Tô pensando em não continuar escrevendo... essa história eu tava devendo pra vocês, pra poder encerrar de vez o bagulho......
Depois da bebedeira, fiz ela reagir e levei ela pra casa (a Clara não, viu!!!) por sorte meu amigo tinha me deixado o carro. Foi quando meu celular tocou, olhei a tela e apareceu Carla. Que porra ela queria a essa hora? Era pra me dar uma notícia sinistra... ou não? Ela me avisou que o marido da Carola foi atropelado por um carro na estrada quando tava indo pra uma cidade do interior a trabalho, e que tava internado no hospital da região, bem grave. Ela me perguntou se eu topava dirigir até lá, já que ela não queria pegar a estrada e, claro, a Carola menos ainda... Iríamos nós três???? Eu falei que não tinha problema, só precisava de tempo pra avisar minha gente e que ela viesse me buscar umas horas depois. A surpresa que eu tive quando vieram me buscar:
Carola: - Oi, Ricky!!! E obrigada... - e me abraçou bem forte enquanto desabava a chorar. Eu correspondi, abracei ela bem forte também e falei (Sim!!! A mesma gatinha que me cortou o ano inteiro tava me agradecendo e abraçada em mim, quem em sã consciência imaginaria isso).
Eu: - Força, Caro!!! Isso vai passar, tudo vai dar certo...
Subi na caminhonete e comecei a dirigir. Durante um bom pedaço da viagem foi tenso, ninguém falou nada. Depois a gente foi se soltando e começou a falar besteira, e assim a viagem foi passando até a gente chegar. Quando chegamos na cidade já era noite e não fazíamos ideia pra onde ir. Perguntamos até achar o hospital. Entramos, a Carola perguntou pelo acidentado, mas nunca disse quem era. Aí veio uma surpresa desagradável... Disseram pra ela qual era o parentesco, já que ele tinha entrado com a mulher dele, também acidentada. Carola explodiu em choro, ficou nervosa e começou a gritar e xingar ele. A gente se olhou com a Carla, foi aí que eu me fiz de besta e cheguei no balcão. Falei que éramos os irmãos que vinham ver ele, que ela tava tendo uma crise. Nervosa...... a gente tentou acalmar a Carola e depois de um tempo conseguimos entrar. Ele tava na UTI, todo entubado e todo machucado. Ela chegou perto e desabou a chorar pra caralho. A Carla tentou segurar ela, eu aproveitei e fui perguntar onde tava a senhora. Foi aí que me informaram que ela tava na semi-intensiva. Fui pra lá, entrei, me apresentei como irmão da Carola. Ela começou a chorar pra caramba. Falei que não tava julgando ela, mas que na outra sala tava "a oficial"...... pedi pra ela me contar tudo e que nada do que a gente conversasse sairia daquela sala. Ela me contou o que tinha rolado. Foi que a Carla tava me procurando e eu falei pra essa mina ficar tranquila. Saí da sala e encontrei ela no corredor.....
Carla: - Cadê você se meteu, moleque?????-
Eu: - Fui tomar um ar... por quê?-
Carla: - Temos que achar um lugar pra dormir e nos refrescar. A Carola diz que quer ficar aqui, mas é perda de tempo, porque só deixam ver ele num horário...-
Eu: - O que você quer que eu faça?-
Carla: - Duas coisas: arruma um lugar pra dormir e convence a Carola a vir descansar com a gente...-
Eu: - Sim, senhora!!!...-
E vazei. Falei com o pessoal do hospital e me indicaram que tinha uma pousada a umas quadras dali. Fui pra lá e aluguei dois quartos: um pra elas e outro pra mim. Voltei, insistimos com a Carola pra ela vir descansar e conseguimos. Viemos embora. Assim que cheguei, fui pro meu quarto e me joguei na cama pra dormir, tava moído. No dia seguinte, acordei, acordei elas e fomos tomar café. A Carola tava muito triste e a gente tentava animar ela com a Carla. - Tudo vai dar certo, você vai ver que ele vai melhorar e em uns dias você vai ter ele enchendo o saco na sua casa...