Minhas primas da capital 17

As coisas se acalmaram bastante, minha tia tinha recebido a ração de pica dela e minhas primas já tinham saciado a curiosidade delas, eu também tava com a pica bem relaxada depois dos dias de aperto que passei e me dediquei a revisar os livros. Por outro lado, também não queria incomodar a Emi, porque imaginava que ela tivesse ocupada procurando alguma academia ou instituto pra Magda, só me intrigava saber que comentários a garota tinha feito desde o dia que nos conhecemos. Umas semana depois, mais ou menos, resolvi visitá-la, era de tarde e ela abriu a porta na hora, tava vestida pra sair e me fez entrar, na sala tinha uma senhora um pouco mais velha que ela, também pronta pra sair, Emi me apresentou. - Oi Juan, te apresento minha tia Pepita, a mãe da Magda, minha prima, ela veio pra matricular a menina numa academia e agora ia levá-la na estação pra voltar pro interior. - Ah! Prazer Pepita, muito prazer em te conhecer. - Desculpe, mas acho que não te dei confiança pra me tratar por tu, peço que me trate por senhora. - Fiquei gelado e a Emi também, não esperávamos essa resposta tão cortante, mas não tive escolha senão aceitar. - Me desculpe pela ousadia, mas é meu costume. - Pois então já sabe, eu com homens não dou confiança, de qualquer forma, prazer, senhor Juan. - E então Juan, o que te traz aqui? Disse Emi pra aliviar a tensão. - Ah, nada, só saber como você tinha passado… Nesse momento o celular da Emi tocou… - Alô? Oi dom Guilherme, sim, ah! Já tinha esquecido, sim hoje? O último dia? E quando fecham? Tá bom, então vou voando. Desligou e, pegando a bolsa, se preparou pra sair. - Me desculpem, tenho que sair urgente, dom Guilherme, meu advogado, é argentino, é muito gentil e culto, ele disse que preciso assinar uns documentos do meu divórcio e é o último dia pra entregar, não demoro nada, fiquem aí e vão se conhecendo. Eu quis dizer que ia embora, porque o clima não tava muito… agradável, mas já tinha fechado a porta.
- Pois bem, seu João, eu tenho coisas pra fazer, vou fechar a mala.

Dona Pepita foi pro quarto toda altiva, eu sentei pra esperar a Emi voltar. Poucos minutos depois, ouvi umas vozes vindo do quarto…
- Socorro, me ajudem, pelo amor de Deus, ajuda!

Olhei ao redor, tudo tranquilo, mas fui até o quarto onde a Pepita estava e não vi ela. Voltei pra sala e ouvi os mesmos pedidos de socorro. Voltei e procurei no quarto de novo até que, do lado da mesinha, vi dona Pepita com metade do corpo debaixo da cama. Me assustei, porque não entendia como ela tinha ido parar ali, e me abaixei pra ver o que tinha acontecido.
- Dona Pepita, o que houve? Que que a senhora tá fazendo aí?
- Pelo amor de Deus, me ajuda, seu João. Caiu uma aliança minha debaixo da cama, fui pegar e, como não alcançava, me meti pra baixo e agora não consigo sair.
- A senhora tentou se arrastar pra fora?
- Claro, mas o vestido prendeu nos ferros da cama e não consigo me mexer. Faz alguma coisa, pelo amor de Deus.

A situação me preocupou. Se ela não conseguia se mexer, eu de fora também não tinha facilidade. Ela tava com os braços debaixo da cama, só dava pra ver da cintura pra baixo, não tinha por onde puxar. Tentei me enfiar pra soltar o vestido dela, mas não cabia no vão, e a mulher já tava ficando muito nervosa. Tentei puxar pelos pés, mas ela resistia, queria que eu puxasse pelos braços, mas eles estavam sobre a cabeça dela. Por minha conta, peguei pelos tornozelos, mas como ela não parava quieta, os sapatos saíram e, com as meias, minhas mãos escorregavam. Enquanto isso, ela não parava de gritar socorro e me deixava mais nervoso ainda.

