Perguntei pra Emi sobre a noite louca com meus tios, o verdadeiro motivo da minha visita. Ela me contou que o Antonio foi muito cavalheiro com as duas, embora tenha reconhecido que com ela ele sempre estava atento a todos os detalhes.
- Eu me sentia meio mal, porque na frente da Ana não era legal tantos elogios. Sua tia, logicamente, não dizia nada, mas eu percebia que ela estava meio chateada com o marido. Eu tentava evitá-lo, porque ele vivia me apalpando, dava pra ver que queria me foder acima de tudo. Eu procurei me aproximar da Ana pra ela não se sentir excluída, mas o Antonio não disfarçava. Eu tava tão tesuda quanto sua tia e queria dar pro Antonio, mas queria dividir pelo menos 50% com ela. A Ana deve ter imaginado isso e trouxe o vibrador que eu dei pra ela. Bom, você já viu ele. A ideia era que tanto sua tia quanto eu nos ajudássemos com ele enquanto o Antonio fodesse a outra, mas a verdade é que ele focou em mim, sempre com o pau dentro enquanto sua tia fazia o possível pra receber a parte dela. No fim, tive que compensar a falta de delicadeza do marido dela e ajudar ela a ter alguns orgasmos.
- E como você ajudou ela se ele tava te fodendo?
- Bom, como eu disse, eu tava muito molhada e sua tia também. E você vai ter que concordar comigo: seu tio tem um pau monstruoso e sabe usar. Eu me sentia no paraíso com aquele pau me preenchendo por completo, mas também sabe que sua tia é uma mulher de verdade. Não me custou nada chupar a buceta e os peitos da sua tia, que ela me ofereceu tão generosamente. Ela também teria feito o mesmo por mim. A verdade é que ela gozou várias vezes na minha boca, tava uma delícia, você já sabe. Acho que ela gozou mais do que se tivesse o pau do Antonio dentro dela.
- Sabe de uma coisa? Você me deixou com o pau duro que nem a perna de uma cadeira contando isso. Você descreveu como se eu tivesse visto em close.
- Bom, pra ser sincera, eu teria preferido que o pau que tivesse entrando em mim fosse o seu.
- Se você guardar segredo, eu te conto. que eu também teria enfiado em você, afastando meu tio enquanto metia por trás enquanto você chupava a buceta da Ana.
- Mas Juan, nem parecia que você estava com a gente! Como sabe tantos detalhes?
- Porque eu estava mais perto de vocês do que imaginavam.
- Impossível, isso é porque a Ana te contou.
- Não, é porque eu estava vendo vocês, ou melhor, a gente estava vendo.
- A gente? Quem estava vendo a gente?
- Bom… você não vai contar nada, né?
- Sabe que não, mas conta.
- Então, aquela noite não era só pra vocês. Maria, Maite e eu também saímos pra jantar. A ideia era ir num show, no cinema ou em uns bares, mas tive uma ideia brilhante e levei elas pra um hotel. Ficamos destruindo a cama, como pode imaginar, nós três. Ah, e era uma cama gigante. Depois de um tempo, ouvimos barulho justamente no quarto ao lado. A curiosidade da Maite fez a gente, escondidos na janela, ver vocês em close transando, ou melhor, seu pai te comendo enquanto você chupava a buceta da sua mãe.
- Meu Deus! Pobres meninas, e não ficaram chocadas?
- Hahaha, chocadas? Claro que não. Depois a gente reproduziu as posições de vocês até cair de exaustão. Depois voltamos pra casa antes de vocês.
- Então elas sabem sobre os pais delas?
- Claro, por isso quando a gente saiu na outra noite, as quatro me fizeram pagar com uma boa trepada por ter negligenciado elas.
- Ufa, ainda bem. Eu ia me sentir péssima se desse algum problema com os pais delas.
- Relaxa, tá tudo sob controle.
Naquele momento, a campainha tocou. Quando Emi abriu a porta, minha tia entrou como um furacão.
- Oi, Emi, desculpa, não consegui vir antes. Só queria agradecer como você foi comigo na outra noite. O idiota do meu marido parece que não sabe onde tem o pau, não sabe distinguir nada e ficou te enchendo o saco. Pena que meu sobrinho não veio no lugar dele. A gente teria passado a noite inteira transando os três sem problema nenhum. Emi ainda nem tinha conseguido responder ao cumprimento dela quando Ana olhou nos olhos dela e depois se virou pra onde eu tava, eu além de surpreso também tava com uma ereção ainda da conversa com a Emi, Ana interpretou como o efeito da confissão dela e veio até mim e me abraçou, pegou minha cara com as duas mãos e me deu um beijo na boca que durou vários minutos, me mordeu, chupou e enroscou a língua dela na minha sem me deixar quase respirar. Emi mal teve tempo de fechar a porta da rua quando minha tia, de joelhos no tapete, já tinha baixado minha calça e tirado minha rola da cueca, engoliu ela inteira, com desespero, enquanto Emi olhava e ao ver ela tão dedicada se colocou atrás dela e levantou a blusa pelos braços, ela só soltou minha rola pra roupa sair pela cabeça pra em seguida meter ela de novo na boca, a garota soltou o sutiã dela, os peitos da minha tia pularam livres e eu peguei eles amassando. Emi ficou atrás de mim e tirou minha camisa por trás, foi me beijando na nuca e no pescoço, minha tia agarrada na minha cintura engolia a rola toda mexendo a cabeça sem parar, quando a garota se abraçou em mim por trás rodeando meu peito senti nas minhas costas o calor morno dos peitos dela e a dureza dos mamilos, virei a cabeça e ela me beijou por trás, minha tia continuava com minha rola entre as mãos, tinha ela presa com os dois punhos e só deixava a cabecinha que tava no céu da boca dela. Emi continuou me abraçando mas descendo cada vez mais as mãos, quando chegou na minha rola rodeou ela junto com as bolas e segurou tudo na frente da Ana que soltou e abriu o zíper da saia e com dificuldade tirou ela pelos pés, tava usando umas calcinhas de filó, que desde o quadril afundavam entre os lábios na frente e nas nádegas atrás, Emi com meu pacote inteiro entre as mãos foi me guiando até o sofá, minha tia foi recuando até sentir no cu o assento, se Ela sentou e me puxou pra perto dela, me aproximei empurrado pela Emi por trás, até que meu pau ficou na frente da buceta da minha tia. A Emi desviou a tirinha de renda preta, abriu os lábios menores que escorriam fluxo abundante, ela mesma me empurrou pelas nádegas e meu pau entrou na buceta da Ana. Minha tia fechou os olhos suspirando de gosto ao sentir como eu ia me introduzindo nela, quando sentiu o útero apertado sorriu sem abrir os olhos, quando abriu pegou a Emi pela mão e puxou ela até fazer subir no sofá, fez ela passar uma perna por cima e se abraçou nas coxas dela. A Emi com dois dedos separou os lábios da buceta dela e ofereceu o clitóris já inchado, minha tia lambeu até a saliva transbordar da boca, a Emi se contorcia de prazer se apertando contra o rosto da Ana. A dança da bunda da Emi na minha cara me fez chegar perto e meter a cara entre as nádegas, minha tia pegou elas e abriu, o olho enrugado e rosado da Emi ficou a centímetros da minha boca, minha língua rodeou ele enquanto meus dedos entravam na vagina dela e o polegar no cu. Uma vibração na buceta e um tremor nas pernas me avisaram que ela ia receber um orgasmo provocado pela Ana e apoiado por mim. A Emi com as mãos apoiadas na parede e com a buceta comida pela Ana e cheia dos meus dedos em todos os buracos, gozou esfregando os peitos na parede. A Ana cumpriu o prometido, agradeceu a dedicação que ela tinha dado dias antes, a garota mal conseguia se manter em pé até passar a onda de prazer, quando passou, tirei os dedos da buceta e do cu dela e minha tia deu a última lambida, os espasmos da buceta hipersensível agitavam o corpo inteiro dela, caiu no sofá, mas ainda teve a generosidade de beijar os peitos da Ana, até que ela gozou com meu pau dentro, foi suave num primeiro momento, mas depois uma explosão de prazer contido me obrigou sob as urgências dela a meter rápido até gozar dentro dela, quando me separei uma Uma mancha de sêmen tinha ficado no estofado do sofá da Emi, ela não deu importância e me fez sentar ao lado da Ana, e ela fez o mesmo do meu lado. Ficamos nus, nos acariciando levemente por quase uma hora, até que Emi lembrou que sua prima Magda estava chegando. Minha tia Ana e eu atravessamos a rua e entramos em casa. Pela esquina já dava pra ver a Magda chegando, que tinha descido do ônibus na outra rua. Minha tia apertou minha mão e apontou pra garota.
