Minhas primas da capital 10

No meu quarto, fiquei estudando por várias horas. Sabia que meus estudos estavam sofrendo por causa das minhas aventuras sexuais. Tentei me isolar e, fincando os cotovelos na mesa, me concentrar nos livros. Até que consegui por um tempo, mesmo estando fisicamente exausto. Minha mente estava ávida por mudar de hábitos e começar a estudar de verdade. O fato é que achava os assuntos mais fáceis e eles ficavam melhor na memória. Quando estava na aula, parecia que o professor só falava comigo. Asun, do banco da frente, virava e me sorria toda vez que eu respondia certo ao professor. Quando estava mais concentrado, ouvi um carro parar na rua. Chegavam vozes de dois homens discutindo meio bravos. A curiosidade me pegou e fui espiar pela janela, tentando não ser visto. Lá embaixo, na calçada do outro lado, tinha um táxi. Um homem tirava uma mala dele, enquanto o taxista tirava outra do porta-malas. Parecia que estavam brigando pelo preço. O homem reclamava que o taxista o tinha levado pra passear pela cidade sem necessidade, achando que ele não conhecia o caminho. Quando passou debaixo da luz de um poste, vi o uniforme do homem que entrava na casa da Emi. Ele vestia uniforme de piloto de aviação. Não tive dúvida de quem era: o marido da Emi. Quando as luzes da sala acenderam, sentei na cadeira, mas voltei de novo. Já tinha luz no quarto da Emi. Depois de um silêncio, ouvi as vozes da Emi e do marido. Não parecia ter problema nenhum, então sentei de novo. Fiquei um tempo tentando voltar pros livros, mas não conseguia me concentrar. Teria dado algo importante pra estar do lado da Emi. Não tinham passado 45 minutos quando umas vozes do marido me fizeram pular da cadeira e ir pra janela. Coloquei a cabeça pra fora e ouvi os soluços abafados da Emi. Depois, uma batida de porta e a luz da sala acendeu, pra depois apagar. Como a partir daí não se ouviu mais nada, voltei a sentar, embora já não... consegui estudar, mas ficava preocupado com o que tinha acontecido na casa da frente. Quando saí de manhã pra universidade, dei uma volta e, atravessando a rua, passei na porta do chalé da frente. O marido tava tirando as malas pra rua, parecia que ia embora de novo. Fiquei muito feliz, embora preocupado com como a Emi tava. Na aula, mal falei com ninguém, tava ausente, nem devolvi o olhar pra Asun quando ela virou pra mim. Na saída, ela disse que queria que eu fosse na casa dela revisar algum assunto — coisa que em qualquer outro dia me faria pular de alegria, mas naquele não tava afim, e menos ainda porque a Asun não merecia que eu ficasse pensando em outra coisa, e muito menos em outra mulher. Já era quase noite quando cheguei em casa. Fiquei na biblioteca estudando, ou melhor, enrolando pra voltar. Por isso, quando cheguei na frente da minha casa, atravessei a rua e fiquei espiando pelas janelas. Mal dava pra ver um clarão no quarto da Emi, imaginei que ela tivesse descansando e voltei pra minha casa. Na cozinha, encontrei minha tia. Um olhar dela já me deixou alerta, algo não tava certo. Com os olhos, ela apontou pra porta. Intuí que era sobre a Emi. Fiz menção de sair pra rua, mas minha tia me segurou pelo braço e disse pra não fazer isso. Não quis insistir, fui pro meu quarto sem jantar, perdi a fome. Nem estudei. Na cama, fiquei acordado até tarde pensando no que tava rolando lá embaixo. Quando desci de manhã, tava faminto. Na cozinha, minha tia tava tomando café pra ir pra loja. Ela sabia da minha agonia e me colocou a par. — Quando o marido chegou, vinha do aeroporto. Desde que desceu do avião, ficou bebendo com alguém da tripulação. A princípio, era só bebida, mas depois alguém trouxe algum tipo de droga. No fim, ele tava louco. O pessoal da companhia ajudou e deixou ele num quarto até ficar apresentável. Tudo isso ela contou pra Emi, uma... antiga colega, quando ela chegou em casa ainda tava muito doida, e queria que a Emi fizesse umas putarias que ela não tava a fim de fazer, ainda mais com ele. O resultado foi que ele se irritou, pegou ela pelo pescoço e quase bateu nela, sorte que ele tava muito chapado e foi dormir no sofá da sala, de manhã sem falar nada vazou de novo, a Emi ligou pra companhia e confirmaram que ele tinha embarcado como tripulação reserva numa viagem transoceânica. --- Desde então ela se trancou no quarto, ontem à noite passou quase a noite toda chorando, te aconselho a ir consolá-la hoje à tarde, agora é cedo demais. Fui pra faculdade mais tranquilo sabendo que o marido da Emi tava longe, quando cheguei vi a Asun, ela tava triste, me aproximei e prometi que no dia seguinte iria na casa dela estudar, ela me olhou animada e eu completei… --- Como já faz tempo que não estudamos juntos, vou ficar pra dormir, se você quiser. --- Vou adorar, tenho muito pra recuperar. Quando voltei pra casa fui direto na casa da Emi, ela demorou pra abrir, tava acabada, as olheiras denunciavam o dia que tinha passado. --- Oi Emi, só queria saber como você tá. --- Entra. Ela tava séria, ou melhor, triste, eu não ousava tocar no assunto do marido dela, então sentei no sofá do lado dela, fiquei olhando pro chão, quando ela apoiou a cabeça no meu ombro passei o braço pelas costas dela, uns soluços desolados molharam meu ombro, deixei ela desabafar, o soluço veio quando ela chorava mais, deitei ela no encosto e beijei os olhos dela encharcados de lágrimas, pra ela foi como um bálsamo, aos poucos foi se acalmando, a respiração dela serenou e ela dormiu nos meus braços, fiquei um tempão contemplando como ela respirava calmamente, era um espetáculo ver o peito dela subindo e descendo suavemente. Como ela tava vestindo um roupão cruzado e comprido até o chão, passei o braço por baixo