Foi melhor do que eu esperava
Olá, meu nome é Manuel, sou de Veracruz mas moro no norte do país, sou casado há vários anos, minha esposa é baixinha, moreninha e magra, tem uns peitões grandes por causa das duas gestações e uma bundinha respeitável.
Na cama somos bem abertos, não nos limitamos quando o assunto é sexo, com exceção do sexo anal – ela é bem relutante, só fazemos de vez em quando. Há um tempo, eu já tenho a fantasia de vê-la com outro cara, mas ela nunca aceitou, até o dia em que visitamos minha família.
Como comentei, sou de Veracruz e, nas férias escolares das crianças, planejamos ir visitar a família. Então liguei pra avisar que iríamos, e quem atendeu foi um primo meu, que sempre foi muito mulherengo. Lembrando disso, não sei por que, mas mencionei que iria com minha esposa e filhos, embora isso fosse mais do que óbvio. Ele respondeu que seria perfeito pra conhecer a prima.
Na chegada, ficamos na casa de um tio, que ele usa pra alugar, mas naquele momento estava desocupada e ele nos ofereceu pelo tempo que quiséssemos ficar lá. Como era mobiliada, aceitamos, e ainda teríamos mais privacidade.
Imediatamente visitamos a família. Fomos pra casa da minha única avó, onde todos se reuniriam pra nos receber. Eu estava nervoso, pensando no tal primo, mas ele não estava. Respirei aliviado, mas ainda ansioso, pensando que ele apareceria a qualquer momento.
O dia passou e o primo nunca chegou, mas ligou pras minhas primas e disse que nos convidava pra balada local com uns amigos pra relembrar os velhos tempos e "conhecer a prima". O tesão e a excitação me venceram, e aceitei, aproveitando que meus filhos iriam dormir na casa de outro tio pra sair cedo no dia seguinte pra praia. Então teríamos a noite toda livre.
Meu primo sempre foi muito dominador, e eu já tava com isso na cabeça desde o primeiro dia. Aproveitando o calor, pedi pra minha esposa vestir um Vestido azul curto de tecido bem fininho que ela tem, além disso tem um pouco de volume, mas recusei colocar uma tanga, então me contentei com um biquíni. Em cima, usei uma blusa branca de alcinha justa no corpo, mas com bastante decote.
Eu sabia que essa roupa ia chamar a atenção do meu primo, mas não contei pra minha esposa. Queria ver o que ia rolar, não sei por quê, mas me excitava imaginar aquela situação. E assim fomos pra tal "famosa" balada.
Quando chegamos na balada, tava lotada e comecei a procurar o primo. Encontrei ele numa mesa num canto, acompanhado de vários amigos dele, que eu não reconheci nenhum. Pegando na mão da minha esposa, fui pra lá. Quando cheguei, notei o olhar do meu primo pra minha mulher e percebi na hora que ele gostou dela, mas não falei nada. Ao me aproximar da mesa, o primo levantou e nem esperou as apresentações: cumprimentou ela com um beijo e pegou ela pela cintura, me ignorando completamente, e levou ela pra uma cadeira do lado dele. Isso me excitou pra caralho.
Minha esposa não pareceu se importar nem um pouco, já que seguiu ele mansamente sem reclamar. Pelo contrário, foi toda sorridente. Claro que eu não falei nada, cumprimentei todo mundo e sentei no único lugar disponível, na frente deles, do outro lado da mesa. Ninguém pareceu se importar que ele tivesse levado minha esposa sem minha permissão, e eu, claro, não falei nada.
A noite seguiu sem mais problemas, claro, sem contar o fato de que meu primo tinha se apossado da minha mulher a ponto de ter o braço dele no encosto da cadeira dela, como se fosse um abraço, sem que ela dissesse nada, enquanto conversavam com o resto da mesa.
Durante a noite, todo mundo dançou com todo mundo, menos eu, já que não sou bom em dançar. Mas me diverti vendo como dançavam com minha esposa, já que trocavam de parceiro com frequência. E mesmo se quisesse dançar, não teria conseguido por causa da ereção que eu tava.
No entanto, do meu lugar, pude notar várias vezes que, enquanto os amigos do primo dançavam com minha mulher era apertada demais ou as mãos deles estavam abaixo da cintura sem ela reclamar, pelo contrário, parecia muito contente.
