferir se a cabine privada dela tava pronta pra festa de aniversário. Daí a pouco ela abriu a porta com cara de surpresa ao ver Mili ajoelhada, de boca aberta, pronta pra receber minha enxurrada de porra…
Vane tapou a boca com as duas mãos, talvez pra não soltar gritos e xingamentos que chamassem mais gente. gente, enquanto os olhos dela cresciam brutalmente sem acreditar no que viam... soltou a porta, que se fechou rapidamente atrás dela, pra nossa sorte, evitando que algum curioso pudesse nos ver.
Minha descarga, que eu tinha segurado um pouco porque atrasei pra não gozar na buceta da Mili, não dava mais pra esperar, a natureza tinha que seguir seu curso... apesar da presença surpresa da Vane, a explosão líquida do meu pau era iminente...
- O quê? O que é isso?... conseguiu murmurar a Vane quase sem fôlego, sem entender o que tava rolando.
Ao virar instintivamente pra olhar pra Vane, desviei a pontaria do meu pau da boca da Mili... meus líquidos saíram expelidos como mangueira de bombeiro, pra todo lado... os bancos, as almofadas, a mesa de vidro, os drinks... e um pouco no rosto e na boca da Mili, que recebeu de boa vontade sem parar de sorrir satisfeita.
- Vocês de novo!... exclamou a Vane recuperando a voz, só então caindo na real que aquilo não era parte de um show contratado ou da hora louca do aniversário dela.
Ela parecia indignada e ao mesmo tempo enojada com a bagunça que a gente tava fazendo, talvez até humilhada porque o cara que deu bolo nela há 2 meses e rejeitou ela há algumas horas, tava comendo a rival dela no aniversário dela e no camarote reservado dela.
Além disso, lembrei que há pouco tempo atrás, a Vane tinha me proposto irmos pra um lugar mais privado... talvez ela tivesse se referindo a esse camarote, onde eu tinha acabado de arrebentar o cú da Mili em vez do dela... uma triste ironia às custas da Vane. Pra piorar a sorte dela, não era a primeira vez que ela nos pegava assim, igual foi na casa do Guille, na universidade e no clube, sempre no meio do ato sexual.
Sem dar muita importância pra presença da Vane, ou talvez de propósito pra ela ver, a Mili pegou meu pau descontrolado e jorrando, e foi direcionando e enfiando na boca dela, pra terminar de receber o jato de porra e limpar agradecida meu pau com a língua e os lábios dela...
A Vane, vermelha de raiva, contemplava a cena... imagem, vendo que a gente não tava dando bola pra ela. Ela tinha uma mão na porta fechada, pra evitar que mais alguém entrasse e visse como tinham profanado a sala vip dela onde ela esperava comemorar… mas a gente tinha se adiantado…
— Vocês são uns animais… caiam fora daqui! — gritou furiosa.
A gente se arrumou rapidinho no meio de risadas debochadas, feito criança pega no flagra, e depois saímos correndo… só que a Mili parou na porta e voltou pra perto da Vane, que, paralisada e mortificada, via como a gente tinha respingado o quarto inteiro.
— Na sua cara… sua puta! — gritou a Mili num tom de vingança pra Vane, que não conseguiu falar nada.
Tive que puxar a Mili pelo braço pra ela não continuar provocando a Vane, porque num último surto a Mili mostrou os dois dedos do meio pra ela enquanto fazia uma cara feroz… tinha que tirar ela dali antes que a Vane reagisse e rolasse uma briga.
A gente saiu rápido do quarto, enquanto via os amigos da Vane continuando a beber e dançar em volta de uma mesa grande, sem perceber os gritos que a Vane deu na gente, nem a nossa fuga… e que a Vane continuava soltando insultos furiosa lá dentro da “vip” dela.
Descemos as escadas e vimos a garçonete subindo apressada… coitada… ia ter que aguentar o mau humor da Vane e limpar a bagunça… A gente saiu da balada entre risadas, talvez quando a Vane se tocasse, mandaria a segurança da balada nos expulsar.
