Durante vários dias tentei me concentrar de novo nos meus estudos, minhas primas também estavam ocupadas porque era época de provas, meus tios estavam com mais trabalho que o normal, já que estavam analisando as diferentes opções para os pedidos de sapatos da próxima temporada. Meu tio tinha um tino especial para negócios, mas minha tia sabia melhor do que ele o que as clientes iam comprar; juntos formavam uma boa dupla. Eu me via impossibilitado de passar na matéria que mais me preocupava, e ainda estava sozinho, a Asun não podia me ajudar porque ela não estudava nessa turma, a mãe dela tinha me recomendado essa outra para eu aperfeiçoar meus estudos. Nesses dias tão importantes, quase não dormia. Um dia fiquei a tarde inteira sentado na frente do computador e dos livros, à noite não desci pra jantar, só num momento em que uns temas estavam carregando no computador fui até a cozinha e enchi uma garrafa térmica de café expresso. Quando subi, sentei de novo, meu corpo todo doía, mas continuei até o amanhecer. Acordei em cima da mesa cedo, só tinham passado 45 minutos desde que caí exausto sobre ela, mal conseguia me mexer, a dor nas costas, no pescoço e nos ombros não me deixava mover. Desci que nem um zumbi, não conseguia nem girar o corpo. Saí de casa disposto a ir até a primeira farmácia de plantão e pedir qualquer remédio pra dor que eu sentia. Quando fui pra rua, a luz do sol me incomodou, procurei andar debaixo das árvores pra aliviar a dor nos olhos. Uma voz feminina me chamou do outro lado da rua. Abri os olhos só o suficiente pra ver quem era: do portão da casa dela, a Emi estava espiando, vestida com um roupão de ficar em casa, um lenço amarrado na testa me mostrou que ela estava limpando. Quando me aproximei, ela perguntou se eu estava bem. Contei de forma bem resumida como estava mal e perguntei se ela não tinha um relaxante muscular. Logicamente, ela respondeu que não, mas mandou eu esperar um pouco. Entrou na casa dela. Num cômodo lá no fundo dava pra ouvir o aspirador de pó que uma mulher, que ajudava na limpeza, tava manejando. Quando a Emi saiu, me entregou um envelope. Quando abri, fiquei perplexo. Eu esperava uma receita pra comprar uma pomada ou outro remédio, mas no lugar tinha um cartão, um endereço e um nome. A Emi recomendou que eu fosse direto pra esse endereço. Era de um Spa, ficava no centro da cidade, mas com um transporte público bom. Quando saí da casa da Emi, confesso que não tava convencido da solução. Fui mais pra não decepcionar a Emi do que por mim mesmo. O estabelecimento era bem elegante. Quando entrei, fui direto pra recepção. Quando perguntei pela pessoa que tava anotada no cartão, saiu uma mina vestida com um uniforme esportivo, mas ao mesmo tempo chique. Com um sorriso lindo, me recebeu. Disse que a Emi tinha ligado e dado instruções. A primeira coisa foi me explicar pra ir pros vestiários. Num armário, eu ia encontrar uma bermuda tipo sunga e um chinelo. E que, quando saísse, ela ia me esperar perto da piscina do circuito. — Juan, não sei se você já esteve antes num Spa. A dona Emi é uma cliente muito boa nossa e recomendou que a gente te tratasse o melhor possível. Claro que vamos nos esforçar pra que sua estadia seja a mais agradável possível. — Muito obrigado. A verdade é que nunca estive num Spa, então agradeceria se me orientassem. Não sei se a Emi contou, mas meu maior interesse é conseguir eliminar a rigidez muscular que eu carrego. — Muito bem. Primeiro é fazer o circuito na piscina. Tem uma variedade de jatos d'água que vão massagear seus músculos. Você já vai sentir a melhora. Quando terminar, tem a sauna. Nela, você vai relaxar e depois, com um banho gelado, vai se tonificar. Depois, vai ver que tem uma série de duchas e corredores onde cada um dos seus músculos vai receber um tratamento. No final, na sala de massagem, você vai sair novinho em folha. A mina me desejou boa Fiquei e me deixou sozinho, fui pra piscina, nesse horário não tava muito cheia, só umas duas mulheres de meia-idade e um casal de velhos. Tão vazio que pude me esbaldar em cada jato diferente e curtir a força da água pra sentir como meus músculos agradeciam as carícias. O casal ficou bem pra trás, mas as duas mulheres me passaram na frente, não paravam de falar, mesmo devagar pareciam papagaios, tavam muito animadas e uma ajudava a outra a escolher os aparelhos. Quando terminei na piscina, passei por um corredor de pedras, os pés molengas sentiram as irregularidades, mas no final, as panturrilhas tavam mais durinhas. Na sauna entrei meio desconfiado, tinha visto na TV ou no cinema como eram, mas essa me pareceu bem menor, quando entrei o vapor me deu uma porrada de calor que não esperava, quase entrei de olhos fechados, quando consegui me acostumar, vi num canto as duas mulheres, enroladas em toalhas, uma tava no degrau de cima enquanto a outra tava sentada entre as pernas dela no de baixo, eu me contentei em sentar num canto, o suor começou a escorrer pela minha testa, quase não conseguia abrir os olhos, eles lacrimejavam, as duas mulheres me olhavam e comentavam entre si, no fim uma delas se levantou e veio na minha direção, quando fez isso, a toalha que a cobria caiu no chão, ela tava totalmente pelada, meus olhos devem ter me denunciado porque quando chegou do meu lado, sorriu safada… --- Desculpa me intrometer onde não sou chamada, mas a gente tá te vendo sofrer, suando igual uma fonte, te aconselho a tirar o short, vai ver a diferença. --- Não deu pra notar o rubor que subiu nas minhas bochechas, porque eu tava todo vermelho, mas obedeci e quando ela voltou pro lugar, tirei a sunga por baixo da minha toalha. As duas mulheres quando me viram tão sem graça, riram ainda mais, principalmente quando minha toalha caiu no chão de vez, me deixando pelado na frente delas, ainda mais porque sem querer meu O pau já tinha ficado duro o suficiente pra apontar na direção delas. Criei coragem, não quis passar por moleque, levantei e fui até elas, me masturbando o pau num desafio. Elas se olharam e caíram na risada de novo, dessa vez às gargalhadas. Me clarearam as ideias quando a que tava sentada no banco de baixo abriu as pernas da amiga e deu uma lambida na buceta depilada, depois passou a língua nos lábios. Quando voltei pro meu lugar, meu pau tava completamente murcho, feito um pimentão assado, e minha autoestima do mesmo tamanho. Saí na hora da sauna; as duas mulheres, quando me virei pra me despedir, estavam deitadas num estrado, se comendo mutuamente as bucetas num 69 perfeito. Ao chegar na sala de massagem, uma garota de uniforme branco de calça saiu pra me receber e mandou eu subir na maca de bruços, colocando o rosto no buraco do apoio. Enquanto obedecia, ela preparou uns bastões de aromas e colocou uma música moderna, mas em versão chill-out. Quando ficou do meu lado, olhou a nota que indicava o tipo de massagem, se desculpou e disse que quem ia me atender era a Srta. África, especialista nesse tipo de massagem. Quando fiquei olhando pro chão pelo buraco do apoio, senti meu corpo todo relaxar, fiquei literalmente colado no lençol; sobre a bunda, tinha deixado a toalha. Quando a nova massagista entrou, me cumprimentou com um "oi" seco. Respondi com o que parecia mais um gemido do que um cumprimento. Quando ela colocou as mãos em mim, procurando os músculos travados, me senti totalmente confiante no resultado. Devo confessar que, mesmo doendo às vezes, eu teria dormido tranquilamente; as mãos ágeis dela pareciam adivinhar cada ponto onde doía mais, e o óleo que passava facilitava o toque. Não me importei quando massageou a planta dos meus pés, depois foi subindo pelas minhas pernas até chegar nas coxas. Quando me virei na maca, meu pau ficou entre minhas pernas, mas o que a massagista roçava em mim cada vez que subia as mãos entre minhas coxas. Depois do fracasso que tive com as duas mulheres na sauna, a última coisa que passou pela minha cabeça foi dar intenção às mãos da profissional. A garota quase não falava comigo, mas tanto fazia, eu não tava prestando atenção em nada além da paz que sentia. Minhas costas estavam completamente banhadas com o óleo aromático, quando ela me deu um tapinha na bunda mandando eu virar, sem o menor entusiasmo me virei, esperei de olhos fechados, a luz fraca me deixava numa boa, como se tivesse numa nuvem. Só reagi quando ela disse… — O que você tá fazendo aqui? Abri os olhos e olhei pra garota, primeiro estranhei a voz, me lembrava alguma coisa, mas não sabia o quê, mas quando consegui ver o rosto dela iluminado fiquei pasmo. — E você, o que tá fazendo aqui também? — Eu trabalho aqui. — Mas você não tá estudando? — Claro, mas não tenho escolha, tenho que trabalhar pra pagar a faculdade, minha família não tem grana, ninguém sabe que trabalho aqui. — Bom, não acho ruim, mas não esperava por isso. — Eu também não e, pra ser sincera, fico feliz que você veio. — Também fico feliz em te ver e tenho que te parabenizar, você tem umas mãos divinas, tá me deixando novo em folha. — Valeu, mas ainda não terminei, espero que quando eu terminar você me valorize ainda mais. Relaxei ainda mais, agora tava convencido de que tava em boas mãos. A garota se posicionou sobre minha cabeça e foi nos meus ombros e no pescoço, onde mais doía, agora que a gente se conhecia eu ia indicando onde doía mais e ela ia amolecendo meus músculos, depois do pescoço, foi pro meu peito, as costelas doíam do mesmo jeito, embora eu não tivesse percebido até agora, quando ela passava o corpo sobre mim escondia a luz e, através da blusa branca dela, eu adivinhava a roupa íntima que tava usando. Com os movimentos fortes dos braços dela, os peitos balançavam na minha cara, quando chegou na minha barriga a blusa subiu tanto que por Por baixo, vi ao vivo o sutiã branco que mal conseguia segurar as tetas que escapavam por baixo, deixando dois dedos de pele à mostra. Ela tava se dedicando de verdade, mas meu pau por conta própria começou a levantar a toalha, só percebi quando ela falou… — Puxa, agora me convenço de que você tá feliz em me ver. — Desculpa mesmo, não tinha percebido, que vergonha… — Ah, já vi, mas seu pau não diz a mesma coisa. Enquanto