Vários deles aproveitaram que ela não reclamava e passaram a mão na bunda dela mais de uma vez, principalmente quando dançava com o primo. Além disso, ficavam girando ela sem parar, parando de repente, fazendo o vestido subir e mostrar mais do que devia, exibindo o biquíni várias vezes. Mas ela nunca fez nada pra consertar, tava radiante e feliz. De vez em quando voltavam pra mesa pra descansar ou tomar um gole por causa do calor, mas raramente falavam comigo, e ela só me sorria sem dizer nada.
Minha esposa não costuma beber, mas naquela noite tomou tudo que meu primo deu sem reclamar nadinha, e ele praticamente me ignorou a noite inteira, só me olhou umas poucas vezes e fez uns comentários sem importância. Pelo contrário, se desdobrou em atenções pra minha mulher, e ela feliz da vida. O ar dominante dele já tinha envolvido ela.
Já de madrugada, um por um foram indo embora até que, por volta das 3 da manhã, só restávamos nós três. Nessa altura já tavam há mais de 2 horas sem dançar, só sentados, e ele já tava abraçando ela pelos ombros, acariciando a bochecha dela de vez em quando, como se fossem um casal e eu um convidado.
De repente, o primo disse algo pra minha esposa que eu não ouvi, porque eu ainda tava sentado do outro lado da mesa, na frente deles, e o barulho da música não deixava escutar, além de que ele continuava me ignorando, mesmo sendo só nós três, mostrando que era o macho dominante. Ela riu e concordou com a cabeça, e os dois começaram a olhar pros lados. De repente, sem dizer nada, ele se levantou e pegou minha mulher pelo braço, e ela fez um sinal pra eu segui-los.
Enquanto andava, ele se colocou do lado dela e abraçou com o braço esquerdo, mas não pegou na cintura, e sim mais embaixo, bem entre... as nalgas e a cintura, ela não protestou e se deixou levar. Isso me provocou de novo uma excitação terrível, então não falei nada (de novo) e só caminhei atrás deles feito um cachorrinho.
Fomos pra um canto onde tinha uns móveis em meia-lua pra umas seis pessoas, com uma mesa redonda no centro e um banquinho na frente. Eles sentaram no meio do sofá e quando eu me virei pra ocupar o lugar do lado da minha mulher, o primo levantou, colocou a mão no meu peito e, pela primeira vez na noite, falou comigo cara a cara só pra dizer: "Você senta ali", e apontou pro banquinho, de modo que ele ficou sentado do lado da minha mulher e eu de novo na frente deles.
Essa atitude dele pra cima de mim me deu arrepios e senti meu pau mais duro do que nunca, então obedeci a ordem dele. Já sentado, notei que o sofá era mais baixo que o banquinho, então dava pra ver as pernas dos dois e não vi nada fora do normal. Eles retomaram a conversa, me ignorando totalmente. Eu olhei ao redor e notei uma tela onde projetavam o que rolava na pista, que tava nas minhas costas, e foi pra lá que minha atenção foi.
Quando voltei o olhar pra eles, meu primo beijava minha mulher de um jeito tão safado que parecia que ia devorar ela, enquanto uma das mãos dele tava na buceta dela e, pelos movimentos, devia ter pelo menos um ou dois dedos dentro do bocetinho dela. Ela tava com as pernas abertas e uma levemente levantada pra facilitar o trabalho dele. De repente, ele desceu e começou a morder os peitos dela. Nisso, ela me olhou nos olhos, eu sem dizer nada, desci a mão pro meu pau, e ela sorriu e voltou a beijar ele com ainda mais paixão do que antes.
Depois de um tempo, ele levantou e disse: "Vamos", e pegando na mão da minha mulher, quase correu do lugar. Paguei a conta o mais rápido que pude e fui atrás deles, mas só alcancei eles na entrada do estacionamento. Ele tava abraçando ela, mas a mão dele ia por baixo da saia dela, dentro do biquíni. direto na bunda dela, e ela apoiada no ombro dele.
Já dentro do estacionamento, ele continuou beijando e apalpando ela por todo lado até abaixar o biquíni dela até o meio da coxa, sem deixar que ela tirasse, e ficou passeando por todo o lugar bem devagar, parando pra apalpar minha esposa onde via um grupo de pessoas, pra que todos os sortudos naquele lugar pudessem ver e ele pudesse exibir o troféu dele. Quando ele achou que já era suficiente, foi até a caminhonete dele, jogou as chaves pra mim e, sem dizer nada, eu abri a porta de trás pra eles entrarem e fui pra frente dirigir.
