Por um direct 8

Caros leitores, vocês devem estar se perguntando o que aconteceu que eu não escrevi. A verdade é que, entre as atividades do trabalho e tentando resolver as coisas com a Clara, não tive muito tempo para sentar no computador e escrever. E também não tinha muito o que contar sobre a trama da história. Ainda não decidi se publico um pouco das coisas que a Clara fez para se redimir — tenho escrito sobre isso, mas publicar seria como uma série à parte, já que não quero perder o rumo dessa história. Já faz uns quatro meses desde que os acontecimentos ocorreram, embora a Clara já esteja há quase um ano desde que começou a infidelidade dela.

A verdade é que até o final da semana passada não tinha muito o que contar sobre os acontecimentos da infidelidade da minha mulher. Como comentei antes, depois que a infidelidade foi descoberta, temos tido uma relação muito mais sexual do que antes, e nos últimos meses estamos recuperando a confiança (pelo menos eu), tentando levar a relação ao nível que tínhamos, com o benefício extra do sexo, que melhorou tanto em qualidade quanto em quantidade.

Devo dizer que, embora minha mulher tenha renunciado às contas do Velho, ela não saiu completamente da empresa, e deixou claro para o chefe dela a intenção de se desligar de vez. Nos últimos meses, ela tem tentado deixar tudo em dia, especialmente com os clientes com quem já trabalhava há anos. Também preciso dizer que, como parte da mudança que estamos fazendo, especialmente ela, está se vestindo um pouco mais provocante. Na verdade, ela nos inscreveu numa academia — ela é muito mais disciplinada do que eu e cumpre as rotinas direitinho, que por sinal já estão fazendo efeito, ela está mais enxuta.

Por outro lado, Diego não parou de escrever e mandar mensagens para ela, embora nas últimas três semanas não tenha escrito nada porque estava viajando. Depois do que aconteceu, a Clara tem me contado tudo o que o velho escreve e manda pra ela. Sempre tinha negado a existência de outros vídeos, só tinha confessado a existência de um, que foi feito no dia em que descobri ela, por isso ela não tinha se preocupado com as ameaças. Porém, a essa altura, tive que confessar que encontrei a mulher do Diego e ela disse que possivelmente a existência desses vídeos é real, com o que ela começou a se preocupar bastante. Esse preâmbulo vem porque na semana passada, depois de quase três meses dos acontecimentos, o velho escreveu de novo pra ela pedindo pra se encontrarem no fim de semana. A resposta da Clara, como todas as outras depois dos acontecimentos, foi óbvia: de uma vez disse que não, o que fez com que ele dissesse pra ela verificar o e-mail, que tinha uma surpresa.

No sábado passado, eu tinha uma reunião com uns colegas da universidade, então saí cedo. Quando cheguei ao meio-dia, a Clara já tinha o almoço pronto, mas estava com uma cara de poucos amigos. Perguntei: "O que aconteceu?" Ela disse: "Lembra que te falei que o Diego tinha me escrito e quando eu disse que não ia me encontrar com ele, ele mandou eu verificar meu e-mail?" Respondi: "Sim, lembro. Pra que era o e-mail?" E ela, chorando, disse: "Tem outro vídeo!" Falei o mais calmo que pude: "Lembra que a mulher me disse que o mais provável era que existissem esses vídeos? Ainda não entendo como você caiu no jogo desse velho. Já viu?" Perguntei. "Não consegui ver, estou com muita raiva." "Bom, deixa eu comer pra ver o que você fez." Ela, chorando, me pediu: "Por favor, não veja." Respondi: "Lembra que combinamos que, se quisermos resolver isso, eu preciso saber dos detalhes da sua relação com esse velho? Porque com certeza ele vai me escrever ou ligar pra contar coisas, e é melhor você me contar antes que eu fique sabendo por outra pessoa." Ela concordou, mas disse: "Vamos ver à tarde." Falei: "Quando for, mas vou ver."

