Minhas primas da capital 19

De manhã, quis agradecer à Emi pelo tratamento que ela e minha tia Ana tinham me dado. As duas tinham me feito uma homenagem que eu não esqueceria tão cedo. Pessoalmente, não sou ciumento por natureza, e além disso não teria direito de ser, né? Sei qual é o meu lugar e até onde posso ir. Sou muito grato pelo carinho que recebo dos meus familiares — do meu tio Antonio, da minha tia e das minhas primas. Além disso, as amizades deles me receberam de braços abertos e muito mais. Da minha parte, procuro retribuir e, de fato, respeito ao máximo e não quero decepcioná-los. Minha relação com eles chegou a um nível que, de fora da família, poderia ser visto, no mínimo, como muito efusivo, mas entre nós os laços familiares e as relações pessoais são completamente compatíveis.

Depois da resposta tão gostosa que Ana e Emi tinham me dado, fiquei emocionado por elas quererem me compensar emocionalmente por terem me "abandonado" na noite que passaram com o Antonio, principalmente porque, segundo elas, sentiram muita saudade de mim. Desci até a casa dela. A garota me agradeceu e, ao mesmo tempo, tirou toda a importância daquele momento que passamos juntos os três, em parte porque elas também estavam a fim de fazer aquilo, ainda mais depois do resultado com meu tio.

Como sempre, ela estava linda pra caralho. Mesmo sem maquiagem pra sair na rua, tinha um brilho no rosto que dava uma vontade doida de chegar perto dela. O corpo dela era o outro motivo pra querer curtir a companhia dela e a conversa tão gostosa.

— Você não tem que se sentir obrigado a agradecer a gente por nos sentirmos felizes com você. Sabe que, juntas ou separadas, você é nosso homem preferido. E não tô falando isso pra te elogiar, mas porque com você, apesar da sua juventude, você nos dá tudo que a gente gostaria de encontrar num homem. Você é tipo nosso príncipe encantado.

— Pelo amor, Emi, não exagera. Sou só um moleque com o único desejo de fazer felizes as pessoas que conheço. - Não é exagero, seu tio, mesmo sendo uma pessoa excelente, tem seus defeitinhos, e não tô falando do meu ex-marido, que você não chegou a conhecer, felizmente. Te garanto que ele tinha todos os defeitos, mas foi mostrando aos poucos. Mas é melhor não lembrar. Você é a melhor pessoa que conheço. Naquele momento, entre nós, de mãos dadas, existia uma corrente de afeto sincero, só interrompida pelo barulho da porta da rua. Era a Magda, a prima da Emi, que vinha do colégio. Na hora, ela vestia um suéter com decote em V e uma saia curta. Com seus apenas dezesseis anos, já era uma mulherzinha. Ficou feliz em me ver e me deu dois beijos, igual à prima. Emi perguntou se ela tinha lanchado e ela disse que não. Ela entrou no quarto e trocou de roupa. Quando se juntou a nós, a prima já tinha preparado o lanche dela e perguntou se tinha alguma tarefa de casa. Ela disse que sim, mas que não sabia fazer. Emi me olhou com cara de pena, e eu tive que me oferecer pra ajudar com os deveres. A menina agradeceu. Depois de terminar o lanche, Magda espalhou os livros em cima da mesa, distribuiu os cadernos e canetas e me mostrou o que não entendia. A garota tinha vestido um moletom folgado e um tênis. Emi ficava olhando a gente e gostava do que via. Magda parecia prestar atenção nas minhas explicações quando o telefone de Emi tocou. Ela falou um pouco e, quando se levantou, desligou o celular, ajeitou o vestido e disse que precisava sair um instante. Eu me levantei pra ir embora, mas ela insistiu pra eu ficar até terminar a lição. Me vi obrigado a ficar. Voltamos pra lição, mas Magda não demorou a dar sinais de tédio. Começou a me contar coisas da aula, das amigas, e logo o assunto foi parar nos meninos. — Juan, sabe que tem um menino que vive me dizendo umas coisas? — Normal, você é uma garota muito gostosa e os meninos gostam de garotas como você. Com certeza tem vários admiradores. — Mas é que... Todos querem a mesma coisa, todos querem me tocar.
-       Hahaha, mas você não vai deixar, vai?
-       Claro que não, mas muitos dias quando passo perto deles eles levantam minha saia ou me apalpam a bunda.
-       Então você não permite, tenta evitar ficar onde eles estão e vai com as meninas.
-       As meninas são piores, me apalpam os peitos e fazem isso na frente dos caras pra causar inveja, eles às vezes mostram as pirocas pra gente.
-       Puxa, seus colegas hein…
-       E claro, eles se jogam em cima de mim e eu fico cheia de hematomas!
-       Não acredito em você, mulher, eles fazem isso pra provocar os caras. Magda tentou me convencer de que não estava mentindo e abriu o moletom do agasalho, imagino que não percebeu o efeito que poderia causar em mim ou em qualquer um na frente dela. O zíper desceu rápido e deixou à vista os dois peitos que, mesmo sendo de uma garota nova, tinham um formato de pera bem desenvolvido com as auréolas inchadas.
-       Viu? Olha as marcas que tenho aqui. Ela colocou um peito na frente dos meus olhos, não consegui ver marca nenhuma, talvez ela tivesse razão, mas a visão de uma maravilha daquelas me deixou hipnotizado.
-       Você viu, né?
-       Bom, pra ser sincero, não consegui ver nada, se for honesto, fiquei besta.
