Finalmente não tive mais opção a não ser me virar e ficar de frente para a Dra. Cristina, é especial porque ela estava se dirigindo a mim e eu realmente não queria que ela pensasse que estava faltando com respeito novamente.
Então me virei (embora deva admitir que bem timidamente) e ela nem sequer fingiu olhar para minha virilha.
- Pode se limpar com os lenços descartáveis do balcão - foi tudo que ela me disse.
(Pelo menos posso dizer que não foi a primeira vez que fiquei impressionado por uma mulher, já que tenho certeza que a ordem que ela me deu para me despir se encaixaria na regra da "Nudez Inesperada". O que funcionaria como um argumento na minha defesa tão sólido quanto meu pau nos momentos finais do exame médico... um final satisfatório para um dia promissor!).
- Que tenha sorte com suas conquistas acadêmicas... já pode se vestir e pegar o Certificado na saída... já assino para você - finalizou a Dra. Cristina.
Acho que tenho que reconhecer que passar por aquele exame médico valeu a pena: já que me formei com um excelente desempenho em um curso muito exigente.
Naquele momento, seja qual fosse o motivo, eu nem estava prestando atenção no fato de que a Enfermeira ainda estava no Consultório comigo, então apenas caminhei até o lugar onde estavam minhas roupas. Mas logo reagi à presença dela.
- Nossa... - suspirou a Enfermeira, sem nem pensar que eu responderia em forma de pergunta.
- Nossa? - claramente implicando que queria saber o motivo da expressão dela.
- Acabei de me formar na Escola de Enfermagem e nunca antes tinha visto um paciente tão excitado - ela me explicou com surpreendente franqueza, embora com um tom de timidez.
Eu não soube o que dizer, então simplesmente me inclinei para pegar minhas roupas.
- Nossa - a ouvi exclamar novamente, embora desta vez a Enfermeira se explicou sem que eu precisasse perguntar - Também nunca tinha visto um cu tão dilatado... acho que se Você tem uma namorada que queira tentar te penetrar? Agora é a hora certa, hein?
Quero acreditar que a última parte da afirmação dela simplesmente "escapou", porque depois dessa declaração ela ficou toda corada e rapidamente terminou de limpar a maca e saiu do consultório sem dizer mais nada.
Apesar de a última vergonha do dia ter acabado (ou pelo menos era o que eu pensava, tolamente), eu ainda estava ali com a pouco invejável tarefa de tentar enfiar um pau absolutamente ereto — que parecia que nunca ia amolecer — dentro de uma cueca feita para levar um pênis mole confortavelmente.
Limpei o fluido da minha glande, passei um lenço descartável pela umidade que escorria pelo meu tronco (sem fazer derramar mais) e também pelo menos um pouco do lubrificante que tinha fora da bunda antes de conseguir vestir a cueca de novo, embora não possa dizer que tenha sido uma sensação muito agradável.
Claro, meu pau ainda estava dolorosamente ereto, e meu rosto tinha uma cor vermelho-sangue; e eu não queria sair do consultório daquele jeito, então, na minha desesperação, olhei em volta e vi algo que poderia me ajudar.
A Dra. Cristina tinha deixado o gel lubrificante que usou no meu exame retal, então tudo que eu precisava fazer era baixar a cueca, pegar um pouco de lubrificante e aplicar na origem dos meus problemas para obter o tão desejado alívio.
"Sim", me decidi, "é isso que vou fazer!" Minha decisão estava tomada, tirei a roupa e apliquei uma boa quantidade de lubrificante na palma da mão, mas antes de pegar no pau, usei a outra mão para limpar o líquido pré-ejaculatório que já escorria pelo tronco do meu pênis. Feito isso, apliquei o lubrificante e comecei a me masturbar lentamente, imitando os movimentos dos dedos enluvados e pulsantes da Dra. Cristina, da base até a coroa, aumentando a velocidade gradualmente, mas ainda longe de chegar à beira do orgasmo.
Mais ou menos a essa... height, it occurred to me to think, "where the hell am I going to ejaculate without anyone discovering it?" I slowed down the intensity of my masturbation a bit and looked around again, and on the other side of the office, next to the door, I saw a wastebasket that perfectly suited my needs.
Half walking and half crawling, while masturbating until I was right over the basket, I used my left hand to hold my scrotum while speeding up the activity of my right hand.
