Não sei como foi parar 8

…Acordei aos poucos e demorei pra adaptar a vista ao quarto. Sentia frio no corpo, apesar do mês em que estávamos. O ar-condicionado fazia efeito no quarto. Peguei minha calcinha engatinhando no carpete do quarto e procurei meu sutiã com o olhar até achar. Juntei tudo e, dando uma olhada na cama, confirmei que minha cunhada e o Mario continuavam dormindo. Me tranquei no banheiro e vesti minha roupa íntima rapidinho. Depois de colocar cada peça no lugar, me senti um pouco mais segura (é incrível o que ficar nua faz, a insegurança que causa). Me coloquei na frente do espelho e achei estranho. A mulher que via refletida não era a Laura que eu conhecia. Não me sentia arrependida, só me sentia estranha. Só isso. Uma estranha. Ajeitei o sutiã, apesar do pouco que se pode arrumar numa peça tão pequena, e vi meus mamilos duros aparecendo por baixo do tecido. Um arrepio fez cada pedaço do meu corpo se eriçar, e do meu sexo saiu algo que molhou minha calcinha e que lembrei como a gozada do macaco que minha cunhada tinha me apresentado há pouco tempo e que, em questão de minutos, me fez ter dois orgasmos brutais, culpa da presença dele naquele quarto. Abri um pouco minha calcinha e senti, mais do que vi, a umidade que começava a aparecer na minha entreperna. Peguei uma tira de papel higiênico e sequei meus lábios, enfiando no meu sexo. Depois de seca e menos incomodada, respirei fundo e abri a porta, pronta pra me vestir e sair daquele lugar o mais rápido possível, antes que as coisas complicassem mais do que já tinham complicado. No exato momento em que abri a porta, dei de cara com o Mario, que entrava no banheiro ao mesmo tempo. Ficamos nos olhando. Ele sorrindo, apesar da cara de sono, e eu — não sei que cara fiz quando o encontrei ali de repente —, mas senti um calorão e uma sensação de medo, junto com um calor muito intenso na minha... Entreperna. Ele ficou parado ali, me encarando de cueca. A silhueta do pau dele tava bem marcada, parecendo uma linguiça. Sem dizer nada, pegou na minha mão e me puxou de volta pro banheiro. — Tô morrendo de vontade de mijar, gata! Tá esperando o quê? — falou, fixando o olhar no vaso sanitário que tava com a tampa levantada. — Como é que é? — respondi, sem entender o que ele queria. — Tira ele pra fora, porra! Não aguento mais! — insistiu, agora olhando pra mim. Não acreditei! O filho da puta queria que eu tirasse o pau dele e segurasse enquanto ele mijava. Meu sangue ferveu na hora que entendi o que ele tava pedindo. Sem reação, ele pegou meu pulso e levou até a entreperna dele. Feito uma robô, tomada por um nervosismo que fazia minha barriga pulsar sem controle e quase sem oferecer resistência, minhas mãos baixaram a cueca e deixaram o pau dele à mostra. Meu olhar ficou hipnotizado, não só por ver o membro dele ali pendurado, mas pelo que eu ia fazer pela primeira vez na vida. Peguei o pau dele com a mão direita e apontei pro vaso. Senti o calor que ele soltava no contato com minha mão enquanto segurava, e o calor que de repente tomou meu corpo inteiro ao perceber a situação que eu tava vivendo. Na hora, senti o jato de urina pressionar a uretra dele e sair, caindo no vaso sem derramar uma gota pra fora. Essa ação fez com que, como uma idiota, um sorriso aparecesse no meu rosto pelo sucesso da manobra que eu tinha acabado de fazer. Fiquei ali o tempo todo segurando o pau dele enquanto ele terminava de mijar, que foi bem abundante, provavelmente por causa da bebida e de ter passado um bom tempo sem esvaziar. Assim que terminou, comecei a sacudir ele, igual tinha visto meu marido fazer e até meu filho, quando ele ainda me deixava vê-lo mijar. — Limpa ele! — ouvi ele dizer, me tirando da concentração. Me abaixei pro papel higiênico, quando ele me puxou e falou: — Com a boca, porra! — disse de novo, com aquele meio sorriso. Fiquei uns instantes sem saber fazendo enquanto olhava para o rosto dele. De repente, ele se abaixou e fechou a tampa, me sentando nela sem que eu oferecesse resistência. Meu rosto ficou na altura da pica dele, que, com a manobra que eu esperava, começou a reagir, iniciando uma ereção que aos poucos a levantava enquanto minha mão a agarrava, envolvendo-a e aproximando-a da minha boca. Abri os lábios e comecei a lamber a glande bem devagar, molhando com minha saliva enquanto minha buceta começava a reagir e a umedecer as paredes. Eu me via ali sentada na privada aos pés de um cara sinistro, chupando a pica dele. Uma pica que tinha gosto de sexo, suor e um pouco de urina. Essa mistura de sabores, longe de me dar nojo, só aumentava minha excitação, deixando meus peitos duros como pedra e meu coração batendo como se fosse sair do peito. Enquanto minha boca engolia a pica dele e a babava pra facilitar a entrada na garganta, eu me imaginava ali sentada no vaso, de calcinha, uma mulher formada, com boa reputação no círculo social, fazendo um boquete num cara que, normalmente, eu defenderia num tribunal, e que agora eu tentava dar o máximo de prazer com minha boca enquanto minha vagina ficava molhada como há tempos não sentia. Um puxão no cabelo meio brusco, que apesar da dor, me excitou ainda mais na situação em que já estava, me tirou dos pensamentos enquanto