- Mas não adiantava. Fomos pro hospital. Elas entraram pra ver ele e eu aproveitei pra ir falar com a moça acompanhante. Descobri que era a namorada, que tavam juntos há uns 2 anos, que essas viagens eles sempre faziam, que... Estavam apaixonados, que ele prometeu que largaria a Carola depois dessa viagem. Depois daquela hora que durou a visita, saí para procurá-las na sala e fomos nos distrair um pouco pra esperar a próxima hora de visita. Que dia pesado, hein. Carla não parava de me dar chute o tempo todo, encheu tanto o meu saco que fiquei puto pra caralho. Aproveitei que Carola foi sozinha ao banheiro e falei: — Carla, dá pra parar de encher o saco? Pô, doida, a gente tá numa situação de merda e você enchendo minhas bolas o tempo todo. Pensa um pouco na Carola, na situação que ela tá, e não na sua pussy!!!!!. Carola me olhou, soltou uma risadinha e virou o rosto. Eu, puto da vida, paguei a conta e fui dar uma volta no rio, depois fui num barzinho perto do hospital, nem passei lá. Liguei pra elas e perguntei se íamos comer juntos. Carla me mandou tomar no cu e Carola disse que ia ficar no hospital, que tinha um mau pressentimento, pra eu ficar tranquilo no hotel que qualquer coisa ela me avisava (eu já queria voltar pra Buenos Aires, tava de saco cheio). Fui pro meu quarto e dormi. Não sei que horas eram quando ouvi barulho na porta... era ela, Carola. Abriu a porta e entrou. Quando vi, perguntei: — O que você tá fazendo aqui? Ela correu até mim e selou minha boca com o dedo. — Não me pergunta o que eu tô fazendo, só vim pra você me amar, do mesmo jeito que eu amo sem precisar dizer. Ela se afastou e o roupão que ela vestia caiu no chão, deixando ver toda a nudez dela na meia-luz do quarto. Olhei pra ela e contemplei aquele corpo estupendo que ela tinha, que me acendia como um adolescente de primeira viagem. Ela me olhou, mordeu os lábios e se aproximou. Eu abracei ela e nos beijamos como dois apaixonados que não ligavam pra tudo que tava rolando ao redor (uma puta bagunça gostosa). Eu beijava ela loucamente enquanto ela me despia. — Eu te desejo, Ricky, como nunca desejei um homem — ela dizia, e eu já não era mais Ricky, era um homem que ia fazer amor com a mulher que amava loucamente. Desesperação e saiu.—Te amo, Caro!!!—. Ela me olhou, me beijou e disse.—Eu também, meu amor!!!!...—. Como é que vou falar isso pra ela!!!, tô louco!!!, o que tá acontecendo comigo? Ou eu realmente sentia isso por ela? A gente se beijava e se jogou na cama, ela beijou minha boca, seguiu pelo meu pescoço, meu peito, minha barriga e chegou no meu pau, começou a dar beijinhos, passou a linguinha na cabeça, brincou um pouco com ele e de repente plaft!!!! engoliu ele inteiro até fazer ânsia, babou tudo!!! Começou a subir e descer engolindo tudo sem se importar de se engasgar, ficou assim por um bom tempo, eu tava doido....... pra piorar, eu via atrás dela aquele começo de rabetão e ficava mais excitado, sem dizer mais nada, parou.
Carola:.—Agora vou te comer como nunca, meu macho....!!!!!—.
Eu:.—Caro, tem certeza do que vai fazer (que idiota a pergunta que eu faço)????—.
Carola:.—Cala a boca e goza comigo....—.
Eu:.—Sim, meu amor, o que você mandar—.
Ela subiu em cima do meu pau e deu uma sentada que me matou..... e ouviu-se o grito dela (suponho que o hotel inteiro ouviu....
Carola:.—Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh!!! que delícia, gostoso, a vontade que eu tava de ter esse pau lindo dentro de mim....—.
Eu:.—Que buceta tão quente você tem, meu amor!! vai me comer até eu ficar louco....??—.
Carola:.—Isso e muito mais, minha vida, essa noite vai ser única!!!!—.
Ela acelerou a cavalgada, eu me sentia no paraíso....
Carola:.—Ai, meu amor, como eu gosto do seu pau, sim, sim, sim siiiiiiiiiiii....—.
Eu:.—Gostosa, você vai me deixar louco....—.
Continuava, continuava e continuava que nem ela nem eu percebemos...
Carola:.—Meu amor, vou gozar, vou gozar, vou gozar.....aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!—.
Eu:.—Caro, Caro, Caro......AAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhh—.
E gozamos juntos, ela encharcou meu pau com os sucos dela e eu enchi a buceta dela tanto que transbordou, ela se deitou no meu peito, me beijou, me disse.—TE AMO—. e dormiu no meu peito, eu fiquei pensando e agora QUE??? e dormi. A gente acordou com as batidas. Desesperados, a Carla, eu abro a porta um pouquinho e ela, com um empurrão, entra no quarto, nos vê e faz uma cara de assassina que assusta, mas foi só o que ela disse:
— MORREU... CARO!!!!, TEU MARIDO MORREU...
Desabou tudo pra gente, tudo que eu achava que podia rolar foi pro caralho...
O que veio depois foi ir pro hospital, levar o corpo e tudo que vem com uma morte. Ela colocou a casa à venda, tudo que tinham, e foi embora sem falar nada com ninguém. Eu fiquei com um gosto amargo porque percebi que podia ter algo lindo com ela...