Resolvi seguir um plano do meu jeito, mesmo que ela reclamasse. Ela tava com um vestido de saia justa e botões na frente até a cintura. Com as pernas sempre se mexendo, não dava pra puxar por lugar nenhum. Peguei pelo vestido pra esticar, mas ela… Protestou, tinha acabado de estrear e não tinha outro, e não queria que eu quebrasse. A única solução eram as pernas, mas escorregavam. Ignorando suas reclamações e ameaças, levantei a saia dela o máximo que pude. Ela me xingava, gritando. Tentei tirar a meia-calça para pegar melhor, mas vi com decepção que ela usava meia-calça inteira, ou seja, ia até a cintura. Gritando daquele jeito, me decidi: pelo menos era um mal menor. Belisquei a meia e rasguei. Ela me xingava de tudo. A meia se partiu e abriu em tiras, até ficar pedaços pendurados nas pernas e na cintura. Com a saia quase na cintura, dava pra ver a calcinha dela, bem discreta, cor da pele e alta. O que deu pra ver é que, com os movimentos bruscos que ela fazia, entre as coxas e as pernas, escapavam mechas de pelo pubiano crespo e preto. Aí me toquei de quem a Magda me lembrava. O tecido grosso e elástico da peça não conseguia disfarçar o volume do púbis, exageradamente peludo, mas foi uma visão rápida, porque o movimento constante das pernas não deixava fixar os detalhes. A dona Pepita continuava pedindo ajuda, mesmo eu estando do lado dela. Os gritos dela deviam ser ouvidos em todo o quarteirão. Decidi resolver o problema de qualquer jeito. Com as mãos, agarrei a cintura dela por baixo do vestido. Os quadris me deram melhor apoio e puxei com toda força. Tive um sucesso relativo: a mulher saiu alguns centímetros de debaixo da cama, deslizando pelo chão. Mas, ao puxar, minhas mãos pegaram na cintura da calcinha, que se enrolou e desceu até o começo do pelo pubiano. Dois dedos de crespos escapavam por cima. Também tinha uma trilha de pelos até o umbigo, igual à Marta, mas muito mais visível. A dona Pepita, ao sentir o frio do chão nas nádegas, começou a gritar comigo, me acusava de tudo, mas teve que reconhecer que pelo menos tínhamos progredido um pouco. Pouco. Ajoelhei-me entre as pernas dela e segurei seus quadris de novo, dessa vez por cima do vestido, ela mais tranquila ficou parada e me deixou fazer. No próximo puxão, consegui tirá-la até a barriga, até que os peitos dela engancharam na borda da cama. A mulher começou a reclamar, estava muito nervosa e não parava de me apressar, não queria perder o trem e muito menos rasgar o vestido. Não vi outra opção senão tirá-la aos poucos, parte por parte, e disse pra ela ficar quieta, que ia tentar soltá-la devagar e sem estragar nada. Ela relaxou por uns minutos. Da cintura pra cima, subia uma fileira de botões até o pescoço. Comecei a desabotoá-los, ela sentiu e agarrou o vestido com as pernas, não me deixava continuar. Depois de muita explicação sobre o que eu tava tentando fazer, ela deixou. Os botões de baixo não foram difíceis, só que quando rocei o umbigo dela, ela deu um pulo e me avisou de novo. Os botões, embora pequenos e juntos, eram muitos, e como o vestido era novo, as casas estavam bem apertadas, então eu tinha que meter a mão por baixo, tocando um pouco a pele. Ela logo fazia menção de me parar. Quando passei da barriga e fui subindo, ela já tava me esperando pra avisar sério pra não encostar em nada. Com muito cuidado, continuei desabotoando por cima do sutiã sem encostar nele. Ela usava um sutiã bem clássico, cor da pele também e tamanho bem grande. Só consegui soltar botões até onde a barra da cama permitia. Avisei ela e disse que ia puxar pelos rins pra tentar soltá-la. Abri o vestido e vi que a pele dela era morena também, igual a da filha Magda, tinha puxado totalmente a ela. Ela me avisou pra ter cuidado, porque a manga tinha enganchado numa mola do estrado e podia rasgar. Prometi. Fui puxando devagar, prestando atenção no progresso. O corpo dela saía com dificuldade, embora ela arqueasse as costas pra eu conseguir pegar bem. As pernas... Dobradas e abertas, mostravam a calcinha enrolada cobrindo mal o começo dos lábios da buceta por cima e folgada entre as virilhas, o pelo preto brilhante contrastava com as pernas morenas e torneadas. Centímetro por centímetro, eu ia saindo de debaixo da cama, ela me incentivava a continuar até que gritou pra eu parar. Estranhei, porque parecia que estávamos avançando bem, até que ela disse que um peito tinha ficado preso debaixo da madeira. Me ajoelhei pra ver o problema, a mulher me olhava sufocada pela posição e por me ter a centímetros do sutiã deformado. Falei que provavelmente o sutiã era o que enganchava nas costuras da borda do móvel e a única solução era ela afrouxar, mas ela disse que não conseguia com as mãos pra dentro, porque abotoava na frente. Olhei e, de fato, uns quantos colchetes se cruzavam entre as duas taças. Falei que não sabia como soltar, ela ficou uns momentos em silêncio até que se decidiu e disse pra eu ir soltando um por um e testando, mas sem tocar nela. Com dois dedos, fui soltando os colchetes, era difícil com a tensão que aguentavam. O primeiro não melhorou a situação, ela mesma me incentivou a tirar o segundo, esse já afrouxou um pouco mais e eu puxava de volta pelos rins, mas ela gritou de novo que tava doendo. De fato, o sutiã torcia e envolvia o peito dela. Empurrei ela um pouco pra dentro de novo pra não sofrer e olhei debaixo da cama. Com a cara emburrada, ela me olhava com os braços esticados acima da cabeça. Um pouco mais adiante, vi o maldito anel. Ela pediu pra eu fazer o possível pra tirar ela dali de qualquer jeito, e pediu desculpas por ter me tratado tão mal. Prometi que ia tirar sem machucar, embora ainda não soubesse como. Mais calma e eu mais tranquilo por ter mais liberdade, pensei em outras formas de agir. Passei pro outro lado e vi que ela tava atravessada debaixo da cama, e enquanto um peito A outra ainda não tinha chegado no obstáculo, e além disso, os peitos dela eram bem maiores do que pareciam por fora. Voltei a me ajoelhar entre as pernas dela, mal conseguia abri-las por causa da saia justa, e avisei. Ela só respondeu de debaixo da cama:

— Faça o que achar necessário, João.
— Obrigado, pense que é para o seu bem.
— Fica tranquilo, eu entendo e agradeço.

Pra ter mais espaço pra me mexer, levantei a saia dela até a altura dos rins, e a Pepita ajudou levantando a bunda. Depois, a calcinha no meio da coxa também não ajudava, então enrolei mais e tirei pelos pés. No começo, ela tentava juntar as coxas, mas peguei nos joelhos dela e, com cuidado, fui abrindo. A buceta não dava pra ver por baixo da moita que cobria tudo. Dava pra ouvir a respiração ofegante dela. Os botões que faltavam desabotoar, eu soltei enfiando as mãos por baixo da barra da cama até chegar no pescoço da Pepita e desabotoar o último, abrindo a blusa dela. Na minha frente, só o sutiã problemático. Tentei esticar de novo, mas não consegui; o peito da Pepita amassava e deformava. Pedi pra ela respirar fundo até eu avisar. Ela fez isso, e o tórax desceu um pouco, o suficiente pra eu enfiar os dedos e soltar o último gancho que faltava. As taças se separaram e se soltaram do corpo. Com cuidado, afastei elas pros lados, debaixo das axilas da Pepita. Um peito bem grande e empinado ficou preso debaixo da barra da cama. O mamilo moreno se deformava com a pressão, e eu peguei ele pra tentar puxar pra fora. A Pepita suspirou de leve, senti quando o peito dela subiu. Segurei o peito inteiro com a mão aberta e, devagar, fui puxando pra mim. Ela reclamou, dizendo que ardia muito. Olhei e, de fato, tinha uma assadura bem forte debaixo do mamilo. Ela começou a gemer, falando que ardia demais. Eu não tinha nenhum curativo ou creme por perto, então me ocorreu, como emergência, passar saliva. Me levantei entre as pernas dela e lambi a assadura. Ela se mexeu pra que... Cheguei bem perto de toda a vermelhidão e fiquei lambendo o ferimento dela, ela, de baixo, sussurrou pra mim:
— Mmm, obrigada, Juan, tá me fazendo muito bem, sinto um alívio danado, continua mais um pouco.
Estando entre as pernas dela, minhas coxas roçavam a parte de dentro das coxas dela, e minha braguilha encostava no triângulo peludo dela. As pernas dela, que antes estavam grudadas em mim, foram se abrindo até ficar uma de cada lado da cama. Quando fiquei por cima dela, apoiei os cotovelos no chão e, com as duas mãos, peguei o peito ferido dela e apertei até formar um montinho coroado pelo mamilo moreno. Da ferida, passei a rodear todo o contorno, desde a base até chegar no topo do mamilo, enfiei ele na boca e chupei. Pepita não dizia nada, só suspirava. Com uma mão, procurei o outro peito, que ainda estava debaixo da cama, e, esticando com a ajuda da Pepita, ele também saiu até eu conseguir chupar ele inteiro. Esse não estava ferido, mas ela não reclamou de nada. Agora só a cabeça e os braços da Pepita estavam debaixo da cama, mas ela parecia não ter pressa de sair. Com pesar, tive que soltar um peito pra abrir o cinto da calça e desabotoar a braguilha. O pau já tava me esperando, tinha escapado da cueca pela cintura e tava colado na minha barriga. Me deixei cair. Quando sentiu o calor da minha glande entre as pernas dela, a Pepita disse, sem muita convicção:
— Por favor, Juan, não faz isso, não faz, pelo amor de Deus, peeelo amor de Deeeeus!
E foi aí que, depois de percorrer a moita espessa de pelo crespo, meu pau descobriu a entrada da buceta da Pepita e entrou até a metade.
— Por que você fez isso, seu Juan? Por que fez isso! oooooh, quanto tempo sem ter um pau dentro.
— Desculpa, dona Pepita, não consegui evitar, vou tirar agora.
— Nããão, agora não, enfia tudo, seu filho da puta, e me fode até rasgar essa buceta, quero seu pau bem fundo, e não me chama mais de dona.
Não liguei pra uns passos leves que achei ter ouvido uns minutos antes, mas me virei pra porta e vi a A cabeça da Emi, que aparecia me sorrindo, me incentivava a continuar, e eu fui.
— Quer continuar, Pepita, ou tento tirar?
— Não, agora não importa me tirar, continua metendo até o fundo, me enche de carne dura, sinto teu pau na garganta, quero recuperar o tempo perdido, adoro teu pau.
— Tua buceta é muito apertada, parece que nunca pariu.
— É que faz muitos anos que ninguém me enche, agora quero que seja você quem me desvirgine de novo.