-       Você viu se nasceram pelinhos nos meus mamilos?
-       Acho que não, mas quando nascerem me avisa que eu tiro como da outra vez.
-       Então olha pra ver se tem algum. Eu não queria me complicar com a Magda, embora ela estivesse tentando me encurralar contra as cordas, resolvi ir direto ao ponto.
-       Acho que aqui tem um, quer que eu tire?
-       Claro, mas não me machuca. Minha boca tomou conta do mamilo dela e aspirei até enfiar ele inteiro, tomei cuidado pra não machucar, mas ela ficou parada quando sentiu meus dentes beliscarem o mamilo puxando ele. A garota tinha aprendido muito pelo visto, porque pegou na minha rola ao sentir eu lambendo a auréola. Ela foi muito habilidosa e quando eu me dei conta, já tinha tirado ela e, descobrindo a glande, ela apertava com as mãos. Quis me afastar, mesmo abrindo mão de chupar os peitos dela, mas uma coisa são os planos e outra os resultados; continuei chupando os dois peitos dela e ela batendo uma pra mim. Quando senti que a Magda acelerava os movimentos com maestria, fiquei preocupado com qual seria o próximo passo, de jeito nenhum queria foder a garota e deixei ela continuar. Magda seguiu me masturbando com muito ardor, já duvidava se conseguiria evitar sujar a roupa dela ou se Magda decidiria colocar meu pau na boca e engolir a porra. O que não esperava é que, quando comecei a sentir o jorro de porra que ia sair, Magda colocou meu pau sobre os livros dela, que estavam empilhados na mesa sem parar de massagear minha cabecinha. Ela acelerou enquanto puxava para me aproximar da mesa, pensei que não queria que minha porra caísse no chão sujando, mas estava enganado; a garota, quando sentiu minha glande pulsando perigosamente, soltou o tronco do meu pau e se concentrou só na cabecinha, não sabia quem tinha ensinado ela a fazer essas punhetas, mas ela fazia maravilhosamente. Quando gozei, Magda direcionou os jatos de porra sobre os livros, eu quis me afastar para não sujá-los, mas ela me segurou até não sobrar nada dentro de mim. Tentei limpar os livros e ela disse para não limpar porque queria que secassem com as gotas de sêmen. Enquanto guardava o pau, ela subia o zíper do moletom, perguntei por que ia deixar os livros sujos, ela contou que entre as garotas da classe dela colecionavam gozadas dos caras, ela já tinha duas porque dois caras tinham pegado o livro dela e devolvido cheio de porra, a minha era a primeira ganha limpinha. Fiquei admirado com a inteligência que mostravam para algumas coisas, embora tivesse ido a algumas festas juvenis, nunca tinha ouvido falar desses costumes, além disso, não gostava nada que meu DNA fosse de livro em livro. Com a desculpa de que tinha algo para Fui pra casa, fui direto pro meu quarto, mas quando passei pelo quarto da minha tia Ana, ouvi…
— Juan, é você?
— Sim, tia, quer alguma coisa?
— Quero, sim. Entra um pouquinho.
Quando entrei no quarto, vi que a Emi estava com ela. Ela fez sinal com a mão pra eu fechar a porta. As duas estavam sentadas na cama grande e me chamaram pra sentar também.
— Olha, Juan, tava mostrando pra Emi os brinquedos que comprei.
— Brinquedos?
— Sim, brinquedos sexuais. São o último grito.
Em cima da cama, um pacote de entrega com duas caixinhas. Dava pra ver que eram do Oriente pelos desenhos.
— E o que eles fazem?
— Bom, um é um anel pra homem. Parece que tem um fecho com várias posições e um aparelhinho acoplado. Você sabe como funciona?
— Nem ideia, é a primeira vez que vejo um desses. E o outro?
— Esse é a novidade. É um vibrador que pode ser usado em vários lugares, mas o melhor é que vem com um controle remoto, se conecta por Wi-Fi e faz vibrar quando você quiser. Só que não sei como funciona.
— Mas deve ter um manual de instruções, né?
— Tem, sim, mas tá em vários idiomas e eu não entendo nada.
Peguei um papel. Tava cheio de línguas, mas eu não entendia nada. No fim, a Emi falou:
— Deixa eu ver. Eu falo inglês perfeitamente, não esquece que eu era aeromoça.
Vimos a luz no fim do túnel. Minha tia logo entregou os dois aparelhos e os papéis pra Emi. Ela começou pelo anel. Leu um pouco, parecia que algumas palavras eram meio técnicas e ela não entendia, mas no geral foi lendo pra gente…
— Parece que tá claro. É um anel que o cara coloca em volta da rola e das bolas. Tem várias posições: dá pra colocar com o vibrador embaixo das bolas, o que excita muito o homem, ou em cima da rola, apoiando no clitóris da mina. Tem controle remoto, várias velocidades e carrega igual um celular.
Enquanto ela ia lendo com a Outra mão nos mostrava, parecia estranho mas devia ser eficaz.
-       Isso vai agradar o tio Antônio, com certeza.
-       Tio Antônio? Você vai testar primeiro, assim a gente garante que funciona bem.
