Mis primas de la capital 20

Quando descemos pra tomar café, eu e a María ficávamos nos olhando e espiando os pais dela. Os dois estavam com aquelas olheiras típicas de uma noite fogosa que tinham passado. A Ana tava mexendo nas panelas e o Antonio na mesa tomando o primeiro café do dia. Minha tia se ouviu da cozinha:

— Antoniooo, essas mãos, fica quietinho, por favor.
— O que você quer, Ana? Tô tomando café, já vou pro trabalho.
— Então essas mãos na xícara, quietas.

Meu tio olhava pra nós três. A Maite ainda não sabia de nada, e eu e a María desviavamos o olhar. Na minha mão, o celular; de vez em quando eu apertava alguma coisa. Minha tia, na pia lavando a louça, cruzava as pernas e se encolhia, apoiada no balcão. Quando meu tio levantou, foi se despedir dela com um beijo. Dois metros antes de chegar nela, apertei o dele. Ele colocou a mão na braguilha e, quando ficou atrás da mulher, colou no rabo dela, mostrando como a pica dele tava dura. Apertei os dois ao mesmo tempo. A María tava tão admirada quanto eu de que eles estivessem usando os vibradores durante o dia, mas com certeza queriam brincar com os controles remotos — só que não sabiam que era eu quem tava no comando.

A gente ouviu eles cochichando na cozinha…

— Ana, olha como você me deixou.
— Eu? E você que não para de mexer no meu, tô com a buceta toda molhada.
— Deve ser que, perto um do outro, eles se conectam sozinhos.
— Ou que o micro-ondas interfere.
— Mas não posso ir trabalhar assim, com a pica dura.
— Espera, vou te chamar do quarto agora. A gente vai ter que resolver isso.
— E como a gente vai fazer?
— Só conheço um jeito: transando.

Na hora, a Ana saiu pro quarto e de lá chamou o Antonio.

— Antonio! Vem trocar essa camisa, não combina com a calça.
— Já vou, Ana.

Meu tio saiu da cozinha se cobrindo com um jornal e entrou no quarto, fechando a porta atrás de si. A Maite olhava pra gente sem entender nada. A irmã dela sussurrou algo no ouvido dela, e eu mostrei o celular. Na mesma hora, já… Ana tava gritando.
— Antônio, enfia mais fundo e não para, hein?
— Se não consigo parar, sua buceta parece que tá viva.

A gente ficava apertando os botões alternadamente, Maite ainda sem saber direito o que rolava também apertava o da mãe ou do pai dela.
— Vou gozar, Ana, vou gozar!
— Eu já gozei antes e agora tô indo pro segundo, não sai agora ou te mato!

Quando a porta do quarto abriu, a gente tava recolhendo o café da manhã, percebemos que meu tio ainda tava com o pau meio duro, minha tia andava meio insegura se apoiando nos móveis. A gente explicou pra Maite os brinquedos novos dos pais dela, ela riu pra caramba, principalmente quando sem querer apertou um botão e a mãe dela, que tava agachada tirando roupa da máquina de lavar, deu um pulo — uma luz acendeu entre as nádegas dela.

De tarde, minha tia tinha ido pra loja de sapatos dela quando chegou minha prima Maria, vinha acompanhada da Flor. O cumprimento foi super animado, ela pegou no meu pacote pela braguilha e falou:
— Boa tarde, pegador, preparado pra receber?
— Já recebi adiantado, ainda não consigo fechar os olhos direito.
— Então a mesma coisa vai acontecer na sua boca.

Minha prima mandou eu acompanhar elas, entramos no quarto da Maria, Flor sentou na cama, eu sentei numa cadeira. Flor tirou da bolsa a calcinha da Inma, não tinha lavado ainda pra sentir o cheiro dos sucos da Inma, me deu pra cheirar e eu aspirei fundo — era cheiro de mulher ardente. Minha prima tirou o sutiã que combinava.
— Viu, Flor? A mina tem bom gosto e o tamanho não é ruim, né?
— Deixa eu ver? É meu tamanho, deixa eu experimentar.