Emi olhava admirada a mudança que a tia Pepita tinha dado, e me incentivava a continuar. Peguei ela pelos tornozelos para meter de cima, mas ela levantou os quadris, passando as pernas por cima dos peitos, estava me oferecendo o cu também, as pernas abertas como um livro. Cuspi no cu dela, tinha umas pequenas protuberâncias, lembrança de algum parto, mas a saliva me ajudou a enfiar a ponta. Ela reclamava, mas me incentivava.
— Muito bem, Juan, você vai ser o primeiro a meter no meu cu, mas vale a pena. Só que tá doendo pra caralho, espera um pouco e tenta de novo.

Tentei várias vezes e entendi que realmente tava doendo nela. Emi, da porta, chamou minha atenção e apontou pro criado-mudo dela. Estiquei a mão e, dentro da gaveta, encontrei um tubo de creme hidratante. Passei na ponta do pau e, na Pepita, enfiei a rosca do tubo de creme no cu dela, apertando até quase esvaziar. Quando coloquei o pau de novo, ela quase não sentiu a cabeça entrando. Afundei até o fundo, ela me oferecia as nádegas e eu dava tapas enquanto metia e tirava o pau, até me enroscar nos pelos que rodeavam o cu dela — uma faixa preta de pelo que ia da rabadilha até quase o umbigo. Ela gozou uma vez e, na hora, disse que ia gozar de novo. Talvez fosse o mesmo orgasmo, mas sacudiu a cama. Na mesma hora, vi os braços dela aparecerem por fora; ela tinha se livrado do vestido. Virei pra porta e a Emi acenou pra mim e disse tchau… Quando eu gozei, ela já tinha tirado a cabeça por conta própria, estava apoiada com as mãos nos rins, com as pernas sobre a cabeça, as nádegas me recebiam de cima e eu enfiava a pica no cu dela na vertical. Quando eu saí, ela se deixou cair e, pegando a calcinha torcida, limpou a buceta e o cu cheios de porra e fluido. Na mesma hora, ouviu-se um portão batendo na porta da rua, a Emi tinha aberto e fechado com força pra gente perceber. A Pepita, rapidinho, abotoou o vestido, colocando antes os peitos no sutiã mal abotoado pela pressa, a calcinha melada guardou na mala junto com os restos da meia-calça. Eu virei a cama e peguei o anel que estava a uns meio metro da outra beirada. Quando saímos, vimos a Emi deixando a bolsa na mesinha do hall, eu entreguei o anel pra ela e a Pepita me agradeceu…
— Muito obrigada, seu João, o senhor foi muito gentil, adorei conhecê-lo.
Saímos de casa, a Emi e a Pepita foram voando pra estação, estavam atrasadas. No dia seguinte, a Emi me disse que duas horas depois a Pepita tinha ligado da cidade pra agradecer a hospitalidade e dizer que eu era muito gentil e um verdadeiro cavalheiro. Nós dois caímos na gargalhada. A Emi exigiu que eu contasse tudo desde o começo, eu não omiti nenhum detalhe e ela retribuiu me contando a impressão que a Magda tinha tido no dia da chegada dela. Ela tinha dito que aprendeu muitas coisas graças a mim, e que tudo que a mãe dela tinha contado sobre os homens não era verdade, e que queria continuar aprendendo comigo, porque eu explicava tudo muito bem e mostrava na prática. Depois disse que tinha adorado ajudar pra que eu tapasse o buraco da Emi pra não fazer xixi e que a Emi tivesse feito o mesmo com ela, enfim, que estava encantada e queria continuar aprendendo, era uma boa aluna. Continua.

2 comentários - Minhas primas da capital 17

Excelente! Van puntos...esta historia me tiene a full. Gracias