Passaram-se dois dias e minha tia me lembrou do presente. Eu tinha confiado nela, mas Ana colocou os dois pacotes na minha frente quando estávamos sozinhos.
- Vamos, Juan, qual dos dois você vai dar pra Emi? O outro fica comigo.
- Bom, pra ser sincero, gosto dos dois, mas acho que a Emi vai se surpreender mais com a novidade do modelo de tule. Já o outro fica especial em você, quando vi você vestindo, imaginei seus peitos aos dezoito anos.
- Kkkk, você sabe muito bem como agradar. Tudo bem, de qualquer forma vou vesti-lo pra você, pra você curtir meus peitos de adolescente.
- Hummm, vou adorar, kkkk.
- E aí… não vai embrulhar de presente?
- Poxa, tinha esquecido, vai ser a cereja do bolo. Fui a uma papelaria e comprei o papel de presente mais bonito que tinham, junto com uma fita vermelha e um pompom. Quando cheguei em casa, fiquei tentando e foi um desastre. Parecia fácil, mas eu não conseguia deixar nem apresentável. Tive que recorrer à Ana de novo. Fiquei besta vendo a habilidade que ela mostrou, o pacote ficou digno da melhor boutique.
- Sabe quem me ligou outro dia?
- Não, claro que não.
- Você não vai acreditar, era a senhora que nos recomendou a loja onde compramos a lingerie. Quando saí, mandei uma mensagem pra ela dizendo que tinha os modelos que procurávamos, e ela foi também. Comprou os dois modelos idênticos aos nossos e mais algumas coisas. Ela também me contou que a Fernanda, a dona, recomendou os modelos, mas quando ela experimentou, viu que os peitos estavam muito caídos. A moça contou em segredo que ela podia melhorar a firmeza dos peitos com um sistema que a gente tinha ensinado. A senhora, claro, topou testar o sistema. Ela levou ela pro depósito e deu uma massagem que fez ela gozar em cima da mesa. A senhora não acreditava, no começo duvidava, mas depois do orgasmo que ela provocou, ela já tava vendo até anjos, ficou convencida de que os peitos iam tinham crescido e se elevado, ela levou tudo o que quis vender e ficou encantada.
- Hahaha, fico feliz que tenha conseguido mais clientes, se depender de mim, volto quando precisar de algo, pode ficar tranquila.
- O que achou do pacote de presente?
- Perfeito, você tem mãos de ouro, e não sou eu que digo, se perguntarmos pra Fernanda, ela vai concordar comigo.
- Você acha? Pelo menos ela não reclamava, espero que o namorado dela não tenha encrencado com os peitos dela depois.
- Acho que a partir de agora ela vai estrear lingerie toda semana.
Eu estava nervoso conforme a semana passava, Emi fazia aniversário no sábado e a Ana tinha insinuado que também tinha uma surpresa pra mim. De manhã fui vê-la, ela tinha acabado de sair do banho, me deixou entrar, mas quando, com a melhor das intenções, fui dar um beijo de parabéns no quarto dela, ela colocou um dedo nos meus lábios e fechou a porta. Toda dengosa, disse que não podia me deixar entrar, só consegui ver umas roupas em cima da cama. Tirei o presente que estava escondido debaixo da camisa e entreguei pra ela, ela quis abrir, mas preferi que não visse até eu ter ido embora. Teria adorado ver a cara que ela fez ao ver aquilo, tinha certeza de que ela ia experimentar na hora, mas também queria saber como ela reagiria com ele. O beijo ela não me negou, quase na porta da rua, quando ela me empurrava pra eu ir embora, me virou de repente, me envolveu com os braços e me deu um beijo que quase me sufocou. Quando conseguimos respirar, ela me deu um tapão na bunda e abriu a porta.
- Vai pra sua casa, hoje à tarde te espero bem bonito, vamos jantar e dançar e depois… o que der.
- Parece um bom programa, tô ansioso.
- Você não faz ideia, e… obrigada pelo presente.
Fiquei experimentando roupa, tudo o que eu tinha era mais ou menos informal, tive que pedir conselho pra Ana. Quando ela subiu no meu quarto, a cama estava coberta de calças e camisas, como era sábado, ela ainda não tinha se vestido pra loja. Rua, eu ia um pouco mais tarde pra sapataria. Sentei na ponta da cama e ela dava opinião enquanto eu experimentava a roupa, com uma calça especialmente fina ela reparou que dava muito pra ver o volume e tentou "alisar" o inchaço com a mão, eu avisei mas ela não ligou, ao ver que a dobra não sumia, ela desabotoou a calça e puxou o zíper de uma vez. - João, essa dobra eu tirava com a língua num instante, mas hoje é um dia especial pra Emi e não quero roubar esse presentinho dela, então veste isso à tarde, você vai ficar muito elegante. - Você é muito gentil, mas me deixa mais nervoso, parece que é a primeira vez que saio com uma garota, embora eu reconheça que Emi é uma garota muito especial. - Concordo. O resto das roupas minha tia foi escolhendo do jeito dela, claro que concordei com tudo, tive que me segurar várias vezes porque o roupão dela abria e fechava sem controle nenhum e na minha frente apareciam os peitos ou a buceta dela sem nenhum pudor. Quando desci pra sala, minhas primas já estavam prontas pra sair pra festa, as duas fizeram corredor pra mim e assobiaram me elogiando, meu tio observava por cima do jornal e ria das brincadeiras que todas faziam comigo. Atravessei a rua me olhando de novo, procurando qualquer defeito no visual, tinha me penteado e feito a barba ao contrário pra ficar mais macio pra qualquer carinho com a Emi, parecia um modelo atravessando a passarela, quando apertei a campainha da casa da Emi, meus joelhos tremiam, mas fiquei decepcionado ao vê-la abrir de roupão e com uma toalha enrolada na cabeça, tinha imaginado uma recepção espetacular, tipo princesa de conto de fadas, mas ela só me mandou sentar e sumiu no banheiro pra se maquiar. Se eu fumasse, teria enchido o cinzeiro de bitucas, de vez em quando eu ouvia ela mexendo nos potes de maquiagem, quando passou correndo pro quarto, tapou o rosto pra eu não ver, eu estava um caco, na verdade não tava com pressa, mas diante do O secretismo que ela mantinha me deixava desconcertado. Levantei e fiquei observando cada detalhe da decoração da sala até ouvir a porta do quarto dela se abrir. Foi uma aparição digna de desfile de modelos, até a luz do sol da tarde que iluminava a garota num lindo contraluz a destacava com um moldura mágica. Com passo lento mas firme, Emi apareceu, o cabelo loiro caía sobre os ombros realçando o rosto já perfeito e agora maquiado com capricho. Devo ter ficado de boca aberta, porque a garota se aproximou de mim e, a uma certa distância, se virou para que eu a visse de todos os ângulos. Emi usava um conjunto de blazer com uma saia-calça tudo vermelho, estava muito gostosa, sabia tirar o máximo proveito do corpo escultural, mas guardava pro final a arma secreta. Quando se virou de novo, abriu o blazer, por baixo usava uma blusa bem justinha de tule preto transparente, dava pra ver claramente os dois peitos emoldurados pelo sutiã que eu tinha dado pra ela, mas longe de usar com os triângulos cobrindo os bicos, ela tinha reduzido só aos cordões que marcavam o contorno. Os sapatos vermelhos de salto altíssimo só apareciam por baixo da calça, e as meias escuras com costura eu adivinhei quando saímos de casa. Minha temperatura subiu e senti o sangue ferver nas veias, fiquei feliz de ter escolhido esse modelo pra Emi, ela não precisava levantar os peitos, eles eram tão duros e altos que balançavam tudo que o sutiã permitia. Ela me deu um beijo que mal encostou em mim, mas me eletrizou. Depois, ouvindo uma buzina na rua, saímos, o táxi que ela tinha chamado do quarto já nos esperava. Ao entrar no carro, abri a porta e deixei ela passar, foi espontâneo, mas Emi gostou, até o taxista, experiente em muitas paradas, comentou baixinho: — Boa tarde, esse detalhe de dar passagem pra uma moça já fazia tempo que meus olhos não viam. Pelo retrovisor, vi como ela Eu tava fazendo uma radiografia na Emi, aí ela me olhou e deu um sorrisinho safado. Mesmo sendo fisicamente bem desenvolvido, do lado dela dava pra ver minha inexperiência — éramos da mesma altura, mas não dava pra esconder minha cara de adolescente perto dela. Durante o trajeto que a Emi tinha ditado, ela não parava de olhar pra ela. Eu, que via ela de perfil, tava extasiado — ela era tão gostosa ou mais de perfil do que de frente, igual por trás. Ela me olhava de canto de olho, orgulhosa de provocar tanta admiração nos homens. Peguei ela espiando minha braguilha, que já tava dura desde antes de sair da casa dela.
