Quando desci pra rua, reparei no número da casa. Tava me sentindo contente, tinha conhecido uma mina gostosa que, depois de dançar uma noite com ela, a gente transou num carro feito adolescente. Fiquei satisfeito por ter devolvido as roupas íntimas dela e, de quebra, descobri que era gêmea e tinha comido de novo, não só com ela, mas com a irmã também. Agora voltava pra casa numa boa, ainda era cedo pro jantar, meus tios tavam nas sapatarias deles e minhas primas ainda não tinham chegado. No bolso, o celular; abri pra ver se tinha mensagem, não tinha nada, mas vi o ícone dos brinquedos dos meus tios. Me chamou a atenção eles carregarem aquilo na rua o dia inteiro, fiquei curioso e apertei um botão, depois o outro. Na sapataria do meu tio Antônio. Meu tio tava atendendo duas das clientes mais importantes dele, duas senhoras idosas já viúvas. Elas gostavam que fosse o Antônio quem desse os conselhos. Uma era dona Úrsula e a outra dona Virtudes, iam muito bem vestidas e cheias de joias. Meu tio, agachado na frente de dona Úrsula, tava provando uns sapatos caríssimos nela, como de costume. De repente, ele sentiu o anel que apertava o pau e os ovos começar a vibrar. Foi um segundo, mas aquela vibração veio seguida de outra e mais outra. O pau dele começou a crescer até formar um volume enorme por baixo da calça. Ele teve que se levantar, se desculpando e se escondendo como podia, e foi pro escritório. As senhoras não deixaram passar a ereção que o Antônio tava. — Cê viu, Úrsula? Que ereção que o seu Antônio tava? — Claro, cê acha que ele viu minhas pernas e por isso ficou assim? — Ah, acho que não, embora essa saia pareça mais curta que as outras. — Quer que eu te conte um segredo? Me dá um tesão que, na minha idade, ainda deixar o pau dum homem assim. — Mulher, não fala assim, alguém vai te ouvir. — É que é verdade, faz anos que não experimento um pau bom. — Úrsula, pelo amor. Meu tio entrou No escritório dele, ele olhou pra baixo e dentro da braguilha dele, o pauzão tava se esforçando pra sair. Ele pegou o telefone interno.
— Senhorita Pepita? Podia vir ao escritório um momento?
— Já vou, seu Antônio.
— Não se demore, por favor.
A caixa fechou o caixa e saiu do tablado de madeira dela. Foi direto pro escritório, preocupada com a urgência do seu Antônio. Quando entrou, ele pediu pra ela fechar a porta e ficou de pé esperando instruções.
— Srta. Pepita, quantos anos a senhora trabalha comigo?
— Bom, mês que vem faz 22 anos.
— E quantos favores eu pedi pra senhora nesse tempo?
— Bom, seu Antônio, além de eu provar algum modelo pra cliente ver, acho que nenhum.
— Pois hoje tenho que pedir um, é importante pra mim, um pouco especial.
— O senhor manda, seu Antônio, peça o que quiser, a senhora sabe que trabalho muito feliz aqui.
Meu tio se levantou de trás da mesa e ficou na frente da caixa quarentona.
— Esse é meu problema, se tivesse outra solução, não pediria.
— Nossa, seu Antônio, que barbaridade, o que que houve aí?
— Pois não sei, tava atendendo dona Úrsula e fiquei assim.
— E como o senhor quer que eu ajude?
— Bom, pensei que a senhora podia me acalmar.
— E como? Nunca fiz nada igual, nunca vi o membro de homem!
— Quer dizer que nunca viu um pau?
— Nunca. Uma vez tive um namorado, tinha uns vinte anos, e no cinema ele quis me beijar, eu não quis e ele colocou minha mão na braguilha dele. Senti algo duro e dei um tapa nele. Ele levantou e me deixou plantada. Desde então, não tive mais namorado.
— Poxa, sinto muito, Srta. Pepita, mas se fizer o que eu explicar, não vai ser tão difícil.
— O senhor acha? Confio no senhor. O que posso fazer?
— Se quiser, primeiro com a mão toca por fora da calça.
— Nossa! Que duro, que sensação.
— Pois agora que sabe como é, quer tirar ele? A garota tentou abaixar o zíper, mas a pica não deixava. Meu tio teve que tirar a calça e a cueca, e ficou com a pica a 45 graus.
- Caralho, que absurdo, não imaginava que fosse tão enorme.
- Pois é, agora você tem que pegar com a mão e, apertando um pouco, mexer pra cima e pra baixo.
- Assim? Não consigo segurar com uma mão só.
- Então tenta com as duas ao mesmo tempo.
- Tô indo bem?
- Tá indo muito bem, faz um pouco mais rápido.
- Assim rápido?
- Assim tá bom, se quiser pode molhar com saliva porque tá ressecada.
- Mas aí vou ter que soltar.
- Então faz com a língua, assim você não para de mexer.
- É meio salgada, não é ruim.
- Ainda tá seca, dá pra colocar mais saliva?
- Com a língua só molho um pouco.
- Tenta molhar com os lábios, abre a boca e aproxima, o melhor é meter na boca, que é onde tem mais saliva.
- Seu Antônio, não cabe na minha boca.
- Claro que cabe, mulher, é só tentar, abre um pouco mais, assim, viu como cabe?
- Aaah, não conseguia respirar, e ainda tô com um calor...
- Tem razão, no escritório tá muito quente, se quiser tira a blusa.
- Mas é do uniforme.
- Não se preocupa, não dá nada, por um dia...
- Mas por baixo só tem roupa íntima.
- Fica tranquila, não vou falar nada, vou tentar não olhar.
- Obrigada, seu Antônio, o senhor é muito educado.
- Obrigado, mas continua chupando.
- Agora cabe melhor na boca, tô fazendo direito?
- Sim, muito bem, você ficaria brava se eu falasse uma coisa?
- Não, seu Antônio, sei que o senhor é sério.
- Tenho certeza que seu ex-namorado foi um idiota por ter te largado.
- Por que o senhor diz isso?
- Porque você é uma mulher muito gostosa e tem um corpo lindo.
- Nossa, não me diga isso, o senhor me elogia demais, adoro ouvir, mesmo sabendo que não é verdade.
- Como não, pelo pouco que vejo, você tem um decote maravilhoso.
- Qual nada, é Horrível, já tô velha, quando era nova até que tinha um corpo bom.
- Pois agora eu sinto que seus peitos não têm nada a invejar aos de uma de vinte anos.
- O senhor é brincalhão, já não são nem sombra do que eram, tão caídos e moles.
- Mas com certeza são tão sensíveis quanto antigamente.
- Nisso o senhor tem razão, às vezes sem perceber meus bicos ficam marcados e tenho que colocar um lenço por baixo do sutiã.
- Como agora?
- Ah! sim, já tô te falando.
- Eu adoraria vê-los, devem ser como bombons.
- Fico com vergonha, mas como o senhor adivinhou que eles são escuros?
- Porque eu tô sonhando com eles e os vejo durinhos como biscoitos de chocolate.
- Não me diga essas coisas porque cada vez eles ficam mais marcados.
- Deixa eu vê-los enquanto você continua me chupando. Meu tio não esperou a confirmação, enquanto a caixa mamava a rola dele amarrando com as duas mãos, ele baixava as alças do sutiã dela. As taças ficaram soltas e ele meteu a mão puxando o peito todo pra fora, com a outra abaixou a taça e deixou ela debaixo do peito da mulher.
- Eu tinha sido modesto no meu sonho, você tem uns bicos lindos. A mulher se colocou numa posição que deixou o outro peito ao alcance do meu tio, que não demorou a puxar ele também.
- Que tal se descansar um pouco? Deve estar com a mandíbula cansada.
- Pois agradeço, já não tenho mais saliva.
- Então enquanto isso eu podia chupar esses seus bicos morenos.
- Tá bem, mas não me machuca por favor, você é o primeiro a fazer isso. Antonio se jogou nos peitos de Pepita, eles não eram tão moles como ela dizia e logo encheu a boca com os bicos dela, a garota continuava mexendo na rola de Antonio, tava vermelha de tanto chupar.
- Você tem uns peitos deliciosos, Pepita, posso te tratar por você?