My hand slid faster and faster back and forth along my ultra-hard shaft, and just before completely losing myself in the overwhelming sensation (while mentally recalling my examination, I must admit), it occurred to me that of all the things I could have expected from the aforementioned medical examination, ending up completely naked and furiously masturbating was not one of them.
But the thing was, just remembering the examination wasn't enough to "inspire" me, so to speak. Despite that, my thoughts shifted to me "taking control of the situation" with Dr. Cristina and Nurse Karen in a variety of scenarios: in my mind's eye, I reached a point where I had Dr. Cristina naked on the examination table while I embraced her from behind, while an equally naked Nurse Karen sat calmly waiting, knowing she would offer me her vagina as soon as I recovered from giving Dr. Cristina an intense fuck. The doctor had begun to moan loudly, albeit reluctantly (and almost involuntarily), as her vaginal walls gripped me when finally, it happened. It happened that I felt my testicles tighten and expel their contents as I ejaculated what seemed like an endless load of semen (evidently, the prostate exam had its impact), but immediately afterward, hearing the real Dr. Cristina clearing her throat behind me brought me back to reality. realidade. Não sei quando ela tinha voltado a entrar no Consultório sem que eu percebesse, mas ela tinha entrado e também me visto no meu momento de maior intimidade. Ela estava fazendo um esforço bravo para não soltar uma gargalhada, embora honestamente não possa dizer que ela estivesse perto de ser cem por cento bem-sucedida. Apesar de tudo, a Doutora me entregou um recipiente para amostras. - E pensar que eu estava preocupada com como você ia conseguir me dar uma amostra de urina no estado em que você estava... - ela disse, e botou a cereja no bolo quando terminou de me dar as instruções - Você tem que fornecer a amostra sob observação, então eu tenho que ver a urina saindo do seu pau, mas depois do que acabei de te ver fazendo, que problema você vai ter em fazer um pouco de xixi na frente de uma amiga? No entanto, mesmo que o "bolo da vergonha" já tivesse sua cereja como acabei de mencionar, para continuar com a metáfora, o último golpe de forno foi reservado pela Enfermeira Karen, como vou relatar na hora certa. Enquanto voltava para casa, não conseguia evitar evocar mentalmente tudo o que tinha acontecido comigo naquela tarde, de modo que assim que cheguei pulei para tomar um banho: para me limpar e para cuidar de outra ereção... sim, tenho que admitir que estava excitado de novo. Depois que terminei de sujar a parede do meu chuveiro com minha ejaculação, decidi olhar o Certificado que tinha sido o motivo de todos os acontecimentos do dia, embora a grande quantidade de siglas não me permitisse entendê-lo naquele momento. Meses mais tarde, no entanto, quando me deparei com uma cópia que eu mesmo fiz do Certificado, não pude evitar ficar corado de novo enquanto lembrava dos eventos do exame médico, mas dessa vez sorri porque consegui entender as abreviações que antes me haviam confundido. No item "Genitália (Masculina)" estavam as letras "DLN 0 Seg e 0 nódulos". Soube que significava que não tinha experimentado secreções (ou pelo (exceto as relacionadas a doenças venéreas) e que estava Dentro dos Limites Normais, sem mencionar o fato de que a Doutora realmente não encontrou nódulos durante um exame testicular que durou mais que a Guerra dos Sete Anos. Mas acho que não é nada mal uma Profissional da Medicina dar sua opinião honesta sobre meu pacote.
No entanto, para voltar ao que eu estava evitando, devo, para ser completamente honesto, contar sobre o "último golpe de forno". Quando finalmente terminei de me vestir e pude sair daquele maldito Consultório para ir à recepção e buscar o Certificado que a Dra. Cristina tinha deixado com a Enfermeira Karen, notei algo que não tinha percebido antes. Claro, o que notei é que eu era o único homem na Clínica. Perceber isso não teria significado grande coisa, exceto pelos comentários da Enfermeira Karen, enquanto me entregava o Certificado.
- A Dra. Cristina me informou o que encontrou quando voltou ao Consultório - disse para que todas as mulheres na recepção pudessem ouvir - Você é o primeiro paciente que fica tão excitado enquanto a gente examina ele pelado que depois tem que se masturbar!
Certamente imaginam como foi "divertido" ter que passar por entre todos aqueles risos descarados femininos... sem mencionar ter que aguentar os comentários mais desrespeitosos, que foi quando cheguei no momento de máxima humilhação.