Quando chegamos no restaurante, desci primeiro e ajudei ela a sair do carro. A jaqueta abriu o suficiente pra eu ver aqueles peitos lutando pra se soltar. O maître nos levou até a mesa que ela tinha reservado, num canto do salão, com um banco estofado em ângulo. Quando ele pegou nosso pedido, preferi que a mina escolhesse o menu — ela já sabia do que eu gostava e mandou muito bem escolhendo o jantar. O clima era chique pra caralho, os garçons bem vestidos de smoking nos atenderam super educados, e até achei que uns se revezavam pra olhar pra Emi. Quando olhavam pra mim, sorriam.
Durante o jantar, a mina pegava na minha mão várias vezes. A gente falava de tudo, ria de qualquer besteira e curtia a companhia uma do outro. Quando ela pegava na minha mão, sempre me olhava fixo, piscava ou mordia o lábio de propósito. Me deixava a mil, e eu não conseguia tirar os olhos da blusa dela. A jaqueta deixava eu ver de perfil os peitos dela balançando soltos. Ela me pegou besta e quis matar minha curiosidade: se levantou e abriu a jaqueta toda.
— Tá gostando do presente da sua tia Ana? Foi uma surpresa pra mim também. Ela pediu pra eu não mostrar até hoje. Me contou da tarde que vocês passaram comprando meu presente e voltou no dia seguinte pra pegar a blusa. Disse que a vendedora implorou pra ela dar outra massagem porque tinha adorado, mas a Ana prometeu que ia. Mais um dia contigo para aproveitar. A garota pegou a palavra dele, porque vocês a tinham colocado no céu, segundo as próprias palavras dela.
- Você está linda demais, Emi. Minha tia tem um gosto refinado, soube valorizar meu presente de um jeito incrível, mas esses peitos são seus e com qualquer coisa ficam uma delícia.
- Sério que você gosta? Mmm, quem diria, achei que você só estava olhando pra blusa, hahaha.
- Eu queria chupar eles agora e aqui, seriam a sobremesa perfeita.
- Mmm, não se apressa que a noite é jovem, vai ter tempo pra tudo, te prometo. Ela passou a mão no volume entre minhas pernas e não soltou até me beijar na boca, se cobrindo um pouco com o guardanapo. O que conseguiu foi fazer meu pau sair pela abertura da cueca e se esticar perna abaixo. Por sorte, a toalha da mesa me escondia dos olhares dos outros clientes, mas Emi sabia que ele estava ali e, com qualquer desculpa, a mão dela sumia debaixo da mesa e o acariciava devagar.
Quando terminamos de jantar, implorei pra ela esperar um pouco até a ereção passar. Emi aproveitou pra ir ao banheiro retocar o batom. Não dei importância, mas, ao mesmo tempo que ela se levantava, um cavalheiro de uma mesa e uma senhora de outra a seguiram. Quando Emi voltou pra mim, contou que o cavalheiro tinha dado o telefone dele, convidando-a pra jantar, e a senhora tinha entrado junto com ela no banheiro e a encurralado, tentando transar com ela ali mesmo. Olhei pra senhora quando ela voltou, era mais velha, mas não muito, e estava coberta de joias. Nos esperava outro táxi na saída, que o garçom tinha chamado. Emi deu o endereço de uma casa de dança. Eu só tinha ido a algumas baladas, então aquilo me pareceu muito chique. Tinha um visual moderno, mas pra gente mais velha, a música menos alta, embora tivessem duas pistas: uma de música latina e outra mais lenta. Tenho que admitir que não sei dançar, sou totalmente negado. Emi descobriu isso no primeiro passo que dei. As Casais dançavam bachata e outras danças sensuais, e eu perdido na frente da Emi, que se mexia com uma desenvoltura que eu não conhecia. Ela teve a boa ideia de trocarmos de salão, sentamos numa mesinha perto da parede, depois de beber uns tragos longos criei coragem pra dançar, porque já tava bebado, não queria estragar a noite da Emi e prometi me esforçar. Quando saímos pra pista, tava tocando uma balada, a Emi deixou a jaqueta no banco e fomos pro centro da pista, na meia-luz mal dava pra ver a blusa transparente, só eu sabia como minha mina tava vestida. No começo, minha falta de jeito ficou clara, eu tava tropeçando nos pés pra não pisar nela, mas a Emi disse que ia me guiar e se agarrou no meu pescoço, só precisei envolver a cintura dela com meus braços e me deixar levar. No início, tava ligado nela, mas quando senti a boca dela roçando meu pescoço, o pelo da nuca arrepiou. Emi percebeu e, enquanto me beijava as orelhas, os braços dela foram se fechando, se apertando contra mim. Minhas mãos já não se contentavam em ficar na cintura dela, desciam pra bunda ou subiam pelas costas, nossos corpos estavam tão colados que eu sentia no peito a pressão constante dos peitos da mina, meu pau lutava pra achar uma posição confortável, tava pra baixo e se enfiava entre as pernas da Emi, sentia o púbis quente dela, ela se roçava suave de virilha em virilha. Fiquei na dúvida e quis ter certeza passando as mãos pelos quadris dela, procurei a calcinha, devia ser fio dental porque não dava pra notar. — Não procura que não tô usando, tirei no banheiro do restaurante. — Emi, pelo amor de Deus, tem pena de mim, vou gozar a qualquer momento, sinto os lábios da sua buceta abertos roçando minha cabecinha. — É exatamente isso que eu quero, mas segura e não goza, curte o momento, eu também tô muito tesuda, tô com muita vontade de ter esse pau dentro de mim, mas adoro dançar com você, te sinto colado em mim e meus bicos tão tão duros que doem. — Já Eu sinto vocês, roçando em mim, esmagados contra meu peito, nossas barrigas estão coladas e meu pau desliza entre seus lábios, roçando seu clitóris. - Adoro sentir você tão perto, sinto seu coração acelerado batendo no meu peito e suas mãos na minha bunda me puxam mais contra você, tô muito molhada. A gente aguentou quase uma hora, com o olhar a gente se entendeu na hora, no meio de uma música a gente parou e saiu da pista, já na rua senti o frescor no meu peito, tava suado do peito até os joelhos, imagino que a Emi também, porque ela se agasalhou ao sentir a diferença de temperatura. Quando subimos no táxi, fui eu quem deu o endereço, sabia de cor, direto pra casa dela. Ao entrar, a primeira coisa que ela fez foi tirar a jaqueta, com a luz indireta do abajur da sala, ela me abraçou como na dança, sussurrou a mesma música que a gente acabara de dançar e a gente seguiu os passos como um tempo atrás, os corpos se grudaram e as mãos foram pra onde tinham estado antes, a buceta dela colada em mim e meu pau se encaixava entre elas, os peitos apertavam meu peito, mas aos poucos nossos passos nos levaram pro quarto dela. Pelo caminho, a Emi tirava minha camisa e eu soltava a calça dela, num momento em que a gente tava parado, caiu no chão, como também era saia, caiu reta, ela tirou os pés e a gente continuou dançando, cada vez mais gostosa, agora com as pernas longas enfiadas nas meias sobre os saltos, a blusa mal cobria um pouco da cintura, a bunda dela aparecia por baixo e o pubis depilado brilhava com os lábios molhados, a gente continuou dançando, no corredor ela soltou meu cinto e de um puxão baixou minha calça e a cueca ao mesmo tempo, meu pau pulou do lado da cara dela, mas ela me abraçou de novo e a gente continuou dançando, uns passos adiante com cuidado tirei a blusa dela pela cabeça, mansamente ela levantou os braços, ficou só com o sutiã que na verdade não passava de um enfeite pros peitos soltos dela, e a gente seguiu. dançando, encostei ela na parede e a prendi contra ela enquanto meu pau horizontal pressionava entre as coxas dela, ela subiu uma perna numa cadeira estofada, com os saltos altos estava na mesma altura da buceta dela e meu pau só precisou avançar, enquanto a gente se beijava e minhas mãos amassavam os peitos dela, ela me abraçou e esperou até sentir eu entrar