- Se o senhor quiser.
- Seus bicos tão cada vez mais duros, sinto eles no céu da boca, me pergunto como é a lingerie que você usa, faz conjunto com o sutiã?
- É meu vício secreto. Sempre vou combinadinha.
- Que modelo você usa, biquíni, calcinha fio dental, calcinha comum ou tanguinha?
- Nossa, quanto você sabe, seu Antonio, tô usando um biquíni.
- É que eu amo lingerie, tô pensando em montar uma loja desse ramo, mas não me trate de senhor, me chama só de Antonio.
- Valeu pela confiança, eu adoraria vender lingerie.
- Tô interessado em ver se você tem bom gosto pra escolher, precisaria de uma compradora.
Pepita soltou a pica do Antonio e levantou a saia, a calcinha subia quase até o quadril fazendo um V, no púbis dava pra ver o volume segurando uma moita generosa de pelos.
- Hum, lindas, você tem bom gosto mesmo, venderíamos as melhores marcas e iríamos pros desfiles, posso ver de perto?
- Claro, Antonio, fica à vontade, são de uma marca da moda.
- E que tecido é esse?
- É renda, toca aqui pra ver que maciez.
Antonio tinha tirado a calça e tava com a pica pra fora na frente dele, sentou a Pepita na mesa do escritório e ficou de frente pra ela, abriu as pernas dela e se aproximou pra ver o tecido, com a luminária da mesa iluminou e viu que tava molhada, pelos elásticos apareciam os cachos morenos.
- São muito macias, e não te apertam? Esse tecido não te marca?
- Não, nada, não me apertam nada, olha bem.
Meu tio com a luz iluminou entre as coxas da Pepita, a calcinha brilhava e ele separou a virilha puxando o elástico, a moita de pelo escondia tudo, com os dedos abriu a juba no meio e apareceram os lábios da buceta da Pepita, quando passou o dedo na entrada da vagina a garota tremeu, meu tio pegando ela pelos peitos e tirando todos os papéis da mesa deixou ela deitada na horizontal.
- Parecem ser de boa qualidade mesmo e têm um estilo muito bonito, e qual a diferença delas pra uma calcinha normal?
- Bom, essas aqui chegam na minha virilha até o quadril e fazem minhas pernas parecerem mais longas, pena que ninguém vê elas. Veja.
— Pois eu adoraria ser o primeiro, posso abaixar um pouco?
— Se quiser só um pouquinho, pra ver o efeito...
A garota levantou a bunda quando meu tio puxou a calcinha, mas não foi só um pouco — ele só parou de puxar quando ela chegou nos tornozelos.
— Tem razão, tem uma cava bem alta e na frente faz um formato de V.
— É o que eu mais gosto, mas não posso comprar mais baixas.
— Por quê? Ficariam melhor em você.
— Tenho vergonha de dizer, mas... vou te contar, é porque tenho muito pelo na buceta.
— Você disse muito? Não acredito, eu adoro, é como descobrir um tesouro toda vez que se abre.
— Que coisas você fala.
— Olha só, se eu afasto os pelos, aparecem seus lábios rosados, hmm, que aroma, você é uma mulher muito gostosa.
— Não me diga essas coisas que não são verdade, eu já não agrado ninguém.
— Como não? Olha meu pau como está, morrendo de vontade de entrar nessa buceta peluda.
— Agora já é tarde pra perder a virgindade.
— Você é virgem de verdade?
— Claro, não tive nenhum namorado desde então.
— Não acredito em você, Pepita.
— Juro, pode ver com a luz.
Antonio focou a buceta da Pepita, estava molhada e escorrendo sucos, separou os pelos e os lábios menores, mais escuros que o resto, puxou-os para os lados e, como uma flor, a vagina da Pepita se abriu, na entrada estreitava claramente, deixando um buraco mínimo. Meu tio enfiou um dedo, mas Pepita estremeceu, mesmo assim abriu as pernas.
— Quer segurar as pernas dobradas e abertas por um momento? Gostaria de verificar uma coisa.
— Duvida? Ou será que rompi? Isso doeria.
— Não se preocupe, só quero sentir a elasticidade da membrana.
— Mas não vai me machucar, vai?
— Acho que não, no máximo um leve incômodo.
Antonio passou o pau por toda a buceta, enquanto passava, abria caminho entre os pelos até chegar no clitóris, a garota quase soltou as pernas, mas meu tio se abaixou e... lambeu o botão, provavelmente já tinha se masturbado várias vezes antes, mas com certeza nunca tinha ficado tão duro. Pepita ofegava e gemia enquanto meu tio lambia a buceta e molhava ainda mais os lábios da ppk, a garota só sussurrava o nome dele sem muita convicção, Antonio não, Antonio não. Meu tio se colocou entre as coxas dela e passou pela enésima vez a buceta com a cabeça da pica, ela levantava a bunda acompanhando o movimento, até que ele parou na frente do buraco, a garota respirou fundo e prendeu a respiração, só soltou o ar quando a cabeça da pica rompeu o hímen. Não foi quase doloroso, até Pepita ficou meio incrédula, achava que na idade dela estaria endurecido, mas já não se preocupava, agora só sentia a pica do chefe entrando nela, já não murmurava Antonio, agora dizia… - Mete mais, mete tudo por favor, tantos anos esperando por isso. - Te machuquei, Pepita? - Não, Antonio, me fode até o fundo. - Já meti mais da metade, tenho medo de te machucar, Pepita. - Não se preocupa, mete tudo até o talo e rápido, vou gozar, Antonio. - Espera um pouco, aproveita o momento, minha pica tá no talo, tá sentindo? - Você me mata, Antonio, me mata de prazer mas não para, continua mesmo que eu chore de dor. - Assim que você gosta? - Siiim assim, não para, mete mais, mais, vou gozar, Antonio. E gozou, embora tenha soltado as pernas e deixado elas penduradas na mesa, continuou tremendo até meu tio dizer. - Pepita, agora vou gozar, onde eu gozo? - Goza na minha buceta, me enche de porra, Antonio. - Não tem medo de engravidar? - Não, já faz três anos que a menstruação parou, goza dentro. Com sinal verde, meu tio agarrou os peitos de Pepita e ficou colado nela, pela pica dava pra sentir o vai e vem da porra que ele despejava dentro da até pouco tempo virgem, quando tirou, um fio de sêmen caiu no chão do escritório. Quando Pepita conseguiu se levantar, abraçou meu tio e, com os olhos cheios de lágrimas, disse No ouvido. — Obrigada, Antônio. Faz muitos anos que sonhava em ser comida por você, hoje finalmente aconteceu. Quando saíram do escritório, as duas senhoras já tinham ido embora, preocupadas com a saúde do seu Antônio. A balconista tinha ficado com o recado de ligar para elas mais tarde para tranquilizá-las. Enquanto isso, na sapataria da minha tia Ana... Minha tia estava atendendo um cliente especial, chamado seu Elias, um dos melhores clientes. Ela estava mostrando os sapatos que ele tinha pedido, comentando que não gostava dos que usava, mas que a mulher dele insistia naquele modelo antiquado. Minha tia tinha separado uns que estavam na moda este ano. Quando levou o primeiro tapa entre as pernas, o rosto dela tremeu. O cliente olhou estranho, mas o segundo tremor foi muito mais forte, e Ana se dobrou, apertando as coxas. O cliente se assustou. — O que foi, dona Ana? Aconteceu alguma coisa? — Não, acho que não, mas estou sentindo uma coisa estranha. — Quer que eu chame um médico? — Não precisa, vou sentar um pouco no meu escritório. — Permita-me acompanhá-la. — Obrigada, seu Elias. — Quando chegaram ao escritório, minha tia, encolhida, fechou a porta e se agarrou ao seu Elias. — Desculpe, seu Elias, mas o único jeito de aliviar essa dor é se alguém me abraçar. — Como quiser, mas não quero que pense que estou me aproveitando da situação. — Claro que não, é que deve ser uma crise de ansiedade, e passa quando me sinto abraçada. — Se é assim... — Me abrace forte, não tenha medo. — Não se preocupe, dona Ana, se a senhora se sente melhor, mas deixe eu tirar o paletó primeiro. — Ufa, desculpe, é que o ar condicionado não está ligado e está muito calor. Vou tirar a blusa, se o senhor não se importar. — Claro, o que precisar, o importante é a saúde. — Então me abrace forte. — Desculpe, dona Ana, mas se sentir uma coisa dura aqui embaixo, não pense que é de propósito. — Fique tranquilo, não se preocupe. Relaxa, me abraça.