Então me virei (embora deva admitir que bem timidamente) e ela nem sequer fingiu olhar para minha virilha.
- Pode se limpar com os lenços descartáveis do balcão - foi tudo que ela me disse.
(Pelo menos posso dizer que não foi a primeira vez que fiquei impressionado por uma mulher, já que tenho certeza que a ordem que ela me deu para me despir se encaixaria na regra da "Nudez Inesperada". O que funcionaria como um argumento na minha defesa tão sólido quanto meu pau nos momentos finais do exame médico... um final satisfatório para um dia promissor!).
- Que tenha sorte com suas conquistas acadêmicas... já pode se vestir e pegar o Certificado na saída... já assino para você - finalizou a Dra. Cristina.
Acho que tenho que reconhecer que passar por aquele exame médico valeu a pena: já que me formei com um excelente desempenho em um curso muito exigente.
Naquele momento, seja qual fosse o motivo, eu nem estava prestando atenção no fato de que a Enfermeira ainda estava no Consultório comigo, então apenas caminhei até o lugar onde estavam minhas roupas. Mas logo reagi à presença dela.
- Nossa... - suspirou a Enfermeira, sem nem pensar que eu responderia em forma de pergunta.
- Nossa? - claramente implicando que queria saber o motivo da expressão dela.
- Acabei de me formar na Escola de Enfermagem e nunca antes tinha visto um paciente tão excitado - ela me explicou com surpreendente franqueza, embora com um tom de timidez.
Eu não soube o que dizer, então simplesmente me inclinei para pegar minhas roupas.
- Nossa - a ouvi exclamar novamente, embora desta vez a Enfermeira se explicou sem que eu precisasse perguntar - Também nunca tinha visto um cu tão dilatado... acho que se Você tem uma namorada que queira tentar te penetrar? Agora é a hora certa, hein?
Quero acreditar que a última parte da afirmação dela simplesmente "escapou", porque depois dessa declaração ela ficou toda corada e rapidamente terminou de limpar a maca e saiu do consultório sem dizer mais nada.
Apesar de a última vergonha do dia ter acabado (ou pelo menos era o que eu pensava, tolamente), eu ainda estava ali com a pouco invejável tarefa de tentar enfiar um pau absolutamente ereto — que parecia que nunca ia amolecer — dentro de uma cueca feita para levar um pênis mole confortavelmente.
Limpei o fluido da minha glande, passei um lenço descartável pela umidade que escorria pelo meu tronco (sem fazer derramar mais) e também pelo menos um pouco do lubrificante que tinha fora da bunda antes de conseguir vestir a cueca de novo, embora não possa dizer que tenha sido uma sensação muito agradável.
Claro, meu pau ainda estava dolorosamente ereto, e meu rosto tinha uma cor vermelho-sangue; e eu não queria sair do consultório daquele jeito, então, na minha desesperação, olhei em volta e vi algo que poderia me ajudar.
A Dra. Cristina tinha deixado o gel lubrificante que usou no meu exame retal, então tudo que eu precisava fazer era baixar a cueca, pegar um pouco de lubrificante e aplicar na origem dos meus problemas para obter o tão desejado alívio.
"Sim", me decidi, "é isso que vou fazer!" Minha decisão estava tomada, tirei a roupa e apliquei uma boa quantidade de lubrificante na palma da mão, mas antes de pegar no pau, usei a outra mão para limpar o líquido pré-ejaculatório que já escorria pelo tronco do meu pênis. Feito isso, apliquei o lubrificante e comecei a me masturbar lentamente, imitando os movimentos dos dedos enluvados e pulsantes da Dra. Cristina, da base até a coroa, aumentando a velocidade gradualmente, mas ainda longe de chegar à beira do orgasmo.
Mais ou menos a essa... height, it occurred to me to think, "where the hell am I going to ejaculate without anyone discovering it?" I slowed down the intensity of my masturbation a bit and looked around again, and on the other side of the office, next to the door, I saw a wastebasket that perfectly suited my needs.
Half walking and half crawling, while masturbating until I was right over the basket, I used my left hand to hold my scrotum while speeding up the activity of my right hand.