Eu me virei discretamente quando ela tirou a blusa pela cabeça, o sutiã que ela usava era tão bonito quanto o da Inma, mas branco e com mais decote.
— O que você acha do modelito que eu tô usando, João?
— Ah, é lindo, e com você sendo morena, realça seus peitos lindos.
— Me diz qual você gosta mais, o meu ou o da sua mina. Tirou o dela, os peitos, agora livres, se mexeram voltando à posição confortável, mas sem abaixar, até os mamilos recuperaram a agressividade deles ao ficarem soltos no ar. Ela fechou a peça nas costas e colocou, com toda a sensualidade que conseguiu, um peito e depois o outro nas taças, fez eles entrarem apertando e forçando o mamilo a se deformar pra caber. Eu não tinha visto bem os da Inma, mas agora imaginava eles com o sutiã dela cheio dos peitos da Flor. A mina não se contentou em só me mostrar como a peça ficava nela, mas se colocou nas posições mais provocantes, apertando eles e quase tirando pra fora. Eu tava de pau duro sem querer, e minha prima me olhava calada. Quando a Flor tirou o sutiã vinho da Inma, ela já não vestiu o dela, e veio até mim com as mãos nas costas, na minha frente um par de mamilos me encarava fixamente, dizendo:

- Juan, me come.

- Minha prima reagiu rápido, pegou os sutiãs e as calcinhas e me deu, entregou o suéter dela pra Flor.

- Juan, por que você não mostra pra Flor a vista que você tem do seu quarto?

