Víctor, el futuro médico - 8° parte

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Aviso:
Tudo relatado aqui faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da vida. Os nomes dos personagens foram deliberadamente alterados para proteger os verdadeiros protagonistas dos acontecimentos. É um relato autobiográfico.Durante o resto do dia, a única coisa em que consegui pensar foi na Marta. Principalmente naquela "estranha" convite para conversar sobre meu relacionamento com a Susana e com o Víctor. Até onde eu podia perceber, todos, especialmente ela, estavam muito felizes com a forma como as coisas estavam se desenrolando. Também não conseguia tirar da cabeça uma ideia que até então nunca tinha me passado pela mente. A Marta era uma mulher que, com certeza, se se esforçasse um pouco mais para melhorar a aparência, seria uma gostosa incrível. Ela tinha um corpo excelente, que com um vestido que realçasse seus peitos e seus quadris, mais um pouco de rímel e batom, deixaria vários de pau duro. Lembrei do jogo tácito entre nós, onde eu mostrava meu pau e ela curtia o que via. Fiquei excitado ao lembrar do beijo quase dado, e da visão dos peitos dela quando a acompanhei até o ponto de ônibus...

Comecei a pensar seriamente na Marta. Ela estava tentando me seduzir? Queria que eu a seduzisse? Teria que esperar até o dia seguinte para saber exatamente o que ela queria com aquela conversa a sós. Eu me imaginava chupando aqueles peitos lindos, muito maiores que os da Susana, e comendo ela até fazê-la gritar. Tive que bater uma punheta para conseguir dormir...

Saí na rua e o dia estava nublado, parecia que a qualquer momento ia chover. Peguei uma jaqueta impermeável, por precaução, e fui ao meu encontro com a Marta. Teria que carregar aquela peça o resto do dia, já que, como todas as quartas-feiras, não levava a bolsa para a faculdade. Cheguei tão cedo (oito menos quinze da manhã) que, da esquina, pude ver a Susana se despedindo da mãe na porta de casa. O Víctor, nessa hora, já devia estar de plantão no hospital. Me escondi atrás de uma árvore para que a Susana não me visse, e quando ela virou na esquina, segui para o encontro com a Marta...

Ela abriu a porta, me cumprimentou com um beijo na... ela me puxou pela bochecha e me fez passar para a sala de jantar. Meu pau endureceu assim que a vi. O coque, que normalmente segurava todo o seu cabelo, não estava lá. Todo o seu cabelo preto estava solto em torno do seu rosto, destacando os traços do seu rosto. Ela tinha apenas um leve rubor nas bochechas, uma linha de rímel nos olhos e os lábios pintados de um vermelho intenso. Ela vestia um vestido azul com bolinhas brancas, com duas alças grossas que formavam um decote quadrado onde seus peitos lindos claramente se destacavam, eu podia me deliciar com o "vale" que separava os dois. A saia acima dos joelhos me deixou louco de tesão. O que eu tinha sonhado e imaginado na noite anterior estava diante de mim e eu não sabia o que fazer. Deixei que ela tomasse a iniciativa, afinal Marta tinha me convidado para estar ali naquele momento...