- Puxa, que menina, Juan. É novinha, mas já mostra que vai ser uma brasa, né? Promete, hein?
- Já é realidade, Ana.
- Juan, você já fez alguma coisa com ela?
- O principal, Ana. Fiz dela uma mulher.
- Porra, Juan, você tem um pau de ouro, e o melhor é que ninguém precisa me contar, minha buceta sabe bem disso, hahaha.
Quando entramos em casa, subi direto pro meu quarto. Ana foi pro dela. Tomei um banho rápido pra tirar o cheiro de sexo, que eu adorava. Ao sair com a toalha enrolada, cruzei com minha prima Maite. Ao me ver, ela sorriu e pegou no meu pau mole por baixo da toalha.
- Juan, você me esqueceu, e uma não é de pedra. Outro dia a Maria também me disse. Entrei no quarto dela quando ela estava se masturbando, e ela disse que fazia isso pensando no seu pau.
- Desculpa, Maite. É que tive uns dias bem corridos.
- Já imagino suas correrias, sim.
Entrei no meu quarto e me vesti. Quase tinha colocado a camisa quando a Maite entrou de repente.
- Ah, Juan, tinha esquecido. Outro dia eu estava com minha amiga Feli. Ela me convidou pro aniversário dela no apartamento, mas insistiu pra você ir comigo. Vai ser só pra tomar algo, nós três.
- Valeu, Maite. Suas amigas são muito legais. Claro que vou, ainda mais com você. Adoro ser seu par.
- Valeu, puxa-saco. Você sabe tratar as garotas, hein.
Quando saiu do quarto, me deu um beijinho na boca enquanto roçava a mão no meu pau. Dois dias depois, ela me disse que a amiga dela tinha Que bom que você pôde ir, elas tinham combinado para o sábado que vem, ela viria nos buscar e a gente iria para o apartamento dela. Quando desci para o quarto da Maite já vestido para a festa da Feli, ela ainda estava pela metade, pelo menos já estava maquiada, mas ainda estava de pijama, me retirei discretamente, mas ela insistiu para eu ficar e dar conselhos sobre a roupa que ia vestir, abriu o guarda-roupa e começou a tirar roupa e jogar na cama, tinha de tudo: saias, vestidos, blusas, camisas, calcinhas, sutiãs, um monte. Quando ela tirou o pijama, quase tive um infarto, ela estava completamente nua, viu a cara que eu fiz e se aproximou melosa de mim, se grudou no meu corpo esfregando os peitos em mim e disse:
- Primo, quer que a gente comemore meu aniversário agora?
- Por favor, Maite, você tá me deixando de pau duro e você já sabe o que acontece quando eu fico de pau duro, então se veste que sua amiga não vai demorar.
Ela deu um chute de birra enquanto apertava minha rola.
- Puxa, Juan, você é homem de palavra, já tá dura igual uma estaca, não dá pra brincar com você.
Quando bateram na porta, tive que descer para abrir, minha prima ainda estava decidindo o que ia vestir, mandei a Feli subir e apressar ela. Ouviram-se risadas quando a Feli entrou, me chamaram para entrar também, em vez de apressar a Maite, ela tinha convencido a Feli a experimentar um sutiã que tinha comprado no dia anterior para a ocasião, Maite com os peitos de fora e Feli com o sutiã dela meio tirado e o outro na mão, quando os dois peitos jovens dela apareceram, tive que fechar os olhos, que par de peitos! Minha prima se aproximou de mim chamando a atenção da Feli e pegando na minha rola por cima da roupa, disse:
- Viu? Meu primo nunca falha, quando vê uns peitos, fica duro na hora.
A Feli quis ter certeza e também tocou, apertando para sentir que era minha rola, depois as duas se acabaram de rir. Quando a gente ia para a casa da Feli, minha prima me deixou de corrente de que ela tinha um apartamento grande pra estudar e, pra ajudar nas despesas, alugava os quartos que não usava. Não ficava no centro, mas perto o bastante das universidades pra sempre ter gente dividindo o espaço. Quando chegamos, o prédio me agradou, era de alto padrão, mas eu só tava interessado na minha prima e na amiga dela. Pressenti que ia ser uma tarde "tranquila" entre nós três. Quando entramos no apartamento, tava vazio, os colegas deviam estar no centro ou na biblioteca. Por curiosidade, reparei na decoração: era mobiliado como uma casa particular, deviam se dar bem, porque os móveis e a cozinha, principalmente, estavam limpos e arrumados. Feli foi me explicando a disposição do apartamento, e quando chegamos no quarto dela, tava escuro. Mas foi só acender a luz que se ouviu:
- SURPRESAAAA!
O quarto, que era o maior da casa, claro, tava todo enfeitado com guirlandas e cartazes de "Feliz Aniversário". Das lâmpadas pendiam serpentinas e balões. Feli ficou super surpresa, não esperava por isso, nem eu, claro. Lá estavam os colegas de apartamento dela e mais alguns. Na hora, todo mundo se beijou e nos apresentaram. Na real, não éramos muitos: nós três, mais dois caras e três minas. Quando falei "três", preciso fazer distinções: uma mina era bem loira, magra, com cabelo liso até os ombros; outra era morena, cabelinho curto, um pouco mais cheinha, com carinha de safada; e a outra era um monumento, juntava todos os atributos de uma gostosa. Era alta, com um rostinho lindo, bem maquiada, uns peitos impressionantes, altos, durinhos e marcando os bicos, cintura fina e uma bunda especial. Além de saltos altos, usava uma saia justa que marcava as coxas suaves e curvilíneas. Pra completar, tinha uma juba preta estilo afro, toda cacheada, que emoldurava toda a beleza das feições dela. As bebidas não Demoraram pra sair e um dos caras não perdeu tempo e já colocou música. No começo era música latina, com o ritmo e os copos esvaziando rápido, não demorou pra aparecer voluntários no meio do quarto pra dar um show de dança. Eles tinham empurrado a cama pro lado e trazido cadeiras de outros quartos, no centro ainda tinha espaço pra todo mundo dançar sem muita coreografia, mas a gente foi se revezando. Quando o ritmo latino já tinha esquentado o clima, começaram a botar rumbas e danças mais animadas, as minas saíam batendo palmas e fazendo giros mais ou menos sensuais, umas incentivavam as outras e se provocavam pra ver quem fazia mais picante.