nela, só suspirou e eu empurrei de novo, na vez seguinte já enfiei até o fundo, contra a parede não tinha escapatória, muito pelo contrário, ela procurava a melhor posição pra me receber, eu só empurrava e quase levantava ela de tanto meter. Quando tirei, quase não conseguíamos respirar, os beijos não deixavam, o pau brilhava de sucos igual as coxas dela, continuamos dançando até entrar no quarto dela, só deu tempo dela acender a luz do criado-mudo, ela tentou abrir a roupa de cama mas enquanto se abaixava eu meti o pau por trás segurando ela pela cintura, ela esperou paciente eu enfiar várias vezes pra se virar e se jogar na cama de pernas e braços abertos. Quando subi na cama, fui de joelhos entre as pernas dela, tirei os sapatos devagar e chupei os dedos dos pés dela por cima da meia, com as mãos segui a peça até o elástico nas coxas dela e fui descendo enrolando devagar, dando beijos na perna até tirar pelos pés, ela se contorcia levantando a bunda e mostrando a buceta molhada, separando os lábios com as mãos. Com as pernas nuas, os beijos foram subindo e eu passei de uma virilha pra outra várias vezes até ela pegar minha cabeça e apertar contra a buceta, tava aberta igual as pernas dela e minha boca quase cobriu, o resto com a língua eu percorri devagar. A ponta da língua entrava até onde dava na vagina dela, o clitóris esperava dentro do meu céu da boca até a língua lamber, minhas mãos levantavam as nádegas dela pra puxar pra mim. Quando ela cruzou as pernas na minha cabeça imobilizando contra a buceta dela, eu soube Eu ia engolir a gozada dela, ela se tensionou e começou a tremer como se tivesse tendo uns espasmos incontroláveis, eu só precisei chupar e engolir os fluidos que jorravam da buceta dela, cada vez que eu roçava o clitóris, um solavanco sacudia ela. Aos poucos, ela foi relaxando as pernas até me deixar sair de entre as coxas dela, quando as pernas caíram ao meu lado, pude continuar beijando a barriga dela, o umbigo e o estômago. A Emi, de braços abertos, esperava enquanto se recuperava do orgasmo, meus olhos observavam o rosto dela entre os dois montinhos dos peitos dela empinados, mal se deformavam por ela estar deitada de costas, os lábios entreabertos respiravam ofegante e o peito subia e descia no ritmo. Ela não se mexeu quando beijei a parte de baixo dos peitos dela, a maciez da pele se elevava num momento numa curva que só descia quando o mamilo marcava o topo, com a língua contornei todo o círculo, desde o começo nas axilas até o sulco que separava do outro peito, depois fiz o mesmo com o outro, e no final deixei os mamilos, eles estavam inchados sobre a curva da aréola, à aspereza do círculo rosado se juntava o volume duro que só se dobrava à pressão da minha língua, ao sugar ele roçava no meu céu da boca, quase na campainha. A Emi suspirava enquanto esperava impaciente que eu continuasse minha viagem sobre ela, quando não aguentou mais, pegou minha cabeça e puxou, tive que subir sobre o corpo quente dela, minha pica ia abrindo um sulco entre as pernas dela, quando minha boca encontrou a dela, a pica se apoiou nos lábios da buceta dela, as pernas dela se abriram devagar como um livro e eu caí pela gravidade entre elas, enquanto a garota enfiava a língua até minha garganta, eu entrava nela até o fundo, os dois suspiramos com o prazer que sentimos, demoramos uns segundos que pareceram eternos antes de começar a nos mover, a língua dela procurava a minha se enroscando nela, os lábios grudados buscando a melhor posição pra sentir o máximo de sensações, ao mesmo tempo meu pau ia entrando devagar na Emi, cada dobra da buceta dela soava como um diapasão, a gente não tinha pressa e preferia sentir todos os sentidos ao mesmo tempo, minhas mãos continuavam acariciando a pele macia dos peitos da garota enquanto ela acariciava minha bunda me puxando pra perto dela, o cheiro dos nossos corpos misturava o aroma dos diferentes perfumes que a gente tinha passado com o suor que brotava na pele, só a visão do olhar próximo da Emi perdido no infinito fazia eu saborear a saliva dela e ao mesmo tempo aspirar o hálito quente dela. Meu pau tava prestes a explodir, a garota sentia isso lá dentro, quando a cabeça pulsava perigosamente a Emi parava um momento pra baixar as batidas do meu coração, mas esse truque não durou muito, cada vez eu tinha mais dificuldade de acalmar meu pau e as pausas se repetiam com frequência, então ela tomou uma decisão radical, me abraçou e rolou por cima de mim me deixando por baixo, não chegou a tirar o pau, quando ficou sentada nas minhas pernas, esperou até sentir que agora era ela quem mandava e ditava o ritmo que preferia, eu relaxei e me preparei pra admirar como os peitos dela balançavam no ritmo dos pulos em cima de mim, quando meu pau não apresentava perigo iminente os quadris dela giravam em todas as direções buscando o roçar da minha cabecinha em todos os cantinhos mais sensíveis dela. Percebi que a Emi era uma gostosa de todos os ângulos, de baixo a redondeza dos quadris dela, a cintura fina e os peitos duros se refletiam na parede do quarto iluminada pelo abajur da mesinha de cabeceira, a cabeleira dela ficava no ar junto com os peitos quando tava no ponto mais alto antes de cair em cima de mim cravando meu pau, era como uma amazona no trote, quando ela percebeu o que eu tava olhando quis se ver e começou a cavalgar, a risada dela se misturava com os gemidos, cada vez acelerava até chegar no galope, eu guiava ela com as mãos nos quadris pra evitar um acidente hípico. Foi como se tivesse levado um choque, não percebi, mas imagino que ela deve ter tentado segurar por um tempo, mas o corpo dela tinha um limite e não conseguiu evitar o orgasmo que a sacudiu. Quando caiu em cima de mim, não conseguia coordenar os movimentos, tive que segurá-la pra não machucar os peitos dela no meu peito, com a boca aberta buscando ar pros pulmões e os olhos fechados, concentrada nas sensações que os sentidos dela mandavam. Os músculos pélvicos dela apertaram meu pau, tentando espremer, e conseguiram. Juntou tudo: a visão dos nossos corpos na parede como sombras chinesas, os gritos da Emi e meus gemidos, a sensação de ter ao meu lado uma mulher gostosa e, acima de tudo, linda por dentro, como ela curtia o momento comigo e me dava tudo que me fazia mais feliz. Foi o estopim pro meu pau explodir dentro dela, e quando sentiu que eu tava enchendo ela de porra, me beijou com paixão. Quando conseguimos raciocinar, caímos abraçados, nossos corações agora galopando juntos. Aos poucos, fomos caindo num torpor que nos deixou exaustos. Eu tentei continuar beijando ela, mas ela, mais esperta, colocou um dedo na frente dos meus lábios e falou: — Calma, Juan, temos a noite toda, é melhor descansarmos um pouco. Me deu um selinho nos lábios e me abraçou, e logo já tinha dormido. Apaguei a luz, queria relembrar a noite toda que a gente tinha passado: o jantar, a dança, o sexo, mas não demorei pra cair nos braços de Morfeu também. Não sabia bem que horas eram, na escuridão total só se ouvia a respiração calma da Emi do meu lado. Ela tava de bruços, com os braços e a cabeça debaixo do travesseiro. Passei a mão da nuca até a bunda dela, a sequência de curvas suaves deixou meu pau duro de novo. Fui passando os dedos por toda a pele morna dela, percebia como ela reagia ao toque porque os pelinhos se arrepiavam por onde eu passava. Sem ter planejado, me vi passando os lábios por onde tinha passado os dedos. Emi balbuciava algo entre sonhos, mas lentamente foi abrindo as pernas. Quando subi entre elas e comecei a beijá-la entre as coxas, ela continuou abrindo até que pude