falava isso, ela se colocou do meu lado e, com uma mão passando entre minhas coxas, a outra me untava a barriga, as mãos habilidosas passavam rapidamente perto do meu pau, mas no último segundo desviavam. Isso me dava uma agonia que deixava meu pau ainda mais duro, ela cada vez mais perto roçava minhas bolas, separou meus tornozelos, agora não tinha mais motivo pra toalha, então tirou ela sem cerimônia, o pau tava como a haste de uma bandeira, a mina com as mãos oleadas afastava ele suavemente pra massagear minha virilha, cada vez que roçava meu pau ele ficava tremendo, aos poucos foi se concentrando na área, até que com uma mão por baixo pegou as duas bolas de uma vez e levantou apertando de leve. Com a outra mão pegou a haste e foi até a ponta, onde fechou os dedos sobre ela e cobriu com a pele, depois ao contrário descobriu a glande até embaixo, deixando todas as veias inchadas. Minha mão caída ao lado roçava a cada movimento o cinto com os frascos de óleo que ela usava, quando ela se inclinou sobre mim e toquei a calça dela, senti no dorso da minha mão o calor da pele dela. Sem querer, aproximei minha mão da coxa dela e depois pra bunda, através da calça fina senti o elástico da calcinha, quando com um dedo passei por baixo da goma, a mina soltou o cinto do óleo e abaixou a calça até o chão. As mãos dela já não massageavam meus músculos, estavam acariciando meu pau descaradamente, eu já tinha minha mão por baixo da calcinha dela, passando de uma nádega pra outra, não me pareceu suficiente e subi a mão por baixo da blusa dela, ela se virou o necessário pra eu alcançar o fecho do sutiã, ao soltar com dois dedos, por baixo da blusa se acusou a liberdade que os peitos dela tinham recuperado. Ela só soltou meu pau o tempo necessário pra tirar a blusa pela cabeça, o sutiã sem tensão caiu no chão. Com as mãos, acariciei minha barriga e as lambuzei de óleo, passei pelos peitos dela, brilhavam quase tanto quanto minha glande. Ela se inclinou sobre mim e passou os peitos dela no meu pau, eu abraçava eles entre as mãos e com a maciez do óleo só sentia a leve aspereza dos bicos dela. Embora estivessem mornos, notei muita diferença quando do peito dela meu pau foi entrar na boca dela, a umidade, a pressão da língua e o efeito de sucção fizeram eu levantar o quadril pra ela me chupar mais fundo. Uma das minhas mãos buscou entre as coxas dela, afastei o suficiente pra facilitar a busca até encontrar os lábios da buceta dela, estava molhada o bastante pra meus dedos oleados percorrerem toda a extensão. A mina manteve as pernas abertas enquanto apertava meu pau por baixo e mantinha ele dentro da boca dela, eu acariciava o clitóris dela devagar mas intensamente, de vez em quando molhava de novo com óleo e continuava com entusiasmo, quando ela afastou meus tornozelos e subiu na maca entre eles, encheu a mão de óleo, foi derramando em cima de mim, transbordava por todo meu corpo quando ela se abaixou e foi escorregando pelas minhas pernas devagar, senti os peitos dela roçando minhas coxas e passando abraçando meu pau que se dobrou sobre minha barriga ao passar quando eles pousaram no meu peito, os lábios dela roçaram os meus pra depois buscar minha orelha, ela ficou mordiscando meu lóbulo, meu pau aguentava o peso da pélvis dela que escorria pelo óleo, com minhas pernas encolhidas eu segurava ela em cima de mim, minhas mãos apertavam os dois peitos que pressionavam minhas laterais. A mina ficou lambendo meu pescoço até Ela continuou subindo em cima de mim até oferecer aos meus lábios um dos seus mamilos, agradeci sugando até encher minha boca, depois trocou pelo outro e dei o mesmo tratamento, deixei-os vermelhos e molhados, ela suspirava com os olhos fechados. Quando deslizou para baixo, minha pica já estava esperando, entre as pernas dela escorregou até encontrar os lábios menores abertos, o óleo e os sucos dela fizeram o resto, quando a cabeça foi entrando dentro dela, ela me abraçou e, rastejando para baixo, enfiou toda a minha pica, aproximou a boca do meu ouvido e falou devagar… --- Ahhh! Quanto tempo esperando pra ter você dentro de mim, não sabe o quanto desejei isso. --- Adoro estar com você, tem um corpo gostoso pra caralho, mas se a gente só se viu duas vezes… --- Mas foram especiais pra mim, me deixaram muito excitada. --- Agora que lembro, você fazia muito barulho, não parecia estar se divertindo nada mal. --- Não sabe o quanto está enganado, quando você me viu com aquele cara, a gente transou no meu quarto, embora fosse melhor dizer que ele transou sozinho, gozou em três minutos, depois se vestiu e foi embora. Eu fiquei de pernas abertas com a buceta escorrendo e ouvindo você e a Asun transando a noite toda, tinha inveja de ouvir a Asun gemer e suspirar com sua pica dentro, ainda mais conhecendo ela tão discreta, eu fiquei pulando na minha cama pra vocês ouvirem enquanto colava o ouvido na parede, desde então sempre sonhei em ter você dentro de mim. --- Nunca imaginei, sempre te vi acompanhada, parece uma mina que faz muito sucesso. --- Não acredita não, nunca tive sorte com caras, pego fácil, mas depois não duram nada. --- Sabe de uma coisa? Gostei quando você abriu a roupa no corredor da sua casa, me impressionou sua simpatia. --- Valeu, mas agora a gente tá aqui. Ah, a propósito, meu nome é Pilar, o de África é pro trabalho. --- Prazer em te conhecer, Pilar, mas sabe que a Asun é muito importante pra mim, espero que o que a gente tá fazendo com que hoje eu não saia daqui. — Calma, Juan, pra mim já é suficiente ter te tido uma vez, não vai sair daqui como você diz. Dizendo isso, ela sentou em cima de mim, apoiou nos tornozelos e foi subindo e descendo, fazendo eu ver entre as pernas dela como meu pau aparecia e desaparecia na sua buceta bem aparada. Agarrei os peitos dela com as mãos, apertando os bicos durinhos com os dedos pra não escaparem, a barriga lisa dela descia e recebia meu pau duro igual um pau. Ela pediu pra ficar de joelhos e eu meter por trás, fiz felizão, segurei na cintura dela e quando ela abriu as pernas, fui me aproximando até meu pau afundar até o talo, ela baixou a cabeça até a maca e com uns gemidos aguentou o primeiro orgasmo, as mãos dela crispadas apertavam o lençol até ela se recuperar, virou e me beijou na boca agradecendo, depois se deitou e abrindo os joelhos me convidou pra deitar em cima dela, as mãos dela me receberam e pegaram meu pau e minhas bolas e guiaram até a boceta dela, quando ela teve certeza que tava na entrada, enrolou as pernas na minha cintura e me puxou pra dentro, simplesmente entrei até sentir minhas bolas coladas na bunda dela. Ao me sentir dentro dela, me abraçou apertado, um arrepio me mostrou que o segundo orgasmo dela tava chegando, me surpreendeu tão cedo, mas entendi quando vi as lágrimas escorrendo dos olhos dela enquanto ela tremia com os espasmos, percebi a carência que ela tinha, talvez por isso gozei emocionado, me esvaziei quando ela pediu pra gozar dentro. Quando nos recuperamos, ela me acompanhou até o chuveiro e tomamos banho juntos, nos despedimos eu lambendo os peitos dela e ela chupando meu pau, depois nos abraçamos, desejei que ela encontrasse um cara que a amasse, e prometi que voltaria se tivesse outra contratura muscular. Quando voltei pra casa, vi luz na casa da Emi, espiei pelo portão, na A casa ainda tinha a diarista, na outra ponta minha amiga estava arrumando os detalhes na mesa da sala, talvez por intuição ela se virou pra mim, veio correndo até a porta do jardim, tava ansiosa pra saber como tinha sido. — Oi Juan, como cê tá? Te vejo muito melhor que hoje de manhã. — A verdade é que tô novo, foi uma ideia genial esse negócio do spa, não imaginava. — Como te trataram? — Maravilhosamente bem, obrigado por ter ligado, me senti muito mais protegido sabendo que você tava cuidando de mim. — Era o mínimo que eu podia fazer, o que você mais gostou? — Bom, adorei tudo, a piscina era ideal, cada jato d'água me revitalizava na hora, o pior foi a sauna. — Por quê? Se num instante você fica novo? — É que aconteceu uma coisa chocante, paguei mico e fiquei parecendo um idiota. Contei a cena da sauna, ela ficou rindo imaginando a situação, ainda tava rindo quando continuou… — E a massagem, o que achou? — Ah! A massagem foi a melhor parte, a massagista era uma maravilha, me deixou nas nuvens — logicamente não contei o final da massagem — é uma grande profissional? — Quem te atendeu? — Bom… uma garota loira, acho que se chamava… um nome estranho, ah, sim! África, parece. — Conheço ela, é uma massagista excelente e ainda por cima muito gostosa. — Pois nisso eu nem reparei — menti — tava tão mal que só me interessava pelo meu pescoço. — Fico feliz que o tratamento tenha te feito tão bem. — Sim, falei pra garota que se eu ficar tão mal de novo, volto. — Com certeza, já sabe a solução, espero que volte mas pra outra coisa. — Bom, obrigado por tudo, Emi, vou te deixar trabalhar, a gente conversa com mais calma depois. — Tchau, Juan, até logo. Ela me mandou um beijo no ar. Quando entrei em casa, tava contente, procurei minhas primas, mas não se ouvia ninguém, como tava faminto fui pra cozinha, encontrei um prato grande de macarrão na geladeira, não deixei nada no prato, e ainda Fiquei petiscando tudo que encontrava, depois fui pro meu quarto. Os dias seguintes foram na mesma, eu me controlava mais nos horários de estudo pra não cair na dor muscular. Finalmente chegou a prova temida, a universidade tava cheia de estudantes como eu, todo mundo com medo na cara. O primeiro susto passei na matéria duvidosa, quando saí pareceu que tinha sido mais fácil do que esperava. A verdade é que eu tinha estudado pra caralho, as outras já foram mais tranquilas. Numa aula encontrei a Asun, como sempre tava sentada na minha frente, sorriu pra mim quando me viu. Quando terminamos, comentamos a prova, ela também achou que tinha ido bem, como sempre. Ela me pareceu mais gostosa que de costume, me veio na cabeça que queria muito passar a tarde com ela. Quando falei, ela respondeu…
— Eu também, Juan, mas hoje é impossível. Marquei com minha mãe na casa dela, ela insistiu muito pra eu ir. Desconfio que tem alguma surpresa pra mim.