das pernas e do corpo dela e, não sem esforço, levei ela pro quarto dela. quarto, a cama ainda estava bagunçada, mas eu a deitei com cuidado. Quando fui cobri-la, desamarrei o cinto dela pra que ficasse confortável, descalça e com o cabelo solto bagunçado no travesseiro, ela estava linda demais. Não resisti à tentação de abrir um pouco o roupão, só queria mesmo admirar a brancura das coxas dela, mas ao abrir a peça, deixou exposta metade do corpo escultural de cima a baixo. Não esperava que ela não estivesse usando nada por baixo do roupão, mas me deu a sensação de que nunca a tinha visto antes. Dos pés pra cima, era uma escultura: os joelhos, as coxas, o monte de Vênus, a depressão da barriga e do ventre que terminava onde nasciam os peitos dela, túrgidos, altivos, coroados por dois mamilos macios e ásperos ao mesmo tempo. Quando desciam, o pescoço limpo se escondia sob o cabelo brilhante até que as orelhas davam início ao rosto bonito dela, suave nas bochechas e com os lábios promissores. Os olhos, mesmo fechados, eram adornados por cílios longos, coroados por sobrancelhas bem cuidadas. Quis admirar a outra metade coberta e a descobri: era uma beleza completa. Tirei as mangas do roupão e, quando ela ficou completamente nua, cobri com o lençol. A silhueta dela se marcava por baixo como uma segunda pele. Sentei ao lado dela e fiquei admirando por um tempo. Por fim, me aproximei da janela pra fechá-la um pouco. Na calçada do outro lado, vi minha tia na janela da sala. Ela acenou pra mim, e eu só respondi indicando que ia ficar pra acompanhar a Emi. Minha tia achou de boa. Quando voltei pro quarto da Emi, ela ainda estava na mesma posição em que a deixei, quase não se ouvia ela respirar. Sentei sob a luz fraca de um abajur e peguei meus livros, embora não estivesse com vontade de estudar. Fiquei revisando os últimos tópicos, de vez em quando me levantava e me aproximava da Emi, que continuava dormindo tranquilamente. Já era bem tarde quando senti uns barulhos no meu estômago, não tinha comido nada. Saí pra cozinha e na geladeira encontrei o necessário pra Fazer uns sanduíches, com um suco de laranja comi e voltei pra perto da Emi. Não sei quanto tempo passou, mas acordei quando senti meu livro caindo das mãos, tinha dormido estudando, estava todo gelado, então deitei do lado da Emi, tava mais confortável, mas aos poucos fui me despindo e me enfiei debaixo do lençol. Senti o alívio do calor que a Emi soltava do meu lado, ela não tinha se mexido desde que eu a deitei, deitado ao lado dela fiquei pensando na vida tão fodida que a garota tinha, depois de um tempo ela começou a se mexer, se agitava e virava na cama, quando começou a falar palavras sem sentido percebi que ela tava sonhando, pelo visto tinha um pesadelo, em alguns momentos gritava, eu não sabia o que fazer, mas virei pra ela e peguei na mão dela, ela se soltou bruscamente e quase me arranhou, depois passou a mão no meu cabelo, parece que percebeu que não era o marido dela e se acalmou um pouco, sem acordar colocou a mão no meu rosto, instintivamente me reconheceu e virando pra mim me abraçou, me envolveu com os braços, se aninhou no meu peito e voltou a dormir profundamente. Eu sentia o corpo dela colado no meu, perfeitamente sentia os peitos dela contra o meu peito, os lábios dela respirando perto do meu pescoço, a perna dela subida na minha coxa enroscada nas minhas, eu tava no céu, meu pau mostrou ter mais juízo que eu e não reagiu, ficou caído na minha coxa, colado no da Emi e não se mexeu. Já entrava a luz do dia pela janela quando ouvi meu celular receber uma mensagem, levantei e olhei, era da minha tia, perguntando como a garota tinha passado a noite, respondi que dormindo tranquila, ela respondeu de novo que queria vir vê-la um pouco, respondi que quando quisesse. Na hora uma batidinha leve na porta me avisou que minha tia tava ali, enrolei uma toalha no corpo e saí pra abrir pra ela. Minha tia se surpreendeu ao me ver pelado, só de toalha, mandei ela entrar porque a manhã tava fresca e guiei ela até o quarto, tirei a toalha e me meti de novo na cama junto com a Emi. Minha tia sentou na cama do meu lado, inclinada sobre mim, e eu fui contando baixinho o que tinha rolado essa noite. Ela se admirou de eu não ter tentado nada com a mina, mas diante do meu olhar ofendido, pediu desculpas. A gente tava falando sobre esses assuntos quando a Emi abriu os olhos, demorou um pouco pra sacar onde tava e quem tava com ela, quando entendeu, mandou um sorriso de agradecimento pra gente. Ela pegou na minha mão, disse que tinha dormido muito bem e descansado pra caralho, me deu um beijo na bochecha e se sentou, apoiada no travesseiro. Minha tia contou o que eu tinha falado pra ela, e a Emi me olhava com doçura, quis me abraçar e, quando fez isso, o lençol que tava por baixo dos braços dela caiu nas pernas, os dois peitos dela ficaram de fora, altivos, sem dar importância ela se inclinou sobre mim e me deu um beijo suave nos lábios. Minha tia sorria contente, e quando a Emi me deu outro beijo, dessa vez mais sensual, meu pau reagiu na hora e começou a levantar o lençol. Minha tia, sentada do meu lado na cama, passou a mão e pegou meu pau por baixo, ele tava lá, durinho, coberto pelo pano do lençol... — Emi, o garoto parece que não dormiu muito essa noite, olha como ele tá acordando. A Emi colocou a mão no meu pau logo depois da mão da minha tia, as duas segurando minha rola juntas. — Nunca vou agradecer o suficiente por essa noite, ele se comportou como um verdadeiro cavalheiro, tô muito feliz, vocês são meus melhores amigos, bom... e meus únicos amigos. — A gente te ama do mesmo jeito. — Adoro a companhia de vocês, vocês têm alguma coisa urgente