Saí e peguei a estrada enquanto, no banco de trás, minha mulher já tava mamando a pica do meu primo. Eu estiquei a mão pra acariciar a bunda da minha mulher, mas ela não deixou eu tocar nela, então me virei pra dirigir e só ficava olhando de vez em quando como ele comia ela. Ela mamou ele por um bom tempo enquanto ele falava umas putarias tipo "slut", "foxy" e outras coisas, até que ele pegou ela pelo cabelo e puxou pra cima, tirou os peitos dela da blusa e chupou e mordeu até cansar. Aí virou ela, deixando ela de frente pra mim e de costas pra ele.
Ele colocou ela de um jeito que ela ficasse apoiada entre os dois bancos da frente. Não sei onde foram parar a saia e o biquíni dela, mas ela tava nua da cintura pra baixo, com a blusa enrolada na cintura e os peitos de fora. Ele se posicionou entre as pernas dela e meteu de uma vez, arrancando gritos de prazer dela.
Quando eu virava pra olhar, podia ver a pica do meu primo entrando até o fundo da buceta da minha mulher, e como a cada estocada dele os peitos dela balançavam, enquanto ele continuava com os "elogios" pra minha docinha esposa: — Toma, slut, — toma, foxy, — sua puta gostosa, cê gosta de ser comida por outros, né? E ela gemendo de prazer.
Ficamos assim os três por um bom tempo: ele comendo minha esposa, ela gozando e gemendo, e eu excitado, me contentando em olhar pelo retrovisor ou virar a cabeça. de vez em quando. Nisso, o carro que vinha atrás da gente buzinou, eu reduzi a velocidade e eles encostaram do meu lado, eram uns moleques e pela janela gritavam: - "Mete nela, mano!" - "Dá duro!" - "Mete no cu dela!" Aí percebi que dava pra nos ver bem porque a luz interna da caminhonete estava acesa, então qualquer motorista podia ver nós três. Tentei apagar a luz, mas ele não deixou, falou: - "Se não quer que te vejam, dirige mais rápido, mano." Tudo isso sem parar de meter na minha esposa, que acho que nem percebeu o que aconteceu, porque nunca parou de gemer. Então fiz o que ele mandou e acelerei o máximo que pude até perder os moleques de vista, e voltei a reduzir a velocidade pra evitar alguma viatura. Mas mesmo assim, vários motoristas perceberam a trepada que meu primo estava dando na minha esposa, e aí entendi que ele tinha colocado ela naquela posição exatamente pra qualquer motorista ver o que rolava dentro da caminhonete. De repente, ela parou de gemer e deu um suspiro bem longo. Virei pra ver e pude ver quando ele tirou a pica da buceta da minha mulher e encostou na entrada do cu dela. Ela fechou os olhos e apertou os dentes, então ele puxou ela pra trás pra que eu pudesse ver como ele enfiava no cu dela. E, arriscando bater o carro, não perdi um único detalhe e vi em primeira fila quando a cabeça da pica do meu primo entrou no cu da minha linda esposinha, que soltou um grito de dor misturado com puro prazer. Ele parou um momento, como pra ela se acostumar, e sem soltar os peitos dela, perguntou pra minha mulher: - "Tiro?" - "Não, não, não!" – disse ela, ofegando de prazer – "Mete no meu cu, piranha!" - "Hahahaha, sabia que você era uma putinha, priminha." – respondeu ele. - "Sou uma putinha, sim, mas não tira!" – "Tá bom, mas só se meu primo me der permissão pra te comer no cu." – disse ele – "Se ele der permissão, papai, se der, me come logo!" – disse minha esposa, desesperada pra que meu primo deu pelo cu e quis enfiar ela mesma, mas ele colocou uma das mãos entre as pernas dela e não deixou, e com a outra deu um tapa leve na minha esposa – falei que até ele me dar permissão – gritou o primo pra mim e segurou ela pelo cabelo, mostrando quem mandava.
Então ela grita pra mim – fala pra ele que você dá permissão pra ele me comer, que ele meta no meu cu, na minha buceta, na minha boca, o que ele quiser, fala logooo – ele ria enquanto minha esposa gritava comigo como um pedido, então eu falei – primo, pode comer minha mulher – rindo, ele disse – hahaha comer ela por onde – pelo cu, fala que é pelo cu – implorou minha esposa – primo, a partir de hoje você pode comer minha mulher pela buceta, pelo cu, pela boca, por onde quiser, como quiser e quando quiser – respondi em voz alta, quase gritando.
