As duas mulheres já saíram na hora, com o Antonio no hospital minhas primas cuidavam pra não faltar nada pra ele, como era um seguro particular ele tava num quarto superconfortável e com todo cuidado, a María e a Maite se revezavam fazendo companhia pra ele, minha tia visitava na hora da visita do médico pra saber como ele tava, enquanto cuidava das duas sapatarias, na dela tava tudo bem controlado, com a Alicia a vendedora ela tinha muita confiança e ela se virava sozinha, na do Antonio ela tinha suas dúvidas, sabia da relaxada que o marido dava em tudo mas quando viu a união que a Pepita a caixa e a Elena vendedora tinham feito ela ficou tranquila, pareceu que as coisas tinham mudado muito desde minha visita à loja, a verdade é que a reunião dos quatro no escritório do meu tio tinha estreitado os laços. A Pepita tinha perdido a timidez e tocava a loja com desenvoltura, tinha toda a confiança do Antonio que mostrava isso com bastante frequência no depósito cobertos pela vigilância da Elena que só perguntava pela minha próxima visita de estágio. Quando uma tarde eu tava no meu quarto revisando os temas que ia dar no próximo ano letivo minha tia espiou pela porta depois de bater com os nós dos dedos, larguei o que tava lendo esperando o chamado pra ajudar em alguma coisa mas quando ela passou não fechou a porta e o motivo era que outra cabeça apareceu atrás dela, era a Emi, a cabeleira loira alegrou minha tarde e mais ainda com o sorriso que ela sempre dava. Ao vê-la dentro do meu quarto fiquei surpreso, ela tava com uma blusa larga e um short jeans, tão curto que o forro dos bolsos aparecia pelas pernas, a Ana por outro lado tava com uma saia azul escura rodada abaixo dos joelhos estampada de florzinhas, a camisa era de seda azul claro. As duas vinham decididas e foram direto ao ponto… - Vamos ver Juan, que roupa você tem pra viagem?, leva em conta que não vamos só pra ver, a gente vai ter que sair uma noite e você vai ter que estar à altura, tanto a Emi quanto eu vamos estar muito gostosas.
- Não precisa se vestir de nada, vocês já estão assim do jeito que vão.
- Lá vem seu lado galanteador, mas obrigada. Imagina então com o que a gente comprou…
- Sua tia tem razão, é uma ocasião especial e você tem que estar bem elegante.
- Eu vou de boa com meu estilo, despojado e jovem, do jeito que eu sou.
- Nada, nada disso, a gente vai te transformar num galã, as outras mulheres vão te disputar, mas… não se iluda, você é nosso com exclusividade, hahaha.
Elas me fizeram levantar da cadeira e me colocaram no assento, entre as duas foram tirando minha roupa e abrindo o armário, escolhendo as roupas que gostavam pra viagem… Eu me sentia como uma boneca que trocam de vestido conforme o gosto, mas minha sensação mudou completamente quando vi que não se contentavam com camisa e calça, me deixaram como o Davi de Michelangelo, elas mesmas comentaram.
- Essa imagem eu já vi num museu, mas tinha menos pau.
- Mas estaria mais duro, hahaha.
- E mais frio com certeza, hahaha, era de mármore.
- É, porque agora…
A Emi me deu um tapinha debaixo do pau, ele pulou pra cima e caiu pesado, ela já ia pegar ele com a mão toda quando a Ana interrompeu pra mostrar as cuecas novas que guardava.
- Não, nada disso, essas são boas pra uma noite de balada, mas Milão… merece algo melhor.
- Vamos ver… você tem razão, anota aí, Ana, cuecas novas… e de marca, claro.
Ela me mostrava a peça apoiada em mim, imaginando o resultado usando, não foi do gosto dela, amarrotada e sem marcar nada. Sem me vestir de fato, a Ana pegou umas camisas, foi experimentando em mim junto com as calças que a Emi segurava, sobrepondo na minha frente, quase nenhuma merecia aprovação delas, pra falar a verdade nem eu gostava muito, já me via com uma mina em cada braço passeando por… As ruas da moda da cidade do design. Pareciam dispostas a revisar todo o guarda-roupa, embora tivesse peças que eu nunca usava, talvez por preguiça. O fato é que, de tanto experimentar várias camisas por cima das calças, a mão da Emi passeava e se demorava demais na minha cintura, até passando por baixo dela.
— Puxa, parece que o David tá acordando.
— Ainda bem, achei que na viagem eu ia ser um manequim, não era essa a ideia que eu tinha.
— Eu sempre confiei no meu sobrinho, ele nunca me decepcionou, né, Davidinho?
Ana pegou minha rola com a mão toda e puxou o prepúcio, deixando a cabecinha de fora. Na segunda manobra, já enchia a palma da mão dela, e na terceira, apontava quase pro teto.
— Ufa, não me decepcionou. Continua assim e a gente te promete uma viagem feliz.
Eu tinha feito a ilusão de que elas iam terminar o que começaram. Tava acostumado a que, uma vez acordada "a fera", elas acalmariam de novo, mas me enganaram. Depois de anotar tudo, me deram um tapão na bunda e acabou o teste.
— Pronto, se veste que a gente vai pro centro te comprar umas coisas.
