Dançando com Lobas

Assim que o Javier deixa elaDançando com Lobas


Dançando com Lobas

   






 Festa de fim de ano do trabalho da minha mulher. Todo mundo sabe qual é o objetivo principal de quem participa dessas festas; é comer aquele/a coleguinha que ficou te enchendo o saco o ano inteiro. Por isso, a maioria, com a desculpa de que você vai ficar de bobeira, vai sem o parceiro ou a parceira.A empresa é grande. Tem vários andares, filiais e escritórios espalhados por toda parte. A maioria dos funcionários nem se conhece ou se viram e conversaram poucas vezes. Alguns só se conhecem por telefone e a única coisa que viram do outro é uma foto de baixa qualidade no perfil do e-mail interno da empresa.

Fomos. Não conhecíamos quase ninguém; eu menos ainda. Sentamos na mesa que correspondia ao escritório da Ruiva. A festa foi numa grande chácara (leia-se residência) em Ingeniero Maswich. Cumprimentei uns poucos, não mais que seis pessoas. Ela, não. Ela cumprimentou bem mais. Consegui ver que um cara; um grandalhão com físico de jogador de rugby, ex-jogador ou algo assim, cumprimentou ela super efusivamente. Eu estava na mesa e eles no bar. Vi como ele abraçou ela no começo e no fim da conversa e como olhava ela de cima a baixo enquanto conversavam. (Não era pra menos, a Ruiva estava com um vestido de decote generoso e uma fenda que subia por uma das pernas que te convidava a tudo). Depois que pegam os respectivos chopes, cada um volta pra sua mesa.

Ela me conta que o cara se chama Javier, que é do departamento de marketing, que antes trabalhava no prédio dela e que depois foi transferido pro complexo de escritórios de Pilar. Um babaca, ela explica, que sempre deu em cima dela até o dia que foi embora. Esse é o último ano dele, já que em março ele casa e vai morar no Brasil com a parceira.

O resto da festa aconteceu como toda festa desse tipo. Jantar, show, uns discursos cheios de piadas ruins e falsos reconhecimentos pra alguns funcionários, entre eles uma despedida calorosa e efusiva pro Javier que vai pro Rio (a verdadeira despedida calorosa e efusiva veio depois). E aí mais um pouco de show e finalmente a dança.