Valeu a todos!!!!
Depois da bebedeira, fiz ela reagir e levei ela pra casa (a Clara não, viu!!!) por sorte meu amigo tinha me deixado o carro. Foi quando meu celular tocou, olhei a tela e apareceu Carla. Que porra ela queria a essa hora? Era pra me dar uma notícia sinistra... ou não? Ela me avisou que o marido da Carola foi atropelado por um carro na estrada quando tava indo pra uma cidade do interior a trabalho, e que tava internado no hospital da região, bem grave. Ela me perguntou se eu topava dirigir até lá, já que ela não queria pegar a estrada e, claro, a Carola menos ainda... Iríamos nós três???? Eu falei que não tinha problema, só precisava de tempo pra avisar minha gente e que ela viesse me buscar umas horas depois. A surpresa que eu tive quando vieram me buscar:
Carola: - Oi, Ricky!!! E obrigada... - e me abraçou bem forte enquanto desabava a chorar. Eu correspondi, abracei ela bem forte também e falei (Sim!!! A mesma gatinha que me cortou o ano inteiro tava me agradecendo e abraçada em mim, quem em sã consciência imaginaria isso).
Eu: - Força, Caro!!! Isso vai passar, tudo vai dar certo...
Subi na caminhonete e comecei a dirigir. Durante um bom pedaço da viagem foi tenso, ninguém falou nada. Depois a gente foi se soltando e começou a falar besteira, e assim a viagem foi passando até a gente chegar. Quando chegamos na cidade já era noite e não fazíamos ideia pra onde ir. Perguntamos até achar o hospital. Entramos, a Carola perguntou pelo acidentado, mas nunca disse quem era. Aí veio uma surpresa desagradável... Disseram pra ela qual era o parentesco, já que ele tinha entrado com a mulher dele, também acidentada. Carola explodiu em choro, ficou nervosa e começou a gritar e xingar ele. A gente se olhou com a Carla, foi aí que eu me fiz de besta e cheguei no balcão. Falei que éramos os irmãos que vinham ver ele, que ela tava tendo uma crise. Nervosa...... a gente tentou acalmar a Carola e depois de um tempo conseguimos entrar. Ele tava na UTI, todo entubado e todo machucado. Ela chegou perto e desabou a chorar pra caralho. A Carla tentou segurar ela, eu aproveitei e fui perguntar onde tava a senhora. Foi aí que me informaram que ela tava na semi-intensiva. Fui pra lá, entrei, me apresentei como irmão da Carola. Ela começou a chorar pra caramba. Falei que não tava julgando ela, mas que na outra sala tava "a oficial"...... pedi pra ela me contar tudo e que nada do que a gente conversasse sairia daquela sala. Ela me contou o que tinha rolado. Foi que a Carla tava me procurando e eu falei pra essa mina ficar tranquila. Saí da sala e encontrei ela no corredor.....
Carla: - Cadê você se meteu, moleque?????-
Eu: - Fui tomar um ar... por quê?-
Carla: - Temos que achar um lugar pra dormir e nos refrescar. A Carola diz que quer ficar aqui, mas é perda de tempo, porque só deixam ver ele num horário...-
Eu: - O que você quer que eu faça?-
Carla: - Duas coisas: arruma um lugar pra dormir e convence a Carola a vir descansar com a gente...-
Eu: - Sim, senhora!!!...-
E vazei. Falei com o pessoal do hospital e me indicaram que tinha uma pousada a umas quadras dali. Fui pra lá e aluguei dois quartos: um pra elas e outro pra mim. Voltei, insistimos com a Carola pra ela vir descansar e conseguimos. Viemos embora. Assim que cheguei, fui pro meu quarto e me joguei na cama pra dormir, tava moído. No dia seguinte, acordei, acordei elas e fomos tomar café. A Carola tava muito triste e a gente tentava animar ela com a Carla. - Tudo vai dar certo, você vai ver que ele vai melhorar e em uns dias você vai ter ele enchendo o saco na sua casa...- Mas não adiantava. Fomos pro hospital. Elas entraram pra ver ele e eu aproveitei pra ir falar com a moça acompanhante. Descobri que era a namorada, que tavam juntos há uns 2 anos, que essas viagens eles sempre faziam, que... Estavam apaixonados, que ele prometeu que largaria a Carola depois dessa viagem. Depois daquela hora que durou a visita, saí para procurá-las na sala e fomos nos distrair um pouco pra esperar a próxima hora de visita. Que dia pesado, hein. Carla não parava de me dar chute o tempo todo, encheu tanto o meu saco que fiquei puto pra caralho. Aproveitei que Carola foi sozinha ao banheiro e falei: — Carla, dá pra parar de encher o saco? Pô, doida, a gente