ele me levava pro quarto, me fazendo abaixar até o chão, onde me deixou de quatro, ali curvada. Olhei pra cima, onde a pica dele, dura como pedra, chegava quase no umbigo. Naquele momento, me senti orgulhosa de ser mulher e de ter conseguido deixar ele tão duro e tão pronto. Desviei o olhar pra cama, onde Rosa, sentada só de calcinha e com os peitos de fora, me olhava ansiosa, com um olhar cheio de tesão que implorava pra deixarmos ela participar daquilo. O que a gente tava fazendo naquele momento. Assim, de joelhos e com as mãos apoiadas no carpete, reparei num banquinho quadrado estofado que tava perto da mesa e apoiei minhas mãos nele, ficando com o corpo de joelhos esperando meu homem. Senti ele tirar a cueca e se ajoelhar atrás de mim. As asas do meu nariz começaram a dilatar com o nervosismo que vem antes da penetração. Senti a glande dele, inchada, enorme, pressionando os lábios da minha buceta enquanto olhava pra minha cunhada que tinha enfiado a mão dentro da calcinha e começado a se tocar. De repente, ele empurrou e o pau dele, por causa do quanto minha xota tava molhada, entrou até o fundo sem nenhuma resistência. Uff!! Porra!! Continua!! Eu me ouvi dizer. — Tá gostando, safada? Não achava que ia ter tanta sorte hoje, né? Não pensa que eu como qualquer uma! — falou o babaca enquanto metia e tirava o rabo da minha buceta, primeiro devagar e depois cada vez mais rápido. Da minha boca só saíam gemidos que, junto com os bufos do macho que tava me montando naquele momento, davam ao quarto uma melodia de sexo que até o mais sem graça ficaria de coração acelerado. Eu sentia o pau dele chegar no fundo da minha buceta enquanto a dureza aumentava cada vez mais, ou pelo menos era essa a impressão que eu tinha na hora. As paredes da minha vagina se abriam pra deixar ele entrar e se fechavam pra prender o pau dele quando saía, com uma sincronização incrível pro pouco tempo que ele tava dentro da minha xota. Eu tava no céu. Só queria que ele me fodesse, que nunca parasse de meter. Dessa vez, eu tava aguentando mais tempo sem gozar. Queria aproveitar aquele momento. Sentia meus joelhos escorregando no carpete a cada empurrão do garanhão. Minhas mãos seguravam o banquinho tentando aguentar as investidas, jogando minha bunda pra trás tentando buscar, se é que dava, uma penetração mais funda. Sentia meus lábios inchados. Meu clitóris prestes a explodir com o roçar do pau dele enquanto o garanhão metia, penetrando em mim sem dar sinais de cansar. - Dioss!! Que não pare a noite inteira! Me ouvi pensar. De repente, enquanto Mario continuava me fodendo, minha cunhada, tomada pela excitação e sem se segurar, desceu da cama e foi até onde a gente tava. Sem tirar os olhos de nós dois, tirou a calcinha e, nua, sentou no banquinho onde minhas mãos descansavam. Abriu as pernas e deixou minhas mãos segurando o banquinho no meio delas. Sem parar de nos olhar, começou a se masturbar enquanto meu corpo ia e vinha a cada estocada. Da minha posição, via a buceta dela aberta, os lábios inchados e vermelhos, e o clitóris inflamado, duro, tipo um grão de bico, enquanto os dedos deslizavam uma e outra vez sobre ele, fazendo ela gemer que nem uma possessa, empurrando a bunda cada vez mais na direção da minha cara. Ela apoiou a beirada das nádegas na borda do banquinho, me oferecendo a boceta enquanto minhas mãos voltavam pro chão e Mario não parava de me foder. De repente, senti meu homem afrouxar nas estocadas. Meus olhos não se desviavam da buceta da minha cunhada, tão perto. Sentia o cheiro dela entupindo meu nariz. Minha excitação já não tinha limite naquele momento. Aproximei minha boca da boceta dela. Estiquei a língua e lambi os lábios dela. Bebi dos sucos dela e comecei a lamber a vulva de baixo pra cima. Chegava no clitóris e chupava, enquanto sentia as coxas da minha cunhada apertando minha cabeça entre elas e as mãos dela agarrando meu cabelo, enquanto eu ouvia ela gemer e dizer: - Não para, Laura! Entre gemidos e soluços, sentia ela tremer de gosto enquanto minha língua lambia a xota dela. Minha barriga começou a tremer também, enquanto eu não parava de comer a boceta da minha cunhada. Mario começou a gemer um pouco mais alto. Sentia o pau dele cada vez mais duro e mais inchado, enquanto minha buceta começava a se entregar, buscando o orgasmo. Minha cunhada começou a gemer enquanto não parava de se masturbar o clitóris, fazendo ele Sentei minha língua. Meu macho começou a bufar como um touro na hora de gozar, e minha buceta começou a apertar o pau dele, decidida a não deixar sair dali sem ter ordenhado o suficiente. Me ouvi ofegar sem tirar a boca da buceta da Rosa enquanto ela gozava gemendo que nem uma louca, deixando minha cara toda molhada com o gozo dela. Senti o Mario gozar, empurrando sem parar dentro de mim, e naquele momento meu orgasmo veio de novo. Comecei a gozar gritando enquanto minha cunhada segurava minha cara e o Mario segurava meus quadris, sem parar de empurrar, enquanto as paredes da minha buceta se adaptavam ao pau dele, feito uma segunda pele. Deeeus!! Me ouvi falar enquanto me largava no carpete com meu macho ainda dentro da minha buceta, deitado em cima de mim, até eu me soltar e relaxar. De novo a penumbra. De