Mis primas de la capital 16

Eu tava morrendo de ansiedade pra minha tia Ana me contar com detalhes a noite louca com a Emi e o marido dela, mas por um motivo ou outro a gente não conseguiu ficar um tempinho a sós. Também não rolou de falar com meu tio numa boa, então depois de uns dias resolvi ir ver a Emi pra ela me contar a experiência um pouco além do que minhas primas e eu tínhamos visto. A Maria e a Maite também tavam na expectativa, mas eu tinha que acalmar elas, porque toda vez que a gente se via elas perguntavam com o olhar. De manhã cedo atravessei a rua e bati na casa da Emi. Ela demorou pra abrir, então achei que não tivesse em casa. Já tava voltando pra minha quando a porta se abriu um pouquinho, só dava pra ver os olhos da Emi quando ela me chamou. — Psiiu, Juan, espera, tô em casa. Voltei e cheguei perto da porta. Parecia que ela não tava visível, ou talvez que tivesse acompanhada, e pedi desculpas por ter batido sem avisar. A mina disse que não era isso, mas pra eu entrar rápido. Mal abriu a porta, só o suficiente pra eu passar, e atrás dela tava a Emi se cobrindo na frente com um vestido ou algo assim. Ela mandou eu segui-la. Falei… — Emi, não quero te atrapalhar, e se você tá acompanhada, desculpa. Volto outra hora, só queria bater um papo e saber da noite com meus tios. — Fica um pouco comigo que vou te mostrar uma coisa, é uma surpresa. Depois te conto tudo. Segui ela até o quarto. Embora ela se cobrisse na frente, por trás mostrava as costas inteiras, a bunda e as pernas. Era uma delícia ver o balanço dos quadris dela. Sentei numa poltroninha. A cama tava toda bagunçada, o lençol amontoado. Pensei que ela também tinha tido uma noite agitada. A Emi largou o vestido que mal cobria os peitos dela e pulou na cama, me mandando chegar perto. Fui, e ela com todo cuidado foi levantando o lençol revirado. Debaixo dele apareceu a silhueta de uma bunda. Decidi na hora que queria ir embora, não queria atrapalhar e muito menos… me intrometer na vida privada da Emi, mas ela me parou e continuou levantando mais o lençol, as curvas dos quadris me mostraram que eram de uma garota, ela estava nua e encolhida, não fazia volume nenhum entre os lençóis, ela me apresentou. - É minha priminha Magdalena, Magda pra você, nos criamos juntas desde que ela nasceu até eu ir ser aeromoça, ela veio passar uns dias comigo, não estranhe nos ver as duas nuas, sempre dormimos assim juntas, ela é muito simpática, você vai gostar de conhecê-la. A garota pegou um punhado do lençol e, querendo tapar os peitos, acabou descobrindo o pouco que faltava pra eu ver, sentou-se e me deu dois beijos nas bochechas, Emi me disse… - Não quer nos acompanhar um pouco ou tá com pressa? Vai, entra com a gente. Enquanto dizia isso, levantava o lençol do lado dela e me mostrava o corpo inteiro até os pés. Não tive coragem de recusar, também não tinha nada melhor pra fazer, tirei a roupa e me meti na cama, Emi me pegou e me fez passar por cima dela e fiquei entre as duas. A garota se cobriu até o pescoço, com o lençol esticado sobre ela ainda fazia menos volume, Emi começou a me explicar. - Magda é filha da minha tia Pepita, a irmã mais nova da minha mãe, tem quatro irmãs e não teve uma vida fácil, o pai dela trabalhava numa empresa de transporte e dirigia um caminhão por toda a Europa, casou jovem e já grávida, meu tio vivia viajando e quando voltava era um perigo, a cada dois anos tinha uma filha, o problema começou quando ele parou de voltar, pouco depois minha tia descobriu que ele tava com uma italiana e tinha um filho, minha tia ficou deprimida e como Magda era a mais nova, minha mãe quis que ela ficasse na minha casa, ela cresceu comigo, dormíamos na mesma cama até eu ir ser aeromoça, eu ensinei o que pude e agora que ela já tá grandinha quer estudar, veio pra ver as possibilidades de fazer isso aqui, eu disse que ela pode ficar comigo, o que você acha? - Acho Perfeito, como você disse, a infância dela não foi das melhores e ela merece tudo. Com o olhar, insinuei pra Emi que estranhava ver as duas peladas, principalmente a Magda, e ela me explicou.
- Como eu tava falando, desde pequenininha a gente dorme junto e eu sempre odiei roupa na cama, durmo nua. Pra Magda, eu sempre fui a referência e ela seguiu meus costumes. Aliás, antes de você ligar, a gente tava comentando uns detalhes que talvez você possa ajudar a esclarecer.
- Você sabe, Emi, que tô sempre à disposição, pra qualquer coisa que precisar.
- Magda, como você vê ou já deve imaginar, ainda é muito nova, quase fazendo dezesseis anos, e tem coisas que ela não entende que são próprias de uma idade ou outra.