— Tô sofrendo por você, tô muito à vontade te abraçando, mas meu pau tá cada vez mais duro e vai te incomodar.
— Nada disso, quem sofre por você sou eu, ainda por cima que tô te ajudando, tô te causando desconforto. Espera aí que eu tiro ele, vai ficar mais confortável.
— Como quiser, dona Ana, mas te aviso, não sou muito normal.
— Oooh, você disse que não é normal, é maravilhosamente normal, que pau que o senhor Elías tem, é lindo.
— Obrigado, dona Ana, mas te avisei.
— Mas fico mal de você estar com essa ereção, vai acabar estourando.
— Não se preocupa comigo agora, se abraça, só quero que você se cure.
— Mas vou te incomodar com meus peitos.
— Fica tranquila, mas se me permite dizer, você tem uns peitos impressionantes, quase tão duros quanto meu pau.
— Que exagerado, não é verdade?
— Bom, eu disse quase, mas adoraria apalpar eles.
— Depois do que você tá fazendo por mim, não posso te negar nada, toca no que quiser, senhor Elías.
— É injusto, sou um egoísta, me desculpa, mas você também pode tocar no meu pau.
Minha tia Ana pegou no pau do cliente, teve que usar as duas mãos, era mais curto que o do marido dela, mas mais grosso. Enquanto o senhor Elías tinha soltado o sutiã dela e tirado os peitos pra fora, amassava eles com gula. Minha tia foi se abaixando até ficar de joelhos na frente do pau do senhor Elías, olhou pra ele e meteu na boca, quase não coube, mas fez todo esforço pra pelo menos a cabeça entrar. O cliente, curvado sobre ela pra não soltar os peitos, via o pau sumindo aos poucos na boca da Ana. Chegou uma hora que não aguentou mais e se levantou de repente.
— Não aguento mais, senhor Elías, o senhor tem ele muito grosso.
Ana se virou, levantou a saia, baixou a calcinha e se apoiou na mesa, com um tapa jogou todos os papéis e disse:
— Senhor Elías, me fode, por favor, mete em mim.
O cliente baixou as calças. Mas quando foi encarar a buceta da Ana, viu a luzinha piscando.
- Com licença, dona Ana, mas aí tem uma luz acesa.
- Ah sim, é um tratamento pra ansiedade. Molha com saliva meu cu e mete no meu ânus.
- Sério? A senhora me dá o seu cu?
- É seu, seu Elias.
O cliente ainda não acreditava quando, depois de cuspir, enfiou a glande. Minha tia tentava não reclamar, mas os olhos enchiam d'água.
- Desculpa, dona Ana, se tiver doendo, fala que eu paro.
- De jeito nenhum, seu Elias. Enterra até o fundo.
- A senhora não sabe como me faz feliz, dona Ana. Era meu sonho dourado.
- A sua esposa não te dá o cu?
- Minha mulher? Nunca. Uma vez sugeri, ela não falou comigo por um mês. É uma reprimida, uma beata, e quase não me deixa a buceta também.
- O senhor enfia até onde der, não se preocupa se eu rasgar o cu. Mesmo que eu reclame, não liga, continua.
- Posso pedir um favor, dona Ana?
- Claro, o que quiser.
- A senhora se ofenderia se eu soltar uns xingamentos?
- Nada, homem, nada. Me deixa mais puta.
- Valeu… puta, você é uma puta e vou arrebentar seu cu. Já tava na hora de tanto me negar. Agora vou te comer quando quiser, e depois você vai se confessar pro padre e contar: meu marido me comeu o cu com o pauzão dele.
- Nossa, seu Elias, o senhor tem um bom repertório.
- Desculpa, tava falando com a minha mulher. Quando chegar hoje à noite, vou foder o cu dela até ela perder os sentidos. Tantos anos me negando.
- Acho ótimo, mas agora continua. Com insulto ou sem, não para de foder o meu cu.
Seu Elias continuou xingando a esposa enquanto metia o pau na Ana. Ela teve que se segurar na beirada da mesa, porque os empurrões mexiam até o computador. Ana gozou só um instante antes de seu Elias encher o cu dela de porra. Devia ter uma reserva enorme, porque quando Finalmente ele tirou, saiu um jato que fez uma poça no chão. Ana mal conseguia se levantar da mesa, os peitos esmagados contra a tampo e a buceta aberta igual a boca de um canhão, mas satisfeita. Dom Elías foi embora com os sapatos novos que ele usava, e no lixo estavam os que ele tinha trazido de casa. Ignorando o que tinha causado nas lojas dos meus tios, guardei o celular. Quando cheguei em casa, encontrei María, que tinha acabado de chegar. Ela me perguntou logo se eu tinha achado a garota da balada. Contei que, em vez de uma, encontrei duas iguais. Ela riu da coincidência, mas quando terminei a história, ficou chocada. Não dei todos os detalhes, mas contei o jogo com as gêmeas. Ela gostou do final e do possível futuro. Perguntei sobre os pais dela, e ela disse que ainda não tinham voltado pra casa. Estranhei que eles estivessem com os vibradores o dia inteiro, mas ela me contou que ouviu eles comentarem que fizeram um acordo de usá-los sempre por três meses. Fiquei surpreso e disse que tinha ficado brincando com meu celular no caminho, e combinamos de seguir os movimentos deles. Quando minha tia chegou, María e eu ficamos de olho nela. A primeira coisa que ela fez foi ir pro quarto e depois tomar banho. Quando saiu enrolada numa toalha, lembrei da Inma. Adoraria ter tirado a toalha dela, mesmo sabendo o que ia ver, porque é sempre um prazer admirar o corpo de Ana. Ela vestiu uma roupa leve pra ficar em casa e foi pra cozinha. Maite chegou um pouco depois e foi a primeira a perguntar como os pais estavam se comportando. Atualizamos ela com as notícias que tínhamos, e ela se juntou a nós pra vigiar os pais. Quando meu tio Antonio chegou em casa, ele parecia pensativo. Não notamos nada de extraordinário, mas ele não era o mesmo de sempre. No jantar, a conversa foi curta. Mal arrumamos a mesa, minha tia disse que estava cansada, e meu tio, bocejando, deu a mesma desculpa. Quase peguei o telefone e... apertar os botões ao mesmo tempo e animá-los, mas achamos exagerado. Ficamos vendo televisão no sofá, minhas primas me deixaram sentar entre elas, ficamos conversando sobre várias coisas, contei a elas o tempo que passei com Flor em agradecimento pelo favor que fiz, embora Maria já estivesse informada com todos os detalhes da gozada que eu tinha dado entre os peitos dela, ela mesma tinha contado, pra ela tinha sido especial porque eram a obsessão dela e ficaram bem meladas, do orgasmo que ela teve só teve um adjetivo, tinha sido fantástico. Também falamos dos brinquedos dos pais delas, embora eu já tivesse dito como eram, elas estavam curiosas pra ver e até pra experimentar, vendo os efeitos que causavam. Já fazia um tempo que meus tios tinham ido dormir, por um lado a curiosidade sobre os brinquedos e seus efeitos nos consumia, mas por outro não se ouviam os gemidos e gritos de outras vezes, quando meus tios transavam desenfreados. Maite, como sempre, foi a mais ousada, com seu pijama curto e seus chinelos, pulou do sofá e disse pra gente segui-la, Maria seguiu e depois eu me juntei a elas, apagamos todas as luzes da casa, até Maria abriu a porta do quarto dela e nos desejou boa noite e depois fechou de novo como se tivesse ido dormir. A porta dos meus tios estava entreaberta, mas lá dentro não tinha luz nenhuma, ficamos decepcionadas porque a espionagem tinha acabado, mas Maria ficou parada e mandou a gente calar a boca, colocou o ouvido na porta, os pais dela ainda não dormiam e estavam conversando no escuro, achamos que também podiam estar transando no escuro, mas descartamos porque o tom calmo da conversa e o silêncio reinante não se pareciam em nada com as batalhas sexuais dos meus tios. Sentamos no chão coladas na porta, lá dentro ouvimos Antônio, ele estava dizendo baixinho pra Ana. - Hoje aconteceu uma coisa estranha comigo, tenho vergonha de te contar, mas acho que como nunca tivemos segredos entre Espero que você não fique bravo.
