Não sei como aconteceu

Uma história que encontrei na internet há um tempo. Espero que curtam. Não sei como aconteceu, nem como deixei acontecer... mas a verdade é que nunca pensei que aquelas férias na casa de praia dos meus sogros mudariam o rumo da minha vida e, principalmente, minha relação com o Gustavo (meu marido)…. nunca tinha traído ele antes, embora antes de casar eu tivesse tido meus namoradinhos e, claro, não cheguei virgem ao casamento, nem de longe. Por isso não sei como a situação escapou do meu controle com o sobrinho do meu marido, embora na verdade ele não fosse sobrinho "de sangue" (o "fantasma" do irmão dele tinha se casado com a mulher quando ela já tinha tido o filho, o Raúl). Aliás, me chamo Laura, tenho 42 anos, um filho adolescente de 17 (Marcos) e uma menina de 5 (Laura)… sou advogada e trabalho num bom escritório de uma cidade do sul da Espanha, que vou omitir pra não dar muitas pistas. Sou morena, 1,69m, olhos verdes… cabelo longo cortado na altura do meio do pescoço, lábios bem carnudos… tenho orgulho da minha bunda (suo pra caramba na academia) e, principalmente, adoro meus peitos, um tamanho 100 mais ou menos, que procuro exibir com decotes mais ou menos insinuantes, sem passar do moralmente aceitável, e que se mantêm bem firmes por causa do exercício que faço. Resumindo, pra idade que tenho, ainda sou bem gostosa (como diz meu marido). No fim de julho, meu marido chegou uma noite dizendo que os pais dele estavam celebrando as bodas de ouro e queriam comemorar com os filhos e netos em agosto. Já fazia alguns verões que eu tinha conseguido me livrar de ir pro chalé dos meus sogros em Almuñécar, e esse verão eu tava vendo que não ia ter jeito senão ir… Meu sogro tinha tido sorte nos negócios, tinha uma compra e venda de carros e ia muito bem… eles tinham um chalé enorme com uma piscina grande numa das melhores urbanizações desse cantinho de Granada… tinha quartos pra eles e pros dois casais, além de quartos para os netos… bom, o do meu cunhado também entrava nessa… agora o negócio de compra e venda era tocado pelo filho dele, Júlio, um baita de um babaca, que achava que o mundo girava em torno dele… Meu marido Gustavo era o oposto do Júlio: simples, educado, carinhoso, acessível e sempre ligado em mim. Ainda não sei como consegui falhar com ele… embora, na real, na cama ele não fosse muito habilidoso, eu sempre dava um jeito de ficar satisfeita, mas depois do que rolou naqueles dias… vejo que tava enganada. Muitas vezes sentia que, no sexo, tava perdendo algo que não sabia definir, mas que fazia falta na minha vida. A paixão, sentir que era possuída, que era usada, que não mandava na situação como geralmente acontecia quando eu transava com meu marido (transar! — essa era a expressão que falhava). Eu precisava ser dominada, pelo menos naquele momento, nada de suavidade. Precisava me sentir possuída, saber que pertencia a um homem que dispunha de mim naquela hora, mesmo que fosse só naquela hora. Às vezes me deixava levar enquanto voltava pra casa, olhava pros homens quando cruzava com eles, fantasiava em provocá-los e criar uma situação incontrolável pra mim, que terminasse num canto sórdido de qualquer rua mal iluminada, com medo de sermos pegos e com aquele instinto animal que alguns homens deixam escapar quando uma mulher os provoca e eles não conseguem se controlar. Me via na fantasia, toda desarrumada depois de ser fodida em qualquer lugar imundo de uma rua qualquer. Com meu terno impecável de executiva manchado de poeira ou de qualquer outro fluido que rolasse na hora do ato. Uff!! Só de imaginar, chegava em casa com a calcinha encharcada (uma fantasia, no fim das contas, mas que me dava um momento de emoção que me fazia buscar meu marido naquela noite e, como sempre, conseguia gozar rápido e, ao mesmo tempo, me… deixava uma sensação de insatisfação por ser eu quem controlava a situação, mais uma vez.) Chegamos ao chalé dos meus sogros numa manhã de início de agosto com um calor insuportável… eu vesti para viajar naquele dia um vestido de verão bege, bem fresquinho e abotoado na frente, dois dedos acima dos meus joelhos… tinha um botão do vestido aberto por onde dava pra ver meu sutiã branco, que fazia meu decote ficar muito bonito. Durante a viagem, meu marido não parava de colocar a mão na minha coxa, que tinha ficado à mostra por eu estar sentada… meus filhos dormiam atrás sem perceber nada… o ar condicionado do carro fazia com que a sensação de calorão lá fora fosse suportável. Enfim, me disse: tentaria me divertir o máximo que pudesse. Meus sogros saíram para nos receber e, depois dos beijos e abraços de praxe, entramos em casa… o calorão lá fora era insuportável e eram só 11 da manhã. Minha filha Laura subiu correndo as escadas para o quarto dela, gritando, explorando a parte de cima do chalé, seguida pelo irmão. Os dois dormiam no mesmo quarto, e assim eu podia cuidar dela enquanto a gente fazia nossas escapadas noturnas, voltando altas horas da noite e tendo alguns momentos de intimidade que, durante o ano, por causa dos nossos trabalhos, a gente não conseguia aproveitar. Nós ficamos com meus sogros na cozinha, colocando a conversa em dia, sobre como tinha sido a