Problemas no hospital de Solano. Depois de deixar meu avô internado uns 3 dias, sem dar muita atenção pra ele, tive que cuidar dele. Naquela noite, comecei bem confortável, de boa, tava quentinha, num quarto do lado do meu avô. Não deixavam eu ficar com ele porque tava na UTI ou algo assim. O ambiente tava agradável, já era meia-noite e eu tava cochilando com o celular na mão, me apoiei numa cadeira com os pés em outra, esperando pegar no sono. Tinha 4 pessoas, todas dormindo. Aí escuto um gemido de mulher, bem seguido, mas era um hospital, né, então ignorei. Daí, do nada, escuto um "aaahhhahaha" bem gostoso, parecia a mesma pessoa. Me ajeitei melhor, me cobri com a jaqueta e tentei dormir de novo. E aí, de novo, escutei o gemido, entre dor e prazer. Comecei a investigar. No fundo do corredor, atrás da última porta, dava pra ouvir um "ahaaaaa" bem prazeroso. A porta não tava totalmente fechada, e do lado tinha uma espécie de mini-depósito de toalhas e roupas. Quando ouvi alguém vindo, me enfiei lá. As paredes eram tão finas que dava pra ouvir claramente a conversa. (Listei as vozes) -1: "É a minha vez agora." -2: "Fala, manda." -1: "Ou dou no cu dela mais tarde." -3: "Não, no cu agora." -2: "Deixa ela continuar chupando." -4: "Ela tá muito gostosa." -5: "Chama os outros." -6: "Já chamei, eles chegam às 2: José, Adriano, Franco e Pablo." Hahaha (só risadas). E dava pra ouvir eles metendo sem parar em alguém. Não soube exatamente quantos caras eram, mas imaginei uns 6 ou 7. Entre eles, tinha 2 ou 3 seguranças, mas parecia que não eram dali, porque falavam que tinham escapado de sei lá onde. Fiquei com um medo danado. Tentei sair dali, mas tinha 2 caras do lado de fora, parecia que esperavam a vez deles. E era impossível não ouvir as conversas e os gemidos da mulher. Me enfiei atrás da porta e fiquei bem quietinha, sem me mexer. Já era 1 da manhã e eles... ouvia que entravam e saíam, rodavam, trocavam, a putinha gemia de prazer, e fiquei com um tesão do caralho, quando olhei de novo pra escapar, saí, correndo, entrei onde estavam as 4 pessoas dormindo, em cadeiras diferentes, e sentei longe delas no chão, num canto, não saía da minha cabeça a imagem de uma putinha sendo estuprada, na vontade dela, e fiquei com tesão de novo, pra caralho. Tanto que comecei a pensar, como deve ser, como deve se sentir, o que é gostoso em ser comida sem parar, por uns caras, igual uma puta barata, e comecei a pensar na minha escola, que fica na frente, a técnica 3 de San Fco Solano. Nessa escola conheci muitos meninos gostosos, e eu já tava terminando, tava no último ano e comecei a pensar nas oficinas, nos cantinhos que me contaram, na parte de cima da escada, e fiquei com um tesão tão grande, que tava me dedando, os dedos na minha buceta, sentia como enfiava eles mais fundo, e me excitava mais, tava com um tesão, enorme, e coloquei a jaqueta por cima das minhas pernas, tapando minha cintura e parte dos peitos, e no hospital, a poucos passos das 4 pessoas que dormiam no mesmo quarto, a 2 ou 3 metros do meu avô, e com a buceta fervendo, comecei a enfiar os dedos, abaixei um pouco a calça, apoiei minha bunda no chão frio, e abri um pouquinho as pernas, fiquei me masturbando ali na frente de todo mundo, enfiava 2 dedos e metia até o fundo, sentia os pelinhos pubianos puxando na minha buceta, e como meus dedos iam entrando cada vez mais, tava muito excitada, e comecei a me soltar um pouco, fazendo mais na cara dura, total não tinha ninguém, todo mundo dormia, fiquei tão com tesão, que até pensei em ir com essa garota que gemia que nem puta de vez em quando, lamber umas rolas com minha boca, isso não seria nada mal, já tava entregue, com tesão que nem puta de rua, não ligava pra nada, total quem ia saber, num hospital, numa sala de internação, já era. Tavam fodendo uma outra puta que caísse, e eu não aguentei mais, levantei, arrumei minha roupa e saí pra lá. Tinha um segurança, assim que saí do corredor, cara de cu, véio feio, que baixou toda minha adrenalina, me dizendo: "Não pode passar pra lá, mocinha". Não, mas eu tava indo, e aí chega um cara e dá um grito que me assustou, já tinha baixado o tesão. O véio me fala: "Não pode circular", e me manda embora. Fui pro banheiro, e lá, lavei o rosto, me esfriei um pouco, e comecei a pensar no que eu tava prestes a fazer, tava louca. Passou a calentura, ardia os pelos e falei pra mim mesma: amanhã vou depilar tudo. Voltei pro quarto, o véio ainda tava conversando com o cara que gritou, e me sentei na minha cadeira, levantei as pernas como no começo, me acomodei e dormi. Quando acordei, já era de madrugada, umas 6 e meia, e tinha gente pra todo lado. Fui no corredor e o véio feio tava sentado. Fui na casa do meu avô, ele ainda tava dormindo. Perguntei pra enfermeira se tava tudo bem e, com cara de feliz aniversário, ela disse que sim. Não entendi nada, parecia viajando. E aí chegou uma mensagem que iam me substituir. Saí pra rua, me sentei pra esperar do lado de um churros, e a enfermeira saiu, totalmente vestida normal, com calça jeans e uma jaqueta tipo inflável porque tava muito frio. A uns 2 metros de mim, ela começou a falar com alguém. Não prestei muita atenção, só vi que era muito bonita, cara branquinha, medidas certas, era uma modelinho, bonita e um pouco baixinha, devia ter uns 1,60 mais ou menos. Eu era mais alta. Quando ela terminou de conversar, comecei a pensar na voz dela e lembrei de tudo. Era ela, pra mim era ela. E não fiz mais nada além de me aproximar e ouvi ela dizer pra um cara: "Tchau, linda", e ele responde: "Valeu por trazer seus amigos...
6 comentários - Hospital do Solano