Só lá fora, percebi que a Mili tinha uma linha branca e pegajosa na bochecha, de um jato do meu gozo… mas que tinha se misturado com a maquiagem de índia dela.
— Que divertido… eu tava devendo essa pra aquela puta metida — disse a Mili, triunfante.
A Mili sentiu que tinha se vingado da humilhação que sentiu ao ver a foto dela no meu notebook… melhor que a foto foi a imagem ao vivo que a Vane levou ao ver a gente chegando no clímax no quarto que ela reservou, e assim ferrar a comemoração dela… embora depois o destino ainda guardasse outra história pra gente. Despesas da Vane…
No táxi a caminho da casa dela, de vez em quando a Mili lembrava do que tinha acontecido e ria pra caralho, depois me beijava feliz… enquanto deixava eu abraçar ela e segurava minha mão com carinho… Não precisei falar nada… a gente tinha voltado a ser um casal…
Mas tínhamos um futuro incerto pela frente… a gente tinha vencido essa batalha contra a Vane, mas ia perder a guerra com outra pessoa…
Continua…
Ela tava no meio de um grupo de amigos, incluindo o Guille, provavelmente discutindo as respostas da prova… mas quando me viu, o rosto dela se iluminou, largou todo mundo e veio me encontrar. Me contou que foi super bem, me agradeceu pela ajuda, fomos jantar e depois deixei ela em casa. Não pude entrar porque os pais dela já estavam lá e não quis atrapalhar.
Mesmo ela não tendo pedido, insisti e acompanhei ela nos exames médicos. Depois de uns dias de estresse, fomos buscar os resultados… deram negativo… sorrimos aliviados, nos abraçando de alegria, enquanto ela ligava pros pais pra contar.
Mas… mesmo com os exames médicos dando certo, o aviso tava dado: ela tinha que fazer os check-ups regularmente. Não podia cantar vitória… sempre aquele lado negativo que a gente tem me fazia sentir que essa doença ia dar um jeito de nos separar… embora não do jeito que eu imaginava…
Depois dessas semanas agitadas, chegou o fim de semana da comemoração do Dia das Bruxas… que, mesmo não sendo uma celebração latino-americana, já tinha virado, há alguns anos, uma desculpa pros jovens saírem pra se divertir, e até pras crianças pedirem doces.
Minha situação com a Mili era confusa, a gente não era um casal, mas eu sentia que éramos mais que amigos… na verdade, parecia que ela tava me testando pra ver se eu recuperava a confiança dela, o que não me incomodava… também não conversamos sobre isso, só deixávamos rolar…
Como eu tava dizendo, depois dessas semanas de correria e estresse, a Mili deu a ideia da gente sair pra se divertir, dançar e relaxar… eu não recusei… ela tinha se interessado por uma festa numa balada, mas a entrada era só com fantasia… ela nunca tinha ido a uma Uma festa dessas e ela adorou a ideia, eu, por outro lado, não tava muito afim de me fantasiar... mas fazer o quê... só pra agradar ela...
Pois bem, acabei me fantasiando de pirata: calça preta, camisa branca solta, faixa vermelha na cintura e chapéu estilo Jack Sparrow, com tapa-olho e tudo. Pra ser sincero, me senti ridículo, ainda mais quando via a cara do taxista que me levou até a casa da Mili.
Esperei um pouco na porta, até que a Mili saiu vestida de... como dizer... uma nativa norte-americana gostosa, com um vestido bege cheio de estampas indígenas que terminava em minissaia, ombros de fora e um decote... uffa... uma delícia, ver como, mesmo sendo solto, o vestido marcava os peitos e a raba dela...
Pra completar a fantasia, a Mili tinha pintado as bochechas com aquelas listras características de filme de faroeste, duas tranças que caíam nos ombros apontando pros peitos redondos dela... e de quebra, uma tiara com uma pena na testa.
Fiquei uns instantes devorando ela com os olhos e depois fomos pra balada. Tinha uma fila enorme pra entrar, mas ela falou pra gente ir na frente, que talvez tivéssemos sorte... apesar da bunda, acho que o segurança viu a bunda da Mili e deixou a gente passar... não sem dar uma olhada, marcando território.