Entre uma coisa e outra, nas pausas, sobremesa e outros intervalos. O pessoal se cruzava pra bater papo e se conhecer. Javier veio umas duas vezes na mesa se fazer de gostoso. Não me apresentei. A Ruiva também não. A gente adora brincar de ser seduzida. Na maioria das vezes não dá em nada, mas essa... Parece que vai ser uma noite de surpresas.
Às duas da manhã, já tava quase todo mundo bêbado. Música, luzes rítmicas coloridas, carnaval carioca e tudo mais. Alguns já tinham ido embora, mas a maioria ainda tava dançando. A ruiva também. Eu não, valeu; passo. Dança definitivamente não é minha praia. Dava pra ver que também não era a praia do Javier, mas ele claramente não tava nem aí, porque não parava de dançar com a ruiva. Ficava procurando ela o tempo todo e, quando podia, pegava na mão ou abraçava. A ruiva tava bem acesa; um pouco pelo álcool, mas mais pela dança. Quando ela dança, se solta ainda mais, ainda mais se já vem quente. E esse parecia ser o caso. Eu tava bebendo pouco porque tinha que dirigir de volta pra capital e não queria ter que ir embora ao meio-dia nem de remis. O Javier, pelo visto, não. O loirinho tava uns copos na frente.
Lá pelas três, os ritmos latinos dominavam, reggaeton e tudo mais.
A ruiva no ritmo, Javier a todo vapor!
Quem ainda tava lá tava mais ou menos na mesma. Danças com roçadas, abraços mais longos do que os tempos musicais permitiam e umas coreografias mais dignas de filme pornô do que de um Footloose.
A ruiva e o Javier não ficavam de fora desse comportamento.
Tinha passado quase um ano, talvez um pouco menos, do nosso segundo começo; depois daquela noite memorável em Córdoba com o Dom Julio, não tínhamos feito um trisal de novo, embora tivesse voltado a estar entre nossas fantasias e conversas. Não deu tempo de planejar nada, mas com umas trocas de olhar fomos deixando rolar, pra ver no que dava.
O Javier nunca percebeu que eu tava ali, e se percebeu, não me associou de jeito nenhum com a ruiva. E se fez isso, claramente tava pouco se fodendo, porque naquela hora já era mais a mão que enfiava do que passo de dança.
A ruiva dá uma pausa pra ir ao banheiro e o homem segue ela. Como um cavalheiro, espera na porta e, assim que ela sai, ele ataca, avança e encurrala. Ela se mostra um pouco Esquiva, mas ele responde algo. Pega na mão dela e leva de volta pra pista de dança. "Aqui não!", ele diz. "Aqui é pra dançar!"
Ela segue ele; besta. Ele dança pra ela, abraça, apoia. Cada vez mais.
Ela interrompe a dança e vai até a mesa, ele segue. Não consigo evitar fazer cara de espanto. Ela tá tramando algo, bolou alguma coisa...
"Você não abre o carro um segundo pra eu pegar algo da bolsa?", ela me diz. Eu, claramente surpreso mas sem reclamar, levanto e respondo que sim, claro, e viro pra porta do salão que dá pro parque.
Não tem muitos carros estacionados, mas ainda tem alguns; os donos tão tudo bêbado dançando rebolado. Andando até o nosso, escuto ele perguntar quem eu sou. "O motorista", ela responde.
"Ah... olha só... Da empresa?"
"Não! Do papai!", responde ela bem natural. "Me convenceu."
"Uma vez capotei voltando de uma festa e desde então, se ele não manda o motorista, é capaz dele vir. Prefiro o motorista!"
Ele elogia ela com uma piada besta. Ela ri. Antes de chegar no carro, sinto que eles param. Quer dizer, não escuto eles.
Quando viro, vejo eles enroscados em cima de um carro. Boca com boca. Ela de pernas abertas e ele esfregando ela com força com o corpo todo. Vejo a mão do Javier sumir no boceta do vestido.
"Tudo certo com seu motorista, né?", ele diz enquanto continua operando com as duas mãos.
"Sim, sim", ela diz. "Mas para aí que a gente chega no carro." Ela se levanta nos pés, se ajeitam um pouco e andam os poucos metros que faltam.
Chegando no carro, ela, de fato, olha a bolsa. E diz: "Não! Quero morrer!"
Confesso que não entendia nada. Não queria falar pra não atrapalhar. Até ali, pensei que a gente ia comer ela ali, no carro. Ou que eu ia ser testemunha de uma boa enfiada (coisa que a gente não tinha combinado, mas fazer o quê; eram as regras do jogo). Me parecia uma ideia muito arriscada pela exposição. Mas parece que não. Não sabia o que ia sair.
"Não tenho camisinha!", ela diz. "Você tem?"
Javier apalpa os bolsos, colocando... cara, quero cortar minhas bolas e ela obviamente diz que não.
E você? A putinha me pergunta.
Respondo com um longo silêncio. Não sabia o que dizer!
E aqui pra conseguir um boteco tem que ir lá na puta que pariu, ela se lamenta. Pra isso eu volto pra capital!
E vamos pra minha casa! Diz Javier sem hesitar.
Caso encerrado.
Enquanto esperamos no carro ela voltar pra pegar o paletó e a gravata, aproveitamos pra acertar os detalhes. Não tinha conseguido falar com ela quase a noite toda…
E se tinha camisinha? Perguntei.
Bom... teríamos que improvisar. Não tinha volta, já tava com a pica na mão...
A ruiva sabia que Javier morava sozinho no apartamento dele em Belgrano. A fama de putão do cara era conhecida por todo mundo e foram inúmeras as vezes que ele convidou ela pra ir sem sucesso. Hoje conseguiu.
E se ele quiser te comer sozinho? Como é que eu entro?
Deixa comigo que esse cara é manjado. Com a puta que tá, ela vai dizer sim pra tudo. Além disso, ele é um puta festeiro!
Você conhece ele bem! Falo com um tom desconfiado.
Sim, ele comeu metade da empresa. Agora vamos ver se toda essa fama é verdade. Te digo que ele tem uma boa reputação... Agora aguenta a viagem, acho que vai ser um pouco intenso...
Javier já tava ali; paletó e gravata.
Os dois sentaram atrás e antes de chegar na Panamericana já era tudo apalpada, beijo, sussurro e risadinha. Acho que num momento vi um peito sair pelo espelhinho.
Quase chegando na capital, ouço uma exclamação de surpresa do Javier e depois risadas.
Ah, legal! Mas isso tá cada vez melhor! Você é uma caixinha de surpresas, gostosa! Comemora Javier. E você acha que ele topa?
Acho que sim... Não sei... pergunta pra ele... A voz da ruiva fica baixinha.
Cara! Diz Javier em voz alta me olhando pelo espelho. Como é teu nome?
Hugo! Falo. Não me chamo Hugo, mas hoje serei Hugo.
Aqui sua chefe quer te propor uma parada... Não sei o que você vai achar, mas ela quer realizar uma fantasia que tem…
Vejo a ruiva se fazendo de tímida e escondendo a carinha atrás do ombro do Javier. Se estiver ao meu alcance... Digo meio que de passagem. Acho que sim. Responde. A moça tá pedindo duas rolas pra essa noite, só pra ela.
Eu tenho uma só. Ou juntamos a sua ou vamos buscar um amigo?
Vamos na minha, respondo. Não tô afim de dar muita volta.
Javier ri, eu rio, a ruiva ri...