novo a felicidade. Acordei de novo depois de um tempo. Minha cunhada estava de pé na minha frente, se vestindo. Percebi então que ainda estava deitada no chão do quarto, pelada. Reagi e procurei minhas roupas com o olhar, sem me mexer de onde estava. Minha cunhada, lá de cima, sorria pra mim e, sem dizer nada, foi pro banheiro. Levantei e comecei a pegar minhas roupas. Nessa hora, notei que estávamos só nós duas no quarto. Melhor! Pensei comigo. Me vesti o mais rápido que pude e entrei no banheiro enquanto minha cunhada terminava de retocar os lábios e o cabelo. Pedi o batom emprestado e, sem trocar uma palavra, nos arrumamos o melhor que deu. Pegamos nossas bolsas e vazamos de lá. Eram cinco da manhã e por essa noite já tava bom (pensei comigo). Saímos na rua sob o olhar da recepcionista, que Deus sabe o que passava pela cabeça dela naquele momento, mas, verdade seja dita, depois do que vivi naquele quarto, pouco me importava. Lá fora, sentimos o frescor da rua que, mesmo sem calor no quarto, era bem-vindo. Pedimos um Peguei um táxi e, uma vez dentro dele, em silêncio, seguimos para o chalé dos nossos sogros. Chegamos no portão do jardim, pagamos e entramos no terreno. Peguei minha cunhada pelo braço e falei: — Isso que aconteceu, Rosa, não podemos contar pra ninguém, nem nos piores momentos! Você entendeu, né? Seria o fim da nossa família! — Fica tranquila, querida! Tenho tanto a perder quanto você! Não se preocupa! — Nunca tinha me comportado assim, e já é a segunda vez que acontece! Você não acha que estamos passando dos limites, Rosa? Se o Gustavo descobrisse, não sei o que aconteceria! — falei num surto de desespero e sinceridade. — Fica calma, meu anjo! Não se preocupa, isso vai ser nosso segredo! — ela disse em voz baixa. — Deixa pra lá! Não esquenta! Ninguém vai ficar sabendo, certo? — continuou me acalmando em voz baixa. Parecia que ela fazia essas coisas com frequência, ou pelo menos essa foi a impressão que me deu. Concordei em silêncio e me agarrei no braço dela. Minha cunhada acariciou meu braço com carinho e caminhamos bem juntinhas até a casa. Será que nada ia mudar entre a gente depois do que aconteceu essa noite? Fiquei pensando comigo. Em silêncio, só com a luz que entrava pelas janelas, ainda fraca porque eram quase cinco e meia da manhã, subimos para o andar de cima da casa. Minha cunhada bocejou na porta do quarto dela e, mandando um beijo com os lábios entreabertos, entrou no quarto tentando não fazer barulho, fechando a porta atrás de si. Minha primeira ideia era entrar no meu quarto e deitar, mas vi a porta do quarto dos meus filhos entreaberta e lembrei que precisava entrar pra vê-los. Entrei em silêncio e me aproximei da cama da minha filha Laura. Parecia um anjo dormindo ali, alheia a tudo que tinha acontecido com a mãe desde que as férias começaram. Nada tinha mudado pra minha menina. Acariciei a mão dela e uma ternura imensa tomou conta de mim. Sentia que estava falhando com eles, mesmo não conseguindo controlar o desejo que nascia. Quando eu estava sozinha, sem eles, parecia outra mulher. Uma gostosa caçando homens sem nem pensar em tomar cuidado. Não só pra evitar engravidar de qualquer desconhecido, mas também pra não pegar uma infecção que transformasse minha vida num inferno. Parecia que quanto mais perigosa a situação, mais excitada eu ficava. Me aproximei da outra cama e, me abaixando, beijei meu filho Marcos na testa. Ele já era quase um homem. Eu estava orgulhosa do que tinha gerado. Esse pensamento me fez sentir um pouco melhor, dentro da angústia que sempre sentia quando dava espaço pra tudo que tinha acontecido naquela noite. Devagar e em silêncio, saí do quarto e fui pro meu. Entrei e parei na entrada com a porta fechada. Fiquei um tempinho assim até me acostumar com a luz que entrava pela janela. Vi a silhueta do meu marido deitado de barriga pra cima na cama, vestido só com uma cueca preta que marcava a forma do pau e do saco dele. Devagar e sem fazer barulho, peguei no armário uma camiseta dele e uma calcinha limpa. Peguei uma toalha e saí de novo em direção ao banheiro. Entrei e tranquei a porta (essa mania minha de não trancar já tinha me dado muita merda). Me despi bem devagar e entrei no chuveiro. Abri a torneira da água fria e, ao sentir o gelado, mesmo estando no meio de agosto, fez arrepiar até o último pelo do meu corpo. Senti meus bicos dos peitos se apertarem e enrugarem. Me ensaboei toda e, ao passar a mão na minha buceta, notei os lábios inchados e muito sensíveis ao toque. Um arrepio ainda mais forte que antes sacudiu meu corpo. Fiquei um tempo deixando a água cair sobre mim, até fechar a torneira e começar a me secar, esfregando devagar pra recuperar o calor do corpo. Peguei o vestido e a roupa íntima usada e saí do banheiro, voltando pro meu quarto. Entrei e, em silêncio, me deitei ao lado do Gustavo. O banho tinha me deixado acordada. Olhei pro meu marido dormindo, totalmente relaxado, alheio a toda a agitação que tinha mexido com a mulher dele desde o primeiro dia que pisei nessa casa. Passei a mão na barriga dele bem devagar, enquanto ele continuava dormindo, sem reagir aos estímulos. Girava minha mão bem devagar pra não acordar ele, passando o dedo pelo