— Tudo bem, acho que consigo esperar. Quando puder, a gente se vê, senti muita sua falta.
— Eu também, foram uns dias bem fodidos, só estudando e sem te ver.
Quando cheguei em casa, tava muito feliz, mesmo tendo perdido o encontro com a Asun, tava ansioso pra contar pra minha família minhas impressões das provas. Na cara de todo mundo reinava a alegria, parecia que eu não era o único que tinha ido bem, embora a gente não soubesse as notas finais, as impressões eram boas. Minhas primas contavam pros pais o que tinham feito nas provas, quando me viram entrar, viraram pra mim e contaram tudo de novo. Meu tio passou o braço no meu ombro e, me separando do grupo, perguntou como eu tinha ido. Contei pra ele e ele me apertou contra si, tava satisfeito comigo.
Quando jantamos, tudo era risada e brincadeira, o clima tinha relaxado depois de tanta tensão acumulada. Minha tia olhava pra gente e se sentia feliz. Quando terminamos, as meninas subiram pros quartos, eu fiquei a pedido Do meu tio, quis me animar a continuar aplicado pra poder pegar logo as rédeas do negócio da família. Quando já fui pro meu quarto, ouvi risadas no quarto da minha prima Maite, me espiei depois de bater com os nós dos dedos, encontrei a Maite deitada e coberta até o pescoço, sentada ao lado dela estava a María. — Oi, o que vocês tão fazendo? Cê tá doente? — Ah, então, não, na verdade. — Como te vejo toda coberta... — Vale, cê nos pegou, já era o mistério. Minha prima mais nova foi abaixando o lençol devagar, tava vestida, usava uma camiseta de algodão, mas quando continuou abaixando o lençol, descobri que da cintura pra baixo não tava usando nada, reparei e vi que a buceta dela tava meio depilada, a María olhava pra gente na expectativa, no fim as duas caíram na risada. A María me explicou que queriam me dar uma surpresa, ao mesmo tempo abriu as pernas, debaixo da saia curta dela vi a buceta dela também totalmente depilada. Me convidaram, já que eu tinha pegado elas, pra ajudar, topei na boa, a Maite tirou o lençol de cima, abriu as pernas de vez, colocou a luminária da mesinha perto iluminando a buceta dela e a María tirou debaixo da cama a cera que tavam usando, num instante aplicou as tiras na pele e me mandou puxar. Fiquei com medo, não queria machucar ela, já tinha sofrido na pele uma vez a depilação com cera, mas puxei a tira de uma vez e ficou livre dos pelos. Elas riram de mim com tanto receio, mas num instante deixamos ela perfeita, tinha uma buceta perfeita. Quando ela se levantou da cama, apontou pro lugar dela e mandou eu deitar, fiquei gelado, dei um passo pra trás, mas as duas me pegaram e me deitaram, a calça saiu junto com os sapatos e a cueca saiu atrás, eu me mexia tentando evitar o que vinha, no fim as irmãs tiveram pena de mim e falaram que iam me barbear primeiro e depois passar a depiladora elétrica. Considerei um mal menor, me acomodei com uma mina de cada lado da cama, Mas quando Maite pegou uma tesoura e veio na minha direção, fiquei na dúvida sobre meu futuro. María disse que primeiro ia aparar até deixar o pelo bem curtinho e depois viria com a máquina. Eu não queria olhar, mas as duas se viravam bem juntas, María segurava minha rola mole e afastava da tesoura, a verdade é que era bem eficiente, já confiante, via ela colocando de um lado pro outro. Quando já tava bem aparada, a aparência da minha rola tinha melhorado muito, já não caía mais murcha, oferecia certa resistência à mão de María, ela tratava com suavidade mas com energia que só aumentava a dureza. Como tava com as mãos livres, me vingava passando elas entre as coxas de Maite, separando os lábios macios dela e percorrendo todo o caminho, ela, mesmo concentrada no que fazia, facilitava meus movimentos com a postura. Os peitos de María também não escapavam das minhas carícias, já com os bicos duros foi quando eu colocava mais energia. Com a elétrica me deixaram feito um bebê, mas não pararam por aí, depois foi María quem pegou a tesoura e Maite, apertando minhas bolas, foi desviando primeiro da tesoura e depois da máquina, nem por isso a ereção que já tava firme diminuía, as mina parecia que nem notavam a dureza do meu pau. Quando separaram minhas nádegas, já me vi perdido, porque a cera não perdoou, mas já era tarde, um grito escapou sem querer, mas já estavam passando um creme pra suavizar minha bunda lisa. De vingança, parti pra pegar a camiseta de Maite e arrancar pela cabeça de uma vez, ela se esquivou e, saindo dela, ficou nua na minha frente. María pulou em cima de mim, levantou a saia larga e sentou na minha cara, me deixou imobilizado, Maite pegou meus tornozelos e levantou o máximo que pôde, me arqueou pra cima até María segurar, abriu minhas pernas e ficou com a cara entre meus joelhos. Quando Maite encostou na minha bunda, lambendo minhas bolas expostas ao alcance dela, María abriu a boca. pra receber meu pau duro que se dirigia pra ela. Quando senti a umidade dos lábios dela sugando minha cabeça, minhas bolas se retraíram com a sucção que a Maite fez nelas, uma delas entrou na boca dela, as cabeças das duas irmãs se sincronizaram pra não bater uma na outra, quando perceberam que meu pau tava chegando numa grossura e cor suspeita de gozar, me soltaram e resolvi "castigar elas", coloquei elas de joelhos no chão, uma do lado da outra, apoiadas na cama, ficaram com as bundas viradas pra mim, só precisei abrir as pernas delas pra meter o pau alternando em cada uma, quando saía de uma entrava na outra, elas de mãos dadas se olhavam e gemiam, de vez em quando eu enganava elas e metia duas vezes seguidas enquanto enfiava os dedos na outra. Quando o trinco da porta fez um barulhinho, levantei a cabeça e vi minha tia espiando de leve, quando viu que eu tinha visto, fez um sinal de aprovação e fechou devagar, as filhas dela nem perceberam. Não tinha passado nem dez minutos quando nós três levantamos a cabeça prestando atenção, do quarto dos pais saía um barulho de gemidos e suspiros que foi aumentando até ouvir a mãe delas gritando com o marido. --- Mete o pau todo em mim, Antônio, mais ainda, ou melhor, mete o Carlitos - o consolo gigante - ou os dois ao mesmo tempo. A gente se virou e continuou na nossa, Maite foi a primeira a gozar, fiquei dentro dela enquanto ela aproveitava, meu pau sentia a buceta dela vibrando por dentro, enquanto com dois dedos dentro da Maria eu mantinha ela no maior tesão, deu tempo exato de quando a Maite caiu no lençol, eu meter na Maria que já tava me implorando, em só umas poucas metidas, ela se agarrou no lençol e aguentou como pôde as fortes sacudidas, me pediu pra não tirar de dentro dela, não tirei até descarregar vários jatos de porra dentro dela, a irmã dela recolheu com a mão quando começou a escorrer. Saindo devagar, puxando meu pau pra fora. Ainda dava pra ouvir os gritos da minha tia no quarto dela quando saí do quarto da Maite indo pro meu. Por curiosidade, espiei no quarto dos meus tios ao ver uma fresta de luz — a Ana tinha deixado assim de propósito pra eu olhar. Ela estava sentada em cima do marido, de costas pra ele e de frente pra porta, com as pernas abertas, na minha frente, me mostrando o pauzão do Antonio enfiado no cu dela e o vibrador na buceta dela. Ela me mandou um beijo no ar e mordeu o lábio. Quando cheguei no meu quarto, tomei um banho e quase bati uma punheta em homenagem à minha tia Ana. Ainda se passaram vários dias até nos avisarem que as listas oficiais com as notas das provas tinham saído. Fui correndo, mesmo tendo bastante esperança de ter passado. A gente se amontoava na frente das listas. Quando consegui chegar perto, procurei meu sobrenome. Tava muito nervoso, minhas mãos suavam, mas finalmente: passei com nota. Alguém puxou minha camisa, me virei e vi a Asun duas filas atrás, me perguntando. Procurei o sobrenome dela de novo e, de fato, ela tinha tirado a nota máxima. Quando contei pra ela, saindo da multidão que se formou, ela se pendurou no meu pescoço, me beijando de alegria. Ela me acompanhou até a outra sala — era a que mais me preocupava. Ela se adiantou e começou a procurar. Um grito de alegria me avisou que eu tinha passado no teste. O que ela não tinha dito é que foi com um notão. Dessa vez fui eu que abracei ela, dando um beijo na boca que fez vários jovens se virarem e nos vaiarem de admiração. Saímos pra cafeteria. Lá longe, vimos a Marta, mãe da Asun. Ela correu até ela e contou as notas dela e as minhas. A Marta ficou muito feliz e