- Bom, não entendi muito bem o que você quer dizer, mas concordo que cada idade tem suas coisas. Mas se você explicar melhor...
- Beleza, vou ser mais clara. Magda, como eu tava contando, sempre foi muito observadora e, como sempre me viu pelada com toda naturalidade, ela também acha isso normal.
- Claro, prima Emi, você sempre me disse que o corpo das pessoas é normal. Eu, quando tô em casa sozinha ou com alguma das minhas irmãs, ando nua. Bom, com uma só, porque outras me enchem o saco.
- Preciso esclarecer que a mãe da Magda sempre ensinou elas a terem aversão a homens por causa da decepção do meu tio. Eu, por outro lado, disse que cada pessoa é um mundo diferente, mas ela tá acostumada a viver só com mulheres.
- Nisso eu concordo. Tem homem que não se comporta bem e outros que sim, igual as mulheres.
- Então, vou te explicar. Esta manhã, quando a gente acordou, ela percebeu uma coisa...
- Priiima, você não vai contar isso!
- Fica tranquila, o Juan é uma pessoa em quem você pode confiar em tudo. Eu confio há muito tempo, acredite em mim.
- Se você diz...
- Eu juro, né Juan?
- Juro, Emi.
- Então, voltando ao assunto. Com a luz do dia, ela viu que eu tenho depilado a buceta, já acostumei há muito tempo e ela também quer ficar igual a mim, e quero explicar pra ela que na idade dela não precisa disso, que tem outras opções. - Acho lógico, e por que você quer se depilar, Magda? - Porque tenho muito cabelo tanto na cabeça quanto no corpo todo. Na verdade, agora que ela tinha aparecido até os ombros debaixo do lençol, percebi que tinha uma linda cabeleira preta toda cacheada, as sobrancelhas morenas e os olhos verdes com cílios longos, tinha um rostinho muito bonito. - Mas isso não tem nada a ver, disse Emi, cada pessoa é como é, se não, você, Juan, nos diga as diferenças que encontra entre nós. Me levantei e fiquei de joelhos sentado nos calcanhares, de frente pra elas no meio das duas, Emi se descobriu toda e esticou o lençol que cobria Magda, ela resistiu um pouco mas no fim deixou o pano chegar até os joelhos. Na minha frente estavam as duas primas, Emi e Magda, uma com trinta e poucos anos e a outra com quase dezesseis, as diferenças eram notáveis, rapidamente fiz uma varredura nelas e me preparei pra comparar como Emi queria, engoli seco e falei. - Não preciso dizer que vocês duas são umas deusas, mas ainda assim são muito diferentes, Emi tem corpo de mulher que, embora jovem, é uma gata madura, o rostinho bonito, um corpo perfeito, os peitos com um tamanho ideal e uma firmeza maravilhosa, os biquinhos são rosados porque ela é clara de pele e loira, a barriga lisa com um quadril e uma cintura que muitas mulheres iam invejar, as coxas redondas e bem formadas se juntam escondendo uma buceta depilada que mal deixa ver os lábios da xereca, as pernas fazem tudo nela ser harmonioso, resumindo, uma gostosa de dar água na boca. - Agora, Magda, embora tenha te conhecido agora, o que vejo é que você é uma garota que, mesmo nova, já dá pra ver que vai ser uma gata nota 10, tem uma cabeleira morena azulada, com uns cachos que vão deixar qualquer cara doido. Bem, combina com uns olhos verdes que lembram o mar, o corpo ainda na sua idade já é bem desenvolvido e você também tem uns peitos que, embora diferentes dos da sua prima, que são redondos, os seus têm formato de pêra, a auréola é inchada como um segundo peito e isso a gente adora, a gente gosta muito de chupar eles, eeeeeh, voltando ao que eu tava falando, imagino que os biquinhos também devem ser bem sensíveis. A garota, quando eu mencionei os biquinhos, pegou neles com as mãos tentando disfarçar como tinham ficado, Emi olhou pra mim sorrindo, eu continuei olhando pra Magda… -       Sua pele é bem mais morena que a da Emi, e olha que você nem pegou sol ainda, a barriga é lisa completamente, também com um umbigo perfeito, dele sai um rastro de pelinhos escuros que desce até a buceta, como você já sabe, também tem uma juba bem cheia e cacheada e acho que não me engano que chega até a bunda, isso dava pra melhorar, e as pernas mais finas que as da Emi, na verdade as coxas não se juntam na virilha e dá pra ver os lábios por baixo da moita de pelo, então posso te dizer que você é quase uma mulher perfeita, eu diria uma mulherzinha perfeita, embora já tenha dito que dava pra melhorar. -       Juan, você não me decepcionou, nos descreveu maravilhosamente bem e agradeço por ter esclarecido pra Magda que dá pra fazer uns pequenos ajustes. -       Bom, eu prefiro