Então minha esposa soltou um grito e eu senti, com muita dor, como ela apertava minha cabeça, cravando as unhas – fala o que aconteceu – disse ele – fala ou eu paro – sentenciou pra minha esposa – ele enfiou tudo, amor, aha haa tudo no meu cu – disse ela – sinto tudooo, ah ah ahaa aaah – disse minha esposa começando a gemer de novo e meu primo metendo com tudo no cu dela.
Ela gritava, gemia, puxava o próprio cabelo, apertava os peitos, e meu primo metia e metia no cu da minha mulher, dava tapas na bunda, mordia o pescoço e as costas dela, e ela só pedia mais, que não parasse, que comesse gostoso, ele ia e não parava de chamar ela de puta, gostosa e tudo mais.
E assim ficou durante todo o tempo que ele quis, tirava do cu e enfiava na buceta, tirava da buceta e metia de novo no cu, enquanto isso minha esposa gemia e gritava que não parasse, que era dele, que metesse com tudo.
De repente ele gritou que ia gozar, tirou do cu dela e colocou a cabeça dela entre os dois bancos, apontando a pica pro rosto dela, e gozou tudo na boca da minha queridíssima esposinha, ela abriu a boca o máximo que pôde e engoliu tudo que a pica do meu primo jorrou. Cuspiu no belo rosto dela enquanto ele, com uma mão, apertava ela pra espremer tudo que pudesse e dar a maior quantidade possível de porra no rosto da minha mulher.
Ela, contente e agradecida pela puta foda que tinham acabado de dar nela, chupou o pau e as bolas do meu primo até deixar tudo limpinho. Ele deu uns tapinhas na cara da minha mulher, agradecendo por ela ser tão puta. "Vamos pra sua casa", ele disse, e eu virei pra voltar.
Meu primo se vestiu, mas deixou o pau pra fora da calça pra minha mulher ir chupando ele no caminho de casa, e foi o que aconteceu. Quando chegamos, tivemos que esperar ela terminar de chupar ele até que, de novo, ele gozou na boca dela, e outra vez minha esposa chupou até deixar o pau limpinho. Tudo isso com a luz interna da caminhonete acesa, arriscando algum vizinho ver.
Isso pareceu não importar pra minha mulher, já que, quando ela ia se vestir, ele ordenou que ela saísse do jeito que estava, com a blusa na cintura e a cara cheia de porra. Ela sorriu, não me perguntou nada, nem olhou pra mim. Abriu a porta da caminhonete e saiu exatamente como estava. Isso me deixou de boca aberta, mas faltava o melhor: ela parou no meio da rua e, sem dobrar as pernas, tirou a blusa pelos pés e andou nua até a porta de casa, deixando a roupa no meio da rua.
Eu corri pra abrir a porta, e ela ainda demorou pra se virar e mandar um beijo pro meu primo. Depois, finalmente entrou em casa. Meu primo buzinou a caminhonete, e eu voltei pra ver o que ele queria. "Primo, amanhã você vai trazer sua esposa com uma blusa fina e transparente, sem sutiã, pra aparecerem os bicos dos peitos, uma minissaia sem calcinha e os saltos mais altos que ela tiver." "Claro que sim", respondi sem pensar e voltei pra casa.
Quando entrei, minha esposa perguntou o que tinha acontecido. Contei o que meu primo tinha ordenado. Ela sorriu e disse: "E o que você acha?" Eu respondi: "Ainda falta uma. Semana de férias, amor, temos que ir fazer umas compras -.
Olá, meu nome é Manuel, sou de Veracruz mas moro no norte do país, sou casado há vários anos, minha esposa é baixinha, moreninha e magra, tem uns peitões grandes por causa das duas gestações e uma bundinha respeitável.
Na cama somos bem abertos, não nos limitamos quando o assunto é sexo, com exceção do sexo anal – ela é bem relutante, só fazemos de vez em quando. Há um tempo, eu já tenho a fantasia de vê-la com outro cara, mas ela nunca aceitou, até o dia em que visitamos minha família.
Como comentei, sou de Veracruz e, nas férias escolares das crianças, planejamos ir visitar a família. Então liguei pra avisar que iríamos, e quem atendeu foi um primo meu, que sempre foi muito mulherengo. Lembrando disso, não sei por que, mas mencionei que iria com minha esposa e filhos, embora isso fosse mais do que óbvio. Ele respondeu que seria perfeito pra conhecer a prima.