beijá-la entre as nádegas. Ela se mexeu o suficiente para que eu pudesse chegar até a boceta dela. Seus lábios exalavam um aroma de mulher ardente. Quando continuei beijando suas costas até o pescoço, ela tirou a cabeça do travesseiro e me disse: — Mmm, que despertar gostoso, adoro como você me beija, continua, por favor. Foquei na nuca e nos ombros. Pelos lados, dois peitos meio amassados apareciam contra o colchão, e meu pau foi abrindo caminho entre as coxas dela, pressionando os lábios da boceta. A garota estava curtindo meus beijos, com os fios da juba loira espalhados sobre a cabeça, deixando a nuca à mostra. Um único movimento de quadril bastou: ela ergueu a cintura e alinhou a boceta com a minha cabecinha, que pressionava de leve. A umidade que lubrificava me fez deslizar para dentro sem dificuldade. Quando minha barriga encostou nas nádegas dela, ela mexeu a bunda e ainda consegui entrar um pouco mais. Fui entrando e saindo devagar enquanto continuava beijando sua nuca e pescoço, até que ela foi saindo suavemente de debaixo do travesseiro para trás, ficando de joelhos com a cabeça no lençol. Eu, de joelhos, segurei seus quadris e continuei metendo no mesmo ritmo. — Você quer me fazer feliz de verdade? — Claro, sua felicidade é a minha. — Eu queria me sentir toda sua, que você me preenchesse por completo, do jeito que você sabe. — Me diz o que você quer que eu faça. — O que você quiser, o que te der na telha. Se quiser, enche meu cu com seu pau, adoro sentir seu pau no meu cu. — Eu não tinha coragem de te pedir, também gosto que você me receba em todos os lugares, mas como você não está lubrificada… Emi, como resposta, pegou um pote de creme na mesinha e passou para mim por trás. Sem tirar o pau da boceta, passei creme nos dedos e fui dilatando o cu dela. A garota não esperou eu enfiar dois dedos; ela mesma se abriu. Nalgas e ela abaixou um pouco mais a cabeça no colchão, meu pau tava na frente da bunda dela quando ela falou. - Juan, mete logo, por favor, sem medo e até o fundo. Não precisei ser convencido, quando a cabeça venceu a resistência do esfíncter devagar e com a ajuda do creme, o tronco entrou até dentro, ouvi ela suspirar quando encostei nela. - Vai fundo, Juan, me faz sentir teu pau. Fiquei entrando e saindo um tempo segurando na cintura dela, só se ouvia o chapinhar das minhas bolas contra os lábios molhados dela. A mina se endireitou quando sentiu o orgasmo chegando e acompanhava com os movimentos de vai e vem, antes de ser tomada pelos espasmos, virou pra mim e falou. - Tô gozando, Juan, tô gozando, por favor não goza você, aguenta mais um pouco, não para. Continuei me mexendo, encorajado pela Emi, e não parei mesmo vendo ela bater as mãos no lençol e balançar a cabeça de um lado pro outro enquanto gemia feito louca. Quando ela parecia que ia se acalmar, avisei. - Emi, desculpa, mas vou gozar. - Não, espera um pouco. - Emi, já tô quase, não aguento mais. A mina se inclinou pra frente e tirou meu pau da bunda dela, com um giro rápido pegou meu pau molhado e enfiou na boca depois de lamber, quando sumiu na garganta dela, o nariz roçava meu púbis. Ela segurou minha cintura e continuou imitando como se tivesse fodendo com a boca. Peguei a cabeça dela pra separar quando senti a porra vindo em jatos, mas ela não ligou e continuou metendo até ter que parar pra engolir os jatos que eu ia disparando. Ela me olhou com os olhos marejados, nos lábios mal tinha vestígio de sêmen, mas passou a língua e limpou tudo sorrindo. Dessa vez fui eu quem dormiu primeiro, exausto e satisfeito como um bebê recém-amamentado, me aninhei no corpo da Emi, a respiração dela compassada era como uma canção de ninar nos meus ouvidos, ela acariciava meu cabelo enquanto roçava o rosto no meu. Tava quase amanhecendo quando me mexi e senti a calor da companhia, instintivamente passei o braço em volta dela e percorri seus quadris e pernas, a pele se arrepiou de novo ao meu toque, quando passei pela barriga dela, ela virou de lado, de costas pra mim, por baixo do braço dela continuei subindo até alcançar o peito dela, estava tão duro ou mais que antes, quando rodeei o mamilo ele endureceu de vez, mas estranhei que não encheu minha mão, passei pra outra, devia estar grudada embaixo mas não estavam separadas, duras mas separadas e menores, demorei pra processar a ideia mas quando entreabri os olhos a três centímetros descobri uma cabeleira morena e cacheada, não conseguia coordenar os pensamentos e passei uma mão pra trás de mim, o calor da bunda da Emi me recebeu. Pulei e sentei na cama, à minha direita como tinha deixado de madrugada estava a Emi pelada, a garota maravilhosa de cabelo loiro que tinha me dado uma tarde-noite fabulosa, à minha esquerda estava a Magda também pelada, a prima novinha da Emi, morena com um corpo de matar e que me olhava com um sorriso safado. Com meu movimento, a Emi também acordou e me vendo acendeu a luz, quando viu a Magda também deu um pulo e sentou na cama, a Magda fez o mesmo, foi meio cômico nos ver os três sentados com o lençol sobre as pernas, elas exibindo os peitos e eu com a pica mole entre as pernas. - Magda, o que você tá fazendo aqui, não devia estar na casa da sua amiga Raquel na festa do pijama? - Pois é Emi, mas voltei pra casa à meia-noite. - O que aconteceu, rolou algo? - Não, nada de mais, só que tava cansada do irmão dela ficar me passando a mão por toda parte e vim embora. - E desde quando você tá aqui? - Bom, vim de noite, vocês estavam dormindo e tomei um banho, o irmão da Raquel é um polvo mas tinha me deixado com tesão e tomei um banho, quis te dar os parabéns e espiei no seu quarto e vi vocês dormindo mas nessa hora o Juan acordou e começou a te beijar nas costas. - E você foi embora, claro. - Pois não, sentei na poltrona do canto, ainda estava com tesão e fiquei vendo vocês transarem.
- Não me diga que você também gosta de olhar.
- A verdade é que adorei ver vocês fodendo, tive que me mastigar o clitóris enquanto você pedia pra ele enfiar o pau no seu cu.
- Magda, isso não é certo, você ainda é uma garota pra essas coisas.
- Não sou mais tão garota assim, pergunta pro Juan se ele não gostou do meu corpo quando eu acariciei ele ao acordar.
- Hum… a verdade é que você tem um corpo gostoso pra caralho, mas eu não sabia que era você.
- Eu adoraria que uma noite você me tratasse como tratou minha prima Emi, ela amou como você arrebentou o cu dela, imagino que antes você enfiou o pau na buceta dela, e o boquete que ela te deu logo depois de tirar do cu…
- Isso foi porque eu fiz uma lavagem ontem à noite pra me limpar bem, Magda, caso você não saiba.
- Claro que sabia, prima, é normal, de qualquer forma adorei ver vocês, formam um casal bonito, não resisti e deitei com vocês, gozei enquanto pegava no pau do Juan, mas como ele tava tão castigado, não ficou duro.
- Puxa, sua prima Magda, parece que cresceu em poucos dias.
- Você não faz ideia, adoraria te mostrar, mas já vai ter uma oportunidade melhor, vou deixar vocês continuarem festejando o aniversário. Ah! A propósito, Emi, parabéns, quase esqueci.
- Obrigada, Magda, me dá um beijo.
- Mmm, obrigada, Emi, mas esse beijo não é igual aos que você dava no Juan, hahaha.
- Hahaha, pois não, esses só dou pra ele.
- Vou pro meu quarto ou tomar outro banho, hahaha.
Magda saiu do quarto andando com um passo sensual, balançando os quadris e os peitos, mostrando que ela também tinha um corpo desejável. Quando fechou a porta atrás de si, Emi e eu nos olhamos surpresos com a precocidade da prima dela, mas caímos na gargalhada. Continua. Agradeço muito as opiniões de vocês sobre o conto. Obrigado.