pra fazer essa manhã? Ana, por que você não fica mais à vontade e me acompanha? Dito isso, ela se deslizou até a beirada da cama e, puxando de mim, deixou o outro lado livre pra minha tia Ana. A Ana achou a ideia genial e começou a tirar a jaqueta que tava vestindo, fez isso devagar, como se estivesse Fazendo um striptease, com só dois espectadores, ela se deixou cair num sofá, depois tirou a camisa, os botões foram se abrindo devagar, um por um, quando o canal do peito foi aparecendo meu coração começou a bater forte, Emi percebeu e apertou minha mão. Quando jogou a camisa no sofá, virou os ombros para trás, os peitos dela lutavam para sair do lindo sutiã que os apertava. Ao abaixar a saia depois de soltar o zíper atrás, ela deslizou pelos quadris e uma calcinha preta tipo biquíni, com um corte bem alto, fazia as pernas parecerem muito mais longas. Quando vi as meias que ela usava, engoli seco, elas seguravam firme nas coxas, envolviam e torneavam as pernas seguindo a linha por trás. Ao sair da saia, ela subiu uma perna na cama ao meu lado e, enrolando a meia pela coxa, foi descendo devagar me olhando nos olhos. Quando estava enrolada no tornozelo, ela aproximou para eu tirar o sapato de salto alto e depois a meia. Quando tive o pé descalço entre minhas mãos, levei até minha boca, segurando pelo calcanhar, fui chupando cada dedo devagar, minha língua percorria cada falange e dava mordidinhas suaves. Quando cheguei no mindinho, passei a língua pela planta do pé, notei que no começo ela deu uma encolhida, mas aguentou as cócegas porque o prazer era maior. Pelo canto do olho vi Emi com as mãos nos próprios mamilos, pegava eles suavemente com dois dedos e esticava para depois soltar de uma vez. Com a outra perna, Ana seguiu o mesmo ritual, mas ao contrário. Ela subiu em pé na cama perto de mim e insinuou que eu fosse descendo a meia dela. Eu, meio sem jeito, comecei colocando meus dedos entre a meia e a coxa, mas minha tia pegou minhas mãos e as colocou rodeando toda a coxa, apertando forte a meia foi enrolando e descendo. Quando cheguei no tornozelo, dei um beijo na dobra do joelho dela e com a língua fui lambendo até onde antes a meia estava presa. Depois ela sentou ao meu lado, de De costas, ela esperou eu soltar o sutiã dela. Quando soltei, ela apertou os braços pra não cair e, virando-se, ficou de quatro em cima de mim pra eu tirar. Eu, depois de tantas posições difíceis, como estava sentado igual a Emi, a roupa tinha descido até a metade da perna, meu pau quase apontando pro teto, pulsando, enquanto minha tia estava por cima, o rosto dela bem perto do meu, sentia a respiração dela também ofegante. Soltei uma alça primeiro, ela segurava a taça pra não cair, depois a outra alça, a peça preta de renda ficou mole entre as mãos dela. Eu separei as mãos dela e deixei cair os peitos dela, brilhantes, inchados e com os bicos durinhos, nessa posição pareciam maiores do que eram. Sem me falar nada, ela virou de novo de quatro e ficou com a bunda virada pra mim, a redondeza das nádegas mal deixava ver a calcinha escondida entre elas. Com as mãos na cintura, puxei a peça minúscula pra baixo, depois de passar pela curva do quadril, foi afrouxando até ficar presa nas coxas dela. Puxei e descobri, logo depois da racha da bunda, os lábios fechados da buceta já molhados, entre eles dava pra ver o rosinha da vagina e, uns centímetros acima, o buraco marrom, enrugado e áspero do cu. Ela foi se arrastando pra trás, quando chegou na frente do meu rosto, só segui meu instinto e, esticando a língua, passei de cima a baixo entre os lábios da buceta. Emi, com a mão, tava me acariciando entre as minhas coxas, tinha puxado o lençol de vez, tava do meu lado vendo como minha tia me deixava louco de tesão, até ela tava excitadíssima. Quando virou de novo, minha tia me deu um beijo na boca, foi eterno, suave mas intenso, ela mordia meu lábio inferior enquanto colocava um joelho entre minhas coxas. Emi pegou meu pau com uma mão e o peito da Ana com a outra e juntou os dois, se acariciando. Minha tia soltou minha boca e... Aproximando-se da Emi, deu outro beijo igual nela. Ela estava esperando com os lábios abertos e a língua de fora. O beijo que trocaram a dez centímetros do meu rosto me deixou ainda mais tarado, se é que isso era possível. Com minhas mãos, peguei um peito da minha tia e outro da Emi, fiquei apertando os dois, puxando os bicos. Não sabia qual eu gostava mais, as duas mulheres tão diferentes e tão parecidas. Um peito era duro, firme, com um mamilo grande, enquanto o outro era um pouco maior, com um bico que arranhava a palma da mão de tão saltado.

Se beijando daquele jeito, elas baixaram a cabeça até onde minha pica apontava de baixo. Parecia que já tinham combinado desde o início. Uma se apossou do tronco, lambendo ele inteiro, enquanto a outra rodeava a borda da glande com a língua e parava no freio, até enfiar tudo na boca. Os lábios apertavam igual quando entrava na buceta, e o céu da boca parecia o interior da vagina. A que tava cuidando do tronco logo desceu até as bolas. Eu, com as pernas abertas e olhando pro teto, tava no paraíso, com as mãos cheias de peito.

Quando achei que não dava pra gozar mais, minha tia se levantou. Era ela que tava com a pica dentro da boca. Ficou de pé na minha frente, com as pernas de cada lado do meu corpo, e abrindo os lábios da buceta, deixou o clitóris duro à mostra. Tava rosado e coberto pela pele. Ela aproximou ele da minha boca. Não recusei. Peguei ele com os lábios, segurei com os dentes e lambi com a língua até ele sair todo descoberto e duro. Parecia um pinto pequenininho no tato. Com a língua, acariciava ele por baixo. Ele pulsava e subia igual minha pica.