ficar depilada igual você, Emi, e que melhorias vocês poderiam fazer em mim? -       Isso quem pode dizer é o Juan, ele manja muito dessas coisas, quer seguir os conselhos dele? -       Bom, se você diz… -       Não se preocupa, acho que você só vai melhorar e se não gostar a gente dá um jeito, Emi, tem espuma e gilete? Traz também hidratante. Emi pulou da cama e balançando os peitos foi pro banheiro, Magda me pegou pelo braço e falou baixinho… -       Ei, Juan, posso te perguntar uma coisa? Você é namorado dela? -       Eu, namorado dela? Não, mulher, sou só amigo, é verdade que Nós nos queremos muito, mas não como namorados. Temos uma afinidade enorme nos gostos e muita confiança um no outro. Confio totalmente nela, daria o melhor do meu corpo pra ela fazer o que quisesse. Na hora, a Emi chegou, trouxe várias coisas: creme de barbear, aparelho de lâmina, hidratante, um pincel pequeno e uma tesoura. Ela segurava tudo apertado entre os peitos, e dos lados saíam duas curvas brilhantes. — Já cheguei. Você diz, Juan, o que a gente podia fazer com a Magda? — Acho que o melhor seria atualizar a aparência dela de acordo com a idade. Não é mais uma menininha, é uma mulherzinha, e por isso já tem que se cuidar. — Então vamos fazer. Melhor dizendo, faz você, que entende mais. Falei pra Magda se colocar no centro da cama. Ela olhava pra Emi, mas a Emi tranquilizou ela: — Não se preocupa, o Juan manja muito disso. Coloquei o travesseiro debaixo da bunda da garota, e a Emi pôs uma toalha debaixo das nádegas dela pra não sujar. A própria Emi mandou ela abrir um pouco as pernas. Eu me ajoelhei de um lado, e a Emi do outro, igual. Aproximei o pote com a espuma de barbear e borrifei toda a moita de pelos da garota até o umbigo. Ela teve um arrepio que marcou os bicos dos peitos de novo, e ela segurou eles com os dedos pra evitar. Espalhei o creme por toda a pélvis. A moita de cabelo crespo se estendia além do púbis. Com a pélvis branca de espuma, tracei uma linha com o dedo de um lado pro outro na altura dos ossos do quadril. Com o aparelho, fui passando suavemente por toda a linha que descia da barriga. Num instante, ficou só a pele morena. Depois, da linha que marquei pra cima, limpei o creme e o pelo crespo. Ficou a pele escura, só com as marcas do pelo que a cobria. Passei de novo e tirei os últimos vestígios de pelo. A Emi me olhava e balançava a cabeça, aprovando o resultado. Ela mesma, quando viu como ficou o púbis com um corte limpo na parte de Em cima, ela abriu uma perna dela, Magda seguiu com a outra, Emi passou mais creme, dessa vez a contração foi na barriga de Magda, com os dedos espalhei sobre uma virilha e depois a outra, o creme se misturou e com a mão terminei de espalhar de um lado pro outro, Magda sentia minha mão sobre a buceta peluda e encolhia os joelhos, Emi se apoiou nas coxas dela, com muito cuidado fui passando a maquininha da coxa até o começo dos lábios, a pele era bem morena nessa área, fiz isso até chegar na bunda pelos dois lados. Emi me ajudava, antecipando meus movimentos, quando deixei as virilhas dela limpas de pelo, só cobria uma tirinha curta de pelo nos lábios, Emi com o olhar me disse que não tava gostando muito de como os lábios tinham ficado e com cuidado de não cortar ela, tirei os poucos pelos que sobraram desde o começo dos lábios até o cu, só sobrou um triângulo de pelo, ela abriu as pernas dela de vez, com as mãos a bunda se abriu e ao redor do cuzinho jovem apareciam uns poucos mas longos pelinhos, passei a maquininha deixando lisa a pele macia, entre as pernas de Magda se amontoava uma quantidade grande de pelo e creme, a buceta da garota tava aberta, o clitóris rosado tava coberto pelo prepúcio dele. Emi me passou o creme hidratante, eu enchi os dedos e comecei por onde tinha terminado, com a bunda separada por Emi fui passando generosamente, ela encolheu o cu, o buraco ficou minúsculo, com um dedo rodeei ele, Emi acalmava a priminha enquanto eu apoiava a ponta do dedo apertando de leve, só enfiei meia unha, sentia como ela se fechava tentando evitar, enquanto ela se concentrava no meu dedo curioso, minha outra mão seguia pelos lábios menores, as virilhas estavam brilhando de creme mas os lábios estavam cheios de fluido que sem perceber tava escorrendo da vagina dela, só passei o dedo na entrada e as pernas dela se fecharam, mas como eu não tirei, elas se abriram como uma flor, ela relaxou e Continuei enfiando o dedo, só consegui um pouco mais, lá dentro senti resistência, contornei a buceta, tirei o dedo e fui direto pro clitóris, aí