Oi, pessoal!
Sempre achei que pra alguém ser infiel precisava ter algum motivo, seja problemas em casa, rotina chata, ou até retribuir uma traição.
Como qualquer um que casa, a gente espera ser fiel até a morte ou que a pessoa seja fiel com a gente. A realidade é que qualquer um pode acabar sendo infiel sem ter motivo nenhum,
é só encontrar a pessoa certa pra te fazer perder a cabeça e você vai perceber só quando já for tarde demais.
No meu caso, como já contei pra vocês, foi uma amiga da minha esposa, e depois caiu a vizinha. Claro que depois de falhar com minha parceira fico com um peso na consciência, o que torna a vida um pouco difícil, já que você fica sempre esperando que sua parceira te pague na mesma moeda.
Vocês devem pensar: que mentalidade quadrada! E se você tá aqui é porque é uma pessoa liberal. Certo, todo mundo se acha assim até ser traído.
Por sorte, o karma ainda não me pegou, mas eu me cuido tentando ser forte e não cair de novo na tentação da carne. Só assim talvez eu escape da justiça da vida, que demora mas não esquece.
Sempre tive a ideologia de que o ser humano, quando é inteligente, aprende com os erros dos outros.
Tudo isso vem do que aconteceu comigo um tempo atrás com o Carlos, um dos meus melhores amigos.
Saímos como de costume nos fins de semana depois do trabalho, pra um shopping perto de onde a gente trabalhava.
Carlos, uma pessoa muito alegre e educado com as mulheres, tinha o dom de agradar a todos, especialmente as colegas de trabalho. E pelo que ele me contava, não tinha nenhuma conhecida que tivesse escapado de engolir o sêmen dele, já que ele costumava gozar na garganta delas sem avisar.
Eu sempre prestava muita atenção nos relatos dele, mas nem sempre acreditava, e deixava isso claro.
Um dia ele me contou que estava saindo com nossa chefe de área, e de todas as coisas que fazia com ela...
Eu, claro... Eu disse que não acreditava em nada do que ele falava, já que nossa chefe era uma senhora mais azeda que vinagre vencido.
Ele jurou de pés juntos que era verdade e, para me provar, me pediu para acompanhá-lo ao estacionamento.
Escondido atrás de uma coluna como qualquer incrédulo, fiquei esperando para tirar sarro do meu amigo.
Depois de alguns minutos, vi nossa chefe saindo do elevador com um vestido elegante, e meu amigo foi ao seu encontro. Nunca tinha visto uma mulher mais fogosa para cumprimentar seu amante. Ele beijava ela enfiando a língua o mais fundo que podia na garganta, enquanto com as manos amassava aquele rabão dela. Ela, por sua parte, com uma mão segurava a cabeça dele e com a outra acariciava o pau dele.
Depois dessa demonstração de luxúria, ela sussurrou no ouvido dele e, deixando-o todo bobo, Ana, nossa chefe, entrou no carro e saiu do complexo.
Nessa hora, eu já estava convencido de que tudo que o Carlos me contava era verdade.
Perguntei o que tinha acontecido, por que ele tinha ficado tão besta no estacionamento, e ele me disse:
Ana pediu para ele arrumar um bom hotel para essa tarde, porque tinha uma grande surpresa pra ele.
E começou a recitar tudo que ele faria com nossa chefe no hotel.
Fomos tomar uns tragos enquanto chegava a hora do tão esperado encontro.
Depois de um tempo, decidi ir embora e deixar o Carlos sozinho na aventura com nossa chefe.
Carlos, já com uns drinks a mais, me pediu para acompanhá-lo ao hotel e que me esconderia num armário para que eu fosse testemunha de como ele ia aproveitar nossa chefe.
Normalmente, uma pessoa decente recusaria um convite desses, já que é imoral e inapropriado expor uma mulher assim sem o consentimento dela.
Mas, como qualquer bêbado depois de algumas doses perde a decência, e me convencendo de que ela nem perceberia que eu estaria olhando, aceitei o convite.
Me escondi tentando não fazer nenhum barulho enquanto Carlos se sentou na cama, esperando sua amante fogosa.
Ana Entro no quarto e, sem dizer uma palavra, me joguei no Carlos, mordiscando e apalpando ele como uma fera no cio.
Ana parou e disse ao Carlos: "Hoje vou realizar uma fantasia que sempre tive, e você, Carlos, vai participar dessa fantasia.