A Emi, agora dona total do meu pau, tinha literalmente engolido ele. Os lábios dela roçavam meu púbis. Eu segurava minha tia pelas coxas, e ela, agarrada na cabeceira da cama, se apertava contra mim. Com uma mão passada por trás da bunda dela, eu me aventurava entre as nádegas. Um dedo se dirigia pro buraco marrom, e a outra... Mano separou os lábios dela pra entrar na buceta, ela arqueou as pernas como se tivesse montando um cavalo pra facilitar a passagem enquanto se mexia, se apertando contra minha cara, os suspiros dela ficavam cada vez mais intensos. Emi tinha se levantado e, de costas pra mim, sentou nas minhas pernas, com uma mão segurou a pica até guiar pra dentro da buceta dela, se deixou cair devagar até fazer desaparecer, quando sentiu que tava cheia de carne, subiu de novo lentamente, a buceta logo se adaptou ao diâmetro do meu pau, o fluxo vaginal fez o papel dele e umas manchas espumosas brancas lambuzaram minha pica toda, do lado dela vi um pote de creme igual ao que ela tinha me dado. Cada vez ela acelerava mais a cavalgada em cima de mim, minha tia também se virou, agora agachada de costas pra mim, oferecendo a bunda pra eu lamber, com as mãos acariciava os peitos da Emi enquanto ela me montava, segurava eles pra não balançarem tanto, enquanto eu com a língua ia do clitóris até o cu dela, já molhado e relaxado, enfiei um dedo, depois dois, e até três, com a língua acompanhava e recolhia os fluidos que saíam da buceta pra passar pro cu, ela apertava a bunda na minha cara num ritmo, dava pra dizer que tava fodendo minha língua com o cu. Eu sentia que cada vez a Emi enfiava meu pau com mais tesão e minha tia apertava mais a bunda na minha cara, as duas começaram a suspirar ao mesmo tempo, os gemidos foram se misturando com palavras quase incompreensíveis, até que gozaram juntas, os orgasmos deram uns espasmos que sacudiram meu corpo, Emi jogou a cabeça pra trás debaixo da da Ana, no êxtase as bocas delas se encontraram e ficaram grudadas até os tremores passarem. Elas desabaram do meu lado, cada uma numa posição diferente, largadas, minha tia de pernas abertas com a bunda em cima do corpo da Emi que tava de braços abertos, quando me levantei em cima da minha tia ela ainda tava de olhos fechados, com as mãos apoiadas em os lados do peito dela, eu me deixei cair na vertical entre as pernas dela, minha pica nem roçou nos lábios dela, estavam tão abertos que dava pra ver quase o útero, entrou devagar mas sem parar até o fundo, Ana quis abrir os olhos mas fechou de novo mordendo o lábio inferior, minha pica quase saía toda cada vez que eu tirava, mas eu afundava de novo até o fundo, a cada metida Ana suspirava satisfeita. Emi, mesmo estando debaixo de Ana, segurava ela passando as mãos por baixo dos braços dela e pegando nos dois peitos, levantava e apertava até chegar nos bicos, que esticava até ficarem vermelhos. Ana subiu as pernas sobre o corpo dela, segurava com as mãos me dando uma vista especial, no mesmo plano a bunda e a buceta dela, ao ver brilhar tanto quanto a vagina dela, eu me inclinei o suficiente pra encarar o buraco já dilatado, simplesmente me deixei cair pra minha cabeça pressionar o bastante, ela por sua vez levantou a bunda com força e enfiou o resto, minha pica inteira desapareceu enterrada entre as nádegas redondas dela, minhas bolas grudaram nos lábios molhados dela. Emi, ao notar como ela levantava a bunda pra receber melhor minha pica, uma das mãos largou um peito e foi pro clitóris dela, com dois dedos separou os lábios e com outro ficou estimulando o botão até minha tia começar a gritar, dedicava os gemidos tanto pra mim quanto pra Emi, nos incentivava a continuar fazendo ela gozar, até que conseguimos. Ana pulava em cima do corpo macio da Emi, que segurava ela pra não cair descontrolada do jeito que tava, cada vez mexia mais rápido o clitóris e eu cravava mais fundo a pica na bunda sem fundo dela. Quando saí de dentro da Ana, minha pica tava vermelha e brilhante, as bolas pegajosas de fluido da buceta, tava cansado de me segurar só com os braços, mas Ana não me deu trégua, me puxou pra levar minha pica até a boca dela, quando alcançou, engoliu, sugou tanto que engasgou e começou a tossir, mas não ligou, continuou. Lambendo e chupando sem controle, mesmo com ela no máximo de grossura e comprimento. Desesperada, apertava minhas bolas, esticava e espremia, até enfiava um dedo no meu cu, cutucando pra me fazer gozar na base do desespero. Por fim, ela desistiu, tossindo e com os olhos lacrimejando, tirou a pica da boca, os lábios vermelhos, os olhos irritados, e se deitou de lado. Emi saiu toda suada e se deitou ao meu lado. Minha tia me olhou na cara e disse:
— Nunca vi nada igual, fiz tudo que sabia pra te fazer gozar, não sei como você aguenta.

Emi se inclinou sobre mim e me deu um beijo na pica, depois piscou um olho e sorriu. Sem dizer nada, ficou de quatro, a buceta ainda dilatada, mais que rosada, arqueou a cintura e abaixou a cabeça. Fiquei atrás dela e enfiei até as bolas, segurando na cintura dela. A gente se encontrava no meio do caminho, quando eu puxava ela pra mim, ela já vinha ao meu encontro. No choque, fazia um barulho de chapinhar. Minha tia, do nosso lado, olhava hipnotizada como a pica afundava fácil em Emi. A garota apertava com os músculos da buceta e parecia que tava me fazendo um boquete ao mesmo tempo. Minha resistência tava chegando ao fim, soltei uns grunhidos, suspiros e gemidos. Ana não desistiu, se abaixou entre as pernas de Emi, que abriu os joelhos pra deixar ela entrar. Com a língua, Ana lambia o clitóris dela enquanto recebia as batidas das minhas bolas na testa. Quando enfiei fundo em Emi, o primeiro jato de porra inundou o útero dela, os outros tiveram que procurar espaço, mas como não acharam, saíram da buceta. A boca de Ana tava esperando e não deixou cair nada nos lençóis. Até quando tirei a pica meio mole, ela enfiou na boca, limpou e continuou esperando até que, aos poucos, um fio espumoso de sêmen foi saindo da buceta de Emi e caindo dentro da boca de Ana. Agora sim, eu tava exausto, tinha aguentado o impossível com duas maravilhas. Como vai? Em várias ocasiões eu tinha estado a ponto de gozar, mas combinando as posições e com a ajuda inestimável do creme da Emi, eu tinha conseguido, ou pelo menos foi o que a Ana me garantiu. Quando olhei o relógio, já era meio da manhã, me lembrei da Asun. Quando saí do quarto em direção ao chuveiro, me virei. Gostei de ver as duas garotas abraçadas se beijando sobre os lençóis bagunçados. Falei pra elas: — Hoje não vou voltar a dormir.