As duas saíram sem antes me dar uns beijinhos no ar. A Emi ainda teve a sacanagem de rebolando o rabo como uma pomba enquanto andava, me provocando. Quando cheguei na sala, já estavam me esperando. A Emi tinha trocado a calça por uma saia justa, e a Ana, a camisa por uma blusa lilás.
O táxi nos levou pro shopping mais famoso. As duas se viravam como se estivessem lá todo dia, me puxando pelos corredores entre os expositores até chegarmos na seção de roupas jovens. Primeiro foi a roupa íntima. Pra mim, tanto fazia o que comprassem, eu tava confortável com as minhas, mas as duas mulheres foram atrás de uma marca específica.
— Cê gosta dessa marca, João?
— Pff! Pra mim todas são iguais, o que vocês quiserem.
No balcão, tinha um pôster de propaganda com um modelo lindão, corpo escultural. mostrava a cueca vestida, por baixo dela parecia que levava um par de meias enroladas porque o volume que marcava… uma vez solto devia cair até o joelho, mas a Ana gostou de me imaginar com aquele modelo porque passou a língua nos lábios quando me olhou. - Com licença, moço, o senhor pode experimentar por um momento? O jovem vendedor fez um gesto de desaprovação, mas não deixou nenhuma dúvida de como ficaria em mim. - Desculpe, mas roupa íntima não pode experimentar, de qualquer forma o rapaz vai arrasar com eles, olha que pacote mais exibido que ele tem, e carrega pra esquerda, hummm, adoro. As duas garotas se olharam enquanto o vendedor, com um movimento gracioso da mão, colocava a mão na minha rola e a apertava suave mas com determinação, embora eu tenha feito um movimento instintivo de escapar, não consegui desviar e ele não me soltou até que a Emi disse: - Nos convenceu, já pode soltar ele, sabemos muito bem o que ele tem e onde carrega. - Coloca meia dúzia pra gente, foi muito gentil. Ainda estava colocando a rola no lugar certo quando saímos com os pacotes na mão, minha tia não me deixou pagar de jeito nenhum. - Isso é despesa de representação, a empresa paga. Na seção de camisas, fizeram a gente tirar um monte de modelos, quando já tinham descartado quase todas, falaram em escolher um terno, a vendedora arregalou os olhos surpresa, imaginou um bom pedido, ela mesma pegou as camisas e nos acompanhou até a seção de ternos e falou com um vendedor mais velho, parece que convenceu ele com uns sorrisos e ele mesmo entregou a ela os ternos mais na moda. Minha tia, experiente em sapataria, não deixou passar batido e resolveu agradar a vendedora. Quando já tinha vários ternos em cima do balcão, a Ana teve a ideia de que eu devia experimentá-los, a moça não fez objeção e reservou um provador pra gente, encheu os cabides de ternos e camisas e saiu, a Emi e a Ana tiraram minha roupa num piscar de olhos e, tirando uma cueca das compradas Colocaram em mim. — Viu como fica bem em você? E com a marca na cintura. — Isso eu não gosto, parece que tô fazendo propaganda, o que vão pensar quem vê? — Nisso você tem razão, quando você mostrar, o que menos vamos olhar é a marca, mas sim o que ela esconde, o vendedor tinha razão, você carrega pra esquerda e como carrega, hahaha. Coloquei a calça do terno e a camisa, as duas mulheres puxavam daqui e dali pra ver se ficava bem, mas algo não tava agradando e chamaram a vendedora. — Olha, moça, tá até que bem, mas puxa embaixo. A moça, bem atenciosa, ficou puxando onde a Ana e a Emi já tinham puxado, sem melhorar nada. — Vamos, Juan, experimenta outra pra moça te ver. Troquei de roupa no aperto do provador, que mesmo não sendo pequeno pra quatro pessoas... A moça se ajoelhou pra dobrar as barras que ficavam compridas, na frente do rosto dela ficava minha cintura. — Não sei o que você tem hoje, Juan, parece que seu corpo tá estranho, arruma tudo direito. Ana desabotoou a calça que caiu aos meus pés, os olhos da moça se arregalaram quando a cueca nova ficou na frente dela, o vendedor tinha razão, não era a marca que vendia, era o tecido que se adaptava como uma segunda pele, isso a moça viu primeiro e depois minhas duas mulheres. A vendedora foi quem pegou a calça do chão e me deu pra abotoar de novo, as dobras continuavam iguais e ela tentou alisar com a mão, embora soubesse que o motivo tava por baixo. Todos estávamos suando de calor, mesmo com o ar-condicionado batendo forte, a calça não ficava bem e a Ana e a Emi faziam de tudo pra encher o saco, a moça tava agoniada, tava perdendo a venda do terno e possivelmente das camisas também, então saiu pra pegar outro modelo. — Juan, tira essa cueca, talvez esteja apertando demais e por isso fazendo dobras. — É, acho que é uma boa ideia. — disse a Emi. Tirei elas. Tirei e coloquei a calça de novo, a garota entrou sem bater e foi direto trocar a peça, ela mesma se ajoelhou e soltou a que eu estava usando e puxou para tirar pelos pés, fez isso mecanicamente e só percebeu quando, com as pernas da nova subindo pelos joelhos, a piroca roçou a testa dela. Emi rapidamente pegou minha piroca pelo tronco e, puxando a pele, deixou a cabecinha brilhante colada nos olhos dela.
