Depois de uma noite incrível com minha vizinha Susy, nos vestimos e eu a acompanhei até o muro que separa nossas casas. Subi por uma das minhas escadas e pulei no quintal dela. Sorte! As chaves estavam no meio do jardim. Saí em direção à minha casa e ela abriu o portão. Levei-a até a porta da casa dela e, como ainda era muito cedo, ela me deu um beijão na boca. Massageei a bunda dela e dei um tapaço gostoso. Ela sorriu safada e eu fui pra minha casa. Entrei e meu vizinho Ramón estava mesmo dormindo. Deitei no sofá e me ajeitei pra dormir também... Não tinha passado nem meia hora, quando, no silêncio da manhã, pude ouvir claramente uma respiração meio ofegante... Abri os olhos e a presença do Ramón, que estava em pé na beirada da minha cabeça, me fez virar pra olhar ele... Bom, a primeira imagem foi vê-lo pelado, com o pau quase dentro dos meus olhos...
Claro que foi uma imagem deliciosa, sorri pra Ele e, depois de um breve cumprimento... ele me deu uma encoxada, passando ela da minha testa até a boca, esfregando suave mas com a mão firme, e assim, passo a passo e pouco a pouco, depositou ela nos meus lábios. Eu estiquei a língua e comecei a passar por toda a cabecinha dele, brincando e ao mesmo tempo puxando aquele fio delicioso de líquido pré-seminal, que fui sugando diante dos olhos dele. Ele gemeu bem baixinho e rouco ao mesmo tempo... Fechou os olhos, curtindo a lambida, e num dado momento, engoli ele inteiro num ritmo quente de sucções fortes. Ele foi empurrando o pau dele o mais fundo que dava, e começou um vai e vem forte, bombando pra me comer literalmente pela boca.
Perdi a noção do tempo, mas posso apostar que o Ramón tem um fôlego danado... Mesmo curtindo, não sabia o que doía mais: a garganta com a bombada constante, a boca aberta que nem no dentista, ou a base do crânio por ficar tanto tempo na mesma posição... Nunca reclamei, haha, mas a resistência do Ramón passou um "pouquinho" do ponto... Só que vale dizer que a recompensa valeu a pena na hora que ele soltou uma descarga do caralho, forte e cheia, lá dentro da minha garganta... Senti as pulsações dele nos lábios, até na entrada da campainha... Continuei chupando o pau dele, e ele endureceu de novo, me virou, me colocou de quatro no sofá, e com o pau molhado, só com um pouco de saliva, empunhou e foi enfiando com força...
Não pude evitar um pequeno "Ai!" Não era a primeira vez que algo assim acontecia, mas, embora gostoso, não deixa de ser meio selvagem... Depois de ter entrado mais da metade, segurou minha cintura com muita força e se deixou ir de uma vez até o fundo. Perguntei, rindo entre gargalhadas, se era uma vingança por eu ter comido a Susy, e ela respondeu que não, que estava com um caso de impotência furtiva e que precisava aproveitar o tempo que o pau dela ficasse duro. Deixei assim por mais um tempo e saí de repente... Sentei e conversamos por um bom tempo. Mostrei a ela que era tudo uma questão de saber controlar o tempo e, acima de tudo, deixar o álcool de lado, que a Susy não tinha traído ela, que só tinha exercido o direito de mulher dela... Falamos sobre fantasias, sobre tantos pontos, e xx... coisas. Tomamos um banho juntos, um café depois, pelados, claro. Fomos pro meu quarto, e lá continuamos conversando com mais liberdade e confiança, enquanto, com os dedos do pé, eu brincava com o pau e as bolas dela. Ambos percebemos que o pau dela ficou duro, e eu comecei a chupar. Ela gozou um pouco, mas não perdeu a rigidez, continuou bem dura. Ela pediu pra eu sentar nela, e eu me acomodei, e foi entrando em mim, bombando. Gozou de novo, se soltou e me colocou em outra posição. Me comeu por um bom tempo.
Deve ter gozado umas 2 vezes a mais, e tava muito feliz por ter aguentado daquele jeito... Combinou de fazer assim com a Susy e prometeu ter uma conversa com Ela e fazer um encontro dos três em casa...
Claro que foi uma imagem deliciosa, sorri pra Ele e, depois de um breve cumprimento... ele me deu uma encoxada, passando ela da minha testa até a boca, esfregando suave mas com a mão firme, e assim, passo a passo e pouco a pouco, depositou ela nos meus lábios. Eu estiquei a língua e comecei a passar por toda a cabecinha dele, brincando e ao mesmo tempo puxando aquele fio delicioso de líquido pré-seminal, que fui sugando diante dos olhos dele. Ele gemeu bem baixinho e rouco ao mesmo tempo... Fechou os olhos, curtindo a lambida, e num dado momento, engoli ele inteiro num ritmo quente de sucções fortes. Ele foi empurrando o pau dele o mais fundo que dava, e começou um vai e vem forte, bombando pra me comer literalmente pela boca.
Perdi a noção do tempo, mas posso apostar que o Ramón tem um fôlego danado... Mesmo curtindo, não sabia o que doía mais: a garganta com a bombada constante, a boca aberta que nem no dentista, ou a base do crânio por ficar tanto tempo na mesma posição... Nunca reclamei, haha, mas a resistência do Ramón passou um "pouquinho" do ponto... Só que vale dizer que a recompensa valeu a pena na hora que ele soltou uma descarga do caralho, forte e cheia, lá dentro da minha garganta... Senti as pulsações dele nos lábios, até na entrada da campainha... Continuei chupando o pau dele, e ele endureceu de novo, me virou, me colocou de quatro no sofá, e com o pau molhado, só com um pouco de saliva, empunhou e foi enfiando com força...
Não pude evitar um pequeno "Ai!" Não era a primeira vez que algo assim acontecia, mas, embora gostoso, não deixa de ser meio selvagem... Depois de ter entrado mais da metade, segurou minha cintura com muita força e se deixou ir de uma vez até o fundo. Perguntei, rindo entre gargalhadas, se era uma vingança por eu ter comido a Susy, e ela respondeu que não, que estava com um caso de impotência furtiva e que precisava aproveitar o tempo que o pau dela ficasse duro. Deixei assim por mais um tempo e saí de repente... Sentei e conversamos por um bom tempo. Mostrei a ela que era tudo uma questão de saber controlar o tempo e, acima de tudo, deixar o álcool de lado, que a Susy não tinha traído ela, que só tinha exercido o direito de mulher dela... Falamos sobre fantasias, sobre tantos pontos, e xx... coisas. Tomamos um banho juntos, um café depois, pelados, claro. Fomos pro meu quarto, e lá continuamos conversando com mais liberdade e confiança, enquanto, com os dedos do pé, eu brincava com o pau e as bolas dela. Ambos percebemos que o pau dela ficou duro, e eu comecei a chupar. Ela gozou um pouco, mas não perdeu a rigidez, continuou bem dura. Ela pediu pra eu sentar nela, e eu me acomodei, e foi entrando em mim, bombando. Gozou de novo, se soltou e me colocou em outra posição. Me comeu por um bom tempo.
Deve ter gozado umas 2 vezes a mais, e tava muito feliz por ter aguentado daquele jeito... Combinou de fazer assim com a Susy e prometeu ter uma conversa com Ela e fazer um encontro dos três em casa...
1 comentários - Presente dos sonhos... (parte 2). Bi