Ao meio-dia cheguei na universidade. Me desculpei ao entrar na aula, era a segunda que eu perdia. A Asun mudou de expressão quando me viu. Na saída, convidei ela pra comer, eu estava morto de fome. Fomos a um restaurante italiano, devorei a comida como se não houvesse amanhã. Asun ficou estranhando, eu disse que não tinha tomado café da manhã, era verdade. Quando chegamos na casa dela, a pergunta inocente dela me fez reagir: — Estudamos antes ou depois...? Não hesitei na resposta. — Depois, claro. Asun me deu um sorrisão e correu na minha direção. Num pulo, ela enlaçou minhas pernas na cintura e me abraçou me beijando. Mal consegui segurá-la porque caí na cama. Ela por cima de mim me impedia de me mexer. Montada em mim, ela me segurava enquanto tirava a roupa aos puxões. Num instante, ela tinha os peitos dela na minha cara. Enquanto eu beijava eles, ela levantou a bunda o suficiente pra tirar a calça. Não tava de calcinha, tinha tirado no restaurante pra caso não chegássemos em casa e fodêssemos no carro. Ela puxou minha camisa até tirar sem desabotoar. A calça deu mais trabalho, mas quando minha pica apareceu, já tava dura o bastante pra ela sorrir gostosa e enfiar na boca depois de duas lambidas. Asun tinha o dom de me deixar com tesão na hora. Era uma garota tão delicada e carinhosa que fazia de tudo pra me deixar feliz. Eu, naturalmente, fazia o mesmo. Quando ela deixou minha pica dura, só dei um toque na perna dela pra ela virar. Ela continuou chupando minha pica, mas eu retribuía com minha cabeça entre as pernas dela. Cheirava a perfume de adolescente, e isso mexia com meus sentidos, mesmo que eu tivesse acabado de foder duas mulheres na melhor idade pra foder, Asun era outra parada, sua ternura, delicadeza e fragilidade eram seu maior charme, a mãe dela era outra história, mas essa garota tinha tomado conta da minha mente, minha boca lambia a buceta delicada e a cada lambida era um tremor na carne dela, não demorou pra eu molhar a boca com o fluxo dela, era uma fonte quando ficava excitada e hoje tava demais, tava com muita vontade de foder e eu também, mesmo tendo tido uma boa sessão de manhã, agora queria aproveitar aquela mulherzinha, a pica não podia estar mais dura quando ela me pediu por favor pra meter, falou com tanta suavidade que me emocionou, entrei nela como se fosse quebrá-la, devagar, ela parecia que fugia, mas quando finalmente se adaptou a mim, era ela quem vinha me buscar com a buceta, os lábios finos dela deixavam ver um clitóris duro que roçava no tronco da minha pica e fazia ela se esfregar em mim. Eu ia devagar, centímetro por centímetro sentia o corpo todo dela tremer, quando passava pelas minhas veias, o primeiro orgasmo veio logo, explodiu de repente, foi uma surpresa pra nós dois, tão concentrada em sentir minha pica dentro dela que não viu chegando, explodiu como um balão d'água dentro da vagina, um relâmpago e um calafrio percorreu as costas dela até a nuca, eu continuei metendo e tirando freneticamente, ela não parecia se acalmar do êxtase, talvez tenham sido vários orgasmos seguidos, mas sem parar de gemer, se sacudia de novo em outro espasmo, eu, como tava bem esgotado da manhã, continuei fodendo ela sem descanso, ela gritava cada vez mais, cravava as unhas nas minhas costas e pedia pra eu gozar dentro dela, e naquele momento, que tava no auge, não consegui resistir a esse pedido, ainda tremia com os espasmos dela quando minha pica vomitou vários jatos de porra, ela, ao sentir o calor dentro do corpo, se apertou contra mim, se enroscou nas minhas pernas e com a vagina me escorreu a rola até apertar ela, não me deixando sair até que parecia um pimentão frito. O suor dos nossos corpos molhava os lençóis, ela sugeriu um momento de descanso, estava exausta e eu mais ainda. Ficamos quase uma hora pelados abraçados, rindo e falando de coisas banais, éramos como duas crianças, quando levantamos já tinha anoitecido, ficamos abrindo os livros, comentando os assuntos que não sabíamos e um foi tirando as dúvidas do outro. Quando saímos pra jantar, cruzamos com a mina que tava no outro quarto ao lado, ela sorriu pra gente e disse… --- Parabéns, Asun, essa tarde ouvi que vocês estudaram pra caralho, hein? A mina que antes era tímida pra cacete, devolveu o sorriso e respondeu… --- Pois é, a gente transou a tarde inteira, Ah! Desculpa se fizermos muito barulho, hoje à noite vamos ser mais silenciosos. A mina achou graça da resposta, a Asun tinha mudado pra caramba. Fomos jantar num buteco, tinha um monte de tira-gosto diferente no balcão, quando o garçom veio pedimos umas cervejas e vários pratos pra ir petiscando, o bar tava cheio de gente, todo mundo falando animado e a maior zoeira, quando já quase tínhamos terminado a Asun passou a mão por baixo da mesa e pegou na minha rola, perguntou… --- Vamos continuar estudando? Nem respondi, sorri pra ela e dei um beijo carinhoso, paguei e saímos pro frescor da noite, quando chegamos na casa dela fomos direto pro quarto, enquanto a Asun arrumava um pouco o cômodo peguei uma toalha e fui pro banheiro, tava ocupado mas uma voz feminina disse que já tava terminando. E de fato dois minutos depois a porta abriu e saiu a colega de quarto da Asun, enrolada numa toalha de banho, sorriu ao me ver e disse… --- Desculpa, tá tudo embaçado, acabei de tomar banho e por favor, façam todo o barulho que quiserem, eu adoro. Enquanto falava isso, baixou a toalha de um jeito provocante o suficiente pra me mostrar um peito, foi um segundo mas ela tinha Lindas, eu falei pra ela que ia morder e ela saiu rindo. Era verdade, no banheiro não dava pra ver nada, era um nevoeiro total, tive que esperar uns minutos pra entrar no chuveiro, fui rápido, quando saí, no quarto, Asun estava me esperando com uma toalha enrolada no corpo, dei um tapa na bunda dela e ela saiu correndo pro chuveiro. Quando fiquei sozinho, comecei a ouvir a colega gemendo, ela tava fodendo pra caralho, bati três vezes na parede com os nós dos dedos, na hora o barulho parou, depois ouvi a risada da mina e voltaram a foder como antes. Quando Asun voltou, eu tava deitado na cama com a luz apagada, ela entrou na brincadeira e, deixando a toalha no chão, se enfiou na cama sem dizer nada, só que ela não sabia que eu tava deitado com a cabeça pros pés, quando foi me abraçar não me achou, mas eu achei ela, enfiei a cabeça entre as pernas dela e coloquei a boca na buceta dela, molhada do chuveiro. Ela deu um pulo de susto, mas se recuperou na hora e procurou meu pau bem onde ele tava, se esgueirou entre os lençóis até enfiar ele na boca, ainda tava mole, então ela enfiou tudo, até roçar na minha virilha, começou a acariciar minhas bolas e foi sentindo meu pau crescendo dentro da boca dela, era uma sensação de estar folgado com a boca fechada até ter que abrir ela à força conforme enchia de carne dura, no final teve que abrir a boca, junto com um mar de saliva saiu metade do pau, a outra metade ficou no poder dela. Com a noite toda pela frente, ficamos um tempão nessa posição, conversávamos de vez em quando, com carícias e apalpadelas mantínhamos a libido lá em cima, meu pau tava duro e os lábios de Asun inchados, mas não forçávamos a máquina, de vez em quando a mina, entre uma brincadeira e outra, lambia minha cabeça e deixava ela a mil, quando começava a pulsar perigosamente, diminuía o ritmo, eu, ao mesmo tempo, com as pernas dela abertas na minha frente, separava os lábios dela com minha língua e procurava o Clitóris que não deixava se esconder, vivia alerta o tempo todo. Quando a Asun começava a gemer, eu passava pra virilha ou pra coxa, onde ela também agradecia, mas não chegava na zona vermelha. Ficamos trocando de posição de boa, quando a Asun cansava de ficar de boca cheia, descansava a mandíbula subindo em cima de mim, se esfregava na minha pica sem enfiar, as veias inchadas da pica roçavam o clitóris da mina. De vez em quando ela enfiava pra lubrificar, depois continuava o jogo. Eu também ficava por trás dela, passando o pau entre as coxas dela, saindo na frente e roçando o botãozinho entre os lábios dela. Ela amava essa posição, era relaxante e mantinha o tesão. Mas eu preferia ficar deitado de tesoura, ela de barriga pra cima e eu de lado entre as pernas dela com a pica dentro, mexendo devagar. A gente descansava enquanto eu acariciava os peitos dela. Quando dormimos, estávamos assim, eu não me mexia e ela também não. Quando a Asun acordou, ainda tinha minha pica quase dentro, só precisou mexer um pouco pra, com uma ereçãozinha, enfiar de novo. Eu acordei e me coloquei entre as pernas dela, passei a cabeça do pau pelos lábios dela até ela implorar pra eu meter. Foi um pedido desnecessário, já tava na entrada quando ela falou. Meti sem pressa, mas sem parar. Ela me abraçou e sussurrou no meu ouvido...