sim ela sentiu, com as mãos agarrou a própria cabeleira preta, enfiou os dedos entre os cachos e puxava, levantei a pele e descobri ele, brilhava igual amêndoa descascada, quando senti que tava durinho parei e fui subindo, a moita de pelo já cobria tudo, com a tesoura aparei numa altura regular, no máximo meio centímetro, espalhei o creme no pelo e na parte de cima que acabou de ser depilada até o umbigo. A Emi acompanhava meus movimentos com atenção, os bicos dos peitos dela também estavam durinhos e saltados, ela mesma olhou pra mim e apontou pras tetas da Magda, a princípio só reparei nos bicos inchados, mas ela insistiu e aí percebi uns pelinhos compridos e pretos crescendo no contorno das aréolas, eram poucos, mas bem longos, tentei passar creme também, mas a Emi fez uma cara de desaprovação, não era bom raspar eles, e mostrando os dentes me explicou. Aproximei o rosto da teta esquerda da Magda enquanto ela pegava na teta e apertava fazendo o bico saltar, com os lábios contornei a aréola e aspirei, dentro da boca ficou tipo uma ventosa, com a língua tateei os pelinhos e um por um fui arrancando com os dentes, a Magda de olhos fechados suspirava sem parar, não sentiu nenhum pelo arrancado, quando soltei o bico ele tava vermelho e molhado. A Magda imitou a prima e apertando a outra teta dela me oferecia já inchada, fiz a mesma coisa, dessa vez depois de tirar os pelos, com os dentes estiquei o bico duro, ela soltou a teta e pegou na minha cabeça apertando contra o peito dela, a Emi segurava minha rola com as duas mãos, batia uma devagar sem a Magda perceber, mas a Magda não sabia onde enfiava as mãos, se agarrava no lençol e amassava, ou beliscava a própria teta livre até que agarrou o braço da prima, seguiu até chegar na mão dela, mas lá dentro da mão dela encontrou o tronco da minha pica, não sei se percebeu a diferença da boneca da Emi, mas continuou apertando com a mão toda. A Emi notou o erro e tirou a mão, só segurava ela com uma, enquanto a Magda pegava o resto, aos poucos foi deslizando em direção à cabeça, a Emi foi recuando deixando mais espaço, quando já tinha a glande entre os dedos, apertou e mexeu com força, eu com as duas mãos nos peitos dela chupava sem vergonha, não consegui evitar, só senti a Emi colocar as mãos debaixo das da Magda pra pegar o máximo possível dos jatos de porra que saíam entre os dedos da Magda. Quando parou de sair esperma da cabeça, a Emi borrifou minha pica com espuma de barbear e falou alto. - Puxa, sem querer abriu o pote da espuma. Me deixei cair do lado da Marta, tava muito excitado com a garota, a Emi cuidava de limpar a mão da Magda de porra e creme de barbear, depois fez o mesmo com minha pica, a Magda disse pra ela... - Emi, posso falar uma coisa no seu ouvido? - Magda, fica tranquila, o Juan é de confiança. - Tô com vergonha, vou falar no seu ouvido. A garota levantou e sussurrou algo no ouvido da Emi, ela riu... - Kkkk, claro, prima, mas fala pro Juan, não se acanhe. - Juan, tô curiosa com uma coisa, nunca tinha visto tão de perto essa parada que vocês homens têm entre as pernas, gostei que você tem os pelos iguais aos que você depilou em mim. - Pois é por isso que fiz igual ao meu, porque fica mais confortável, mas como você nunca viu isso que a gente tem? - Bom, quando pequena sim, no colégio os meninos mais velhos mostravam a pipila, era como um dedo, mas a sua é muito grande e fica ridículo chamar de pipila ou picha, como a gente chamava quando era menina. - É que tem muitos nomes, qualquer um serve. - Uma vez minhas irmãs estavam conversando entre elas e uma dizia que chamava cock e a outra que era cock, mas minha mãe pegou elas e deu uma bronca. Dei um tapa em cada uma. De novo, minha irmã Juana me mostrou uma foto de um cara com a pica dura igual à sua, mas minha mãe também pegou a gente e mandou a gente dormir sem jantar depois de rasgar a foto.
- Pois é, como você vê, é igual à dos meninos, só que um pouco maior.
- Não, mas você tem uma pele que cobre ela, pra que serve?
- É como uma capinha pra chuva, mas dá pra tirar.
- E a ponta é fina, por que é assim?
- É pra abrir caminho e deixar a capinha deslizar pra trás.
- E essa ruga que a cabeça tem, pra que é?
- É pra capinha não voltar a cobrir ela.
- Deixa eu tocar? Parece macia e dura, a dos meninos parecia mole.
- Pode tocar à vontade.
- Hum, tá muito dura, dá pra sentir o osso que tem dentro.
- Não tem osso dentro não, é tudo carne.
- Não pode ser, dá pra sentir o osso dentro, quando você deitou com a gente não tinha osso.
- É que ela aparece quando quer.