Na chegada, ficamos na casa de um tio, que ele usa pra alugar, mas naquele momento estava desocupada e ele nos ofereceu pelo tempo que quiséssemos ficar lá. Como era mobiliada, aceitamos, e ainda teríamos mais privacidade.
Imediatamente visitamos a família. Fomos pra casa da minha única avó, onde todos se reuniriam pra nos receber. Eu estava nervoso, pensando no tal primo, mas ele não estava. Respirei aliviado, mas ainda ansioso, pensando que ele apareceria a qualquer momento.
O dia passou e o primo nunca chegou, mas ligou pras minhas primas e disse que nos convidava pra balada local com uns amigos pra relembrar os velhos tempos e "conhecer a prima". O tesão e a excitação me venceram, e aceitei, aproveitando que meus filhos iriam dormir na casa de outro tio pra sair cedo no dia seguinte pra praia. Então teríamos a noite toda livre.
Meu primo sempre foi muito dominador, e eu já tava com isso na cabeça desde o primeiro dia. Aproveitando o calor, pedi pra minha esposa vestir um Vestido azul curto de tecido bem fininho que ela tem, além disso tem um pouco de volume, mas recusei colocar uma tanga, então me contentei com um biquíni. Em cima, usei uma blusa branca de alcinha justa no corpo, mas com bastante decote.
Eu sabia que essa roupa ia chamar a atenção do meu primo, mas não contei pra minha esposa. Queria ver o que ia rolar, não sei por quê, mas me excitava imaginar aquela situação. E assim fomos pra tal "famosa" balada.
Quando chegamos na balada, tava lotada e comecei a procurar o primo. Encontrei ele numa mesa num canto, acompanhado de vários amigos dele, que eu não reconheci nenhum. Pegando na mão da minha esposa, fui pra lá. Quando cheguei, notei o olhar do meu primo pra minha mulher e percebi na hora que ele gostou dela, mas não falei nada. Ao me aproximar da mesa, o primo levantou e nem esperou as apresentações: cumprimentou ela com um beijo e pegou ela pela cintura, me ignorando completamente, e levou ela pra uma cadeira do lado dele. Isso me excitou pra caralho.
Minha esposa não pareceu se importar nem um pouco, já que seguiu ele mansamente sem reclamar. Pelo contrário, foi toda sorridente. Claro que eu não falei nada, cumprimentei todo mundo e sentei no único lugar disponível, na frente deles, do outro lado da mesa. Ninguém pareceu se importar que ele tivesse levado minha esposa sem minha permissão, e eu, claro, não falei nada.
A noite seguiu sem mais problemas, claro, sem contar o fato de que meu primo tinha se apossado da minha mulher a ponto de ter o braço dele no encosto da cadeira dela, como se fosse um abraço, sem que ela dissesse nada, enquanto conversavam com o resto da mesa.
Durante a noite, todo mundo dançou com todo mundo, menos eu, já que não sou bom em dançar. Mas me diverti vendo como dançavam com minha esposa, já que trocavam de parceiro com frequência. E mesmo se quisesse dançar, não teria conseguido por causa da ereção que eu tava.
No entanto, do meu lugar, pude notar várias vezes que, enquanto os amigos do primo dançavam com minha mulher era apertada demais ou as mãos deles estavam abaixo da cintura sem ela reclamar, pelo contrário, parecia muito contente.
Vários deles aproveitaram que ela não reclamava e passaram a mão na bunda dela mais de uma vez, principalmente quando dançava com o primo. Além disso, ficavam girando ela sem parar, parando de repente, fazendo o vestido subir e mostrar mais do que devia, exibindo o biquíni várias vezes. Mas ela nunca fez nada pra consertar, tava radiante e feliz. De vez em quando voltavam pra mesa pra descansar ou tomar um gole por causa do calor, mas raramente falavam comigo, e ela só me sorria sem dizer nada.
Minha esposa não costuma beber, mas naquela noite tomou tudo que meu primo deu sem reclamar nadinha, e ele praticamente me ignorou a noite inteira, só me olhou umas poucas vezes e fez uns comentários sem importância. Pelo contrário, se desdobrou em atenções pra minha mulher, e ela feliz da vida. O ar dominante dele já tinha envolvido ela.
Já de madrugada, um por um foram indo embora até que, por volta das 3 da manhã, só restávamos nós três. Nessa altura já tavam há mais de 2 horas sem dançar, só sentados, e ele já tava abraçando ela pelos ombros, acariciando a bochecha dela de vez em quando, como se fossem um casal e eu um convidado.