me deu dois beijos na bochecha. Convidei elas pra um aperitivo e, enquanto a gente bebia uma cerveja, a Asun me contou que estava passando uma temporada na casa da mãe dela. A mãe ficava olhando a gente enquanto a gente falava sem parar. Num silêncio, ela nos interrompeu e disse: "Gente, um momento. Tô vendo que vocês tão com vontade de... falar, o que acham de continuarmos essa conversa em casa? Juan, você quer vir jantar hoje à noite? --- Bom… adoraria, ia gostar muito. --- Então tá falado, hoje à tarde você passa lá em casa, agora Asun, a gente precisa ir, até mais Juan. Quando cheguei à tarde na casa da Marta, estava bem arrumado, mesmo sendo só um jantar em casa, eu tinha esperança de sair com a Asun mais tarde, até de ir pro apartamento de estudante dela, tava morrendo de vontade de ficar com ela e foder, por isso tinha no bolso o creme que a Emi tinha me dado, claro. Quando a porta da casa da Marta se abriu, fiquei alucinado, a Asun estava linda demais, tava com uma maquiagem sutil, coisa que eu nunca tinha visto nela, além disso usava uma saia larga e uma camisa branca, totalmente diferente do normal, que era sempre de suéter e calça. Uma tossida me tirou do susto, do lado dela estava a Marta, a mãe dela. A cara que eu fiz devia ter sido um poema, porque a Asun me perguntou… --- Juan, você tá bem? Ficou pasmado. --- Hum, desculpa, mas fiquei extasiado, você tá maravilhosa, mas sua mãe parece sua… irmã. As duas caíram na risada, me beijaram e me fizeram entrar. A Marta estava de saia justa e uma blusa larga colorida com um decote bem generoso. Depois de um tempo na sala, combinaram que a gente podia jantar, logicamente me ofereci pra ajudar a pôr a mesa. Quando coloquei a toalha, percebi que a camisa da Asun estava desabotoada bem onde começava o vale dos peitinhos jovens dela. Mandei um beijo no ar, ela sorriu safada. A mãe dela tava ocupada na cozinha, num momento a gente se cruzou, eu e a Asun, ela saía da cozinha com um monte de talheres e eu entrei, a mãe dela tava agachada na frente do forno. Passei por trás dela e, segurando-a pela cintura, me apertei contra a bunda dela. Ela se encolheu e disse ao se levantar… --- Você é louco? A Asun vai nos ver. --- Marta, você é uma gostosa, tem um corpo divino. Quando eu dizia isso, ela se jogou pra trás e apoiou a cabeça no meu ombro, beijei seu pescoço, ela estremeceu de novo. — Por favor, Juan, se controla, não seja mau comigo. Quando parei de ouvir os talheres, saí com as taças, nos cruzamos e deixei ele passar fazendo biquinho. Quando nos sentamos à mesa, eu tinha uma gostosa de cada lado, a janta estava uma delícia, a Marta cozinhava muito bem. O peixe que ela fez no forno sumiu num instante, regado por um bom vinho branco e uma conversa boa, não demoramos pra levantar da mesa pesados, o café foi servido numa mesinha auxiliar entre os sofás. Saboreando o café, elas me contaram que a Marta tinha contratado uma viagem por toda a América do Sul, além do México, claro que contou que a Asun a acompanharia, ela estava toda empolgada, iam percorrer os países mais lindos e ver os lugares mais interessantes, a filha já tinha um roteiro programado pela internet, logo pegou um tablet, sentaram do meu lado e ficaram me mostrando as rotas que tinham planejado, fiquei com inveja de ver tanta maravilha. As duas mulheres debruçadas sobre o tablet apoiado nas minhas pernas quase juntavam as cabeças em cima de mim, eu aspirava o aroma de cada uma, a Marta cheirava a violetas e a Asun um perfume suave de lavanda, adorava tê-las do meu lado, com os braços segurava elas pelos ombros, ao ver o decote caído da Marta, meu pau não demorou a reagir, os peitos de milf dela escapavam das taças do sutiã preto que ela usava, uma rendinha emoldurava os dois globos, enquanto à minha direita os botões abertos da camisa da Asun deixavam ver os peitos juvenis que, embora não tão fartos quanto os da mãe, na posição que ela estava pendiam dentro do sutiã branco. Minhas mãos passeavam pelas costas das duas mulheres, ao roçar os fechos dos sutiãs, eu me entretinha passando os dedos por baixo deles, o calor dos corpos delas me excitava. Perguntei se já tinham comprado toda a roupa que iam precisar, já que iam pegar todos os climas, desde as praias do Caribe até as geleiras do Chile, elas me disseram que não, tinham decidido ir comprando conforme chegavam nos lugares, mas Asun disse… — O que a gente comprou mesmo foi a roupa íntima, não sabemos onde vamos encontrar por lá e minha mãe é muito exigente com lingerie… — Não é tanto assim, embora ela tenha muito bom gosto – eu disse. Marta viu uma luz no fim do túnel, levantou na hora e disse… — Reconheço que gosto de lingerie bonita, quer ver o que comprei? Asun ficou meio surpresa, mas ao me ver animado, incentivou a mãe a mostrar. Talvez fosse por causa da influência do vinho branco, mas quando a mãe voltou com várias caixas, ela tirou o tablet de cima das minhas pernas e viu claramente o volume que eu tinha por baixo da calça, mas só apertou minha rola e não disse nada. Estava nervosa pra me mostrar as peças da mãe, fez espaço na mesinha e foi abrindo as caixas, quase não deixava a mãe fazer isso, eu só fazia sinais de admiração, a mãe dela tirava os sutiãs e calcinhas e colocava sobre a roupa, eu elogiava a beleza das peças, tinha de todo tipo, de renda, de tule, de seda, com bojos mais ou menos altos e de todas as cores, eu disse… — Adorei, mas isso é pras duas, né? — Não, são só da minha mãe, eu tenho só umas três ou quatro. — Bom, como vocês são iguais, podem trocar entre si, parecem irmãs. Marta se sentiu lisonjeada, enquanto Asun dizia… — Acho que não, minha mãe tem muito mais peito que eu. — Impossível, ela tem uns peitos de adolescente – exagerei. — Sério que você acha? Eu acho os meus muito feios. Mas Marta já estava abrindo a blusa, tirou da saia e ficou só de sutiã… — Feios? Quem disse isso? Acho que são perfeitos. — Viu? Minha mãe tem muito mais que eu. — Não acredito, é só por causa do modelo do sutiã, em você ficaria igual. Marta tinha soltado o fecho da peça, as alças caíam pelos ombros dela, enquanto ela segurava as taças pra não cair dos peitos. --- Toma, experimenta você, acho que o Juan tem razão, ele entende muito. Asun primeiro hesitou, mas ao ver a mãe segurando os peitos com as mãos, se animou e, levantando-se decidida, terminou de desabotoar os botões da camisa que faltavam, com dois puxões tirou a camisa da saia, um sutiã branco, bem mais discreto que o da mãe, sustentava os seios menores dela. --- Tá vendo? Em mim ficaria grande. Enquanto dizia isso, ia soltando os ganchos nas costas, as taças ficaram presas pelas mãos dela, quando a mãe estendeu a peça, ela soltou deixando cair o dela, os dois peitos ficaram à mostra, os mamilos apontando pra frente. A mãe também tinha soltado os peitos com a desculpa de abotoar pra ela pelas costas, num dado momento estavam uma do lado da outra com os peitos paralelos. Minha pica tava pressionada na minha calça, não parava de mudar de posição pra tentar direcionar ela pra baixo, mas não conseguia, a sorte veio me ajudar, ou foi o que pensei. --- Eu tinha razão, vê como sobra em todo lugar? --- Espera um pouco, só falta um ajuste. Levantei como uma mola, soltei o sutiã de novo e tirei ele, ao ficar perto da garota, do outro lado tinha a mãe, as duas com o par de peitos a centímetros das minhas mãos, minhas mãos tremiam tentando esticar as alças e encurtar elas, as fivelas pareciam grudadas, soltou de repente e minha mão foi parar no peito direito da Marta, ela sem se abalar disse… --- Deixa que eu ajudo, segura desse lado. Pegou de um lado a alça enquanto eu puxava a fivela, pra fazer mais força apoiou as mãos sobre os peitos arrastando as minhas junto, Asun colada em nós, olhava os esforços que a gente fazia, queria colaborar na tarefa e se apertava contra meu braço, sentia a dureza do mamilo pressionando minha pele, eu entre as duas tentava cruzar as pernas, pois meu pau descia pela perna depois de escapar da cueca, tinha o coxão da Marta colado nele, roçando sem parar a cada movimento, as mãos se confundiam misturadas com as tetas quando a fivela se soltou, a alça deslizou e eu me separei das duas mulheres, pela frente abracei o corpo da Asun pra fechar o zíper atrás, as tetas dela grudaram em mim, duras do jeito que estavam, a mãe dela se colou nas costas dela procurando minhas mãos com os bicos dos peitos, enquanto ela tirava o zíper