Emi olhava pra gente alucinada, percebi que a mão dela tava atrás da bunda, entre as nádegas, se tocando a buceta disfarçadamente.
- Sabe de uma coisa? Você não me machucou quando tirou os pelinhos dos meus peitos.
- É que eu tomei muito cuidado, é uma área muito sensível.
- Mas vai nascer de novo?
- Não se preocupa, se nascer eu tiro de novo.
- E vai nascer muito?
- Provavelmente sim, mas pra não nascer, posso fazer a mesma coisa antes deles aparecerem, assim você nunca vai ter, de vez em quando eu vou dar uma olhada.

Emi já tava excitada com a conversa, e apertando um peito com a mão, levantou ele deixando o mamilo entre os dedos…
- Juan, eu também tenho um pelo no mamilo, por que você não tira o meu?
- Prima, eu não tô vendo nada.
- É que como eu sou loira, quase não aparece, mas o Juan com certeza vê.

Eu me aproximei da Emi e envolvi o mamilo rosado dela com os lábios, sugando até ter ele na boca, lambi com a Língua segurando ele com os dentes, ela se remexia de prazer enquanto Magda estava ao lado dela olhando com atenção minha boca na teta da prima, enquanto continuava investigando meu pau com as mãos sem nenhuma intenção.
- Juan, e esse buraquinho que parece a boquinha de um peixe, serve pra quê?
- Ora, é por ali que se faz xixi.
- Pois eu não tenho nenhum buraco igual a esse pra fazer xixi.
- Tem sim, mas você não viu, é ainda maior, só que tava coberto de pelo.
- Vamos ver, Emi, onde é que você tem o seu?
Emi abriu as pernas e mostrou a buceta, ela tava brilhando de sucos, e os lábios molhados.
- Emi, você vai fazer xixi, tá toda molhada.
- Juan, por favor, não quero fazer xixi, tampa o buraco pra não sujar o lençol, me disse Emi.
- Isso, Juan, tampa logo, que ela vai fazer xixi.
Eu não acreditava, Emi tava me pedindo pra meter dentro da buceta dela na frente da priminha Magda, tava desesperada pra foder mesmo que fosse na frente da garotinha.
- Tá bom, mas segura um pouco, não faz xixi.
Eu me ajoelhei entre as pernas de Emi, ela passou as pernas pro meu lado, me aproximei e enfiei a ponta do pau, tirei ele um pouco molhado de fluido. Magda olhou pra ele, pegou o que tava pra fora e me apressou.
- Juan, se liga, que o xixi dela vai vazar, tampa o buraco inteiro.
Enfiei tudo dentro de Emi até o fundo, ela suspirou e fechou os olhos, Magda quis ajudar.
- Emi, vou tirar os pelinhos das tuas tetas pra eles não crescerem de novo.
A menina, na inocência dela, colou a boca na teta de Emi, que agarrou o lençol com as mãos. Quando eu tirava o pau de Emi, a prima dela insistia pra eu tampar de novo. Emi gozou suavemente, não quis demonstrar, mas Magda percebeu.
- O que foi que aconteceu, Emi? Eu também fiquei tonta quando tirei os pelinhos das tetas, achei que ia cair da cama, tudo girava, por isso me segurei no teu braço, não te machuquei, né? Machucou, né?
- Não, prima, não me machucou.
- Então eu também devo estar fazendo xixi, tenho os pelinhos lá embaixo molhados.