Ela abriu a porta pra gente e apontou pra escada que ia pro meu quarto. A Flor, com o suéter na mão e os peitos pulando que nem balões, subiu a escada de dois em dois degraus. No meu quarto, a gente não conversou mais. A Flor tirou a pouca roupa que tinha e eu fiquei no mesmo nível que ela. A cama chamava a gente. A mina não enganava ninguém, os peitos dela eram tão bons quanto a buceta dela. Eu saboreei até não aguentar mais. Comecei como tinha me prometido, pelos peitos dela. Ela tinha orgulho deles, e não era à toa, eles tinham tudo: tamanho bom, firmes, morenos, altos, duros, auréolas grandes e mamilos saltados e sensíveis. Eu não conseguia parar de lamber, chupar, morder e apertar eles. Ela adorava me ver feito um criança com o brinquedo favorito. Quando ela colocou meu pau no meio deles, foi o prêmio máximo. Enfiou ele entre os peitos, mal dava pra ver a cabeça aparecendo. Ela quis que o prêmio dela fosse aquele, me fez gozar em cima dos mamilos. Enchi ela de porra, que ela espalhou por todos os balões. Quando ela quis limpar o meu pau de sêmen, eu toquei na bunda dela e ela entendeu na hora, se deitou sobre mim pra chupar, mas passando uma perna por cima da minha cara, deixou a buceta depilada à minha disposição. A mina era muito bronzeada, não tinha nenhuma marca de biquíni no corpo todo, os lábios da buceta eram da mesma cor que os peitos dela, mas quando eu abri, a carne rosada da vagina me mostrou por onde começar. Flor tava encantada com os peitos dela, mas quando minha língua percorreu os lábios e lambeu a buceta toda, ela percebeu que o melhor tava ao alcance da minha boca, principalmente quando eu puxei a pele do clitóris dela. Flor largou meu pau, me largou, se largou e se entregou ao orgasmo que sacudiu o corpo dela, a cara dela caiu nas minhas bolas, entre minhas coxas ficou até parar de tremer. Quando descemos pro quarto da Maria, ela sentou na cama e aos poucos se deixou cair pra trás. - Por favor, deixa eu me recuperar, foi alucinante. - Não tanto quanto você merece, Flor, eu falei. Ela levantou e se despediu da Maria com dois beijos, me abraçou e, pegando minha cara com as duas mãos, me deu um beijo na boca que demorei pra recuperar o fôlego. No dia seguinte, comprei uma caixa de papelão de presente. A Maria tinha lavado a calcinha da Inma, dobrou o sutiã e a calcinha da mina com cuidado, embrulhamos com papel de presente e uma fita, e fui tentar a sorte. Custei a lembrar a rua onde deixei a Inma, era de noite e eu não tava nem um pouco concentrado em ser guia turístico, não reparei em nenhum detalhe, fui olhando nos portais, mas em nenhum interfone vi o nome da Inma. Fiquei na dúvida entre dois pátios até que uma senhora que vinha do mercado com o carrinho tentou entrar num deles, me ofereci pra ajudar e ela sorriu e deixou eu passar. Por educação, perguntou se eu tava procurando alguém e eu disse que uma mina, mas Com os poucos detalhes que a senhora tinha, ela não fazia ideia. Morava ali há muitos anos e conhecia a vizinhança, até que de repente ela falou:
- A menos que morem num apartamento alugado por várias garotas.
Ela me disse a porta e toquei a campainha. Tive sorte: uma garota morena me atendeu. Perguntei pela Inma e ela disse que estava no quarto dela. Chamei e ela abriu na hora, o rosto dela se iluminou. Antes que ela dissesse qualquer coisa, já tinha dado dois beijinhos na bochecha dela.
- Oi, você é o Juan?
