Me esforcei ainda mais pra não decepcionar as pessoas que tanto acreditavam em mim. Comecei focando no presente que o Antonio tinha me dado: passar na prova da carteira de motorista. Não era pela promessa de me comprar um carro, isso era o de menos, até porque não precisava mesmo. Mas só pelo gesto das minhas primas e da minha tia me acolherem na família como se fosse um deles já me emocionou. Na primeira oportunidade que tive, quis agradecer à Ana. Meu tio já tinha ido pra loja, minhas primas estavam comendo umas torradas correndo porque iam sair logo pra se informar na universidade sobre o começo iminente das aulas, e minha tia estava dando os últimos retoques no visual antes de ir pro trabalho. Já tinha pegado a bolsa e as chaves, ainda ecoava o portão batendo da impetuosa Maite, e eu esperava ela na porta pra dar um beijo de despedida. Na verdade, era um beijo na minha querida tia. Tava profundamente grato e esperava ter uma conversa também com o Antonio pra ele saber o quanto eu era reconhecido. Minha tia não deixava escapar muita coisa e percebeu que eu tava meio emocionado. A verdade é que sou bem sentimental e logo fico com a garganta apertada. Ela me olhou fixamente e levantou meu queixo com uma mão, me obrigando a olhar nos olhos dela.
— Vamos, bobinho, o que foi agora?
— Nada, Ana, nada. Sou um idiota, como você disse.
— Nada disso, foi só uma expressão. Te notei estranho. Tá triste? Prefere voltar pra cidade? Sente saudade dos seus pais?
— Não, nada disso. Pelo contrário, você não sabe o quanto tô feliz em continuar com vocês. Só queria te dizer, a sós, que te amo muito. Ao Antonio e às minhas primas também, claro, mas você é especial. Você é a alma da família, e por isso te amo pra caralho.
— Mmm, isso nunca tinham me dito, nem meu marido nos melhores momentos. Me deixou sem graça.
Ela largou a bolsa e as chaves numa mesa e me fez sentar no sofá, segurando minhas mãos.
— Juan, sei que o que a gente tá falando é entre nós. tia e sobrinho, e isso dá um valor ainda maior, pelo menos é o que eu acho, por isso não tenho problema em confessar que você conquistou meu coração desde o começo e cada dia me deixa mais entregue a você. Seria uma bobagem te comparar com meu marido ou com minhas filhas, cada um eu amo pelo que é, mas você é especial, antes você era só o filho da minha irmã Maritere, agora é meu sobrinho Juan, o homem que mora comigo, que me ama não só como tia de sangue, mas me dá tudo que tem, seu carinho, sua amizade, sua discrição e sem falar no seu lado na cama, tudo isso te faz uma pessoa única, sei que muitos não entenderiam, mas com os poucos que sabem já me basta.
- Obrigado, tia, você me animou, às vezes penso se não estão comigo por obrigação.
- Acho que você precisa esquecer essas ideias tão sem noção, e vamos mudar de assunto porque você tá me deixando com tesão antes de sair de casa, sabe de uma coisa? Acho que te devo uma alegria, vem pro meu quarto, pensando melhor hoje de manhã não vou trabalhar, você merece que eu fique com você. Ana pegou minha mão decidida, quando entramos no quarto dela, me sentou na cama, abriu o armário e procurou numa gaveta, tirou um pacote e fechou a porta.
- Por favor, Juan, vira de costas, hoje quero te dar uma surpresa. Fiz o que ela mandou e olhei pra parede, pelo reflexo da sombra que o sol da manhã fazia, vi ela se abaixar e tirar a roupa de sair, a saia, a blusa e mais alguma coisa, meu pau, com mais imaginação que eu, já começava a pedir espaço debaixo da cueca.
- Pode se virar, love. Ela tinha me prometido uma surpresa e cumpriu a palavra, com uma pose de pin-up se mostrava na minha frente, tinha estreado o sutiã que compramos junto com o da Emi, mas além disso usava uma calcinha que com certeza tinha pegado na segunda visita dela à loja de lingerie, era uma calcinha super sexy, embora eu ficasse vidrado na visão dos peitos dela, livres e empinados. ajudadas pela peça que as sustentava na altura ideal, mas minha tia sabia que a verdadeira novidade pra mim era a calcinha e fez questão de me mostrar, quando ela abriu as pernas colocando uma sobre a cama meu olhar foi direto pra entreperna dela, a tal calcinha tinha uma abertura disfarçada por uma rendinha de filó, por essa fresta que minha tia fazia questão de manter aberta dava pra ver claramente a buceta, os lábios escuros e o clitóris brilhante dela. - O que você acha da minha última aquisição?, você é o primeiro a ver, tava guardando pra você. - Caí de joelhos na frente dela, com as mãos meio trêmulas afastei as rendinhas, o calor úmido veio da buceta dela e me puxou até eu colar minha boca entre elas. - Se preferir, eu tiro a calcinha. Com a cabeça eu disse que não, queria agradecer o gesto de me oferecer a buceta dela enfeitada com essa fantasia erótica, quando a Ana cansou de se apoiar só com uma perna no chão se deixou cair na cama, não foi impedimento pra eu continuar chupando a buceta dela abrindo totalmente as pernas, agora o sutiã já não fazia mais efeito, os peitos se espalhavam sobre o peito dela deixando a peça oca como as viseiras de um boné. Ana esticava os mamilos suspirando fundo, sentia só minha língua entre os lábios dela e as nádegas até o cóccix. - Juan, queria sentir teu pau entre as rendinhas. Enquanto eu continuava lambendo fui tirando a roupa com dificuldade, quando não sobrou mais nada pra tirar peguei as coxas dela e puxei, ela inteira deslizou na minha direção, o fecho do sutiã com o atrito no lençol saltou e ficou solto sobre ela que jogou pra um lado, não precisei subir também na cama, só me inclinei e meu pau passou entre as rendinhas, não precisei mirar muito, a umidade e os lábios abertos me guiaram até a vagina dilatada. Comemoramos como uma "estreia" teatral, mantivemos a calcinha o tempo todo como cortina principal do palco, aos poucos ela ia mudando de A cor, do preto inicial passou para cinza e depois o branco dos fluidos da Ana tomou conta.
— Juan, esquece agora da sua tia, me fode como a Ana, a mulher que adora seu pau, me faz subir ao céu como você sabe.
O sentimento profundo de Juan “o sobrinho” sumiu completamente de mim, agora era Juan o cara que estava fodendo com uma mulher adorável, com um corpo divino. Não quis decepcioná-la e me propus a dar todo o prazer que podia. Quando ela me puxou e eu caí sobre ela, fiquei com o pau cravado e os pés no ar, não importou que eu me apoiasse só na buceta dela, pois estava mais enterrado do que nunca. Os beijos e abraços dela não me deixaram cair enquanto durou o potente orgasmo. Ela me soltou quando se acalmou um pouco.
— Você gosta da minha calcinha? São práticas, né?
— Amo, vou adorar ver você usando elas sempre.
— Então ainda estão no meio do uso, quer gozar pra estreá-las?