A Emi se sentou na hora e olhou entre as pernas da Magda, depois olhou pra mim.
- Juan, acho que a Magda quer que você tampe o buraco dela também, porque tá úmido e ela vai acabar fazendo xixi.
- Mas Emi, cê acha que eu devo?

Emi deu de ombros como quem diz "eu lavo as minhas mãos, você que sabe".

Eu me coloquei entre as pernas da Magda, ela mesma pegou na minha rola e colocou na entrada da buceta dela.
- Tapa o meu buraco de fazer xixi, que tá saindo, eu sinto.

Apertei um pouco, mal entrou dois centímetros e a Magda abriu mais as pernas, os lábios dela envolviam a minha cabeça, estavam molhados como a menina tinha dito. Empurrei mais um pouco e senti que batia num limite, se apertasse mais a garota reclamava. A Emi se sentou e, pegando um peito da Magda, colocou na boca e chupou, encheu o paladar com a auréola inchada da menina. Ela suspirou fundo, a Emi tocou no meu braço pra eu empurrar. Eu empurrei, a garota reclamou um pouco, fechando os olhos com força, mas só gemeu. Minha rola entrou cinco centímetros.
- Magda, se não tá gostando, eu tiro e não tampo.
- Não, por favor, Juan, continua tampando, enfia tudo.

Empurrei de novo, estava tão lubrificada que minha rola afundou até o fundo. A garota levantou o quadril esperando que eu metesse mais. Quando tirei um pouco, vi que estava manchada de sangue. A Emi viu e, com a mão cheia de creme, limpou. Quando tirei de novo, já saía só molhada de fluido branco. A Emi chupava o outro peito enquanto a Magda puxava as mechas do cabelo, disse que estava tontinha de novo.
- Quer que eu destampe o buraco se você tá se sentindo mal?
- Não, por favor, acho que vai passar logo.

A Magda gozou em silêncio, as pernas abrindo cada vez mais. A Emi olhou pra mim, eu metia com toda força, cravava até o talo. pelos se enroscavam, eu grunhia sem controle quando Emi viu o perigo, ficou ao lado da prima com as pernas abertas e apertou minha bunda me apressando pra sair, fiz isso bem na hora em que a corrida de porra começava pelas minhas bolas, enfiei de uma vez em Emi, com duas estocadas gozei dentro dela, ela estava me esperando e não parei até me esvaziar por completo. -       Por que você saiu, Juan? Tô fazendo xixi, tenho as coxas molhadas. -       Não se preocupa, prima, agora vou te limpar. Fiquei dentro da minha Emi até meu coração voltar ao ritmo normal, quando tirei, ela estava cheia de fluido da Emi e da minha porra, Magda nos disse… -       Viu o que aconteceu por não tampar direito? Agora sujou de xixi. Fiquei exausto deitado entre as duas, Emi virou de lado de costas pra mim, eu me encostei atrás dela e Magda atrás de mim, eu sentia o calor da bunda da Emi no meu pau mole, e o púbis da Magda roçando minha bunda, a garota dormiu logo, mas eu não conseguia, tava com muita vontade de foder direito com Emi, ela só levantou um pouco a perna pra eu meter por trás, mas quando percebeu que eu tava acelerando demais, me disse… -       Juan, acho que a gente devia parar por hoje, Magda tá colada em nós e eu não quero ter outro orgasmo me segurando, sem nem gemer, adoraria foder de novo, tô com muita vontade do teu pau, mas não é o momento certo. -       Emi, tô louco pra te encher de porra, mas te entendo, sua prima tá roçando minha bunda com o púbis recém-depilado e me deixando a mil, a gente merece uma boa gozada só nós dois, vou me vestir, já falamos. -       Valeu por ser tão compreensivo, desculpa não te acompanhar, tô exausta. -       Já sei o caminho, até logo. Quando saí da casa da Emi, tava com uma ereção brutal, minhas bolas ardiam de vontade de descarregar, mesmo tendo acabado de gozar na Emi, mas tinha sido de forma muito apressada, mas tive que me resignar a uma ocasião melhor. Ao entrar em Em casa, chegou um cheiro de comida que encheu meus pulmões. Segui o aroma até a cozinha, minha tia Ana estava finalizando o ensopado. Ela usava um avental amarrado nas costas sobre um vestido fino de ficar em casa. Me aproximei dela e sussurrei no ouvido:

- Bom dia, gostosa. Você cheira melhor do que o que está cozinhando.

- Não seja puxa-saco, Juan. A comida já já fica pronta. Pega talheres para dois.

- Como assim, para dois? As primas e o Antonio não vão comer?