- Oi, achei que não lembraria do meu nome. Foi tudo tão rápido. Vim pra te devolver isso, nem te conto o trabalho que deu pra achar sua casa.
Entreguei a caixa. Ela não sabia o que era até ver as peças arrumadas com capricho. Ficou pensativa por um momento, mas logo respondeu:
- Valeu pelo gesto, sou muito esquecida.
Rimos os dois enquanto ela tirava o sutiã e colocava por cima da roupa.
- Fica maravilhoso em você, e é lindo. Você tem um gosto refinado.
- Obrigada, eu adoro lingerie. Mas senta, por favor.
Enquanto eu me sentava, a garota começou a arrumar umas coisas que estavam na mesinha de estudo. Reparei no quarto: era bem espaçoso pra ser de estudante, tinha duas camas e imaginei que ela dividiria com outra garota. A Inma dobrou o conjunto de lingerie de novo com o mesmo cuidado e deixou como estava. Meio tímida, pra puxar assunto, me perguntou o que eu estudava e tal. Eu sabia como ela era envergonhada e fui contando um pouco sobre o que eu fazia.
A porta se abriu e entrou outra garota. Ela vinha enrolada numa toalha grande e tinha outra enrolada na cabeça.
- Juan! O que você tá fazendo aqui?
Dei um pulo e fiquei de pé. A garota que tinha entrado tirou a toalha da cabeça e sacudiu o cabelo molhado. Era exatamente igual à Inma. Virei pra outra, que me olhava sorrindo. Eu não sabia pra quem olhar até que a recém-chegada falou:
- Já não lembra mais de mim?
- Claro que lembro, Mas é que... qual das duas é a Inma?
- Ué, quem vai ser, eu!
- A garota que eu achava que era a Inma riu e me deu a mão.
- Oi, eu me chamo Marta, sou a irmã gêmea da Inma, desculpa não ter falado antes, mas tava me divertindo que você não tinha percebido.
- Pô... acho que nunca ia descobrir.
- Bom, já que esclarecemos a confusão de personalidades, o que cê faz aqui, como me achou?
- Então, vim te trazer um presente, Inma – disse a Marta – pega isso, acho que é pra você. Inma pegou a caixa e abriu nervosa, a irmã olhava com malícia, quando destampou a caixa e viu o conteúdo, abraçou a caixa.
- Hummm, obrigada, Juan, que gentileza, achei que tinha perdido pra sempre. Marta ficou olhando pra ela, se cruzaram os olhares e depois disse como se quisesse quebrar a tensão do momento.
- Bom, essas coisas acontecem, queria eu que acontecesse comigo uma vez, hahaha. A partir daí, as duas irmãs ficaram falantes, me fizeram sentar numa cama entre elas e me contaram que tinham vindo de fora e começaram a estudar, Marta provavelmente ia procurar emprego, talvez num salão de beleza. Inma me disse que tinha contado tudo pra irmã e que me conhecia, por isso não estranhei, já não tava mais com o Héctor, desde aquele dia ele arrumou outra sem quase falar nada com ela. Enquanto me contava, ia secando o cabelo, Marta se ajoelhou na cama atrás da irmã e ajudou a secar, depois com uma escova foi penteando, Inma ia dando presilhas pra ela ir prendendo. Numa dessas vezes levantando os braços, a toalha que ela tinha no corpo afrouxou e caiu sobre as pernas, Marta percebeu e por trás pegou a toalha e puxou pra cima, mas como não enxergava direito, subiu só até a barriga, porque ficou presa debaixo dos peitos da Inma. Enquanto Marta insistia em subir a toalha, Inma puxava pra baixo pra ela Desenganchou das tetas dela, foi um momento divertido onde curti ver as duas irmãs brigando por um par de peitões lindos, na esquerda reparei que tinha um pequeno sinal. Os dois balões subiam quase até o pescoço ou desciam até a barriga, independente dos balanços laterais que sofriam, no final tive que chamar a atenção delas.