Ela não me deixou dizer que sim quando já tinha se virado e descido os joelhos no chão. Agora na minha frente tinha a mesma abertura, mas na bunda dela. Ela esticou a mão até a mesinha, não alcançava, mas me mandou procurar. Achei o creme na hora, estava bem à mão. Com a cabeça deitada de lado no lençol, esperou paciente eu dilatar o esfíncter dela. A prática que eu tinha com o Antônio não me fez insistir muito. Minha glande em ponta de flecha deslizou suavemente abrindo caminho. Talvez ela tivesse razão, o cabeção do meu tio era tudo ou nada. Ela não fez nenhum gesto de incômodo, pelo contrário, gozava cada centímetro que entrava nela. Da vagina dela continuavam brotando sucos, encharcando a renda que agora era uma mancha que se espalhava cada vez mais. Não aguentei tanto quanto queria. A visão das costas da Ana brilhando de suor, os peitos saindo pelos lados e a bunda aberta à força pelo meu pau ganharam a batalha. Uma descarga elétrica saltou da medula até minhas bolas. O gozo deve ter fervido como num micro-ondas quando saiu sob pressão dentro da Ana. Até eu me surpreendi. quantidade que saiu, só soube quando me separei dela e junto com o ar injetado saía em bolhas, terminando de tingir de branco a calcinha nova. Tirei a calcinha deslizando pelas pernas dela pra baixo, dava pra escorregar, ela ainda ficou parada mesmo eu beijando ela da bunda até a nuca, só ronronava como uma putinha satisfeita. Quando olhei o relógio, recuperei a sanidade, resolvi cumprir minhas obrigações e depois de um banho rápido, ela se vestiu e saiu pra sapataria. Fui pro meu quarto depois de arrumar a cama da minha tia, com o pau balançando subi pro meu quarto, a manhã tava linda e me espichei um pouco na sacada, a rua deserta, as árvores frondosas e o sol radiante terminaram de levantar meu astral. Notei que algo me incomodava nos olhos, olhei pra todo lado mas vi que era uma luz ofuscante, a Emi do quarto dela fazia sinais com um espelho, quando percebi, iluminou meu pau que tava inchadão, ela só fez um gesto com a língua como se estivesse se lambendo, depois vi como ria enquanto eu me escondia de possíveis olhares alheios. As aulas de direção iam relativamente bem, embora o clima fosse meio triste, o professor de teórica se esforçava pra me ensinar não só as placas mas qualquer dúvida ou interpretação pra eu saber me virar no meio do trânsito, insistia muito que eu não devia me sentir inferior por carregar o estigma de novato nas costas, queria me convencer que eu era mais um entre todos os motoristas e que podia ser tão bom quanto qualquer um, isso me animava, com a Rosana era a mesma coisa, a mina me jogava as chaves do carro com confiança, isso me incentivava muito, nos primeiros vacilos, engasgadas e aceleradas ela não deu a menor importância, em compensação insistia muito na segurança, queria me ensinar a dirigir como o motorista de um primeiro-ministro, suave pra que o passageiro se sentisse em casa ou rápido e preciso como se estivesse tirando ele de uma situação complicada, o carro permitiu, me ensinou que a potência não devia me assustar, estava ali pra mim, eu era responsável por administrá-la bem. Uma vez passávamos onde outras autoescolas praticavam, chegamos a ver a ex-aluna e o rapaz com outro carro, Rosana evitava olhar, mas eu dava esperança pra ela, falei que na universidade faria de tudo pra divulgar a autoescola por todo o campus, comentaria com a Asun, a garota mais inteligente da turma, e com a mãe dela, Marta, responsável pela Secretaria, com elas o boca a boca se espalharia, gostei de lembrar delas, tinha passado ótimos momentos com as duas. Uma manhã estávamos praticando numa das avenidas principais, era uma rota bem movimentada onde várias escolas treinavam os alunos, tava parado num semáforo quando ouvi uma freada forte do meu lado, outro carro apareceu na minha altura, era um utilitário ocupado por cinco pessoas, o mais engraçado é que quem tava ao volante era a garota novinha que tinha se despedido junto com o outro jovem na primeira aula de direção, mal dava pra vê-la agarrada ao volante, do lado dela o professor reclamava da brusquidão na manobra, os três colegas atrás mostravam medo tanto por ela quanto por eles mesmos, Rosana pelo canto do olho não perdia nada e quando o sinal ficou verde colocou a mão no câmbio pra eu esperar um pouco. De fato a garota saiu, ou melhor, tentou, porque o carro morreu não uma, mas três vezes seguidas, o professor indignado mexia as mãos exasperado, finalmente Rosana colocou a mão no meu joelho e disse… - Tá bom, Juan, agora sai você, mostra o que aprendeu. Não sei se foi sorte ou coincidência, mas fiz uma saída nota dez, atrás ficou o outro carro com a garota apavorada e o professor histérico. Eu tava eufórico e Rosana, mesmo disfarçando, também tava, não tirou a mão do meu joelho até quase o fim da aula, quando estacionei em frente à autoescola. Escola me beliscou a bochecha e disse:
— Juan, você vai ser um bom motorista, disso eu cuido.
Uma manhã amanheceu chovendo, achei que não seria um bom dia para praticar e liguei pra ela antes de ir. Rosana me respondeu que, pelo contrário, era uma oportunidade de aprender com visibilidade reduzida e o uso dos limpadores, etc. Tive que ir e, como sempre, ela jogou as chaves de longe.
Com muito mais medo, fui dirigindo. O pavor de derrapar ou sei lá o que me fazia ir devagar demais. Quando começou a chover forte, já estávamos perto do descampado onde tínhamos feito uma pausa no primeiro dia. Os limpadores já não davam conta da água que caía, e Rosana me mandou estacionar debaixo da amoreira no fundo. Ainda era cedo pra voltar, e ela decidiu que era um bom momento pra me ensinar sobre os comandos do carro. Com os botões não tive problemas, porque já tinha visto meu tio e mais ou menos eram os mesmos, mas ela me ensinou outras coisas úteis que não estão no código de trânsito.
— Sabe como se ajustam os bancos, os espelhos, o volante e os encostos?
Tive que dizer que não pra tudo, e ela quis me explicar. Me falou na hora onde ficava a alavanca que empurrava o banco pra frente, pegou minha mão e passou entre as pernas dela. A saia não dava mais de si, e ela teve que levantar a bunda pra subir. Quando soltei, o banco deslizou pra trás. Ela não soltou minha mão e foi subindo devagar pelo banco. Quando passei do assento, encontrei as coxas dela abertas e, entre elas, a calcinha que mal cobria a virilha. Ela me olhou enquanto segurava minha mão parada por alguns segundos. Debaixo dos meus dedos, eu sentia a separação dos lábios dela. Engoli seco e olhei preocupado ao redor. Os vidros estavam embaçados e não dava pra ver nada lá fora.
— Calma, depois te ensino como desembaçar os vidros.
Quando tirei a mão por um momento, ela me mostrou o comando pra reclinar o banco. Coloquei a mão de novo entre as pernas dela, enquanto ela já estava tirado a calcinha e escorregado do banco, Rosana foi guiando minha mão por onde gostava de sentir, levando desde a barriga até a virilha sem tirar os olhos dos meus.
— Quer aprender como se ajustam os encostos de cabeça do banco de trás?
A garota se mudou para o banco de trás sem sair do carro, enquanto eu saía e entrava pela porta de trás. No descampado não se via ninguém, só a cortina de água que caía naquele momento. Me molhei todo enquanto ela destravava a porta. Quando consegui sentar, estava encharcado.
— Juan, é melhor você tirar a roupa, ficou ensopado e pode pegar um resfriado, aqui não faz frio.