Vamos fazer um trio", ela disse ao Carlos. "Claro, meu amor, o que você quiser", disse meu amigo bobo.
Ana pediu que ele se escondesse no armário e que ela indicaria quando entrar na brincadeira, ao que Carlos aceitou sem questionar.
Só de cueca, ele entrou no mesmo armário minúsculo onde eu estava escondido. Já imaginam o constrangimento de ter meu amigo seminu no mesmo espaço apertado.
Fazendo sinais para eu não fazer barulho, esperamos o momento em que a terceira pessoa entraria na brincadeira sexual que Ana tinha preparado.
Ana baixou as luzes e, na penumbra, sentou-se um momento ao pé da cama. Bateram na porta e a silhueta de uma mulher linda apareceu na entrada. Sem trocar uma palavra, as duas mulheres começaram a se devorar, tirando a roupa o mais rápido possível. A recém-chegada despiu Ana, beijando seus seios com força, enquanto com uma mão massageava vigorosamente sua buceta. Depois, desceu lentamente com os lábios até lamber e chupar a buceta da Ana. Ana, por sua vez, agarrou seus longos cabelos e não a deixava sair de entre suas pernas. Não demorou muito para Ana desmaiar após a ejaculação feminina mais escandalosa que eu já tinha visto.
Depois de um momento de silêncio e gemidos, Ana começou de novo a devorar sua parceira com beijos.
Parou um momento e disse à convidada: "Hoje vamos fazer um trio e convidei um amigo para nos divertirmos bem".
A convidada recusou na hora:
"Se eu vim até aqui é para ficar com você e só com você. Se for trazer um homem, é melhor eu ir embora,
porque para ficar com um homem, prefiro ficar com o inútil que tenho em casa, que só pensa em montar e sempre me deixa na mão. com vontade. Exigiu a convidada.
Ana garantiu que o homem que ela tinha era o melhor garanhão que poderia ser encontrado,
Ao que a convidada aceitou sob reclamação,
Ana acendeu totalmente a luz e pediu para Carlos sair do seu esconderijo. Carlos estava estupefato, completamente paralisado, e não queria sair daquele lugar minúsculo.
Sim, acertaram: era a esposa do até então meu amigo Carlos.
Imaginem o escândalo que se armou,
Mas não foi assim.
A convidada quase nua saiu correndo do quarto,
Carlos não saía da sua vergonha de ver a esposa se revolcando com outra mulher, e que seu melhor amigo soubesse em primeira mão de um acontecimento tão constrangedor.
Ana não entendia o que havia acontecido,
Carlos saiu do quarto chorando e sem dizer uma palavra.
Ana saiu atrás dele tentando entender o que tinha acontecido naquele quarto.
Eu, sem faltar com minha palavra, fiquei calado e quieto naquele closet sem me fazer notar por ninguém,
sofrendo da pior vergonha alheia que vocês podem imaginar.
Depois que todos saíram, esperei um tempo prudencial para poder sair e ir para minha casa.
Daí tirei esta reflexão:
Antes de sair para se aventurar por aí, primeiro satisfaça sua parceira, para que não te difamem na rua por não saber fazer direito.
Ele jurou de pés juntos que era verdade e, para me provar, me pediu para acompanhá-lo ao estacionamento.
Escondido atrás de uma coluna como qualquer incrédulo, fiquei esperando para tirar sarro do meu amigo.
Depois de alguns minutos, vi nossa chefe saindo do elevador com um vestido elegante, e meu amigo foi ao seu encontro. Nunca tinha visto uma mulher mais fogosa para cumprimentar seu amante. Ele beijava ela enfiando a língua o mais fundo que podia na garganta, enquanto com as manos amassava aquele rabão dela. Ela, por sua parte, com uma mão segurava a cabeça dele e com a outra acariciava o pau dele.
Depois dessa demonstração de luxúria, ela sussurrou no ouvido dele e, deixando-o todo bobo, Ana, nossa chefe, entrou no carro e saiu do complexo.
Nessa hora, eu já estava convencido de que tudo que o Carlos me contava era verdade.
Perguntei o que tinha acontecido, por que ele tinha ficado tão besta no estacionamento, e ele me disse:
Ana pediu para ele arrumar um bom hotel para essa tarde, porque tinha uma grande surpresa pra ele.
