Olá, pessoal
Sempre pensei que pra ser infiel precisava ter algum motivo, seja problema em casa, rotina entediante ou dar o troco numa traição.
Como qualquer um quando casa, espera ser fiel até morrer ou que sejam fiéis a você. A real é que qualquer um pode ser infiel sem razão nenhuma,
é só encontrar a pessoa certa pra te fazer perder a cabeça e você só vai perceber quando já for tarde demais.
No meu caso, como já contei, foi uma amiga da minha esposa, e depois caiu minha vizinha. Certamente, depois de falhar com minha parceira, fico com a consciência pesada, e isso torna a vida meio difícil, porque você fica sempre esperando que sua parceira te pague na mesma moeda.
Vocês devem pensar: "que mentalidade quadrada", e que se você tá nessa, é porque é uma pessoa liberal. Na real, todos nós nos achamos assim até sermos traídos.
Por sorte, o karma ainda não me pegou, mas eu me cuido, tentando ser forte e não cair de novo na tentação da carne. E só assim, talvez, escapar da justiça da vida, que demora mas não esquece.
Sempre fui da ideia de que o ser humano, quando é inteligente, aprende com os erros dos outros.
Tudo isso vem por causa do que rolou comigo há um tempo com o Carlos, um dos meus melhores amigos.
Saíamos como de costume nos fins de semana depois do trabalho, pra um bar perto do serviço.
Carlos, um cara muito alegre e educado com as mulheres, tinha o dom de cair nas graças de todo mundo, especialmente das colegas de trabalho. E segundo ele, não tinha nenhuma conhecida que tivesse escapado de engolir o esperma dele, já que ele costumava gozar na garganta delas sem avisar.
Eu sempre prestava muita atenção nos relatos dele, mas nem sempre acreditava, e deixava isso claro.
Um dia ele me contou que tava saindo com a nossa chefe de área, e tudo que ele fazia com ela.
Eu claramente Eu disse pra ela que não acreditava em nada, porque nossa chefe era uma senhora mais amarga que vinagre vencido.
Ele jurou de pés juntos que era verdade e, pra provar, me pediu pra acompanhá-lo até o estacionamento.
Esperei atrás de uma coluna, como qualquer descrente, escondido, pronto pra zoar meu amigo.
Depois de alguns minutos, vi quando nossa chefe saiu do elevador com um vestido elegante, e meu amigo foi ao encontro dela. Nunca tinha visto mulher tão fogosa pra cumprimentar o amante. Ele, ao beijá-la, enfiava a língua o mais fundo possível na garganta dela, enquanto com as mãos amassava a bunda enorme dela. Ela, por sua vez, com uma mão segurava a cabeça dele e com a outra acariciava o pau dele.
Depois dessa demonstração de luxúria, ela falou no ouvido dele e, deixando ele feito bobo, Ana, nossa chefe, entrou no carro dela e saiu do prédio.
Nessa altura, eu já tava convencido de que tudo o que Carlos me contava era verdade.
Perguntei o que tinha acontecido, por que ele tinha ficado feito um idiota no estacionamento, e ele me disse:
"Ana pediu pra eu arrumar um hotel bom pra esta tarde, porque tem uma grande surpresa pra mim."
E começou a recitar tudo o que ia fazer com nossa chefe no hotel.
Fomos tomar uns drinks enquanto chegava a hora do tão esperado encontro dele.
Depois de um tempo, resolvi ir embora e deixar Carlos sozinho na aventura dele com nossa chefe.
Carlos, já com uns drinks a mais, me pediu pra acompanhá-lo até o hotel e me esconder num armário pra eu ser testemunha de como ele ia se aproveitar da nossa chefe.
Normalmente, uma pessoa decente recusaria um convite desses, já que é imoral e inapropriado exibir uma mulher pra outros sem o consentimento dela.
Mas, como qualquer bêbado com umas doses a mais perde a decência, e me convencendo de que ela nem ia saber que eu tava vendo, aceitei esse convite absurdo.
Me escondi, tentando não fazer barulho nenhum, enquanto Carlos se sentou na cama, esperando a amante fogosa dele.
Ana Entro no quarto e, sem dizer uma palavra, se jogou em cima do Carlos, mordiscando e apalpando ele igual uma fera no cio.
Ana parou e disse pro Carlos: "Hoje vou realizar uma fantasia que sempre tive, e você, Carlos, vai participar dessa fantasia.
Vamos fazer um menage", falou pro Carlos. "Claro, meu amor, o que você quiser", respondia meu amigo bobão.
Ana pediu pra ele se esconder no closet e que ela ia avisar na hora de entrar no jogo, e o Carlos topou sem falar nada.
Só de cueca ele entrou. No mesmo closet onde eu estava escondido. Já imaginam o constrangimento de ter meu amigo semidespido no mesmo cubículo minúsculo.
Fazendo sinais pra eu não fazer barulho, esperamos o momento em que a terceira pessoa entraria no jogo sexual que a Ana tinha preparado.