A Mili percebeu e me puxou pelo braço, já tava dentro, não era pra arrumar confusão. A verdade é que a gente esperava relaxar e passar despercebido naquele lugar afastado da faculdade... mas...
A grande ideia da Mili de ir naquela balada, pelo visto, foi compartilhada por vários alunos dos últimos períodos. Esbarramos em várias caras conhecidas... mas nem ligamos, seguimos nosso caminho... Mili falou que não tava a fim de se juntar a grupo nenhum, que só queria ficar comigo, dançar e beber algo de boa, sem fofoca nem nada.
A gente achou uma mesinha pra dois, no segundo andar, longe da multidão, mas com vista pra pista de dança. Pedimos Uns tragos, enquanto conversávamos alegremente, esperando alguma música que animasse a gente a dançar. Começamos a relembrar histórias do nosso relacionamento, quando éramos namorados… os eventos recentes… nossos planos depois da faculdade…
Sem querer, já tínhamos vários drinques na cabeça… até que a Mili falou que ia no banheiro (banheiro feminino), achei engraçado vê-la se levantar meio tonta e andar cambaleando uns metros até se equilibrar… e gostei ainda mais de ver como no caminho ela recusava convites pra dançar…
Eu tava tranquilo, tomando uma cerveja, otimista com o rumo da noite… até sentir uma presença sinistra… um frio percorreu minhas costas e meu pescoço ficou dormente… senti uma mão delicada acariciando meu ombro…
- Oi… quanto tempo… era a voz provocante da loira Vane.
- Ahhh… é… bom… tava ocupado… falei, amaldiçoando minha sorte.
- Você não atende mais minhas ligações… reclamou ela, insinuante.
- Bom, não queria ouvir suas reclamações sobre o que rolou da última vez (que te deixei plantada no hotel), lembra?… respondi sarcástico.
- Isso foi há meses e já te perdoei… quero recomeçar… disse ela, na maior cara de pau, sem disfarçar o desgosto com aquela lembrança.
Merda… como faço pra essa maluca ir embora?, pensava. Eu tava sendo até meio agressivo com ela, mostrando meu desconforto com a presença dela, mas nem assim a Vane ia embora. Ainda me dava o perdão por ter deixado ela esperando num quarto de hotel.
Pra falar a verdade, a Vane tava fazendo jus à imagem que eu tinha dela na minha cabeça, de uma bruxa: veio com um chapéu preto (daqueles pontudos de feiticeira), um vestido preto justinho, bem decotado deixando ver os peitões empinados, terminando numa minissaia pequena que, de tão apertada, deixava pouco pra imaginação, mostrando as coxas bem trabalhadas.
- Acho que vi o Guille por ali… menti, tentando afastá-la de novo.
- Ai… não me importa… é meu aniversário e ninguém vai estragar pra mim… disse ela, entediada.
Agora tudo fazia sentido, aquela doida só podia ter nascido num dia de bruxas… mas tanto faz, a Mili já devia estar voltando… eu tinha que mandá-la embora, deixando meu ego de lado (achando que a Vane me queria) — talvez a insistência dela em ficar do meu lado fosse pra provocar a Mili.
- Desculpa, é que não vim sozinho… tô esperando alguém… falei, apressando ela.
- Que grosso… eu também não vim sozinha (ali está meu grupo de amigos), mas você não vai me negar uma dança pelo meu aniversário… e pelos velhos tempos… completou ela, cheia de charme.
Nessa última referência, ela passou a mão sugestivamente pelas minhas costas, enquanto com a outra se acariciava por cima do decote, daqueles melões branquinhos e suculentos que começavam a me hipnotizar… inflando meu ego de novo, pensei: essa mina quer que eu coma ela de novo, falei comigo mesmo…
- Talvez a gente possa encontrar um lugar mais reservado… completou ela, sedutora, ao ver que eu não respondia.