umbigo, marcando as dobras. Ouvi a respiração dele começar a acelerar bem devagar, enquanto o pau dele começava a ficar cada vez mais duro dentro da cueca. A situação me deixou meio safada e comecei a acariciar ele por cima, marcando a silhueta bem devagar. Pegava ele com dois dedos, bem devagar. Pra cima e pra baixo. Chegava até as bolas dele e pegava elas com a mão, apertando de leve com cuidado. Sentia a cabeça do pau dele pulsando dentro da prisão, tentando escapar. Bem devagar, enfiei a mão entre a cueca e a barriga dele, pegando o pau dele que já tava durasso, bem devagar pra não acordar ele, puxei a cueca pra baixo, deixando o pau livre. Senti o líquido seminal molhar minhas mãos e deixar elas mais escorregadias, vendo com alegria que isso ajudava minha ação. Descabelei a glande dele bem devagar e cobri de novo. Me senti poderosa com o pau dele na mão. Senti minha buceta ficar molhada de novo (será que você é uma puta? Pensei comigo mesma. Como se não tivesse tido o suficiente essa noite) enquanto comecei a bater uma pra ele bem devagar. Gustavo começou a mexer o quadril, acompanhando minha mão no pau dele, como se estivesse sonhando. Sentia que devia isso a ele e muito mais. Esse era o homem que tinha me dado o mais lindo da minha vida: meus dois filhos. Enquanto esses pensamentos vinham na minha cabeça, não parava de masturbar ele. Sentia minha buceta encharcar de novo minha calcinha recém-colocada. Com a mão livre, puxei ela pra baixo e, me ajudando com as pernas, não sem bastante esforço contido pra não acordar ele, consegui tirar ela dos meus tornozelos. Vi ela enrolada no pé da cama (sempre achei muito excitante uma calcinha). enroladas, acabadas de tirar, ainda cheirando minha buceta) e, sem fazer nenhum movimento brusco pra não me entregar, montei nas coxas dele e, bem devagar, fui subindo apoiando nas minhas mãos até chegar nos quadris dele. Arqueei minha bunda e, pegando o pau dele com a mão, apoiei na entrada da minha buceta. Bem devagar, sentindo ele me penetrar, com a satisfação de ter conseguido o que queria, me deixei cair sobre ele, me atravessando como se uma faca entrasse numa barra de manteiga, tamanho era o estado de umidade da minha xota. Abri a boca pela falta de ar causada por aquele movimento, enquanto sentia meu marido, ainda meio sonolento, começar a mexer os quadris, buscando entrar e sair de mim. Comecei a cavalgá-lo como não fazia há muito tempo. Fechei os olhos e me deixei levar, apertando minha buceta pra sentir o pau dele, enquanto meu marido, que já tinha aberto os olhos e visto que não era sonho, pegou meus quadris e começou a me levantar pra cima enquanto eu descia com toda força, assim uma e outra vez, até que senti meu marido começar a gemer enquanto o pau dele pulsava com a chegada iminente da gozada. Dentro! Goza dentro, meu amor! Falei, tomada pelo desejo de tê-lo dentro e de compensar de alguma forma todas as traições que tava cometendo enquanto o cavalgava cada vez mais forte, apertando minha pélvis contra a dele. Vou gozar, Laura! Vou gozaaar! Ele disse com a voz entrecortada enquanto eu tapava a boca dele pra ninguém nos ouvir. Vai, amor! Vem! Tô te esperando! Enche minha buceta de porra, vamos! Falei baixinho, sem me reconhecer. De repente, senti o jato, grosso e quente, seguido de mais dois e de outro mais fraquinho, que molhou um pouco mais minha xota enquanto eu continuava cavalgando cada vez mais devagar até ficarmos parados. Ele dentro de mim até que a moleza do pau dele marcou a hora de eu descer de cima e, com Muito cuidado pra não sujar os lençóis. Coloquei a calcinha que ainda estava onde tinha deixado e, sem falar nada, me abracei no meu marido e, aos poucos, o sono foi chegando, até que a claridade da manhã começou a iluminar o quarto. Acordei devagar, tentando abrir os olhos e mantê-los abertos enquanto a luz forte do dia ardia nas minhas pupilas, fazendo eu fechá-los de novo. Aos poucos, fui me situando. Tava sozinha na cama. Meu marido já não estava mais do meu lado. As lembranças voltaram na minha cabeça. Minha buceta denunciava o vai e vem que tinha aguentado a noite toda, e a umidade da minha calcinha mostrava que ainda tinha restos do que tinha rolado há pouco com meu marido. De repente, sem esperar, a porta do meu quarto se abriu de uma vez e, como um furacãozinho, minha filha Laura apareceu correndo, subiu na minha cama sem pedir licença, me abraçou e começou a me beijar como se não me visse há anos. Esse gesto cheio de ternura da minha filha fez meus olhos se encherem de lágrimas. Ela pegou meu rosto com as mãozinhas e me deu um beijo em cada bochecha. "Acorda, dorminhoca! Hoje você vai tomar banho comigo! Tá bom?" Ela disse, sem me dar tempo nem de cumprimentar. "Tááá! Mas daqui a pouco!" Falei, tentando adiar o compromisso. Meu corpo precisava de um tempo pra se acostumar de novo com a luz do dia. "Não! Agora! Te espero na piscina! Vamos, levanta logo, por favor!" Disse minha filha entre súplicas, descendo da cama do mesmo jeito que tinha subido e saindo rápido do quarto. Levantei, coloquei o biquíni e, apesar da pouca vontade, mas pelos pedidos da minha filha, desci pra cozinha, tomei um copo de suco e comi uma pêra madura pra botar algo sólido no