De repente, o primo disse algo pra minha esposa que eu não ouvi, porque eu ainda tava sentado do outro lado da mesa, na frente deles, e o barulho da música não deixava escutar, além de que ele continuava me ignorando, mesmo sendo só nós três, mostrando que era o macho dominante. Ela riu e concordou com a cabeça, e os dois começaram a olhar pros lados. De repente, sem dizer nada, ele se levantou e pegou minha mulher pelo braço, e ela fez um sinal pra eu segui-los.
Enquanto andava, ele se colocou do lado dela e abraçou com o braço esquerdo, mas não pegou na cintura, e sim mais embaixo, bem entre... as nalgas e a cintura, ela não protestou e se deixou levar. Isso me provocou de novo uma excitação terrível, então não falei nada (de novo) e só caminhei atrás deles feito um cachorrinho.
Fomos pra um canto onde tinha uns móveis em meia-lua pra umas seis pessoas, com uma mesa redonda no centro e um banquinho na frente. Eles sentaram no meio do sofá e quando eu me virei pra ocupar o lugar do lado da minha mulher, o primo levantou, colocou a mão no meu peito e, pela primeira vez na noite, falou comigo cara a cara só pra dizer: "Você senta ali", e apontou pro banquinho, de modo que ele ficou sentado do lado da minha mulher e eu de novo na frente deles.
Essa atitude dele pra cima de mim me deu arrepios e senti meu pau mais duro do que nunca, então obedeci a ordem dele. Já sentado, notei que o sofá era mais baixo que o banquinho, então dava pra ver as pernas dos dois e não vi nada fora do normal. Eles retomaram a conversa, me ignorando totalmente. Eu olhei ao redor e notei uma tela onde projetavam o que rolava na pista, que tava nas minhas costas, e foi pra lá que minha atenção foi.
Quando voltei o olhar pra eles, meu primo beijava minha mulher de um jeito tão safado que parecia que ia devorar ela, enquanto uma das mãos dele tava na buceta dela e, pelos movimentos, devia ter pelo menos um ou dois dedos dentro do bocetinho dela. Ela tava com as pernas abertas e uma levemente levantada pra facilitar o trabalho dele. De repente, ele desceu e começou a morder os peitos dela. Nisso, ela me olhou nos olhos, eu sem dizer nada, desci a mão pro meu pau, e ela sorriu e voltou a beijar ele com ainda mais paixão do que antes.
Depois de um tempo, ele levantou e disse: "Vamos", e pegando na mão da minha mulher, quase correu do lugar. Paguei a conta o mais rápido que pude e fui atrás deles, mas só alcancei eles na entrada do estacionamento. Ele tava abraçando ela, mas a mão dele ia por baixo da saia dela, dentro do biquíni. direto na bunda dela, e ela apoiada no ombro dele.
Já dentro do estacionamento, ele continuou beijando e apalpando ela por todo lado até abaixar o biquíni dela até o meio da coxa, sem deixar que ela tirasse, e ficou passeando por todo o lugar bem devagar, parando pra apalpar minha esposa onde via um grupo de pessoas, pra que todos os sortudos naquele lugar pudessem ver e ele pudesse exibir o troféu dele. Quando ele achou que já era suficiente, foi até a caminhonete dele, jogou as chaves pra mim e, sem dizer nada, eu abri a porta de trás pra eles entrarem e fui pra frente dirigir.
Saí e peguei a estrada enquanto, no banco de trás, minha mulher já tava mamando a pica do meu primo. Eu estiquei a mão pra acariciar a bunda da minha mulher, mas ela não deixou eu tocar nela, então me virei pra dirigir e só ficava olhando de vez em quando como ele comia ela. Ela mamou ele por um bom tempo enquanto ele falava umas putarias tipo "slut", "foxy" e outras coisas, até que ele pegou ela pelo cabelo e puxou pra cima, tirou os peitos dela da blusa e chupou e mordeu até cansar. Aí virou ela, deixando ela de frente pra mim e de costas pra ele.
Ele colocou ela de um jeito que ela ficasse apoiada entre os dois bancos da frente. Não sei onde foram parar a saia e o biquíni dela, mas ela tava nua da cintura pra baixo, com a blusa enrolada na cintura e os peitos de fora. Ele se posicionou entre as pernas dela e meteu de uma vez, arrancando gritos de prazer dela.