viagem, como estávamos e essas coisas todas. Enquanto falava, eu tinha me sentado numa cadeira da cozinha e deixei as pernas entreabertas, que por causa da curteza do vestido, deixava ver o começo das minhas coxas, já morenas de sol e das quais eu tinha muito orgulho, sem perceber que na entrada tinha um jovem de cabelo bem curto, quase raspado, uma tatuagem no ombro que, por causa da camiseta esportiva de alças que ele usava, era visível, e um brinco na orelha esquerda que brilhava à luz do dia e com um Cuecas preta bem justa onde dava pra ver um volume bem considerável que fez minha imaginação viajar um pouco pro tamanho daquele pedaço de carne que se adivinhava meia bomba e que me fez corar só de pensar no rumo que minha imaginação tinha tomado. —Raul, menino, tapa um pouco essas vergonhas que seus tios estão aqui, ô! —Oi, também não é como se estivesse aparecendo tanto, vó. Foi aí que eu reparei nele, em como ele me olhava, melhor dizendo, em como ele olhava minhas pernas e na olhada que me deu de cima a baixo sem se acanhar. Rapidamente fechei minhas pernas e me levantei da cadeira. Ele cumprimentou nós dois com um beijo em cada um e notei que, ao se aproximar de mim, olhou meu decote por onde dava pra ver meu sutiã e o canal dos meus peitos. Ao se afastar, enquanto meu marido fazia perguntas sobre como a vida dele ia e essas coisas, reparei melhor nele. Ele tinha crescido muito nos 2 anos que não o via e não pude deixar de notar que ele era bem gostoso, apesar do ar de mau e da cara de vagabundo que deixava bem claro de longe que ele devia se dar bem com as minas, principalmente na cara de pau com que me olhou de cima a baixo sem se acanhar. Desviei o olhar rapidamente, corando, percebendo como ele me encarava enquanto meus sogros e meu marido continuavam falando das coisas deles. Porra! Ele podia ser meu filho, pensei, enquanto sentia meus mamilos endurecerem e ameaçarem aparecer, então, com uma desculpa de ir ver onde minha filha estava, virei as costas e saí da cozinha, não sem antes sentir ele olhando minha bunda com toda cara de pau, então, sem pensar no que fazia, dei uma reboladinha nas cadeiras enquanto subia as escadas. Procurei minha filha e logo a vi com meu filho no quarto dele, ela tinha subido as malas e acabado de abri-las. Arrumei as roupas dela nos armários enquanto não parava de pensar no que tinha acontecido na cozinha, ainda estava com o calor do momento. —Você tá muito... Vermelha, mamãe", meu filho me disse. — É esse calor, querido! Enquanto isso, minha filha Laura não parava de procurar a sunga, com aquela pressa que as crianças têm diante de algo novo na vida delas. — Anda logo, mãe, quero me banhar já!! Desfiz as malas e coloquei as coisas no armário sem me concentrar muito no que estava fazendo. Não conseguia tirar aquele garoto da cabeça, com a cara de metido e aquele olhar cínico de sem-vergonha, dava pra ver de longe que ele tava bem acostumado a agradar as meninas. Mas eu já era uma mulher feita, casada, com família e uma carreira da qual tinha muito orgulho. Com certeza ele me via como a mãe dele, e eu tava viajando demais na minha imaginação. Merda! Meus bicos dos peitos ainda estavam durinhos, apesar do calor que fazia naquela manhã. Bateu uma vontade de ir ao banheiro de repente. Entrei e fechei a porta, mas esqueci de trancar. Levantei o vestido e abaixei a calcinha até os joelhos. Sentei no vaso e fiz o que tinha que fazer. Quando terminei, peguei um pedaço de papel higiênico e fui me secar, sem perceber que, nesse meio tempo, a porta se abriu de repente. E lá estava o Raul, parado, me olhando enquanto eu ficava com a calcinha nos joelhos, mostrando minha buceta com os pelinhos bem curtinhos... Um grito de susto escapou da minha boca enquanto puxava a calcinha pra cima, e o garoto fechou a porta de uma vez, repetindo sem parar: — Desculpa! Desculpa!! Não sabia que tava ocupado!! Me recompus do susto como pude e senti meu coração parecendo que ia sair pela boca a qualquer momento. Fui até a pia e joguei água no rosto e no pescoço pra aliviar o calorão que tinha passado. Pois é!, pensei. Já é a segunda vez que isso me acontece hoje. Como fui tão burra de deixar a porta sem tranca, pensei. Saí no corredor e vi que o garoto já não estava mais lá. Melhor assim, pensei, pelo menos evito esbarrar nele de novo. Desci pro andar de baixo e vi meus sogros saindo pra ir até a cidade... Fazer compras no supermercado. Meu marido se ofereceu pra acompanhar eles. Eu decidi ficar em casa pra vigiar minha filha, que apesar de estar na piscina agora, vigiada pelo irmão, e de quebra arrumar tudo nos armários e desfazer as malas. Subi de novo e comecei minha tarefa de ir colocando as coisas. Levei um bom tempo desfazendo a bagagem e isso me ajudou bastante a relaxar a tensão que vivi no banheiro. Escapei um sorriso, verdade é que tinha gostado de ver a expressão que o Raúl fez quando me viu daquele jeito. Os olhos quase saltaram. De repente, senti um calor na minha buceta. Deus! Tô pior do que pensava! É esse calor! enquanto sentia que molhava um pouco a calcinha. A real é que tinha gostado do que senti naquele momento… aquela adrenalina, me excitou e isso eu tinha que admitir, mesmo que