A Vane não tava nem aí se eu tinha companhia (ou talvez já soubesse ou desconfiasse que vim com a Mili), também não ligava pro grupo de amigos dela. Pela voz, pelo olhar, pelo sorriso e pela expressão corporal, era óbvio que ela queria que eu arrombasse a buceta dela de novo…
Sou homem e aquela bruxa tava uma gostosa do caralho, mas doida, e lembrei que foi por causa dela que a Mili terminou comigo. Merda… Mili, procurei o caminho do banheiro e não achei… talvez ela já tenha me visto com a Vane e resolvido dançar com outro… olhei pra pista de dança e nada… Cadê ela?... Foi embora?
- Oi, Vane… disse uma voz nada amigável do meu lado.
Porra… que nem um fantasma, a Mili apareceu do meu lado. Enquanto a Vane me devorava com os olhos e se insinuava, a Mili se aproximava que nem uma fera silenciosa… Já me ferrei de novo, pensei ao vê-la, enquanto a Vane continuava com a mão no meu ombro.
- Oi, Mili… respondeu a Vane, sem vontade, sem parar de acariciar meu ombro.
A presença da Mili tinha estragado os planos da Vane sobre o que ela pensava em fazer comigo… ou o que pensava em deixar eu fazer nela de presente. De aniversário, talvez a Vane estivesse me esperando com um lacinho de presente na bunda bem desenhada dela, pronta pra eu arrebentar...
- Vem, amor... vamos dançar... disse a Mili, imperativa.
Ela me deu um beijo, me pegou pela mão e praticamente me puxou pra pista de dança, enquanto resmungava uma série de xingamentos baixinho. Mal consegui ver a Vane com o rosto descomposto e furiosa porque a Mili tava me afastando do troféu dela... ela se sentiu desprezada e parecia que ia voltar pra carga a qualquer momento, se reagrupou com os amigos sem parar de nos olhar...
A Mili, por outro lado, se sentia desafiada por ela, pelo olhar provocador, pelas intenções dela em relação a mim. A Vane tinha sido a pedra no sapato entre nós, com as manipulações mimadas dela... Então a Mili, em resposta, me beijava com paixão enquanto dançávamos abraçados, só pra provocar a Vane...
- Te dou 2 minutos... e essa oferecida aparece à espreita feito urubu... disse ela, irritada.
- Já é, amor... não liga pra ela... falei, beijando ela e indo na onda.
- Justo ela tinha que estar aqui... que raiva... resmungou a Mili.
- Esquece isso... agora a gente tá junto... falei, acalmando ela.
- É... a gente tá junto... Você é só meu?... disse ela, ficando melosa, não sabia se era pelas minhas palavras ou se era teatro pra fazer a espectadora Vane ficar mais puta ainda.
- Sim, só seu... respondi, beijando ela com ternura.
Aos poucos, com a dança, fomos esquecendo a Vane e os olhares venenosos dela. Fomos nos aproximando no ritmo da música, cada vez mais provocante. Nossos corpos foram se juntando e se esfregando no som das músicas, que, pelo jeito que se dançam, iam horrorizar nossos pais.
Cada vez ficávamos mais excitados, por ela mexer a bunda redonda na minha virilha, o peitão dela quicando no meu... ou só de ver eles pularem no ritmo da música, nossos olhares iam mudando de desejo, assim como nossos beijos.
- Aiii... amorrr... quero que você arrebente minha buceta... sussurrou a Mili no meu ouvido. Enquanto dançávamos colados, esfregando todas as saliências dos nossos corpos.
Merda… como recusar aquele pedido… mas aqui? e agora?... Onde?... pensava comigo, se levasse ela pra outro lugar, talvez a excitação dela diminuísse, era melhor aproveitar aquela putaria que a gente já tava sentindo…
- Vamos… falei puxando ela pela mão no meio da multidão da pista de dança.
Lembrava de ter visto um banheiro no mezanino, na direção da nossa mesa… uma vez já tinha usado um lugar assim, pouco movimentado numa balada, pra relembrar os velhos tempos com uma amiga de colégio com quem me iniciei nos prazeres do sexo… mas isso é outra história.