— Com todos esses anos juntos e as experiências que vivemos, não consigo ficar bravo com você por nada. Você sabe que te amo do jeito que é, e nós dois nos completamos muito. Me conta.
— Bem, era umas sete da tarde. Não tinha muito trabalho, mas eu estava ocupado atendendo dona Úrsula. Tava agachado na frente dela. A senhora, como você sabe, é bem idosa, e as saias dela não eram exatamente curtas, por isso me surpreendeu ainda mais a ereção que eu tive de repente. Cheguei a pensar que tinha imaginado que era uma garota jovem de minissaia sem calcinha, como acontece às vezes, mas era a coisa mais anti-erótica que se podia ver.
— Imagino. Continua.
— Aí eu tive que me levantar, porque a pica crescia a passos largos. Quando fiquei de pé, um volume enorme apareceu na minha calça. Imagina minha pica dura.
— Imagino, já curti ela dentro de mim várias vezes. Continua.
— Fui pro escritório. Precisava urgentemente baixar a ereção e pensei que se eu batesse uma, passaria. Mas bati umas duas vezes e só piorou. Aí pensei que precisava de uma ajuda e a primeira coisa que me veio à cabeça foi chamar a caixa.
— A Pepita? Mas ela não é bem novinha.
— Por isso mesmo. Podia ter chamado a Susi, a vendedora, mas pensei que com os 20 anos dela não resolveria nada.
— Boa ideia.
— Pensei que a Pepita, com a experiência dela, teria mais soluções. Então, sabendo que era um caso delicado, fui perguntando até que ponto ela topava colaborar. A moça se ofereceu pra me ajudar incondicionalmente, mas quando viu o volume da pica, ficou impressionada.
— Normal. Ver uma tranca daquelas sem aviso... mas ela já devia ter experimentado alguma na idade dela.
— Esse foi outro detalhe. Acontece que ela nunca tinha segurado uma na mão, e pra piorar, ainda era virgem.
— Virgem? Ainda? Achava que não existiam mais. E aí, o que aconteceu?
— No começo, ela topou... fazer uma punheta bem casta, mas fui convencendo ela a ser mais eficaz em me motivar e ela me chupou, e tenho que admitir que pra ser a primeira vez que colocava algo na boca, ela mandou muito bem. - As mulheres têm a arte inata. - Eu admito que fiquei com tesão e pra acelerar a solução fiquei apalpando os peitos dela com as mãos cheias. - E ela não reclamou do apalpamento? - Bom, eu sou cavalheiro o suficiente pra não ferir a sensibilidade dela. - Já te conheço, sim. - Pra resumir, a gente ficou conversando sobre lingerie, depois sobre a dela, sobre a calcinha dela, tirei e antes que a gente percebesse ela tinha perdido a virgindade e eu gozei dentro da Pepita. - Bem pra Pepita, e ela não vai engravidar? - Não, ela me disse que a menstruação dela tinha acabado há uns dias e que eu podia encher ela de porra sem medo. - E o pau broxou? - Sim, deixei dentro da Pepita até broxar, saiu um jato de porra como há muito tempo não via, espero que você não se importe, querida. - Não, claro que não, e você não sentiu nada no pau quando ele endureceu de novo? - Achei que o anel vibrava, mas não achei possível. - Pois eu também tenho algo pra te contar, eu senti o vibrador que tô usando na buceta vibrar, em qualquer outra ocasião já me deixa com tesão, mas naquele momento me surpreendeu. - Você também estava na loja? - Claro, estava na frente de um cliente muito importante, a esposa dele tem muito dinheiro, é muito simpática e ele tava me contando em segredo como a mulher dele o trata, o caso é que de repente senti uma excitação enorme na vagina, achei que ia gozar na frente do cliente. - Que loucura, e o que você fez? - Bom, tive que ir pro escritório e o cliente, que se chama dom Elias, me acompanhou galantemente, quando cheguei tive outra vibração, achei que ia cair, pedi pra ele me abraçar pra não cair, o coitado estava todo envergonhado, principalmente quando, por causa do abraço, o pau O pau dele acordou.
- Normal, te ter nos braços seria demais pra ele.
- Ele se desculpou mil vezes, mas nem por isso o pau dele baixou, tive que tirar ele e fiquei assustada, imagina o grosso que é o seu, pois o dele era mais, embora não tão comprido.
- Então também calçava um bom tamanho.
- Você sabe como eu gosto de chupar um pau e me apliquei até meter ele na minha boca, ofereci meus peitos pra compensar ele, mas vendo ele tão apavorado, mostrei minha bunda.
- Sua bunda? E por que não sua buceta?
- Porque eu tava com o vibrador ligado e funcionando e não caberia também o pau grosso dele.
- Entendo, continua.
- Então não precisei animar ele, ele nunca tinha metido o pau dele numa bunda, a mulher dele sempre negou, parece que é muito religiosa.
- Pobre homem, isso foi um presente pra ele.
- Claro, principalmente quando ele começou a xingar a mulher dele e jurar que ia arrebentar a bunda dela essa noite.
- Kkkk, tô imaginando.
- Kkkk, eu também, então quando ele gozou na minha bunda foi o mais feliz dos mortais, de verdade, ele comprou os sapatos que mais gostava e os que a mulher dele obrigava ele a usar jogou no lixo.
- Kkkk, então a gente fez até umas obras de caridade?
- Dá pra pensar que sim.
- E tudo graças aos seus brinquedos.
- Você gostou deles, né?
- Claro, mas vai ter que carregar eles uma hora, não vai?
- Claro, tinha esquecido, coloca eles pra carregar no banheiro, amanhã a gente coloca de novo. Nós entramos de quatro no quarto da Maria, na hora ouvimos meu tio acender a luz do banheiro, depois ouvimos ele lavar os brinquedos e colocar pra carregar. Maite, como sempre, teve a ideia, falou pra irmã dela ligar o computador, procuramos o site onde vendiam os brinquedos e vimos as instruções, todas as explicações estavam em espanhol, até dizia o tempo de carga, era por USB e tinha uma carga muito rápida. Maite pediu pra irmã dela que eu pegasse os brinquedos do banheiro e trouxesse, esperamos até que no quarto dos pais só se ouvia os roncos do Antonio e os sopros da Ana. Maria saiu descalça e logo voltou com os apetrechos, pela primeira vez viam eles de perto, não causaram nenhuma impressão até que eu mostrei com o celular como funcionavam. Maite largou o vibrador quando ele pulou na mão dela e não sabia o que fazer com ele, Maria tirou da bolsa um creme hidratante e disse pra irmã deitar na cama dela. Quando ela deitou, tirou a calça do pijama, abriu as pernas da irmã e sem explicar nada passou creme no vibrador e enfiou na buceta dela, eu engoli seco ao ver a xereca tão gostosa da Maite, a luzinha do aparelho fazia ela parecer uma vela num bolo de aniversário. Maria e eu sentamos na cama do lado da Maite, minha prima me pediu o celular e começou a apertar o botão verde, Maite começou a rir pelo efeito suave do aparelho, mas quando foi aumentando a intensidade, as risadas viraram suspiros, gemidos e gritos abafados, Maria deu por encerrado o teste e deixou no mínimo. Maite insistiu pra ver como funcionava o de homem, as duas me encheram o saco pra eu experimentar, no fim tive que ceder e tive que deitar do lado da Maite. As duas irmãs cuidaram de tudo, baixaram minha calça e cueca e enquanto uma pegava na minha rola mole e nas bolas, a outra fechava o anel em volta, Maria disse. - Caralho, que rola que meu pai tem, ele aperta dois pontos mais largo que você. - E olha que você tem uma rola boa, primo. As duas deixaram minha rola ir tomando forma enquanto apertavam o celular, mas quando chegou no ponto ideal, Maite quis ver o efeito do aparelho juntando, subiu em cima de mim, a irmã tirou o vibrador da buceta dela um instante antes dela enfiar minha rola e colocou ela mesma. Com o controle na mão, era ela quem comandava os dois, a Maite Gostei de perceber como meu pau se movia dentro dela, mas eu virei o anel, o vibrador batia certinho no clitóris dela e aí ela entendeu todo o poder que tinha. Começou a rebolhar em cima de mim enquanto a María escolhia a intensidade, até a do vibrador que ela tinha enfiado na buceta dela. A Maite foi a primeira a gozar, e assim que ela levantou de cima de mim, comecei a jorrar porra que a María tentava pegar com a boca. A Maite pegou o celular e colocou no máximo a intensidade do vibrador da María, que gozou enquanto tentava limpar todo o sêmen que tinha saído de mim. Enquanto a irmã dela se recuperava do orgasmo, a Maite levou os brinquedos de volta pro banheiro, lavou eles e colocou pra carregar de novo. De manhã, quando acordamos, os brinquedos já não estavam mais carregando, mas eu sabia onde estavam, e meus tios também. Continua... Agradeço pelos comentários. Valeu.