não devesse ficar remoendo o que aconteceu. Meu Deus!! Era como meu filho!. Assim que terminei, desci de novo e me espichei no jardim pra ver meus filhos curtindo a piscina. Minha filha, ao me ver aparecer, rapidamente chamou minha atenção. - Mãe, olha como eu nado de costas!! Dizia minha filha sob o olhar atento do irmão. Sentei numa das espreguiçadeiras perto da piscina com meus óculos escuros e relaxei observando meus filhos se divertindo na piscina. Aos poucos, o calor da manhã e o cansaço da viagem junto com a hora que acordei foram fazendo um soninho gostoso me fechar os olhos…. - Marcos! Não tira o olho da sua irmã, querido! Vou preparar a comida. - Pode deixar, Mãe! Me virei pra cozinha e olhei na geladeira pra ver o que podia fazer pra minha filha comer, pra ir adiantando a manhã. Logo me concentrei em pegar as coisas necessárias pra preparar a comida da Laura e fazer uma salada pra todo mundo enquanto voltavam das compras. Tão concentrada que nem ouvi a volta do Raúl, que ficou parado me olhando da porta da cozinha. Tava Suando e sentindo como o vestido grudava nas minhas pernas e no meu peito, deixando bem claras as formas do meu corpo. Sentia a calcinha colada na minha pele. Meu cabelo bagunçado e molhado de suor por causa da concentração na tarefa que eu tava fazendo, quando de repente senti a presença de alguém na cozinha. Me virei e vi ele parado ali, me olhando com aquele descaramento da primeira vez. Ele tinha ficado todo molhado me vendo mexer, vendo como o vestido marcava com o suor. Dava pra ver no olhar dele que ele tava adorando o que tinha visto. Dessa vez eu não desviei o olhar. Eu era a adulta, pensei. Oi! Falei. Desculpa o de antes... hahaha... que susto, hein!! Se no fim das contas fosse uma garota nova, até valeria a pena, mas com a minha idade não foi a mesma coisa. Da próxima vez prometo trancar a porta. Hahaha... desculpa eu também, Laura, e não concordo que se fosse uma mina da minha idade teria sido legal, porque o que eu vi foi imbatível. Olha o garoto!! Então você gostou do que viu, apesar da idade que eu tenho?? Pode crer!! Ele falou isso olhando pro meu decote de novo. Dessa vez sem nenhum pudor. Anda, come alguma coisa!! Que eu tenho idade pra ser sua mãe. Mas você não é, essa é a diferença. Você é sempre tão sem vergonha com as mulheres? Com as que eu gosto, sim. Hahaha... Isso é bem lisonjeiro vindo de um cara tão novo! Interpreta como quiser, mas é a verdade. E você faz muito sucesso com as garotas com essa atitude? Na real, não me dou mal não. Além disso, as minas da minha idade tão sempre atrás da mesma coisa. Ah é? E o que elas tão atrás? – não acreditava no que tinha acabado de perguntar, tava começando a perder o controle da situação – Tava sozinha com um cara jovem de cueca, quase pelado, e perguntando o que as garotas pediam pra ele. Isso aqui!! Enquanto ele pegava no próprio pacote e apertava com a mão. Uma boa rola!. Hahaha... pois é! Enquanto eu olhava a mão dele segurando a rola que já começava a ficar dura. a apertura do lugar onde ele se escondia. Do que você tá rindo? Não acredita? Tenho uma bela pica e sei usar muito bem! Ou pelo menos é o que dizem as que já experimentaram. Deixa ela quieta senão você pode se machucar! Você reparou nela, né?? Porra, que puto atrevido! Ele não se segurava, claro que a culpa era minha por entrar na brincadeira, mesmo me sentindo no controle da situação. Pois é... hahaha... como se eu não tivesse mais nada pra fazer! Ou como se nunca tivesse visto uma na vida. Mas igual à minha, com certeza não, Tia Laura!! Agora me chama de Tia? Eu sentia a conversa me esquentando aos poucos e, embora estivesse gostando, começava a me preocupar porque tava lidando com um cara que podia ser meu filho, então decidi encerrar. Bom, vou voltar pros meus afazeres. Você tá me distraindo com tanta conversa. Hahaha... a conversa te deixa nervosa?? Não! Quem você pensa que é, menino?? A arrogância do moleque começava a me irritar. O que esse idiota pensava que era? Menino? De repente ele abaixou a cueca e pegou a pica com a mão Isso com certeza não é pica de menino, né? Fiquei sem fôlego ao ver um pau daquele tamanho, e nem tava totalmente duro, tão perto de mim, me desafiando. De repente, dei um tapa na cara dele que o pegou desprevenido e tentei dar outro, mas ele segurou minha mão no ar com a dele e puxou meu rosto pra perto do dele, me atraindo com a força dele, tentou me beijar na boca, e eu tentava recusar virando a cabeça de um lado pro outro até que ele encostou a boca na minha, segurou minhas mãos atrás das minhas costas e enfiou a língua na minha boca, conseguindo me beijar enquanto eu esperneava e empurrava meu corpo contra o dele, sentindo a pica dele cada vez mais dura, ameaçando furar meu vestido. De repente ele me soltou e ficou na minha frente me olhando, vendo meu peito subir e descer com a respiração ofegante, com aquele sorrisinho de puto que sabia que tava no controle. Da próxima vez Se eu contar que você me tocou, vou falar pro meu marido! Entendeu, vagabundo?!" Ao ouvir essas palavras, ele começou a se aproximar de novo, enquanto eu recuava até bater na bancada da cozinha. "Mamãe, mamãe!" — minha filha entrou gritando na