— Pô, Juan, você é sempre assim, é mais sensível… não gosto de sair pra fazer compras com você porque você sempre tem que dar show, o que a moça vai pensar?
— Bem… eu… nada, não se preocupe, não é nada.
— Como assim não é nada? Acha pouco essa piroca dura desse jeito? do nada? E não é o pior, o pior é que não baixa por nada, toda vez tenho que dar um jeito de acalmar, não vamos sair assim!
— É verdade, mesmo sendo suas “primas”, não vamos ficar sempre te fazendo uma punheta, o que a senhora acha?
— Bem… é um problema sim, e acontece muito?
— Muito? Todas as vezes que saímos pra comprar, e é porque tem uma piroca pequena… por isso sempre temos que ir na loja do lado, porque a vendedora já nos conhece e sabe resolver o assunto, imagino que seja pelas compras que fazemos e a comissão que ela ganha, além de ser uma moça muito compreensiva.
— Bom… eu também sou compreensiva e tenho três irmãos, por isso não me assusto de ver uma piroca, embora essa… ufa, que piroca, e você diz que toda vez tem que acalmar seu primo?
— Olha… imagine o que seu chefe pensaria se visse um cliente sair com essa dura do provador com a senhora…
— Glup, sei lá, talvez se vocês fizerem…
— Pode ser, mas como ele já está acostumado, ficaríamos duas horas batendo punheta pra ele, é um lerdo do caralho.
— Então… acha que eu devo…?
— Acho que é o melhor e mais eficaz, a única coisa que podemos fazer é ajudar, se ele se animar, vai mais rápido. Rápido, já vai ver. Eu tava parado igual uma estátua de pedra, olhando incrédulo pras três, tavam rifando meu pau e eu não sabia quem ia levar o prêmio, enquanto a cabeça balançava pra cima, impaciente. A mina não se animava, a Ana percebeu, ela não queria dar o primeiro passo, então pegou meu tronco e a mão dela e juntou, primeiro tocou com as costas dos dedos, mas logo agarrou firme. A Emi pegou minhas bolas como mostra de colaboração, enquanto a mina ia pegando o ritmo devagar, amassando agachada junto com a vendedora. - Vamos, Juan, se liga, que tá ficando tarde e a moça tem serviço pra fazer, temos que motivar ele… A Emi puxou a blusa de um ombro, deixando uma taça do sutiã no ar, era bem pequeno, só cobria o bico, a mina olhou pra ela e sentiu meu pau endurecer, a Emi fez ela entender que era uma boa solução, então a mina desabotoou um botão da camisa do uniforme, com o que dava pra ver não achou suficiente, e a Emi soltou minhas bolas e com as duas mãos foi abrindo os botões que faltavam, o sutiã branco da mina era de um tamanho maior que o da Emi, a Ana quis colaborar e soltou o fecho nas costas, a peça pulou pela pressão e ficou pendurada nos braços da mina, que, atrapalhando pra mexer meu pau, deixou cair. Os dois peitões generosos se moviam no ritmo da mão dela, e a Emi, num gesto de colaboração, pegou eles, segurando pelos bicos, a mina, depois de um momento de dúvida, deixou fazer, minha "prima" casual dava uns carinhos como os que ela gostava de receber, então os bicos endureceram entre os dedos. A mão da Ana passou por trás da cabeça da mina, depois de acariciar a nuca, enfiando os dedos no cabelo, foi puxando ela pra perto de mim, mal dava pra notar, mas cada vez tava mais perto da minha cabeça, inconscientemente a mina ia abrindo os lábios ao se aproximar do calor do pau, ao sentir que passava a mão com dificuldade, cuspiu na glande, a saliva envolveu a cabecinha e escorreu por baixo, mas ela evitou com um movimento rápido da boca. Quando percebeu, já tinha a pica entre os lábios, não soltou mais e continuou; só tirou a mão até a base do tronco e deixou um pedaço livre pra enfiar até o céu da boca. Ana não aguentou a cena e procurou por baixo da saia florida, entre as coxas; a calcinha estava encharcada e ela a desviou pra deixar os fluidos escorrerem livremente, molhando os lábios. Amarrou a saia na cintura e deixou à mostra as pernas torneadas com a calcinha nos joelhos. A garota, enquanto chupava minha pica, olhava sem piscar pra onde as coxas de Ana se juntavam; a pelve morena deixava adivinhar o triângulo depilado. Ana, hipnotizada, viu e abriu os lábios completamente, fazendo o clitóris ficar saliente, limpinho entre a pele rosada. A garota parou de chupar minha pica e acelerou a mão, pegando a glande com a palma inteira; cuspiu de novo pra lubrificar e seus lábios foram direto buscar minha tia. Ana esperava com a cintura arqueada pra frente e, quando sentiu os lábios molhados de saliva, pegou a cabeça dela e a esmagou contra a buceta. Emi não perdia detalhe e soltou um mamilo, procurando por baixo da saia da balconista; a calcinha não foi obstáculo e, depois de rodear o clitóris inchado da garota, enfiou um dedo na vagina dela. O gemido de Ana confirmou que tinha gostado, e ela enfiou o segundo. A garota já não aguentava mais ficar de cócoras e teve que se levantar, mas não abriu mão de lamber a buceta de Ana; sem soltar minha pica, continuava mexendo, embora num ritmo mais lento. Emi tirou minha pica da mão dela; a garota agradeceu, já tava dormente, e se abraçou nos quadris de Ana. Emi, com cuidado, pegou a saia dela e a levantou