Viagens na hora do rush

Ultimamente, por causa do trampo, tô viajando pra caramba, rodando cidades longe da Capital e do horário de pico dela. Como sinto falta daqueles rolês, sempre lotados os metrôs, os trens e os ônibus, quantas rabetas juntas, como sinto falta disso!!! A putinha da minha namorada, ela sempre se dá bem com as tesões que eu pegava nos trajetos. Faz 3 meses que andei uns dias na Capital e não queria perder a chance, era Sexta-feira, acordei pensando em como queria que fosse verão, as novinhas e as milf de decote e vestido me queimam a cabeça. Mas não, era inverno e as mulheres tão super agasalhadas, um saco, mas fazer o quê. A parada é que chego na estação de Padua e, olhando a plataforma, vejo uma mina meio gordinha, mas com uma leggins enfiada nas entranhas, rachando aquela bunda no meio, fui na hora pra perto dela quando o trem chegou, como sempre, lotadasso, e já meto a mão bem aberta apalpando a mercadoria, tava toda nua a curvy!! Fico do lado dela, devia ter 1,65 mais ou menos, a bunda dela ficava na altura da minha mão, na frente tava sentada uma mulher que dormia, como sempre eu sem cueca, o que faz a pica marcar no jeans quando sobe, fico roçando nela e ela olha pra baixo e fica besta olhando como a vara balançava de esquerda pra direita. Ela levanta a cabeça e me olha, morena de cabelo liso, nariz pequeno e empinado com uma boca em formato de flor, olhos verdes e uma boca de head master foda. Eu mordo o lábio e ela baixa o olhar pra minha pica e quase que automaticamente se aproxima e se deixa tocar. Fico durasso e ela olhava besta, de vez em quando me olhava e eu aproveitava e passava a mão na perna dela, terminando numa das nádegas divididas pela fio dental e a leggins. Nisso, chegamos em Morón e um otário parou do nosso lado, mas olhando a rabeta da gordinha, que raiva que me deu, o babaca não me deixou fazer mais nada e a mina se aproximava de mim pra eu continuar tocando, mas o otário Eu olhava fixo, então não fazia nada, e quando o cara olhava pro outro lado, eu passava a mão à vontade por uns segundos e me fazia de desentendido. Tô descendo em Flores e entro no metrô, de vez em quando viaja umas gostosas, se não rola nada, como naquele dia, desci na Primera Junta e esperei por alguma bunda, não rolou nada. Na volta, linha C que tá lotada, como sempre, paro em Diagonal Norte lado Constitución, dou umas voltas e deixo passar alguns metrôs até que do nada aparece uma mina sensacional de legging cinza claro e uma bunda impressionante, passei a mão nela na plataforma, tinha tanta gente que eu pegava na bunda dela como queria e ela preocupada em entrar no metrô, e passava um atrás do outro e ela não entrava, e eu apalpava ela toda vez que a porta abria, a galera queria entrar e metade sempre ficava pra fora, na confusão eu passava a mão nela à vontade e ela nada. Numa hora ela entrou e eu tentei ir atrás, mas um cara passou na minha frente e tive que me contentar em ver como ele encostava nela e passava a mão na bunda dela. Linha A e a mesma coisa, percorro a plataforma, desce pelas escadas de fora uma mina do caralho, com uma calça de moletom (ou como se escreve) que fica meio larga nela, mas marcava uma bunda tremenda, mãos nos bolsos, espero ela e fico do lado dela deixando à mostra a barraca que eu tava, ela nada, vem o trem rumo a Once, encosto nela e de uma vez passo a mão na bunda dela toda enquanto subimos e nos acomodamos (o metrô é assim, não dá tempo de ir devagar como no trem), de vez em quando passava a mão nela sem medo, isso é o que mais curto no metrô, nisso ela rebola na minha mão, olho pra ela e não tava ouvindo música, tava mexendo a bunda pra eu pegar. Uuuf, cheguei tão rápido em Once, liguei pra minha namorada putinha — Oi amor, o que cê tá fazendo??? — Nada, gato — Vai pra casa??? Sabe como tô com saudade — O que foi, gordo? Quer que eu te faça carinho??? — Vai pra casa e coloca uma roupinha e arrebenta minha cabeça — Aaaaaah, mas cê sabe que hoje eu tenho o Facu, bom, vou Vem logo, não demora — Até mais, gostosa. Voei pra casa. Quando chegou aquela puta de empregadinha, preto e branco, salto alto, cinta-liga e meia, até a tiara a vagabunda tinha, mas o que rolou depois é outra história.

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