Apontei para o sofá e ela me diz...- “Vamos pra cozinha, assim a gente pode conversar e tomar um mate ao mesmo tempo…”
 Sentei na cadeira da cabeceira que ficava de costas para a porta da cozinha. Ela na cadeira lateral à minha direita. Puxou a cadeira para ficar mais perto de mim. Tão perto que nossos joelhos se tocavam. Começou a preparar o chimarrão e repetiu mil vezes o quanto estava feliz com meu relacionamento com "seus garotos". Deixei ela falar durante várias rodadas, até que a chaleira de água esvaziou. Era óbvio que tudo era uma desculpa para eu ficar com ela a manhã toda. Enquanto ela falava, eu pensava em quando teria coragem de beijá-la ou apalpar descaradamente os peitos dela. Ela se levanta e decide colocar mais água na chaleira para outra rodada de mate, e eu a interrompo dizendo...- "Eu não quero mais mate... E eu gostaria que você me dissesse a verdade sobre por que me fez vir até aqui... Você não vai me fazer acreditar que vamos falar só sobre o quanto você gosta e aprova meu relacionamento com sua filha e seu sobrino, porque já ouvi você dizer isso um monte de vezes desde que ficou sabendo... Por que não me conta a verdade sobre o verdadeiro motivo da minha visita...?
 Ela se sentou, pegou minhas duas mãos e, com os olhos cheios de lágrimas, me disse...- “O que você acha de mim como mulher…?”
- "Não entendo o que você espera que eu responda...
- "Você acha que eu ainda sou uma mulher que consegue seduzir alguém...? Que ainda posso fazer alguém se interessar por mim...? Me fala a verdade...
- "Claro... Apesar da sua idade, você ainda é uma mulher gostosa...
- "Você tá falando sério, ou só quer me agradar...?
- "Não... Sinceramente, acho você linda... Você ainda tem um corpo e uma figura espetaculares, e hoje, com esse vestido, está pronta pra virar cabeças na rua e receber cantadas... Seu cabelo solto, seus lábios pintados, a linha de rímel nos olhos, o vestido com decote pronunciado e a saia curta, suas lindas teta...
 Parei de repente, ia dizer o quanto eu adorava os peitos dela, mas não tive coragem de falar em voz alta. Ela me incentiva…- "Seus o quê...? A que você estava se referindo...? Aos meus peitos...? Você gosta...? Te deixam com tesão...?
 Em vez de me jogar nos peitos dela para beijá-los, e responder a verdade, eu disse…- "Você é muito gostosa... Todo o seu corpo é uma beleza... Mas acho que estamos jogando um jogo muito perigoso...
- “Perigoso…? Você chama essa conversa de ‘perigosa’… E como vamos chamar o joguinho que você fez com seu pau lindo na minha frente no outro dia…? E como vamos chamar o quase beijo que estivemos prestes a dar, o que foi aquilo…? Não venha me dizer que não gosta de mim nem que eu não te esquento como mulher, porque eu teria dificuldade em acreditar… Também não me diga que não gostou quando quase nos beijamos, porque sei que estaria mentindo… Ou será que não teria gostado que nossos lábios se encontrassem num beijo delicioso…? Você não imagina a vontade que tive de chupar seu pau duro que você me oferecia, e se não fiz foi porque minha filha estava por perto… Você não imagina a vontade que tive de te beijar de verdade, mas não quis forçar mais a barra, considerando a proximidade da Susana… Não quero ser a responsável por afastar você do Victor e da Susana…”
 Ela me desmontou com os argumentos dela. Ambos sabíamos da tesão mútua que sentíamos um pelo outro. Ela mostrou as cartas e me obrigou a fazer o mesmo. Buscando no fundo da minha mente as palavras certas para responder, me levanto e, oferecendo minha mão, a convido a me seguir. Ela me olha nos olhos, hesita por alguns segundos e finalmente deixa que eu a conduza até o sofá. Nos sentamos. Ela à minha esquerda, e, juntando coragem, respondo...- "Você é uma mulher incrível e maravilhosa... Vamos aceitar que o jogo que jogamos foi tacitamente consensual... Foi de propósito que mostrei descaradamente meu pau quando percebi que você não conseguia desviar o olho dele... Você tem toda razão sobre o beijo, eu teria adorado te dar um beijo bem longo e profundo... E sim... Confesso... Seus peitos me deixam louco... Desde a primeira vez que te vi, sonho em poder tocá-los e beijá-los...
- "Você gosta dos meus peitos...? Aqui estão eles...e ela abaixou as alças do vestido, desabotoou o sutiã e deixou seus peitos ao ar, com os mamilos apontando para mim...