estômago. Com meus óculos escuros e um pareô, fui pra piscina. Numa espreguiçadeira estava minha sogra, sempre de olho (essa mulher não tinha preço). "Bom dia!" Falei pra me fazer notar. "Bom dia!" Respondeu minha sogra com um sorriso de pena ao me ver. Cara. Mamãe! Vem tomar banho comigo! Olha como eu já nado bem! Ouvi minha filha reclamando minha presença. Será que você achou que ela ia se esquecer de você, Laura! Pensei comigo. Com passos lentos, fui em direção à piscina, tentando disfarçar a falta de vontade de entrar na água depois da ressaca que começou a aparecer assim que me levantei da cama. O melhor lugar para estar naquele momento, segundo minha pirâmide de prioridades. Claro, no último lugar estava a maldita piscina. Fiquei brincando um bom tempo com minha filha na água. Ela não parava de rir e de me espirrar, sem mostrar nenhum sinal de cansaço. Era tão fácil fazê-la feliz, e eu tinha dedicado tão pouco tempo a ela durante as férias que comecei a me sentir culpada. Um olhar da minha sogra (nunca vou conseguir agradecer o suficiente a essa mulher pelo que ela faz pela minha filha) me fez me recompor e começar a valorizar de verdade o quanto ela estava sendo boa comigo. Sempre atenta a qualquer problema com a minha filha e sempre disposta a se sacrificar para que a gente não tivesse esse peso, pelo menos durante as férias. — Como foi ontem à noite? — Perguntou minha sogra, com cuidado para não me deixar desconfortável. — Foi ótimo! A verdade é que nos divertimos muito! É bom ter um tempo só para a gente, sem maridos e sem filhos! — Falei, sorrindo para minha sogra. — Pois é! Quem dera a gente tivesse tido, no nosso tempo, um momento só para as garotas! — Disse minha sogra, tentando se conectar com a gente. — Era só querer! — Falei, sem muita convicção, só para agradar minha sogra. Eu sabia muito bem o quanto tinha custado para a gente, minha cunhada e eu, chegar onde chegamos naquela noite. — É, como se fosse tão fácil assim! — Comentou minha sogra. Nossa conversa parou quando vimos meus cunhados chegando. Rosa estava com cara de quem não tinha dormido muito bem, e eu sabia muito bem o porquê. Quando passou por mim, depois de dar bom dia para mim e para minha sogra, vi ela piscar um olho para mim, sem dizer mais nada. como sinal de cumplicidade, deixando um sorriso que alegrou minha manhã (minha confidente, pensei comigo e com minha parceira de safadezas... kkkkk), outro sorriso escapou naquela troca de olhares. Meu cunhado seguiu dando um beijo na mãe dele e me cumprimentando, sem deixar de me examinar de baixo a cima, parando nos meus peitos e esboçando um sorriso que deixava claro que eu era a presa do dia. Coloquei os óculos de novo e parei de encarar ele, focando em vigiar a Laura se banhando, tentando chamar minha atenção o tempo todo. Cada um na sua espreguiçadeira, tentávamos passar despercebidos, mesmo a educação mandando a gente puxar algum papo, ainda mais pelo pouco tempo que passávamos juntos por dia. Logo a conversa foi parar na pouca comida que tínhamos na despensa e como tava na hora de encher ela pra aguentar os poucos dias que restavam de férias. Fizemos uma lista mental de tudo que precisávamos pros dias que faltavam na casa e me ofereci pra ir depois do almoço, torcendo pra não ter muita gente no mercado naquele horário. Minha cunhada se desculpou, dizendo que ia preparar o jantar aquela noite, mas precisava tirar um cochilo. Porra! Como se eu também não precisasse, pensei comigo. Vou com você, Laura! Meu cunhado se ofereceu, e essa ideia não me agradou nem um pouco. Vou falar com o Gustavo, não se preocupa, Júlio! Falei na hora, tentando barrar a proposta dele. Ah, Laura! Deixa ele fazer alguma coisa em casa! Respondeu a Rosa, sem imaginar o porquê de tanto interesse do marido em me acompanhar. De qualquer forma, vou falar com o Gustavo! Também não vai cair os anéis dele se vier junto! Falei, encarando o Júlio, que não conseguia disfarçar a raiva do que eu tinha acabado de sugerir, e eu com meu sorriso de vitória. Preparamos a comida enquanto o resto do pessoal que faltava chegava: meu marido e meu filho. Marcos, que costumavam acordar mais cedo que os outros e cada um ir pra sua coisa. Meu marido pro porto e meu filho com os amigos pra praia. Comemos todos com a alegria que dá estar de férias e ver quem a gente ama, felizes e relaxados. Meu cunhado não parava de me olhar cada vez mais descarado, enquanto minha cunhada e o resto da mesa nem percebiam. Sabia que ele tramava algo e, sinceramente, longe de me irritar, começava a achar aquilo chocante e a não desviar o olhar, cada vez mais na cara dura. Depois de comer, todo mundo ajudou a limpar a mesa e, com a cozinha em ordem, cada um foi pro seu canto. Tentei convencer meu marido a ir comigo ao supermercado, mas, como sempre, ele se desculpou, dizendo que tava muito cansado e que sem tirar um cochilo não era homem e blá, blá, blá. Resignada, subi pro quarto e, enquanto meu marido se deitava na cama com minha filha, me vesti pra ir fazer as compras. Escolhi um vestido curto, na altura do meio da coxa e com decote. Abotoado na frente até embaixo, cor de mel com uns detalhes marrom mais escuro nas mangas e na barra do vestido. Decidi usar roupa íntima