das minhas mãos, eu fazia de conta que tava difícil de abotoar a peça na filha, apertava as tetas dela por baixo e levantava até os bicos duros aparecerem, o momento foi mais que excitante, a Asun colada em mim tinha o volume do meu pau entre as dobras da saia dela, eu sentia as coxas dela se juntando quentinhas, ela se apertava contra mim e eu achava que esse momento não devia acabar nunca. Quando a mãe dela decidiu deixar a peça abotoada, me disse… --- Vamos ver, Juan, como você ajusta. Pela frente fui subindo as alças, as tetas se juntavam se elevando fazendo um decote do mais excitante, eu enfiava a mão nas taças pegando a teta toda e puxando os bicos, eles tavam desesperados, brilhantes, rodeados pela auréola inchada. --- Tá convencido? Tudo se ajeita, olha. Peguei direto uma teta da mãe dela e pesei na mão, e a outra dela também, e comparei, não eram gêmeas mas eram lindas as duas, e elas entraram na brincadeira. A Asun com as bochechas vermelhas de vergonha, já não aguento mais a farsa, e pegando meu pau disse pra mãe dela… --- Olha, mãe, o Juan dá muito conselho, mas olha ele como tá, duro que nem um pau. --- Deixa eu ver? Tá duro mesmo?, parece que sim, vamos ver. As duas me deixaram cair no sofá, tive que soltar as duas tetas pra cair no assento, elas levantaram meus pés e tiraram meus sapatos, o cinto se abriu e cada uma de um lado puxou minha calça e a cueca juntas, o pau pulou pra fora. teto, minhas mãos deslizaram por baixo da saia larga da Asun, entre as coxas dela subiram até onde a calcinha me impediu de continuar, a mãe dela soltou a saia justa que caiu no chão, uma calcinha pequena combinando com o sutiã que ela usava marcava o fim das coxas dela, sobre a buceta escurecia um tapete de pelos crespos, ela tirou tudo num movimento só. Ela se abaixou sobre mim pra aproximar os peitos da minha boca, enquanto eu os apertava com meus lábios a filha dela soltava a saia e descia a calcinha branca pelas pernas, ela tinha uma virilha depilada que emoldurava os lábios carnudos da bucetinha jovem dela. Enquanto a mãe deixava eu lamber os peitos dela mudando do meu jeito, ela se colocou entre minhas pernas procurando meu pau que tava colado no umbigo, eu puxei ela pra perto da boca dela e com os lábios descobriu minha glande, foi enfiando até tocar a campainha, apertava contra o céu da boca evitando roçar nos dentes. Quando a saliva escorria pela redondeza dos peitos da Marta ela subiu no assento do sofá, colocou uma perna de cada lado e abrindo os lábios da buceta aproximou da minha boca, eu recostado com uma mão acompanhava a cabeça da Asun nos movimentos pra baixo e com a outra enfiava dois dedos na buceta da Marta. --- Filha, que maravilha, que boquete na buceta ela tá me fazendo, como tá o pau dele? --- Mmm, muito gostoso mãe, quando quiser a gente troca, tô morrendo de vontade de ela me chupar também, faz tempo que não faço isso. --- Espera um pouco, vou gozar daqui a pouco, tô no limite, não deixa ele gozar. Minha língua percorria todas as dobras da buceta da Marta, ela ia se contorcendo buscando o máximo prazer, quando uma série de contrações percorreram as costas dela as mãos apertaram minha cabeça contra a buceta dela, quase não conseguia respirar quando os sucos dela chegavam na minha língua eu engasgava mas continuei lambendo, o clitóris inchado enchia minha boca, no auge do orgasmo ela levantou uma perna sobre o encosto do sofá, minha boca abrangia tudo. seus lábios, por baixo das pernas dela passei minhas mãos e apertei as nádegas contra mim, ela não conseguia fugir de mim enquanto se debatia com suas convulsões, seus gemidos se alternavam com seus suspiros. Asun continuava com meu pau na boca, dosava meu tesão, quando meu pau pulsava no céu da boca dela ela freava as carícias pra misturá-las com lambidas nas minhas bolas, olhava pra cima, a visão das coxas da mãe dela abertas e minha boca cobrindo os lábios dela do clitóris à buceta fazia ela chupar meu pau mais agitadamente. Marta se dobrou sobre si mesma quando o orgasmo diminuiu de intensidade, Asun se recostou no braço do sofá, eu me deitei e enfiando a cabeça entre as pernas encolhidas alcancei a buceta dela, a garota separou com os dedos os lábios deixando o clitóris à mostra, já inchado, me joguei sobre ele aspirei e ele escorregou entre meus lábios, segurei com os dentes suavemente e minha língua foi descobrindo a pele que o escondia, sentia como ele tremia na ponta da minha língua, ela beliscava os peitos esticando os mamilos. Marta tinha pegado meu pau entre minhas pernas, com uma mão nas bolas e a outra ia subindo e descendo ao longo do tronco, tava duro e as veias inchadas enchiam as mãos da mãe, ela se inclinou sobre minhas costas, senti os peitos dela subindo do meu cu pelas minhas costas, ela sussurrou no meu ouvido… --- Juan, enfia logo na minha filha, ela tá morrendo de vontade, eu espero. Concordei com a cabeça e beijando a barriga de Asun fui subindo pelo estômago dela até os peitos, tive que me demorar neles, os mamilos dela me esperavam impacientes, lambi até que aumentaram duas vezes de tamanho, quando minha boca chegou na dela Marta pegou meu pau e apontou pros lábios de Asun, ela abriu mais os joelhos e a mãe dela apontou a cabeça do pau na buceta dela, depois se apoiou no meu cu e se deixou cair me forçando a enfiar tudo dentro de Asun, quando acariciou minhas bolas puxando elas me deu a entender que bombasse dentro da buceta da garota, eu fiz enquanto ela me acompanhava apertando as bolas suavemente. A abstinência que a Asun acumulava ficou evidente quando ela fechou as pernas em volta de mim, me abraçou e levantou a pélvis o máximo que pôde para chegar mais perto de mim. A mãe dela continuou empurrando minha bunda, me obrigando a continuar fodendo a filha, e não parou até a Asun ficar sem ar nos pulmões. Depois, ela se aproximou da filha e, vendo o suor escorrendo pelos peitos dela, beijou sua testa. Então, virou-se para mim e me beijou na boca. Me levantei, mal consegui descansar. No outro lado do sofá, a Marta me esperava de joelhos no assento, com a cabeça apoiada no braço, pernas abertas e se tocando no clitóris por baixo das pernas. Como um robô, me aproximei dela por trás. Quando peguei na cintura dela, a mão da Asun passou por baixo das minhas pernas, segurou minha pica e a manteve na horizontal, em direção à buceta da mãe. Ela quase não precisou corrigir a trajetória; a cabeça escorregou pela buceta molhada até entrar no buraco molhado. Ela só disse… — Mmm, filha, quanto tempo sem ter uma pica dentro. — Agora você tem a melhor, mamãe, aproveita. — Sim, filha, me preenche, é gordíssima e tá dura do jeito que eu gosto. Comecei a meter e tirar a pica, primeiro devagar, fui acelerando até quase tirar tudo para enfiar fundo. A Marta estava me esperando quando eu ia em direção a ela, só se ouvia ela gemer, mas ela me disse… — Continua, Juan, não para, mete até o fundo, vou gozar de novo. Atrás de mim, ouvi a Asun me incentivando no meu ouvido… — Juan, por favor, goza dentro da minha mãe, quero que ela sinta seu leite queimando dentro da buceta dela. Ela pegou nas minhas bolas e as segurou, acompanhando a pica até a Marta explodir num orgasmo violento que quase a fez cair. Ela se apoiou no assento com a cabeça encostada e a bunda pra cima. Me levantei e, de cócoras por cima, fui metendo nela até uma corrente subir das minhas costas até as bolas. Elas pareceram estourar, e pela cabeça passou uma série de jatos de porra que encheram a buceta da Marta, a filha dela ficou esperando entre minhas pernas até eu sair e um fio de gozo escorreu devagar da mãe dela. Sentei exausto mas feliz, o creme da Emi tinha funcionado de novo, na mesma hora a mãe de um lado e a filha do outro grudaram em mim, apoiaram a cabeça no meu ombro, deixei minhas mãos nas coxas delas, elas apertaram minhas mãos com as delas e suspiraram satisfeitas. Já era tarde pra caralho quando saí da casa da Marta, não me arrependi de não ter saído com a Asun depois do jantar, a noite tinha sido muito mais completa, tava feliz, eram duas mulheres gostosas pra cacete. Quando me deitei na cama fiquei um tempão acordado, tava feliz com como a vida me tratava. Tava ansioso esperando o jantar que a Emi ia oferecer, ia ser inesquecível. Continua Agradeço pelos comentários
— Eu também, Juan, mas hoje é impossível. Marquei com minha mãe na casa dela, ela insistiu muito pra eu ir. Desconfio que tem alguma surpresa pra mim.