Não respondi, me joguei sobre aquelas tetas enormes. Comecei beijando e chupando seu mamilo direito enquanto brincava com a mão esquerda no outro mamilo. Marta gemeu e dizia...- “Sim, Eduardo… Faz anos que ninguém cuida dos meus peitos… Chupa, chupa e chupa… Não cansa de chupar… Faz minha buceta ficar toda molhada…”
 Ao ouvir isso, levei minha mão até sua buceta e pude perceber que sua calcinha estava ficando molhada. Alternava de um mamilo ao outro, mas estávamos em uma posição desconfortável. Deitei-a no sofá e, levantando sua saia, pude ver uma calcinha completamente encharcada. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar sua vagina com desespero. Ela começou a gemer e gritar...- "Cuida de mim usando a palavra: buceta... Eu quase não lembro mais o que é um orgasmo... Me faz sentir de novo...
 Com a minha língua, explorei todos os cantos possíveis da sua buceta. Minha saliva se misturava com seus fluidos até que finalmente ela teve seu orgasmo. Bebi todos os seus sucos. Não satisfeita, ela me pediu para continuar, queria um segundo orgasmo. Minha língua já estava um pouco cansada, então fui alternando com meus dedos. Quando ela conseguiu o novo orgasmo, assim como no primeiro, bebi todos os sucos que consegui engolir, e conforme ela foi relaxando e se acalmando, começou a sentir vergonha do que aconteceu. Eu disse...- “Marta, foi maravilhoso… Não fique com vergonha… Nós dois procurávamos por isso e nós dois curtimos…”
- "Sim, mas você é o namorado dos 'meus garotos'... O que vamos fazer agora...?
- “Por enquanto, vamos continuar aproveitando… Depois a gente pensa no que fazer e no que contar pra Susana e pro Víctor…”
- “E por que a gente não pensa nisso agora…?”
- “Porque você já aproveitou e gozou duas vezes, e olha como eu tô… Esse pau aqui sozinho não vai se acalmar…”mostrando uma rola duríssima debaixo da minha calça jeans…- “Você tem razão… Que egoísta eu fui… Me dá esse pauzão gostoso… Faz tempo que não tenho um dentro da minha boca…”
 Me ajudei a soltar o cinto, ele puxou a calça e a cueca de uma vez e devorou meu pau num movimento só. Pude sentir a ponta do meu pau tocando o fundo da garganta dele. Dava pra ver que ele não tinha esquecido o que fazer com um pau na boca. Aos poucos foi soltando todas as habilidades e, quando eu estava quase gozando, avisei pra ele não se surpreender, ele me diz...- “Me dá toda a porra que você tem… Quero sentir de novo na minha boca o gosto da porra de macho…”
 Despejei três jatos violentos e esvaziei completamente minhas bolas dentro da sua boca. Ela engoliu o que pôde, mas parte escorria pelos lábios. Limpamos o lugar e nos higienizamos um pouco. Voltamos a sentar no sofá. Começara a chover, uma chuva fina. Nos olhamos por segundos que pareceram anos e decidimos que era hora de não haver mais beijos nas bochechas ou nos cantos da boca entre nós. Ambos entreabrimos as bocas e nos beijamos apaixonadamente, introduzindo alternadamente nossas línguas uma na boca da outra...

Passou-se uma longa meia hora de beijos. Já era perto das nove e meia da manhã. Foi o momento em que ela decidiu que teríamos que esclarecer o acontecido, primeiro entre nós e, se necessário, com Victor e Susana...

Primeiro me agradece por tê-la feito gozar e pelos orgasmos que teve. Me contou que desde que ficou viúva, já fazia quinze anos, só tinha tido relações ocasionais com alguns homens. Mas eles não queriam nada formal, e muito menos com uma mulher que, além de viúva, tinha uma filha pequena de apenas 9 ou 10 anos naquela época. Marta acabou afastando-os da sua vida...

Dizia que os beijos que havíamos acabado de dar a fizeram se redescobrir. Que se lembrava de ser uma mulher muito apaixonada e exaltada em relação ao sexo, e que com os anos essa paixão e exaltação foram diminuindo. Tentei beijá-la novamente e ela me impediu, dizendo...- “O que vamos dizer para os caras…?”falando da Susana e do Víctor…- "Não sei... Até agora só nos beijamos e umas coisinhas a mais...
- "Coisinhas mais...? Você me fez gozar como há anos não acontecia... Bebi seu precioso gozo e chupou meus peitos como um bebê... E a tudo isso você chama de 'coisinhas'...?
- “Você acha que é muito mais fácil pra mim…? Eu tento levar um relacionamento com sua filha e ao mesmo tempo com seu sobrino, e ainda não tenho claro o que está acontecendo entre nós dois… Marta, eu gosto de você e você me deixa muito excitado… Mas você é a mãe da Susana, minha namorada…”
- “Mas há pouco você parecia não ligar muito pra essa condição…”
- “E você também não, e é por isso que estamos pensando no que fazer a respeito… Eu te desejo, adoraria te comer… Mas se dermos esse passo, mais cedo ou mais tarde teremos que contar para a Susana e o Victor o que está acontecendo entre nós…”
 Ela ficou em silêncio, pensativa. Absorta em seus pensamentos. De repente, como se tivesse encontrado a ponta do fio para desembaraçar o novelo, ela me diz...- "Minha filha tem insistido muito ultimamente, dizendo que eu preciso de um homem com 'cama fora', e cada vez mais me convenço de que você seria o amante certo... Não preciso de um namorado, preciso de um homem que me queira e me respeite, e ao mesmo tempo me faça gozar como sei que posso... Não quero mais me masturbar escondida no meu quarto... O que você acha...? Estou morrendo de vontade de você me comer o mais rápido possível...
- “Eu também estou morrendo de vontade, mas gostaria primeiro que a gente esclarecesse essa situação para poder contar para o Víctor e a Susana…”um trovão nos assusta e ela aproveita para se agarrar com força em mim...- “Me come com toda sua vontade, e depois a gente vê como vamos contar pra eles… Tá…?”
 Beijei-a com uma paixão enorme. Nossas bocas eram incapazes de se separar. Os minutos passavam, a chuva sem ser muito forte era constante. Já eram quase dez da manhã e, como se pudéssemos ler as mentes um do outro, nos levantamos e ela me levou até seu quarto. Era a primeira vez que eu atravessava aquela porta e entrava nele…