branca pra não aparecer por causa da transparência e da finura do tecido. Me despedi do meu marido e da minha filha, passei um batom leve nos lábios e fui pra parte de baixo da casa. Lá, esperava encontrar minha sogra e minha cunhada, além do meu cunhado, pra ir às compras. Ao descer, pra minha surpresa, só encontrei meu cunhado, que com um sorriso irônico e me vendo aparecer tão pronta, comentou que a mulher dele tinha decidido de última hora ficar dormindo e minha sogra tava com enxaqueca e também não podia vir. Então, sobramos só eu e você, cunhada! Ele disse com um sorriso de satisfação. Pois que ótimo! Falei em voz alta, vendo que não tinha muita escapatória e que ia ter que aguentar. O puxão e ir sozinha com meu cunhado. Subimos no carro dele e, apesar do cuidado que tive ao me sentar e por causa da pouca roupa do meu vestido, dei a ele uma visão espetacular das minhas pernas ao sentar no banco do carona. A verdade é que, sendo morena e tendo umas pernas das quais eu era muito orgulhosa pra minha idade, dei a ele motivo de sobra pra não parar de me olhar enquanto eu tentava disfarçar, observando a paisagem que naquela hora e com o ar-condicionado do carro mantinha minha concentração longe da linha do olhar dele. Adoro suas pernas, cunhada! — disse depois de um tempo, Júlio. Já vi! Olha a estrada, só faltava a gente sofrer um acidente por você não prestar atenção no que tá fazendo! — falei, me sentindo orgulhosa do comentário dele, mesmo sem dar muita bola. De repente, senti a mão dele na minha coxa, na altura do meu joelho, acariciando minha perna. Peguei a mão dele e tirei da minha perna. Foca em dirigir, vai! — falei, afastando a mão dele da minha coxa. É que não paro de pensar em te comer, Laura, porra! Você me deixou louco! — disse ele sem tirar os olhos de mim e diminuindo a velocidade. Cê tá doido ou o quê? E seu irmão? E a Rosa? Porra, foca e pensa no mal que a gente faria pra eles! — falei, tentando convencê-lo. Tô nem aí! Só penso em você! Quero meter no teu cu de novo! Não tenho outra coisa na cabeça! — disse ele, subindo a mão em direção à minha virilha enquanto eu tentava segurar a mão dele pra não chegar até minha calcinha. Já chega, Júlio, por favor! — falei, implorando. Chegamos no supermercado e, rapidamente, pra surpresa do Júlio, abri a porta do carro e ele não teve escolha a não ser parar e me deixar descer do veículo. Fui até os carrinhos, coloquei uma moeda e peguei um, me agarrando a ele como se fosse minha proteção. Entrei no mercado. Uma onda de ar fresco me recebeu ao entrar. Meus mamilos, vítimas do frio e, por que não dizer, também da excitação que começava a sentir, ficaram duros como pedra, empurrando meu sutiã até separando ele dos meus peitos. Comecei a colocar dentro do carro as coisas que tinha anotado na lista de compras enquanto meu cunhado vagava de um lado para o outro, matando tempo enquanto eu fazia as compras. Eu estava na seção de vinho e bebidas, distraída, procurando uma marca específica de gim, quando levantei a vista e, de repente, me deparei com o Mario. Meu coração deu uma reviravolta inesperada com o encontro. Fiz que não o conhecia. Meu cunhado não estava muito longe dali, e a última coisa que eu queria era uma briga de galos. Me fiz de desentendida e tentei escapar, mas não ia ter tanta sorte. Mario me viu e veio na minha direção. "Oi, não lembro do seu nome! Só lembro da sua buceta!" Ele disse assim que chegou perto de mim. "Oi! Não acho um elogio você só lembrar disso!" Respondi com toda a má vontade do mundo. "Hahaha... Imagino que não! Mas é a verdade!" Ele falou com toda a cara de pau. "Quem sabe um dia desses eu tenho um trampo pra você!" Continuou ele, falando enquanto olhava uma garrafa de gim. "Acho que não! Meu mundo não é nem perto do seu!" Falei com toda a cara de safada que consegui. "Vamos ver, Rainha! Um dia desses eu vou te procurar!" Disse ele enquanto se afastava, me deixando ali pensativa, escolhendo uma garrafa de gim. Uma voz me tirou dos meus pensamentos. Era o Júlio que, ao me ver falando com o Mario, se aproximou pra ver se eu precisava de ajuda. Ou quem sabe, morrendo de ciúmes. "Quem era aquele cara?" Perguntou ele, bem interessado, ciumento, eu diria. "Um admirador! Disse que por mim faria qualquer coisa!" Falei, tentando provocá-lo. "Que gostosa você é, cunhada! Esse aí é só um cafajeste! Nada a ver comigo!" Continuou o Júlio, morrendo de ciúmes. Essa situação começava a me agradar. Senti um formigamento na barriga. A sensação de dois caras brigando por uma mulher. Me senti o centro de dois homens. Essa sensação era nova pra mim. Minha calcinha começou a ficar molhada sem eu conseguir evitar. Me senti o centro dos dois caras. O motivo da briga deles. Briga. Meu cunhado não se desgrudou de mim. Toda vez que podia, ele me roçava. Umas vezes na cintura, outras vezes na bunda. Eu fazia de conta que não percebia. Tava começando a gostar do jogo. Disfarçadamente, ele aproximava a mão da minha cintura, deixando ela escorregar um pouco pra minha nádega. Eu me deixava levar. Já que tinha vindo sozinha com ele, tava começando a curtir a brincadeira. Enchemos o carro com tudo que precisava e passamos no caixa. Mesmo com o horário, no caixa tinha gente