My hand slid faster and faster back and forth along my ultra-hard shaft, and just before completely losing myself in the overwhelming sensation (while mentally recalling my examination, I must admit), it occurred to me that of all the things I could have expected from the aforementioned medical examination, ending up completely naked and furiously masturbating was not one of them.
But the thing was, just remembering the examination wasn't enough to "inspire" me, so to speak. Despite that, my thoughts shifted to me "taking control of the situation" with Dr. Cristina and Nurse Karen in a variety of scenarios: in my mind's eye, I reached a point where I had Dr. Cristina naked on the examination table while I embraced her from behind, while an equally naked Nurse Karen sat calmly waiting, knowing she would offer me her vagina as soon as I recovered from giving Dr. Cristina an intense fuck. The doctor had begun to moan loudly, albeit reluctantly (and almost involuntarily), as her vaginal walls gripped me when finally, it happened. It happened that I felt my testicles tighten and expel their contents as I ejaculated what seemed like an endless load of semen (evidently, the prostate exam had its impact), but immediately afterward, hearing the real Dr. Cristina clearing her throat behind me brought me back to reality. realidade. Não sei quando ela tinha voltado a entrar no Consultório sem que eu percebesse, mas ela tinha entrado e também me visto no meu momento de maior intimidade. Ela estava fazendo um esforço bravo para não soltar uma gargalhada, embora honestamente não possa dizer que ela estivesse perto de ser cem por cento bem-sucedida. Apesar de tudo, a Doutora me entregou um recipiente para amostras. - E pensar que eu estava preocupada com como você ia conseguir me dar uma amostra de urina no estado em que você estava... - ela disse, e botou a cereja no bolo quando terminou de me dar as instruções - Você tem que fornecer a amostra sob observação, então eu tenho que ver a urina saindo do seu pau, mas depois do que acabei de te ver fazendo, que problema você vai ter em fazer um pouco de xixi na frente de uma amiga? No entanto, mesmo que o "bolo da vergonha" já tivesse sua cereja como acabei de mencionar, para continuar com a metáfora, o último golpe de forno foi reservado pela Enfermeira Karen, como vou relatar na hora certa. Enquanto voltava para casa, não conseguia evitar evocar mentalmente tudo o que tinha acontecido comigo naquela tarde, de modo que assim que cheguei pulei para tomar um banho: para me limpar e para cuidar de outra ereção... sim, tenho que admitir que estava excitado de novo. Depois que terminei de sujar a parede do meu chuveiro com minha ejaculação, decidi olhar o Certificado que tinha sido o motivo de todos os acontecimentos do dia, embora a grande quantidade de siglas não me permitisse entendê-lo naquele momento. Meses mais tarde, no entanto, quando me deparei com uma cópia que eu mesmo fiz do Certificado, não pude evitar ficar corado de novo enquanto lembrava dos eventos do exame médico, mas dessa vez sorri porque consegui entender as abreviações que antes me haviam confundido. No item "Genitália (Masculina)" estavam as letras "DLN 0 Seg e 0 nódulos". Soube que significava que não tinha experimentado secreções (ou pelo (exceto as relacionadas a doenças venéreas) e que estava Dentro dos Limites Normais, sem mencionar o fato de que a Doutora realmente não encontrou nódulos durante um exame testicular que durou mais que a Guerra dos Sete Anos. Mas acho que não é nada mal uma Profissional da Medicina dar sua opinião honesta sobre meu pacote.
No entanto, para voltar ao que eu estava evitando, devo, para ser completamente honesto, contar sobre o "último golpe de forno". Quando finalmente terminei de me vestir e pude sair daquele maldito Consultório para ir à recepção e buscar o Certificado que a Dra. Cristina tinha deixado com a Enfermeira Karen, notei algo que não tinha percebido antes. Claro, o que notei é que eu era o único homem na Clínica. Perceber isso não teria significado grande coisa, exceto pelos comentários da Enfermeira Karen, enquanto me entregava o Certificado.
- A Dra. Cristina me informou o que encontrou quando voltou ao Consultório - disse para que todas as mulheres na recepção pudessem ouvir - Você é o primeiro paciente que fica tão excitado enquanto a gente examina ele pelado que depois tem que se masturbar!
Certamente imaginam como foi "divertido" ter que passar por entre todos aqueles risos descarados femininos... sem mencionar ter que aguentar os comentários mais desrespeitosos, que foi quando cheguei no momento de máxima humilhação.
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