— Senhorita Pepita? Podia vir ao escritório um momento?
— Já vou, seu Antônio.
— Não se demore, por favor.
A caixa fechou o caixa e saiu do tablado de madeira dela. Foi direto pro escritório, preocupada com a urgência do seu Antônio. Quando entrou, ele pediu pra ela fechar a porta e ficou de pé esperando instruções.
— Srta. Pepita, quantos anos a senhora trabalha comigo?
— Bom, mês que vem faz 22 anos.
— E quantos favores eu pedi pra senhora nesse tempo?
— Bom, seu Antônio, além de eu provar algum modelo pra cliente ver, acho que nenhum.
— Pois hoje tenho que pedir um, é importante pra mim, um pouco especial.
— O senhor manda, seu Antônio, peça o que quiser, a senhora sabe que trabalho muito feliz aqui.
Meu tio se levantou de trás da mesa e ficou na frente da caixa quarentona.
— Esse é meu problema, se tivesse outra solução, não pediria.
— Nossa, seu Antônio, que barbaridade, o que que houve aí?
— Pois não sei, tava atendendo dona Úrsula e fiquei assim.
— E como o senhor quer que eu ajude?
— Bom, pensei que a senhora podia me acalmar.
— E como? Nunca fiz nada igual, nunca vi o membro de homem!
— Quer dizer que nunca viu um pau?
— Nunca. Uma vez tive um namorado, tinha uns vinte anos, e no cinema ele quis me beijar, eu não quis e ele colocou minha mão na braguilha dele. Senti algo duro e dei um tapa nele. Ele levantou e me deixou plantada. Desde então, não tive mais namorado.
— Poxa, sinto muito, Srta. Pepita, mas se fizer o que eu explicar, não vai ser tão difícil.
— O senhor acha? Confio no senhor. O que posso fazer?
— Se quiser, primeiro com a mão toca por fora da calça.
— Nossa! Que duro, que sensação.
— Pois agora que sabe como é, quer tirar ele? A garota tentou abaixar o zíper, mas a pica não deixava. Meu tio teve que tirar a calça e a cueca, e ficou com a pica a 45 graus.
- Caralho, que absurdo, não imaginava que fosse tão enorme.
- Pois é, agora você tem que pegar com a mão e, apertando um pouco, mexer pra cima e pra baixo.
- Assim? Não consigo segurar com uma mão só.
- Então tenta com as duas ao mesmo tempo.
- Tô indo bem?
- Tá indo muito bem, faz um pouco mais rápido.
- Assim rápido?
- Assim tá bom, se quiser pode molhar com saliva porque tá ressecada.
- Mas aí vou ter que soltar.
- Então faz com a língua, assim você não para de mexer.
- É meio salgada, não é ruim.
- Ainda tá seca, dá pra colocar mais saliva?
- Com a língua só molho um pouco.
- Tenta molhar com os lábios, abre a boca e aproxima, o melhor é meter na boca, que é onde tem mais saliva.
- Seu Antônio, não cabe na minha boca.
- Claro que cabe, mulher, é só tentar, abre um pouco mais, assim, viu como cabe?
- Aaah, não conseguia respirar, e ainda tô com um calor...
- Tem razão, no escritório tá muito quente, se quiser tira a blusa.
- Mas é do uniforme.
- Não se preocupa, não dá nada, por um dia...
- Mas por baixo só tem roupa íntima.
- Fica tranquila, não vou falar nada, vou tentar não olhar.
- Obrigada, seu Antônio, o senhor é muito educado.
- Obrigado, mas continua chupando.
- Agora cabe melhor na boca, tô fazendo direito?
- Sim, muito bem, você ficaria brava se eu falasse uma coisa?
- Não, seu Antônio, sei que o senhor é sério.
- Tenho certeza que seu ex-namorado foi um idiota por ter te largado.
- Por que o senhor diz isso?
- Porque você é uma mulher muito gostosa e tem um corpo lindo.
- Nossa, não me diga isso, o senhor me elogia demais, adoro ouvir, mesmo sabendo que não é verdade.
- Como não, pelo pouco que vejo, você tem um decote maravilhoso.
- Qual nada, é Horrível, já tô velha, quando era nova até que tinha um corpo bom.
- Pois agora eu sinto que seus peitos não têm nada a invejar aos de uma de vinte anos.
- O senhor é brincalhão, já não são nem sombra do que eram, tão caídos e moles.
- Mas com certeza são tão sensíveis quanto antigamente.
- Nisso o senhor tem razão, às vezes sem perceber meus bicos ficam marcados e tenho que colocar um lenço por baixo do sutiã.
- Como agora?
- Ah! sim, já tô te falando.
- Eu adoraria vê-los, devem ser como bombons.
- Fico com vergonha, mas como o senhor adivinhou que eles são escuros?
- Porque eu tô sonhando com eles e os vejo durinhos como biscoitos de chocolate.
- Não me diga essas coisas porque cada vez eles ficam mais marcados.
- Deixa eu vê-los enquanto você continua me chupando. Meu tio não esperou a confirmação, enquanto a caixa mamava a rola dele amarrando com as duas mãos, ele baixava as alças do sutiã dela. As taças ficaram soltas e ele meteu a mão puxando o peito todo pra fora, com a outra abaixou a taça e deixou ela debaixo do peito da mulher.
- Eu tinha sido modesto no meu sonho, você tem uns bicos lindos. A mulher se colocou numa posição que deixou o outro peito ao alcance do meu tio, que não demorou a puxar ele também.
- Que tal se descansar um pouco? Deve estar com a mandíbula cansada.
- Pois agradeço, já não tenho mais saliva.
- Então enquanto isso eu podia chupar esses seus bicos morenos.
- Tá bem, mas não me machuca por favor, você é o primeiro a fazer isso. Antonio se jogou nos peitos de Pepita, eles não eram tão moles como ela dizia e logo encheu a boca com os bicos dela, a garota continuava mexendo na rola de Antonio, tava vermelha de tanto chupar.
- Você tem uns peitos deliciosos, Pepita, posso te tratar por você?
- Se o senhor quiser.
- Seus bicos tão cada vez mais duros, sinto eles no céu da boca, me pergunto como é a lingerie que você usa, faz conjunto com o sutiã?
- É meu vício secreto. Sempre vou combinadinha.
- Que modelo você usa, biquíni, calcinha fio dental, calcinha comum ou tanguinha?
- Nossa, quanto você sabe, seu Antonio, tô usando um biquíni.
- É que eu amo lingerie, tô pensando em montar uma loja desse ramo, mas não me trate de senhor, me chama só de Antonio.
- Valeu pela confiança, eu adoraria vender lingerie.
- Tô interessado em ver se você tem bom gosto pra escolher, precisaria de uma compradora.
Pepita soltou a pica do Antonio e levantou a saia, a calcinha subia quase até o quadril fazendo um V, no púbis dava pra ver o volume segurando uma moita generosa de pelos.
- Hum, lindas, você tem bom gosto mesmo, venderíamos as melhores marcas e iríamos pros desfiles, posso ver de perto?
- Claro, Antonio, fica à vontade, são de uma marca da moda.