A conversa foi um pouco mais longa. Por um momento parecia que ele tinha alguma dúvida e até perguntou se a gente transava ou já tinha transado. A ruiva respondeu que sim. Que quando fez 18 anos. Isso deixou ele ainda mais excitado.

Antes de chegar no apartamento dele, paramos numa banca. Javier desce. A ruiva me pergunta se tô bem. Digo que sim, nervoso mas bem. E bem tesudo. Ela me diz que tá igual. Não tem volta, a gente se fala...

O maluco sobe com quatro caixas de camisinha. Texturizadas, ultrafinas, com sabor e sei lá mais o quê. Eu e a ruiva nos olhamos e sorrimos. Se prepara! Falei pra ela.
Hoje você vai chupar muito pau! Diz Javier, já totalmente no clima.

Chegamos, subimos, nos acomodamos.
Era verdade. Javier tava prestes a viajar. Metade do apartamento tava embalado e só tinha alguns móveis. Malas e mochilas pela metade. Um quarto pequeno e uma cama enorme! Claro, Javier era quase gigante; a ruiva, que é alta e tem um peitão de respeito, ficava pequenininha do lado dele. Eu, bom... uma perna...

Ele abriu um champanhe. O putão tinha champanhe em casa e serviu três taças. Brindamos.

Sua namorada não vai aparecer, né? Pergunta a ruiva depois do primeiro gole.
Acho que não... Ela tá no Brasil. Eu viajo quinta. Sábado que vem tô casado. Com isso nem preciso de despedida de solteiro! Comemora Javier.

Levamos a garrafa e as taças pra cama. Tem bastante luz. Javier se preocupa com a questão do sigilo; teme pelo futuro casamento dele. Eu digo que temo pelo meu trabalho e a ruiva que isso vaze na empresa. Então juramos silêncio até a morte. (Isso vale, hehe. Javier já deve ter filhos cariocas.)

Beleza. Hoje você vai ser nossa putinha. Diz Javier pra ruiva enquanto senta do lado dela na cama e descobre um ombro dela. Ela concorda. Com a cabeça. Vai se comportar bem? Pergunta e passa um dedo pelos lábios dela. Ela entreabre eles e chupa a pontinha, balançando a cabeça de novo.
Vai chupar muita pica... e a gente vai te foder toda. Sabe?Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?       Agora já tiro um peito dela pra fora e com o mesmo dedo chupado desenho um círculo no mamilo, que fica duro na hora.
Vem, Hugo. Vamos tirar isso dela. Nós dois, com cuidado, tiramos o vestido dela. Ela só se deixa. Fica só de calcinha e meia. Enquanto um se despe, o outro acaricia e beija a pele da ruiva deitada. Nós dois ficamos de cueca. As meias da ruiva voam e o Javier começa a brincar com os elásticos da calcinha enquanto puxa pra baixo. Ela se mexe bem devagar, no ritmo da respiração funda dela. Quando a buceta dela fica exposta, ele beija ela. Por cima, mantendo as pernas dela juntas, nos lábios e nas dobrinhas. "Finalmente..." ele diz enquanto enterra o nariz entre os cachos intermináveis dela. "Que vontade que eu tava de conhecer essa buceta!"
"Deixa eu fazer uma coisa pra você?" ele pergunta, levantando o olhar. Ela levanta a cabeça um pouco.
"Se não doer... sim!"
"Vem, Huguito! Prova isso! É um prazer! A buceta mais difícil de todo o escritório! Já volto."
Obedeço e começo a passar a língua por todo o xereca. Sim, sei que é um prazer. Uma verdadeira delícia!
Em um minuto, o Javier volta com uma maquininha de cortar cabelo na mão e um tubo de espuma e um aparelho de barbear com lâminas na outra.
"Isso eu vi num filme." ele diz, empolgado! "Eu também!" exclamo!
"Sim. Vi!" a ruiva completa. "Uma espanhola." ela acrescenta.
"A gente uma vez já tinha feito assim, mas sozinhos."
Agora o Javier tá passando a máquina nela e me dá um vidrinho com óleo de coco pra passar nos peitos e no resto do corpo dela.
"Vamos deixar você bem lisinha, gata! Tem que relaxar esse corpo antes de comer ele direito." Ela tá entregue. Olhos fechados e o resto todo esticado nos lençóis. Agora ela tem a buceta de uma menina. Ou melhor, de uma atriz pornô. Não curto muito a imagem de menina. Ainda mais com esse par de peitos. O Javier termina de tirar o resto da espuma com a boca. Ele passa a língua...
Lambendo tudo pelo sexo. Dessa vez com as pernas bem abertas e meu pau roçando nos lábios dela.Javier lambe ela com a língua larga. Assim, com a pele exposta, ele beija como se fossem duas bocas e enfia essa língua grossa praticamente penetrando ela. Eu faço o mesmo com minha boca na da ruiva, quase romanticamente.