Quando eu virava pra olhar, podia ver a pica do meu primo entrando até o fundo da buceta da minha mulher, e como a cada estocada dele os peitos dela balançavam, enquanto ele continuava com os "elogios" pra minha docinha esposa: — Toma, slut, — toma, foxy, — sua puta gostosa, cê gosta de ser comida por outros, né? E ela gemendo de prazer.
Ficamos assim os três por um bom tempo: ele comendo minha esposa, ela gozando e gemendo, e eu excitado, me contentando em olhar pelo retrovisor ou virar a cabeça. de vez em quando. Nisso, o carro que vinha atrás da gente buzinou, eu reduzi a velocidade e eles encostaram do meu lado, eram uns moleques e pela janela gritavam: - "Mete nela, mano!" - "Dá duro!" - "Mete no cu dela!" Aí percebi que dava pra nos ver bem porque a luz interna da caminhonete estava acesa, então qualquer motorista podia ver nós três. Tentei apagar a luz, mas ele não deixou, falou: - "Se não quer que te vejam, dirige mais rápido, mano." Tudo isso sem parar de meter na minha esposa, que acho que nem percebeu o que aconteceu, porque nunca parou de gemer. Então fiz o que ele mandou e acelerei o máximo que pude até perder os moleques de vista, e voltei a reduzir a velocidade pra evitar alguma viatura. Mas mesmo assim, vários motoristas perceberam a trepada que meu primo estava dando na minha esposa, e aí entendi que ele tinha colocado ela naquela posição exatamente pra qualquer motorista ver o que rolava dentro da caminhonete. De repente, ela parou de gemer e deu um suspiro bem longo. Virei pra ver e pude ver quando ele tirou a pica da buceta da minha mulher e encostou na entrada do cu dela. Ela fechou os olhos e apertou os dentes, então ele puxou ela pra trás pra que eu pudesse ver como ele enfiava no cu dela. E, arriscando bater o carro, não perdi um único detalhe e vi em primeira fila quando a cabeça da pica do meu primo entrou no cu da minha linda esposinha, que soltou um grito de dor misturado com puro prazer. Ele parou um momento, como pra ela se acostumar, e sem soltar os peitos dela, perguntou pra minha mulher: - "Tiro?" - "Não, não, não!" – disse ela, ofegando de prazer – "Mete no meu cu, piranha!" - "Hahahaha, sabia que você era uma putinha, priminha." – respondeu ele. - "Sou uma putinha, sim, mas não tira!" – "Tá bom, mas só se meu primo me der permissão pra te comer no cu." – disse ele – "Se ele der permissão, papai, se der, me come logo!" – disse minha esposa, desesperada pra que meu primo deu pelo cu e quis enfiar ela mesma, mas ele colocou uma das mãos entre as pernas dela e não deixou, e com a outra deu um tapa leve na minha esposa – falei que até ele me dar permissão – gritou o primo pra mim e segurou ela pelo cabelo, mostrando quem mandava.
Então ela grita pra mim – fala pra ele que você dá permissão pra ele me comer, que ele meta no meu cu, na minha buceta, na minha boca, o que ele quiser, fala logooo – ele ria enquanto minha esposa gritava comigo como um pedido, então eu falei – primo, pode comer minha mulher – rindo, ele disse – hahaha comer ela por onde – pelo cu, fala que é pelo cu – implorou minha esposa – primo, a partir de hoje você pode comer minha mulher pela buceta, pelo cu, pela boca, por onde quiser, como quiser e quando quiser – respondi em voz alta, quase gritando.
Então minha esposa soltou um grito e eu senti, com muita dor, como ela apertava minha cabeça, cravando as unhas – fala o que aconteceu – disse ele – fala ou eu paro – sentenciou pra minha esposa – ele enfiou tudo, amor, aha haa tudo no meu cu – disse ela – sinto tudooo, ah ah ahaa aaah – disse minha esposa começando a gemer de novo e meu primo metendo com tudo no cu dela.
Ela gritava, gemia, puxava o próprio cabelo, apertava os peitos, e meu primo metia e metia no cu da minha mulher, dava tapas na bunda, mordia o pescoço e as costas dela, e ela só pedia mais, que não parasse, que comesse gostoso, ele ia e não parava de chamar ela de puta, gostosa e tudo mais.
E assim ficou durante todo o tempo que ele quis, tirava do cu e enfiava na buceta, tirava da buceta e metia de novo no cu, enquanto isso minha esposa gemia e gritava que não parasse, que era dele, que metesse com tudo.