Depois de falar com a Clara, procurei o número da Viviana (a mulher da velha), quando liguei pra ela, pedi por favor pra conseguir os vídeos da Clara, que o marido dela tava chantageando ela com a ameaça de me mostrar os vídeos e ela tá muito mal. Ela respondeu que não tinha problema, mas perguntou onde eu queria que gravasse. Eu falei: "é que são muitos, não cabe num pendrive". Ela disse: "acontece que o cara tem um computador onde baixa todos os vídeos, mas ela não sabe quais são os da Clara. Teríamos que gravar tudo o que ele tem e você revisar". Aí eu falei que tenho um HD externo que posso levar pra ela e depois ela me devolve. Combinamos de nos encontrar num shopping uma hora depois.

Falei pra Clara o que tinha combinado com a velha, e ela disse que prefere ficar, que não quer ver a cara daquela senhora. "Tá bom, mas me acompanha, você fica olhando as lojas enquanto eu resolvo com a velha." Ela aceitou e me acompanhou. Fomos direto pro shopping, ficamos lá um tempinho até a Viviana me escrever onde tava. Falei pra Clara e fui encontrar a velha. Quando nos encontramos, nos cumprimentamos. Ela perguntou como tava a situação com minha mulher. Eu falei: "quando a gente tava melhorando, seu homem apareceu de novo". Ela disse: "não liga muito pra ele não. Vou aproveitar e trazer os vídeos de uma vez, já que ele saiu e não volta até de noite ou talvez só amanhã. Se quiser, me espera aqui que eu te entrego hoje mesmo." Falei: "tá bom, me avisa qualquer coisa."