Voltando ao relato… o tal banheiro deixou de ser opção quando vi um monte de mina entrando e saindo, era arriscado demais. Até que, tentando disfarçar nosso flagra no banheiro, começamos a nos beijar encostados numa parede… foi aí que vi nossa chance vencedora…
Numa porta ao lado tinha um letreiro pequeno que dizia “Box reservado” e embaixo um papel com “Srta. Vanesa…” e um pouco mais abaixo “a partir das 12…” então tava livre até meia-noite… e a gente tinha pouco mais de meia hora, tempo suficiente.
Entramos rapidamente, vendo que o lugar era propício pra nossa safadeza, ainda mais com o tesão de profanar o espaço onde a Vane e os amigos iam comemorar o aniversário.
- Srta. Vanesa… já tá tudo pronto… pode entrar… falou uma garçonete que dava os últimos retoques.
Puxei a mão da Mili e ela entrou na onda, se passaria pela Vane pra liberarem a sala pra gente.
- Ficou tudo muito lindo… obrigada, moça… disse a Mili nervosa.
- Qualquer coisa que precisarem, é só tocar a campainha que eu venho… respondeu a garçonete e foi embora.
Nos deixou naquele quarto espaçoso, com uns banquetas de couro em volta de uma mesinha de centro com bebidas e outra mesa maior com bolo e salgadinhos, decorado com balões e tal. A única coisa que nos inibiu um pouco foi a janelona que dava pra pista de dança… será que Viu?
Mili nem quis chegar perto da venda, percebi que era daqueles vidros polarizados, que a gente vê pra fora mas ninguém vê pra dentro, lembrei que da pista de dança não dava pra ver nada lá dentro… cheguei perto pra ver o panorama… bom, era um salão VIP, digno da nossa putaria.
Quando virei, percebi que outro panorama me esperava… Mili já tinha se ajeitado de quatro em cima de um dos bancos, tinha levantado a saia e me esperava com aquele rabão empinado e as pernas abertas, pra me mostrar aquele cuzinho enrugado e guloso, ansioso pra ser penetrado.
— E então… o que cê tá esperando?... não tem muito tempo… ela disse me apressando com a cara excitada.
Corri pra perto dela rapidinho, ela fez um sinal, queria provar meu pau antes de eu enfiar no cu dela… chupei, lambi e suguei por uns segundos, dando a aprovação dela pro grau de dureza que já tava aparecendo, só então ela deixou eu ir pra retaguarda.
Me ajoelhei atrás dela e penetrei devagar aquele cuzinho enrugado, enquanto notava a pele dela se arrepiando e ela, ansiosa, recuava pra enfiar meu pau inteiro, se esticando pra trás.
— Assiiim amorrr… assiiim… que delíciaaa… ela exclamou quando sentiu meu pau entalando ela de novo.
O corpo dela curtia o momento, Mili começou a rebolar aquele rabão no meu pau duro, saboreando a dureza centímetro por centímetro, enquanto eu curtia o espetáculo que ela me dava. Diante da minha inação, Mili começou a bombar a própria bunda… indo e vindo, quicando aquele rabão gordo na minha virilha.
— Mete logo… pelo amorrr… ela implorava pra eu reagir e dominar ela.
Comecei a bombar harmoniosamente, até pegar o ritmo… os gemidos quentes dela enchiam o ambiente e se misturavam com a música. No vai e vem daquele rabão enorme, o vestido que mal se segurava nos ombros tinha subido até a cintura, liberando os peitos dela que balançavam no compasso do meu ritmo, igual às tranças dela.
Peguei aquela beirada do vestido com uma mão, enquanto com a outra pegava suas tranças e puxava pra trás, montando nela como uma gostosa selvagem que precisava ser domada…
— Uhmmm… Siii… me monta assim… arrebenta minha bunda… suplicava Mili excitada.
Num dos puxões exagerei um pouco e Mili, a princípio, arqueou as costas o máximo que pôde, enfiando tudo até a raiz, depois se levantou um pouco, o que me permitiu apertar seus peitos empinados… ao mesmo tempo que Mili virava o rosto procurando meus lábios.
Entre gemidos e gemidos, nossas línguas e lábios trocavam carícias, sem que meu pau deixasse de castigar suas nádegas redondas, com uma mão continuava puxando suas tranças e com a outra apertando seus peitos e mamilos… Mili me olhava satisfeita com amor…
— Agora quero diferente… disse ela se libertando do meu domínio.