-       Mas Ana, eu não tô em condições… Minha tia não teve paciência e me jogou na cama soltando meu cinto enquanto a Emi baixava minha calça e cueca de uma vez, na frente delas apareceu meu pau completamente mole, grudado nos ovos também vazios, a Emi estranhou e com os dedos levantou ele, que caiu inerte, ela puxou a pele do glande e aí saiu uma gotinha de porra que parecia não ter escorrido, ela pegou com um dedo e levou aos lábios, provou e me olhou sorrindo…
-       Mmm, isso eu diria sem medo de errar que é porra e ainda por cima recém-ordenhada. As duas me olharam estranhas, não acreditavam que eu tivesse batido uma sozinho, então tive que confessar.
-       Bom… foi uma experiência nova, aprendi uma coisa que não sabia explicando a lição pra Magda, acontece que as meninas da turma dela trocam com os meninos as gozadas que eles deixam nos livros didáticos, não sei se como troféu ou só por brincadeira, mas a verdade é que quando me dei conta já era tarde, a garota aprende rápido.
-       Hahaha, minha priminha tá se atualizando, a verdade é que desde sempre expliquei as coisas pra ela, mas a partir do dia que te apresentei fui explicando tudo que uma mulher devia saber, principalmente sobre o negócio da porra, pra que servia, o que dava pra fazer com ela, onde podia colocar e onde não, e os perigos de meter em certo lugar, achei que não tinha assimilado tudo, mas vejo que sim, e ainda ampliou, são coisinhas de adolescente.
-       Sabe a moda que a gente tinha no meu tempo? – disse minha tia – a gente trocava com os meninos tufos de pelo da buceta, cortávamos com a tesoura tiras do pelo da ppk e eles davam os deles, depois a gente colocava entre os folhas dos livros, com umas anotações de quem eram e se a gente tinha trocado ou cortado elas mesmas.
- Pois é, na escola de aeromoças a gente dava fotos nossas pros caras e eles gozavam em cima delas e devolviam pra gente. Kkkk.
- Caramba, e eu achando que tinha inventado a pólvora?, kkkk
- Bom, saímos do assunto, já vimos que o Juan não tá em condições físicas.
- Melhor ainda, assim a gente vê que efeito faz do zero.
- É verdade então, pega a pica e os ovos dele que eu coloco o anel. Eu só observava as manobras das duas mulheres na minha pica, a Emi pegou o pacote todo e esticou enquanto a Ana apertava em mim, depois pegou o controle remoto e ligou, senti uma vibração suave mas não fez efeito, a Emi colocou o vibrador em cima da pica dormindo e não mudou nada, o aparelho acelerava ou não conforme a Ana mexia, mas quando a Emi foi rodeando até colocar embaixo dos meus ovos, no períneo, a vibração fez milagre, a cabeça da minha pica começou a se mexer e a levantar, foi ganhando volume e comprimento, em poucos minutos já tava com uma ereção mais que boa, as duas garotas aplaudiam enquanto passavam o controle remoto uma pra outra, quando já tava de pé minha tia não aguentou e falou.
- Isso tem que ser testado agora, pega o controle, Emi. Tirou a calcinha e levantando a saia montou em mim, com os dedos molhados de saliva lubrificou os lábios e enfiou minha pica na buceta, gostou de sentir o pau pulsando mas a Emi pegou minha pica por baixo da buceta da Ana e virou o anel, o vibrador agora agia direto no clitóris. A Ana se esfregava em mim, gemendo, a Emi acelerava e mudava o ritmo sem parar, a Ana pulava em mim sem controle, tirou a blusa pela cabeça e praticamente arrancou o sutiã, esticava os peitos apertando os bicos, depois de vários minutos de suspiros e gritos gozou em cima de mim. E sobre o anel, meu pau saiu branco de espuma dos fluidos dela. Ela ficou um momento imóvel sentada com meu pau dentro, a Emi pulsava de vez em quando e a Ana dava pulinhos, sentindo como uma descarga no clitóris sensível dela. Quando conseguiu se levantar, estava exausta — uma foda com vibração contínua no ponto mais sensível da buceta dela tinha sido demais. Ela acariciou meu rosto como se eu fosse um menino, com muito carinho, se sentindo satisfeita. A Emi pegou o vibrador quando eu estava examinando e perguntou se eu queria que ela estreasse. Entendi que minha tia já estava bem saturada pra reivindicar o direito dela e não reclamou. A garota leu as instruções e testou na mão. O aparelhinho tinha um formato anatômico, parecia uma fruta com um rabo comprido, vermelho fosforescente com uma luz que acendia quando ligava. A Emi sentiu na mão que o aparelho pegava mais ou menos vibração e não quis que ninguém explicasse. Levantou a saia do vestido e ficou só de calcinha tipo biquíni. Tentou colocar, mas não fazia ideia — imaginava que devia ir dentro da buceta, mas também tinha lido que dava pra colocar entre os lábios preso pela calcinha. Me deu o controle pra segurar enquanto ela achava um jeito de encaixar. Quando ela tinha colocado ao longo dos lábios, apertei sem querer. Ouviu um zumbido e na hora a Emi levou um choque. Quando abriu as pernas, caiu no lençol. Ela entendeu que não era o melhor jeito — no máximo, segurando com a mão dava pra usar, mas o formato sugeria que devia ser introduzido. A Ana tirou da mesinha um tubo de creme e deu pra amiga, que passou um pouco no aparelho todo. Enquanto isso, eu dei uma olhada nas instruções. Ainda sem entender tudo, encontrei umas palavras bem comuns na internet: aplicativos, senhas, USB, e