tá numa situação de merda e você enchendo minhas bolas o tempo todo. Pensa um pouco na Carola, na situação que ela tá, e não na sua pussy!!!!!. Carola me olhou, soltou uma risadinha e virou o rosto. Eu, puto da vida, paguei a conta e fui dar uma volta no rio, depois fui num barzinho perto do hospital, nem passei lá. Liguei pra elas e perguntei se íamos comer juntos. Carla me mandou tomar no cu e Carola disse que ia ficar no hospital, que tinha um mau pressentimento, pra eu ficar tranquilo no hotel que qualquer coisa ela me avisava (eu já queria voltar pra Buenos Aires, tava de saco cheio). Fui pro meu quarto e dormi. Não sei que horas eram quando ouvi barulho na porta... era ela, Carola. Abriu a porta e entrou. Quando vi, perguntei: — O que você tá fazendo aqui? Ela correu até mim e selou minha boca com o dedo. — Não me pergunta o que eu tô fazendo, só vim pra você me amar, do mesmo jeito que eu amo sem precisar dizer. Ela se afastou e o roupão que ela vestia caiu no chão, deixando ver toda a nudez dela na meia-luz do quarto. Olhei pra ela e contemplei aquele corpo estupendo que ela tinha, que me acendia como um adolescente de primeira viagem. Ela me olhou, mordeu os lábios e se aproximou. Eu abracei ela e nos beijamos como dois apaixonados que não ligavam pra tudo que tava rolando ao redor (uma puta bagunça gostosa). Eu beijava ela loucamente enquanto ela me despia. — Eu te desejo, Ricky, como nunca desejei um homem — ela dizia, e eu já não era mais Ricky, era um homem que ia fazer amor com a mulher que amava loucamente. Desesperação e saiu.—Te amo, Caro!!!—. Ela me olhou, me beijou e disse.—Eu também, meu amor!!!!...—. Como é que vou falar isso pra ela!!!, tô louco!!!, o que tá acontecendo comigo? Ou eu realmente sentia isso por ela? A gente se beijava e se jogou na cama, ela beijou minha boca, seguiu pelo meu pescoço, meu peito, minha barriga e chegou no meu pau, começou a dar beijinhos, passou a linguinha na cabeça, brincou um pouco com ele e de repente plaft!!!! engoliu ele inteiro até fazer ânsia, babou tudo!!! Começou a subir e descer engolindo tudo sem se importar de se engasgar, ficou assim por um bom tempo, eu tava doido....... pra piorar, eu via atrás dela aquele começo de rabetão e ficava mais excitado, sem dizer mais nada, parou.
Carola:.—Agora vou te comer como nunca, meu macho....!!!!!—.
Eu:.—Caro, tem certeza do que vai fazer (que idiota a pergunta que eu faço)????—.
Carola:.—Cala a boca e goza comigo....—.
Eu:.—Sim, meu amor, o que você mandar—.
Ela subiu em cima do meu pau e deu uma sentada que me matou..... e ouviu-se o grito dela (suponho que o hotel inteiro ouviu....
Carola:.—Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh!!! que delícia, gostoso, a vontade que eu tava de ter esse pau lindo dentro de mim....—.
Eu:.—Que buceta tão quente você tem, meu amor!! vai me comer até eu ficar louco....??—.
Carola:.—Isso e muito mais, minha vida, essa noite vai ser única!!!!—.
Ela acelerou a cavalgada, eu me sentia no paraíso....
Carola:.—Ai, meu amor, como eu gosto do seu pau, sim, sim, sim siiiiiiiiiiii....—.
Eu:.—Gostosa, você vai me deixar louco....—.
Continuava, continuava e continuava que nem ela nem eu percebemos...
Carola:.—Meu amor, vou gozar, vou gozar, vou gozar.....aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!—.
Eu:.—Caro, Caro, Caro......AAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhh—.
E gozamos juntos, ela encharcou meu pau com os sucos dela e eu enchi a buceta dela tanto que transbordou, ela se deitou no meu peito, me beijou, me disse.—TE AMO—. e dormiu no meu peito, eu fiquei pensando e agora QUE??? e dormi. A gente acordou com as batidas. Desesperados, a Carla, eu abro a porta um pouquinho e ela, com um empurrão, entra no quarto, nos vê e faz uma cara de assassina que assusta, mas foi só o que ela disse:
— MORREU... CARO!!!!, TEU MARIDO MORREU...
Desabou tudo pra gente, tudo que eu achava que podia rolar foi pro caralho...
O que veio depois foi ir pro hospital, levar o corpo e tudo que vem com uma morte. Ela colocou a casa à venda, tudo que tinham, e foi embora sem falar nada com ninguém. Eu fiquei com um gosto amargo porque percebi que podia ter algo lindo com ela...
Valeu a todos!!!!
2 comentários - De volta às aulas... Final!!!