Foi a loira magrinha que começou, ela tava vestida bem jovem, com uma saia larga e uma blusa que parecia um colete sem manga, mas com tanta cava que quando ela girava dava pra ver o começo dos peitinhos dela. A morena, por outro lado, tava com uma blusa de malha colada com pouco decote, mas que escondia uns peitos nada desprezíveis. Minha prima no final tinha optado por uma camisa florida que grudava no corpo, marcando bem a redondeza dos peitos dela, e a Feli, a mais elegante, tava com uma blusa de decote redondo bem grande, meio folgada nela. Mas a gostosona era outra parada.
Além da saia justa, uma camisa estampada bem fina com um decote em V que ia até a barriga, o tecido deixava ver os lados redondos de uns peitos duros, morenos de um bronzeado bonito. Ela não tava de sutiã nem precisava, mas o decote se abria só o suficiente pra não deixar ver os biquinhos, que prometiam ser de ouro. A loira, nem sei o nome dela, porque na confusão das apresentações não prestei atenção, saiu pra dançar uma rumbinha flamenca, fez uns passos "agitanados" e deu umas duas voltas seguidas. Quando parou, por uma das cavas do vestido aparecia um peito com meio biquinho de fora. Todas as minas começaram a gritar, a gente disfarçava mas não perdia nada. detalhe, a loira, longe de se acanhar, pegou a blusa e puxou mais pra cima até mostrar o peito inteiro, era pequeno, mas bem colocado, alto e com o mamilo pontudo. Todo mundo riu e a mina fez uma reverência, a próxima a sair foi a moreninha, também quis dar uns passos de flamenco e no final todas começaram a bater palma, exigindo o fim do número, ela pensou, mas de repente enfiou a mão no decote e, puxando a roupa elástica pra baixo, tirou um peito de tamanho considerável, redondo e com um mamilo tipo bolacha maria. Todo mundo explodiu em aplausos, eu tava de olho quando a do cabelo afro ia se animar, porque era uma real women, mas foi minha prima a próxima, acabou rápido, só duas voltas, decididamente não tinha muito talento pra dança, mas teve quando soltou os fechos adesivos da camisa florida e deixou ver por um minuto o peito esquerdo pra fora do sutiã enquanto continuava dançando, depois amarrou a camisa deixando espaço pra ver o sutiã. Todos os caras se olharam, alguém me parabenizou como primo, mas não quis dar importância, eu e todo mundo, acho, só tava de olho na do cabelo afro, mas ela não se animava, se contentava em seguir o ritmo com o quadril mas não ia pro centro da pista, a última foi a Feli, que quis mostrar quem mandava ali, depois de umas voltinhas no ritmo da música levantou a blusa e mostrou o sutiã, todo mundo aplaudiu, mas as minas começaram a vaiar, ela se irritou e, pegando o sutiã por baixo, puxou até o pescoço deixando cair os dois peitos, que ficaram balançando, um virado pra cada lado. A bagunça foi fenomenal, mas todo mundo queria ver mais, a de cabelo afro se fazia de difícil, então a loira voltou a sair, dessa vez se superou e, pegando o vestido pelas duas cavas, juntou elas e dos dois lados os dois peitos saíram ao mesmo tempo, a moreninha não hesitou, se aproximou dela e lambeu um mamilo, todo mundo riu, mas as minas El pessoal anotou bem, porque a próxima a fazer foi minha prima. Ela soltou o nó da camisa e abriu ela. A loira e a Feli chegaram perto, baixaram as alças do sutiã dela e puxaram os peitos pra fora, um de cada lado, e chuparam até os bicos ficarem durinhos. A gritaria foi ensurdecedora: uns berravam, outros assobiavam, e elas mesmas se provocavam pra continuar. A mina do cabelo afro só ficava bebendo um cuba-livre atrás do outro, só batia palma com os dedos, encostada na parede. A gente tava de pau duro, mas de olho na gostosa. A próxima a entrar no meio foi a Feli. Ela não se contentou só em levantar o sutiã: passou ele pra frente e deixou cair na cama. Todo mundo aplaudiu enquanto ela levantava a blusa por cima da cabeça. A morena e um dos caras chegaram nela, e, aproveitando que ela não tava vendo, cada um pegou um peito dela e amassou, chupando os bicos e metendo na boca até deixarem eles vermelhos. Quando ela baixou a blusa, os dois já tinham se separado, e ela não soube quem tinha sido. Mas todas começaram a gritar e apontar pro cara que fez isso, e exigiram, entre risadas, que ele também saísse. Ele demorou um pouco, mas vendo que a gente também tava incentivando, ele deu uma dançada, soltou o cinto e deixou a calça cair. Ele achou que já tava bom, mas as minas queriam mais e começaram a chamar ele de covarde e outras coisas do tipo. No fim, ele baixou a cueca, e o pau pulou duro a 45 graus. Ele deu umas duas voltas, e alguma mão feminina roçou nele de passagem. Depois, ele vestiu a roupa de novo. Todas começaram a me chamar, pedindo pra eu fazer meu número. Eu me animei, não sabia o que fazer, mas precisava superar o que já tinha sido visto. Quando eu já tinha soltado o cinto, fez-se silêncio. Todo mundo olhava pra mina afro. Ela tinha se mexido e tava indo pro meio do quarto, com passo lento. Ninguém respirava. Quando parou, entregou o copo dela pra um cara que tava perto. Ele pegou meio no automático. A mina abriu as pernas e marcou o terreno. Coxas sob a saia justa, inclinou um quadril pra um lado e depois pro outro, a bunda dela se marcava claramente, devia estar de fio dental ou pelada – pensei – Até na frente marcava a buceta, todo mundo olhou pra cima, pra blusa estampada dela, quando ela afastou o decote devagar, a gente contava cada milímetro de carne dura que aparecia, os caras com as mãos nos bolsos ou segurando as picas direto na cueca. Quando a auréola desejada começou a aparecer, a mina trocou de peito, quase todo mundo infartou, até as minas estavam na expectativa, reparei e vi duas apertando os próprios bicos com os dedos, quando o sulco moreno, perfeito e simétrico ficou à mostra, a guria mudou de posição e se aproximou do cara do meu lado, ofereceu o decote pra ele, o cara lambeu os peitos que ela mostrava, depois passou pra eu provar, cheiravam a jasmim e chupando o sulco dava pra lamber os dois ao mesmo tempo com a língua, o outro cara ia chupar quando a loira afastou ele e foi ela que se lambeu entre os peitos, lambeu e tentou chegar nos bicos, mas a afro se afastou na hora, o cara só ficou com o consolo de ter tido eles na frente dele, Feli foi a escolhida pela gostosa pra saborear, a amiga da Maite beijou eles fazendo um pouco de ventosa, deixou o batom vermelho marcado perto do bico escondido. Minha prima e a moreninha se juntaram e lamberam um peito cada uma, quando ela voltou pro centro com passos rebolativos, tirou um peito inteiro pra fora e começou outra rodada, o bico parecia pintado de tão perfeito, redondo e no lugar certo, a loira não aguentou e se jogou no bico e engoliu ele literalmente, a gente se adiantou e foi atrás do outro, a mina afro deixou fazer, levantou os braços enquanto todo mundo tirava a blusa decotada dela, o corpo moreno, perfeitamente bronzeado sem nenhuma marca de sutiã, era uma delícia, parecia uma mulata, minha mão se perdeu na bunda dela, tava dura e redonda, senti o toque da calcinha dela, sim, ela tava usando e não era fio dental, era só uma tira larga na cintura