isso se repetia em todos os idiomas. Tirei uma foto com meu celular pra pesquisar mais sobre o assunto no meu quarto. A Emi me avisou que já tinha o aparelho dentro dela, tinha tirado a calcinha, dos lábios dela só saía o rabinho que parecia uma antena. Pra confirmar, apertei no mínimo, a garota sentiu uma sensação gostosa dentro dela, um sorriso se abriu na boca dela. Quando aumentei a potência, a garota começou a tremer, segurando o púbis, e conforme eu ia subindo, ela já não sabia onde se apertar, ora tocava a bunda entre as nádegas, ora abria as pernas apertando a buceta, a cara dela mostrava uma puta sensação de prazer, muito mais forte que o normal, dava pra comparar com um orgasmo. A Emi, que era bem contida nas expressões quando gozava, dessa vez começou a gemer, principalmente quando eu aumentava a potência no controle. Minha tia quis experimentar, e quando parecia que a Emi já tinha passado da gozada, ela aumentou a vibração de novo, e mesmo a garota implorando pra parar, a Ana se vingou da amiga fazendo ela gozar de novo. Eu tirei o anel que apertava minha pica e, vendo as duas amigas deitadas se recuperando dos orgasmos, me vesti e saí do quarto. A pica já tinha baixado quando fui pro meu quarto, passando pelo da Maria, ouvi ela falando, achei que tivesse com a irmã Maite, abri um pouco a porta e espiei, ela tava conversando com uma amiga pelo computador, não tava com o fone, dava pra ouvir ela e a amiga. Parece que a amiga tava pedindo algo que minha prima não gostava, mas a garota insistia. Minha prima percebeu minha presença e me chamou com a mão pra chegar perto, mas a uma distância segura mandou eu ficar ali. A garota insistia cada vez mais, e quando se despediram, a amiga disse pra ela tentar, e como prêmio ela teria isso. Isso era simplesmente um par de peitos lindos, a garota ao falar isso tinha levantado o pijama até o pescoço e os peitos caíram, ficaram olhando pra gente provocantes, a tela apagou e minha prima desligou a dela. Eu me aproximei. Ela estava pensativa. Dei um beijo na testa dela e ela quase não ligou. Quando perguntei o que a preocupava, ela balançou a cabeça como se quisesse afastar um pensamento ruim. Sorriu pra mim, olhando nos meus olhos, pegou minha mão e me levou até a janela.
— Juan, quero te dar um conselho. Olha aquela janela.
— Que janela?
— Aquela lá embaixo, na casa da Emi. Aquela iluminada. O que você vê?

Me debrucei na janela e olhei na direção da casa da Emi. A janela da sala estava iluminada por um abajur do lado do sofá. Em cima dele, dava pra ver claramente o corpo nu da Magda. Ela estava se masturbando com a mão, esfregando o clitóris freneticamente em círculos, enquanto a outra mão puxava os peitos desesperadamente.
— Caralho, que vista você tem da sua janela.
— Então imagina quando vi aquela garotinha fazendo uma siririca daquelas num cara. E pra ser sincera, achei que era você.
— Desculpa, Maria, nem percebi. É que a menina teve o capricho de me fazer uma punheta e gozar nos livros como troféu. É assim que a gente coleciona os da sala. Não consegui evitar.
— Kkkk, que piranhas precoces essas crias. Mas quando a gente fazia festa no colégio, a brincadeira era um cara gozar dentro de uma garrafa de Coca Booty e todas tinham que beber. A coisa sempre saía do controle e a gente acabava bebendo direto da pica dos caras.
— Que imaginação vocês têm, hein. Espero que não vá além disso.
— Relaxa, é só pra caso alguém na rua te veja. Em mim só deu tesão. Abri o notebook e fiquei batendo papo com minha amiga Flor.
— Ah! Aquela garota com aqueles peitos se chama Flor?
— Sim, essa é a Flor. E esses peitos poderiam ser seus, se você quiser.
— Meus? Como assim?
— Você gostaria?
— Mulher, são uns peitos impressionantes. Difícil recusar uma parada dessas, mas os seus eu curto mais. - Vamos, não seja bobinho! Você ia querer ou não ia querer comer elas?
- Claro que sim, mas não tô convencido com tanto mistério, o que tem por trás disso?
- Então, a Flor é minha grande amiga, o caso é que às vezes eu comentava que tinha um primo morando com a gente, muito gato e, acima de tudo, boa pessoa.
- Humm, cada vez me deixa mais curioso.
- Pois é, a Flor tava saindo há um tempão com um cara, aquele típico garoto bonitão que pega qualquer mina que quer com a lábia dele, resumindo, um conquistador nato.
- Normal, é bem comum.
- Sim, o caso é que do dia pra noite o tal pegador deu um pé na bunda da Flor e no dia seguinte já tava saindo com uma garota recém-chegada na sala.
- Poxa, acabou o love na hora.
- Então, a Flor não gostou nada disso e me pediu um favor.
- Ora, pra uma boa amiga não se pode negar nada.
- Se dependesse de mim, não teria problema, mas é que envolve você também.
- Eu? Se a gente nem se conhece, bom, só vi os peitões bonitos dela.
- Pois é, ela me pede pra você sair com ela uma noite pra fazer o ex dela ver que ela também pega rápido.
- Pesado, né? É um papelão pra mim ficar de estátua, e ainda arrisco levar uns sopapos de brinde, já tô gostando menos desse par de peitos lindos.
- Reconheço que não é o melhor plano, mas por um lado seria bom esfregar na cara daquele metido.
- E o que eu teria que fazer?
- Nada, só ir de acompanhante na balada onde eles costumam ir, se mostrar como um rolo e deixar o cara com água na boca.