— Tudo bem, acho que consigo esperar. Quando puder, a gente se vê, senti muita sua falta.
— Eu também, foram uns dias bem fodidos, só estudando e sem te ver.
Quando cheguei em casa, tava muito feliz, mesmo tendo perdido o encontro com a Asun, tava ansioso pra contar pra minha família minhas impressões das provas. Na cara de todo mundo reinava a alegria, parecia que eu não era o único que tinha ido bem, embora a gente não soubesse as notas finais, as impressões eram boas. Minhas primas contavam pros pais o que tinham feito nas provas, quando me viram entrar, viraram pra mim e contaram tudo de novo. Meu tio passou o braço no meu ombro e, me separando do grupo, perguntou como eu tinha ido. Contei pra ele e ele me apertou contra si, tava satisfeito comigo.
Quando jantamos, tudo era risada e brincadeira, o clima tinha relaxado depois de tanta tensão acumulada. Minha tia olhava pra gente e se sentia feliz. Quando terminamos, as meninas subiram pros quartos, eu fiquei a pedido Do meu tio, quis me animar a continuar aplicado pra poder pegar logo as rédeas do negócio da família. Quando já fui pro meu quarto, ouvi risadas no quarto da minha prima Maite, me espiei depois de bater com os nós dos dedos, encontrei a Maite deitada e coberta até o pescoço, sentada ao lado dela estava a María. — Oi, o que vocês tão fazendo? Cê tá doente? — Ah, então, não, na verdade. — Como te vejo toda coberta... — Vale, cê nos pegou, já era o mistério. Minha prima mais nova foi abaixando o lençol devagar, tava vestida, usava uma camiseta de algodão, mas quando continuou abaixando o lençol, descobri que da cintura pra baixo não tava usando nada, reparei e vi que a buceta dela tava meio depilada, a María olhava pra gente na expectativa, no fim as duas caíram na risada. A María me explicou que queriam me dar uma surpresa, ao mesmo tempo abriu as pernas, debaixo da saia curta dela vi a buceta dela também totalmente depilada. Me convidaram, já que eu tinha pegado elas, pra ajudar, topei na boa, a Maite tirou o lençol de cima, abriu as pernas de vez, colocou a luminária da mesinha perto iluminando a buceta dela e a María tirou debaixo da cama a cera que tavam usando, num instante aplicou as tiras na pele e me mandou puxar. Fiquei com medo, não queria machucar ela, já tinha sofrido na pele uma vez a depilação com cera, mas puxei a tira de uma vez e ficou livre dos pelos. Elas riram de mim com tanto receio, mas num instante deixamos ela perfeita, tinha uma buceta perfeita. Quando ela se levantou da cama, apontou pro lugar dela e mandou eu deitar, fiquei gelado, dei um passo pra trás, mas as duas me pegaram e me deitaram, a calça saiu junto com os sapatos e a cueca saiu atrás, eu me mexia tentando evitar o que vinha, no fim as irmãs tiveram pena de mim e falaram que iam me barbear primeiro e depois passar a depiladora elétrica. Considerei um mal menor, me acomodei com uma mina de cada lado da cama, Mas quando Maite pegou uma tesoura e veio na minha direção, fiquei na dúvida sobre meu futuro. María disse que primeiro ia aparar até deixar o pelo bem curtinho e depois viria com a máquina. Eu não queria olhar, mas as duas se viravam bem juntas, María segurava minha rola mole e afastava da tesoura, a verdade é que era bem eficiente, já confiante, via ela colocando de um lado pro outro. Quando já tava bem aparada, a aparência da minha rola tinha melhorado muito, já não caía mais murcha, oferecia certa resistência à mão de María, ela tratava com suavidade mas com energia que só aumentava a dureza. Como tava com as mãos livres, me vingava passando elas entre as coxas de Maite, separando os lábios macios dela e percorrendo todo o caminho, ela, mesmo concentrada no que fazia, facilitava meus movimentos com a postura. Os peitos de María também não escapavam das minhas carícias, já com os bicos duros foi quando eu colocava mais energia. Com a elétrica me deixaram feito um bebê, mas não pararam por aí, depois foi María quem pegou a tesoura e Maite, apertando minhas bolas, foi desviando primeiro da tesoura e depois da máquina, nem por isso a ereção que já tava firme diminuía, as mina parecia que nem notavam a dureza do meu pau. Quando separaram minhas nádegas, já me vi perdido, porque a cera não perdoou, mas já era tarde, um grito escapou sem querer, mas já estavam passando um creme pra suavizar minha bunda lisa. De vingança, parti pra pegar a camiseta de Maite e arrancar pela cabeça de uma vez, ela se esquivou e, saindo dela, ficou nua na minha frente. María pulou em cima de mim, levantou a saia larga e sentou na minha cara, me deixou imobilizado, Maite pegou meus tornozelos e levantou o máximo que pôde, me arqueou pra cima até María segurar, abriu minhas pernas e ficou com a cara entre meus joelhos. Quando Maite encostou na minha bunda, lambendo minhas bolas expostas ao alcance dela, María abriu a boca. pra receber meu pau duro que se dirigia pra ela. Quando senti a umidade dos lábios dela sugando minha cabeça, minhas bolas se retraíram com a sucção que a Maite fez nelas, uma delas entrou na boca dela, as cabeças das duas irmãs se sincronizaram pra não bater uma na outra, quando perceberam que meu pau tava chegando numa grossura e cor suspeita de gozar, me soltaram e resolvi "castigar elas", coloquei elas de joelhos no chão, uma do lado da outra, apoiadas na cama, ficaram com as bundas viradas pra mim, só precisei abrir as pernas delas pra meter o pau alternando em cada uma, quando saía de uma entrava na outra, elas de mãos dadas se olhavam e gemiam, de vez em quando eu enganava elas e metia duas vezes seguidas enquanto enfiava os dedos na outra. Quando o trinco da porta fez um barulhinho, levantei a cabeça e vi minha tia espiando de leve, quando viu que eu tinha visto, fez um sinal de aprovação e fechou devagar, as filhas dela nem perceberam. Não tinha passado nem dez minutos quando nós três levantamos a cabeça prestando atenção, do quarto dos pais saía um barulho de gemidos e suspiros que foi aumentando até ouvir a mãe delas gritando com o marido. --- Mete o pau todo em mim, Antônio, mais ainda, ou melhor, mete o Carlitos - o consolo gigante - ou os dois ao mesmo tempo. A gente se virou e continuou na nossa, Maite foi a primeira a gozar, fiquei dentro dela enquanto ela aproveitava, meu pau sentia a buceta dela vibrando por dentro, enquanto com dois dedos dentro da Maria eu mantinha ela no maior tesão, deu tempo exato de quando a Maite caiu no lençol, eu meter na Maria que já tava me implorando, em só umas poucas metidas, ela se agarrou no lençol e aguentou como pôde as fortes sacudidas, me pediu pra não tirar de dentro dela, não tirei até descarregar vários jatos de porra dentro dela, a irmã dela recolheu com a mão quando começou a escorrer. Saindo devagar, puxando meu pau pra fora. Ainda dava pra ouvir os gritos da minha tia no quarto dela quando saí do quarto da Maite indo pro meu. Por curiosidade, espiei no quarto dos meus tios ao ver uma fresta de luz — a Ana tinha deixado assim de propósito pra eu olhar. Ela estava sentada em cima do marido, de costas pra ele e de frente pra porta, com as pernas abertas, na minha frente, me mostrando o pauzão do Antonio enfiado no cu dela e o vibrador na buceta dela. Ela me mandou um beijo no ar e mordeu o lábio. Quando cheguei no meu quarto, tomei um banho e quase bati uma punheta em homenagem à minha tia Ana. Ainda se passaram vários dias até nos avisarem que as listas oficiais com as notas das provas tinham saído. Fui correndo, mesmo tendo bastante esperança de ter passado. A gente se amontoava na frente das listas. Quando consegui chegar perto, procurei meu sobrenome. Tava muito nervoso, minhas mãos suavam, mas finalmente: passei com nota. Alguém puxou minha camisa, me virei e vi a Asun duas filas atrás, me perguntando. Procurei o sobrenome dela de novo e, de fato, ela tinha tirado a nota máxima. Quando contei pra ela, saindo da multidão que se formou, ela se pendurou no meu pescoço, me beijando de alegria. Ela me acompanhou até a outra sala — era a que mais me preocupava. Ela se adiantou e começou a procurar. Um grito de alegria me avisou que eu tinha passado no teste. O que ela não tinha dito é que foi com um notão. Dessa vez fui eu que abracei ela, dando um beijo na boca que fez vários jovens se virarem e nos vaiarem de admiração. Saímos pra cafeteria. Lá longe, vimos a Marta, mãe da Asun. Ela correu até ela e contou as notas dela e as