À frente, a janela que dava para a rua; na parede direita, um guarda-roupa; e na esquerda, uma cama de casal perfeitamente arrumada. Depois pude ver, na parede da porta, um espelho de corpo inteiro. Quando o descobri, a levei até ele para que se visse, e eu, abraçando-a por trás, beijei seu pescoço e acariciei seus peitos por cima do vestido. Abaixei o zíper da roupa e deixei o vestido cair no chão. Ela ficou um pouco envergonhada ao se ver só de calcinha e sutiã. Girei-a para beijá-la e nos deitamos abraçados na cama. Ela me ajudou a me despir até ficar completamente nu. Tirei seu sutiã e sua calcinha, e ela pediu que entrássemos debaixo das cobertas. Eu fiquei do lado da janela…

Lembrei que tinha camisinhas na bolsa e tentei me levantar. Ela me segura e pergunta…- “Pra onde você vai…?”
- “Vou pegar as camisinhas que tenho na bolsa…”
- “Não precisamos deles…”
- "Como assim não precisamos...? Você tá nos dias inférteis...?
- “Não… Quando aconteceu o sumiço e a morte dos pais do Víctor, a mágoa e o desespero daquela época fizeram com que a menopausa chegasse vários anos mais cedo pra mim… Faz mais de um ano que não ovulo mais… Não tem nenhum risco de gravidez, se era isso que te preocupava…”
 Nos abraçamos, nos beijamos e eu subi em cima dela. Ela me interrompe e me diz...- “Por que você tinha camisinhas…? Será que imaginou que ia me comer hoje…?”
- "Não, eu sempre tenho uma caixinha... Para o que der e vier... Você não acha que com sua filha é só beijinhos e sessenta e nove, né...?foi uma mentirinha, já que Susana não queria transar com camisinha... Ela sorriu maliciosamente e me beijou com paixão. Aproximei a ponta do meu pau da sua buceta e lentamente fui penetrando. Quando meu pau não entrava mais, comecei com uma suave ida e volta, e aos poucos fui aumentando o ritmo. Marta fechava os olhos e gemía baixinho, e quando os abria novamente, me beijava procurando minha língua com a dela. Depois dos primeiros instantes, conseguimos encontrar um ritmo confortável para os dois. Meu pau deslizava com muita facilidade graças ao quanto a boceta da Marta estava molhada. Enquanto aumentava o ritmo das minhas investidas, beijava e chupava alternadamente seus mamilos. Os gemidos suaves já eram quase gritos, e pela forma como os músculos da sua vagina apertavam o tronco do meu pau, senti que seu orgasmo estava prestes a acontecer. Efetivamente, ela gemeu quase gritando e seus fluidos encharcaram meu pau. Lubrificada como estava, aumentei o ritmo da bombada por vários minutos até que jorrei em duas descargas no fundo da sua boceta. Ela teve seu segundo orgasmo e, em agradecimento, percorreu meu rosto e meu peito com seus lábios, me enchendo de beijos... Quando conseguimos fazer nossas pulsações baixarem para um ritmo razoável, ela olhou para o relógio de pulso e, percebendo que já eram quinze para as onze da manhã, como uma mola saltou da cama e, oferecendo-me a visão de toda a sua bunda nua, saiu em direção à sala de jantar. Perguntei...- “Pra onde você vai…?”
- “Preciso fazer uma ligação urgente…”
- "Agora mesmo...? O que é tão urgente...? Deixa pra depois e vamos fazer um segundo round agora...
- “O chamado vai nos permitir ter várias rodadas seguidas até acabar a ‘briga’, meu amor…”sorrindo...   Ouvir ela me chamar de "meu amor" me excitou. Segui ela até a sala de jantar, e enquanto ela discava um número de telefone, abracei ela por trás esfregando meu pau na bunda dela. Ela conseguiu se comunicar e só ouvindo a parte dela entendi o enredo da mentira que ela tinha imaginado...- “Oi… Dona Ângela…? Sou eu, a Marta…”
- “…”
- “Eu liguei porque hoje não vou conseguir ir fazer a limpeza… Acordei com umas linhas de febre e não queria que a chuva e o frio de hoje me compliquem mais do que já estou…”
- “…”
- “Obrigada por me entender… Peço mil desculpas… Não se preocupe, semana que vem chego mais cedo e fico um tempinho a mais pra compensar o dia de hoje…”
- “…”
- “Tchau e até a próxima quarta-feira…”
 E aí, olhando pra mim, ela solta...- "Pronto, meu amor... Temos o resto do dia só pra nós... O que você acha se eu preparar uns sanduíches e umas bebidas e a gente leva pro quarto...?
 Balancei a cabeça e, pelados como estávamos, fomos para a cozinha. Enquanto ela preparava o almoço frugal, eu não parava de beijá-la e apalpá-la por todos os lados. A preparação do lanche foi permanentemente acompanhada por sessões de beijos de língua. Quando tudo ficou pronto, voltamos para o quarto. Entre nós dois, compartilhamos o primeiro sanduíche, e não só comíamos a comida, mas nos "devorávamos" com os olhares. Mal bebemos um gole das bebidas para ajudar a descer a comida e, sem nenhum preâmbulo, nos beijamos, nos abraçamos e recomeçamos a tarefa abandonada. Dessa vez, ela montou em cima do meu corpo e, pegando meu pau com a mão direita, foi guiando até fazê-lo desaparecer dentro de sua já encharcada buceta…