- Mas se ele já trocou, por outro lado deve gostar mais da nova.
- É que parece que a garota que ele tá saindo agora, que é muito gostosa por sinal, é meio tímida, chegou de fora faz pouco tempo e ainda não conhece ninguém aqui, e acho que o cara encantou ela.
- Tá bom então, arrisco uma surra, já que você tá pedindo. Faremos isso, pela amizade de duas garotas.
- Obrigada, vou contar pra Flor.

Combinamos para o sábado seguinte. Quando a garota veio me buscar em casa com o carro dela, fiquei extasiado. Ao entrar no carro, a primeira coisa que notei foi o perfume que ela usava. Quando me sentei ao lado dela, olhei pra ela, e ela se apresentou me dando um beijo na bochecha que passou bem perto dos lábios. Tava claro que ela tinha se proposto a se vingar do ex, porque colocou toda a carne no fogo. Ela se vestiu, se é que dá pra dizer assim, com um top bem curto, logo abaixo dos peitos. Acho que ela não conseguia se mexer muito, porque pelo balanço, os peitos estavam "soltos", dava até pra ver o começo de um deles por baixo do top. A saia não era curta, batia no joelho, mas bem rodada. Os saltos eram altíssimos, não entendo como ela conseguia dirigir com eles. Ela me perguntou se eu tava pronto e arrancou em direção à balada. No caminho, me contou que o ex não era agressivo, só era o tipo de cara que gosta de pular de flor em flor, e que não sentia o menor pudor em trocar uma garota por outra.

Na balada, sentamos num sofá perto de onde o cara estava, acompanhado de outros casais. Me chamou a atenção a garota que tava com ele. Era uma garota angelical, não entendia como ela podia sair com aquele sujeito, mas também tive que admitir que o cara era um baita gostoso, bem definido fisicamente e muito desenrolado com as garotas. Eu tava sentado com a Flor, e ela fazia questão de ficar toda melosa comigo, me acariciando, me beijando e me enchendo de carícias. O cara logo nos viu e aproveitou que um casal sentado na nossa frente levantou pra dançar, pra vir com a garota dele sentar com a gente. Ele fez de tudo pra que a garota dele ficasse carinhosa com ele. Flor não se intimidou e fez o mesmo comigo. Eu tentava acompanhar o clima. Dava pra ver que a garota não tava muito confortável com a situação nem com o jeito que o novo namorado tratava ela. Ele tratava ela como um bichinho de pelúcia. e a abandonava quando bem entendia pra ir no balcão e tomar um drink com os amigos, se divertindo dançando com a primeira que aparecia. A garota perguntou timidamente pra Flor se ela conhecia o cara, ela simplesmente respondeu. - Sim, um pouco, até ontem era meu namorado, me mandou uma mensagem dizendo que tinha encontrado uma mina nova e que tinha pegado ela, imagino que tava falando de você. - Sério que ele fez isso com você? - Pois é, sou só a última de uma longa lista, ele é assim, você vai conhecer. A garota sentou do lado da Flor, dava pra ver que não tinha maldade e queria saber mais do cara e do rolê. Quando ele viu elas conversando, veio, pegou ela pelo braço e de um puxão a tirou pra dançar, ficou dançando de forma grosseira pra mostrar que era dono dela, mesmo a garota parecendo desconfortável. Quando cansou no meio da música, largou ela no meio da pista e foi pro balcão pegar um cuba-libre que um amigo tava oferecendo, a garota voltou pra gente com os olhos marejados. Por minha conta, falei pra Flor que ia tirar ela pra dançar, ela achou ótimo. A garota não hesitou e me disse que sim, fomos pra pista mas ela me perguntou se não dava pra gente dançar na outra pista de música mais lenta. Achei uma boa ideia, porque a música era muito alta e eu queria conversar com ela. Na outra pista já não tinha tantas luzes psicodélicas, os casais eram mais velhos, a gente era dos mais novos, mas dava pra conversar, as músicas eram na maioria baladas, nos enlaçamos sem chegar tão perto quanto os outros casais. - Desculpa mas não me apresentei, me chamo Juan, não te vi muito por aqui. - Oi Juan, eu me chamo Inma, é a primeira vez que venho, comecei a sair com o Héctor semana passada, parece que ele ainda tava saindo com a Flor, sua namorada. - Não, Flor não é minha namorada, é só uma amiga boa, vim tomar umas cervejas com ela. - Ela deve estar puta comigo, vai achar que roubei o cara dela. - Não pense assim, Flor é uma boa mina. conhece o Héctor há muito tempo e sabe como ele é, até me disse que sente muito por você, caso ele te machuque. - Vocês dois são gente boa, eu venho de uma cidade menor e ainda não me adaptei, fico feliz de ter encontrado vocês. Inma, enquanto dançávamos e nos conhecíamos, foi se soltando e se aproximando mais de mim, a tensão inicial foi diminuindo, a bochecha dela roçava na minha e eu sentia como ela se aninhava nos meus braços, que foram se fechando na cintura dela, e os dela no meu pescoço, nossas bochechas já juntas se aproximavam o suficiente para sentir a respiração dela, um pouco ofegante. Não quis me arriscar e continuei dançando, os braços dela se fechavam ao redor do meu pescoço e no meu peito comecei a sentir o roçar dos peitos da garota, a princípio era um roçar casual, como eu não sei dançar muito, sabia que muitas vezes não me sincronizava com ela e ainda estava atento à reação dela, mas os roçados não eram casuais. Inma estava se aproximando de mim não só fisicamente, estava