Me fez sentar no banco e ela sentou em cima de mim, de frente, pegou meu pau e apontou pro seu cu guloso, não demorando pra se empalar sozinha. Mili pulava gostoso em cima do meu pau, enquanto não parava de me beijar… era isso que ela queria… uma mistura de ternura, amor, excitação.
— Aiii… sim, meu amorrr… uhmmm… exclamou depois de um tempo, se tremendo.
Pouco depois, se contraiu, me arranhando as costas sem parar de me chupar com os lábios e a língua, agradecida por eu ter arrombado a bunda dela do jeito que ela gostava. Suspiramos um pouco… eu quis sair… mas Mili não deixou…
— Falta o outro… disse ela, provocando e rindo.
No começo não entendi, mas aí ela se levantou e apontou meu pau ainda duro pra sua buceta molhada… Mili queria a obra completa, queria sair dali com os dois buracos satisfeitos e também me agradar… pra terminar de profanar o lugar onde, com certeza, Vane sentaria com os amigos em alguns minutos.
Novamente Mili começou a pular em cima do meu pau duro de forma harmônica, se castigando sozinha. Ela apertava meu rosto contra seus peitos enormes, quase me obrigando a engoli-los enquanto Ela, com os olhos semicerrados, curtia mordendo os lábios.
- Ayyy love… ayyy love… uhmmm… gemia Mili, satisfeita.
Seu buraco quentinho, seu gemido doce… seus lábios suculentos com a língua brincalhona estavam me excitando, me levando ao limite… aguenta, porra… não goza antes dela… eu dizia pra mim mesmo, me dando força pra não fraquejar…
De repente, Mili começou a me apertar cada vez mais forte, os peitos dela se espremendo no meu peito, enquanto a respiração dela ficava mais ofegante, pulando cada vez mais rápido e forte… eu já conhecia aquela expressão, aquele transe, ela tava perto…
- Uhmmm… minha vidaaa… uhmmm… exclamou ela, estourando num orgasmo barulhento.
As contorções do corpo dela acabaram de me excitar… eu tava segurando minha gozada, deixando Mili aproveitar até o fim, enquanto ela me beijava… mas eu precisava afastá-la, senão ia gozar dentro dela.
- Ufff love… já… já… vou gozar… avisei.
Mili se afastou rápido, ajoelhou na minha frente, com um sorriso de orelha a orelha e os olhos brilhando de mulher apaixonada e satisfeita por terem sido bem servidos os dois buracos dela… não via aquela sintonia de felicidade entre o corpo e o rosto dela desde que éramos namorados… senti que a gente tinha recuperado aquela magia.
No chão, com os peitos de fora subindo e descendo pela agitação, Mili esperava paciente que eu esvaziasse todo meu líquido na boca dela e talvez no rosto, pra terminar de me satisfazer talvez com um boquete e uma chupada de prêmio… mas…
- Gente… me esperem um pouco… vou ver se tá tudo pronto… ouvimos do lado de fora da porta.
Porra… parecia a voz de… não… era a voz… da Vane… que ia conferir se a cabine privada dela tava pronta pra festa de aniversário. Daí a pouco ela abriu a porta com cara de surpresa ao ver Mili ajoelhada, de boca aberta, pronta pra receber minha enxurrada de porra…
Vane tapou a boca com as duas mãos, talvez pra não soltar gritos e xingamentos que chamassem mais gente. gente, enquanto os olhos dela cresciam brutalmente sem acreditar no que viam... soltou a porta, que se fechou rapidamente atrás dela, pra nossa sorte, evitando que algum curioso pudesse nos ver.
Minha descarga, que eu tinha segurado um pouco porque atrasei pra não gozar na buceta da Mili, não dava mais pra esperar, a natureza tinha que seguir seu curso... apesar da presença surpresa da Vane, a explosão líquida do meu pau era iminente...
- O quê? O que é isso?... conseguiu murmurar a Vane quase sem fôlego, sem entender o que tava rolando.