Ana abaixou as luzes e, na meia-luz, sentou um instante na beira da cama. Bateram na porta, e a silhueta de uma mulher gostosa apareceu na entrada. Sem dizer uma palavra, as duas mulheres começaram a se devorar, se despindo o mais rápido possível. A recém-chegada despiu a Ana, beijando com força os peitos dela, enquanto com uma mão massageava forte a buceta dela. Depois, desceu os lábios devagar até lamber e chupar a buceta da Ana. A Ana, por sua vez, pegou ela pelos cabelos longos e não deixava ela sair de entre as pernas. Não demorou muito pra Ana se acabar na maior gozada feminina que eu já vi na vida.
Depois de um momento de silêncio e ofegos, a Ana começou de novo a comer a parceira de beijos.
Parou um instante e falou pra convidada: "Hoje vamos fazer um menage e convidei um amigo pra gente se divertir bem."
Aí a convidada recusou na hora:
"Se vim até aqui, foi pra ficar com você e só com você. Se for trazer um homem, é melhor eu ir embora.
Porque pra ficar com um homem, é melhor eu ficar com o inútil que tenho em casa, que só pensa em meter e sempre me deixa na mão. Com tesão. Exigiu a convidada.
Ana garantiu que o homem que ela tinha era o melhor garanhão que podia ser encontrado,
Ao que a convidada aceitou sob reclamação,
Ana acendeu totalmente a luz e pediu para Carlos sair do esconderijo, Carlos estava estupefato, paralisado completamente, e não queria sair daquele lugar minúsculo.
Sim, sim, acertaram: era a esposa do até então meu amigo Carlos.
Imaginem o escândalo que deu,
Mas não foi assim.
A convidada, quase nua, saiu correndo do quarto,
Carlos não saía da vergonha de ver a esposa se esfregando com outra mulher, e que seu melhor amigo ficasse sabendo em primeira mão de uma situação tão vexatória.
Ana não entendia o que tinha acontecido,
Carlos saiu do quarto chorando e sem dizer uma palavra.
Ana saiu atrás dele, tentando entender o que tinha rolado naquele quarto.
Eu, sem faltar com minha palavra, fiquei calado e quieto naquele armário, sem me deixar notar por ninguém,
Sofrendo a pior vergonha alheia que vocês podem imaginar.
Depois que todos saíram, esperei um tempo prudente para poder sair e ir pra minha casa.
Daí tirei essa reflexão:
Antes de sair pra se aventurar na rua, primeiro cumpra com sua parceira, pra não ser difamado na rua por não saber fazer direito.
Sempre pensei que pra ser infiel precisava ter algum motivo, seja problema em casa, rotina entediante ou dar o troco numa traição.
Como qualquer um quando casa, espera ser fiel até morrer ou que sejam fiéis a você. A real é que qualquer um pode ser infiel sem razão nenhuma,
é só encontrar a pessoa certa pra te fazer perder a cabeça e você só vai perceber quando já for tarde demais.
No meu caso, como já contei, foi uma amiga da minha esposa, e depois caiu minha vizinha. Certamente, depois de falhar com minha parceira, fico com a consciência pesada, e isso torna a vida meio difícil, porque você fica sempre esperando que sua parceira te pague na mesma moeda.
Vocês devem pensar: "que mentalidade quadrada", e que se você tá nessa, é porque é uma pessoa liberal. Na real, todos nós nos achamos assim até sermos traídos.
Por sorte, o karma ainda não me pegou, mas eu me cuido, tentando ser forte e não cair de novo na tentação da carne. E só assim, talvez, escapar da justiça da vida, que demora mas não esquece.
Sempre fui da ideia de que o ser humano, quando é inteligente, aprende com os erros dos outros.
Tudo isso vem por causa do que rolou comigo há um tempo com o Carlos, um dos meus melhores amigos.
Saíamos como de costume nos fins de semana depois do trabalho, pra um bar perto do serviço.
Carlos, um cara muito alegre e educado com as mulheres, tinha o dom de cair nas graças de todo mundo, especialmente das colegas de trabalho. E segundo ele, não tinha nenhuma conhecida que tivesse escapado de engolir o esperma dele, já que ele costumava gozar na garganta delas sem avisar.
Eu sempre prestava muita atenção nos relatos dele, mas nem sempre acreditava, e deixava isso claro.
Um dia ele me contou que tava saindo com a nossa chefe de área, e tudo que ele fazia com ela.
Eu claramente Eu disse pra ela que não acreditava em nada, porque nossa chefe era uma senhora mais amarga que vinagre vencido.
Ele jurou de pés juntos que era verdade e, pra provar, me pediu pra acompanhá-lo até o estacionamento.
Esperei atrás de uma coluna, como qualquer descrente, escondido, pronto pra zoar meu amigo.
Depois de alguns minutos, vi quando nossa chefe saiu do elevador com um vestido elegante, e meu amigo foi ao encontro dela. Nunca tinha visto mulher tão fogosa pra cumprimentar o amante. Ele, ao beijá-la, enfiava a língua o mais fundo possível na garganta dela, enquanto com as mãos amassava a bunda enorme dela. Ela, por sua vez, com uma mão segurava a cabeça dele e com a outra acariciava o pau dele.