à vontade comigo, nos primeiros roçados foi o apoio seguido de um peito, depois já eram os dois que estavam colados, a garota estava vestida bem sóbria comparada a outras, por exemplo a Flor, mas eu apreciava mais o toque dos peitos dela pela confiança que demonstrava em mim. Eu a envolvi pela cintura e a puxei para mim, esperava que ela fosse fugir ao sentir os roçados com a ereção que eu já tinha há um tempo e que tentava disfarçar, mas depois de umas aproximações tímidas, Inma acabou me abraçando e se colando em mim da cabeça aos pés, nossas pernas se entrelaçavam se metendo entre as do outro, nossos sexos se juntaram, sentia como o púbis quente dela pressionava meu pau, primeiro estava ao longo da minha perna, mas conforme ficávamos colados, ia subindo e me incomodava, Inma percebeu que estava forçado e, soltando um braço do meu pescoço, passou a mão no meu pau e o colocou na vertical, depois me abraçou de novo. Já não eram só nossas pélvis que estavam grudadas, agora ela enfiava a buceta Pau contra ela, minhas mãos desceram da cintura dela pra bunda dela, no ritmo da dança nossos quadris iam se roçando. A cabeça dela apoiou no meu pescoço, a altura da boca dela ficou por um instante no meu pescoço, mais que um beijo foi sentir o hálito dela, mas o efeito foi o mesmo, meu pelo arrepiou inteiro como um putinho bravo, ela enfiou os dedos no meu cabelo e me penteou com eles. Minha mão foi da bunda dela pro peito dela, entre nós dois esmagado pela pressão encontrei meia teta saindo pelo lado dela, como não dava pra chegar nos mamilos dela passei minha mão pelas costas dela, achei o fecho do sutiã, com dois dedos soltei, não deu pra notar diferença porque a gente tava praticamente esmagado. Inma parou de me abraçar e tirou as alças do sutiã pelas mangas, depois pelo decote terminou de tirar a peça, nem reparei que cor era, só tava besta olhando pra mina nos olhos, ela manteve o olhar enquanto dobrava as taças do sutiã com cuidado e enfiou no bolso da minha calça. Pegou minha mão e levou pro peito dela, na meia escuridão da pista minha mão não se via entre nós, mas meus dedos passearam pela pele macia de todas as curvas dela, a maciez me fazia acariciar apertando até chegar no mamilo dela, tava tão duro que devia doer, tirei a mão e beijei meus dedos. A mina teve pena de mim, acho, porque abriu a blusa que tava usando, na área onde menos iluminavam as luzes dos refletores pude ver o par de tetas que ela tinha, ao vivo em todo esplendor, ela pegou elas pelos lados e erguendo juntou num canal sensual. Só me abaixei um pouco pra minha boca poder lamber, morder e chupar à vontade, ela me abraçava pra me sentir ainda mais perto. Eu tava quase gozando, o pau saía por baixo do cinto da calça, coloquei a mão nele e perguntei com os olhos. Ela abotoou a blusa, peguei na mão dela e fomos pra mesa onde Nós meio que tínhamos abandonado a Flor, ela não estava entediada, rodeada de caras, estavam rindo e bebendo gin tônicas. Pedi as chaves do carro dela, não precisei insistir, ela me deu e fez joinha com a mão. O Héctor estava cercado de caras e minas, dava pra ver que já estavam bêbados, ele abraçava todas, beijava e passava a mão na bunda delas de um jeito nojento. Saímos pro estacionamento, não lembrava nem da marca nem da cor do carro da Flor, pela impressão que ela me passou, fiquei olhando pra ver se reconhecia. A Inma pediu o controle e apertou, quatro carros à frente de onde a gente estava, as luzes de um carro acenderam. Ela me pegou pela mão e me levou quase correndo até ele. Abri a porta pra ela e ela foi direto pro banco de trás. O carro, apesar de pequeno, era bem espaçoso; pra ter mais espaço, deslizei os bancos da frente pra frente. Quando me virei pra Inma, ela já tinha tirado a blusa. Os peitos dela brilhavam, mesmo na penumbra, longe dos holofotes do estacionamento. Já dava pra ver os bicos, eram rosados, mas grossos, duros e inchados. Enquanto eu beijava eles, a Inma soltou meu cinto, a pica pulou na mão dela. Parecia que ela segurava com adoração, não dava pra ficar mais dura do que já tava. A mina apertava e brincava com a glande enquanto eu acariciava os peitos dela. Ela colocou as pernas nos meus ombros. A saia da Inma subiu pelas coxas até a cintura, ela se apoiou nos meus ombros com as pernas e levantou a bunda, tirou a calcinha e deixou no banco. Quando ela tirou as pernas dos meus ombros, fez um arco até apoiar nos encostos de cabeça dos bancos da frente, ficaram abertas. Ela pegou minha cabeça e me puxou pra perto, procurou minha boca com a boca dela. Os lábios dela me esperavam, todos os lábios, os da boca se abriram e, colocando a língua pra fora, procurou a minha até se fundir no meu céu da boca. Os outros lábios dela, os da buceta, também se abriram, mas pra dar passagem pra Meu pau que chegava junto comigo. Ela avançou a bunda pra fora do banco e recebeu meu pau devagar, mas de uma vez só. Quando eu tava enterrado dentro dela, ela enrolou as pernas na minha cintura. Só conseguia mexer o quadril, mas com isso já bastava pra meter e tirar o pau até o fundo. A gente tava dançando há muito tempo, e principalmente colados, nos esfregando com o corpo inteiro. Senti que não aguentava mais, me admirei da pouca resistência que eu tinha hoje, mas tive que perguntar.