Javier se levanta e veste uma camisinha. Duas coisas me chamaram a atenção nesse cara. Uma era o calibre da língua dele: uma coisa grossa, larga e bem comprida; a outra, a rola depilada dele. Até quase pareciam uma com a outra.

E outra coisa marcante foi que ele não parou de falar a noite toda. Aqui eu só transcrevo parte desses diálogos; não tenho tanta memória assim.

Ver sua esposa ser comida na sua frente é forte, é intenso. E às vezes até confuso, talvez seja isso que torne ainda mais excitante. Mas mais estranho é quando, nesse trio, você é o convidado. Nessa experiência, eu jogava como visitante; o "casal" era eles. E ele dirigia a ação, marcava o tempo e o jeito. Eu mais observava e cuidava pra não dar merda, mas, naquela noite, a ruiva era dele, era a conquista dele. Ele virava ela, colocava ela assim, colocava ela ao contrário, comia ela e me convidava a fazer o mesmo em cada posição. Não sei se ele tinha muita experiência em surubas ou era um sibarita do pornô, mas uma coisa era certa: ele tinha um método. Todas as vezes que gozou, e gozou várias vezes, foi na cara dela. Ele gostava daquilo, e depois esfregava os ovos dele nos lábios dela.

"Assim que eu queria ter você, gostosa!", ele dizia.

Me convidava a fazer o mesmo.

"Toma a porra do Hugo! Queria festa? Queria dois paus? São teus!"

A ruiva fala pouco quando a gente transa. Tirando umas palavras soltas, ela geme mais do que fala. Pra mim, isso já basta, mas parecia que pro Javier não. Javier fez ela falar!

Ele sussurrava no ouvido dela e ela repetia.

"Quero pau! Quero mais pau!", ele fazia ela repetir.