E começou a recitar tudo que ele faria com nossa chefe no hotel.
Fomos tomar uns tragos enquanto chegava a hora do tão esperado encontro.
Depois de um tempo, decidi ir embora e deixar o Carlos sozinho na aventura com nossa chefe.
Carlos, já com uns drinks a mais, me pediu para acompanhá-lo ao hotel e que me esconderia num armário para que eu fosse testemunha de como ele ia aproveitar nossa chefe.
Normalmente, uma pessoa decente recusaria um convite desses, já que é imoral e inapropriado expor uma mulher assim sem o consentimento dela.
Mas, como qualquer bêbado depois de algumas doses perde a decência, e me convencendo de que ela nem perceberia que eu estaria olhando, aceitei o convite.
Me escondi tentando não fazer nenhum barulho enquanto Carlos se sentou na cama, esperando sua amante fogosa.
Ana Entro no quarto e, sem dizer uma palavra, me joguei no Carlos, mordiscando e apalpando ele como uma fera no cio.
Ana parou e disse ao Carlos: "Hoje vou realizar uma fantasia que sempre tive, e você, Carlos, vai participar dessa fantasia.
Vamos fazer um trio", ela disse ao Carlos. "Claro, meu amor, o que você quiser", disse meu amigo bobo.
Ana pediu que ele se escondesse no armário e que ela indicaria quando entrar na brincadeira, ao que Carlos aceitou sem questionar.
Só de cueca, ele entrou no mesmo armário minúsculo onde eu estava escondido. Já imaginam o constrangimento de ter meu amigo seminu no mesmo espaço apertado.
Fazendo sinais para eu não fazer barulho, esperamos o momento em que a terceira pessoa entraria na brincadeira sexual que Ana tinha preparado.
Ana baixou as luzes e, na penumbra, sentou-se um momento ao pé da cama. Bateram na porta e a silhueta de uma mulher linda apareceu na entrada. Sem trocar uma palavra, as duas mulheres começaram a se devorar, tirando a roupa o mais rápido possível. A recém-chegada despiu Ana, beijando seus seios com força, enquanto com uma mão massageava vigorosamente sua buceta. Depois, desceu lentamente com os lábios até lamber e chupar a buceta da Ana. Ana, por sua vez, agarrou seus longos cabelos e não a deixava sair de entre suas pernas. Não demorou muito para Ana desmaiar após a ejaculação feminina mais escandalosa que eu já tinha visto.
Depois de um momento de silêncio e gemidos, Ana começou de novo a devorar sua parceira com beijos.
Parou um momento e disse à convidada: "Hoje vamos fazer um trio e convidei um amigo para nos divertirmos bem".
A convidada recusou na hora:
"Se eu vim até aqui é para ficar com você e só com você. Se for trazer um homem, é melhor eu ir embora,
porque para ficar com um homem, prefiro ficar com o inútil que tenho em casa, que só pensa em montar e sempre me deixa na mão. com vontade. Exigiu a convidada.
Ana garantiu que o homem que ela tinha era o melhor garanhão que poderia ser encontrado,
Ao que a convidada aceitou sob reclamação,
Ana acendeu totalmente a luz e pediu para Carlos sair do seu esconderijo. Carlos estava estupefato, completamente paralisado, e não queria sair daquele lugar minúsculo.
Sim, acertaram: era a esposa do até então meu amigo Carlos.
Imaginem o escândalo que se armou,
Mas não foi assim.
A convidada quase nua saiu correndo do quarto,
Carlos não saía da sua vergonha de ver a esposa se revolcando com outra mulher, e que seu melhor amigo soubesse em primeira mão de um acontecimento tão constrangedor.
Ana não entendia o que havia acontecido,
Carlos saiu do quarto chorando e sem dizer uma palavra.
Ana saiu atrás dele tentando entender o que tinha acontecido naquele quarto.
Eu, sem faltar com minha palavra, fiquei calado e quieto naquele closet sem me fazer notar por ninguém,
sofrendo da pior vergonha alheia que vocês podem imaginar.
Depois que todos saíram, esperei um tempo prudencial para poder sair e ir para minha casa.
Daí tirei esta reflexão:
Antes de sair para se aventurar por aí, primeiro satisfaça sua parceira, para que não te difamem na rua por não saber fazer direito.
1 comentários - Por que você é infiel?