que teve que formar fila. Meu cunhado, aproveitando aquele momento, se roçava cada vez mais em mim. Minha buceta começou a ficar molhada sem eu conseguir evitar. Via o Mário no outro caixa pagando o que tinha comprado e meu ego começou a inflar até quase explodir vendo os olhares dos dois garanhões brigando pela mulher. Nunca tinha me sentido assim e, sinceramente, tava adorando. Pagamos e fomos pro estacionamento. Meu cunhado começou a colocar as compras no porta-malas enquanto o Mário, que tinha estacionado do nosso lado, fazia o mesmo com as dele. Os dois homens se olhavam em silêncio. Eu me sentia o centro das atenções e curtia o que tava rolando. Os machos tentavam marcar território em relação à mulher. Depois de ver a situação tão tensa, entrei no carro do Júlio e deixei os dois machos alfa lá fora disputando a mulher deles. Foi uma sensação indescritível pra mim. Me senti a rainha do universo por uns segundos. Sentei no banco do carona. Abri minhas pernas e, enfiando meu vestido entre elas, esperei meu cunhado terminar de arrumar as compras no porta-malas e entrar no carro. Lá fora tava muito quente, ainda mais naquela hora. Meu vestido grudava na minha pele e minhas coxas mal conseguiam segurar o vestido na altura que normalmente devia estar. Me senti muito provocante e, acima de tudo, sentia que era a dona da situação. Eu era a mulher e eu decidia o macho com quem ia acasalar. Pouco depois de estar sentada, meu cunhado entrou no carro. Sentia a irritação dele pelo cara a cara com o Mario. Isso me agradava. Sentia que era por minha causa. Eu era a disputa. Eu era o prêmio. Quem é esse cara? Com certeza você conhece ele! Ele disse bem irritado. Não sei! Por que você diz isso? Perguntei me fazendo de desinteressada. Ele parecia muito interessado em você! Não sei! Ele continuou a conversa. Imagino que devo ter agradado ele! Assim, sem mais! Não acha? Meu cunhado, muito puto, ligou o carro sem falar nada e saímos do estacionamento do supermercado. Quase sem falar comigo, seguimos o caminho de volta pro chalé dos meus sogros. Sem que meu cunhado percebesse, levantei meu vestido até a metade das minhas coxas. Eu tava ficando com muito tesão e dessa vez não tinha bebido nada. Meu cunhado dirigia com a cara fechada de raiva, mas não conseguia tirar os olhos das minhas coxas. Eu me deixava admirar sem parar de olhar a paisagem. Minha buceta começava a ficar molhada só com a sensação da briga de alguns momentos atrás entre os dois homens que queriam me possuir. A mão do meu cunhado, depois de uma troca de marcha, passou pra minha coxa esquerda. No primeiro momento, eu fiquei parada. A mão dele subia pela minha coxa até alcançar aos poucos minha entreperna. Nessa hora, segurei a mão dele sem deixar avançar. Teve um forcejo enquanto ele tentava dirigir sem tirar os olhos da estrada. De repente, soltei a mão dele pra ver até onde a situação ia. Uma vez livre, a mão dele chegou até minha entreperna. Sentia a mão dele acariciando sem muita delicadeza minha buceta por cima da minha calcinha. Minha mão ainda segurava a dele, impedindo total liberdade. Minha buceta começava a colaborar com tanto roçar. Sentia minha entreperna ficar molhada apesar da minha resistência. De repente, ele saiu da estrada e procurou um caminho secundário que dava num pinhal que ficava na sombra e protegido dos carros que passavam naquela hora pela rodovia. Assim que chegou debaixo dos pinheiros e sem tirar a mão da minha entreperna, ele desligou o motor do carro. Enfiou a mão Dentro da minha calcinha e, apesar de minha mão ainda tentar segurar a dele, eu sentia como, aos poucos, os dedos dele conseguiam minar as poucas defesas que eu tinha. Os dedos dele procuravam minha buceta e minha buceta procurava os dedos dele. Já chegamos onde a gente queria, foxy! Você não vai esquecer do meu pau! Ninguém vai te fazer sentir como eu faço! Nem aquele playboy do supermercado! Enquanto ele dizia isso, a mão dele entrava na minha xota, que já tinha começado a se abrir pra permitir o ataque dos dedos. Ele puxou minha calcinha pra baixo enquanto, me segurando pelo cabelo, me beijava na boca. Eu tava entregue aos beijos dele. Minha língua procurava a dele. Tava igual uma adolescente no carro. Voltava pra minha época de faculdade. Minha buceta queria se satisfazer. Queria um pau que metesse nela e minha cabeça não pensava em mais nada. Quando me dei conta, tava com o pau do meu cunhado na minha frente. A cabeça grande, igual um cogumelo, congestionada, esperando permissão pra entrar por um buraco ou pelo outro enquanto a mão dele explorava minha xota, fazendo ela derreter. Molhando ela até limites inimagináveis. Minha boceta ansiava pelo pau dele. Minha cabeça dizia que o que eu ia fazer não era certo. Quando reagi, vi que minha calcinha tava no chão do carro e que minhas pernas estavam abertas, esperando. Esperando pra ser possuída. Não importava por onde, minha cabeça não reagia a esse fato. Eu precisava ser possuída. Meu vestido tava na altura da cintura, enrolado. Minha buceta aberta, esperando. Meus olhos semi-cerrados, tentando não participar daquilo, embora eu estivesse desejando. Meu cunhado tentando passar de um banco pro outro enquanto o meu recuava. Minhas