- Um momento, meninas… deixem comigo resolver esse par de problemas tão grandes.
As irmãs ficaram surpresas, mas as duas soltaram a toalha que caiu de novo nas pernas da Inma. Peguei a toalha com toda a calma do mundo e falei pra Inma:
- Por favor, Inma, levanta um momento.
- A garota obedeceu sem reclamar enquanto a irmã atrás dela esperava o resultado. Quando ela ficou de pé, abri a toalha toda, na minha frente o corpo gostoso e completamente pelado, a buceta depilada em forma de triângulo, os pelinhos curtinhos e os lábios fechados mas seguindo uma linha fina que mal era interrompida pelo clitóris espiando curioso. As coxas se juntavam só na virilha, e seguiam por umas pernas bem torneadas. Quando enrolei ela de novo na toalha inteira, as duas irmãs não sabiam o que dizer, tive que ser eu também quem tirasse elas do choque.
- Linda, Inma, você é linda.
- Viu, Inma? Ele viu suas tetas, te viu pelada inteira, mas inteira, e ainda te chama de linda, esse cara é um galã.
- Kkkk, bom, diria que vocês duas são lindas, mas o que mais me chamou a atenção foi aquele sinal único que você tem na teta esquerda.
- Viu? Ele reparou até no sinal, mas saiba que não é único e além disso não é um sinal.
- Como assim não é, Marta? Eu vi, é lindo e é único.
- Pois não é!, porque eu tenho outro igual.
- Kkkk, agora você quer me zoar de vingança por ter resolvido a briga de vocês.
- Quer apostar? João “sabido”?
- O que você quiser.
- Vale, você disse o que Quer, não reclama depois. Marta soltou o roupão que usava em casa, abotoado na frente com vários botões, e foi se descobrindo aos poucos: primeiro o peito, depois o sutiã. Percebi que ela tinha o mesmo tamanho que a Inma. Quando ficou só de calcinha, me disse na frente da irmã, que estava esperando.
— Vai continuar na aposta?
— Até o fim, falei eu, todo fanfarrão.
Inma ficou atrás da irmã e soltou o sutiã dela. Era de lycra estampada, marcando os bicos como uma segunda pele. Marta segurava as taças, mas as alças já tinham caído dos ombros. Devagar, soltou a taça direita primeiro. Eu já sentia movimento no meio das pernas. O peito direito ficou altivo, igualzinho ao da Inma. Marta me olhava direto nos olhos, com um olhar entre safado e vitorioso. Foi descendo o que restava do sutiã, lentamente, tão devagar que parecia uma eternidade, enquanto o volume na minha calça crescia. Quando o bico apareceu, estava tão duro que a peça prendeu por um instante, e quando soltou, vibrou. Depois que o bico ficou totalmente exposto, Marta tirou o sutiã de uma vez. Porra! Pensei sem convicção, lá no fundo. Do lado esquerdo, um pouco abaixo do bico, ela tinha uma pinta igual à da irmã. Marta se aproximou de mim. Eu estava sentado, e ela se colocou entre minhas pernas para que eu visse bem e entendesse que tinha perdido a aposta. E disse:
— Além disso, como te falei, não é uma pinta, é outro bico. Tem a aparência de uma pinta escura, mas o médico disse que quando gozarmos, vai sair por ali igual sai pelos outros.
Fiz cara de derrotado e conformado, mas tive um momento de rebeldia.
— Não acredito nisso. Você inventou.
— Puxa, você é duro de convencer. Vem, Inma, deixa ele ver os dois juntos.
As duas irmãs, idênticas como duas gotas d'água, ficaram na minha frente. Eram quatro peitos impressionantes, repetidos mas lindos. Fiquei olhando com um certo ceticismo, fingido. Claro, Marta, a mais beligerante, ficava desfilando na minha cara as duas maravilhas dela, me olhando. Eu perguntei…