Com a voz melosa, me convenceu na hora. Já tinha tirado a camisa e a calça quando ela puxou de leve o elástico da cueca. Tive que tirar também. Ela se inclinou para levantar de novo o encosto da frente e avançar o banco para ter mais espaço. Enquanto puxava a alavanca inclinada sobre o banco da frente, deixou na minha frente as duas pernas juntas, fechando a buceta quase invisível. Não tive paciência para ela deixar o carro mais espaçoso e passei a língua pelas coxas até a bunda. Na hora, ela largou o que estava fazendo e se deixou cair sobre mim. Enquanto caía, guiei com as mãos na cintura, onde a saia estava amassada, e ela sentou no meu pau. Só precisou abrir as coxas para ele aparecer saindo do púbis. Com dois dedos, apertou para trás e a cabeça desapareceu dentro da buceta. Segurando nos bancos da frente, ela se levantava e se deixava cair sobre mim. Eu só precisei admirar como meu pau afundava nela. Minhas mãos rodearam as costas dela para encontrar o fecho do sutiã, mas só encontrei uma fileira de vértebras.
— Se está procurando o sutiã, não uso.
Passei as mãos procurando a borda da camiseta preta com a língua do Mick Jagger, com a intenção de pegar nos peitos dela por trás, mas Rosana facilitou a manobra levantando Os braços dela sobre a cabeça, quando tirei a camiseta dela, vi o corpo pálido da garota, claramente não pegava sol com frequência. Ao procurar os peitos, só encontrei umas leves protuberâncias; até então não tinha reparado no corpo dela escondido sob a roupa tão larga e extrema. Apesar de serem pequenos, não eram menos sensíveis, devia ser um ponto erógeno importante, porque quando apertei os mamilos dela, ela estremeceu quase como se tivesse gozado.
— Por favor, Juan, se você quer que eu dure um pouco sem gozar, não faz isso nos meus mamilos, me deixa a mil.
Tentei seguir o conselho dela e procurei o clitóris entre as pernas dela. Estava ereto, mas mesmo ela abrindo as pernas totalmente pra receber minhas carícias, aguentou melhor do que nos peitos. Quando pulava, quase batia a cabeça no teto do carro. Vi ela tão concentrada que os gemidos ecoavam no espaço pequeno. Devia estar muito apertada quando ela mesma colocou apressadamente minha outra mão no peito esquerdo dela e, abraçando o encosto de cabeça esquerdo, gozou. A suspensão do Mini mal conseguiu compensar os pulos que a Rosana dava. Ela se jogou pra trás em cima de mim, uma perna de cada lado do carro.
— Você gozou, Juan?
— Não, mas curti igual te vendo.
— Agora é minha vez de te ver. Quando subimos no carro, minha intenção era fazer uma punheta pra você, mas quando estacionamos com a chuva, decidi que ia ser um boquete. O jeito que você me tratou, tão sem interesse, e seu interesse por mim foi o estopim pra querer foder com você. Então agora quero que você goze, e quero que goze dentro de mim. Só pra constar, no meu parceiro só deixo com camisinha.
Ela virou de frente pra mim e se ajoelhou no banco, me rodeando com as pernas. Quando sentou nas minhas coxas, meu pau ereto entrou sem dificuldade entre os lábios dela. Os quadris dela se moviam em círculos enquanto ela apoiava as costas nos bancos da frente. Na minha frente, os peitos dela, vi os dois botões. Quase pretos, do umbigo descia um fiozinho de pelo moreno até o triângulo crespo bem desenhado, até quando ela levantou os braços pude ver os pelinhos que contrastavam com as axilas branquíssimas dela. Quis beijá-la, mas ela virou o rosto com suavidade. — Os beijos a gente guarda pra próxima vez. Ela pulou em cima de mim e meu pau afundou nela. — Não se mexe, eu faço tudo, adoro sentir teu pau onde mais me dá prazer. A mina sabia o que tava fazendo, me mostrou que uma penetração profunda nem sempre era o melhor, mesmo que nosso ego pense o contrário, ela se concentrou tanto que, quebrando a promessa, me abraçou pelo pescoço e me beijou desesperadamente, não esperou eu gozar e tive que soltar o freio de mão e pisar fundo, alcancei ela antes de terminar o orgasmo, o Mini ainda aguentava e quando acabou caímos no banco desmontados, definitivamente teria preferido uma limusine. Os vidros escorriam água tanto por fora quanto por dentro, já não era mais vapor e os conselhos da Rosaba pra desembaçar não foram tão práticos, o ar condicionado no talo mas o mais eficaz foi baixar os vidros mesmo molhando um pouco. Quando chegamos na escola estávamos mais penteados do que quando saímos e ainda tinha manchas de vapor no vidro traseiro, ao entrar vimos o Javier na sala, ele tava sentado junto com uma mina jovem, não parecia estar dando aula e estranhamos. O professor nos apresentou a mina, eu não tinha reconhecido ela mas a Rosana sim, era a jovem que começou no primeiro dia que tinha voltado. — Oi, como cê tá, o que te traz aqui? A mina começou a chorar enquanto o Javier consolava ela, entre soluços se explicou. — Desculpa Rosana, sei que não fui legal com vocês mas quando no primeiro dia cheguei em casa meu pai me perguntou e eu contei como você se vestia, como dirigia e sem mais ele mandou eu me demitir mas vi que você é realmente uma boa professora que se preocupa em ensinar de um jeito mais eficaz e isso é o que eu quero, já briguei com minha família, mas prefiro perder o dinheiro que já paguei no outro lugar se vocês me aceitarem de volta. Rosana olhou para Javier com espanto, ele deu de ombros deixando a decisão com ela, ela pensou por alguns segundos e depois pegou a garota pelos braços e olhando fixamente disse. - Olha, Sole, por um lado agradeço você ter voltado, pra gente é um elogio, mas quero que tenha certeza do que está fazendo, você vai enfrentar seus pais e pode ter problemas, tem dezoito anos e é muito nova, mas se decidir ficar, precisa se comprometer a fazer o que a gente mandar sem reclamar, a gente faz pelo seu bem, te garanto que você vai sair com um nível alto de direção e passar de primeira. - Obrigada, Rosana, mas já falei com minha avó, é a única que me apoia e prometeu pagar minhas aulas, então tô pronta pra tudo. Eu, de uma certa distância, observava a cena, fiquei muito feliz que a garota tinha reconhecido a profissionalidade da Rosana e, principalmente, pela injeção de ânimo que deu no casal. Sole desde o início mostrou que ia a sério, as aulas teóricas ela passava todas, quando chegou o dia de nos acompanhar, estava nervosa, Rosana jogou as chaves pra ela como fez comigo, Sole se surpreendeu mas gostou do gesto. A garota sentou e não sabia por onde começar, não alcançava direito os pedais e Rosana mandou ela ajustar o banco, ela não sabia como fazer e teve que repetir o que tinha feito comigo. Sole, quando a professora colocou a mão entre as pernas dela, se apressou a puxar a saia pra baixo do joelho, Rosana olhou pra ela e olhou pra mim. A professora se sentou confortavelmente no banco dela e esperou, a garota não sabia o que fazer porque não alcançava nem na ponta dos pés. Rosana levantou a saia quase até a bunda, a calcinha mal aparecia entre as coxas brancas dela e esperou, Sole olhou pra ela mas não se atreveu a imitar. - Vamos, Sole, qual é o seu problema com a saia? - Tô com vergonha. Vergonha de levantar a saia acima do joelho, mas me incomoda e não alcanço os pedais.