- Vamos, Juan, qual dos dois você vai dar pra Emi? O outro fica comigo.
- Bom, pra ser sincero, gosto dos dois, mas acho que a Emi vai se surpreender mais com a novidade do modelo de tule. Já o outro fica especial em você, quando vi você vestindo, imaginei seus peitos aos dezoito anos.
- Kkkk, você sabe muito bem como agradar. Tudo bem, de qualquer forma vou vesti-lo pra você, pra você curtir meus peitos de adolescente.
- Hummm, vou adorar, kkkk.
- E aí… não vai embrulhar de presente?
- Poxa, tinha esquecido, vai ser a cereja do bolo. Fui a uma papelaria e comprei o papel de presente mais bonito que tinham, junto com uma fita vermelha e um pompom. Quando cheguei em casa, fiquei tentando e foi um desastre. Parecia fácil, mas eu não conseguia deixar nem apresentável. Tive que recorrer à Ana de novo. Fiquei besta vendo a habilidade que ela mostrou, o pacote ficou digno da melhor boutique.
- Sabe quem me ligou outro dia?
- Não, claro que não.
- Você não vai acreditar, era a senhora que nos recomendou a loja onde compramos a lingerie. Quando saí, mandei uma mensagem pra ela dizendo que tinha os modelos que procurávamos, e ela foi também. Comprou os dois modelos idênticos aos nossos e mais algumas coisas. Ela também me contou que a Fernanda, a dona, recomendou os modelos, mas quando ela experimentou, viu que os peitos estavam muito caídos. A moça contou em segredo que ela podia melhorar a firmeza dos peitos com um sistema que a gente tinha ensinado. A senhora, claro, topou testar o sistema. Ela levou ela pro depósito e deu uma massagem que fez ela gozar em cima da mesa. A senhora não acreditava, no começo duvidava, mas depois do orgasmo que ela provocou, ela já tava vendo até anjos, ficou convencida de que os peitos iam tinham crescido e se elevado, ela levou tudo o que quis vender e ficou encantada.
- Hahaha, fico feliz que tenha conseguido mais clientes, se depender de mim, volto quando precisar de algo, pode ficar tranquila.
- O que achou do pacote de presente?
- Perfeito, você tem mãos de ouro, e não sou eu que digo, se perguntarmos pra Fernanda, ela vai concordar comigo.
- Você acha? Pelo menos ela não reclamava, espero que o namorado dela não tenha encrencado com os peitos dela depois.
- Acho que a partir de agora ela vai estrear lingerie toda semana.
Eu estava nervoso conforme a semana passava, Emi fazia aniversário no sábado e a Ana tinha insinuado que também tinha uma surpresa pra mim. De manhã fui vê-la, ela tinha acabado de sair do banho, me deixou entrar, mas quando, com a melhor das intenções, fui dar um beijo de parabéns no quarto dela, ela colocou um dedo nos meus lábios e fechou a porta. Toda dengosa, disse que não podia me deixar entrar, só consegui ver umas roupas em cima da cama. Tirei o presente que estava escondido debaixo da camisa e entreguei pra ela, ela quis abrir, mas preferi que não visse até eu ter ido embora. Teria adorado ver a cara que ela fez ao ver aquilo, tinha certeza de que ela ia experimentar na hora, mas também queria saber como ela reagiria com ele. O beijo ela não me negou, quase na porta da rua, quando ela me empurrava pra eu ir embora, me virou de repente, me envolveu com os braços e me deu um beijo que quase me sufocou. Quando conseguimos respirar, ela me deu um tapão na bunda e abriu a porta.
- Vai pra sua casa, hoje à tarde te espero bem bonito, vamos jantar e dançar e depois… o que der.
- Parece um bom programa, tô ansioso.
- Você não faz ideia, e… obrigada pelo presente.
Fiquei experimentando roupa, tudo o que eu tinha era mais ou menos informal, tive que pedir conselho pra Ana. Quando ela subiu no meu quarto, a cama estava coberta de calças e camisas, como era sábado, ela ainda não tinha se vestido pra loja. Rua, eu ia um pouco mais tarde pra sapataria. Sentei na ponta da cama e ela dava opinião enquanto eu experimentava a roupa, com uma calça especialmente fina ela reparou que dava muito pra ver o volume e tentou "alisar" o inchaço com a mão, eu avisei mas ela não ligou, ao ver que a dobra não sumia, ela desabotoou a calça e puxou o zíper de uma vez. - João, essa dobra eu tirava com a língua num instante, mas hoje é um dia especial pra Emi e não quero roubar esse presentinho dela, então veste isso à tarde, você vai ficar muito elegante. - Você é muito gentil, mas me deixa mais nervoso, parece que é a primeira vez que saio com uma garota, embora eu reconheça que Emi é uma garota muito especial. - Concordo. O resto das roupas minha tia foi escolhendo do jeito dela, claro que concordei com tudo, tive que me segurar várias vezes porque o roupão dela abria e fechava sem controle nenhum e na minha frente apareciam os peitos ou a buceta dela sem nenhum pudor. Quando desci pra sala, minhas primas já estavam prontas pra sair pra festa, as duas fizeram corredor pra mim e assobiaram me elogiando, meu tio observava por cima do jornal e ria das brincadeiras que todas faziam comigo. Atravessei a rua me olhando de novo, procurando qualquer defeito no visual, tinha me penteado e feito a barba ao contrário pra ficar mais macio pra qualquer carinho com a Emi, parecia um modelo atravessando a passarela, quando apertei a campainha da casa da Emi, meus joelhos tremiam, mas fiquei decepcionado ao vê-la abrir de roupão e com uma toalha enrolada na cabeça, tinha imaginado uma recepção espetacular, tipo princesa de conto de fadas, mas ela só me mandou sentar e sumiu no banheiro pra se maquiar. Se eu fumasse, teria enchido o cinzeiro de bitucas, de vez em quando eu ouvia ela mexendo nos potes de maquiagem, quando passou correndo pro quarto, tapou o rosto pra eu não ver, eu estava um caco, na verdade não tava com pressa, mas diante do O secretismo que ela mantinha me deixava desconcertado. Levantei e fiquei observando cada detalhe da decoração da sala até ouvir a porta do quarto dela se abrir. Foi uma aparição digna de desfile de modelos, até a luz do sol da tarde que iluminava a garota num lindo contraluz a destacava com um moldura mágica. Com passo lento mas firme, Emi apareceu, o cabelo loiro caía sobre os ombros realçando o rosto já perfeito e agora maquiado com capricho. Devo ter ficado de boca aberta, porque a garota se aproximou de mim e, a uma certa distância, se virou para que eu a visse de todos os ângulos. Emi usava um conjunto de blazer com uma saia-calça tudo vermelho, estava muito gostosa, sabia tirar o máximo proveito do corpo escultural, mas guardava pro final a arma secreta. Quando se virou de novo, abriu o blazer, por baixo usava uma blusa bem justinha de tule preto transparente, dava pra ver claramente os dois peitos emoldurados pelo sutiã que eu tinha dado pra ela, mas longe de usar com os triângulos cobrindo os bicos, ela tinha reduzido só aos cordões que marcavam o contorno. Os sapatos vermelhos de salto altíssimo só apareciam por baixo da calça, e as meias escuras com costura eu adivinhei quando saímos de casa. Minha temperatura subiu e senti o sangue ferver nas veias, fiquei feliz de ter escolhido esse modelo pra Emi, ela não precisava levantar os peitos, eles eram tão duros e altos que balançavam tudo que o sutiã permitia. Ela me deu um beijo que mal encostou em mim, mas me eletrizou. Depois, ouvindo uma buzina na rua, saímos, o táxi que ela tinha chamado do quarto já nos esperava. Ao entrar no carro, abri a porta e deixei ela passar, foi espontâneo, mas Emi gostou, até o taxista, experiente em muitas paradas, comentou baixinho: — Boa tarde, esse detalhe de dar passagem pra uma moça já fazia tempo que meus olhos não viam. Pelo retrovisor, vi como ela Eu tava fazendo uma radiografia na Emi, aí ela me olhou e deu um sorrisinho safado. Mesmo sendo fisicamente bem desenvolvido, do lado dela dava pra ver minha inexperiência — éramos da mesma altura, mas não dava pra esconder minha cara de adolescente perto dela. Durante o trajeto que a Emi tinha ditado, ela não parava de olhar pra ela. Eu, que via ela de perfil, tava extasiado — ela era tão gostosa ou mais de perfil do que de frente, igual por trás. Ela me olhava de canto de olho, orgulhosa de provocar tanta admiração nos homens. Peguei ela espiando minha braguilha, que já tava dura desde antes de sair da casa dela.