e outra descendo entre as pernas. Todo mundo queria chupar os peitos dela, a gente se empurrava querendo ficar mais tempo mamando, eu finalmente consegui encostar meus lábios no mamilo quando uma mão pegou minha pica e puxou pra fora, não liguei nem pra quem foi, quando me empurraram e olhei pra minha pica descobri que tinha sido a própria afro, fui o escolhido! — pensei — mas me tiraram do círculo, eu tentava voltar pro centro mas outra mão viu minha pica de fora e pegou ela, era a Feli, enquanto todo mundo esticava o pescoço pra chegar nos peitos da afro, a aniversariante enfiou minha pica na boca, chupou até quase me fazer gozar, eu peguei o que tava mais perto, os peitos dela, eram lindos, tirando os da afro, a garota lambeu minha pica inteira e quando puxaram ela por trás, ao sair da boca fez plop! Antes dela se afastar já vi um cara levantando a saia da moreninha, ela tinha uma bunda muito redonda e branca, o cara não pensou duas vezes, puxou o fio dental dela pro lado e tirou a pica, ela apoiada no encosto de uma cadeira esperou até ele enfiar, o cara enquanto metia tirou o suéter dela pela cabeça, os peitos balançavam debaixo dela. A loira pegou eles e segurou enquanto se abaixava e mordia, minha prima, a amiga dela Feli, tinha pegado ela pela cintura e arrastado pra cima da cama, tava chupando os peitos dela enquanto uma mão procurava por baixo do vestido. Eu voltei pra afro, era minha obsessão, me juntei com o outro cara, nós dois chupamos os peitos dela, eu apalpava a bunda dela e o outro cara apertava a ppk, a afro tava parada se deixando querer, aproveitei e descobri o zíper da saia atrás da cintura dela, soltei e puxei o zíper, o outro cara não largava o lugar privilegiado dele e ficava esfregando. O púbis estava em chamas, o rosto dela vermelho de excitação. Quando as nádegas dela apareceram, eu apertei: estavam duras, altas e emolduradas por aquela calcinha preta de renda. A pele era tão morena quanto no peito, sem nenhuma marca de sol. Quando ela estava na metade do caminho, o cara que estava apalpando o volume do sexo dela não aguentou e enfiou a mão. Estava depilado, eu pude ver, mas os lábios ainda não apareciam. Puxei a saia dela de uma vez para o chão. A calcinha preta fazia as pernas dela parecerem mais longas. A garota afro finalmente nos fez uma concessão: afastou um pouco as pernas. Enfiei a mão entre as nádegas dela, enquanto meu parceiro enfiava a mão por baixo da calcinha e procurava. Ouvi ele dizer um "oooh!". Pensei que ele tinha encontrado a buceta finalmente. O que ele tirou na mão era um pau muito maior do que qualquer um de nós. Estava enfiado entre as coxas dela, e as bolas grudadas nele. Assim que ele tirou, começou a crescer e a endurecer, erguendo-se até virar um pau duro e comprido. Meu parceiro fechou os olhos, apertou-os e enfiou o pau na boca. Eu, a dez centímetros daquela tranca, não conseguia acreditar. Quando ele tirou da boca, tinha descoberto a cabecinha, que estava do tamanho de uma bola de pingue-pongue, vermelha e com uma boquinha que devia soltar jatos de porra como uma mangueira. A loira não tinha percebido quando puxou e me levou para a cama, ao lado da Maite. A Feli já tinha encontrado a virilha dela e enterrado o rosto ali. A loira me deitou na cama e pulou em cima de mim. Percebi que o vestido e as cavas curtas tinham desaparecido. Só os peitinhos dela dançavam sobre mim. Chupei um enquanto minha prima apertava o outro mamilo. Ela só procurou meu pau e, sem lubrificar, enfiou na buceta dela. Senti que não precisava, estava encharcada. Ela ficou pulando em cima de mim até se cansar e, vendo o outro cara que tinha tirado o pau da moreninha, foi atrás dele. Não deu trégua e, cheia dos sucos da gordinha, enfiou o pau até o fundo da boca. Eu vi a Feli agachada na frente da Maite e perguntei com o olhar, minha prima me autorizou. Fiquei atrás da amiga dela, levantei o vestido dela nas costas, ela tava de fio dental vermelho, puxei a tirinha pra liberar a buceta dela, mas mudei de ideia, a raba era mais apetitosa, uma faixa de pele mais morena rodeava o cu enrugado, cuspi nela e esperei chegar no destino, foi descendo devagar até molhar o olho marrom, me aproximei com a pica dura pra caralho, minha prima separou as nádegas dela e eu só precisei empurrar. Senti que a mina parou de chupar a buceta da Maite por uns segundos pra ver o que rolava, mas diante dos fatos consumados e já que minha glande era propriedade dela, continuou lambendo enquanto eu ia adicionando saliva no tronco e enterrando devagar. Me virei pra onde tava o afro, mesmo sabendo da descoberta dele, reconhecia como ela era gostosa, não vi o outro cara que tinha feito de espeleólogo, mas vi as pernas dele com a calça enroscada e ele tava bem na frente da mina afro, ela mantinha um movimento de quadril que me lembrava o que eu tava fazendo com a Feli naquele momento, fiquei feliz porque eu pelo menos podia escolher e trocar e meter na buceta dela quando quisesse, mas o cara também não reclamava, minha prima gozou na boca da amiga dela, a Feli teve o orgasmo dela quando eu tava beijando os peitos da Maite, quando terminou aproveitei pra tirar e entre as pernas da Feli buscar a buceta da Maite e meter até gozar dentro dela, ela agradeceu me mandando um beijo no ar. Quando me separei vi como a loira tinha tirado a pica do cara do cu dela e colocado na própria buceta, não conseguiu enfiar toda, não cabia, quando a afro gozou cobriu ela de porra até os peitos, a moreninha tava de pernas abertas, no púbis peludo dela tinha umas manchas de porra que naturalmente não consegui identificar, ela tava com dificuldade pra limpar todos os pelos. Vi que ela tinha outra gozada diferente espalhada nas tetonas. Já era tarde quando a gente se recuperou, a mina afro ficou mais faladeira quando elogiamos o corpo dela tão bem cuidado, ela tava toda feliz da gente admirar tanto ela, até a loira ficou olhando com curiosidade pra piroca dela pra ver se era de mentira, mas não, confirmou quando ela bateu com ela na testa dela. As minas comentavam animadas todas as fodas que tinham levado e as que tinham dado, além dos boquetes e outras carícias, a gente também não tava reclamando, aos poucos as minas foram pegando as roupas delas e indo pros quartos, a mina afro foi com o cara que tinha descoberto a piroca que ela escondia, ele mesmo se ofereceu pra convidar ela pra um último drink na casa dele. A Feli arrumou um pouco o vestido dela pra levar eu e a Maite, mas preferimos pegar um táxi, quando chegamos em casa já era tarde, todo mundo já tava deitado, deixei a Maite na porta do quarto dela, ela abriu mas fechou de novo e subiu comigo pro meu, quando entramos ela tirou toda a roupa amassada e falou. - Agora a gente vai foder de verdade, eu e você. Ela se deitou na minha cama de pernas abertas, não acendi a luz, olhei pela janela, no quarto da Emi ainda dava pra ver claridade, nessa hora vi o corpo pelado da Magda passando atrás das cortinas, me deitei em cima da Maite e minha piroca afundou na buceta dela sem precisar de ajuda, prometi pra mim mesmo que a gente ia gozar junto. - Continua - Adoro os comentários de vocês.