- Posso?
- O que você quiser, fique à vontade.

Minhas mãos chegaram antes dela terminar a frase, mas não só no peito da discórdia, e sim nos dois. Apertei os dois mamilos dela, mais o terceiro. Devia ser verdade essa história do terceiro, porque quando os dois normais endureceram e se ergueram, o outro mudou um pouco de forma e também ficou inchado. Passei a língua e parecia que os três estavam conectados, ficaram duros e ásperos. Lambi e mordi, até as aréolas tinham inchado. Marta, de olhos fechados, mordia o lábio inferior. Pelo canto do olho vi a Inma, a mão dela tinha sumido entre as dobras da toalha, ela nos olhava com os olhos semicerrados. Marta reagiu na hora e tirou os peitos do meu alcance.

- Reconhece? Você perdeu!
- Não acredito, mas reconheço sim.
- Então agora você tem que fazer o que a gente mandar.
- Fazer o quê, né? Mas o que vocês pensaram?
- Vamos brincar do que a gente mais gosta, os gêmeos. Você vai ver.

Marta foi procurar numa gaveta, agachada, com o roupão mal preso por dois botões, os peitos lindos balançando no peito dela. Quando achou o que queria, virou pra mim. Era um lenço preto de seda. Ela mandou eu ficar quieto que ia vendar meus olhos. Enquanto amarrava o lenço pra eu não ver nada, ela explicava…

- O que a gente mais curte, os gêmeos, sendo menino ou menina, é brincar de confusão. Quase ninguém consegue nos diferenciar. Minha mãe cortava nosso cabelo diferente pra nos chamar. Então você vai ter que nos reconhecer. Se errar três vezes, vai sofrer um castigo.

Elas se certificaram bem de que eu não via nada, embora eu intuísse que era a Inma quem passava a boca a milímetros da minha, pelo hálito dela. Enquanto Inma verificava minha cegueira total, ouvi uma peça de roupa caindo no chão. Achei que era o roupão da Marta. Na hora, me fizeram sentar. Na cama e elas de pé me rodearam, Marta me disse…
- Todo mundo acha que é fácil, mas a gente é mais parecida do que você imagina, então você tem que nos distinguir. Primeiro, já que você já viu um pouco, precisa saber de quem é cada peito.
- Pode tocar?
- Beleza, tudo bem. Mas o cabelo não, porque você viu como eu estava secando o da Inma.