sobre as costas, segurando-a pela cintura e foi virando até deixá-la de frente pra mim. A redondeza da bunda da garota era tentadora, e Emi continuou o trabalho da vendedora me colocando a pica no máximo de novo, ela me olhou e apontou pra bunda da garota, me deu escolha, com o olhar apontei pra buceta que brilhava entre as nádegas dela e puxando a pica foi me guiando até quase tocar, procurou o clitóris já descoberto e brilhante e o rodeou com dois dedos, a garota sentiu abrindo as pernas o máximo que podia, Emi me empurrou pela bunda e a pica entrou limpinha, Ana gemeu com a lambida que ela deu com a língua toda, os peitos da garota Emi pegou e eu os dela, por baixo da blusa minhas mãos se perdiam procurando os bicos que eu tanto gostava. Ana foi a primeira, pegou a cabeça dela pelas orelhas e não deixou soltar até o orgasmo ir diminuindo de intensidade, A garota seguiu, pra ela não foi sacrifício nenhum chupar a buceta da Ana porque ela também tava gozando com minha pica dentro dela mas quando sentiu que minha cabecinha pulsava perigosamente a sanidade voltou e tirou de uma vez evitando que eu gozasse dentro dela, Emi não quis que se perdesse e virando a bunda pra mim levantou a saia justa e virando a calcinha de lado procurou minha pica e ela mesma enterrou entre os lábios dela. Pra mim foi um alívio, gozei como se tivesse relaxado em casa, até a última gota, a vendedora agradecida, amassava minhas bolas com uma mão enquanto devolvia pra Emi os carinhos nos bicos, minha tia me beijou na boca dando a língua. Devagar fomos nos vestindo, bom… todas elas menos eu que já pude provar a calça com a pica caída e ficaram impecáveis, levamos com umas camisas, a garota sorria agradecida e molhada. Com os sapatos não teve problema, me acompanharam até a loja do meu tio, escolheram os que mais gostaram, Pepita e a colega dela Elena ficou atenta e muito solícita, principalmente a vendedora, me fez prometer que não demoraria pra voltar, Ana e Emi balançaram a cabeça vendo o interesse da garota. Quando terminaram a lista de compras fomos lanchar. Finalmente me deixaram convidar vocês, mesmo com a Emi contra, eu convenci elas na brincadeira, chantageando que não ia mais comer elas. Dois dias depois, quando voltava da aula de carro, encontrei a María em casa. A mãe dela tinha ido ao hospital pra ouvir a opinião do médico. Minha prima estava triste por causa da minha viagem pra Itália, dava pra ver que ela estava decepcionada, e não tive escolha a não ser parar ela quando ela tava vagando pela sala, segurar o rosto dela com as mãos e beijar ela na boca.
- Me desculpa, María, quero que você saiba que pra mim é um sacrifício ir pra Milão. Eu teria adorado ficar com vocês duas o fim de semana inteiro, já tava criando expectativas.
- Sacrifício? É um sacrifício ir pra Itália com tudo pago, no melhor hotel, nas melhores recepções, com duas mulheres que vão te foder toda noite até te deixar exausto? Isso é um sacrifício?
- Porra, María, você pinta de um jeito... eu vejo de outro... é um sacrifício, e grande, deixar duas gostosas de vinte e poucos anos loucas pra passar um fim de semana juntos, os três, fodendo não só de noite mas a qualquer hora, ficando pelados o dia todo, podendo acariciar esses corpos e sentir elas me dando todo o prazer que podem, ver elas gozarem nos meus braços e encher elas de porra quantas vezes eu quiser. Isso é um sacrifício, María.
Minha prima se jogou nos meus braços, passou os braços no meu pescoço e me beijou, foi me empurrando até o sofá da sala enquanto soltava meu cinto. Quando a gente caiu rolando, ela fez questão de ficar por cima de mim e tirou a camiseta, deixando os peitos pularem na minha cara. Sem parar de olhar fixo nos meus olhos, tirou a calça de algodão que tava usando e a calcinha fio dental preta. Eu pensei que ela queria enfiar meu pau nela na hora, mas o que ela fez foi me despir e se deitar por todo o comprimento do meu corpo. Ela tava mais a fim de sentir eu junto dela do que de foder. Se aninhou nos meus braços, enfiou a cabeça debaixo do meu pescoço, colocou uma perna por cima das minhas, me dava beijos ternos no peito enquanto fazia cachinhos no... Os pelinhos do umbigo. Ficamos um tempão assim, trocando beijos suaves na testa e no pescoço. Foi assim que Maite nos encontrou quando entrou de repente em casa — ela tinha voltado quando a mãe chegou no hospital. Num relance, entendeu a cena, jogou a bolsa num canto, tirou a roupa que estava usando e se juntou a nós. As tetas de Maite grudaram de um lado, as da Maria do outro. Estávamos tão apertados que nem caíamos do sofá. Maite não parou de me beijar até ficar no mesmo nível que a Maria. Apertei as duas contra mim, e a rola soube se comportar — não se mexeu. As minas adoraram porque sentiram, assim como eu, que a gente se amava acima de tudo. Ninguém entenderia como a gente podia estar ali, os três completamente pelados, nos acariciando e nos beijando sem querer foder como loucos, mas era assim. Uma ocasião dessas a gente aproveita poucas vezes na vida, e essa era uma delas.