Procurei a Clara, que já tinha comprado umas coisas. Falei que a gente tinha que esperar a velha, que ia trazer os vídeos de uma vez. Então continuamos vendo as lojas no shopping. Ela aproveitou pra comprar uns vestidos, bem sugestivos, e disse: "esses são pra te exibir". Depois de quase três horas andando no shopping, a velha escreveu que tava entrando. Esperamos ela praticamente na entrada. Ela cumprimentou a Clara, perguntou como ela tava. Clara respondeu por Só de boa, a gente começou uma conversa meio besta, no fim ela se despediu, falei pra Clara a gente ir embora, ela primeiro disse "vamos comer antes de ir pra casa", e aí a gente foi. No caminho pra casa, ela começa a me acariciar e me beijar, sem eu perceber já tava com a mão dentro da minha calça me acariciando o pau, já tava super excitado. Quando chegamos em casa, como era de se esperar, a gente transou. Eu fiquei meio dormindo, ela aproveitou pra entrar no chuveiro. Naquele momento, pensei que o que rolou foi pra eu não ver os vídeos, mas aquilo já tava decidido e ela sabia, então fiquei deitado esperando ela sair, pra ver o que minha mulher ia fazer. Quando ela saiu do banho, me perguntou se eu ia tomar banho, eu falei que sim, ela não respondeu nada, e tava com um olhar meio distraído. Aí entrei no banho, fiquei lá uns 10 minutos. Quando saí, a Clara não tava no quarto. Me vesti e desci pra ver onde ela tava. Chamei ela, ela respondeu "tô na cozinha", mas quando desci na sala, vi uma garrafa de uísque e dois copos. Quando ela saiu da cozinha, veio com um baby doll preto transparente, sem sutiã e com um fio dental. Fiquei de boca aberta quando vi ela. Ela trouxe uma bandeja com alguma coisa pra comer. Aí ela pegou os copos, serviu o uísque e tomou um de uma vez só, o que me surpreendeu pra caralho, porque ela não é muito fã desse tipo de bebida. E já serviu o outro e tomou também. Já tava preocupado com a atitude dela, e perguntei: "O que que houve?" Aí ela respondeu: "Só preciso que você me escute. Quando eu terminar de falar, você pode me dizer tudo o que quiser e vou respeitar o que você decidir, mas quero que você escute o mais calmo possível." Essas palavras me deixaram com os nervos à flor da pele. Ela continuou: "Pra isso terminar bem, é preciso que a gente fale a verdade, como você tem me pedido nos últimos meses. E vou te contar os fatos, com todos os detalhes que eu lembro, assim como você pediu. começa sua intervenção:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Sei que cometi um erro, que te machuquei, te humilhei e peço perdão de novo por isso. Eu realmente te amo e não quero te perder. Esses últimos meses do nosso relacionamento foram muito prazerosos e excitantes para mim. Não consigo imaginar o que você sentiu quando descobriu minha infidelidade, ainda mais sabendo o ciumento que você é.
Realmente não sabia que estavam me gravando, exceto como te falei no dia em que você descobriu tudo, já que, supostamente, me deixar gravar me deixaria em paz. Mais errada não poderia estar. Também suspeitei de um momento em que estavam me gravando quando a velha estava observando o que Diego fazia comigo, mas não tinha certeza. Quando você me disse que esses vídeos existiam, minhas suspeitas se confirmaram. Mas, como te falo, do resto eu não sabia das gravações. O que posso te dizer é que muitas das vezes que Diego me escreveu, ele me mandou algumas fotos dos nossos encontros, mas sempre imaginei que era em algum momento em que eu me descuidava e ele pegava o celular. Por isso, não dava importância. Essas fotos nunca te mostrei por vergonha, e não queria que você sofresse mais do que já estava sofrendo.
A decisão de ver os vídeos, eu realmente não entendo. Que importa se ele te manda ou não, se ele posta ou não? Isso já está feito e não posso consertar. Mas respeito sua decisão de assisti-los e vou te acompanhar. Isso vai me doer muito, não pelo conteúdo desses vídeos, mas porque sei que vão te machucar, assim como a mim, porque vou ter que reviver novamente os erros que cometi por ser estúpida. Mas, como disse antes, o que está feito, está feito, e devo assumir minha culpa.
Como te falei antes, vou te contar o que vivi nesses meses que podem ser chamados de loucura. Imagino que você tenha falado com Fernando e ele te contou quem era Diego. Talvez você tenha descoberto por aí, além das coisas que te contei. Embora não tenha mentido para você, quero ser o mais detalhada possível para que não fiquem dúvidas e a gente encerre esse assunto de vez.
Bom, essa situação começou... Como já te tinha falado,
quando o Carlos queria que a gente pegasse duas contas grandes, uma delas era a do Diego e a de outro sócio. Foi assim que as coisas rolaram:
- Um dia o Carlos nos chama e fala da possibilidade de a gente administrar uns negócios de uns bons amigos dele, que pelo tamanho podia deixar uma comissão boa pra gente. A Leonora e eu falamos que tínhamos interesse, aí ele responde: "mas isso não é de graça, vocês têm que merecer". Já imaginei por onde vinha, mas não falei nada. Nisso ele diz: "fácil, e vou ser bem direto, não vou ficar enrolando: vocês têm que transar comigo e possivelmente com os donos das empresas. Olha, quem ia ficar com essas contas é um dos seus colegas."
Não vou negar que pensei, porque realmente a grana era muito boa, mas depois falei pra mim mesma: que necessidade eu tenho de me prostituir? E falei que não.
Nisso a Leonora me diz: "não seja boba, é só sexo e você vai ganhar uma renda extra". Aí o Carlos fala pra eu pensar, que além das comissões, ele podia ajudar a melhorar nossa posição dentro da empresa. Ele disse: "não me responde agora, pensa bem". A Leonora, por outro lado, aceitou a proposta. Claro, a situação dela era diferente porque o Juan tava desempregado. Sei que no dia seguinte a Leonora transou com o Carlos, e deram uma das contas pra ela.
Depois de uma semana, a gente tava no escritório, já tava na hora de ir embora, ela me pede pra esperar, que tinha uma reunião com o Carlos e não queria sair sozinha do escritório. Como eu tinha umas coisas pendentes, falei que tudo bem. Esse foi o dia que cheguei bem tarde, aquele dia que a gente tava trocando mensagem no telefone e eu falei que tava esperando a Leonora pra levar ela em casa.
Quando já não tinha mais ninguém na empresa, o Carlos chama a Leonora pro escritório dele. Já imaginei pra quê. Minha surpresa foi quando chegaram mais dois velhos, entre eles o Diego, embora na hora eu não soubesse quem era, e pela posição que eu tava, não reparei direito. bem, porque se fosse visto bem, não teria acontecido nada disso. Ficaram lá umas 1 hora, quando saiu, me disse pra não perguntar nada, mas nem precisava me falar, eu já imaginava o que tinha rolado lá. Depois de uma semana, já tinha as duas contas. O que mais fez, não sei te dizer, porque em alguns meses o Juan já tava trabalhando numa das empresas do Diego.