cozinha. "Vem tomar banho comigo, por favor!!" "Já vou, querida, volta pra água que vou vestir o biquíni, vai!" Ela saiu na mesma velocidade que entrou, enquanto eu me virava para o lado da cozinha que dava pra janela, de onde dava pra ver o jardim e a piscina, observando ela chegar de novo na piscina, onde meu filho já estava dentro. De repente, senti o Raul, aproveitando que eu estava de costas, me agarrar por trás, colocando as duas mãos nos meus peitos e começando um amasso que me pegou desprevenida. Enquanto lambia meu pescoço, grudento de tanto suar, e eu tentava me soltar do abraço empurrando ele com a bunda pra trás, tentando não fazer barulho pra não chamar a atenção dos meus filhos, que estavam na deles dentro da piscina. "Me solta, filho da puta!!" Enquanto sentia a dureza do pau dele esfregando na minha bunda e as mãos dele abrindo mais uns botões do meu vestido, deixando meus peitos quase soltos, só presos pelo sutiã, que com tanta apertada já mal segurava minhas tetas. "Se você soubesse as punhetas que eu bati pensando nas suas tetas!" Enquanto ele continuava lambendo meu pescoço, eu já começava a sentir que, apesar da situação tão violenta, minha buceta começava a esquentar e a soltar uns líquidos que já molhavam minha calcinha. Eu ainda resistia, tentando me soltar daquele energúmeno, mas ele era mais forte que eu e eu já começava a cansar, enquanto ele, aproveitando minha fraqueza, enfiou uma das mãos por baixo do meu vestido, pegou minha calcinha e arrancou de uma vez, deixando ela enroscada numa das minhas pernas, e enfiou uma das pernas dele entre as minhas, separando elas e me deixando exposta pra ele… Eu não parava de olhar pro jardim, vigiando pra nenhum dos meus filhos entrar na cozinha ou que… meu marido e os pais dele voltaram de repente. Assim que fiquei livre, ele enfiou a mão e agarrou minha buceta, metendo um dedo dentro. Cê tá toda molhada, tia… hahaha… viu? Nenhuma me resiste. Me solta, vai! Cê já foi longe demais, não foi? Não… você vai começar a ver por que nenhuma tia me resiste. Não quero que você me foda… entendeu? Hahaha… isso quem decide sou eu! Hoje é isso! De repente, ele se abaixou, segurou minhas cadeiras e enfiou a cara no meio da minha racha, começando a lamber pra cima e pra baixo. Passava a língua no meu cu, molhando meu esfíncter, enquanto eu me agarrava na pia pra me equilibrar. A primeira lambida me pegou desprevenida e senti minhas pernas bambas com o choque que tomei. Deus! Como o filho da puta me comia! Assim que eu gosto, sem lavar, tudo suado, cheirando a mulher… ummmm. Senti ele começar a lamber minha virilha, chegando cada vez mais perto da minha buceta que já escorria de tesão. Senti ele enfiar a língua dentro de mim e beber meus sucos. Comecei a sentir o orgasmo chegando, já tava me rendendo, me abrindo e deixando ele entrar dentro de mim, dos meus lábios, sentia a língua dele passar no meu clitóris, nunca tinha sentido nada igual na vida, ninguém tinha chupado minha buceta assim, com tanta vontade, me saboreando. Comecei a sentir os espasmos da minha barriga subirem, descerem e se concentrarem na minha buceta. Senti minhas pernas fraquejarem, queria gritar, mas me segurei e mordi a mão pra não fazer barulho. Ouvia o garoto debaixo do meu vestido me lamber uma vez e outra até sentir o orgasmo longo e intenso, nublando minha cabeça, minha barriga, meus olhos mal enxergavam… uffff e depois a tontura. Tive que me apoiar na pia, de costas pra ele, enquanto ele saía de trás de mim. Ele me pegou pelo cabelo, virou meu pescoço e me beijou na boca, com vontade, com paixão, e eu deixei, me entreguei a ele, e do mesmo jeito que veio, me soltou e foi embora, me deixando lá apoiada na pia, me recuperando daquele orgasmo tão foda. Tinha tido... com a calcinha enrolada no meu tornozelo e o vestido preso por um botão. Rapidamente abotoei o vestido, peguei minha calcinha rasgada e enfiei no bolso, tremendo de medo e da excitação que sentia ao pensar no que tinha acontecido uns minutos atrás. E, como uma autômata, continuei com a salada, com minha mente fixa em cada segundo do que tinha rolado na cozinha. Como eu tinha deixado as coisas chegarem naquele ponto, só uma hora depois de ter chegado. Ainda sentia minha barriga tremendo e, principalmente, minha buceta pulsando. Sequei as mãos e fui pro banheiro do andar de baixo, não queria dar de cara com o Raúl e precisava me lavar, principalmente pra tirar a sensação do calor da língua dele e a mistura dos meus fluidos que encharcavam toda a minha xota. Comecei a ficar nervosa e a sentir culpa por ter traído o Gustavo pela primeira vez. Uma coisa era fantasiar, outra era realizar as fantasias. Enquanto pensava em tudo que tinha acontecido, minha filha chamou minha atenção de novo, pedindo ajuda pra tomar banho. Ao mesmo tempo, meu marido e meus sogros chegaram com todas as compras, indo pra cozinha. Acordei toda assustada e nervosa, suando por cada poro do meu corpo, tonta e com o vestido e cada peça de roupa grudada na minha pele. Senti minha calcinha encharcada e uma pontada na barriga como não sentia desde a adolescência, quando eu ficava naquelas amassos com os garotos que nunca terminavam como deviam. Um sonho! Ainda