Acabamos dormindo. Foi um sono gostoso, parecia que a gente tava voando entre nuvens de algodão. Quando acordamos, nos mexemos um pouco. Estranhamente, não sentíamos frio — pelo contrário, um calorzinho suave nos envolvia. Percebi que uma mantinha de algodão cobria a gente três. Maria acordou e me olhou assustada, igual a Maite. Ficamos mudos. Na cozinha, dava pra ouvir a Ana mexendo nas panelas, e o cheiro da comida no fogo já tomava conta. Quase na hora do almoço. Maite escorregou do sofá e pegou a roupa, depois eu, e então Maria. Fomos pros nossos quartos na ponta dos pés, até que do outro lado da sala ouvimos a Ana chamar: — Galera, vem comer, já tá na hora.
Continua. Como sempre, agradeço os comentários de vocês. Valeu.
- Não precisa se vestir de nada, vocês já estão assim do jeito que vão.
- Lá vem seu lado galanteador, mas obrigada. Imagina então com o que a gente comprou…
- Sua tia tem razão, é uma ocasião especial e você tem que estar bem elegante.
- Eu vou de boa com meu estilo, despojado e jovem, do jeito que eu sou.
- Nada, nada disso, a gente vai te transformar num galã, as outras mulheres vão te disputar, mas… não se iluda, você é nosso com exclusividade, hahaha.
Elas me fizeram levantar da cadeira e me colocaram no assento, entre as duas foram tirando minha roupa e abrindo o armário, escolhendo as roupas que gostavam pra viagem… Eu me sentia como uma boneca que trocam de vestido conforme o gosto, mas minha sensação mudou completamente quando vi que não se contentavam com camisa e calça, me deixaram como o Davi de Michelangelo, elas mesmas comentaram.
- Essa imagem eu já vi num museu, mas tinha menos pau.
- Mas estaria mais duro, hahaha.
- E mais frio com certeza, hahaha, era de mármore.
- É, porque agora…
A Emi me deu um tapinha debaixo do pau, ele pulou pra cima e caiu pesado, ela já ia pegar ele com a mão toda quando a Ana interrompeu pra mostrar as cuecas novas que guardava.
- Não, nada disso, essas são boas pra uma noite de balada, mas Milão… merece algo melhor.
- Vamos ver… você tem razão, anota aí, Ana, cuecas novas… e de marca, claro.
Ela me mostrava a peça apoiada em mim, imaginando o resultado usando, não foi do gosto dela, amarrotada e sem marcar nada. Sem me vestir de fato, a Ana pegou umas camisas, foi experimentando em mim junto com as calças que a Emi segurava, sobrepondo na minha frente, quase nenhuma merecia aprovação delas, pra falar a verdade nem eu gostava muito, já me via com uma mina em cada braço passeando por… As ruas da moda da cidade do design. Pareciam dispostas a revisar todo o guarda-roupa, embora tivesse peças que eu nunca usava, talvez por preguiça. O fato é que, de tanto experimentar várias camisas por cima das calças, a mão da Emi passeava e se demorava demais na minha cintura, até passando por baixo dela.
— Puxa, parece que o David tá acordando.
— Ainda bem, achei que na viagem eu ia ser um manequim, não era essa a ideia que eu tinha.
— Eu sempre confiei no meu sobrinho, ele nunca me decepcionou, né, Davidinho?
Ana pegou minha rola com a mão toda e puxou o prepúcio, deixando a cabecinha de fora. Na segunda manobra, já enchia a palma da mão dela, e na terceira, apontava quase pro teto.
— Ufa, não me decepcionou. Continua assim e a gente te promete uma viagem feliz.
Eu tinha feito a ilusão de que elas iam terminar o que começaram. Tava acostumado a que, uma vez acordada "a fera", elas acalmariam de novo, mas me enganaram. Depois de anotar tudo, me deram um tapão na bunda e acabou o teste.
— Pronto, se veste que a gente vai pro centro te comprar umas coisas.
As duas saíram sem antes me dar uns beijinhos no ar. A Emi ainda teve a sacanagem de rebolando o rabo como uma pomba enquanto andava, me provocando. Quando cheguei na sala, já estavam me esperando. A Emi tinha trocado a calça por uma saia justa, e a Ana, a camisa por uma blusa lilás.
O táxi nos levou pro shopping mais famoso. As duas se viravam como se estivessem lá todo dia, me puxando pelos corredores entre os expositores até chegarmos na seção de roupas jovens. Primeiro foi a roupa íntima. Pra mim, tanto fazia o que comprassem, eu tava confortável com as minhas, mas as duas mulheres foram atrás de uma marca específica.
— Cê gosta dessa marca, João?
— Pff! Pra mim todas são iguais, o que vocês quiserem.