- Ah, é? Tem vergonha, e por que na primeira aula você desceu do carro, tirou a blusa e ficou só de sutiã na nossa frente, nós três?
Sole não respondeu e levantou a saia acima do joelho. Rosana olhava indiferente. A garota levantou a saia um pouco mais. Diante da passividade da professora, Sole acabou subindo a saia igual a ela. A calcinha branca que ela usava finalmente apareceu. Rosana pegou a mão dela e levou entre as pernas, fez ela sentir a alavanca debaixo do banco e disse pra ela mexer a bunda pra frente. A garota se surpreendeu com a facilidade e olhou pra nós, sorrindo. A partir daí, Rosana mandou ela ligar o motor e sair no trânsito. Teve uns solavancos, mas a professora não reclamou nada. A garota, envergonhada, estava muito nervosa. Quando chegamos no descampado, Rosana me disse:
- Juan, viu como a Sole tá muito nervosa? Ainda falta muito, mas ela precisa relaxar. Por que você não dá uma massagem nela?
A garota não esperava, nem eu, mas quando Rosana explicou como tirar o encosto de cabeça da Sole, já vi que era sério.
- Se você reclinar o banco dela, fica mais confortável.
Por trás da Sole, eu recostei o banco pra trás. A garota não ousava reclamar e fechou os olhos quando coloquei as mãos nos ombros dela. Eu não sabia as intenções da Rosana e ficava olhando pra ela. Ela só me incentivava a continuar.
Eu sentia a Sole perdendo o medo e relaxando aos poucos. Entre meus braços, a cabeça loira dela estava inclinada. Beijei a testa dela, e ela recebeu como um carinho amigável. Minhas mãos foram rodeando os ombros, o pescoço e a nuca. Quando pressionei as têmporas, os braços da Sole caíram ao lado do corpo. Rosana, inclinada no banco dela, observava a garota mudando de expressão. Agora era um sorriso doce.
Rosana desabotoou dois botões da camisa da garota e insinuou que eu continuasse. Eu fiz isso e, desde o primeiro momento, vi as... Os peitos da Sole não se pareciam em nada com os da professora. Com a claridade que a camisa branca dava, os dois peitos presos num sutiã branco se perdiam numa penumbra quando se juntavam. Sole não fez nenhum movimento, sabia que já tínhamos visto ela de sutiã e agora era mais gostoso. Os botões iam se abrindo até a cintura e os peitos estavam quase totalmente à mostra. Com o olhar, Rosana quis ver até onde Sole estava disposta a colaborar e apontou para as alças. Fui deslizando elas sobre os ombros até ficarem frouxas nos braços dela. Os peitos não se moveram nem um pouco. Rosana abaixou uma taça até descobrir o mamilo. A garota mexia a cabeça com os olhos fechados, mas continuava respirando ofegante, esperando o que viria. Quando a auréola rosada apareceu, Rosana molhou os dedos com saliva e a rodeou, depois soprou nela. Imediatamente o mamilo endureceu. Ela me olhou e indicou que eu o acariciasse. Fiz isso e Sole apertou a cabeça contra meu braço. Quando passei a mão por baixo do peito dela, abraçando ele inteiro, um suspiro escapou dos lábios dela. Rosana me fez reparar nas pernas de Sole: estavam totalmente abertas. A calcinha estava molhada entre os lábios dela e o sol fazia transparecer os pelinhos loiros que saíam por entre a renda. Fora do carro não se via ninguém. Estávamos fora da rota dos novatos, o que me animou a terminar de reclinar o banco da Sole. Terminei de descobrir o outro peito e a garota agradeceu. Com os olhos fechados, refletia uma paz interior que com certeza nunca tinha experimentado. Quando virei a cabeça dela para o meu lado, não ofereceu resistência. A mão de Rosana, pousada no joelho de Sole, se movia lentamente para cima. A garota passou a perna sobre a alavanca de câmbio. O elástico da calcinha fazia um vão na virilha de Sole e os dedos de Rosana se aventuraram por ele. Minha pica pedia liberdade aos gritos. Tive que tirá-la, pois estava dobrada numa posição difícil. Aproximei ela do rosto de Sole. Ela não a afastou. e deixei perto dos lábios dela, o cheiro ou o calor da minha cabecinha deve ter avisado a presença, porque antes de encostar já estava abrindo os lábios, quando a glande roçou neles os dentes já não atrapalhavam e foi entrando devagar, a língua puxava e apertava contra o céu da boca. Rosana já tinha separado os lábios da buceta da garota, estava depilada, só um triângulo no púbis, tinha uns lábios perfeitos, fechados com uma fenda fina, mas não custou abrir, a pele macia da vagina se abria molhada com a passagem dos dedos da professora. Com a boca fechada em volta do tronco da minha pica, mal se ouviam os gemidos da Sole, mas a agitação do peito dela ao suspirar e a barriga tremendo com as carícias da Rosana mostraram que a garota ia ter um orgasmo iminente. Rosana enfiou dois dedos na buceta da garota enquanto o polegar apertava o clitóris dela, os gemidos foram aumentando, mas abafados pela minha cabecinha, quando o gozo explodiu no corpo dela, os espasmos sacudiram os braços que até então estavam caídos, ela agarrou minhas bolas e enfiou na boca o pedaço que ainda estava fora, foi engolindo a porra que saiu na hora sob pressão, não chegou a abrir os olhos, um fiozinho de soro escapava pelo canto dos lábios, mas a garganta dela mostrava que continuava engolindo com vontade. Depois de uns instantes de agitação dentro do carro, o silêncio tomou conta, Sole deixou os braços descansarem de novo, Rosana tirou os dedos de entre as pernas da garota, mostrou eles molhados para mim e quando os separou, uns fios brancos e grossos ficaram grudados neles. Ficamos esperando, olhando para a garota, não tínhamos certeza da reação que ela teria quando se recuperasse, achávamos que tínhamos dado algo que a princípio parecia apressado demais, mas no final tinha dado resultado, mas pelo pouco que conhecíamos a Sole, dava pra esperar qualquer coisa. Devagar, ela foi abrindo os olhos como se estivesse saindo de um sonho, a gente não piscava do lado dela, ela olhou pra gente como se não nos conheceu e, sem dizer nada, recostou o encosto do banco de volta com toda naturalidade, passou o braço entre as pernas molhadas e puxou a alavanca dando uma rebolada pra frente, o banco travou e ela colocou as pernas de volta no lugar de dirigir, olhando pra frente subiu as alças do sutiã sobre os ombros, os peitos se deformaram com a tensão mas um por um ela os encaixou dentro das taças, foi fechando os botões da camisa um a um, ajeitou a saia sem puxar pra baixo, deixando à mostra a calcinha branca com uma marca molhada e olhou pra Rosana. - Vamos? - Quando você quiser, se estiver em condições, claro. - Tô me sentindo melhor do que nunca, graças a vocês dois. Nos olhamos surpresos, ela apontou pro pau caído enquanto se arrumava sentando de frente, e colocando o cinto, eu a imitei. Com admiração vi o motor pegar, o ponteiro do conta-giros deu um pulo e ela arrancou com uma precisão que surpreendeu a Rosana, foi uma transformação inesperada, a garota tinha recuperado toda a confiança nela mesma e agia aplicando todas as explicações que recebeu. Por último, de quebra, quando estacionou perfeitamente e fechou o carro, jogou as chaves pra Rosana por cima do teto. - Que horas temos aula amanhã? - No horário de sempre, Sole. - Valeu, até amanhã então, gostei muito da de hoje. Quando voltava pra casa, vi que a Maria também chegava, nos encontramos no ônibus mas cada um desceu por uma porta. - Como vão as aulas de direção, já tá fazendo prática? Já fiz várias e me ensinam muito bem, por que você não vem também pra aula? Se seu pai comprar o carro, pode usar ele igual eu. - Valeu, gostei da ideia, te falo algo depois. Continua. Agradeço os comentários. Valeu.