— Goza dentro, tô com vontade de você.
Eu também tava, minhas bolas estavam cheias até transbordar, pedindo pra serem esvaziadas. Quando a Asun sentiu eu regando ela por dentro, se apertou contra mim. Cada jato que ela recebia dava um tremor nela. Eu pressionava pra ela me sentir mais, enquanto ela abria as pernas pra eu entrar até o fundo. Nossos púbis estavam literalmente colados, olhando não dava pra adivinhar qual era o dela ou o meu, não dava pra ver nem minha pica nem os lábios dela. Eu sentia ela me apertando por dentro com a buceta. Fiquei um tempão dentro, teria adorado gozar de novo naquele instante pra Reviver o prazer da Asun, quando a rola saiu, escorregou entre porra e fluidos. Quando amanheceu, a cama parecia um campo de batalha, nossos corpos cheiravam a sexo e suor. Quando fui tomar banho, cruzei com a colega de apartamento, ela estava de roupão e com a cara baixa. Perguntei o que tinha acontecido, ela abriu o roupão e disse:
— Tô com azar, ele gozou rápido e me deixou na mão, depois foi embora.
— Sinto muito, é uma pena, você tem um corpo divino e é encantadora, com certeza vai achar alguém que te preencha.
— Tomara, mas parece que isso não é suficiente.
— Talvez seja demais — falei rindo, enquanto olhava o roupão que ela tinha aberto pra me mostrar o corpão que tinha.
— Tenho inveja de vocês, passaram quase a noite toda transando, fiquei colada na parede ouvindo.
— É uma pena não ter te conhecido antes.
— Pois é, que pena.
Quando ela foi saindo pelo corredor, virou pra mim e, abrindo o roupão como se fossem asas, me mostrou o corpo inteiro. Depois de tomar banho, fomos juntos pra universidade, entramos no café e tomamos café da manhã. De longe, vi a mãe da Asun, estava com outra professora. Acenei pra ela de longe, ela fez um sinal, e depois entramos na aula. Quando cheguei em casa à noite, minha tia estava na varanda estendendo umas roupas íntimas. Passei por ela e ela sussurrou:
— Psiu, como foi o teu dia? E a noite?
— Foi bem boa, estudei bastante… anatomia feminina, claro.
Falei bem baixinho, arrastando as sílabas e apontando pro conjunto de lingerie que ela estava estendendo e que reconheci na hora — no dia anterior, eu mesmo tinha tirado dela. Ao mesmo tempo, abracei ela por trás e, ao pegar nos peitos dela, me apertei contra a bunda dela. Ela empinou pra ter mais contato, e depois entrei em casa. Na sala, estava meu tio, tinha acabado de chegar também e estava ligando a TV. Ele sentou no sofá pra ver o jogo de futebol que já tinha começado. Sem pensar, levei uma cerveja gelada pra ele. Quando me viu, ele agradeceu pelo gesto e me convidou pra sentar com ele. de lado e comentar as jogadas, me desculpei e subi pro meu quarto. Ao passar pelo quarto das minhas primas, bati com os nós dos dedos e falei de fora… — O primo Juan já chegou em casa… Elas colocaram a cabeça pra fora da porta, me pegaram pelas mãos, puxaram pra dentro, me sentaram na cama e me rodearam… — Conta pra gente, Juan, o que aconteceu com a Emi? Minha mãe contou um pouco, mas a gente quer todos os detalhes. — Ah, nada demais, ela tava mal, muito mal depois da visita do marido dela. Felizmente ele foi embora rápido, mas ela tava muito abalada. — E o que aconteceu? Minha mãe disse que você passou a noite toda com ela. — É verdade, fui perguntar como ela tava e ela me convidou pra entrar. Chorou um bom tempo até pegar no sono, eu a deitei e fiquei do lado dela a noite toda. — Só isso? A noite inteira com uma mulher gostosa pra caralho e não tem mais nada pra contar? — É que não aconteceu mais nada, só fiquei de vigia, ela dormiu a noite toda, aí teve um pesadelo e eu deitei junto com ela, dormimos abraçados até de manhã, não rolou nada a noite inteira. — Foi isso que a mamãe contou, você é um cavalheiro, foi o que ela disse de você. As duas me deram um beijo na boca quando levantei e fui pro meu quarto. Quando desci pra jantar, meu tio ainda tava na frente da TV, o time dele tinha perdido por culpa do juiz, ele tava puto e me contou todas as jogadas. Eu concordava com a cabeça, mas pra ser sincero, não ligo muito ou nada pra futebol, então por educação escutei. Quando ele me deixou ir, ajudei minhas primas a pôr a mesa. Notei que elas me olhavam com uma mistura de admiração e cumplicidade. Quando a mãe delas entrou na cozinha, as duas se aproximaram e falaram… — A gente adoraria passar uma noite inteira com você sem fazer nada, ou pelo menos tentar. Quando terminaram a frase, a Maria apertou minha buceta por cima da calça, e quando me encolhi, a Maite apertou minha bunda por trás. Saí como pude da emboscada das minhas primas e fui pra cozinha pegar as bebidas na geladeira. Minha tia me notou alterado e me… disse sorrindo… — Parece que suas primas te atacam ao mesmo tempo. — Ufa, quase não conto — falei rindo. Ela se inclinou na minha direção e, abrindo o avental que usava, me mostrou um peito até onde o sutiã deixava. Saí correndo como se estivesse fugindo, e atrás de mim ouvi a gargalhada da Ana. Passaram-se três dias sem nada de extraordinário, a gente mal se via. Meus tios saíam cedo e eu tinha horários alternados, então não cruzava com minhas primas. Uma manhã eu estava estudando, a aula era no último horário, quando a porta se abriu e a cabeça da Maite apareceu. Sem dizer nada, ela entrou e tapou meus olhos por trás. Com um gesto de resignação, falei… — Quem será? Pelo cheiro de princesa, parece a Maite. Ela riu atrás de mim… — Sim, sou uma rainha, não uma princesa. Me virei e ela estava na minha frente com um conjunto de lingerie lilás que tinha comprado. — Gostou? Você é o primeiro a ver, nem a Maria viu. — Você está linda, e o conjunto caiu superbem, dá