Depois dessa demonstração de luxúria, ela falou no ouvido dele e, deixando ele feito bobo, Ana, nossa chefe, entrou no carro dela e saiu do prédio.
Nessa altura, eu já tava convencido de que tudo o que Carlos me contava era verdade.
Perguntei o que tinha acontecido, por que ele tinha ficado feito um idiota no estacionamento, e ele me disse:
"Ana pediu pra eu arrumar um hotel bom pra esta tarde, porque tem uma grande surpresa pra mim."
E começou a recitar tudo o que ia fazer com nossa chefe no hotel.
Fomos tomar uns drinks enquanto chegava a hora do tão esperado encontro dele.
Depois de um tempo, resolvi ir embora e deixar Carlos sozinho na aventura dele com nossa chefe.
Carlos, já com uns drinks a mais, me pediu pra acompanhá-lo até o hotel e me esconder num armário pra eu ser testemunha de como ele ia se aproveitar da nossa chefe.
Normalmente, uma pessoa decente recusaria um convite desses, já que é imoral e inapropriado exibir uma mulher pra outros sem o consentimento dela.
Mas, como qualquer bêbado com umas doses a mais perde a decência, e me convencendo de que ela nem ia saber que eu tava vendo, aceitei esse convite absurdo.
Me escondi, tentando não fazer barulho nenhum, enquanto Carlos se sentou na cama, esperando a amante fogosa dele.
Ana Entro no quarto e, sem dizer uma palavra, se jogou em cima do Carlos, mordiscando e apalpando ele igual uma fera no cio.
Ana parou e disse pro Carlos: "Hoje vou realizar uma fantasia que sempre tive, e você, Carlos, vai participar dessa fantasia.
Vamos fazer um menage", falou pro Carlos. "Claro, meu amor, o que você quiser", respondia meu amigo bobão.
Ana pediu pra ele se esconder no closet e que ela ia avisar na hora de entrar no jogo, e o Carlos topou sem falar nada.
Só de cueca ele entrou. No mesmo closet onde eu estava escondido. Já imaginam o constrangimento de ter meu amigo semidespido no mesmo cubículo minúsculo.
Fazendo sinais pra eu não fazer barulho, esperamos o momento em que a terceira pessoa entraria no jogo sexual que a Ana tinha preparado.
Ana abaixou as luzes e, na meia-luz, sentou um instante na beira da cama. Bateram na porta, e a silhueta de uma mulher gostosa apareceu na entrada. Sem dizer uma palavra, as duas mulheres começaram a se devorar, se despindo o mais rápido possível. A recém-chegada despiu a Ana, beijando com força os peitos dela, enquanto com uma mão massageava forte a buceta dela. Depois, desceu os lábios devagar até lamber e chupar a buceta da Ana. A Ana, por sua vez, pegou ela pelos cabelos longos e não deixava ela sair de entre as pernas. Não demorou muito pra Ana se acabar na maior gozada feminina que eu já vi na vida.
Depois de um momento de silêncio e ofegos, a Ana começou de novo a comer a parceira de beijos.
Parou um instante e falou pra convidada: "Hoje vamos fazer um menage e convidei um amigo pra gente se divertir bem."
Aí a convidada recusou na hora:
"Se vim até aqui, foi pra ficar com você e só com você. Se for trazer um homem, é melhor eu ir embora.
Porque pra ficar com um homem, é melhor eu ficar com o inútil que tenho em casa, que só pensa em meter e sempre me deixa na mão. Com tesão. Exigiu a convidada.
Ana garantiu que o homem que ela tinha era o melhor garanhão que podia ser encontrado,
Ao que a convidada aceitou sob reclamação,
Ana acendeu totalmente a luz e pediu para Carlos sair do esconderijo, Carlos estava estupefato, paralisado completamente, e não queria sair daquele lugar minúsculo.
Sim, sim, acertaram: era a esposa do até então meu amigo Carlos.
Imaginem o escândalo que deu,
Mas não foi assim.
A convidada, quase nua, saiu correndo do quarto,
Carlos não saía da vergonha de ver a esposa se esfregando com outra mulher, e que seu melhor amigo ficasse sabendo em primeira mão de uma situação tão vexatória.
Ana não entendia o que tinha acontecido,
Carlos saiu do quarto chorando e sem dizer uma palavra.
Ana saiu atrás dele, tentando entender o que tinha rolado naquele quarto.
Eu, sem faltar com minha palavra, fiquei calado e quieto naquele armário, sem me deixar notar por ninguém,
Sofrendo a pior vergonha alheia que vocês podem imaginar.
Depois que todos saíram, esperei um tempo prudente para poder sair e ir pra minha casa.
Daí tirei essa reflexão:
Antes de sair pra se aventurar na rua, primeiro cumpra com sua parceira, pra não ser difamado na rua por não saber fazer direito.
1 comentários - Por que você é infiel?