Eu tava na dúvida depois do que tinha visto, até os mamilos extras que elas tinham apareciam no mesmo lugar. Me preparei pra apalpar e coloquei as mãos na cintura delas. Ali percebi que o roupão da Marta tinha sumido e também a toalha da Inma. Desci as mãos uns centímetros e confirmei que a calcinha da Marta também tinha evaporado. A Inma eu já tinha visto nua quando abri a toalha dela.

Com a língua, fui tateando peito por peito. Só conseguia distinguir o direito do esquerdo, não tinha mais nenhuma pista. Quando eu chupava ou mordia qualquer um deles, o par dela inchava e ficava igual. A coisa começou a mudar quando aspirei um até encher a boca com a aréola. Senti uma mão passar pela minha cabeça e bagunçar meu cabelo. Lembrei da mesma carícia que a Inma tinha feito enquanto a gente dançava.

Mas quis ter certeza e fiquei me esbaldando, mordendo os mamilos até puxar tudo pra fora. A garota passava os dedos por todo o meu cabelo. Quando fiz a mesma coisa na irmã, senti o mesmo efeito no paladar, mas não a carícia no cabelo. Depois de chupar os quatro peitos, me afastei pra dizer, triunfante, que os da minha esquerda eram da Inma.

Marta se surpreendeu, mas quis complicar mais e pediu pra eu ir descendo até descobrir qual das duas era a Inma. A barriga era idêntica nas duas. Quando cheguei no umbigo, me confundi, porque, mesmo tendo visto rapidamente a Inma, não tinha reparado tanto. Pensei em me guiar pelo gosto, já que sabia que a Inma tinha acabado de tomar banho e sentiria o frescor da pele. Fiquei lambendo… ao redor do umbigo e depois fui descendo até bem onde começava o púbis, já tava certo de ter descoberto a dona quando passei pra outra, mas a barriga tinha a mesma maciez, Marta me avisou…
— Se você acha que o gosto é diferente, saiba que quando a Inma entrou no banho, eu saí do chuveiro, ou seja, as duas acabamos de tomar banho.
Decepcionado, continuei descendo beijando a pélvis, apoiei as mãos nos quadris das duas, até as curvas da cintura eram iguais, sedosas e mornas, até fiz uma incursão pelas bundas delas, imaginei elas morenas e com uma marquinha de biquíni porque pelo tato eram igualmente duras, quando minha bochecha roçava o púbis de uma garota senti os pelos aparados, quase não dava pra notar, com a ponta da língua fui percorrendo a borda da melena depilada, era em forma de triângulo que terminava bem onde se separavam os lábios da buceta. Tava certo que era a Inma porque nisso eu tinha reparado, mas quando fiz o mesmo com a outra gêmea me fudi, era igual, o mesmo triângulo, o mesmo corte, tudo igual. Ouvia as garotas rindo ao perceber que eu não tava tendo sucesso, mas quando minha língua foi separando os lábios da segunda, as risadas pararam, viraram suspiros, ao chegar no clitóris a linha suave entre os lábios foi se abrindo conforme as pernas se afastavam, o botãozinho tenro até então foi mudando de textura e ficou rígido. Levantei a pele com a ponta da língua e as pernas continuaram se abrindo, os lábios que davam entrada na vagina estavam fechados, mas eu abri eles do mesmo jeito, o gosto dos fluidos chegou até o paladar, me lembrou o cheiro das calcinhas que eu tinha acabado de trazer. Quando me separei da garota, ela ficou de pernas abertas e ofegante, na outra garota fiz o mesmo tratamento, o clitóris se comportou igual, as pernas se abriram involuntariamente e os lábios da vagina se abriram sem dificuldade, a umidade que ela soltava encheu minha língua. e o nariz, era o mesmo cheiro que eu tinha sentido na calcinha do carro. Eu tinha certeza, porque mesmo com um leve tom, eram iguais. No último momento, troquei a garota do começo e lambi a buceta dela, do púbis até a vagina. Falei o nome da Inma e um grito de vitória veio das garotas — eu tinha errado. As garotas aumentaram o desafio e me deitaram na cama. Eu, de olhos vendados, me deixava fazer e logo estava como minha mãe me trouxe ao mundo. Ouvi um barulho leve quando puxaram a cueca e meu pau saltou daquela opressão, ficou ereto. Senti uma mão, não sei de quem, puxando meu prepúcio e deixando minha cabecinha ao ar.