Quando chegamos no restaurante, desci primeiro e ajudei ela a sair do carro. A jaqueta abriu o suficiente pra eu ver aqueles peitos lutando pra se soltar. O maître nos levou até a mesa que ela tinha reservado, num canto do salão, com um banco estofado em ângulo. Quando ele pegou nosso pedido, preferi que a mina escolhesse o menu — ela já sabia do que eu gostava e mandou muito bem escolhendo o jantar. O clima era chique pra caralho, os garçons bem vestidos de smoking nos atenderam super educados, e até achei que uns se revezavam pra olhar pra Emi. Quando olhavam pra mim, sorriam.
Durante o jantar, a mina pegava na minha mão várias vezes. A gente falava de tudo, ria de qualquer besteira e curtia a companhia uma do outro. Quando ela pegava na minha mão, sempre me olhava fixo, piscava ou mordia o lábio de propósito. Me deixava a mil, e eu não conseguia tirar os olhos da blusa dela. A jaqueta deixava eu ver de perfil os peitos dela balançando soltos. Ela me pegou besta e quis matar minha curiosidade: se levantou e abriu a jaqueta toda.
— Tá gostando do presente da sua tia Ana? Foi uma surpresa pra mim também. Ela pediu pra eu não mostrar até hoje. Me contou da tarde que vocês passaram comprando meu presente e voltou no dia seguinte pra pegar a blusa. Disse que a vendedora implorou pra ela dar outra massagem porque tinha adorado, mas a Ana prometeu que ia. Mais um dia contigo para aproveitar. A garota pegou a palavra dele, porque vocês a tinham colocado no céu, segundo as próprias palavras dela.
- Você está linda demais, Emi. Minha tia tem um gosto refinado, soube valorizar meu presente de um jeito incrível, mas esses peitos são seus e com qualquer coisa ficam uma delícia.
- Sério que você gosta? Mmm, quem diria, achei que você só estava olhando pra blusa, hahaha.
- Eu queria chupar eles agora e aqui, seriam a sobremesa perfeita.
- Mmm, não se apressa que a noite é jovem, vai ter tempo pra tudo, te prometo. Ela passou a mão no volume entre minhas pernas e não soltou até me beijar na boca, se cobrindo um pouco com o guardanapo. O que conseguiu foi fazer meu pau sair pela abertura da cueca e se esticar perna abaixo. Por sorte, a toalha da mesa me escondia dos olhares dos outros clientes, mas Emi sabia que ele estava ali e, com qualquer desculpa, a mão dela sumia debaixo da mesa e o acariciava devagar.
Quando terminamos de jantar, implorei pra ela esperar um pouco até a ereção passar. Emi aproveitou pra ir ao banheiro retocar o batom. Não dei importância, mas, ao mesmo tempo que ela se levantava, um cavalheiro de uma mesa e uma senhora de outra a seguiram. Quando Emi voltou pra mim, contou que o cavalheiro tinha dado o telefone dele, convidando-a pra jantar, e a senhora tinha entrado junto com ela no banheiro e a encurralado, tentando transar com ela ali mesmo. Olhei pra senhora quando ela voltou, era mais velha, mas não muito, e estava coberta de joias. Nos esperava outro táxi na saída, que o garçom tinha chamado. Emi deu o endereço de uma casa de dança. Eu só tinha ido a algumas baladas, então aquilo me pareceu muito chique. Tinha um visual moderno, mas pra gente mais velha, a música menos alta, embora tivessem duas pistas: uma de música latina e outra mais lenta. Tenho que admitir que não sei dançar, sou totalmente negado. Emi descobriu isso no primeiro passo que dei. As Casais dançavam bachata e outras danças sensuais, e eu perdido na frente da Emi, que se mexia com uma desenvoltura que eu não conhecia. Ela teve a boa ideia de trocarmos de salão, sentamos numa mesinha perto da parede, depois de beber uns tragos longos criei coragem pra dançar, porque já tava bebado, não queria estragar a noite da Emi e prometi me esforçar. Quando saímos pra pista, tava tocando uma balada, a Emi deixou a jaqueta no banco e fomos pro centro da pista, na meia-luz mal dava pra ver a blusa transparente, só eu sabia como minha mina tava vestida. No começo, minha falta de jeito ficou clara, eu tava tropeçando nos pés pra não pisar nela, mas a Emi disse que ia me guiar e se agarrou no meu pescoço, só precisei envolver a cintura dela com meus braços e me deixar levar. No início, tava ligado nela, mas quando senti a boca dela roçando meu pescoço, o pelo da nuca arrepiou. Emi percebeu e, enquanto me beijava as orelhas, os braços dela foram se fechando, se apertando contra mim. Minhas mãos já não se contentavam em ficar na cintura dela, desciam pra bunda ou subiam pelas costas, nossos corpos estavam tão colados que eu sentia no peito a pressão constante dos peitos da mina, meu pau lutava pra achar uma posição confortável, tava pra baixo e se enfiava entre as pernas da Emi, sentia o púbis quente dela, ela se roçava suave de virilha em virilha. Fiquei na dúvida e quis ter certeza passando as mãos pelos quadris dela, procurei a calcinha, devia ser fio dental porque não dava pra notar. — Não procura que não tô usando, tirei no banheiro do restaurante. — Emi, pelo amor de Deus, tem pena de mim, vou gozar a qualquer momento, sinto os lábios da sua buceta abertos roçando minha cabecinha. — É exatamente isso que eu quero, mas segura e não goza, curte o momento, eu também tô muito tesuda, tô com muita vontade de ter esse pau dentro de mim, mas adoro dançar com você, te sinto colado em mim e meus bicos tão tão duros que doem. — Já Eu sinto vocês, roçando em mim, esmagados contra meu peito, nossas barrigas estão coladas e meu pau desliza entre seus lábios, roçando seu clitóris. - Adoro sentir você tão perto, sinto seu coração acelerado batendo no meu peito e suas mãos na minha bunda me puxam mais contra você, tô muito molhada. A gente aguentou quase uma hora, com o olhar a gente se entendeu na hora, no meio de uma música a gente parou e saiu da pista, já na rua senti o frescor no meu peito, tava suado do peito até os joelhos, imagino que a Emi também, porque ela se agasalhou ao sentir a diferença de temperatura. Quando subimos no táxi, fui eu quem deu o endereço, sabia de cor, direto pra casa dela. Ao entrar, a primeira coisa que ela fez foi tirar a jaqueta, com a luz indireta do abajur da sala, ela me abraçou como na dança, sussurrou a mesma música que a gente acabara de dançar e a gente seguiu os passos como um tempo atrás, os corpos se grudaram e as mãos foram pra onde tinham estado antes, a buceta dela colada em mim e meu pau se encaixava entre elas, os peitos apertavam meu peito, mas aos poucos nossos passos nos levaram pro quarto dela. Pelo caminho, a Emi tirava minha camisa e eu soltava a calça dela, num momento em que a gente tava parado, caiu no chão, como também era saia, caiu reta, ela tirou os pés e a gente continuou dançando, cada vez mais gostosa, agora com as pernas longas enfiadas nas meias sobre os saltos, a blusa mal cobria um pouco da cintura, a bunda dela aparecia por baixo e o pubis depilado brilhava com os lábios molhados, a gente continuou dançando, no corredor ela soltou meu cinto e de um puxão baixou minha calça e a cueca ao mesmo tempo, meu pau pulou do lado da cara dela, mas ela me abraçou de novo e a gente continuou dançando, uns passos adiante com cuidado tirei a blusa dela pela cabeça, mansamente ela levantou os braços, ficou só com o sutiã que na verdade não passava de um enfeite pros peitos soltos dela, e a gente seguiu. dançando, encostei ela na parede e a prendi contra ela enquanto meu pau horizontal pressionava entre as coxas dela, ela subiu uma perna numa cadeira estofada, com os saltos altos estava na mesma altura da buceta dela e meu pau só precisou avançar, enquanto a gente se beijava e minhas mãos amassavam os peitos dela, ela me abraçou e esperou até sentir eu entrar nela, só suspirou e eu