vontade de te comer inteira. Ao dizer isso, peguei ela e sentei no meu colo. Com a mão esquerda, soltei o fecho do sutiã e, com a direita, tirei. Os peitos jovens dela pularam como molas. Me joguei pra morder, e ela, estufando o peito, esperou minha boca se encher de carne macia. Depois, acariciou minha cabeça, me puxando contra ela. — Você me deixou de lado, não sabe a vontade que tô de ficar com você. Comprei isso pra você. — Obrigado. E o que você faz em casa a essa hora? — Falei pra minha mãe que iria mais tarde, pra ficar com você a sós. Parece que você não tá feliz! Bem, você não, mas seu amigo sim, tá me dando porrada na bunda. Olhei entre minhas pernas e, de fato, debaixo do short que eu usava, a cabeça do meu pau aparecia pela abertura e batia nas coxas da Maite. Ela sentou bem em cima de mim, de frente. Agora as batidas eram entre as pernas dela, bem na buceta. Abaixando a mão, ela puxou o membro pra fora da braguilha e desviou um pouco a calcinha que acabara de estrear, e… Foi se acomodando até ir enfiando a pica, depois sentou confortavelmente até encostar no meu colo e cravar toda a minha pica, suspirou e me disse… — Agora estreiei de verdade o conjunto, só falta você regar pra lavar pela primeira vez. Começou a pular em cima de mim, só enfiava uns centímetros pra roçar o ponto G, os peitos dela chegavam no meu rosto pra descer depois, de vez em quando parava em pé pra eu chupar eles ou sentava e me beijava procurando minha língua, quando me abraçou já sabia o que ia rolar, as unhas dela cravaram nas minhas costas, se apertou contra mim e se deixou cair cravando toda a pica, um tremor sacudiu ela várias vezes, mordia meus lóbulos das orelhas, sem abrir os dentes sussurrou… — Goza, preciso da sua pica cuspindo porra. Abracei ela, senti os peitos dela colados no meu peito e gozei, foi uma gozada lenta mas profunda, várias estocadas encheram ela de sêmen, quando se levantou me mostrou a calcinha, tava encharcada de porra e sucos, pegou o sutiã do chão, me beijou e disse ao sair… — Vou ter que lavar antes de mostrar pras outras. Daí a pouco ouvi a porta fechar quando saiu. Quando cheguei de noite, minha tia tava contente, pra provar cozinhou um jantar mais caprichado que o normal, deu uma desculpa besta pro meu tio quando ele comentou, mas quando fomos pros nossos quartos minha tia e minhas primas vieram atrás de mim, meu tio já tinha ido dormir. — Preciso contar uma coisa, minhas filhas também vão gostar. Maite foi a mais rápida a entrar, sentou na cadeira onde um tempinho antes tinha montado em mim, Maria na cama do meu lado e Ana numa cadeira mais confortável, a gente tava na expectativa esperando. — É uma bomba, a notícia é… A gente tava de boca aberta esperando, Ana fazia suspense no assunto. — Vou falar logo, Emi recebeu um fax do marido pedindo divórcio, o que acham? Pulamos de alegria os três, era uma boa notícia, Emi merecia o melhor. poderia mudar a vida dela. --- Sssit, que o pai de vocês vai ouvir, a Emi me disse que vai nos convidar pra jantar uma noite pra comemorar. Eu falei pra ela que quando assinar, mas não sei se vai conseguir esperar. A gente se abraçou todo mundo, era perfeito, íamos fazer uma festa e comemorar o divórcio da nossa amiga. As três garotas saíram em silêncio, eu me deitei e apaguei a luz, mas depois de um tempo a porta se abriu devagar, só o suficiente pra passar uma pessoa, não reconheci ela até estar dentro da minha cama e sentir o cheiro dela. --- Maria, o que você tá fazendo aqui? Vão te ver. --- Cala a boca, quero ficar com você, se não quiser a gente não faz nada, mas me abraça. Eu me virei pro lado e deixei espaço, ela tava de pijama comprido, assim que se cobriu tirou a calça, as pernas dela se enroscaram nas minhas e ela se aninhou contra meu peito, passei o braço debaixo da cabeça dela e ficamos olhando pro teto. Querendo agradar ela, a gente ficou conversando sobre tudo e nada, nossas mãos estavam juntas, exceto quando uma ou outra dava um carinho inocente, já era tarde quando a gente dormiu. Quando já tava clareando o dia, acordei, meu braço tava dormente com a cabeça da Maria, tirei ele como pude e fui ao banheiro, quando voltei ela tava de lado dormindo tranquilamente, roncava baixinho de boca aberta, gostei de ver ela descansando em paz, descobri ela, a blusa do pijama tinha subido até a barriga dela, fiquei com vontade de chupar aquela buceta tão macia que dava pra ver, mas me segurei, embora meu pau não entendesse, e sem querer ele apareceu por baixo do short do pijama, acendeu uma luz em mim, talvez não fosse boa ideia, mas tentei, abaixei o short e deixei o pau livre, aproximei ele do rosto da Maria, com o calor da respiração da minha prima minha ereção aumentou, apoiei a cabeça do pau nos lábios dela, ela não fez nenhum movimento, tentei de novo e nada, continuava de lábios fechados, me abaixei e com minha língua rocei os lábios dela, ela abriu por um momento e lambeu os lábios, vi a solução, Me molhei com saliva a glande e aproximei de novo da boca dela. Ao sentir a umidade, ela foi abrindo, aos poucos eu ia empurrando sem forçar, minha glande ia ganhando terreno. Os lábios dela iam se abrindo ao sentir o contato do meu pau. Quando consegui enfiar a glande inteira, parei de insistir, não queria que ela acordasse. Era uma sensação nova pra mim, me arrependi um pouco, parecia meio estupro, mas curti a sensação. Quando me deitei de novo junto dela, me abracei nela, tava literalmente colado por trás, a respiração dela era calma. Quando passei a mão por debaixo do braço dela, ela nem se mexeu. Fui desabotoando cada botão do pijama, quando ficou aberto, procurei os peitos dela, não foi difícil