Ele sentou ela em cima de mim e, enquanto eu comia ela, começou a brincar com os dedos no cu aberto dela. Ele pedia pra eu separar as nádegas dela com as mãos, e eu fiz. E ele começou com os dedos... um dedo, dois... Três... no ano da Ruiva. Eu sentia eles de dentro da buceta dela e ela se arqueava a cada entrada. Ele continuou brincando e fazendo ela repetir o quão puta ela era e fazendo ela perguntar se ele ia arrebentar o cu dela. Ele dizia que não sabia e mandava ela perguntar de novo.
"Você vai arrebentar meu cu?" Ela perguntava de novo, ofegante, balançando os peitos na minha cara!
"Sei não... me pergunta de novo que não te ouço." Ele repetia a cada pergunta.
Ela não aguentava mais. Dava pra ver o tesão e a vontade dela de ele arrebentar de uma vez. Eu também não aguentava muito mais. Não dava pra ter a Ruiva tão gostosa em cima de mim sem gozar logo.
"Se quer que eu arrebente, pede, piranha!" Disse Javier. "Mas olha que não vou só te comer... vou te arrebentar... O que eu faço?"
"Arrebenta meu cu!" Disse ela.
"O quê?"
"Arrebenta meu cu!"
"Por favor..." disse ele, quase sarcástico.
"Arrebenta meu cu, por favor!!!" Suplicou ela...
Da minha perspectiva, vi o corpo enorme de Javier se ajeitar por trás dela. Foi como uma sombra gigante. Ela parecia minúscula debaixo daquele brutamontes.
"Fala pro Hugo abrir seu cu!"
Tenho os olhos dela na minha frente. Ela está suada, descabelada, leitosa e ofegante.
"Abre meu cu! Por favor!" Repete...
Abro o cu dela. Sinto o peso de Javier sobre o corpo da Ruiva e sobre o meu. Ele entra devagar pelo cu, mas bem firme e, pelo que senti, bem duro. Não muito grande, mas duro. Não para até esmagar as nádegas dela.
Vi os olhos da Ruiva se arregalarem cada vez mais a cada segundo. Foram segundos, mas pareceram uma eternidade!
"Agora... vou arrebentar bem esse seu cu, garota! E toda vez que você entrar no carro com seu pai, o motorista vai lembrar como a gente arrebentou seu cu. Porque depois é a vez dele, sabia?"
E começou... Ele tomava distância e uma estocada! Forte! Profunda! E ficava ali. Pressionando. Tomava distância, parava um segundo e outra pancada. A Ruiva tinha os olhos e a boca bem abertos e só conseguia soltar um gemido abafado a cada porrada. Depois da segunda ou terceira investida, meu pau foi expulso da buceta delaA ruiva. Não consegui enfiar de novo. Simplesmente não conseguia me mexer. E mais uma estocada profunda na bunda da LaColo. E de novo a pica toda enfiada no cu, pressionando com todo o peso. E segurando ela assim, bem cravada, entre suspiros e gemidos, Javier sussurra no ouvido dela. Fala "chega" que eu tiro. Fala "pica" que eu meto.A ruiva toma fôlego e responde:
pau.

Mais cinco ou dez estocadas daquelas se seguiram. E a ruiva se chocava contra mim em cada uma delas.

Chega ou pau?
pau!

Chega ou pau?
pau!

E cada metida era violenta.E não... não era violento... era outra coisa... Se com Dom Júlio foi algo lírico e até dançante e com Boa Onda foi fresco e divertido, isso foi mais esportivo, olímpico, diria. Era força e resistência; era como um duelo.Eu, de baixo, beijava ela e beliscava os bicos do peito dela, ou segurava o quadril dela pra amortecer as porradas.
Igual nas vezes anteriores, antes de gozar, Javier pulou pra fora e encostou a pica na cara dela, lambuzando os lábios dela de porra.
"Agora, Hugito!" — ele disse, esmagando ela contra o corpo dele e abrindo a bunda dela com as mãos.
"Fala pro Hugito o que você quer!" — ele disse, segurando ela contra o peito, olhando ela de frente.
"Arrebenta meu cu, Hugo!" — disse a ruiva, ficando de quatro.
Eu arrebentei. Comi ela enquanto Javier passava a cara dele na pica e nas bolas depiladas dele. Dava pra ver que ele tava usando um anel de borracha daqueles que prende os ovos. O cara ainda tava duro. Eu comia a bunda dela. Forte. Não tanto quanto o jogador de rugby (devo pesar metade...), mas com tudo que eu tinha. A bunda da ruiva era um buraco apertado, mas escorregadio, e as nádegas dela já tavam rosadas. Javier fazia ela responder. "Chega ou pica?" E ela continuava falando pica. E de novo. "Chega ou pica?" "Pica", repetia a ruiva, desafiadora e quase hipnotizada.
Gozei dentro. De camisinha. Com Javier, tive que usar. Ele encheu a boca dela de porra de novo.Chegamos em casa de dia. Embora já tivéssemos tomado banho no apartamento, a gente tomou de novo em casa. A ruiva ainda tava tremendo. As pernas dela tremiam. Perguntei se ela tinha se divertido. Ela respondeu com um "sim" longo e suspirando, acompanhado de um sorriso bobo. Perguntei se ela tinha gozado e ela disse que não. Que chegou perto, mas que nenhuma vez durante a noite inteira. Mas que adorou ser nossa putinha. Muito.

Antes de dormir, chupei a buceta dela. Devagar, aproveitando o trabalho que o Javier tinha deixado. Até fazer ela gozar. Dessa vez leve, quase flutuando...

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