— Vamos, bobinho, o que foi agora?
— Nada, Ana, nada. Sou um idiota, como você disse.
— Nada disso, foi só uma expressão. Te notei estranho. Tá triste? Prefere voltar pra cidade? Sente saudade dos seus pais?
— Não, nada disso. Pelo contrário, você não sabe o quanto tô feliz em continuar com vocês. Só queria te dizer, a sós, que te amo muito. Ao Antonio e às minhas primas também, claro, mas você é especial. Você é a alma da família, e por isso te amo pra caralho.
— Mmm, isso nunca tinham me dito, nem meu marido nos melhores momentos. Me deixou sem graça.
Ela largou a bolsa e as chaves numa mesa e me fez sentar no sofá, segurando minhas mãos.
— Juan, sei que o que a gente tá falando é entre nós. tia e sobrinho, e isso dá um valor ainda maior, pelo menos é o que eu acho, por isso não tenho problema em confessar que você conquistou meu coração desde o começo e cada dia me deixa mais entregue a você. Seria uma bobagem te comparar com meu marido ou com minhas filhas, cada um eu amo pelo que é, mas você é especial, antes você era só o filho da minha irmã Maritere, agora é meu sobrinho Juan, o homem que mora comigo, que me ama não só como tia de sangue, mas me dá tudo que tem, seu carinho, sua amizade, sua discrição e sem falar no seu lado na cama, tudo isso te faz uma pessoa única, sei que muitos não entenderiam, mas com os poucos que sabem já me basta.
- Obrigado, tia, você me animou, às vezes penso se não estão comigo por obrigação.
- Acho que você precisa esquecer essas ideias tão sem noção, e vamos mudar de assunto porque você tá me deixando com tesão antes de sair de casa, sabe de uma coisa? Acho que te devo uma alegria, vem pro meu quarto, pensando melhor hoje de manhã não vou trabalhar, você merece que eu fique com você. Ana pegou minha mão decidida, quando entramos no quarto dela, me sentou na cama, abriu o armário e procurou numa gaveta, tirou um pacote e fechou a porta.
- Por favor, Juan, vira de costas, hoje quero te dar uma surpresa. Fiz o que ela mandou e olhei pra parede, pelo reflexo da sombra que o sol da manhã fazia, vi ela se abaixar e tirar a roupa de sair, a saia, a blusa e mais alguma coisa, meu pau, com mais imaginação que eu, já começava a pedir espaço debaixo da cueca.
- Pode se virar, love. Ela tinha me prometido uma surpresa e cumpriu a palavra, com uma pose de pin-up se mostrava na minha frente, tinha estreado o sutiã que compramos junto com o da Emi, mas além disso usava uma calcinha que com certeza tinha pegado na segunda visita dela à loja de lingerie, era uma calcinha super sexy, embora eu ficasse vidrado na visão dos peitos dela, livres e empinados. ajudadas pela peça que as sustentava na altura ideal, mas minha tia sabia que a verdadeira novidade pra mim era a calcinha e fez questão de me mostrar, quando ela abriu as pernas colocando uma sobre a cama meu olhar foi direto pra entreperna dela, a tal calcinha tinha uma abertura disfarçada por uma rendinha de filó, por essa fresta que minha tia fazia questão de manter aberta dava pra ver claramente a buceta, os lábios escuros e o clitóris brilhante dela. - O que você acha da minha última aquisição?, você é o primeiro a ver, tava guardando pra você. - Caí de joelhos na frente dela, com as mãos meio trêmulas afastei as rendinhas, o calor úmido veio da buceta dela e me puxou até eu colar minha boca entre elas. - Se preferir, eu tiro a calcinha. Com a cabeça eu disse que não, queria agradecer o gesto de me oferecer a buceta dela enfeitada com essa fantasia erótica, quando a Ana cansou de se apoiar só com uma perna no chão se deixou cair na cama, não foi impedimento pra eu continuar chupando a buceta dela abrindo totalmente as pernas, agora o sutiã já não fazia mais efeito, os peitos se espalhavam sobre o peito dela deixando a peça oca como as viseiras de um boné. Ana esticava os mamilos suspirando fundo, sentia só minha língua entre os lábios dela e as nádegas até o cóccix. - Juan, queria sentir teu pau entre as rendinhas. Enquanto eu continuava lambendo fui tirando a roupa com dificuldade, quando não sobrou mais nada pra tirar peguei as coxas dela e puxei, ela inteira deslizou na minha direção, o fecho do sutiã com o atrito no lençol saltou e ficou solto sobre ela que jogou pra um lado, não precisei subir também na cama, só me inclinei e meu pau passou entre as rendinhas, não precisei mirar muito, a umidade e os lábios abertos me guiaram até a vagina dilatada. Comemoramos como uma "estreia" teatral, mantivemos a calcinha o tempo todo como cortina principal do palco, aos poucos ela ia mudando de A cor, do preto inicial passou para cinza e depois o branco dos fluidos da Ana tomou conta.
— Juan, esquece agora da sua tia, me fode como a Ana, a mulher que adora seu pau, me faz subir ao céu como você sabe.
O sentimento profundo de Juan “o sobrinho” sumiu completamente de mim, agora era Juan o cara que estava fodendo com uma mulher adorável, com um corpo divino. Não quis decepcioná-la e me propus a dar todo o prazer que podia. Quando ela me puxou e eu caí sobre ela, fiquei com o pau cravado e os pés no ar, não importou que eu me apoiasse só na buceta dela, pois estava mais enterrado do que nunca. Os beijos e abraços dela não me deixaram cair enquanto durou o potente orgasmo. Ela me soltou quando se acalmou um pouco.
— Você gosta da minha calcinha? São práticas, né?
— Amo, vou adorar ver você usando elas sempre.
— Então ainda estão no meio do uso, quer gozar pra estreá-las?