- O Antonio foi para uma reunião e as meninas vão ficar na casa de uma amiga.

- Quer dizer que essa delícia é só pra nós dois?

- Pois é. Mas se preferir outra coisa...

- Queria tomar um aperitivo antes.

- Então pega o que quiser.

Não precisei de mais nada. Soltei o laço do avental e passei as mãos por baixo dos braços dela. O sutiã que ela usava era pra ficar confortável em casa e mal apertava. Afastei ele e separei do corpo da Ana. Os dois peitos caíram soltos.

- Juan, eu tava falando de comida.

- Eu também, Ana.

Levantei o vestido dela por trás, até a cintura. Juntei a calcinha que ela usava, fazendo parecer uma fio dental enfiada entre as nádegas, e mordi uma delas.

- Juan, por favor, tô ocupada.

Ela se abaixou pra controlar o ensopado no forno. Afastei a calcinha dela pro lado e lambi os lábios da buceta.

- Juan, pelo amor de Deus, a comida vai queimar.

- Com ela abaixada, o vestido ficava solto por baixo do corpo e eu vi os peitos balançando. Peguei eles e apertei até os bicos aparecerem.

- Calma, Juan, não me deixa concentrar.

- Espera que vou te concentrar eu.

Tirei a pica pra fora, que já tava dura desde que tinha tirado da Emi, e encostei ela entre as nádegas dela.

- Juan, você sabe que agora não dá. Além disso, tô muito sensível.

- Justamente por isso. Eu também tô. Não percebeu?

- E como. Parece que tem uma brasa encostada na minha bunda. - Pois é, meu pau tá ardendo, por que você não larga um pouco essa frescura?
- Tá bom, valeu. E agora? Peguei a Ana pela cintura e empurrei ela contra a geladeira, coloquei as mãos dela na cabeça e levantei o vestido até tirar pelos braços, soltei o sutiã que já não servia pra nada e baixei a calcinha dela até os tornozelos. Os peitos dela estavam esmagados contra os imãs que enfeitavam a porta da geladeira. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim enquanto com meus pés eu separava os dela. Grudei nela e com o pau percorri a rachadura dela várias vezes. Quando ela me sentiu tão quente, ainda levantou mais a bunda. Quando senti a umidade da buceta dela, pressionei. Meu pau entrou direto até o fundo. A cada estocada, ela se esmagava mais contra o frio da geladeira. Com as mãos, separei os peitos dela que escapavam pelos lados. Ela mantinha as mãos na cabeça, com a cabeça virada, me implorava…
- Juan, você vai me matar, tá cravando o pau até a garganta. Tem compaixão, porque não sei se vou aguentar esse tratamento que você me dá.
- Acho que você aguenta sim, com certeza no sábado você trepou muito mais.
- Nem me fala, ainda lembro da fome de pau que passei.
- Como assim? Seu marido tem um pau muito maior e mais grosso que o meu, e você não teve o suficiente?
- Antonio não me deu o que eu precisava. Ele tava vidrado na Emi, quase a noite inteira passou fodendo ela.
- Não acredito, com certeza sua buceta recebeu um pau bom.
- Mas não o do Antonio. Se não fosse porque fui prevenida, eu não gozava a noite inteira. Enquanto a gente conversava, eu continuava metendo o pau na buceta dela sem parar.
- O que quer dizer com "fui prevenida"?
- É que eu levei um consolo gigante que a Emi me deu de presente, caso o Antonio falhasse. Mas tive que usar ele sozinha.
- E você diz que ele é enorme?
- Sim, é muito grosso e comprido, e tem um dedo pro clitóris. É especial pra enfiar na buceta. buceta e dilatar, mas vê se tava tão gostosa que eu enfiei no meu cu. -       E aí, na buceta nada?. -       Graças à Emi, que é uma boa amiga, e vendo como minha buceta pedia atenção, ela se aproximou de mim e me lambeu desde o clitóris até o cu cheio de consolo. -       Que pena, adoraria ter estado lá. -       Eu também, lembrei muito e senti falta do teu pau, por isso agora que tenho ele dentro de mim não pararia de foder. -       Adoro foder com você, tem uma buceta apertada igual de uma adolescente. -       Obrigada, Juan, posso te pedir uma coisa? -       Claro, Ana, o que você quiser. -       Gostaria que você tirasse e enfiasse no meu cu, não tem comparação com o consolo, e me enche de porra, vou gozar a qualquer momento. -       Atendi ao pedido dela, tirei e simplesmente levantei o pau o suficiente para mirar no cu dela e, com o tanto que estava lubrificado, entrou sem esforço. Ana se abaixou, apoiando os braços na bancada da cozinha e abriu as pernas. Fui vendo como entrava entre as nádegas dela, ela me procurava e rebolava vindo ao meu encontro para enfiar até o fundo. Os peitos balançavam sob o peito dela, pingando suor. Ela gozou com grandes espasmos, graças ao apoio não caiu de cara quando eu empurrei para enchê-la de porra. Fiquei um momento colado, aproveitando a massagem que ela me dava com os músculos da buceta que ordenhavam meu pau. Quando saí, minha tia colocou a mão entre as pernas dela. Demorou a sair, mas quando saiu, um coágulo de esperma grosso encheu a mão dela. -       Tivemos que sentar, minhas pernas fraquejavam de tensão, e Ana sentou na beirada da cadeira. Pelo cu escorria um fiozinho de esperma. Comemos na mesma mesa da cozinha, nus como estávamos. Ela me contou que Emi ficou exausta, talvez fosse pelo tesão de ter duas mulheres só pra ele e poder escolher, e como Emi era a que menos tinha fodido, ele decidiu por ela. Eu entendia meu tio, Ana era muito gostosa, mas Emi era a Novidade, e com a Ana eu podia fazer quando quisesse, mas ele não foi cavalheiro, eu não teria feito daquele jeito. Quando terminamos de comer, fui pro meu quarto, de noite não desci pra jantar, peguei duas frutas e subi pra revisar os livros. Lá embaixo, ouvia minhas primas e meus tios. Já era tarde quando senti um peso em cima de mim, deitei cedo e dormi exausto. Minhas primas estavam deitadas do meu lado em cima do lençol e me prendiam sem deixar eu me mexer, logo começou o interrogatório…