- Eu me sentia meio mal, porque na frente da Ana não era legal tantos elogios. Sua tia, logicamente, não dizia nada, mas eu percebia que ela estava meio chateada com o marido. Eu tentava evitá-lo, porque ele vivia me apalpando, dava pra ver que queria me foder acima de tudo. Eu procurei me aproximar da Ana pra ela não se sentir excluída, mas o Antonio não disfarçava. Eu tava tão tesuda quanto sua tia e queria dar pro Antonio, mas queria dividir pelo menos 50% com ela. A Ana deve ter imaginado isso e trouxe o vibrador que eu dei pra ela. Bom, você já viu ele. A ideia era que tanto sua tia quanto eu nos ajudássemos com ele enquanto o Antonio fodesse a outra, mas a verdade é que ele focou em mim, sempre com o pau dentro enquanto sua tia fazia o possível pra receber a parte dela. No fim, tive que compensar a falta de delicadeza do marido dela e ajudar ela a ter alguns orgasmos.
- E como você ajudou ela se ele tava te fodendo?
- Bom, como eu disse, eu tava muito molhada e sua tia também. E você vai ter que concordar comigo: seu tio tem um pau monstruoso e sabe usar. Eu me sentia no paraíso com aquele pau me preenchendo por completo, mas também sabe que sua tia é uma mulher de verdade. Não me custou nada chupar a buceta e os peitos da sua tia, que ela me ofereceu tão generosamente. Ela também teria feito o mesmo por mim. A verdade é que ela gozou várias vezes na minha boca, tava uma delícia, você já sabe. Acho que ela gozou mais do que se tivesse o pau do Antonio dentro dela.
- Sabe de uma coisa? Você me deixou com o pau duro que nem a perna de uma cadeira contando isso. Você descreveu como se eu tivesse visto em close.
- Bom, pra ser sincera, eu teria preferido que o pau que tivesse entrando em mim fosse o seu.
- Se você guardar segredo, eu te conto. que eu também teria enfiado em você, afastando meu tio enquanto metia por trás enquanto você chupava a buceta da Ana.
- Mas Juan, nem parecia que você estava com a gente! Como sabe tantos detalhes?
- Porque eu estava mais perto de vocês do que imaginavam.
- Impossível, isso é porque a Ana te contou.
- Não, é porque eu estava vendo vocês, ou melhor, a gente estava vendo.
- A gente? Quem estava vendo a gente?
- Bom… você não vai contar nada, né?
- Sabe que não, mas conta.
- Então, aquela noite não era só pra vocês. Maria, Maite e eu também saímos pra jantar. A ideia era ir num show, no cinema ou em uns bares, mas tive uma ideia brilhante e levei elas pra um hotel. Ficamos destruindo a cama, como pode imaginar, nós três. Ah, e era uma cama gigante. Depois de um tempo, ouvimos barulho justamente no quarto ao lado. A curiosidade da Maite fez a gente, escondidos na janela, ver vocês em close transando, ou melhor, seu pai te comendo enquanto você chupava a buceta da sua mãe.
- Meu Deus! Pobres meninas, e não ficaram chocadas?
- Hahaha, chocadas? Claro que não. Depois a gente reproduziu as posições de vocês até cair de exaustão. Depois voltamos pra casa antes de vocês.
- Então elas sabem sobre os pais delas?
- Claro, por isso quando a gente saiu na outra noite, as quatro me fizeram pagar com uma boa trepada por ter negligenciado elas.
- Ufa, ainda bem. Eu ia me sentir péssima se desse algum problema com os pais delas.
- Relaxa, tá tudo sob controle.
Naquele momento, a campainha tocou. Quando Emi abriu a porta, minha tia entrou como um furacão.
- Oi, Emi, desculpa, não consegui vir antes. Só queria agradecer como você foi comigo na outra noite. O idiota do meu marido parece que não sabe onde tem o pau, não sabe distinguir nada e ficou te enchendo o saco. Pena que meu sobrinho não veio no lugar dele. A gente teria passado a noite inteira transando os três sem problema nenhum. Emi ainda nem tinha conseguido responder ao cumprimento dela quando Ana olhou nos olhos dela e depois se virou pra onde eu tava, eu além de surpreso também tava com uma ereção ainda da conversa com a Emi, Ana interpretou como o efeito da confissão dela e veio até mim e me abraçou, pegou minha cara com as duas mãos e me deu um beijo na boca que durou vários minutos, me mordeu, chupou e enroscou a língua dela na minha sem me deixar quase respirar. Emi mal teve tempo de fechar a porta da rua quando minha tia, de joelhos no tapete, já tinha baixado minha calça e tirado minha rola da cueca, engoliu ela inteira, com desespero, enquanto Emi olhava e ao ver ela tão dedicada se colocou atrás dela e levantou a blusa pelos braços, ela só soltou minha rola pra roupa sair pela cabeça pra em seguida meter ela de novo na boca, a garota soltou o sutiã dela, os peitos da minha tia pularam livres e eu peguei eles amassando. Emi ficou atrás de mim e tirou minha camisa por trás, foi me beijando na nuca e no pescoço, minha tia agarrada na minha cintura engolia a rola toda mexendo a cabeça sem parar, quando a garota se abraçou em mim por trás rodeando meu peito senti nas minhas costas o calor morno dos peitos dela e a dureza dos mamilos, virei a cabeça e ela me beijou por trás, minha tia continuava com minha rola entre as mãos, tinha ela presa com os dois punhos e só deixava a cabecinha que tava no céu da boca dela. Emi continuou me abraçando mas descendo cada vez mais as mãos, quando chegou na minha rola rodeou ela junto com as bolas e segurou tudo na frente da Ana que soltou e abriu o zíper da saia e com dificuldade tirou ela pelos pés, tava usando umas calcinhas de filó, que desde o quadril afundavam entre os lábios na frente e nas nádegas atrás, Emi com meu pacote inteiro entre as mãos foi me guiando até o sofá, minha tia foi recuando até sentir no cu o assento, se Ela sentou e me puxou pra perto dela, me aproximei empurrado pela Emi por trás, até que meu pau ficou na frente da buceta da minha tia. A Emi desviou a tirinha de renda preta, abriu os lábios menores que escorriam fluxo abundante, ela mesma me empurrou pelas nádegas e meu pau entrou na buceta da Ana. Minha tia fechou os olhos suspirando de gosto ao sentir como eu ia me introduzindo nela, quando sentiu o útero apertado sorriu sem abrir os olhos, quando abriu pegou a Emi pela mão e puxou ela até fazer subir no sofá, fez ela passar uma perna por cima e se abraçou nas coxas dela. A Emi com dois dedos separou os lábios da buceta dela e ofereceu o clitóris já inchado, minha tia lambeu até a saliva transbordar da boca, a Emi se contorcia de prazer se apertando contra o rosto da Ana. A dança da bunda da Emi na minha cara me fez chegar perto e meter a cara entre as nádegas, minha tia pegou elas e abriu, o olho enrugado e rosado da Emi ficou a centímetros da minha boca, minha língua rodeou ele enquanto meus dedos entravam na vagina dela e o polegar no cu. Uma vibração na buceta e um tremor nas pernas me avisaram que ela ia receber um orgasmo provocado pela Ana e apoiado por mim. A Emi com as mãos apoiadas na parede e com a buceta comida pela Ana e cheia dos meus dedos em todos os buracos, gozou esfregando os peitos na parede. A Ana cumpriu o prometido, agradeceu a dedicação que ela tinha dado dias antes, a garota mal conseguia se manter em pé até passar a onda de prazer, quando passou, tirei os dedos da buceta e do cu dela e minha tia deu a última lambida, os espasmos da buceta hipersensível agitavam o corpo inteiro dela, caiu no sofá, mas ainda teve a generosidade de beijar os peitos da Ana, até que ela gozou com meu pau dentro, foi suave num primeiro momento, mas depois uma explosão de prazer contido me obrigou sob as urgências dela a meter rápido até gozar dentro dela, quando me separei uma Uma mancha de sêmen tinha ficado no estofado do sofá da Emi, ela não deu importância e me fez sentar ao lado da Ana, e ela fez o mesmo do meu lado. Ficamos nus, nos acariciando levemente por quase uma hora, até que Emi lembrou que sua prima Magda estava chegando. Minha tia Ana e eu atravessamos a rua e entramos em casa. Pela esquina já dava pra ver a Magda chegando, que tinha descido do ônibus na outra rua. Minha tia apertou minha mão e apontou pra garota.