Ela não me deixou dizer que sim quando já tinha se virado e descido os joelhos no chão. Agora na minha frente tinha a mesma abertura, mas na bunda dela. Ela esticou a mão até a mesinha, não alcançava, mas me mandou procurar. Achei o creme na hora, estava bem à mão. Com a cabeça deitada de lado no lençol, esperou paciente eu dilatar o esfíncter dela. A prática que eu tinha com o Antônio não me fez insistir muito. Minha glande em ponta de flecha deslizou suavemente abrindo caminho. Talvez ela tivesse razão, o cabeção do meu tio era tudo ou nada. Ela não fez nenhum gesto de incômodo, pelo contrário, gozava cada centímetro que entrava nela. Da vagina dela continuavam brotando sucos, encharcando a renda que agora era uma mancha que se espalhava cada vez mais. Não aguentei tanto quanto queria. A visão das costas da Ana brilhando de suor, os peitos saindo pelos lados e a bunda aberta à força pelo meu pau ganharam a batalha. Uma descarga elétrica saltou da medula até minhas bolas. O gozo deve ter fervido como num micro-ondas quando saiu sob pressão dentro da Ana. Até eu me surpreendi. quantidade que saiu, só soube quando me separei dela e junto com o ar injetado saía em bolhas, terminando de tingir de branco a calcinha nova. Tirei a calcinha deslizando pelas pernas dela pra baixo, dava pra escorregar, ela ainda ficou parada mesmo eu beijando ela da bunda até a nuca, só ronronava como uma putinha satisfeita. Quando olhei o relógio, recuperei a sanidade, resolvi cumprir minhas obrigações e depois de um banho rápido, ela se vestiu e saiu pra sapataria. Fui pro meu quarto depois de arrumar a cama da minha tia, com o pau balançando subi pro meu quarto, a manhã tava linda e me espichei um pouco na sacada, a rua deserta, as árvores frondosas e o sol radiante terminaram de levantar meu astral. Notei que algo me incomodava nos olhos, olhei pra todo lado mas vi que era uma luz ofuscante, a Emi do quarto dela fazia sinais com um espelho, quando percebi, iluminou meu pau que tava inchadão, ela só fez um gesto com a língua como se estivesse se lambendo, depois vi como ria enquanto eu me escondia de possíveis olhares alheios. As aulas de direção iam relativamente bem, embora o clima fosse meio triste, o professor de teórica se esforçava pra me ensinar não só as placas mas qualquer dúvida ou interpretação pra eu saber me virar no meio do trânsito, insistia muito que eu não devia me sentir inferior por carregar o estigma de novato nas costas, queria me convencer que eu era mais um entre todos os motoristas e que podia ser tão bom quanto qualquer um, isso me animava, com a Rosana era a mesma coisa, a mina me jogava as chaves do carro com confiança, isso me incentivava muito, nos primeiros vacilos, engasgadas e aceleradas ela não deu a menor importância, em compensação insistia muito na segurança, queria me ensinar a dirigir como o motorista de um primeiro-ministro, suave pra que o passageiro se sentisse em casa ou rápido e preciso como se estivesse tirando ele de uma situação complicada, o carro permitiu, me ensinou que a potência não devia me assustar, estava ali pra mim, eu era responsável por administrá-la bem. Uma vez passávamos onde outras autoescolas praticavam, chegamos a ver a ex-aluna e o rapaz com outro carro, Rosana evitava olhar, mas eu dava esperança pra ela, falei que na universidade faria de tudo pra divulgar a autoescola por todo o campus, comentaria com a Asun, a garota mais inteligente da turma, e com a mãe dela, Marta, responsável pela Secretaria, com elas o boca a boca se espalharia, gostei de lembrar delas, tinha passado ótimos momentos com as duas. Uma manhã estávamos praticando numa das avenidas principais, era uma rota bem movimentada onde várias escolas treinavam os alunos, tava parado num semáforo quando ouvi uma freada forte do meu lado, outro carro apareceu na minha altura, era um utilitário ocupado por cinco pessoas, o mais engraçado é que quem tava ao volante era a garota novinha que tinha se despedido junto com o outro jovem na primeira aula de direção, mal dava pra vê-la agarrada ao volante, do lado dela o professor reclamava da brusquidão na manobra, os três colegas atrás mostravam medo tanto por ela quanto por eles mesmos, Rosana pelo canto do olho não perdia nada e quando o sinal ficou verde colocou a mão no câmbio pra eu esperar um pouco. De fato a garota saiu, ou melhor, tentou, porque o carro morreu não uma, mas três vezes seguidas, o professor indignado mexia as mãos exasperado, finalmente Rosana colocou a mão no meu joelho e disse… - Tá bom, Juan, agora sai você, mostra o que aprendeu. Não sei se foi sorte ou coincidência, mas fiz uma saída nota dez, atrás ficou o outro carro com a garota apavorada e o professor histérico. Eu tava eufórico e Rosana, mesmo disfarçando, também tava, não tirou a mão do meu joelho até quase o fim da aula, quando estacionei em frente à autoescola. Escola me beliscou a bochecha e disse:
— Juan, você vai ser um bom motorista, disso eu cuido.
Uma manhã amanheceu chovendo, achei que não seria um bom dia para praticar e liguei pra ela antes de ir. Rosana me respondeu que, pelo contrário, era uma oportunidade de aprender com visibilidade reduzida e o uso dos limpadores, etc. Tive que ir e, como sempre, ela jogou as chaves de longe.
Com muito mais medo, fui dirigindo. O pavor de derrapar ou sei lá o que me fazia ir devagar demais. Quando começou a chover forte, já estávamos perto do descampado onde tínhamos feito uma pausa no primeiro dia. Os limpadores já não davam conta da água que caía, e Rosana me mandou estacionar debaixo da amoreira no fundo. Ainda era cedo pra voltar, e ela decidiu que era um bom momento pra me ensinar sobre os comandos do carro. Com os botões não tive problemas, porque já tinha visto meu tio e mais ou menos eram os mesmos, mas ela me ensinou outras coisas úteis que não estão no código de trânsito.
— Sabe como se ajustam os bancos, os espelhos, o volante e os encostos?
Tive que dizer que não pra tudo, e ela quis me explicar. Me falou na hora onde ficava a alavanca que empurrava o banco pra frente, pegou minha mão e passou entre as pernas dela. A saia não dava mais de si, e ela teve que levantar a bunda pra subir. Quando soltei, o banco deslizou pra trás. Ela não soltou minha mão e foi subindo devagar pelo banco. Quando passei do assento, encontrei as coxas dela abertas e, entre elas, a calcinha que mal cobria a virilha. Ela me olhou enquanto segurava minha mão parada por alguns segundos. Debaixo dos meus dedos, eu sentia a separação dos lábios dela. Engoli seco e olhei preocupado ao redor. Os vidros estavam embaçados e não dava pra ver nada lá fora.
— Calma, depois te ensino como desembaçar os vidros.
Quando tirei a mão por um momento, ela me mostrou o comando pra reclinar o banco. Coloquei a mão de novo entre as pernas dela, enquanto ela já estava tirado a calcinha e escorregado do banco, Rosana foi guiando minha mão por onde gostava de sentir, levando desde a barriga até a virilha sem tirar os olhos dos meus.
— Quer aprender como se ajustam os encostos de cabeça do banco de trás?
A garota se mudou para o banco de trás sem sair do carro, enquanto eu saía e entrava pela porta de trás. No descampado não se via ninguém, só a cortina de água que caía naquele momento. Me molhei todo enquanto ela destravava a porta. Quando consegui sentar, estava encharcado.
— Juan, é melhor você tirar a roupa, ficou ensopado e pode pegar um resfriado, aqui não faz frio.
Com a voz melosa, me convenceu na hora. Já tinha tirado a camisa e a calça quando ela puxou de leve o elástico da cueca. Tive que tirar também. Ela se inclinou para levantar de novo o encosto da frente e avançar o banco para ter mais espaço. Enquanto puxava a alavanca inclinada sobre o banco da frente, deixou na minha frente as duas pernas juntas, fechando a buceta quase invisível. Não tive paciência para ela deixar o carro mais espaçoso e passei a língua pelas coxas até a bunda. Na hora, ela largou o que estava fazendo e se deixou cair sobre mim. Enquanto caía, guiei com as mãos na cintura, onde a saia estava amassada, e ela sentou no meu pau. Só precisou abrir as coxas para ele aparecer saindo do púbis. Com dois dedos, apertou para trás e a cabeça desapareceu dentro da buceta. Segurando nos bancos da frente, ela se levantava e se deixava cair sobre mim. Eu só precisei admirar como meu pau afundava nela. Minhas mãos rodearam as costas dela para encontrar o fecho do sutiã, mas só encontrei uma fileira de vértebras.