— Oi, Juan, já pode abrir o verbo e contar tudo que sabe.
— Não sei de nada, do que vocês querem que eu conte?
— Não se faz de louco, minha mãe contou que vocês comeram sozinhos e, como não somos burras, imaginamos que vocês transaram e ainda te contou sobre o sábado.
— Não dá pra ter segredo nessa casa, pois acertaram tudo. Sua mãe tava muito sensível e eu muito tarado, a consequência é que enfiei até o talo, claro. Mas ela me contou enquanto a gente fodia tudo que aconteceu.
— Conta, conta, e o que rolou?
— Que seu pai passou quase a noite toda fodendo com a Emi e sua mãe quase ficou a ver navios se não fosse pelo consolo "Carlinhos". E pela boca da Emi, claro.
— Que pesado! Então o que a gente viu foi mais ou menos o que rolou a noite inteira?
— Parece que sim, acho que seu pai não foi lá muito cavalheiro.
— E muito, que idiota, com o quanto a mamãe é gostosa, embora a Emi também seja, não posso culpá-lo totalmente.
— E você ficou satisfeito?
— No final, sim. Enchi ela de porra e fui tirar uma soneca como se tivesse na praia.
— Ah! Agora que você falou em praia, sabe quem me ligou outro dia?
— Não, nem ideia.
— Foi o José, aquele garoto que a gente foi comer as duas na praia e você ficou com a irmã dele e a amiguinha.
— Ah! Lembrei agora, acho que chamavam Celia e Purita, duas meninas bem novinhas.
— Isso, essas mesmas. Pois ele me ligou… Disseram que não param de falar de você e que querem que a gente volte pra praia ou pra outro lugar. Eu falei que elas eram umas crianças muito especiais, ele me corrigiu: especiais não, muito caretas e ignorantes, sim.
- Pois é, ele conhece bem a irmã dele, hein.
- O comentário nos surpreendeu, mas a gente acha que você sabe mais sobre elas do que ele mesmo. Você não contou como foi a tarde na praia, seu safado.
- Ah, normal. Como não sabíamos o que fazer, ensinei elas a jogar badminton, aquele jogo de raquetes e a bolinha!
- Só isso a tarde inteira?
- Bom, isso foi um tempinho, mas como elas cansaram rápido, fomos passear pelas dunas. A verdade é que elas eram muito curiosas e, quase sem querer, uma delas quis provar meu pau e, enquanto eu metia nela, ensinei a outra. No final, as duas ficaram satisfeitas, e eu também, claro.
- Que barbaridade, Juan, você é um perigo, mas a verdade é que seu pau encanta. A gente fica louca por ele. Hoje a gente falou de você na casa da minha amiga Lídia, e ela parece interessada em te conhecer também. Avisamos depois. Por enquanto, vamos deixar você descansar, teve um dia bem agitado.
- Vocês não fazem ideia. Boa noite, primas.
- Continua...

2 comentários - Mis primas de la capital 16

Excelente relato! Me dejó a full van puntos! Seguí así