- Puxa, que menina, Juan. É novinha, mas já mostra que vai ser uma brasa, né? Promete, hein?
- Já é realidade, Ana.
- Juan, você já fez alguma coisa com ela?
- O principal, Ana. Fiz dela uma mulher.
- Porra, Juan, você tem um pau de ouro, e o melhor é que ninguém precisa me contar, minha buceta sabe bem disso, hahaha.
Quando entramos em casa, subi direto pro meu quarto. Ana foi pro dela. Tomei um banho rápido pra tirar o cheiro de sexo, que eu adorava. Ao sair com a toalha enrolada, cruzei com minha prima Maite. Ao me ver, ela sorriu e pegou no meu pau mole por baixo da toalha.
- Juan, você me esqueceu, e uma não é de pedra. Outro dia a Maria também me disse. Entrei no quarto dela quando ela estava se masturbando, e ela disse que fazia isso pensando no seu pau.
- Desculpa, Maite. É que tive uns dias bem corridos.
- Já imagino suas correrias, sim.
Entrei no meu quarto e me vesti. Quase tinha colocado a camisa quando a Maite entrou de repente.
- Ah, Juan, tinha esquecido. Outro dia eu estava com minha amiga Feli. Ela me convidou pro aniversário dela no apartamento, mas insistiu pra você ir comigo. Vai ser só pra tomar algo, nós três.
- Valeu, Maite. Suas amigas são muito legais. Claro que vou, ainda mais com você. Adoro ser seu par.
- Valeu, puxa-saco. Você sabe tratar as garotas, hein.
Quando saiu do quarto, me deu um beijinho na boca enquanto roçava a mão no meu pau. Dois dias depois, ela me disse que a amiga dela tinha Que bom que você pôde ir, elas tinham combinado para o sábado que vem, ela viria nos buscar e a gente iria para o apartamento dela. Quando desci para o quarto da Maite já vestido para a festa da Feli, ela ainda estava pela metade, pelo menos já estava maquiada, mas ainda estava de pijama, me retirei discretamente, mas ela insistiu para eu ficar e dar conselhos sobre a roupa que ia vestir, abriu o guarda-roupa e começou a tirar roupa e jogar na cama, tinha de tudo: saias, vestidos, blusas, camisas, calcinhas, sutiãs, um monte. Quando ela tirou o pijama, quase tive um infarto, ela estava completamente nua, viu a cara que eu fiz e se aproximou melosa de mim, se grudou no meu corpo esfregando os peitos em mim e disse:
- Primo, quer que a gente comemore meu aniversário agora?
- Por favor, Maite, você tá me deixando de pau duro e você já sabe o que acontece quando eu fico de pau duro, então se veste que sua amiga não vai demorar.
Ela deu um chute de birra enquanto apertava minha rola.
- Puxa, Juan, você é homem de palavra, já tá dura igual uma estaca, não dá pra brincar com você.
Quando bateram na porta, tive que descer para abrir, minha prima ainda estava decidindo o que ia vestir, mandei a Feli subir e apressar ela. Ouviram-se risadas quando a Feli entrou, me chamaram para entrar também, em vez de apressar a Maite, ela tinha convencido a Feli a experimentar um sutiã que tinha comprado no dia anterior para a ocasião, Maite com os peitos de fora e Feli com o sutiã dela meio tirado e o outro na mão, quando os dois peitos jovens dela apareceram, tive que fechar os olhos, que par de peitos! Minha prima se aproximou de mim chamando a atenção da Feli e pegando na minha rola por cima da roupa, disse:
- Viu? Meu primo nunca falha, quando vê uns peitos, fica duro na hora.
A Feli quis ter certeza e também tocou, apertando para sentir que era minha rola, depois as duas se acabaram de rir. Quando a gente ia para a casa da Feli, minha prima me deixou de corrente de que ela tinha um apartamento grande pra estudar e, pra ajudar nas despesas, alugava os quartos que não usava. Não ficava no centro, mas perto o bastante das universidades pra sempre ter gente dividindo o espaço. Quando chegamos, o prédio me agradou, era de alto padrão, mas eu só tava interessado na minha prima e na amiga dela. Pressenti que ia ser uma tarde "tranquila" entre nós três. Quando entramos no apartamento, tava vazio, os colegas deviam estar no centro ou na biblioteca. Por curiosidade, reparei na decoração: era mobiliado como uma casa particular, deviam se dar bem, porque os móveis e a cozinha, principalmente, estavam limpos e arrumados. Feli foi me explicando a disposição do apartamento, e quando chegamos no quarto dela, tava escuro. Mas foi só acender a luz que se ouviu:
- SURPRESAAAA!
O quarto, que era o maior da casa, claro, tava todo enfeitado com guirlandas e cartazes de "Feliz Aniversário". Das lâmpadas pendiam serpentinas e balões. Feli ficou super surpresa, não esperava por isso, nem eu, claro. Lá estavam os colegas de apartamento dela e mais alguns. Na hora, todo mundo se beijou e nos apresentaram. Na real, não éramos muitos: nós três, mais dois caras e três minas. Quando falei "três", preciso fazer distinções: uma mina era bem loira, magra, com cabelo liso até os ombros; outra era morena, cabelinho curto, um pouco mais cheinha, com carinha de safada; e a outra era um monumento, juntava todos os atributos de uma gostosa. Era alta, com um rostinho lindo, bem maquiada, uns peitos impressionantes, altos, durinhos e marcando os bicos, cintura fina e uma bunda especial. Além de saltos altos, usava uma saia justa que marcava as coxas suaves e curvilíneas. Pra completar, tinha uma juba preta estilo afro, toda cacheada, que emoldurava toda a beleza das feições dela. As bebidas não Demoraram pra sair e um dos caras não perdeu tempo e já colocou música. No começo era música latina, com o ritmo e os copos esvaziando rápido, não demorou pra aparecer voluntários no meio do quarto pra dar um show de dança. Eles tinham empurrado a cama pro lado e trazido cadeiras de outros quartos, no centro ainda tinha espaço pra todo mundo dançar sem muita coreografia, mas a gente foi se revezando. Quando o ritmo latino já tinha esquentado o clima, começaram a botar rumbas e danças mais animadas, as minas saíam batendo palmas e fazendo giros mais ou menos sensuais, umas incentivavam as outras e se provocavam pra ver quem fazia mais picante.