— Se está procurando o sutiã, não uso.
Passei as mãos procurando a borda da camiseta preta com a língua do Mick Jagger, com a intenção de pegar nos peitos dela por trás, mas Rosana facilitou a manobra levantando Os braços dela sobre a cabeça, quando tirei a camiseta dela, vi o corpo pálido da garota, claramente não pegava sol com frequência. Ao procurar os peitos, só encontrei umas leves protuberâncias; até então não tinha reparado no corpo dela escondido sob a roupa tão larga e extrema. Apesar de serem pequenos, não eram menos sensíveis, devia ser um ponto erógeno importante, porque quando apertei os mamilos dela, ela estremeceu quase como se tivesse gozado.
— Por favor, Juan, se você quer que eu dure um pouco sem gozar, não faz isso nos meus mamilos, me deixa a mil.
Tentei seguir o conselho dela e procurei o clitóris entre as pernas dela. Estava ereto, mas mesmo ela abrindo as pernas totalmente pra receber minhas carícias, aguentou melhor do que nos peitos. Quando pulava, quase batia a cabeça no teto do carro. Vi ela tão concentrada que os gemidos ecoavam no espaço pequeno. Devia estar muito apertada quando ela mesma colocou apressadamente minha outra mão no peito esquerdo dela e, abraçando o encosto de cabeça esquerdo, gozou. A suspensão do Mini mal conseguiu compensar os pulos que a Rosana dava. Ela se jogou pra trás em cima de mim, uma perna de cada lado do carro.
— Você gozou, Juan?
— Não, mas curti igual te vendo.
— Agora é minha vez de te ver. Quando subimos no carro, minha intenção era fazer uma punheta pra você, mas quando estacionamos com a chuva, decidi que ia ser um boquete. O jeito que você me tratou, tão sem interesse, e seu interesse por mim foi o estopim pra querer foder com você. Então agora quero que você goze, e quero que goze dentro de mim. Só pra constar, no meu parceiro só deixo com camisinha.
Ela virou de frente pra mim e se ajoelhou no banco, me rodeando com as pernas. Quando sentou nas minhas coxas, meu pau ereto entrou sem dificuldade entre os lábios dela. Os quadris dela se moviam em círculos enquanto ela apoiava as costas nos bancos da frente. Na minha frente, os peitos dela, vi os dois botões. Quase pretos, do umbigo descia um fiozinho de pelo moreno até o triângulo crespo bem desenhado, até quando ela levantou os braços pude ver os pelinhos que contrastavam com as axilas branquíssimas dela. Quis beijá-la, mas ela virou o rosto com suavidade. — Os beijos a gente guarda pra próxima vez. Ela pulou em cima de mim e meu pau afundou nela. — Não se mexe, eu faço tudo, adoro sentir teu pau onde mais me dá prazer. A mina sabia o que tava fazendo, me mostrou que uma penetração profunda nem sempre era o melhor, mesmo que nosso ego pense o contrário, ela se concentrou tanto que, quebrando a promessa, me abraçou pelo pescoço e me beijou desesperadamente, não esperou eu gozar e tive que soltar o freio de mão e pisar fundo, alcancei ela antes de terminar o orgasmo, o Mini ainda aguentava e quando acabou caímos no banco desmontados, definitivamente teria preferido uma limusine. Os vidros escorriam água tanto por fora quanto por dentro, já não era mais vapor e os conselhos da Rosaba pra desembaçar não foram tão práticos, o ar condicionado no talo mas o mais eficaz foi baixar os vidros mesmo molhando um pouco. Quando chegamos na escola estávamos mais penteados do que quando saímos e ainda tinha manchas de vapor no vidro traseiro, ao entrar vimos o Javier na sala, ele tava sentado junto com uma mina jovem, não parecia estar dando aula e estranhamos. O professor nos apresentou a mina, eu não tinha reconhecido ela mas a Rosana sim, era a jovem que começou no primeiro dia que tinha voltado. — Oi, como cê tá, o que te traz aqui? A mina começou a chorar enquanto o Javier consolava ela, entre soluços se explicou. — Desculpa Rosana, sei que não fui legal com vocês mas quando no primeiro dia cheguei em casa meu pai me perguntou e eu contei como você se vestia, como dirigia e sem mais ele mandou eu me demitir mas vi que você é realmente uma boa professora que se preocupa em ensinar de um jeito mais eficaz e isso é o que eu quero, já briguei com minha família, mas prefiro perder o dinheiro que já paguei no outro lugar se vocês me aceitarem de volta. Rosana olhou para Javier com espanto, ele deu de ombros deixando a decisão com ela, ela pensou por alguns segundos e depois pegou a garota pelos braços e olhando fixamente disse. - Olha, Sole, por um lado agradeço você ter voltado, pra gente é um elogio, mas quero que tenha certeza do que está fazendo, você vai enfrentar seus pais e pode ter problemas, tem dezoito anos e é muito nova, mas se decidir ficar, precisa se comprometer a fazer o que a gente mandar sem reclamar, a gente faz pelo seu bem, te garanto que você vai sair com um nível alto de direção e passar de primeira. - Obrigada, Rosana, mas já falei com minha avó, é a única que me apoia e prometeu pagar minhas aulas, então tô pronta pra tudo. Eu, de uma certa distância, observava a cena, fiquei muito feliz que a garota tinha reconhecido a profissionalidade da Rosana e, principalmente, pela injeção de ânimo que deu no casal. Sole desde o início mostrou que ia a sério, as aulas teóricas ela passava todas, quando chegou o dia de nos acompanhar, estava nervosa, Rosana jogou as chaves pra ela como fez comigo, Sole se surpreendeu mas gostou do gesto. A garota sentou e não sabia por onde começar, não alcançava direito os pedais e Rosana mandou ela ajustar o banco, ela não sabia como fazer e teve que repetir o que tinha feito comigo. Sole, quando a professora colocou a mão entre as pernas dela, se apressou a puxar a saia pra baixo do joelho, Rosana olhou pra ela e olhou pra mim. A professora se sentou confortavelmente no banco dela e esperou, a garota não sabia o que fazer porque não alcançava nem na ponta dos pés. Rosana levantou a saia quase até a bunda, a calcinha mal aparecia entre as coxas brancas dela e esperou, Sole olhou pra ela mas não se atreveu a imitar. - Vamos, Sole, qual é o seu problema com a saia? - Tô com vergonha. Vergonha de levantar a saia acima do joelho, mas me incomoda e não alcanço os pedais.
- Ah, é? Tem vergonha, e por que na primeira aula você desceu do carro, tirou a blusa e ficou só de sutiã na nossa frente, nós três?