No balcão, tinha um pôster de propaganda com um modelo lindão, corpo escultural. mostrava a cueca vestida, por baixo dela parecia que levava um par de meias enroladas porque o volume que marcava… uma vez solto devia cair até o joelho, mas a Ana gostou de me imaginar com aquele modelo porque passou a língua nos lábios quando me olhou. - Com licença, moço, o senhor pode experimentar por um momento? O jovem vendedor fez um gesto de desaprovação, mas não deixou nenhuma dúvida de como ficaria em mim. - Desculpe, mas roupa íntima não pode experimentar, de qualquer forma o rapaz vai arrasar com eles, olha que pacote mais exibido que ele tem, e carrega pra esquerda, hummm, adoro. As duas garotas se olharam enquanto o vendedor, com um movimento gracioso da mão, colocava a mão na minha rola e a apertava suave mas com determinação, embora eu tenha feito um movimento instintivo de escapar, não consegui desviar e ele não me soltou até que a Emi disse: - Nos convenceu, já pode soltar ele, sabemos muito bem o que ele tem e onde carrega. - Coloca meia dúzia pra gente, foi muito gentil. Ainda estava colocando a rola no lugar certo quando saímos com os pacotes na mão, minha tia não me deixou pagar de jeito nenhum. - Isso é despesa de representação, a empresa paga. Na seção de camisas, fizeram a gente tirar um monte de modelos, quando já tinham descartado quase todas, falaram em escolher um terno, a vendedora arregalou os olhos surpresa, imaginou um bom pedido, ela mesma pegou as camisas e nos acompanhou até a seção de ternos e falou com um vendedor mais velho, parece que convenceu ele com uns sorrisos e ele mesmo entregou a ela os ternos mais na moda. Minha tia, experiente em sapataria, não deixou passar batido e resolveu agradar a vendedora. Quando já tinha vários ternos em cima do balcão, a Ana teve a ideia de que eu devia experimentá-los, a moça não fez objeção e reservou um provador pra gente, encheu os cabides de ternos e camisas e saiu, a Emi e a Ana tiraram minha roupa num piscar de olhos e, tirando uma cueca das compradas Colocaram em mim. — Viu como fica bem em você? E com a marca na cintura. — Isso eu não gosto, parece que tô fazendo propaganda, o que vão pensar quem vê? — Nisso você tem razão, quando você mostrar, o que menos vamos olhar é a marca, mas sim o que ela esconde, o vendedor tinha razão, você carrega pra esquerda e como carrega, hahaha. Coloquei a calça do terno e a camisa, as duas mulheres puxavam daqui e dali pra ver se ficava bem, mas algo não tava agradando e chamaram a vendedora. — Olha, moça, tá até que bem, mas puxa embaixo. A moça, bem atenciosa, ficou puxando onde a Ana e a Emi já tinham puxado, sem melhorar nada. — Vamos, Juan, experimenta outra pra moça te ver. Troquei de roupa no aperto do provador, que mesmo não sendo pequeno pra quatro pessoas... A moça se ajoelhou pra dobrar as barras que ficavam compridas, na frente do rosto dela ficava minha cintura. — Não sei o que você tem hoje, Juan, parece que seu corpo tá estranho, arruma tudo direito. Ana desabotoou a calça que caiu aos meus pés, os olhos da moça se arregalaram quando a cueca nova ficou na frente dela, o vendedor tinha razão, não era a marca que vendia, era o tecido que se adaptava como uma segunda pele, isso a moça viu primeiro e depois minhas duas mulheres. A vendedora foi quem pegou a calça do chão e me deu pra abotoar de novo, as dobras continuavam iguais e ela tentou alisar com a mão, embora soubesse que o motivo tava por baixo. Todos estávamos suando de calor, mesmo com o ar-condicionado batendo forte, a calça não ficava bem e a Ana e a Emi faziam de tudo pra encher o saco, a moça tava agoniada, tava perdendo a venda do terno e possivelmente das camisas também, então saiu pra pegar outro modelo. — Juan, tira essa cueca, talvez esteja apertando demais e por isso fazendo dobras. — É, acho que é uma boa ideia. — disse a Emi. Tirei elas. Tirei e coloquei a calça de novo, a garota entrou sem bater e foi direto trocar a peça, ela mesma se ajoelhou e soltou a que eu estava usando e puxou para tirar pelos pés, fez isso mecanicamente e só percebeu quando, com as pernas da nova subindo pelos joelhos, a piroca roçou a testa dela. Emi rapidamente pegou minha piroca pelo tronco e, puxando a pele, deixou a cabecinha brilhante colada nos olhos dela.
— Pô, Juan, você é sempre assim, é mais sensível… não gosto de sair pra fazer compras com você porque você sempre tem que dar show, o que a moça vai pensar?
— Bem… eu… nada, não se preocupe, não é nada.
— Como assim não é nada? Acha pouco essa piroca dura desse jeito? do nada? E não é o pior, o pior é que não baixa por nada, toda vez tenho que dar um jeito de acalmar, não vamos sair assim!
— É verdade, mesmo sendo suas “primas”, não vamos ficar sempre te fazendo uma punheta, o que a senhora acha?
— Bem… é um problema sim, e acontece muito?
— Muito? Todas as vezes que saímos pra comprar, e é porque tem uma piroca pequena… por isso sempre temos que ir na loja do lado, porque a vendedora já nos conhece e sabe resolver o assunto, imagino que seja pelas compras que fazemos e a comissão que ela ganha, além de ser uma moça muito compreensiva.
— Bom… eu também sou compreensiva e tenho três irmãos, por isso não me assusto de ver uma piroca, embora essa… ufa, que piroca, e você diz que toda vez tem que acalmar seu primo?