empurrei de novo, na vez seguinte já enfiei até o fundo, contra a parede não tinha escapatória, muito pelo contrário, ela procurava a melhor posição pra me receber, eu só empurrava e quase levantava ela de tanto meter. Quando tirei, quase não conseguíamos respirar, os beijos não deixavam, o pau brilhava de sucos igual as coxas dela, continuamos dançando até entrar no quarto dela, só deu tempo dela acender a luz do criado-mudo, ela tentou abrir a roupa de cama mas enquanto se abaixava eu meti o pau por trás segurando ela pela cintura, ela esperou paciente eu enfiar várias vezes pra se virar e se jogar na cama de pernas e braços abertos. Quando subi na cama, fui de joelhos entre as pernas dela, tirei os sapatos devagar e chupei os dedos dos pés dela por cima da meia, com as mãos segui a peça até o elástico nas coxas dela e fui descendo enrolando devagar, dando beijos na perna até tirar pelos pés, ela se contorcia levantando a bunda e mostrando a buceta molhada, separando os lábios com as mãos. Com as pernas nuas, os beijos foram subindo e eu passei de uma virilha pra outra várias vezes até ela pegar minha cabeça e apertar contra a buceta, tava aberta igual as pernas dela e minha boca quase cobriu, o resto com a língua eu percorri devagar. A ponta da língua entrava até onde dava na vagina dela, o clitóris esperava dentro do meu céu da boca até a língua lamber, minhas mãos levantavam as nádegas dela pra puxar pra mim. Quando ela cruzou as pernas na minha cabeça imobilizando contra a buceta dela, eu soube Eu ia engolir a gozada dela, ela se tensionou e começou a tremer como se tivesse tendo uns espasmos incontroláveis, eu só precisei chupar e engolir os fluidos que jorravam da buceta dela, cada vez que eu roçava o clitóris, um solavanco sacudia ela. Aos poucos, ela foi relaxando as pernas até me deixar sair de entre as coxas dela, quando as pernas caíram ao meu lado, pude continuar beijando a barriga dela, o umbigo e o estômago. A Emi, de braços abertos, esperava enquanto se recuperava do orgasmo, meus olhos observavam o rosto dela entre os dois montinhos dos peitos dela empinados, mal se deformavam por ela estar deitada de costas, os lábios entreabertos respiravam ofegante e o peito subia e descia no ritmo. Ela não se mexeu quando beijei a parte de baixo dos peitos dela, a maciez da pele se elevava num momento numa curva que só descia quando o mamilo marcava o topo, com a língua contornei todo o círculo, desde o começo nas axilas até o sulco que separava do outro peito, depois fiz o mesmo com o outro, e no final deixei os mamilos, eles estavam inchados sobre a curva da aréola, à aspereza do círculo rosado se juntava o volume duro que só se dobrava à pressão da minha língua, ao sugar ele roçava no meu céu da boca, quase na campainha. A Emi suspirava enquanto esperava impaciente que eu continuasse minha viagem sobre ela, quando não aguentou mais, pegou minha cabeça e puxou, tive que subir sobre o corpo quente dela, minha pica ia abrindo um sulco entre as pernas dela, quando minha boca encontrou a dela, a pica se apoiou nos lábios da buceta dela, as pernas dela se abriram devagar como um livro e eu caí pela gravidade entre elas, enquanto a garota enfiava a língua até minha garganta, eu entrava nela até o fundo, os dois suspiramos com o prazer que sentimos, demoramos uns segundos que pareceram eternos antes de começar a nos mover, a língua dela procurava a minha se enroscando nela, os lábios grudados buscando a melhor posição pra sentir o máximo de sensações, ao mesmo tempo meu pau ia entrando devagar na Emi, cada dobra da buceta dela soava como um diapasão, a gente não tinha pressa e preferia sentir todos os sentidos ao mesmo tempo, minhas mãos continuavam acariciando a pele macia dos peitos da garota enquanto ela acariciava minha bunda me puxando pra perto dela, o cheiro dos nossos corpos misturava o aroma dos diferentes perfumes que a gente tinha passado com o suor que brotava na pele, só a visão do olhar próximo da Emi perdido no infinito fazia eu saborear a saliva dela e ao mesmo tempo aspirar o hálito quente dela. Meu pau tava prestes a explodir, a garota sentia isso lá dentro, quando a cabeça pulsava perigosamente a Emi parava um momento pra baixar as batidas do meu coração, mas esse truque não durou muito, cada vez eu tinha mais dificuldade de acalmar meu pau e as pausas se repetiam com frequência, então ela tomou uma decisão radical, me abraçou e rolou por cima de mim me deixando por baixo, não chegou a tirar o pau, quando ficou sentada nas minhas pernas, esperou até sentir que agora era ela quem mandava e ditava o ritmo que preferia, eu relaxei e me preparei pra admirar como os peitos dela balançavam no ritmo dos pulos em cima de mim, quando meu pau não apresentava perigo iminente os quadris dela giravam em todas as direções buscando o roçar da minha cabecinha em todos os cantinhos mais sensíveis dela. Percebi que a Emi era uma gostosa de todos os ângulos, de baixo a redondeza dos quadris dela, a cintura fina e os peitos duros se refletiam na parede do quarto iluminada pelo abajur da mesinha de cabeceira, a cabeleira dela ficava no ar junto com os peitos quando tava no ponto mais alto antes de cair em cima de mim cravando meu pau, era como uma amazona no trote, quando ela percebeu o que eu tava olhando quis se ver e começou a cavalgar, a risada dela se misturava com os gemidos, cada vez acelerava até chegar no galope, eu guiava ela com as mãos nos quadris pra evitar um acidente hípico. Foi como se tivesse levado um choque, não percebi, mas imagino que ela deve ter tentado segurar por um tempo, mas o corpo dela tinha um limite e não conseguiu evitar o orgasmo que a sacudiu. Quando caiu em cima de mim, não conseguia coordenar os movimentos, tive que segurá-la pra não machucar os peitos dela no meu peito, com a boca aberta buscando ar pros pulmões e os olhos fechados, concentrada nas sensações que os sentidos dela mandavam. Os músculos pélvicos dela apertaram meu pau, tentando espremer, e conseguiram. Juntou tudo: a visão dos nossos corpos na parede como sombras chinesas, os gritos da Emi e meus gemidos, a sensação de ter ao meu lado uma mulher gostosa e, acima de tudo, linda por dentro, como ela curtia o momento comigo e me dava tudo que me fazia mais feliz. Foi o estopim pro meu pau explodir dentro dela, e quando sentiu que eu tava enchendo ela de porra, me beijou com paixão. Quando conseguimos raciocinar, caímos abraçados, nossos corações agora galopando juntos. Aos poucos, fomos caindo num torpor que nos deixou exaustos. Eu tentei continuar beijando ela, mas ela, mais esperta, colocou um dedo na frente dos meus lábios e falou: — Calma, Juan, temos a noite toda, é melhor descansarmos um pouco. Me deu um selinho nos lábios e me abraçou, e logo já tinha dormido. Apaguei a luz, queria relembrar a noite toda que a gente tinha passado: o jantar, a dança, o sexo, mas não demorei pra cair nos braços de Morfeu também. Não sabia bem que horas eram, na escuridão total só se ouvia a respiração calma da Emi do meu lado. Ela tava de bruços, com os braços e a cabeça debaixo do travesseiro. Passei a mão da nuca até a bunda dela, a sequência de curvas suaves deixou meu pau duro de novo. Fui passando os dedos por toda a pele morna dela, percebia como ela reagia ao toque porque os pelinhos se arrepiavam por onde eu passava. Sem ter planejado, me vi passando os lábios por onde tinha passado os dedos. Emi balbuciava algo entre sonhos, mas lentamente foi abrindo as pernas. Quando subi entre elas e comecei a beijá-la entre as coxas, ela continuou abrindo até que pude beijá-la entre as nádegas. Ela se