minhas. A Marta ficou muito feliz e me deu dois beijos na bochecha. Convidei elas pra um aperitivo e, enquanto a gente bebia uma cerveja, a Asun me contou que estava passando uma temporada na casa da mãe dela. A mãe ficava olhando a gente enquanto a gente falava sem parar. Num silêncio, ela nos interrompeu e disse: "Gente, um momento. Tô vendo que vocês tão com vontade de... falar, o que acham de continuarmos essa conversa em casa? Juan, você quer vir jantar hoje à noite? --- Bom… adoraria, ia gostar muito. --- Então tá falado, hoje à tarde você passa lá em casa, agora Asun, a gente precisa ir, até mais Juan. Quando cheguei à tarde na casa da Marta, estava bem arrumado, mesmo sendo só um jantar em casa, eu tinha esperança de sair com a Asun mais tarde, até de ir pro apartamento de estudante dela, tava morrendo de vontade de ficar com ela e foder, por isso tinha no bolso o creme que a Emi tinha me dado, claro. Quando a porta da casa da Marta se abriu, fiquei alucinado, a Asun estava linda demais, tava com uma maquiagem sutil, coisa que eu nunca tinha visto nela, além disso usava uma saia larga e uma camisa branca, totalmente diferente do normal, que era sempre de suéter e calça. Uma tossida me tirou do susto, do lado dela estava a Marta, a mãe dela. A cara que eu fiz devia ter sido um poema, porque a Asun me perguntou… --- Juan, você tá bem? Ficou pasmado. --- Hum, desculpa, mas fiquei extasiado, você tá maravilhosa, mas sua mãe parece sua… irmã. As duas caíram na risada, me beijaram e me fizeram entrar. A Marta estava de saia justa e uma blusa larga colorida com um decote bem generoso. Depois de um tempo na sala, combinaram que a gente podia jantar, logicamente me ofereci pra ajudar a pôr a mesa. Quando coloquei a toalha, percebi que a camisa da Asun estava desabotoada bem onde começava o vale dos peitinhos jovens dela. Mandei um beijo no ar, ela sorriu safada. A mãe dela tava ocupada na cozinha, num momento a gente se cruzou, eu e a Asun, ela saía da cozinha com um monte de talheres e eu entrei, a mãe dela tava agachada na frente do forno. Passei por trás dela e, segurando-a pela cintura, me apertei contra a bunda dela. Ela se encolheu e disse ao se levantar… --- Você é louco? A Asun vai nos ver. --- Marta, você é uma gostosa, tem um corpo divino. Quando eu dizia isso, ela se jogou pra trás e apoiou a cabeça no meu ombro, beijei seu pescoço, ela estremeceu de novo. — Por favor, Juan, se controla, não seja mau comigo. Quando parei de ouvir os talheres, saí com as taças, nos cruzamos e deixei ele passar fazendo biquinho. Quando nos sentamos à mesa, eu tinha uma gostosa de cada lado, a janta estava uma delícia, a Marta cozinhava muito bem. O peixe que ela fez no forno sumiu num instante, regado por um bom vinho branco e uma conversa boa, não demoramos pra levantar da mesa pesados, o café foi servido numa mesinha auxiliar entre os sofás. Saboreando o café, elas me contaram que a Marta tinha contratado uma viagem por toda a América do Sul, além do México, claro que contou que a Asun a acompanharia, ela estava toda empolgada, iam percorrer os países mais lindos e ver os lugares mais interessantes, a filha já tinha um roteiro programado pela internet, logo pegou um tablet, sentaram do meu lado e ficaram me mostrando as rotas que tinham planejado, fiquei com inveja de ver tanta maravilha. As duas mulheres debruçadas sobre o tablet apoiado nas minhas pernas quase juntavam as cabeças em cima de mim, eu aspirava o aroma de cada uma, a Marta cheirava a violetas e a Asun um perfume suave de lavanda, adorava tê-las do meu lado, com os braços segurava elas pelos ombros, ao ver o decote caído da Marta, meu pau não demorou a reagir, os peitos de milf dela escapavam das taças do sutiã preto que ela usava, uma rendinha emoldurava os dois globos, enquanto à minha direita os botões abertos da camisa da Asun deixavam ver os peitos juvenis que, embora não tão fartos quanto os da mãe, na posição que ela estava pendiam dentro do sutiã branco. Minhas mãos passeavam pelas costas das duas mulheres, ao roçar os fechos dos sutiãs, eu me entretinha passando os dedos por baixo deles, o calor dos corpos delas me excitava. Perguntei se já tinham comprado toda a roupa que iam precisar, já que iam pegar todos os climas, desde as praias do Caribe até as geleiras do Chile, elas me disseram que não, tinham decidido ir comprando conforme chegavam nos lugares, mas Asun disse… — O que a gente comprou mesmo foi a roupa íntima, não sabemos onde vamos encontrar por lá e minha mãe é muito exigente com lingerie… — Não é tanto assim, embora ela tenha muito bom gosto – eu disse. Marta viu uma luz no fim do túnel, levantou na hora e disse… — Reconheço que gosto de lingerie bonita, quer ver o que comprei? Asun ficou meio surpresa, mas ao me ver animado, incentivou a mãe a mostrar. Talvez fosse por causa da influência do vinho branco, mas quando a mãe voltou com várias caixas, ela tirou o tablet de cima das minhas pernas e viu claramente o volume que eu tinha por baixo da calça, mas só apertou minha rola e não disse nada. Estava nervosa pra me mostrar as peças da mãe, fez espaço na mesinha e foi abrindo as caixas, quase não deixava a mãe fazer isso, eu só fazia sinais de admiração, a mãe dela tirava os sutiãs e calcinhas e colocava sobre a roupa, eu elogiava a beleza das peças, tinha de todo tipo, de renda, de tule, de seda, com bojos mais ou menos altos e de todas as cores, eu disse… — Adorei, mas isso é pras duas, né? — Não, são só da minha mãe, eu tenho só umas três ou quatro. — Bom, como vocês são iguais, podem trocar entre si, parecem irmãs. Marta se sentiu lisonjeada, enquanto Asun dizia… — Acho que não, minha mãe tem muito mais peito que eu. — Impossível, ela tem uns peitos de adolescente – exagerei. — Sério que você acha? Eu acho os meus muito feios. Mas Marta já estava abrindo a blusa, tirou da saia e ficou só de sutiã… — Feios? Quem disse isso? Acho que são perfeitos. — Viu? Minha mãe tem muito mais que eu. — Não acredito, é só por causa do modelo do sutiã, em você ficaria igual. Marta tinha soltado o fecho da peça, as alças caíam pelos ombros dela, enquanto ela segurava as taças pra não cair dos peitos. --- Toma, experimenta você, acho que o Juan tem razão, ele entende muito. Asun primeiro hesitou, mas ao ver a mãe segurando os peitos com as mãos, se animou e, levantando-se decidida, terminou de desabotoar os botões da camisa que faltavam, com dois puxões tirou a camisa da saia, um sutiã branco, bem mais discreto que o da mãe, sustentava os seios menores dela. --- Tá vendo? Em mim ficaria grande. Enquanto dizia isso, ia soltando os ganchos nas costas, as taças ficaram presas pelas mãos dela, quando a mãe estendeu a peça, ela soltou deixando cair o dela, os dois peitos ficaram à mostra, os mamilos apontando pra frente. A mãe também tinha soltado os peitos com a desculpa de abotoar pra ela pelas costas, num dado momento estavam uma do lado da outra com os peitos paralelos. Minha pica tava pressionada na minha calça, não parava de mudar de posição pra tentar direcionar ela pra baixo, mas não conseguia, a sorte veio me ajudar, ou foi o que pensei. --- Eu tinha razão, vê como sobra em todo lugar? --- Espera um pouco, só falta um ajuste. Levantei como uma mola, soltei o sutiã de novo e tirei ele, ao ficar perto da garota, do outro lado tinha a mãe, as duas com o par de peitos a centímetros das minhas mãos, minhas mãos tremiam tentando esticar as alças e encurtar elas, as fivelas pareciam grudadas, soltou de repente e minha mão foi parar no peito direito da Marta, ela sem se abalar disse… --- Deixa que eu ajudo, segura desse lado. Pegou de um lado a alça enquanto eu puxava a fivela, pra fazer mais força apoiou as mãos sobre os peitos arrastando as minhas junto, Asun colada em nós, olhava os esforços que a gente fazia, queria colaborar na tarefa e se apertava contra meu braço, sentia a dureza do mamilo pressionando minha pele, eu entre as duas tentava cruzar as pernas, pois meu pau descia pela perna depois de escapar da cueca, tinha o coxão da Marta colado nele, roçando sem parar a cada movimento, as mãos se confundiam misturadas com as tetas quando a fivela se soltou, a alça deslizou e eu me separei das duas mulheres, pela frente abracei o corpo da Asun pra fechar o zíper atrás, as tetas dela grudaram em mim, duras do jeito que estavam, a mãe dela se colou nas costas dela procurando