- E que tecido é esse?
- É renda, toca aqui pra ver que maciez.
Antonio tinha tirado a calça e tava com a pica pra fora na frente dele, sentou a Pepita na mesa do escritório e ficou de frente pra ela, abriu as pernas dela e se aproximou pra ver o tecido, com a luminária da mesa iluminou e viu que tava molhada, pelos elásticos apareciam os cachos morenos.
- São muito macias, e não te apertam? Esse tecido não te marca?
- Não, nada, não me apertam nada, olha bem.
Meu tio com a luz iluminou entre as coxas da Pepita, a calcinha brilhava e ele separou a virilha puxando o elástico, a moita de pelo escondia tudo, com os dedos abriu a juba no meio e apareceram os lábios da buceta da Pepita, quando passou o dedo na entrada da vagina a garota tremeu, meu tio pegando ela pelos peitos e tirando todos os papéis da mesa deixou ela deitada na horizontal.
- Parecem ser de boa qualidade mesmo e têm um estilo muito bonito, e qual a diferença delas pra uma calcinha normal?
- Bom, essas aqui chegam na minha virilha até o quadril e fazem minhas pernas parecerem mais longas, pena que ninguém vê elas. Veja.
— Pois eu adoraria ser o primeiro, posso abaixar um pouco?
— Se quiser só um pouquinho, pra ver o efeito...
A garota levantou a bunda quando meu tio puxou a calcinha, mas não foi só um pouco — ele só parou de puxar quando ela chegou nos tornozelos.
— Tem razão, tem uma cava bem alta e na frente faz um formato de V.
— É o que eu mais gosto, mas não posso comprar mais baixas.
— Por quê? Ficariam melhor em você.
— Tenho vergonha de dizer, mas... vou te contar, é porque tenho muito pelo na buceta.
— Você disse muito? Não acredito, eu adoro, é como descobrir um tesouro toda vez que se abre.
— Que coisas você fala.
— Olha só, se eu afasto os pelos, aparecem seus lábios rosados, hmm, que aroma, você é uma mulher muito gostosa.
— Não me diga essas coisas que não são verdade, eu já não agrado ninguém.
— Como não? Olha meu pau como está, morrendo de vontade de entrar nessa buceta peluda.
— Agora já é tarde pra perder a virgindade.
— Você é virgem de verdade?
— Claro, não tive nenhum namorado desde então.
— Não acredito em você, Pepita.
— Juro, pode ver com a luz.
Antonio focou a buceta da Pepita, estava molhada e escorrendo sucos, separou os pelos e os lábios menores, mais escuros que o resto, puxou-os para os lados e, como uma flor, a vagina da Pepita se abriu, na entrada estreitava claramente, deixando um buraco mínimo. Meu tio enfiou um dedo, mas Pepita estremeceu, mesmo assim abriu as pernas.
— Quer segurar as pernas dobradas e abertas por um momento? Gostaria de verificar uma coisa.
— Duvida? Ou será que rompi? Isso doeria.
— Não se preocupe, só quero sentir a elasticidade da membrana.
— Mas não vai me machucar, vai?
— Acho que não, no máximo um leve incômodo.
Antonio passou o pau por toda a buceta, enquanto passava, abria caminho entre os pelos até chegar no clitóris, a garota quase soltou as pernas, mas meu tio se abaixou e... lambeu o botão, provavelmente já tinha se masturbado várias vezes antes, mas com certeza nunca tinha ficado tão duro. Pepita ofegava e gemia enquanto meu tio lambia a buceta e molhava ainda mais os lábios da ppk, a garota só sussurrava o nome dele sem muita convicção, Antonio não, Antonio não. Meu tio se colocou entre as coxas dela e passou pela enésima vez a buceta com a cabeça da pica, ela levantava a bunda acompanhando o movimento, até que ele parou na frente do buraco, a garota respirou fundo e prendeu a respiração, só soltou o ar quando a cabeça da pica rompeu o hímen. Não foi quase doloroso, até Pepita ficou meio incrédula, achava que na idade dela estaria endurecido, mas já não se preocupava, agora só sentia a pica do chefe entrando nela, já não murmurava Antonio, agora dizia… - Mete mais, mete tudo por favor, tantos anos esperando por isso. - Te machuquei, Pepita? - Não, Antonio, me fode até o fundo. - Já meti mais da metade, tenho medo de te machucar, Pepita. - Não se preocupa, mete tudo até o talo e rápido, vou gozar, Antonio. - Espera um pouco, aproveita o momento, minha pica tá no talo, tá sentindo? - Você me mata, Antonio, me mata de prazer mas não para, continua mesmo que eu chore de dor. - Assim que você gosta? - Siiim assim, não para, mete mais, mais, vou gozar, Antonio. E gozou, embora tenha soltado as pernas e deixado elas penduradas na mesa, continuou tremendo até meu tio dizer. - Pepita, agora vou gozar, onde eu gozo? - Goza na minha buceta, me enche de porra, Antonio. - Não tem medo de engravidar? - Não, já faz três anos que a menstruação parou, goza dentro. Com sinal verde, meu tio agarrou os peitos de Pepita e ficou colado nela, pela pica dava pra sentir o vai e vem da porra que ele despejava dentro da até pouco tempo virgem, quando tirou, um fio de sêmen caiu no chão do escritório. Quando Pepita conseguiu se levantar, abraçou meu tio e, com os olhos cheios de lágrimas, disse No ouvido. — Obrigada, Antônio. Faz muitos anos que sonhava em ser comida por você, hoje finalmente aconteceu. Quando saíram do escritório, as duas senhoras já tinham ido embora, preocupadas com a saúde do seu Antônio. A balconista tinha ficado com o recado de ligar para elas mais tarde para tranquilizá-las. Enquanto isso, na sapataria da minha tia Ana... Minha tia estava atendendo um cliente especial, chamado seu Elias, um dos melhores clientes. Ela estava mostrando os sapatos que ele tinha pedido, comentando que não gostava dos que usava, mas que a mulher dele insistia naquele modelo antiquado. Minha tia tinha separado uns que estavam na moda este ano. Quando levou o primeiro tapa entre as pernas, o rosto dela tremeu. O cliente olhou estranho, mas o segundo tremor foi muito mais forte, e Ana se dobrou, apertando as coxas. O cliente se assustou. — O que foi, dona Ana? Aconteceu alguma coisa? — Não, acho que não, mas estou sentindo uma coisa estranha. — Quer que eu chame um médico? — Não precisa, vou sentar um pouco no meu escritório. — Permita-me acompanhá-la. — Obrigada, seu Elias. — Quando chegaram ao escritório, minha tia, encolhida, fechou a porta e se agarrou ao seu Elias. — Desculpe, seu Elias, mas o único jeito de aliviar essa dor é se alguém me abraçar. — Como quiser, mas não quero que pense que estou me aproveitando da situação. — Claro que não, é que deve ser uma crise de ansiedade, e passa quando me sinto abraçada. — Se é assim... — Me abrace forte, não tenha medo. — Não se preocupe, dona Ana, se a senhora se sente melhor, mas deixe eu tirar o paletó primeiro. — Ufa, desculpe, é que o ar condicionado não está ligado e está muito calor. Vou tirar a blusa, se o senhor não se importar. — Claro, o que precisar, o importante é a saúde. — Então me abrace forte. — Desculpe, dona Ana, mas se sentir uma coisa dura aqui embaixo, não pense que é de propósito. — Fique tranquilo, não se preocupe. Relaxa, me abraça.
— Tô sofrendo por você, tô muito à vontade te abraçando, mas meu pau tá cada vez mais duro e vai te incomodar.
— Nada disso, quem sofre por você sou eu, ainda por cima que tô te ajudando, tô te causando desconforto. Espera aí que eu tiro ele, vai ficar mais confortável.
— Como quiser, dona Ana, mas te aviso, não sou muito normal.
— Oooh, você disse que não é normal, é maravilhosamente normal, que pau que o senhor Elías tem, é lindo.
— Obrigado, dona Ana, mas te avisei.
— Mas fico mal de você estar com essa ereção, vai acabar estourando.
— Não se preocupa comigo agora, se abraça, só quero que você se cure.
— Mas vou te incomodar com meus peitos.