Não passaram 15 dias e a Leonora começou com a cantilena de que eu aceitasse a proposta e levasse uma das contas. Eu sempre recusava. Numa reunião no escritório uns dias depois, me apresentaram o Diego. Ele sentou comigo pra falar dos negócios dele, que queria que eu levasse a conta porque tinham falado que eu era muito eficiente no meu trabalho. A Leonora chegou na conversa e disse que eu era a pessoa certa pro trampo, e que ela já tava cheia e não dava conta. Eu falei que ia pensar, trocamos telefones e ali começou meu martírio. Quase todo dia ele me escrevia, tanto sobre trabalho quanto sobre outros assuntos, tentando me conquistar. Assim passaram umas semanas e no fim decidi aceitar a conta. Como a negociação era direto com o Diego, o Carlos não teve nada a ver, então não transei com o Carlos, caso você esteja se perguntando.

Depois que me deram a conta e fechei o negócio, fiz algumas visitas à empresa. Na terceira, ele mesmo me atendeu e me convidou pra almoçar. Fomos num restaurante perto da empresa, ele disse que era pra falar do negócio e outras coisas. Não vi problema, na verdade achei super normal. O que não imaginei desse almoço foi o pesadelo que tava por vir. Realmente não lembro de nada daquele dia, na verdade nem sabia que tinham me gravado até te mandarem aquele vídeo. O certo é que acordei no hotel e não sabia por quê. Tava vestida, então não desconfiei de nada estranho. O que não entendia era por que tava num quarto de hotel, e o Diego disse: "parece que no almoço alguma coisa te caiu mal e você... Você se intoxicou e queria vomitar, por isso te dei um antialérgico, e isso te deu muito sono. Te trouxe aqui pra você deitar um pouco, você não estava em condições de dirigir, ele me disse, quando saí do hotel. Acreditei nele porque ele estava bem ao lado do restaurante. Naquela mesma tarde, ele me mandou umas fotos onde eu apareço completamente nua e em outras fazendo sexo oral nele. Queria morrer. Ele me chamou pra uma reunião no mesmo dia.

Quero que você entenda uma coisa: com Diego eu nunca senti o que sinto com você. Reconheço que não fui muito dada ao sexo nesses anos. Não pense que com Diego eu tinha vontade de fazer. Só fazia por obrigação, na esperança de que você nunca descobrisse. Sim, é verdade que nos poucos meses que durou, tive muito mais encontros com ele do que com você, mas, como te falei, mais por obrigação do que por vontade. Depois que transava com ele, quase sempre chorava, e sentia uma vontade enorme de que você me fizesse amor. Às vezes você me procurava, mas eu me sentia tão suja que não conseguia ficar com você depois de estar com ele. Você não merecia isso.

Te confesso que me senti usada e como uma puta. Nunca surgiu nenhum tipo de sentimento da minha parte por ele. Nem ódio. Pra mim, era como um trabalho que eu tinha que fazer, mesmo não gostando, e pronto. Mentiria se dissesse que nunca curti o sexo. Teve vezes que realmente fiquei muito excitada e cheguei ao orgasmo. Não me reconhecia. Mas depois lembrava de você e ficava com sentimentos confusos.

Não quero que isso soe como desculpa, mas acho que essa situação serviu pra eu descobrir minha sexualidade. Não quero dizer que por sua culpa eu não conhecia minha sexualidade, porque você já me falou isso bastante. Mas acho que devemos ver o lado bom que saiu disso. O que quero dizer é que não fiz isso por prazer em transar com outro homem, embora em alguns encontros tenha sentido prazer. O que é verdade e me dá raiva, e por isso não quero que você veja os vídeos, é que ele sim... Curto meu corpo, me imagino que em alguns desses vídeos vou parecer uma puta que é comida de todas as maneiras possíveis. Não tem mais o que fazer pra consertar isso, por isso te peço desculpas. A verdade é que desde que voltamos a ficar juntos, eu tenho curtido muito o sexo contigo e espero que você também esteja curtindo tanto quanto eu. Daquela vez que você transou comigo no dia que me descobriu, foi a primeira vez que senti orgasmos tão seguidos. Mas de uns tempos pra cá, já virou rotina ter vários orgasmos na relação, coisa que em todos esses anos juntos nunca tinha acontecido — você sabe que eu só conseguia ter um orgasmo.