— Olha… imagine o que seu chefe pensaria se visse um cliente sair com essa dura do provador com a senhora…
— Glup, sei lá, talvez se vocês fizerem…
— Pode ser, mas como ele já está acostumado, ficaríamos duas horas batendo punheta pra ele, é um lerdo do caralho.
— Então… acha que eu devo…?
— Acho que é o melhor e mais eficaz, a única coisa que podemos fazer é ajudar, se ele se animar, vai mais rápido. Rápido, já vai ver. Eu tava parado igual uma estátua de pedra, olhando incrédulo pras três, tavam rifando meu pau e eu não sabia quem ia levar o prêmio, enquanto a cabeça balançava pra cima, impaciente. A mina não se animava, a Ana percebeu, ela não queria dar o primeiro passo, então pegou meu tronco e a mão dela e juntou, primeiro tocou com as costas dos dedos, mas logo agarrou firme. A Emi pegou minhas bolas como mostra de colaboração, enquanto a mina ia pegando o ritmo devagar, amassando agachada junto com a vendedora. - Vamos, Juan, se liga, que tá ficando tarde e a moça tem serviço pra fazer, temos que motivar ele… A Emi puxou a blusa de um ombro, deixando uma taça do sutiã no ar, era bem pequeno, só cobria o bico, a mina olhou pra ela e sentiu meu pau endurecer, a Emi fez ela entender que era uma boa solução, então a mina desabotoou um botão da camisa do uniforme, com o que dava pra ver não achou suficiente, e a Emi soltou minhas bolas e com as duas mãos foi abrindo os botões que faltavam, o sutiã branco da mina era de um tamanho maior que o da Emi, a Ana quis colaborar e soltou o fecho nas costas, a peça pulou pela pressão e ficou pendurada nos braços da mina, que, atrapalhando pra mexer meu pau, deixou cair. Os dois peitões generosos se moviam no ritmo da mão dela, e a Emi, num gesto de colaboração, pegou eles, segurando pelos bicos, a mina, depois de um momento de dúvida, deixou fazer, minha "prima" casual dava uns carinhos como os que ela gostava de receber, então os bicos endureceram entre os dedos. A mão da Ana passou por trás da cabeça da mina, depois de acariciar a nuca, enfiando os dedos no cabelo, foi puxando ela pra perto de mim, mal dava pra notar, mas cada vez tava mais perto da minha cabeça, inconscientemente a mina ia abrindo os lábios ao se aproximar do calor do pau, ao sentir que passava a mão com dificuldade, cuspiu na glande, a saliva envolveu a cabecinha e escorreu por baixo, mas ela evitou com um movimento rápido da boca. Quando percebeu, já tinha a pica entre os lábios, não soltou mais e continuou; só tirou a mão até a base do tronco e deixou um pedaço livre pra enfiar até o céu da boca. Ana não aguentou a cena e procurou por baixo da saia florida, entre as coxas; a calcinha estava encharcada e ela a desviou pra deixar os fluidos escorrerem livremente, molhando os lábios. Amarrou a saia na cintura e deixou à mostra as pernas torneadas com a calcinha nos joelhos. A garota, enquanto chupava minha pica, olhava sem piscar pra onde as coxas de Ana se juntavam; a pelve morena deixava adivinhar o triângulo depilado. Ana, hipnotizada, viu e abriu os lábios completamente, fazendo o clitóris ficar saliente, limpinho entre a pele rosada. A garota parou de chupar minha pica e acelerou a mão, pegando a glande com a palma inteira; cuspiu de novo pra lubrificar e seus lábios foram direto buscar minha tia. Ana esperava com a cintura arqueada pra frente e, quando sentiu os lábios molhados de saliva, pegou a cabeça dela e a esmagou contra a buceta. Emi não perdia detalhe e soltou um mamilo, procurando por baixo da saia da balconista; a calcinha não foi obstáculo e, depois de rodear o clitóris inchado da garota, enfiou um dedo na vagina dela. O gemido de Ana confirmou que tinha gostado, e ela enfiou o segundo. A garota já não aguentava mais ficar de cócoras e teve que se levantar, mas não abriu mão de lamber a buceta de Ana; sem soltar minha pica, continuava mexendo, embora num ritmo mais lento. Emi tirou minha pica da mão dela; a garota agradeceu, já tava dormente, e se abraçou nos quadris de Ana. Emi, com cuidado, pegou a saia dela e a levantou sobre as costas, segurando-a pela cintura e foi virando até deixá-la de frente pra mim. A redondeza da bunda da garota era tentadora, e Emi continuou o trabalho da vendedora me colocando a pica no máximo de novo, ela me olhou e apontou pra bunda da garota, me deu escolha, com o olhar apontei pra buceta que brilhava entre as nádegas dela e puxando a pica foi me guiando até quase tocar, procurou o clitóris já descoberto e brilhante e o rodeou com dois dedos, a garota sentiu abrindo as pernas o máximo que podia, Emi me empurrou pela bunda e a pica entrou limpinha, Ana gemeu com a lambida que ela deu com a língua toda, os peitos da garota Emi pegou e eu os dela, por baixo da blusa minhas mãos se perdiam procurando os bicos que eu tanto gostava. Ana foi a primeira, pegou a cabeça dela pelas orelhas e não deixou soltar até o orgasmo ir diminuindo de intensidade, A garota seguiu, pra ela não foi