— Inma, desculpa, vou gozar. Onde você prefere que eu goze?
— Juan, nem pense em sair agora. Desde que a gente saiu pra dançar, eu tava esperando esse momento. Quero seu gozo, quero que me encha de porra. Se você esperar um minuto, eu vou gozar junto com você.
— Vou fazer o impossível, mas vou te esperar.

Consegui. Quando Inma tremeu no orgasmo dela, eu explodi dentro dela. A gente se abraçou igual quando tava dançando, só que agora cada um no seu ritmo, mas o final foi o mesmo: os gemidos da Inma se misturaram com meus grunhidos. Fiquei metendo até ficar escorrido de porra, mas meu pau continuava duro e eu não quis tirar. Preferi deixar a ereção acabar sozinha, continuei entrando e saindo devagar, com as tetas da Inma nas mãos. De repente, ela me abraçou como se não me visse há muito tempo e começou a me beijar o rosto inteiro, o pescoço e a boca, enquanto o corpo dela era sacudido pelo próximo orgasmo. Eu não consegui coordenar o meu igual antes e gozei dentro dela quando ela já tinha se recuperado.

Os vidros embaçados do carro nos escondiam e nos entregavam ao mesmo tempo, porque qualquer um que passasse por ali saberia que a gente tava fodendo. Uma batida de nós dos dedos no vidro nos assustou. Abri um pouco a janela, era a Flor que vinha com um cara. Entreguei as chaves e eles subiram na frente. A gente continuou se acariciando atrás, Inma com meu pau na boca tentando deixar ele duro de novo. Eu duvidava, mas deixei ela fazer. Pra mim, não tava mais dando. mal estar acariciando os peitos dela enquanto isso. Nos deixaram na casa da Inma, acompanhei ela até a porta da casa dela e depois fui pra minha andando, não era longe e a Flor tinha ido com o cara que ela tinha pegado. Caminhando cheguei em casa, nessa hora tava tudo silencioso, bom, tudo não, quando passei pela porta do quarto dos meus tios ouvi um barulho, quase imperceptível, exceto quando minha tia gritava. - Não para Antônio, não para, enfia mais. - Já enfiei tudo!, e não consigo parar. - Quero mais Antônio, quero mais, enche meu cu. Passei na ponta dos pés pra não fazer barulho, tudo continuava escuro. Quando passei na frente do quarto da Maria, dava pra ver luz por baixo da porta, bati com os nós dos dedos e abri, minha prima com uma camiseta em cima da cama tava na frente do computador, me mandou entrar. Tava conversando com a amiga dela, a Flor, dava pra ver claramente que ela tinha acabado de chegar em casa porque ainda tava com a mesma roupa. Quando apareci na tela, ela começou a gritar, me parabenizou pela noite e agradeceu por eu ter ficado com a Inma, - Eu não tive tanta sorte. - Como não? Se você pegou um cara! - Se eu te contar… - Não rolou nada?, que estranho. - Até que rolou, mas foi uma merda, fomos pra um jardim e estacionei entre umas árvores, falei pra gente passar pro banco de trás e ele topou, eu abri a porta de trás e me abaixei pra entrar, mas ele não esperou e, abaixada do jeito que eu tava, me pegou pela cintura, levantou minha saia, puxou minha calcinha pro lado e meteu na hora, gozou depois de três enfiadas, eu fiquei pior do que tava. - Poxa, que pena, porque você merece uma boa trepada, hahaha. - Você é um filho da puta, Juan, ainda tira sarro, mas nem tudo foi ruim, quer saber o que eu encontrei? - Não sei, num jardim? - Não, no banco de trás, olha que calcinha que eu achei, muito bonita, vinho, não faz ideia de quem pode ser? - Ah! Então deve ser da mesma dona desse sutiã. Acordei na hora, tirei do bolso da calça o sutiã que a Inma tinha enfiado lá quando a gente tava dançando.
- A mina tem bom gosto, e você também, quer que eu lave ou prefere guardar de lembrança? Tá fedendo muito a buceta.
- Valeu, não sou fetichista, lava por favor, mas não sei como devolver pra ela, não tenho o telefone dela.
- Mas você sabe onde ela mora, né?
- É verdade, embora tenha deixado ela no pátio, vou ter que investigar.
- Então investiga, por enquanto fico com elas, a gente se vê, tenho que te compensar pelo favor que você fez.
- Nada disso, foi um prazer total.
- É disso que eu tô falando, olha o prêmio que te espera. A Flor levantou o top que tava usando, os dois peitos caíram juntos, peitos redondos, juntos e duros, mal balançaram. Eu mostrei a língua como se fosse chupar eles, e ela pegou, juntou e lambeu, impressionante. As minas se despediram e desligaram os computadores, minha prima pegou o sutiã da minha mão e ficou olhando.
- É lindo, de marca boa e de um tamanho… mmm, a menina tem uns peitões.
- Pois é, não tinha visto na luz, ela tirou e enfiou no meu bolso, e quase não vi os peitos dela, só chupei eles.
- Só? Cê acha pouco ter conhecido ela um tempinho antes e chupar os peitos dela?
- E no carro da Flor, a gente terminou a festa.