Foi a loira magrinha que começou, ela tava vestida bem jovem, com uma saia larga e uma blusa que parecia um colete sem manga, mas com tanta cava que quando ela girava dava pra ver o começo dos peitinhos dela. A morena, por outro lado, tava com uma blusa de malha colada com pouco decote, mas que escondia uns peitos nada desprezíveis. Minha prima no final tinha optado por uma camisa florida que grudava no corpo, marcando bem a redondeza dos peitos dela, e a Feli, a mais elegante, tava com uma blusa de decote redondo bem grande, meio folgada nela. Mas a gostosona era outra parada.
Além da saia justa, uma camisa estampada bem fina com um decote em V que ia até a barriga, o tecido deixava ver os lados redondos de uns peitos duros, morenos de um bronzeado bonito. Ela não tava de sutiã nem precisava, mas o decote se abria só o suficiente pra não deixar ver os biquinhos, que prometiam ser de ouro. A loira, nem sei o nome dela, porque na confusão das apresentações não prestei atenção, saiu pra dançar uma rumbinha flamenca, fez uns passos "agitanados" e deu umas duas voltas seguidas. Quando parou, por uma das cavas do vestido aparecia um peito com meio biquinho de fora. Todas as minas começaram a gritar, a gente disfarçava mas não perdia nada. detalhe, a loira, longe de se acanhar, pegou a blusa e puxou mais pra cima até mostrar o peito inteiro, era pequeno, mas bem colocado, alto e com o mamilo pontudo. Todo mundo riu e a mina fez uma reverência, a próxima a sair foi a moreninha, também quis dar uns passos de flamenco e no final todas começaram a bater palma, exigindo o fim do número, ela pensou, mas de repente enfiou a mão no decote e, puxando a roupa elástica pra baixo, tirou um peito de tamanho considerável, redondo e com um mamilo tipo bolacha maria. Todo mundo explodiu em aplausos, eu tava de olho quando a do cabelo afro ia se animar, porque era uma real women, mas foi minha prima a próxima, acabou rápido, só duas voltas, decididamente não tinha muito talento pra dança, mas teve quando soltou os fechos adesivos da camisa florida e deixou ver por um minuto o peito esquerdo pra fora do sutiã enquanto continuava dançando, depois amarrou a camisa deixando espaço pra ver o sutiã. Todos os caras se olharam, alguém me parabenizou como primo, mas não quis dar importância, eu e todo mundo, acho, só tava de olho na do cabelo afro, mas ela não se animava, se contentava em seguir o ritmo com o quadril mas não ia pro centro da pista, a última foi a Feli, que quis mostrar quem mandava ali, depois de umas voltinhas no ritmo da música levantou a blusa e mostrou o sutiã, todo mundo aplaudiu, mas as minas começaram a vaiar, ela se irritou e, pegando o sutiã por baixo, puxou até o pescoço deixando cair os dois peitos, que ficaram balançando, um virado pra cada lado. A bagunça foi fenomenal, mas todo mundo queria ver mais, a de cabelo afro se fazia de difícil, então a loira voltou a sair, dessa vez se superou e, pegando o vestido pelas duas cavas, juntou elas e dos dois lados os dois peitos saíram ao mesmo tempo, a moreninha não hesitou, se aproximou dela e lambeu um mamilo, todo mundo riu, mas as minas El pessoal anotou bem, porque a próxima a fazer foi minha prima. Ela soltou o nó da camisa e abriu ela. A loira e a Feli chegaram perto, baixaram as alças do sutiã dela e puxaram os peitos pra fora, um de cada lado, e chuparam até os bicos ficarem durinhos. A gritaria foi ensurdecedora: uns berravam, outros assobiavam, e elas mesmas se provocavam pra continuar. A mina do cabelo afro só ficava bebendo um cuba-livre atrás do outro, só batia palma com os dedos, encostada na parede. A gente tava de pau duro, mas de olho na gostosa. A próxima a entrar no meio foi a Feli. Ela não se contentou só em levantar o sutiã: passou ele pra frente e deixou cair na cama. Todo mundo aplaudiu enquanto ela levantava a blusa por cima da cabeça. A morena e um dos caras chegaram nela, e, aproveitando que ela não tava vendo, cada um pegou um peito dela e amassou, chupando os bicos e metendo na boca até deixarem eles vermelhos. Quando ela baixou a blusa, os dois já tinham se separado, e ela não soube quem tinha sido. Mas todas começaram a gritar e apontar pro cara que fez isso, e exigiram, entre risadas, que ele também saísse. Ele demorou um pouco, mas vendo que a gente também tava incentivando, ele deu uma dançada, soltou o cinto e deixou a calça cair. Ele achou que já tava bom, mas as minas queriam mais e começaram a chamar ele de covarde e outras coisas do tipo. No fim, ele baixou a cueca, e o pau pulou duro a 45 graus. Ele deu umas duas voltas, e alguma mão feminina roçou nele de passagem. Depois, ele vestiu a roupa de novo. Todas começaram a me chamar, pedindo pra eu fazer meu número. Eu me animei, não sabia o que fazer, mas precisava superar o que já tinha sido visto. Quando eu já tinha soltado o cinto, fez-se silêncio. Todo mundo olhava pra mina afro. Ela tinha se mexido e tava indo pro meio do quarto, com passo lento. Ninguém respirava. Quando parou, entregou o copo dela pra um cara que tava perto. Ele pegou meio no automático. A mina abriu as pernas e marcou o terreno. Coxas sob a saia justa, inclinou um quadril pra um lado e depois pro outro, a bunda dela se marcava claramente, devia estar de fio dental ou pelada – pensei – Até na frente marcava a buceta, todo mundo olhou pra cima, pra blusa estampada dela, quando ela afastou o decote devagar, a gente contava cada milímetro de carne dura que aparecia, os caras com as mãos nos bolsos ou segurando as picas direto na cueca. Quando a auréola desejada começou a aparecer, a mina trocou de peito, quase todo mundo infartou, até as minas estavam na expectativa, reparei e vi duas apertando os próprios bicos com os dedos, quando o sulco moreno, perfeito e simétrico ficou à mostra, a guria mudou de posição e se aproximou do cara do meu lado, ofereceu o decote pra ele, o cara lambeu os peitos que ela mostrava, depois passou pra eu provar, cheiravam a jasmim e chupando o sulco dava pra lamber os dois ao mesmo tempo com a língua, o outro cara ia chupar quando a loira afastou ele e foi ela que se lambeu entre os peitos, lambeu e tentou chegar nos bicos, mas a afro se afastou na hora, o cara só ficou com o consolo de ter tido eles na frente dele, Feli foi a escolhida pela gostosa pra saborear, a amiga da Maite beijou eles fazendo um pouco de ventosa, deixou o batom vermelho marcado perto do bico escondido. Minha prima e a moreninha se juntaram e lamberam um peito cada uma, quando ela voltou pro centro com passos rebolativos, tirou um peito inteiro pra fora e começou outra rodada, o bico parecia pintado de tão perfeito, redondo e no lugar certo, a loira não aguentou e se jogou no bico e engoliu ele literalmente, a gente se adiantou e foi atrás do outro, a mina afro deixou fazer, levantou os braços enquanto todo mundo tirava a blusa decotada dela, o corpo moreno, perfeitamente bronzeado sem nenhuma marca de sutiã, era uma delícia, parecia uma mulata, minha mão se perdeu na bunda dela, tava dura e redonda, senti o toque da calcinha dela, sim, ela tava usando e não era fio dental, era só uma tira larga na cintura e outra descendo entre as