— Fica tranquila, mas se me permite dizer, você tem uns peitos impressionantes, quase tão duros quanto meu pau.
— Que exagerado, não é verdade?
— Bom, eu disse quase, mas adoraria apalpar eles.
— Depois do que você tá fazendo por mim, não posso te negar nada, toca no que quiser, senhor Elías.
— É injusto, sou um egoísta, me desculpa, mas você também pode tocar no meu pau.
Minha tia Ana pegou no pau do cliente, teve que usar as duas mãos, era mais curto que o do marido dela, mas mais grosso. Enquanto o senhor Elías tinha soltado o sutiã dela e tirado os peitos pra fora, amassava eles com gula. Minha tia foi se abaixando até ficar de joelhos na frente do pau do senhor Elías, olhou pra ele e meteu na boca, quase não coube, mas fez todo esforço pra pelo menos a cabeça entrar. O cliente, curvado sobre ela pra não soltar os peitos, via o pau sumindo aos poucos na boca da Ana. Chegou uma hora que não aguentou mais e se levantou de repente.
— Não aguento mais, senhor Elías, o senhor tem ele muito grosso.
Ana se virou, levantou a saia, baixou a calcinha e se apoiou na mesa, com um tapa jogou todos os papéis e disse:
— Senhor Elías, me fode, por favor, mete em mim.
O cliente baixou as calças. Mas quando foi encarar a buceta da Ana, viu a luzinha piscando.
- Com licença, dona Ana, mas aí tem uma luz acesa.
- Ah sim, é um tratamento pra ansiedade. Molha com saliva meu cu e mete no meu ânus.
- Sério? A senhora me dá o seu cu?
- É seu, seu Elias.
O cliente ainda não acreditava quando, depois de cuspir, enfiou a glande. Minha tia tentava não reclamar, mas os olhos enchiam d'água.
- Desculpa, dona Ana, se tiver doendo, fala que eu paro.
- De jeito nenhum, seu Elias. Enterra até o fundo.
- A senhora não sabe como me faz feliz, dona Ana. Era meu sonho dourado.
- A sua esposa não te dá o cu?
- Minha mulher? Nunca. Uma vez sugeri, ela não falou comigo por um mês. É uma reprimida, uma beata, e quase não me deixa a buceta também.
- O senhor enfia até onde der, não se preocupa se eu rasgar o cu. Mesmo que eu reclame, não liga, continua.
- Posso pedir um favor, dona Ana?
- Claro, o que quiser.
- A senhora se ofenderia se eu soltar uns xingamentos?
- Nada, homem, nada. Me deixa mais puta.
- Valeu… puta, você é uma puta e vou arrebentar seu cu. Já tava na hora de tanto me negar. Agora vou te comer quando quiser, e depois você vai se confessar pro padre e contar: meu marido me comeu o cu com o pauzão dele.
- Nossa, seu Elias, o senhor tem um bom repertório.
- Desculpa, tava falando com a minha mulher. Quando chegar hoje à noite, vou foder o cu dela até ela perder os sentidos. Tantos anos me negando.
- Acho ótimo, mas agora continua. Com insulto ou sem, não para de foder o meu cu.
Seu Elias continuou xingando a esposa enquanto metia o pau na Ana. Ela teve que se segurar na beirada da mesa, porque os empurrões mexiam até o computador. Ana gozou só um instante antes de seu Elias encher o cu dela de porra. Devia ter uma reserva enorme, porque quando Finalmente ele tirou, saiu um jato que fez uma poça no chão. Ana mal conseguia se levantar da mesa, os peitos esmagados contra a tampo e a buceta aberta igual a boca de um canhão, mas satisfeita. Dom Elías foi embora com os sapatos novos que ele usava, e no lixo estavam os que ele tinha trazido de casa. Ignorando o que tinha causado nas lojas dos meus tios, guardei o celular. Quando cheguei em casa, encontrei María, que tinha acabado de chegar. Ela me perguntou logo se eu tinha achado a garota da balada. Contei que, em vez de uma, encontrei duas iguais. Ela riu da coincidência, mas quando terminei a história, ficou chocada. Não dei todos os detalhes, mas contei o jogo com as gêmeas. Ela gostou do final e do possível futuro. Perguntei sobre os pais dela, e ela disse que ainda não tinham voltado pra casa. Estranhei que eles estivessem com os vibradores o dia inteiro, mas ela me contou que ouviu eles comentarem que fizeram um acordo de usá-los sempre por três meses. Fiquei surpreso e disse que tinha ficado brincando com meu celular no caminho, e combinamos de seguir os movimentos deles. Quando minha tia chegou, María e eu ficamos de olho nela. A primeira coisa que ela fez foi ir pro quarto e depois tomar banho. Quando saiu enrolada numa toalha, lembrei da Inma. Adoraria ter tirado a toalha dela, mesmo sabendo o que ia ver, porque é sempre um prazer admirar o corpo de Ana. Ela vestiu uma roupa leve pra ficar em casa e foi pra cozinha. Maite chegou um pouco depois e foi a primeira a perguntar como os pais estavam se comportando. Atualizamos ela com as notícias que tínhamos, e ela se juntou a nós pra vigiar os pais. Quando meu tio Antonio chegou em casa, ele parecia pensativo. Não notamos nada de extraordinário, mas ele não era o mesmo de sempre. No jantar, a conversa foi curta. Mal arrumamos a mesa, minha tia disse que estava cansada, e meu tio, bocejando, deu a mesma desculpa. Quase peguei o telefone e... apertar os botões ao mesmo tempo e animá-los, mas achamos exagerado. Ficamos vendo televisão no sofá, minhas primas me deixaram sentar entre elas, ficamos conversando sobre várias coisas, contei a elas o tempo que passei com Flor em agradecimento pelo favor que fiz, embora Maria já estivesse informada com todos os detalhes da gozada que eu tinha dado entre os peitos dela, ela mesma tinha contado, pra ela tinha sido especial porque eram a obsessão dela e ficaram bem meladas, do orgasmo que ela teve só teve um adjetivo, tinha sido fantástico. Também falamos dos brinquedos dos pais delas, embora eu já tivesse dito como eram, elas estavam curiosas pra ver e até pra experimentar, vendo os efeitos que causavam. Já fazia um tempo que meus tios tinham ido dormir, por um lado a curiosidade sobre os brinquedos e seus efeitos nos consumia, mas por outro não se ouviam os gemidos e gritos de outras vezes, quando meus tios transavam desenfreados. Maite, como sempre, foi a mais ousada, com seu pijama curto e seus chinelos, pulou do sofá e disse pra gente segui-la, Maria seguiu e depois eu me juntei a elas, apagamos todas as luzes da casa, até Maria abriu a porta do quarto dela e nos desejou boa noite e depois fechou de novo como se tivesse ido dormir. A porta dos meus tios estava entreaberta, mas lá dentro não tinha luz nenhuma, ficamos decepcionadas porque a espionagem tinha acabado, mas Maria ficou parada e mandou a gente calar a boca, colocou o ouvido na porta, os pais dela ainda não dormiam e estavam conversando no escuro, achamos que também podiam estar transando no escuro, mas descartamos porque o tom calmo da conversa e o silêncio reinante não se pareciam em nada com as batalhas sexuais dos meus tios. Sentamos no chão coladas na porta, lá dentro ouvimos Antônio, ele estava dizendo baixinho pra Ana. - Hoje aconteceu uma coisa estranha comigo, tenho vergonha de te contar, mas acho que como nunca tivemos segredos entre Espero que você não fique bravo.
— Com todos esses anos juntos e as experiências que vivemos, não consigo ficar bravo com você por nada. Você sabe que te amo do jeito que é, e nós dois nos completamos muito. Me conta.
— Bem, era umas sete da tarde. Não tinha muito trabalho, mas eu estava ocupado atendendo dona Úrsula. Tava agachado na frente dela. A senhora, como você sabe, é bem idosa, e as saias dela não eram exatamente curtas, por isso me surpreendeu ainda mais a ereção que eu tive de repente. Cheguei a pensar que tinha imaginado que era uma garota jovem de minissaia sem calcinha, como acontece às vezes, mas era a coisa mais anti-erótica que se podia ver.
— Imagino. Continua.