bem! Parecia tão real que me assustei ainda mais. Decididamente, eu tava perdendo a cabeça e sentia que uma parte de mim, a mulher que sempre tinha tudo sob controle, tava saindo do controle a passos largos. Rapidamente, consegui me levantar da espreguiçadeira enquanto ouvia a bagunça dos meus filhos se banhando, totalmente alheios ao desespero que a mãe deles tava sentindo naquele momento. Entrei na cozinha e comecei a preparar, dessa vez de verdade, a comida, vendo através da... janela pro meu marido e meus sogros que tinham acabado de aparecer carregados de sacolas de compras. Oi, amor! — cumprimentou meu marido. Você tá com cara de cansada, aconteceu alguma coisa? — ele me disse. Não tô me sentindo muito bem, o calor, a viagem... tô exausta! Deixa eu te ajudar com a comida, depois arrumo as compras. Já passa, não se preocupa... mulheres, você sabe! Hahaha... sim... depois a gente tira um cochilo — ele disse, piscando pra mim. É... os caras! só pensam nisso, haha... hoje acho que não, tô moída. A gente parou de conversar quando os pais dele e as crianças chegaram, voltando da piscina. Subam e troquem de roupa enquanto a gente termina de preparar a comida — falei pra eles. Marcos, ajuda sua irmã com a roupa dela! Tá, mãe... não se preocupa. Obrigada, anjo!... verdade que ele é um doce (falei pros meus sogros), ele se comporta muito bem com a irmã, é muito responsável. Todo mundo junto preparou a comida e serviu na mesa. Chamei meus filhos e, como de costume, eles desceram correndo as escadas, especialmente minha filha Laura, que transformava tudo em brincadeira, como qualquer menina da idade dela. Uma vez sentados à mesa, senti falta do Raúl e perguntei pra avó dele sobre ele. Não se preocupa, ele não costuma comer com a gente, quando acordar, come do que a gente deixar — disse minha sogra. Ele dorme muito tarde e é um dorminhoco, não se preocupa com ele, Laura. Depois de comer e colocar todo mundo a par das novidades, a gente arrumou a mesa e eu não via a hora de deitar um pouco, por causa do cansaço e da necessidade de ficar um tempo quieta, sozinha com meus pensamentos. Meu marido preferiu sair de casa com o pai dele e ir tomar um café no clube de golfe que meu sogro era sócio. Melhor! — pensei — assim vou ficar mais tranquila e não vou ter que inventar desculpas... verdade que tava moída. Depois de deitar minha filha, que rapidamente pegou no sono, fechei a porta dela e fui pro meu quarto. Meu filho também foi ver se algum amigo dele já tinha chegado. Antes de deitar, resolvi ir ao banheiro me refrescar um pouco, e como o corredor tava meio escuro, não me Percebi que a porta do banheiro estava entreaberta até que abri a porta e lá estava o Raúl de novo, de cueca, ainda meio dormindo, e conforme fui descendo com o olhar pelo corpo dele, fiquei vidrada na mão dele segurando o pau apontado pra privada, meio duro, e ele com um pouco de dificuldade pra acertar o jato dentro do vaso… a gente tava tão absorto, eu no pau dele e ele tentando mirar, que ficamos ali um tempão até ele terminar de mijar, sacudiu o membro e aí se virou pra porta e me viu… dessa vez não se assustou nem escondeu o pau rapidão, pelo contrário, se demorou passando a mão nele enquanto eu olhava hipnotizada os movimentos dele… Oi, tia!… no fim a gente vai se acostumando a se ver, ele disse enquanto guardava o pau de volta na cueca… enquanto a gente se olhava nos olhos… Fui até a privada, levantei meu vestido, abaixei minha calcinha e sentei no vaso… na frente dele… a gente continuava se olhando… terminei de mijar, me levantei e devagar coloquei a calcinha de volta no lugar, não sem antes me secar com papel higiênico, tudo isso sem parar de nos olhar… Raúl se virou, o pau dele ameaçava rasgar a cueca e, sem dizer nada, voltou pro quarto dele. Saí do banheiro bem devagar, entrei no meu quarto e me deitei na cama sem me despir… A sorte estava lançada!! Era questão de tempo o que ia rolar depois dessa cena. Acordei umas 6 da tarde, bem mais descansada e de melhor humor. Da minha cabeça não conseguia apagar as imagens de pouco antes no banheiro com o Raúl, sentindo uma pontada no meu ventre que descia pro meu sexo, deixando ele fora de controle… Já tava há uma semana sem transar por causa disso e daquilo, e a verdade é que tava começando a pesar. Tava começando a sentir que não ia conseguir segurar por muito mais tempo a vontade de dar uma boa foda. Quando é que meu marido ia voltar? Ou será que não era esse tipo de foda que eu realmente precisava? Troquei o vestido, que já tava bem suado, e enrugada de tantas emoções que passei naquele dia, vestindo outro vestido igualmente fresco, preso nos ombros por alças finas que desembocavam num decote bem pronunciado, fechado com três botões dos quais, por causa do calor, só deixei um abotoado. Por baixo, um sutiã laranja um pouco mais escuro que o vestido, que era mais um laranja pálido de um tecido bem macio e fresco, e que batia no meio da coxa. Por baixo, uma calcinha branca daquelas que, sem ser fio dental, era bem cavada, principalmente nas laterais do quadril e entre as bandas da bunda. Procurei minha filha no quarto dela, mas logo parei de procurar quando ouvi ela gritar no quintal e, ao me