pernas se abriam, fruto da excitação do momento e da pressa do meu cunhado. As mãos dele subiam pela minha barriga até meus peitos. Senti as mãos dele desabotoando meu vestido, botão por botão, enquanto meu corpo ficava exposto, só coberto pelo meu sutiã. Eu me deixava fazer, na expectativa do que me esperava. Minha O cunhado observava sua presa enquanto o pau dele balançava na minha frente. Minhas pupilas mostravam a excitação do momento enquanto minha calcinha escorregava até sumir no tapete do carro. Sem nenhuma pressão, sentia minhas coxas se abrirem diante da ameaça de um monstro daqueles. Meus olhos só conseguiam acompanhar o avanço do pau do meu cunhado em direção à minha buceta. Minha respiração começava a acelerar com a ameaça que aquilo representava. Meu cunhado, curtindo o momento, pegou o tronco do membro dele e, esfregando contra minha vulva, tentava entrar dentro de mim. Meus lábios começavam a secretar o líquido preparatório para serem invadidos. "Vou te foder, gostosa! Você vai ver quem te fode melhor! Se o babaca do supermercado, seu marido ou eu!" Tudo isso ele dizia enquanto passava a glande dele uma e outra vez sobre meus lábios. Meu desespero me fazia ficar calada, enquanto meus quadris buscavam a penetração. Meu nariz tremia só de pensar em ser penetrada por aquele monstro de novo. Enquanto sentia a cabeça do pau dele levar minha libido a limites nunca antes imaginados. O rabo dele continuava ameaçando minha buceta até que, aos poucos, começou a penetrar dentro da minha xota. Sentia as paredes da minha vagina se dilatarem enquanto se acostumavam com o tamanho dele. Num momento de descuido, com um empurrão, ele enfiou o pau inteiro na minha buceta. Uma dor intensa, junto com a sensação de estar sendo aberta mais do que o normal, fez minha vagina se moldar ao invasor. De repente, ele ficou parado ali, me empalando enquanto minha boca buscava ar. Meus mamilos, duros como grão-de-bico, esperavam inquietos para ver o próximo movimento. O macho que me fodia naquele momento (nunca melhor dito) começou a acelerar os movimentos enquanto minha buceta se adaptava a ele. Minha vagina apertava os músculos para evitar que ele saísse, enquanto meu homem empurrava. "Porra!! Continua fodendo!" Enquanto minhas pernas envolviam a cintura dele, dando apoio para que ele empurrasse com mais força. Minha respiração começava a acelerar. enquanto meu cunhado acelerava as estocadas. Minha buceta cada vez mais molhada ansiava pelo orgasmo. Já estava quase lá. Minha vagina apertava o pau dele. A cabeça dele, uma e outra vez, roçava as paredes da minha buceta, me levando ao êxtase. Já estava quase quando, de repente, ele saiu de dentro de mim. O que cê tá fazendo, piranha? Falei com os olhos vidrados, na minha desesperação, sem soltar minhas pernas da cintura dele. Quero te foder no cu! Ele disse, na desesperação dele. Porra, não! Continua e depois cê faz onde quiser! Falei, esperando que ele continuasse me fodendo. Não! Quero te foder o cu! Ele insistiu. Sem pensar duas vezes e presa da minha excitação, empurrei ele pra fora de mim e, afastando ele, me virei, ficando de quatro no banco. Meu cunhado não podia acreditar na sorte e, cuspindo na mão, passou no pau dele e, apoiando no meu cu, começou a pressionar devagar. Meu corpo ficou tenso, esperando ser penetrada. A cabeça dele deslizou sobre meu cu enquanto ele pressionava pra entrar dentro do meu intestino. Devagar, foi minando minhas defesas. De repente, senti a cabeça dele dentro de mim. Uma sensação de ardor prevalecia sobre qualquer outra sensação de prazer. O pau dele começou a se mover enquanto meu cu se adaptava ao invasor. Aos poucos, o ardor foi diminuindo e uma sensação de prazer foi crescendo enquanto meu cunhado acelerava o roçar do pau dele dentro do meu rabo. Tá gostando, né, puta? Ninguém vai te foder como eu! Ninguém vai te fazer sentir como uma gostosa! Assim que eu gosto de te ver, empalada no meu pau! Entregue! Longe de me humilhar, cada palavra que ele dizia só me excitava mais. Eu queria que ele me fodesse. Não ligava pro que ele falava. Me via ali, num carro, com o cu pra fora, sendo fodida pelo irmão do meu marido. Enquanto ele acelerava as estocadas, sentia crescer em mim aquela sensação de formigamento que precede o orgasmo. Ouvia meu cunhado gemer, preso da excitação. Meu cu apertava o pau dele, se deixando perfurar. Minha mente começava a nublar e, aos poucos, Senti a chegada do orgasmo junto com a gozada do Júlio enquanto ouvia ele gemer e bufar ao longe, no meio da névoa do meu próprio orgasmo. Piranha! Porra, você é uma piranha! Eu ouvia ele gemer enquanto sentia o esperma dele escorrendo pelo meu reto. Senti minhas pernas ficarem moles enquanto me jogava no banco e meu cunhado ficava por cima. O pau dele no meu cu. As mãos dele nos meus quadris. Ali na beira da estrada, à mercê de alguém nos ver. Laura, você é uma piranha, porra! É a verdade, mas você não consegue evitar… Enquanto esse pensamento passava pela mente dela, ela se deixava cair no banco, relaxando, enquanto o macho dela, o homem que naquele momento era seu dono, permanecia dentro dela. Possuindo-a… CONTINUA

1 comentários - Não sei como foi parar 8

jadaf
No puede estar mejor el relato