— Juan, agora é sua vez. Você tem que adivinhar quem está te tocando.

Em seguida, uma mão agarrou meu pau, pegou direto na glande e foi percorrendo o tronco até chegar nas bolas e amassá-las. Minhas veias estavam a ponto de estourar quando outra mão se juntou a ela, rodeando minha cabecinha. Eu estava prestes a explodir, mas a garota, fosse quem fosse, sabia o que fazia: quando eu começava a pulsar perigosamente, ela afrouxava o carinho e focava em outro lugar. Uma mão se juntava a outra, e mais outra. Até que, entre uma mão e outra, senti uma língua roçando o freio. Meu pau reagiu ao toque, e a resposta foi uns lábios rodeando a glande até cobrir tudo. Com a língua, ela lambia a borda toda da cabecinha. Da minha boca escapavam gemidos que eram celebrados pelas gêmeas. A essa boca seguiu outra — notei a diferença porque ela costumava apertar a língua contra o céu da boca e me espremia a cabecinha. Eu não sabia em qual apontar, pois não tinha nenhuma referência. Elas brincavam à vontade, me comendo o pau. Decidi participar, talvez pudesse mudar o rumo da tarde. Minhas mãos buscaram e encontraram as bucetas das duas. Meus dedos entraram nas vaginas. Mesmo sendo iguais, as duas tinham reações diferentes: uma tinha uns tremores como pequenos orgasmos. Lembrei do abraço desesperado que a Inma tinha me dado quando Ela gozou pela segunda vez, agora não gozava mais, mas tava muito sensível às minhas carícias. Quando massageei os clitóris, as duas reagiram igual, descobertos tavam duros e lubrificados, as duas minas abriram as pernas pra facilitar os movimentos das minhas mãos, já tavam meladas de fluidos. As minas tavam igual a mim, no maior tesão, e resolveram trocar, me mandaram levantar e foram elas que subiram na cama de joelhos, mostrando a bunda pra fora, falaram que agora era minha vez, podia fazer o que quisesse. Primeiro acariciei as quatro nádegas, redondas, duras e macias, com a pica percorri as rachas das duas, de baixo pra cima, elas gemeram quando me sentiram, notei como se grudavam uma na outra, juntando os corpos bunda com bunda, os movimentos que eu precisava fazer eram mínimos, quando já tava com a cabeça brilhando de umidade, escolhi a mina da direita. Enfiei a pica na entrada da buceta, separei os lábios e meti devagar, ela aguentou na paciência até se sentir cheia, fiquei metendo e tirando a pica até sentir que tava perigo de gozar, mudei pra outra buceta que me recebeu de boa, notei que ela tava me esperando impaciente e meti de uma vez e fundo, já tava com a pica lubrificada da espuma branca da mina anterior e não tive dificuldade nenhuma, ela até se jogou pra trás e me procurou. Achei que era a Inma que tava me recebendo, fodia com a mesma intensidade da noite do baile, na dúvida quis trocar e voltei pra anterior, ela tava me esperando e meti, agora mais rápido e ela apertou quando entrava, parecia que tinha a buceta mais apertada, quando tirei, joguei um pouco de cuspe entre as nádegas dela, quando chegou no cu, encostei a pica na entrada, ela quando sentiu minhas intenções se mexeu pra tentar me evitar, tentei várias vezes, ela mexia a cintura pra eu não conseguir enfiar a pica, mudei pra irmã dela e na buceta dela senti a boa Recebimento anterior. Repeti a cusparada e quando a buceta recebeu a umidade, ela se mexeu um pouco, principalmente quando sentiu a cabecinha na entrada, balançou o quadril por um momento até que, percebendo que eu tava interessado em entrar, arqueou o corpo encostando a cabeça na cama. Não acreditei que fosse entrar tão fácil, ela tinha relaxado completamente quando minha cabecinha entrou, senti a tensão sumindo na cintura dela e deslizei pra dentro. Quando cheguei no fundo, ela gemeu e mexeu a bunda pra eu alcançar todos os cantinhos. A mina começou a tremer de costas, minhas mãos na cintura dela sentiam umas vibrações leves quando ela apertou a bunda e, depois de umas sacudidas, gozou. Fiquei dentro dela até ela conseguir se segurar sozinha, depois passei pra irmã gêmea dela. Na buceta dela, senti um bom recebimento, já sabia como ia entrar e enfiei de uma vez, batendo minhas bolas na buceta dela. Enquanto tava enchendo a buceta dela com meu dedo, tentei de novo amolecer com saliva o cu rugoso da mina, esperei ela relaxar, mas só consegui colocar até a primeira falange do dedo indicador, aí ela apertou o esfíncter e não deu pra continuar. Quando percebi que a mina tava mais à vontade com a buceta cheia, me deixei levar e meti rápido enquanto rodeava o clitóris dela com dois dedos. Ela gozou sem me avisar, o cu, as nádegas e o quadril dela acusavam os impactos das descargas do orgasmo, ela gemia e soluçava agarrada no lençol. Esperei, mexendo devagar, até ela se recuperar. Finalmente, passei pra irmã dela. Como sempre, ela me recebeu jogando a bunda pra trás e enfiando ela mesma. Apertei ela contra mim, do jeito que ela massageava minha pica com os músculos, senti que ela tava curtindo minha pica e eu. Ela gozou, encharcando minhas bolas. Eu já ia gozar e falei pra ela, ela hesitou um momento. Entendi que ela tava com medo de engravidar e não pensei duas vezes: tirei, levantei um pouco a glande e apoiei no cu dela. Não precisei falar nada, ela empurrou contra mim e entrou devagar, mas de uma só vez. puxão, agarrei desesperadamente os quadris dela e me apertei contra ela, enchi ela de porra, senti como ela recebia de bom grado, esperei até minha ereção baixar pra me deitar na cama junto com elas. Umas mãos tiraram a venda dos meus olhos, na minha frente duas caras gostosas, quase idênticas, mas que se aproximavam de mim pra buscar minha boca, me devoraram de beijos com suas bocas ternas, doces e macias, me ofereceram suas línguas, me morderam nos meus mamilos e desceram em busca do meu pau, com os olhos descobertos as sensações eram diferentes, ao ver as duas cabeças me beijando o peito, a barriga e a virilha, meu pau voltou a crescer, estava molhada de porra mas não foi problema pra que entre as duas deixassem ele tão brilhante quanto saído do chuveiro, uma delas teve a ideia de provar meu gozo e foi a primeira a colocar a cabeça do pau na boca, eu só via as cabeleiras delas e não sabia quem era quem, mas tanto faz, quando gozei as duas dirigiram a cabeça do meu pau pros seus rostos, se viraram e me mostraram as bocas, as sobrancelhas, as bochechas cheias de porra, uma lambeu o rosto da outra até deixar limpo, ficamos deitados cruzados numa cama das duas. Não quiseram me dizer em qual cu eu tinha gozado nem qual boca tinha sido a primeira a provar minha cabecinha, tudo ficou num segredo que talvez se revelasse algum dia no futuro. As duas me vestiram, ou melhor, tentaram, quando já estava vestido e quase indo embora, uma delas tirou o sutiã da caixa que eu tinha levado, a outra vestiu a calcinha, me perguntaram. - Qual das duas transou melhor com você? Quase tirei a roupa de novo, mas me segurei e, beijando elas de novo, fui embora. Continua. Aguardo ansioso seus comentários. Obrigado.

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