debruçar na janela, vi minha sogra vigiando ela sentada numa rede ao lado da piscina. Respirei fundo e desci para a sala. Nem sinal do meu marido nem do meu sogro. Sentei numa poltrona e liguei a televisão sem conseguir me concentrar. Cruzei as pernas e joguei a cabeça para trás. Quando abri os olhos, me deparei entre a TV e a poltrona onde estava sentada com o Raul (de cueca boxer e regata de novo) me encarando sem vergonha nenhuma, com as pernas que fechei de repente ao perceber que estava dando uma visão bem clara da cor da calcinha que eu tava usando, já que tava com elas abertas. Ele sorriu, com aquele sorriso cínico que eu já conhecia, e sem se acanhar falou: Tarde demais, Tia, já vi de que cor é, e ainda gosto mais de você com ela abaixada. Já imagino… você é sempre tão direto e tão sem vergonha com as mulheres?? Depende. Do quê? … perguntei. Do quanto eu fico com tesão. E eu te deixo com muito tesão? (não acreditava que tava tendo essa conversa com um cara que podia ser meu filho). Confere você mesma (levantando e passando a mão no pau por cima da cueca e, quando pensei que ia ser só isso, rapidamente abaixou a cueca deixando ele à mostra). Meus olhos ficaram vidrados no membro dele que, mesmo sem estar a todo vapor, me deixou sem palavras e sem saber o que dizer. Quanto é que você tem? Não sei em que momento essas palavras saíram da minha boca, mas me ouvi dizer bem baixinho, sussurrando. Hahaha… te impressionou, né, Tia? 18 cm assim, sem estar no auge. Duro, uns 21-22. Não acredito!! Falei com um meio sorriso, sem querer estava gostando do jogo e comecei a sentir como minha buceta esquentava e começava a ficar molhada. Quer conferir? Me ajuda, vai! Hahaha… isso você queria! E você não? Tá morrendo de vontade, Tia! O que você quer que eu faça? Perguntei olhando pro jardim pra ver se minha filha ou minha sogra vinham, entrando de vez no jogo. Pega nela e você vai ver… Ah! Nada disso… outra coisa! Abre as pernas e me mostra a calcinha. Você já viu ela antes… não? Sim. Mas você não sabia que eu tava aqui. Agora quero que você faça pra mim, bem devagar. Vai ver se é do tamanho que eu falei ou não? Aliás, se for do tamanho que eu falei ou maior, o que você me dá em troca? Nada! O que você pensa? A satisfação de te dar razão… já não basta? Então sem acordo (subindo a cueca rapidinho e me deixando na vontade). O que você queria como prêmio? Que você tirasse ela pra baixo, já que você é a culpada de eu estar assim agora. O que você pensa que é isso? O que você tá pensando? Se tiver mais de 22 cm, você me faz uma punheta pra baixar ela, e se eu perder, você escolhe o castigo. Uma punheta? Com quem você pensa que tá falando, com uma das suas vadias? Eu já passei dessa fase, garoto! Tem certeza? Seus mamilos tão dizendo o contrário, e aposto que sua calcinha já tá molhada há um tempão. Hahaha… o que você pensa que é isso, pivete! Aposta então o que eu falei. Vamos! Vamos ver se é verdade! Depois não foge, hein, Tia? E ele baixou a cueca de novo… Eu sou uma senhora e cumpro o que falo… o que você pensa, pivete! Vamos ver o que você vai achar depois desse pivete! Vamos começar o teatro antes que sua avó ou minha filha apareçam e cortem seu barato… hahaha. Abre as pernas… devagar! Comecei a abrir as pernas bem devagar enquanto ele pegava no pau dele. descobriu a glande que tava cada vez mais inchada, vermelha congestionada. Uma cabeça grande, que sobressaía do tronco cheio de veias inflamadas. A mão dela subia e descia e aquilo crescia cada vez mais. Meus olhos não piscavam olhando pra ele vendo como ele se punhetava pra fazer crescer aquela beleza monstruosa. Meu peito começava a inchar cada vez mais e os mamilos doíam de tão duros que começavam a ficar. Um calor subia da minha buceta até meu peito fazendo meu coração acelerar até parecer que ia sair pelo peito (essa era a sensação que eu tinha). De vez em quando olhava pro jardim muito nervosa porque se aparecesse minha filha ou minha sogra podia dar muito ruim. Mas naquele momento eu tava nem aí pra nada, minha cabeça e minha buceta estavam naquela pica, na mão dela subindo e descendo por ela e no brilho que começava a aparecer por causa do líquido pré-seminal. Traz a fita métrica daquela gaveta da mesa da TV.. A voz dele me tirou do meu pensamento. Fechei as pernas e me levantei. Peguei a fita e entreguei pra ele. Não!...faz você! Peguei a fita, aproximei da pica dele e comecei a medir…Não podia acreditar! 