Sole não respondeu e levantou a saia acima do joelho. Rosana olhava indiferente. A garota levantou a saia um pouco mais. Diante da passividade da professora, Sole acabou subindo a saia igual a ela. A calcinha branca que ela usava finalmente apareceu. Rosana pegou a mão dela e levou entre as pernas, fez ela sentir a alavanca debaixo do banco e disse pra ela mexer a bunda pra frente. A garota se surpreendeu com a facilidade e olhou pra nós, sorrindo. A partir daí, Rosana mandou ela ligar o motor e sair no trânsito. Teve uns solavancos, mas a professora não reclamou nada. A garota, envergonhada, estava muito nervosa. Quando chegamos no descampado, Rosana me disse:
- Juan, viu como a Sole tá muito nervosa? Ainda falta muito, mas ela precisa relaxar. Por que você não dá uma massagem nela?
A garota não esperava, nem eu, mas quando Rosana explicou como tirar o encosto de cabeça da Sole, já vi que era sério.
- Se você reclinar o banco dela, fica mais confortável.
Por trás da Sole, eu recostei o banco pra trás. A garota não ousava reclamar e fechou os olhos quando coloquei as mãos nos ombros dela. Eu não sabia as intenções da Rosana e ficava olhando pra ela. Ela só me incentivava a continuar.
Eu sentia a Sole perdendo o medo e relaxando aos poucos. Entre meus braços, a cabeça loira dela estava inclinada. Beijei a testa dela, e ela recebeu como um carinho amigável. Minhas mãos foram rodeando os ombros, o pescoço e a nuca. Quando pressionei as têmporas, os braços da Sole caíram ao lado do corpo. Rosana, inclinada no banco dela, observava a garota mudando de expressão. Agora era um sorriso doce.
Rosana desabotoou dois botões da camisa da garota e insinuou que eu continuasse. Eu fiz isso e, desde o primeiro momento, vi as... Os peitos da Sole não se pareciam em nada com os da professora. Com a claridade que a camisa branca dava, os dois peitos presos num sutiã branco se perdiam numa penumbra quando se juntavam. Sole não fez nenhum movimento, sabia que já tínhamos visto ela de sutiã e agora era mais gostoso. Os botões iam se abrindo até a cintura e os peitos estavam quase totalmente à mostra. Com o olhar, Rosana quis ver até onde Sole estava disposta a colaborar e apontou para as alças. Fui deslizando elas sobre os ombros até ficarem frouxas nos braços dela. Os peitos não se moveram nem um pouco. Rosana abaixou uma taça até descobrir o mamilo. A garota mexia a cabeça com os olhos fechados, mas continuava respirando ofegante, esperando o que viria. Quando a auréola rosada apareceu, Rosana molhou os dedos com saliva e a rodeou, depois soprou nela. Imediatamente o mamilo endureceu. Ela me olhou e indicou que eu o acariciasse. Fiz isso e Sole apertou a cabeça contra meu braço. Quando passei a mão por baixo do peito dela, abraçando ele inteiro, um suspiro escapou dos lábios dela. Rosana me fez reparar nas pernas de Sole: estavam totalmente abertas. A calcinha estava molhada entre os lábios dela e o sol fazia transparecer os pelinhos loiros que saíam por entre a renda. Fora do carro não se via ninguém. Estávamos fora da rota dos novatos, o que me animou a terminar de reclinar o banco da Sole. Terminei de descobrir o outro peito e a garota agradeceu. Com os olhos fechados, refletia uma paz interior que com certeza nunca tinha experimentado. Quando virei a cabeça dela para o meu lado, não ofereceu resistência. A mão de Rosana, pousada no joelho de Sole, se movia lentamente para cima. A garota passou a perna sobre a alavanca de câmbio. O elástico da calcinha fazia um vão na virilha de Sole e os dedos de Rosana se aventuraram por ele. Minha pica pedia liberdade aos gritos. Tive que tirá-la, pois estava dobrada numa posição difícil. Aproximei ela do rosto de Sole. Ela não a afastou. e deixei perto dos lábios dela, o cheiro ou o calor da minha cabecinha deve ter avisado a presença, porque antes de encostar já estava abrindo os lábios, quando a glande roçou neles os dentes já não atrapalhavam e foi entrando devagar, a língua puxava e apertava contra o céu da boca. Rosana já tinha separado os lábios da buceta da garota, estava depilada, só um triângulo no púbis, tinha uns lábios perfeitos, fechados com uma fenda fina, mas não custou abrir, a pele macia da vagina se abria molhada com a passagem dos dedos da professora. Com a boca fechada em volta do tronco da minha pica, mal se ouviam os gemidos da Sole, mas a agitação do peito dela ao suspirar e a barriga tremendo com as carícias da Rosana mostraram que a garota ia ter um orgasmo iminente. Rosana enfiou dois dedos na buceta da garota enquanto o polegar apertava o clitóris dela, os gemidos foram aumentando, mas abafados pela minha cabecinha, quando o gozo explodiu no corpo dela, os espasmos sacudiram os braços que até então estavam caídos, ela agarrou minhas bolas e enfiou na boca o pedaço que ainda estava fora, foi engolindo a porra que saiu na hora sob pressão, não chegou a abrir os olhos, um fiozinho de soro escapava pelo canto dos lábios, mas a garganta dela mostrava que continuava engolindo com vontade. Depois de uns instantes de agitação dentro do carro, o silêncio tomou conta, Sole deixou os braços descansarem de novo, Rosana tirou os dedos de entre as pernas da garota, mostrou eles molhados para mim e quando os separou, uns fios brancos e grossos ficaram grudados neles. Ficamos esperando, olhando para a garota, não tínhamos certeza da reação que ela teria quando se recuperasse, achávamos que tínhamos dado algo que a princípio parecia apressado demais, mas no final tinha dado resultado, mas pelo pouco que conhecíamos a Sole, dava pra esperar qualquer coisa. Devagar, ela foi abrindo os olhos como se estivesse saindo de um sonho, a gente não piscava do lado dela, ela olhou pra gente como se não nos conheceu e, sem dizer nada, recostou o encosto do banco de volta com toda naturalidade, passou o braço entre as pernas molhadas e puxou a alavanca dando uma rebolada pra frente, o banco travou e ela colocou as pernas de volta no lugar de dirigir, olhando pra frente subiu as alças do sutiã sobre os ombros, os peitos se deformaram com a tensão mas um por um ela os encaixou dentro das taças, foi fechando os botões da camisa um a um, ajeitou a saia sem puxar pra baixo, deixando à mostra a calcinha branca com uma marca molhada e olhou pra Rosana. - Vamos? - Quando você quiser, se estiver em condições, claro. - Tô me sentindo melhor do que nunca, graças a vocês dois. Nos olhamos surpresos, ela apontou pro pau caído enquanto se arrumava sentando de frente, e colocando o cinto, eu a imitei. Com admiração vi o motor pegar, o ponteiro do conta-giros deu um pulo e ela arrancou com uma precisão que surpreendeu a Rosana, foi uma transformação inesperada, a garota tinha recuperado toda a confiança nela mesma e agia aplicando todas as explicações que recebeu. Por último, de quebra, quando estacionou perfeitamente e fechou o carro, jogou as chaves pra Rosana por cima do teto. - Que horas temos aula amanhã? - No horário de sempre, Sole. - Valeu, até amanhã então, gostei muito da de hoje. Quando voltava pra casa, vi que a Maria também chegava, nos encontramos no ônibus mas cada um desceu por uma porta. - Como vão as aulas de direção, já tá fazendo prática? Já fiz várias e me ensinam muito bem, por que você não vem também pra aula? Se seu pai comprar o carro, pode usar ele igual eu. - Valeu, gostei da ideia, te falo algo depois. Continua. Agradeço os comentários. Valeu.
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