— Aí eu tive que me levantar, porque a pica crescia a passos largos. Quando fiquei de pé, um volume enorme apareceu na minha calça. Imagina minha pica dura.
— Imagino, já curti ela dentro de mim várias vezes. Continua.
— Fui pro escritório. Precisava urgentemente baixar a ereção e pensei que se eu batesse uma, passaria. Mas bati umas duas vezes e só piorou. Aí pensei que precisava de uma ajuda e a primeira coisa que me veio à cabeça foi chamar a caixa.
— A Pepita? Mas ela não é bem novinha.
— Por isso mesmo. Podia ter chamado a Susi, a vendedora, mas pensei que com os 20 anos dela não resolveria nada.
— Boa ideia.
— Pensei que a Pepita, com a experiência dela, teria mais soluções. Então, sabendo que era um caso delicado, fui perguntando até que ponto ela topava colaborar. A moça se ofereceu pra me ajudar incondicionalmente, mas quando viu o volume da pica, ficou impressionada.
— Normal. Ver uma tranca daquelas sem aviso... mas ela já devia ter experimentado alguma na idade dela.
— Esse foi outro detalhe. Acontece que ela nunca tinha segurado uma na mão, e pra piorar, ainda era virgem.
— Virgem? Ainda? Achava que não existiam mais. E aí, o que aconteceu?
— No começo, ela topou... fazer uma punheta bem casta, mas fui convencendo ela a ser mais eficaz em me motivar e ela me chupou, e tenho que admitir que pra ser a primeira vez que colocava algo na boca, ela mandou muito bem. - As mulheres têm a arte inata. - Eu admito que fiquei com tesão e pra acelerar a solução fiquei apalpando os peitos dela com as mãos cheias. - E ela não reclamou do apalpamento? - Bom, eu sou cavalheiro o suficiente pra não ferir a sensibilidade dela. - Já te conheço, sim. - Pra resumir, a gente ficou conversando sobre lingerie, depois sobre a dela, sobre a calcinha dela, tirei e antes que a gente percebesse ela tinha perdido a virgindade e eu gozei dentro da Pepita. - Bem pra Pepita, e ela não vai engravidar? - Não, ela me disse que a menstruação dela tinha acabado há uns dias e que eu podia encher ela de porra sem medo. - E o pau broxou? - Sim, deixei dentro da Pepita até broxar, saiu um jato de porra como há muito tempo não via, espero que você não se importe, querida. - Não, claro que não, e você não sentiu nada no pau quando ele endureceu de novo? - Achei que o anel vibrava, mas não achei possível. - Pois eu também tenho algo pra te contar, eu senti o vibrador que tô usando na buceta vibrar, em qualquer outra ocasião já me deixa com tesão, mas naquele momento me surpreendeu. - Você também estava na loja? - Claro, estava na frente de um cliente muito importante, a esposa dele tem muito dinheiro, é muito simpática e ele tava me contando em segredo como a mulher dele o trata, o caso é que de repente senti uma excitação enorme na vagina, achei que ia gozar na frente do cliente. - Que loucura, e o que você fez? - Bom, tive que ir pro escritório e o cliente, que se chama dom Elias, me acompanhou galantemente, quando cheguei tive outra vibração, achei que ia cair, pedi pra ele me abraçar pra não cair, o coitado estava todo envergonhado, principalmente quando, por causa do abraço, o pau O pau dele acordou.
- Normal, te ter nos braços seria demais pra ele.
- Ele se desculpou mil vezes, mas nem por isso o pau dele baixou, tive que tirar ele e fiquei assustada, imagina o grosso que é o seu, pois o dele era mais, embora não tão comprido.
- Então também calçava um bom tamanho.
- Você sabe como eu gosto de chupar um pau e me apliquei até meter ele na minha boca, ofereci meus peitos pra compensar ele, mas vendo ele tão apavorado, mostrei minha bunda.
- Sua bunda? E por que não sua buceta?
- Porque eu tava com o vibrador ligado e funcionando e não caberia também o pau grosso dele.
- Entendo, continua.
- Então não precisei animar ele, ele nunca tinha metido o pau dele numa bunda, a mulher dele sempre negou, parece que é muito religiosa.
- Pobre homem, isso foi um presente pra ele.
- Claro, principalmente quando ele começou a xingar a mulher dele e jurar que ia arrebentar a bunda dela essa noite.
- Kkkk, tô imaginando.
- Kkkk, eu também, então quando ele gozou na minha bunda foi o mais feliz dos mortais, de verdade, ele comprou os sapatos que mais gostava e os que a mulher dele obrigava ele a usar jogou no lixo.
- Kkkk, então a gente fez até umas obras de caridade?
- Dá pra pensar que sim.
- E tudo graças aos seus brinquedos.
- Você gostou deles, né?
- Claro, mas vai ter que carregar eles uma hora, não vai?
- Claro, tinha esquecido, coloca eles pra carregar no banheiro, amanhã a gente coloca de novo. Nós entramos de quatro no quarto da Maria, na hora ouvimos meu tio acender a luz do banheiro, depois ouvimos ele lavar os brinquedos e colocar pra carregar. Maite, como sempre, teve a ideia, falou pra irmã dela ligar o computador, procuramos o site onde vendiam os brinquedos e vimos as instruções, todas as explicações estavam em espanhol, até dizia o tempo de carga, era por USB e tinha uma carga muito rápida. Maite pediu pra irmã dela que eu pegasse os brinquedos do banheiro e trouxesse, esperamos até que no quarto dos pais só se ouvia os roncos do Antonio e os sopros da Ana. Maria saiu descalça e logo voltou com os apetrechos, pela primeira vez viam eles de perto, não causaram nenhuma impressão até que eu mostrei com o celular como funcionavam. Maite largou o vibrador quando ele pulou na mão dela e não sabia o que fazer com ele, Maria tirou da bolsa um creme hidratante e disse pra irmã deitar na cama dela. Quando ela deitou, tirou a calça do pijama, abriu as pernas da irmã e sem explicar nada passou creme no vibrador e enfiou na buceta dela, eu engoli seco ao ver a xereca tão gostosa da Maite, a luzinha do aparelho fazia ela parecer uma vela num bolo de aniversário. Maria e eu sentamos na cama do lado da Maite, minha prima me pediu o celular e começou a apertar o botão verde, Maite começou a rir pelo efeito suave do aparelho, mas quando foi aumentando a intensidade, as risadas viraram suspiros, gemidos e gritos abafados, Maria deu por encerrado o teste e deixou no mínimo. Maite insistiu pra ver como funcionava o de homem, as duas me encheram o saco pra eu experimentar, no fim tive que ceder e tive que deitar do lado da Maite. As duas irmãs cuidaram de tudo, baixaram minha calça e cueca e enquanto uma pegava na minha rola mole e nas bolas, a outra fechava o anel em volta, Maria disse. - Caralho, que rola que meu pai tem, ele aperta dois pontos mais largo que você. - E olha que você tem uma rola boa, primo. As duas deixaram minha rola ir tomando forma enquanto apertavam o celular, mas quando chegou no ponto ideal, Maite quis ver o efeito do aparelho juntando, subiu em cima de mim, a irmã tirou o vibrador da buceta dela um instante antes dela enfiar minha rola e colocou ela mesma. Com o controle na mão, era ela quem comandava os dois, a Maite Gostei de perceber como meu pau se movia dentro dela, mas eu virei o anel, o vibrador batia certinho no clitóris dela e aí ela entendeu todo o poder que tinha. Começou a rebolhar em cima de mim enquanto a María escolhia a intensidade, até a do vibrador que ela tinha enfiado na buceta dela. A Maite foi a primeira a gozar, e assim que ela levantou de cima de mim, comecei a jorrar porra que a María tentava pegar com a boca. A Maite pegou o celular e colocou no máximo a intensidade do vibrador da María, que gozou enquanto tentava limpar todo o sêmen que tinha saído de mim. Enquanto a irmã dela se recuperava do orgasmo, a Maite levou os brinquedos de volta pro banheiro, lavou eles e colocou pra carregar de novo. De manhã, quando acordamos, os brinquedos já não estavam mais carregando, mas eu sabia onde estavam, e meus tios também. Continua... Agradeço pelos comentários. Valeu.
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