pernas. Todo mundo queria chupar os peitos dela, a gente se empurrava querendo ficar mais tempo mamando, eu finalmente consegui encostar meus lábios no mamilo quando uma mão pegou minha pica e puxou pra fora, não liguei nem pra quem foi, quando me empurraram e olhei pra minha pica descobri que tinha sido a própria afro, fui o escolhido! — pensei — mas me tiraram do círculo, eu tentava voltar pro centro mas outra mão viu minha pica de fora e pegou ela, era a Feli, enquanto todo mundo esticava o pescoço pra chegar nos peitos da afro, a aniversariante enfiou minha pica na boca, chupou até quase me fazer gozar, eu peguei o que tava mais perto, os peitos dela, eram lindos, tirando os da afro, a garota lambeu minha pica inteira e quando puxaram ela por trás, ao sair da boca fez plop! Antes dela se afastar já vi um cara levantando a saia da moreninha, ela tinha uma bunda muito redonda e branca, o cara não pensou duas vezes, puxou o fio dental dela pro lado e tirou a pica, ela apoiada no encosto de uma cadeira esperou até ele enfiar, o cara enquanto metia tirou o suéter dela pela cabeça, os peitos balançavam debaixo dela. A loira pegou eles e segurou enquanto se abaixava e mordia, minha prima, a amiga dela Feli, tinha pegado ela pela cintura e arrastado pra cima da cama, tava chupando os peitos dela enquanto uma mão procurava por baixo do vestido. Eu voltei pra afro, era minha obsessão, me juntei com o outro cara, nós dois chupamos os peitos dela, eu apalpava a bunda dela e o outro cara apertava a ppk, a afro tava parada se deixando querer, aproveitei e descobri o zíper da saia atrás da cintura dela, soltei e puxei o zíper, o outro cara não largava o lugar privilegiado dele e ficava esfregando. O púbis estava em chamas, o rosto dela vermelho de excitação. Quando as nádegas dela apareceram, eu apertei: estavam duras, altas e emolduradas por aquela calcinha preta de renda. A pele era tão morena quanto no peito, sem nenhuma marca de sol. Quando ela estava na metade do caminho, o cara que estava apalpando o volume do sexo dela não aguentou e enfiou a mão. Estava depilado, eu pude ver, mas os lábios ainda não apareciam. Puxei a saia dela de uma vez para o chão. A calcinha preta fazia as pernas dela parecerem mais longas. A garota afro finalmente nos fez uma concessão: afastou um pouco as pernas. Enfiei a mão entre as nádegas dela, enquanto meu parceiro enfiava a mão por baixo da calcinha e procurava. Ouvi ele dizer um "oooh!". Pensei que ele tinha encontrado a buceta finalmente. O que ele tirou na mão era um pau muito maior do que qualquer um de nós. Estava enfiado entre as coxas dela, e as bolas grudadas nele. Assim que ele tirou, começou a crescer e a endurecer, erguendo-se até virar um pau duro e comprido. Meu parceiro fechou os olhos, apertou-os e enfiou o pau na boca. Eu, a dez centímetros daquela tranca, não conseguia acreditar. Quando ele tirou da boca, tinha descoberto a cabecinha, que estava do tamanho de uma bola de pingue-pongue, vermelha e com uma boquinha que devia soltar jatos de porra como uma mangueira. A loira não tinha percebido quando puxou e me levou para a cama, ao lado da Maite. A Feli já tinha encontrado a virilha dela e enterrado o rosto ali. A loira me deitou na cama e pulou em cima de mim. Percebi que o vestido e as cavas curtas tinham desaparecido. Só os peitinhos dela dançavam sobre mim. Chupei um enquanto minha prima apertava o outro mamilo. Ela só procurou meu pau e, sem lubrificar, enfiou na buceta dela. Senti que não precisava, estava encharcada. Ela ficou pulando em cima de mim até se cansar e, vendo o outro cara que tinha tirado o pau da moreninha, foi atrás dele. Não deu trégua e, cheia dos sucos da gordinha, enfiou o pau até o fundo da boca. Eu vi a Feli agachada na frente da Maite e perguntei com o olhar, minha prima me autorizou. Fiquei atrás da amiga dela, levantei o vestido dela nas costas, ela tava de fio dental vermelho, puxei a tirinha pra liberar a buceta dela, mas mudei de ideia, a raba era mais apetitosa, uma faixa de pele mais morena rodeava o cu enrugado, cuspi nela e esperei chegar no destino, foi descendo devagar até molhar o olho marrom, me aproximei com a pica dura pra caralho, minha prima separou as nádegas dela e eu só precisei empurrar. Senti que a mina parou de chupar a buceta da Maite por uns segundos pra ver o que rolava, mas diante dos fatos consumados e já que minha glande era propriedade dela, continuou lambendo enquanto eu ia adicionando saliva no tronco e enterrando devagar. Me virei pra onde tava o afro, mesmo sabendo da descoberta dele, reconhecia como ela era gostosa, não vi o outro cara que tinha feito de espeleólogo, mas vi as pernas dele com a calça enroscada e ele tava bem na frente da mina afro, ela mantinha um movimento de quadril que me lembrava o que eu tava fazendo com a Feli naquele momento, fiquei feliz porque eu pelo menos podia escolher e trocar e meter na buceta dela quando quisesse, mas o cara também não reclamava, minha prima gozou na boca da amiga dela, a Feli teve o orgasmo dela quando eu tava beijando os peitos da Maite, quando terminou aproveitei pra tirar e entre as pernas da Feli buscar a buceta da Maite e meter até gozar dentro dela, ela agradeceu me mandando um beijo no ar. Quando me separei vi como a loira tinha tirado a pica do cara do cu dela e colocado na própria buceta, não conseguiu enfiar toda, não cabia, quando a afro gozou cobriu ela de porra até os peitos, a moreninha tava de pernas abertas, no púbis peludo dela tinha umas manchas de porra que naturalmente não consegui identificar, ela tava com dificuldade pra limpar todos os pelos. Vi que ela tinha outra gozada diferente espalhada nas tetonas. Já era tarde quando a gente se recuperou, a mina afro ficou mais faladeira quando elogiamos o corpo dela tão bem cuidado, ela tava toda feliz da gente admirar tanto ela, até a loira ficou olhando com curiosidade pra piroca dela pra ver se era de mentira, mas não, confirmou quando ela bateu com ela na testa dela. As minas comentavam animadas todas as fodas que tinham levado e as que tinham dado, além dos boquetes e outras carícias, a gente também não tava reclamando, aos poucos as minas foram pegando as roupas delas e indo pros quartos, a mina afro foi com o cara que tinha descoberto a piroca que ela escondia, ele mesmo se ofereceu pra convidar ela pra um último drink na casa dele. A Feli arrumou um pouco o vestido dela pra levar eu e a Maite, mas preferimos pegar um táxi, quando chegamos em casa já era tarde, todo mundo já tava deitado, deixei a Maite na porta do quarto dela, ela abriu mas fechou de novo e subiu comigo pro meu, quando entramos ela tirou toda a roupa amassada e falou. - Agora a gente vai foder de verdade, eu e você. Ela se deitou na minha cama de pernas abertas, não acendi a luz, olhei pela janela, no quarto da Emi ainda dava pra ver claridade, nessa hora vi o corpo pelado da Magda passando atrás das cortinas, me deitei em cima da Maite e minha piroca afundou na buceta dela sem precisar de ajuda, prometi pra mim mesmo que a gente ia gozar junto. - Continua - Adoro os comentários de vocês.
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