23,5 cm…Tinha perdido a aposta! Kkkk…te falei…você perdeu! Já sabe o que tem que fazer, Tia! Tinha perdido a aposta e agora começava a me dar conta da enrascada que me meti e comecei a olhar pro jardim pensando em como ia sair dessa. Tá bom! Me ouvi dizer, mas tem que gozar rápido, ouviu? Então já sabe o que tem que fazer, me fazer não aguentar!...você bate punheta pro meu tio? E você com isso, idiota! Peguei a pica dele com as duas mãos e comecei a punhetar bem devagar, me deliciando. Sentia minha respiração ofegante enquanto via como subia e descia aquele falo monstruoso que me tinha hipnotizada. A glande tava congestionada e toda vermelha puxando pro roxo. Tive um momento de lucidez e sem parar de punhetar cuspi na minha mão pra lubrificar e deixar mais suave pra ele gozar logo, falei: Abre —Olha os olhos, garoto, e vigia pra não vir ninguém! Acelerei os movimentos das minhas mãos enquanto ele começava a gemer e a bufar, mas sem gozar. —Goza logo, seu cuzão! Vão nos pegar! —Não consigo! —E se você chupasse um pouco? —Porra nenhuma! Combinamos uma punheta: ou você goza logo, ou eu paro! Eu acariciava os ovos dele com uma mão enquanto com a outra subia e descia o prepúcio dele sobre a glande, uma e outra vez. Que beleza de pau! Tava quase colocando na boca pra saborear um pouco, mas isso já seria me entregar de vez, e eu não tava disposta a fazer isso logo de cara (ele teria que merecer). Raul, enquanto isso, tava cada vez mais vermelho e mais extasiado, embora me obedecesse e olhasse de vez em quando pro jardim pra ver se vinha alguém. —Não consigo gozar! —Então acabou… —falei, me levantando e parando de bater punheta pra ele. Senti minhas pernas tremerem ao me levantar… minha calcinha encharcada, meus peitos prestes a explodir e meu cabelo bagunçado do esforço e do suor… Me aproximei da cozinha pra arrumar um pouco a roupa e o cabelo, e pra ver onde estavam minha sogra e minha filha. Elas estavam na porta da entrada, conversando muito animadas com duas vizinhas do condomínio, enquanto minha filha brincava na grama com outra menina mais ou menos da mesma idade… Eu tava apoiada na mesa do centro, olhando pra fora, quando senti Raul se apertar contra meu corpo, me espremendo entre ele e a mesa. Fiquei parada, não esperava que ele tivesse coragem pra tanto. Senti a mão dele subir meu vestido, acariciando minha coxa direita. Tentei me virar, mas ele me prendia entre a borda da mesa e o corpo dele; sentia o pau dele apoiado na minha bunda, duro, tentando atravessar minha calcinha. Tentei me virar dando chutes nas pernas dele enquanto ele acariciava minha bunda por cima da calcinha, apertando, amassando, forte com a mão. A outra mão ele usava pra me segurar contra a mesa. Minha buceta era uma fonte (não era exatamente isso que eu tanto queria? Ser possuída, que fizessem de mim o que quisessem naquele momento). De repente, senti ele pegar meus peitos com as duas mãos e apertar, sem hesitar, apertando meus mamilos até doer, enquanto pressionava minha virilha contra a mesa com o quadril. Senti o pau dele como se fosse uma furadeira. Tentei empurrá-lo para trás com as mãos e, ao empurrar o quadril dele, percebi que ele estava sem cueca, com o pau de fora, pronto pra me penetrar. Reagi e comecei a implorar e soluçar: "Me solta, seu filho da puta, ou vou gritar! Você tá passando dos limites!" "Ah, é? Você passou o dia inteiro esquentando meu pau e agora vai querer esfriar, sua gostosa?" "Me solta! Se quiser, eu chupo até você gozar, mas me foder não, pelo amor de Deus!" "Já é tarde, já enchi o saco dessas brincadeirinhas! Agora vamos brincar de verdade, você vai ver como a gente vai se divertir!" Ele abaixou uma das mãos, enfiou na minha calcinha e começou a massagear uma das minhas nádegas, e aos poucos foi chegando na minha buceta. Tava ardendo e encharcada de tesão, e ele enfiou um dedo sem quase nenhuma resistência. Eu me encolhi e joguei a cabeça pra trás, momento que ele aproveitou pra me morder no pescoço, doeu pra caralho. "Não, pelo amor de Deus, não me deixa marca, eu te imploro!" "Então fica quieta e não me faz ficar puto, ok?" Eu concordei com a cabeça enquanto ele continuava lambendo meu pescoço e minha orelha, babando tudo, bem devagar. Meus mamilos tavam prestes a explodir, e senti a mão esquerda dele chegar no botão que ainda fechava meu vestido e soltar, deixando meus peitos à mostra, só cobertos pelo sutiã que tava prestes a estourar. Ele enfiou a mão entre meus peitos e o sutiã, liberando meus seios e deixando eles no ar. Eu não parava de olhar pro portão da rua, vendo minha sogra e eu no mesmo lugar que vi no começo. Ele começou a tocar meus peitos, amassando eles, enquanto com a outra mão procurava minha fenda molhada, que quase não ofereceu resistência quando ele enfiou um dos dedos lá dentro e apertou meu clitóris pra cima… Meu Deus, como aquele filho da puta tava me deixando louca!! De repente, senti ele puxar minha calcinha pra baixo. Forte. Num movimento instintivo, fechei minhas pernas, o que pareceu irritá-lo ainda mais, e ele puxou elas até rasgar e quebrar, jogando-as no chão da cozinha. Enfiou a mão por trás da fenda da minha bunda e acariciou meu monte de vênus com a palma da mão. Meu Deus, você me deixou louco desde que te vi esta manhã! Tô de pau duro desde que te vi na cozinha mostrando as pernas. De repente, ele me virou e me deixou apoiada na mesa, com os peitos de fora e toda suada da luta. Meu peito subia e descia com a agitação e a excitação do momento. Ele me pegou pelas axilas e me sentou na mesa. Levantou meu vestido e enrolou na minha cintura, deixando toda a minha buceta exposta pra ele. Você é linda! — disse enquanto enfiava dois dedos na minha buceta de uma vez, fazendo eu me encolher de prazer e segurar a mão dele pra não tirar de dentro, enquanto com a outra mão me pegava pelo cabelo e enfiava a língua na minha boca, me dando um beijo que não hesitei em responder, enquanto ele mordia meus lábios e me fazia sentir o que há