De repente ele gritou que ia gozar, tirou do cu dela e colocou a cabeça dela entre os dois bancos, apontando a pica pro rosto dela, e gozou tudo na boca da minha queridíssima esposinha, ela abriu a boca o máximo que pôde e engoliu tudo que a pica do meu primo jorrou. Cuspiu no belo rosto dela enquanto ele, com uma mão, apertava ela pra espremer tudo que pudesse e dar a maior quantidade possível de porra no rosto da minha mulher.
Ela, contente e agradecida pela puta foda que tinham acabado de dar nela, chupou o pau e as bolas do meu primo até deixar tudo limpinho. Ele deu uns tapinhas na cara da minha mulher, agradecendo por ela ser tão puta. "Vamos pra sua casa", ele disse, e eu virei pra voltar.
Meu primo se vestiu, mas deixou o pau pra fora da calça pra minha mulher ir chupando ele no caminho de casa, e foi o que aconteceu. Quando chegamos, tivemos que esperar ela terminar de chupar ele até que, de novo, ele gozou na boca dela, e outra vez minha esposa chupou até deixar o pau limpinho. Tudo isso com a luz interna da caminhonete acesa, arriscando algum vizinho ver.
Isso pareceu não importar pra minha mulher, já que, quando ela ia se vestir, ele ordenou que ela saísse do jeito que estava, com a blusa na cintura e a cara cheia de porra. Ela sorriu, não me perguntou nada, nem olhou pra mim. Abriu a porta da caminhonete e saiu exatamente como estava. Isso me deixou de boca aberta, mas faltava o melhor: ela parou no meio da rua e, sem dobrar as pernas, tirou a blusa pelos pés e andou nua até a porta de casa, deixando a roupa no meio da rua.
Eu corri pra abrir a porta, e ela ainda demorou pra se virar e mandar um beijo pro meu primo. Depois, finalmente entrou em casa. Meu primo buzinou a caminhonete, e eu voltei pra ver o que ele queria. "Primo, amanhã você vai trazer sua esposa com uma blusa fina e transparente, sem sutiã, pra aparecerem os bicos dos peitos, uma minissaia sem calcinha e os saltos mais altos que ela tiver." "Claro que sim", respondi sem pensar e voltei pra casa.
Quando entrei, minha esposa perguntou o que tinha acontecido. Contei o que meu primo tinha ordenado. Ela sorriu e disse: "E o que você acha?" Eu respondi: "Ainda falta uma. Semana de férias, amor, temos que ir fazer umas compras -.
5 comentários - Primeira vez como corno
amante trany, si todo es real a excepción de los nombres es lo único que cambié.
sebiluis, gracias por tu sinceridad yo también habría hecho lo mismo hace algún tiempo, ahora lo disfruto.
saludos
Es dificil que una esposa deseable no sea agasajada por muchos de los hombres con los que tienen algún contacto, si existe el conocimiento por parte de ella que puede tener esa libertad de acostarse con quien desea sin duda lo hará.
En mi caso mi jefe tiene a mi esposa como su amante, empezó en una cena de empresa, mi jefe me dijo que necesitaba que mi esposa le ayudara en unos trabajos ese fin de semana en su mansión, que se lo dijera y si aceptaba que se lo comunicara, se lo dije a mi esposa, ambos sabiamos que ella tendría que mantener sexo con él porque ese era el fin de la proposición, pensando en los beneficios que podia reportar, mi mujer acepto el acompañarle, asi se lo comuniqué, terminada la velada acercandose a mi mujer la sujeto por la cintura como diciendo la pertenecia para él diciendome fuera a buscarla a su mansión el domingo por la noche o si preferia la llevaría su chofer a nuestra vivienda.
Estuvo con mi jefe todo el sábado y domingo, fuí a buscarla a la mansión, salieron ambos ella sujeta por su cintura agradeciendome mi jefe la atención que habia tenido con él al haber dejado a mi esposa le ayudara en esos trabajos pendientes que tenia.
Cuando mi esosa subió en el coche me enseño su bolso donde guardaba un dinero que le habia dado por su participación, me comento estaba muy cansada ya que habia tenido que complacer en muchas ocasiones a mi jefe como igualmente al chofer de él ya que eso le motivaba el ver como su chofer se follaba a mi esposa.
Así fue como se inició esa relación sexual entre ellos, mi esposa acude a su solicitud siempre que él la llama.