minhas mãos com os bicos dos peitos, enquanto ela tirava o zíper das minhas mãos, eu fazia de conta que tava difícil de abotoar a peça na filha, apertava as tetas dela por baixo e levantava até os bicos duros aparecerem, o momento foi mais que excitante, a Asun colada em mim tinha o volume do meu pau entre as dobras da saia dela, eu sentia as coxas dela se juntando quentinhas, ela se apertava contra mim e eu achava que esse momento não devia acabar nunca. Quando a mãe dela decidiu deixar a peça abotoada, me disse… --- Vamos ver, Juan, como você ajusta. Pela frente fui subindo as alças, as tetas se juntavam se elevando fazendo um decote do mais excitante, eu enfiava a mão nas taças pegando a teta toda e puxando os bicos, eles tavam desesperados, brilhantes, rodeados pela auréola inchada. --- Tá convencido? Tudo se ajeita, olha. Peguei direto uma teta da mãe dela e pesei na mão, e a outra dela também, e comparei, não eram gêmeas mas eram lindas as duas, e elas entraram na brincadeira. A Asun com as bochechas vermelhas de vergonha, já não aguento mais a farsa, e pegando meu pau disse pra mãe dela… --- Olha, mãe, o Juan dá muito conselho, mas olha ele como tá, duro que nem um pau. --- Deixa eu ver? Tá duro mesmo?, parece que sim, vamos ver. As duas me deixaram cair no sofá, tive que soltar as duas tetas pra cair no assento, elas levantaram meus pés e tiraram meus sapatos, o cinto se abriu e cada uma de um lado puxou minha calça e a cueca juntas, o pau pulou pra fora. teto, minhas mãos deslizaram por baixo da saia larga da Asun, entre as coxas dela subiram até onde a calcinha me impediu de continuar, a mãe dela soltou a saia justa que caiu no chão, uma calcinha pequena combinando com o sutiã que ela usava marcava o fim das coxas dela, sobre a buceta escurecia um tapete de pelos crespos, ela tirou tudo num movimento só. Ela se abaixou sobre mim pra aproximar os peitos da minha boca, enquanto eu os apertava com meus lábios a filha dela soltava a saia e descia a calcinha branca pelas pernas, ela tinha uma virilha depilada que emoldurava os lábios carnudos da bucetinha jovem dela. Enquanto a mãe deixava eu lamber os peitos dela mudando do meu jeito, ela se colocou entre minhas pernas procurando meu pau que tava colado no umbigo, eu puxei ela pra perto da boca dela e com os lábios descobriu minha glande, foi enfiando até tocar a campainha, apertava contra o céu da boca evitando roçar nos dentes. Quando a saliva escorria pela redondeza dos peitos da Marta ela subiu no assento do sofá, colocou uma perna de cada lado e abrindo os lábios da buceta aproximou da minha boca, eu recostado com uma mão acompanhava a cabeça da Asun nos movimentos pra baixo e com a outra enfiava dois dedos na buceta da Marta. --- Filha, que maravilha, que boquete na buceta ela tá me fazendo, como tá o pau dele? --- Mmm, muito gostoso mãe, quando quiser a gente troca, tô morrendo de vontade de ela me chupar também, faz tempo que não faço isso. --- Espera um pouco, vou gozar daqui a pouco, tô no limite, não deixa ele gozar. Minha língua percorria todas as dobras da buceta da Marta, ela ia se contorcendo buscando o máximo prazer, quando uma série de contrações percorreram as costas dela as mãos apertaram minha cabeça contra a buceta dela, quase não conseguia respirar quando os sucos dela chegavam na minha língua eu engasgava mas continuei lambendo, o clitóris inchado enchia minha boca, no auge do orgasmo ela levantou uma perna sobre o encosto do sofá, minha boca abrangia tudo. seus lábios, por baixo das pernas dela passei minhas mãos e apertei as nádegas contra mim, ela não conseguia fugir de mim enquanto se debatia com suas convulsões, seus gemidos se alternavam com seus suspiros. Asun continuava com meu pau na boca, dosava meu tesão, quando meu pau pulsava no céu da boca dela ela freava as carícias pra misturá-las com lambidas nas minhas bolas, olhava pra cima, a visão das coxas da mãe dela abertas e minha boca cobrindo os lábios dela do clitóris à buceta fazia ela chupar meu pau mais agitadamente. Marta se dobrou sobre si mesma quando o orgasmo diminuiu de intensidade, Asun se recostou no braço do sofá, eu me deitei e enfiando a cabeça entre as pernas encolhidas alcancei a buceta dela, a garota separou com os dedos os lábios deixando o clitóris à mostra, já inchado, me joguei sobre ele aspirei e ele escorregou entre meus lábios, segurei com os dentes suavemente e minha língua foi descobrindo a pele que o escondia, sentia como ele tremia na ponta da minha língua, ela beliscava os peitos esticando os mamilos. Marta tinha pegado meu pau entre minhas pernas, com uma mão nas bolas e a outra ia subindo e descendo ao longo do tronco, tava duro e as veias inchadas enchiam as mãos da mãe, ela se inclinou sobre minhas costas, senti os peitos dela subindo do meu cu pelas minhas costas, ela sussurrou no meu ouvido… --- Juan, enfia logo na minha filha, ela tá morrendo de vontade, eu espero. Concordei com a cabeça e beijando a barriga de Asun fui subindo pelo estômago dela até os peitos, tive que me demorar neles, os mamilos dela me esperavam impacientes, lambi até que aumentaram duas vezes de tamanho, quando minha boca chegou na dela Marta pegou meu pau e apontou pros lábios de Asun, ela abriu mais os joelhos e a mãe dela apontou a cabeça do pau na buceta dela, depois se apoiou no meu cu e se deixou cair me forçando a enfiar tudo dentro de Asun, quando acariciou minhas bolas puxando elas me deu a entender que bombasse dentro da buceta da garota, eu fiz enquanto ela me acompanhava apertando as bolas suavemente. A abstinência que a Asun acumulava ficou evidente quando ela fechou as pernas em volta de mim, me abraçou e levantou a pélvis o máximo que pôde para chegar mais perto de mim. A mãe dela continuou empurrando minha bunda, me obrigando a continuar fodendo a filha, e não parou até a Asun ficar sem ar nos pulmões. Depois, ela se aproximou da filha e, vendo o suor escorrendo pelos peitos dela, beijou sua testa. Então, virou-se para mim e me beijou na boca. Me levantei, mal consegui descansar. No outro lado do sofá, a Marta me esperava de joelhos no assento, com a cabeça apoiada no braço, pernas abertas e se tocando no clitóris por baixo das pernas. Como um robô, me aproximei dela por trás. Quando peguei na cintura dela, a mão da Asun passou por baixo das minhas pernas, segurou minha pica e a manteve na horizontal, em direção à buceta da mãe. Ela quase não precisou corrigir a trajetória; a cabeça escorregou pela buceta molhada até entrar no buraco molhado. Ela só disse… — Mmm, filha, quanto tempo sem ter uma pica dentro. — Agora você tem a melhor, mamãe, aproveita. — Sim, filha, me preenche, é gordíssima e tá dura do jeito que eu gosto. Comecei a meter e tirar a pica, primeiro devagar, fui acelerando até quase tirar tudo para enfiar fundo. A Marta estava me esperando quando eu ia em direção a ela, só se ouvia ela gemer, mas ela me disse… — Continua, Juan, não para, mete até o fundo, vou gozar de novo. Atrás de mim, ouvi a Asun me incentivando no meu ouvido… — Juan, por favor, goza dentro da minha mãe, quero que ela sinta seu leite queimando dentro da buceta dela. Ela pegou nas minhas bolas e as segurou, acompanhando a pica até a Marta explodir num orgasmo violento que quase a fez cair. Ela se apoiou no assento com a cabeça encostada e a bunda pra cima. Me levantei e, de cócoras por cima, fui metendo nela até uma corrente subir das minhas costas até as bolas. Elas pareceram estourar, e pela cabeça passou uma série de jatos de porra que encheram a buceta da Marta, a filha dela ficou esperando entre minhas pernas até eu sair e um fio de gozo escorreu devagar da mãe dela. Sentei exausto mas feliz, o creme da Emi tinha funcionado de novo, na mesma hora a mãe de um lado e a filha do outro grudaram em mim, apoiaram a cabeça no meu ombro, deixei minhas mãos nas coxas delas, elas apertaram minhas mãos com as delas e suspiraram satisfeitas. Já era tarde pra caralho quando saí da casa da Marta, não me arrependi de não ter saído com a Asun depois do jantar, a noite tinha sido muito mais completa, tava feliz, eram duas mulheres gostosas pra cacete. Quando me deitei na cama fiquei um tempão acordado, tava feliz com como a vida me tratava. Tava ansioso esperando o jantar que a Emi ia oferecer, ia ser inesquecível. Continua Agradeço pelos comentários
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