Ao virar instintivamente pra olhar pra Vane, desviei a pontaria do meu pau da boca da Mili... meus líquidos saíram expelidos como mangueira de bombeiro, pra todo lado... os bancos, as almofadas, a mesa de vidro, os drinks... e um pouco no rosto e na boca da Mili, que recebeu de boa vontade sem parar de sorrir satisfeita.
- Vocês de novo!... exclamou a Vane recuperando a voz, só então caindo na real que aquilo não era parte de um show contratado ou da hora louca do aniversário dela.
Ela parecia indignada e ao mesmo tempo enojada com a bagunça que a gente tava fazendo, talvez até humilhada porque o cara que deu bolo nela há 2 meses e rejeitou ela há algumas horas, tava comendo a rival dela no aniversário dela e no camarote reservado dela.
Além disso, lembrei que há pouco tempo atrás, a Vane tinha me proposto irmos pra um lugar mais privado... talvez ela tivesse se referindo a esse camarote, onde eu tinha acabado de arrebentar o cú da Mili em vez do dela... uma triste ironia às custas da Vane. Pra piorar a sorte dela, não era a primeira vez que ela nos pegava assim, igual foi na casa do Guille, na universidade e no clube, sempre no meio do ato sexual.
Sem dar muita importância pra presença da Vane, ou talvez de propósito pra ela ver, a Mili pegou meu pau descontrolado e jorrando, e foi direcionando e enfiando na boca dela, pra terminar de receber o jato de porra e limpar agradecida meu pau com a língua e os lábios dela...
A Vane, vermelha de raiva, contemplava a cena... imagem, vendo que a gente não tava dando bola pra ela. Ela tinha uma mão na porta fechada, pra evitar que mais alguém entrasse e visse como tinham profanado a sala vip dela onde ela esperava comemorar… mas a gente tinha se adiantado…
— Vocês são uns animais… caiam fora daqui! — gritou furiosa.
A gente se arrumou rapidinho no meio de risadas debochadas, feito criança pega no flagra, e depois saímos correndo… só que a Mili parou na porta e voltou pra perto da Vane, que, paralisada e mortificada, via como a gente tinha respingado o quarto inteiro.
— Na sua cara… sua puta! — gritou a Mili num tom de vingança pra Vane, que não conseguiu falar nada.
Tive que puxar a Mili pelo braço pra ela não continuar provocando a Vane, porque num último surto a Mili mostrou os dois dedos do meio pra ela enquanto fazia uma cara feroz… tinha que tirar ela dali antes que a Vane reagisse e rolasse uma briga.
A gente saiu rápido do quarto, enquanto via os amigos da Vane continuando a beber e dançar em volta de uma mesa grande, sem perceber os gritos que a Vane deu na gente, nem a nossa fuga… e que a Vane continuava soltando insultos furiosa lá dentro da “vip” dela.
Descemos as escadas e vimos a garçonete subindo apressada… coitada… ia ter que aguentar o mau humor da Vane e limpar a bagunça… A gente saiu da balada entre risadas, talvez quando a Vane se tocasse, mandaria a segurança da balada nos expulsar.
Só lá fora, percebi que a Mili tinha uma linha branca e pegajosa na bochecha, de um jato do meu gozo… mas que tinha se misturado com a maquiagem de índia dela.
— Que divertido… eu tava devendo essa pra aquela puta metida — disse a Mili, triunfante.
A Mili sentiu que tinha se vingado da humilhação que sentiu ao ver a foto dela no meu notebook… melhor que a foto foi a imagem ao vivo que a Vane levou ao ver a gente chegando no clímax no quarto que ela reservou, e assim ferrar a comemoração dela… embora depois o destino ainda guardasse outra história pra gente. Despesas da Vane…
No táxi a caminho da casa dela, de vez em quando a Mili lembrava do que tinha acontecido e ria pra caralho, depois me beijava feliz… enquanto deixava eu abraçar ela e segurava minha mão com carinho… Não precisei falar nada… a gente tinha voltado a ser um casal…
Mas tínhamos um futuro incerto pela frente… a gente tinha vencido essa batalha contra a Vane, mas ia perder a guerra com outra pessoa…
Continua…
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