Dito isso, vou continuar contando o que rolou. Lembro que depois que ele me mandou aquelas fotos e disse pra gente se encontrar, você ainda não tinha chegado. Me troquei e saí. Liguei pra ele na hora pra saber onde íamos nos encontrar. Ele me chamou na casa dele, me passou o endereço e em poucos minutos cheguei. Falei com o porteiro, ele me deixou entrar e me deu o número do apartamento. Quando entrei, ele tava quase nu. Olhei pra ele com cara feia e perguntei o que ele queria com aquelas fotos. Aí ele disse: "Pra essas fotos sumirem, você tem que ser minha puta até eu decidir quando acaba". E ainda ditou as condições da nossa nova relação, até como eu ia tratá-lo e tudo mais. Quando já tava indo embora, quase chorando, ele falou: "Ainda não pode ir". Baixou o short que tava vestindo e disse: "Tem que me dar um boquete de despedida". Eu fiz sinal que não dava, e ele respondeu: "Não tô perguntando se você quer, você tem que fazer porque esse é o trato daqui pra frente". Tentei tirar umas fotos, mas não deixei. Nesse dia, ele gozou na minha cara. Quando saí, ele disse que naquela semana a gente ia pra um motel, o mesmo do vídeo anterior, mas me deu um pacote com um vestido e uma lingerie. E falou: "Você tem que vir com isso". Depois disso, foi mais ou menos a mesma coisa. dinâmica, em quase todos os nossos encontros ele comprava a roupa que eu ia usar e me dizia pra onde ir. Exceto pela situação do restaurante, nunca rolou em lugar público onde eu pudesse me expor; várias vezes ele alugava um táxi pra me buscar e me levar de casa até o local do encontro. A maioria dos encontros foi de dia, acho que só um foi à noite, e nunca dormi com ele — só me comia, a gente se trocava e cada um ia pro seu canto.

Uma das últimas vezes que estivemos juntos, ele me disse que um dos sócios dele tava disposto a me pagar muito bem pra passar uma noite comigo. Eu falei na hora que não, que eu tava transando com ele pra você não descobrir, mas que não ia virar puta de ninguém. Ele também disse que quando eu tivesse pronta, a gente ia fazer um menage, mas que isso era pra depois — e nisso não tinha discussão, porque era uma das condições pra não mostrar as fotos. Aquilo me deu um nó no estômago; se já tava me sentindo mal por transar com ele, não ia aguentar o remorso se aquilo acontecesse.

Uma vez que eu tava na casa dele, a mulher dele também tava lá. Quando eu vi ela, ela me cumprimentou com um beijo e disse pra eu não me preocupar, que ela tava ali só de observadora. Mas acho que ela tava gravando um vídeo ou tirando fotos minhas enquanto Diego fazia as dele. Isso se repetiu uma ou duas vezes, mas nem sempre na casa dele.

O último dia que estive com ele, o dia que você descobriu esse inferno que eu tava vivendo e te fiz viver também — desse dia eu sei que tem um vídeo. Eu deixei gravar porque ele disse que com esse vídeo ele me deixava em paz, que era a última vez que a gente ia se ver. Mas foi tudo mentira, porque ele falou que se eu não topasse o menage, aquele vídeo com todos os detalhes você ia ter — não só você, mas todos os funcionários da empresa. Eu comecei a chorar, e pra completar, quando cheguei em casa, você já tinha descoberto tudo. Mas acho que foi melhor assim. O que aconteceu é que, se eu tivesse topado o ménage e você ficasse sabendo, não só você teria me largado, como também teria me matado.
Depois dessas palavras, eu fico calado por um momento, e embora saiba que foi ela quem caiu nesse jogo, por ganância, também entendo que a grande amiga e o chefe armaram uma cilada pra ela, ou pelo menos é essa a conclusão que eu chego.
Então eu digo: Leonora foi quem te jogou no tanque dos tubarões, porque do Carlos eu já esperava, mas essa sua grande amiga é uma grande foxy e te vendeu. Quanto será que pagaram pra ela pelo favor de te transformar numa puta?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.      Foi exatamente isso que eu disse pra ela, quando eu descobri as fotos, liguei e contei, ela me disse: "Não seja idiota, faz o que ele manda, aproveita e tira dinheiro desse velho, até porque comparado com seu marido, esse velho não deve ter resistência. Isso é uma obsessão de uns dias, depois ele arruma uma novinha e esquece." Depois disso, a relação com ela mudou, mas era a única pra quem eu podia contar o que tava rolando.