- Que noite hein, e isso que você não tava afim de fazer o favor, e pelo visto ela quer agradecer ainda mais, e com carne!
- Tá de brincadeira! Ela é uma mina muito gente boa.
- Brincadeira? Você não conhece a Flor, ela vai te foder, você vai ver.
- E falando de outra coisa, o que que tá rolando no quarto dos seus pais? Ouvi uns barulhos suspeitos.
- Suspeitos? Eles tão a noite inteira transando igual uns possessos, parece que tomaram alguma coisa, queria saber o que é.
- Talvez eu saiba de algo, acho que tô imaginando.
- Sabe algo? E ainda não me contou?
- Liga o computador de novo, vamos procurar uma parada. coisa. Maria, de camiseta e calcinha, tava com as pernas cruzadas na cama, o notebook no colo e eu atrás dela olhando a tela. Tive que fazer um esforço danado pra não abraçar ela por trás e pegar naqueles peitos que eu conhecia tão bem. Falei pra ela procurar um site de brinquedos sexuais enquanto eu caçava no meu celular a foto que tinha tirado. Ela não demorou pra achar os vibradores. Ficamos lendo as instruções em espanhol e descobri que dava pra controlar à distância por wi-fi, até de qualquer lugar. Também explicava como configurar por um aplicativo grátis. Sem pensar duas vezes, instalei o app e coloquei os dados que tinha pegado com minha foto. Depois, botei uma senha e apagamos a luz. Saímos pro corredor, Maria colada nas minhas costas, eu sentindo as pontas dos peitos dela roçando em mim. Não queria me desconcentrar, e fomos em silêncio até a porta dos pais dela. A porta, mesmo fechada, não tava totalmente trancada — provavelmente tinham ido ao banheiro ou pegar algo pra beber. A luz do criado-mudo mal iluminava a cama. Em cima dela, minha tia e meu tio, os dois pelados. Entre as pernas dela, dava pra ver uma luzinha vermelha. Meu tio, claramente, com o pauzão dele descansando, dobrado sobre uma perna. Eu e minha prima colamos na fresta da porta. Peguei o celular, abri o app e apertei o do meu tio. O pau dele começou a dar pulinhos, foi se levantando aos poucos. Ele não acreditava, mas devagar foi ficando duro. Falou pra minha tia: — Ana, cê não se satisfez ainda? Larga o controle quieto, que não aguento mais. — Se eu não toquei em nada, meu deus, como é que cê tá duro de novo? — Pois tô igual antes de foder. A luzinha entre as coxas da Ana começou a piscar quando apertei o botão do telefone. — Antonio, já chega de brincadeira. Se quer foder mais, fala, mas já deixou minha buceta e meu cu igual um bebedouro de pato. — Eu não toquei em nada, mas olha como eu tô. Se quiser, eu me viro sozinho. ducha. - Não, deixa, já que estamos assim, também tenho pena de desperdiçar essa pica. Espera, vou subir e enfiar. Minha tia cumpriu o que disse: com a luzinha entre as pernas, montou no meu tio, enfiou a estaca que apontava pro teto e se deixou cair, mas na hora se levantou. - As duas não cabem, vou tirar. - Não, tenho uma ideia, enfia no cu. - É verdade, deixa ver… aaah Pronto! Começou a pular em cima do Antonio, a barra de carne dura presa pelo anel, com os ovos brilhando molhados dos sucos que saíam da buceta da Ana, mas quando apertei o botão do vibrador no cu dela, ela começou a trotar em cima dele, a luz ainda piscando no cu, ela chegou a galopar deitada no peito do meu tio, com os peitos balançando sobre ele, dava pra ver a pica se enfiando na buceta dela. - Ana, para, por favor, vai quebrar minha pica. - Não consigo parar, já gozei duas vezes, uma no cu e outra na buceta, e ainda tô com tesão, aguenta mais um pouco que você tem uma pica linda. - Mas já não sinto ela, e continua dura como nunca. - Eu sinto ela inteira dentro, mas agora vou trocar e enfiar no cu, e o aparelho na buceta, quero gozar mais uma vez. - Você é louca, Ana, vai explodir. - Vai ser um prazer explodir fodendo, cala a boca e continua, Antonio. Minha prima me olhou alucinada, nunca tínhamos visto uma foda assim, colocou a mão na minha braguilha e sentiu a ereção que eu tinha. - Vamos embora, Juan, tô ficando com muito tesão. Voltamos pro quarto dela, quando subiu na cama, enfiei minhas mãos por baixo da camiseta dela, os peitos dela estavam duros com os mamilos saltados. - Melhor a gente parar, Juan, você já teve uma noite agitada, já gozou uma vez há pouco. - Uma vez não, duas seguidas, mas quando eu for pro meu quarto, vou ter que bater uma punheta pra conseguir dormir. - Se é assim, é melhor eu bater pra você. - E se, em vez de bater uma punheta, a gente foder os dois? Minha prima não discutiu, tirou a camiseta deixando os peitos balançando, deitou na cama, encolheu as pernas e tirou a calcinha. Quando abaixou as pernas, já estava com elas abertas. Eu me deixei cair entre elas, entrei devagar, mas de uma só vez. Ela estava tão lubrificada que nem precisei chupar ela. Gozamos juntos, em silêncio, mas sentindo os espasmos um do outro. A buceta da Maria ainda estava escorrendo meu gozo quando fechei a porta dela e subi pro meu quarto. Continua. Aguardo seus comentários. Valeu.

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