sacrifício nenhum chupar a buceta da Ana porque ela também tava gozando com minha pica dentro dela mas quando sentiu que minha cabecinha pulsava perigosamente a sanidade voltou e tirou de uma vez evitando que eu gozasse dentro dela, Emi não quis que se perdesse e virando a bunda pra mim levantou a saia justa e virando a calcinha de lado procurou minha pica e ela mesma enterrou entre os lábios dela. Pra mim foi um alívio, gozei como se tivesse relaxado em casa, até a última gota, a vendedora agradecida, amassava minhas bolas com uma mão enquanto devolvia pra Emi os carinhos nos bicos, minha tia me beijou na boca dando a língua. Devagar fomos nos vestindo, bom… todas elas menos eu que já pude provar a calça com a pica caída e ficaram impecáveis, levamos com umas camisas, a garota sorria agradecida e molhada. Com os sapatos não teve problema, me acompanharam até a loja do meu tio, escolheram os que mais gostaram, Pepita e a colega dela Elena ficou atenta e muito solícita, principalmente a vendedora, me fez prometer que não demoraria pra voltar, Ana e Emi balançaram a cabeça vendo o interesse da garota. Quando terminaram a lista de compras fomos lanchar. Finalmente me deixaram convidar vocês, mesmo com a Emi contra, eu convenci elas na brincadeira, chantageando que não ia mais comer elas. Dois dias depois, quando voltava da aula de carro, encontrei a María em casa. A mãe dela tinha ido ao hospital pra ouvir a opinião do médico. Minha prima estava triste por causa da minha viagem pra Itália, dava pra ver que ela estava decepcionada, e não tive escolha a não ser parar ela quando ela tava vagando pela sala, segurar o rosto dela com as mãos e beijar ela na boca.
- Me desculpa, María, quero que você saiba que pra mim é um sacrifício ir pra Milão. Eu teria adorado ficar com vocês duas o fim de semana inteiro, já tava criando expectativas.
- Sacrifício? É um sacrifício ir pra Itália com tudo pago, no melhor hotel, nas melhores recepções, com duas mulheres que vão te foder toda noite até te deixar exausto? Isso é um sacrifício?
- Porra, María, você pinta de um jeito... eu vejo de outro... é um sacrifício, e grande, deixar duas gostosas de vinte e poucos anos loucas pra passar um fim de semana juntos, os três, fodendo não só de noite mas a qualquer hora, ficando pelados o dia todo, podendo acariciar esses corpos e sentir elas me dando todo o prazer que podem, ver elas gozarem nos meus braços e encher elas de porra quantas vezes eu quiser. Isso é um sacrifício, María.
Minha prima se jogou nos meus braços, passou os braços no meu pescoço e me beijou, foi me empurrando até o sofá da sala enquanto soltava meu cinto. Quando a gente caiu rolando, ela fez questão de ficar por cima de mim e tirou a camiseta, deixando os peitos pularem na minha cara. Sem parar de olhar fixo nos meus olhos, tirou a calça de algodão que tava usando e a calcinha fio dental preta. Eu pensei que ela queria enfiar meu pau nela na hora, mas o que ela fez foi me despir e se deitar por todo o comprimento do meu corpo. Ela tava mais a fim de sentir eu junto dela do que de foder. Se aninhou nos meus braços, enfiou a cabeça debaixo do meu pescoço, colocou uma perna por cima das minhas, me dava beijos ternos no peito enquanto fazia cachinhos no... Os pelinhos do umbigo. Ficamos um tempão assim, trocando beijos suaves na testa e no pescoço. Foi assim que Maite nos encontrou quando entrou de repente em casa — ela tinha voltado quando a mãe chegou no hospital. Num relance, entendeu a cena, jogou a bolsa num canto, tirou a roupa que estava usando e se juntou a nós. As tetas de Maite grudaram de um lado, as da Maria do outro. Estávamos tão apertados que nem caíamos do sofá. Maite não parou de me beijar até ficar no mesmo nível que a Maria. Apertei as duas contra mim, e a rola soube se comportar — não se mexeu. As minas adoraram porque sentiram, assim como eu, que a gente se amava acima de tudo. Ninguém entenderia como a gente podia estar ali, os três completamente pelados, nos acariciando e nos beijando sem querer foder como loucos, mas era assim. Uma ocasião dessas a gente aproveita poucas vezes na vida, e essa era uma delas.
Acabamos dormindo. Foi um sono gostoso, parecia que a gente tava voando entre nuvens de algodão. Quando acordamos, nos mexemos um pouco. Estranhamente, não sentíamos frio — pelo contrário, um calorzinho suave nos envolvia. Percebi que uma mantinha de algodão cobria a gente três. Maria acordou e me olhou assustada, igual a Maite. Ficamos mudos. Na cozinha, dava pra ouvir a Ana mexendo nas panelas, e o cheiro da comida no fogo já tomava conta. Quase na hora do almoço. Maite escorregou do sofá e pegou a roupa, depois eu, e então Maria. Fomos pros nossos quartos na ponta dos pés, até que do outro lado da sala ouvimos a Ana chamar: — Galera, vem comer, já tá na hora.
Continua. Como sempre, agradeço os comentários de vocês. Valeu.
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