mexeu o suficiente para que eu pudesse chegar até a boceta dela. Seus lábios exalavam um aroma de mulher ardente. Quando continuei beijando suas costas até o pescoço, ela tirou a cabeça do travesseiro e me disse: — Mmm, que despertar gostoso, adoro como você me beija, continua, por favor. Foquei na nuca e nos ombros. Pelos lados, dois peitos meio amassados apareciam contra o colchão, e meu pau foi abrindo caminho entre as coxas dela, pressionando os lábios da boceta. A garota estava curtindo meus beijos, com os fios da juba loira espalhados sobre a cabeça, deixando a nuca à mostra. Um único movimento de quadril bastou: ela ergueu a cintura e alinhou a boceta com a minha cabecinha, que pressionava de leve. A umidade que lubrificava me fez deslizar para dentro sem dificuldade. Quando minha barriga encostou nas nádegas dela, ela mexeu a bunda e ainda consegui entrar um pouco mais. Fui entrando e saindo devagar enquanto continuava beijando sua nuca e pescoço, até que ela foi saindo suavemente de debaixo do travesseiro para trás, ficando de joelhos com a cabeça no lençol. Eu, de joelhos, segurei seus quadris e continuei metendo no mesmo ritmo. — Você quer me fazer feliz de verdade? — Claro, sua felicidade é a minha. — Eu queria me sentir toda sua, que você me preenchesse por completo, do jeito que você sabe. — Me diz o que você quer que eu faça. — O que você quiser, o que te der na telha. Se quiser, enche meu cu com seu pau, adoro sentir seu pau no meu cu. — Eu não tinha coragem de te pedir, também gosto que você me receba em todos os lugares, mas como você não está lubrificada… Emi, como resposta, pegou um pote de creme na mesinha e passou para mim por trás. Sem tirar o pau da boceta, passei creme nos dedos e fui dilatando o cu dela. A garota não esperou eu enfiar dois dedos; ela mesma se abriu. Nalgas e ela abaixou um pouco mais a cabeça no colchão, meu pau tava na frente da bunda dela quando ela falou. - Juan, mete logo, por favor, sem medo e até o fundo. Não precisei ser convencido, quando a cabeça venceu a resistência do esfíncter devagar e com a ajuda do creme, o tronco entrou até dentro, ouvi ela suspirar quando encostei nela. - Vai fundo, Juan, me faz sentir teu pau. Fiquei entrando e saindo um tempo segurando na cintura dela, só se ouvia o chapinhar das minhas bolas contra os lábios molhados dela. A mina se endireitou quando sentiu o orgasmo chegando e acompanhava com os movimentos de vai e vem, antes de ser tomada pelos espasmos, virou pra mim e falou. - Tô gozando, Juan, tô gozando, por favor não goza você, aguenta mais um pouco, não para. Continuei me mexendo, encorajado pela Emi, e não parei mesmo vendo ela bater as mãos no lençol e balançar a cabeça de um lado pro outro enquanto gemia feito louca. Quando ela parecia que ia se acalmar, avisei. - Emi, desculpa, mas vou gozar. - Não, espera um pouco. - Emi, já tô quase, não aguento mais. A mina se inclinou pra frente e tirou meu pau da bunda dela, com um giro rápido pegou meu pau molhado e enfiou na boca depois de lamber, quando sumiu na garganta dela, o nariz roçava meu púbis. Ela segurou minha cintura e continuou imitando como se tivesse fodendo com a boca. Peguei a cabeça dela pra separar quando senti a porra vindo em jatos, mas ela não ligou e continuou metendo até ter que parar pra engolir os jatos que eu ia disparando. Ela me olhou com os olhos marejados, nos lábios mal tinha vestígio de sêmen, mas passou a língua e limpou tudo sorrindo. Dessa vez fui eu quem dormiu primeiro, exausto e satisfeito como um bebê recém-amamentado, me aninhei no corpo da Emi, a respiração dela compassada era como uma canção de ninar nos meus ouvidos, ela acariciava meu cabelo enquanto roçava o rosto no meu. Tava quase amanhecendo quando me mexi e senti a calor da companhia, instintivamente passei o braço em volta dela e percorri seus quadris e pernas, a pele se arrepiou de novo ao meu toque, quando passei pela barriga dela, ela virou de lado, de costas pra mim, por baixo do braço dela continuei subindo até alcançar o peito dela, estava tão duro ou mais que antes, quando rodeei o mamilo ele endureceu de vez, mas estranhei que não encheu minha mão, passei pra outra, devia estar grudada embaixo mas não estavam separadas, duras mas separadas e menores, demorei pra processar a ideia mas quando entreabri os olhos a três centímetros descobri uma cabeleira morena e cacheada, não conseguia coordenar os pensamentos e passei uma mão pra trás de mim, o calor da bunda da Emi me recebeu. Pulei e sentei na cama, à minha direita como tinha deixado de madrugada estava a Emi pelada, a garota maravilhosa de cabelo loiro que tinha me dado uma tarde-noite fabulosa, à minha esquerda estava a Magda também pelada, a prima novinha da Emi, morena com um corpo de matar e que me olhava com um sorriso safado. Com meu movimento, a Emi também acordou e me vendo acendeu a luz, quando viu a Magda também deu um pulo e sentou na cama, a Magda fez o mesmo, foi meio cômico nos ver os três sentados com o lençol sobre as pernas, elas exibindo os peitos e eu com a pica mole entre as pernas. - Magda, o que você tá fazendo aqui, não devia estar na casa da sua amiga Raquel na festa do pijama? - Pois é Emi, mas voltei pra casa à meia-noite. - O que aconteceu, rolou algo? - Não, nada de mais, só que tava cansada do irmão dela ficar me passando a mão por toda parte e vim embora. - E desde quando você tá aqui? - Bom, vim de noite, vocês estavam dormindo e tomei um banho, o irmão da Raquel é um polvo mas tinha me deixado com tesão e tomei um banho, quis te dar os parabéns e espiei no seu quarto e vi vocês dormindo mas nessa hora o Juan acordou e começou a te beijar nas costas. - E você foi embora, claro. - Pois não, sentei na poltrona do canto, ainda estava com tesão e fiquei vendo vocês transarem.
- Não me diga que você também gosta de olhar.
- A verdade é que adorei ver vocês fodendo, tive que me mastigar o clitóris enquanto você pedia pra ele enfiar o pau no seu cu.
- Magda, isso não é certo, você ainda é uma garota pra essas coisas.
- Não sou mais tão garota assim, pergunta pro Juan se ele não gostou do meu corpo quando eu acariciei ele ao acordar.
- Hum… a verdade é que você tem um corpo gostoso pra caralho, mas eu não sabia que era você.
- Eu adoraria que uma noite você me tratasse como tratou minha prima Emi, ela amou como você arrebentou o cu dela, imagino que antes você enfiou o pau na buceta dela, e o boquete que ela te deu logo depois de tirar do cu…
- Isso foi porque eu fiz uma lavagem ontem à noite pra me limpar bem, Magda, caso você não saiba.
- Claro que sabia, prima, é normal, de qualquer forma adorei ver vocês, formam um casal bonito, não resisti e deitei com vocês, gozei enquanto pegava no pau do Juan, mas como ele tava tão castigado, não ficou duro.
- Puxa, sua prima Magda, parece que cresceu em poucos dias.
- Você não faz ideia, adoraria te mostrar, mas já vai ter uma oportunidade melhor, vou deixar vocês continuarem festejando o aniversário. Ah! A propósito, Emi, parabéns, quase esqueci.
- Obrigada, Magda, me dá um beijo.
- Mmm, obrigada, Emi, mas esse beijo não é igual aos que você dava no Juan, hahaha.
- Hahaha, pois não, esses só dou pra ele.
- Vou pro meu quarto ou tomar outro banho, hahaha.
Magda saiu do quarto andando com um passo sensual, balançando os quadris e os peitos, mostrando que ela também tinha um corpo desejável. Quando fechou a porta atrás de si, Emi e eu nos olhamos surpresos com a precocidade da prima dela, mas caímos na gargalhada. Continua. Agradeço muito as opiniões de vocês sobre o conto. Obrigado.
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