A visão da Marta, com seus peitões balançando na minha frente, era como estar no paraíso. Ela marcava o ritmo da foda e eu deixava ela fazer. Ela se inclinou para frente, apoiando as mãos no travesseiro, para que seus mamilos ficassem quase sobre meus lábios. Peguei o mamilo direito e me dediquei, durante um tempo que parecia interminável, a beijá-lo e chupá-lo com meus lábios e minha língua. A Marta parecia um vulcão prestes a explodir de tão quente que estava. Ela teve um orgasmo e, em plenas convulsões, foi ela quem colocou seu mamilo esquerdo dentro da minha boca, dizendo…- “Cuida dessa também… Você não vai querer que ela fique com ciúmes… Continua chupando até eu gozar de novo…”
 Comecei a beijar e chupar alternadamente os dois peitos e mamilos. Ela gemeu e aumentou o ritmo. Gozei dentro dela ao mesmo tempo que ela tinha um novo orgasmo. Nos abraçamos e, entre o barulho da chuva e a quietude que nossos corpos exigiam, fomos caindo no sono. Sem perceber as horas, acordamos com vontade de nos termos um ao outro de novo. Começamos com nossos jogos e carícias. Me coloco por cima dela e, quando de uma só vez a penetro até o fundo de sua buceta, Marta solta um grito de prazer que ecoou por toda a casa. Ninguém tinha percebido que já perto de uma da tarde, Susana havia voltado. Assustada com o grito, ela invade o quarto e, diante do espetáculo que oferecíamos, grita entre surpresa e irritada...- "Mãe... Eduardo... O que vocês estão fazendo...?
- “Não te parece muito óbvio o que a gente tá fazendo…?”, responde a Marta. E continuou...- “Você mesma me incentivou a ter um amante… Um homem com ‘cama fora’… Eduardo é um homem excepcional, me fez redescobrir a mulher apaixonada que um dia fui… Deixa a gente se vestir e conversar como adultos civilizados…”
- “E você… O que tem a dizer…?”me dirigindo a mim...- “Não era que eu te fazia muito feliz…? Não era que eu fodia como os deuses…? Ou será que você pensa em foder a família toda…?”
- “Quando você se acalmar um pouco, vou te dizer o que for apropriado, mas lembro que foi você quem teve a ideia de me compartilhar com o Víctor… Com ele não tem nenhum problema e com sua mãe tem…?”
 Com um portão, ele foi para a sala de jantar e nós terminamos de nos vestir em silêncio. Saímos do quarto. Marta sentou-se em uma das poltronas e eu no sofá, onde Susana já estava sentada. Ela mudou de lugar e foi para a outra poltrona. A raiva ainda durava nela. O silêncio era cortado com uma tesoura. Pareceu-me que era o momento de falar, que eu tinha que quebrar o gelo...- “Susana, o que surgiu entre sua mãe e eu não foi algo que a gente procurou, foi acontecendo naturalmente… Surgiu uma grande empatia entre nós dois e, sem perceber, as coisas foram rolando, até que finalmente você pôde ver o que acabou sendo inevitável para nós dois… Marta é uma mulher muito fogosa e a gente se deu super bem juntos…”
 Ele nunca me interrompeu e me ouvia com atenção. Voltei a lembrar como ela tinha incentivado um ménage entre nós e o primo dela. Que com sua recusa estava negando à mãe um pouco de felicidade. Que eu não teria problemas em compartilhar os três e vários outros etcéteras...