tanto tempo esperava de um homem… que me possuísse, que fosse meu dono, pelo menos naqueles momentos. Desci minhas mãos procurando o pau dele, aquele pau que desde o primeiro momento que senti sabia que tinha mudado minha vida, e comecei a bater uma pra ele enquanto ele continuava me beijando como se a vida dele dependesse disso. De repente, ele parou de me beijar e, sem tirar os olhos de mim, baixou o rosto até minha buceta bem devagar e enfiou a língua dentro, de uma vez. Apertei a cabeça dele de prazer, não queria que saísse dali. Ele começou a lamber meus lábios e meu clitóris, chupando e apertando entre os lábios dele… meu Deus, que gostoso!! De vez em quando, olhava pro jardim, embora não me importasse, do jeito que eu tava naquele momento, quando de repente sinto ele enfiar a língua dentro de mim e começar a lamber meus sucos sem parar um segundo, e sinto como se fosse me esvaziar, como se não houvesse nada mais importante na vida. Precisava gozar, precisava liberar toda a tensão do dia. Essa congestão que eu sentia no meu ventre desde que tinha dormido na rede pela manhã... tinha sonhado com ele e com a comida da minha buceta, e aí veio o orgasmo! Apertei a cabeça dele com minhas mãos contra minha buceta e me deixei levar, gemendo de boca fechada e soluçando de prazer enquanto tinha uma contração e fechei minhas coxas, prendendo a cabeça dele... até que a contração passou e veio o relaxamento, todos os poros da minha pele respirando ao mesmo tempo, meu vestido colado no corpo... a felicidade! Entre uma nuvem, vi ele se levantar e ficar enfiado entre minhas pernas, com o pau dele aparecendo entre minhas coxas. Como pude, abri minhas pernas, peguei ele com a mão e guiei até minha entrada. Ele apoiou a glande na minha fenda e passou pra cima e pra baixo, encharcando com meus fluidos que molhavam meu vestido e a mesa. E de um empurrão, enfiou metade do membro dentro da minha xota, que já estava preparada... Uff, foi como se abrissem minha buceta pela primeira vez. Ele ficou ali até minha buceta se acostumar com o tamanho dele, e de repente afundou até o fundo com um empurrão... Senti a glande dele bater no colo do meu útero, e aí ele começou a bombar uma e outra vez, cada vez mais forte, enquanto eu não parava de gemer e bufar na boca dele, enquanto ele me beijava e mordia meus lábios sem parar de me foder. Você gosta, né?! Siiiim! O que você gosta, foxy? Seu pau! Ouvir ele me chamar de foxy fez minha buceta se contrair de prazer e apertar o rabo dele contra as paredes, deixando o atrito ainda mais intenso, se é que isso é possível. Que buceta apertada você tem, tia! Vou te ensinar como se fode uma mulher no cio... Ouvir ele dizer isso me deixava cada vez mais excitada, só queria que ele me fodesse, sim, que me fodesse! Quando eu acabar de te foder, você só vai pensar em enfiar meu pau na sua buceta na menor oportunidade. Já viu que férias vamos ter? Quanto mais coisas ele me dizia, mais vontade eu tinha de sentir ele dentro, de sentir como ele empurrava, como me fodiam. Sentia meus peitos balançando a cada investida do meu macho. porque naquele momento ele era meu macho, ele era quem estava me montando, quem estava me enchendo de pica... e de novo a mesma sensação de vazio, um calor que vinha de dentro da minha buceta e fazia eu apertar as paredes da minha vagina ainda mais, me agarrei no pescoço dele e falei no ouvido... tô gozandooo, não para por favor... tô gozandooo... e cravei minhas unhas nos braços dele enquanto apertava ele contra mim... e fiquei tonta de novo, tanto calor, tanto suor, tanto prazerrr... De repente ouvi ele bufar e gemer se apertando ainda mais contra mim, senti os espasmos da pica dele no prelúdio de gozar e ainda tive forças pra tentar empurrar ele pra fora de mim na única reação racional que tive em vários minutos e tentei que ele gozasse fora... Nãooo... dentro não por favor!!! Tira pra fora! Não goza dentro!! mas minha cabeça pensava uma coisa e minha buceta outra, apertando a pica dele a cada espasmo, como ordenhando ela e de repente senti o primeiro jato de porra dentro e depois outro, e outro até que ele parou de pulsar e me encheu com o sêmen dele de macho jovem, ansioso pra me mostrar quem mandava ali... e eu me deixei levar sem tirar ele de dentro de mim, agradecendo ele por ter me mostrado o caminho que tanto tempo tinha sonhado. De repente as paredes da minha vagina soltaram o membro dele que ao sair entre a porra dele, meus fluidos e o tamanho fez um barulho tipo um chop!! Como se estourasse uma rolha de garrafa... coloquei minha mão na minha buceta pra evitar sujar ainda mais o chão da cozinha, mal tive forças pra me abaixar pegar minha calcinha dar um beijo na boca dele e falar: Limpa isso por favor!! Cambaleando subi as escadas sem olhar pra trás tampando minha buceta com minha calcinha a caminho do banheiro, com a sensação de ter dado um passo na minha vida do qual não sabia as consequências mas do qual naquele momento não me arrependia... Me deixei cair no bidê e comecei a me lavar e me refrescar... sentia ardendo, satisfeito, feliz... Depois a gente via como ele se sentia... as férias tinham acabado de começar... CONTINUA

2 comentários - Não sei como aconteceu