Quando você me deixou pra que o Diego ligasse pra ela desesperada, e naquela noite eu fui primeiro pra lá, mas pra minha surpresa, depois que cheguei, umas 2 horas depois de estar na casa dela, conversando com o Juan, batem na porta. Ela sai do quarto com um conjunto transparente e quando abre, é o Diego. E ele me diz: "Já que te descobriram, a gente pode continuar com o nosso lance. Lembra do meu parceiro, ali você pode se ajudar um pouco mais." Ele me agarrou e tentou me puxar pro quarto, eu me afastei. Leonora me disse: "Não seja boba, vem, vamos tirar essa mágoa de você, vai ver como essa noite você esquece tudo. Além do mais, o que mais você pode fazer? Se quer reconquistar ele, ele não precisa saber dessa noite." O Juan também tava com eles, planejavam fazer um surubão e eu ia ficar no meio. Fiquei com medo, porque do jeito que o Diego chegou, podia ter chegado qualquer um. Nisso, pedi ao Juan, quase chorando, que me emprestasse o carro dele, que eu ia pra um hotel. Mesmo a Leonora e o Diego sendo contra, ele me emprestou. O Diego, na hora, disse: "Pra que pagar hotel? Fica no apartamento lá fora, eu te empresto, pode ficar o tempo que quiser. Claro, você pagaria com especiarias", e riu o cínico. Saí o mais rápido possível e fiquei num hotel. No dia seguinte, encontrei a Leonora de novo, ela pediu desculpas e disse que eu podia ficar na casa dela, mas eu recusei. Aí ela falou da irmã dela, eu liguei e fiquei lá até voltar pra casa.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.      Não vejo o Diego desde aquele dia, embora ele tenha me escrito e ligado, mas fiquei umas três semanas sem saber nada dele até ele escrever sobre o vídeo. Depois de ouvir toda a confissão dele, falo: isso não vou esquecer tão fácil, juro que se eu desconfiar de algo, aí sim acaba tudo, não desperdice a última chance. Ele só responde: acredita em mim, você não vai se arrepender, e em menos tempo do que imagina, vou fazer você esquecer tudo isso. Daí não falei mais com ele, mesmo ele comentando sobre o que tinha dito pra Leonora e o que tinha descoberto sobre ela. Apesar de termos quase terminado a garrafa de uísque, eu tava tão puto que senti que o álcool não fez efeito, ela percebeu o que eu tava sentindo por dentro e só fala: me diz alguma coisa, não fica calado, só fala o que quiser, a gente tinha combinado que daqui pra frente íamos contar tudo. A única coisa que consigo falar é: você é uma puta sem tamanho. Ela responde: sim, mas sou sua puta. Nisso, ela me agarra e me joga no sofá e me dá um beijo, e ficou brincando comigo por um bom tempo, eu tava entre excitado e irritado, até que num momento ela abaixa meu shorts e começa a me chupar, e faz eu gozar, engole todo meu leite, levanta e tira a roupa que tava vestindo, ficando completamente nua, e enfia meu pau na buceta dela e ficou assim por um tempo, depois me fala: arrebenta meu cu, quero que quando você terminar eu não consiga nem andar. E ela se coloca no móvel abrindo o cu com as mãos, aí eu meto de uma vez, sem piedade, ela dá um grito de dor no começo mas depois começa a gemer e me fala pra meter mais forte, quando quase vou gozar ela se separa de mim, e agora sou eu quem senta no sofá, e de costas pra mim ela enfia sozinha pelo cu e começa um movimento de quadril muito rápido até eu gozar. Descansamos uns minutos e depois voltamos a transar quase a noite toda, decidimos não ver os vídeos naquela noite.

1 comentários - Por um direct 8

muy buena historia un poco largo pero muy bueno pobre clara paga de todos lados amigo es hora de la venganza con diego hay que tenderle una trampa quiero saber cómo sigue besos a clara me da pena se ha vuelto una puta pero hasta cuando va a seguir pagando muy buena historia