Marta lembrou a ela seu pedido permanente para arrumar um homem. Ela aceitou os argumentos apresentados e perguntou sobre ele, já que Marta não estava trabalhando. Marta, com lágrimas nos olhos — uma mistura de choro e felicidade — tentava fazê-la entender a mentira que tinha inventado e o quanto eu a tinha feito gozar...

Insistia nos anos que haviam passado desde a última vez que ela se sentiu assim. Que quando o pai dela morreu, ela tinha apenas 5 anos. Que desde então só tinha estado com dois homens. Que desde a última vez que a fizeram gozar já haviam se passado dez longos anos. Que eu tinha conseguido fazê-la se redescobrir como a mulher apaixonada que um dia foi...

Susana começou a derramar lágrimas, levantou-se, aproximou-se da mãe, fez com que ela se levantasse e se abraçaram, chorando juntas. As lágrimas de angústia foram se transformando em lágrimas de felicidade, e as duas mulheres começaram a se beijar nas bochechas e a acariciar mutuamente os cabelos. Me aproximei e me abracei com elas. Os três abraçados começamos a compartilhar beijos até que, no final, todos sorrimos. Sentamos no sofá, eu entre minhas duas mulheres, e alternava com ambas sessões de beijos apaixonados...

A chuva continuava e Victor chegou da plantão hospitalar. Surpreso ao nos ver os três juntos, principalmente sua tia, que deveria estar trabalhando, nos disse...- "O que vocês três estão fazendo aqui...?
 A Susana não deixou ele falar mais. Ela se levantou e o levou para o quarto, dizendo que ia explicar tudo. Depois de uma longa meia hora, os dois voltam para a sala de jantar. O Victor, com as feições bem sérias, não dava nenhuma pista de como tinha recebido a notícia. Até que finalmente, com um sorriso, ele fala...- "Estou feliz por você, tia Marta, e muito mais feliz por todos nós… Amo todos vocês… Vamos nos abraçar…
 Nos fundimos em um abraço coletivo. A tarde passou com chuva e uma conversa agradável entre todos. Marta combinou com Victor qual seria a comida que prepararia para a comemoração do seu aniversário naquele sábado. O tempo lá fora estava horrível, mas dentro de casa era pura felicidade...

Eles haviam concordado em me compartilhar, o que dava a tranquilidade de não precisar esconder nada um do outro. Sentei em uma das poltronas para assistir televisão até a hora de ir para a faculdade. Cada vez que um deles passava perto de mim, nos beijávamos com paixão. Quando chegou a hora de eu ir embora, Victor me acompanhou até a porta enquanto me ajudava a colocar a jaqueta impermeável, e me ordena...- “Não precisamos mais ir ao Jardim Botânico… Sexta você vem passar a tarde aqui… O que acha…?”
 Com um beijo carinhoso, deixei claro que seria assim…Continua em “Víctor, o futuro médico - 9ª parte”
 
 
 
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