achar. Tavam durinhos, mas um caía sobre o outro. Com uma mão peguei os dois, os bicos juntos, fui acariciando com os dedos até eles ficarem durinhos como grão de bico. Não sei se ela tava consciente, mas quando encostei meu pau na bunda dela, instintivamente ela levantou a perna. Continuava dormindo tranquilamente, mas a bunda dela colou no meu pau. Procurei entre as nádegas até achar a entrada da buceta, tava morna e molhada. Me molhei com saliva a cabecinha e empurrei de leve. A pele sedosa da Maria facilitou a entrada, enfiei até a metade, ela continuava dormindo. Eu me contentei em ficar com ele dentro, não me mexi, tava feliz, talvez por isso dormi. Acordei sentindo frio, principalmente no pau. Apalpei do meu lado, tava sozinho. Quando entreabri os olhos, não vi a Maria, mas quando olhei pra baixo vi a cabeça dela entre minhas pernas. Entre o cabelo dela caído sobre minha barriga, vi a base do meu pau, o resto tava dentro da boca dela. Ela tava saboreando, não ficava enfiando e tirando, só mantinha ele preso entre os lábios, lambendo com a língua e apertando contra o céu da boca. Confesso que deixei ela fazer, fiquei com as pernas abertas em cruz, enquanto minha prima se deliciava com cada cantinho entre minhas pernas. Ela de vez em quando levantava o olhar, mas eu Tinha os olhos fechados. Maria deve ter notado, quando começaram as pulsações na pica as veias incharam ao máximo, dentro da boca dela deve ter sentido as mudanças, mas ela continuou no ritmo dela, a língua atacava meu freio e percorria a coroa da glande, só quando levantei o quadril com a chegada iminente da minha gozada ela se agarrou com as duas mãos pra não deixar escapar, foi engolindo conforme os jatos iam saindo, em algum momento engasgou mas seguiu em frente, quando não tinha mais nada pra dar, passou a língua no tronco inteiro e deitou de novo do meu lado, me abraçou e a gente dormiu de novo. Uma hora depois senti ela se levantar, sem fazer barulho vestiu o pijama e na ponta dos pés saiu do meu quarto. No dia seguinte, quando desci pra cozinha, minha tia me olhou curiosa… --- Parece que não dormiu bem, quer que eu prepare algo? --- Não, obrigado, dormi como um bebê. --- Imagino. Não sei se era o sexto sentido feminino, mas ela sempre percebia quando eu tinha transado, quando passei por trás dela, ela se encostou pra trás pra roçar a pica na bunda, eu não evitei e abracei ela por trás pegando nos peitos, ela apoiou a cabeça no meu ombro e falou no meu ouvido… --- A Emi tá preparando um jantar… ela me perguntou se meu marido pode vir e a gente janta os quatro, pra mim não tem problema, e pra você?, se você achar legal eu aviso o Antonio. --- E suas filhas, o jantar era pra todo mundo, né? --- Bom, o jantar sim, mas o depois seria mais restrito. --- Não queria que minhas primas se sentissem excluídas. --- Não se preocupa, elas sabem se desculpar, a gente compensa depois. --- E o tio, não vai achar ruim? --- Acho que não, já faz dias que tô preparando ele, tô insinuando de colocar mais uma pessoa no grupo e quando sugeri uma mulher ele adorou, quando souber que é a Emi não vai ter dúvida, ele gosta muito dela. --- Adorei estar com você na outra manhã, vocês formavam um casal perfeito, Emi e você, transam como anjos. --- Eu também, não vou esperava, às vezes o improvisado é o que sai melhor. — Pois pra não ter planejado, você estava uma delícia, adorei que me deixou te despir. — Ah é?, nem tinha notado — ela disse toda safada. — Sabe muito bem que sim, você me deixa muito excitado, te comeria a todo momento. — Isso você fala pra todas, uma coroa como eu já ninguém quer. — Ana, não se faça de sonsa, você sabe muito bem como é gostosa e desejável, meu tio te adora e te come quando quer, você me tem apaixonado por você, sempre à sua disposição, além disso a Emi também gosta de você, você é a deusa da família. — Puxa-saco, é que eu gosto de me sentir apetitosa, gosto de me ver bonita mesmo que seja por dentro, e se as pessoas que eu amo também me amam, eu dou tudo por elas. — Pois pra mim você é minha musa, adoraria te provar isso aqui e agora. — Kkkk, Juan, você é incorrigível, tá uns dias a mil, comigo, com a Emi, sua mina, minhas filhas… e quem sabe mais quantas, vai chegar um dia que não vai dar conta de todas. — Com a minha idade ainda tenho lenha pra queimar, quando não der mais sempre me sobra a língua, dizem que enquanto tem língua tem love. — Kkkk, adoro você, com essa juventude avassaladora, você é um amor, eu também adoraria que você me comesse agora, mas não dá, a gente arruma um lugar e uma hora mais tranquila. — Vou pra faculdade, mas tô na dúvida se vou conseguir chegar sem bater uma punheta. — Nisso eu posso te ajudar, chega aqui. Fui pra perto dela, ela me puxou pra pia da cozinha e abriu minha braguilha, com maior habilidade procurou, achou e puxou a rola, com duas sacudidas descobriu a cabeça e cuspiu nela, a mão dela descia e subia pelo tronco devagar, conforme ia engrossando a mão dela ia se abrindo pra se adaptar ao tamanho, quando a cabeça ficou vermelha viva ela foi levando a mão pra frente, enquanto minhas mãos estavam dentro do decote dela, acariciando um dos mamilos, quando a saliva que ela tinha cuspido secou, ela se abaixou e enfiou na boca voltou a lubrificar, dava pra ouvir o barulho de chapinhar quando mexia a mão, quando a cabeça ficou roxa, não aguentei mais, a mão dela só acariciava meu broto, as pulsações avisaram que eu ia gozar, ela me puxou pra perto do banco e um jato passou reto da pia, o segundo já caiu dentro com os outros, o resto escorreu entre os dedos da Ana, quando me soltou, lambeu os dedos. Respirei fundo, tava mais calmo, minha tia ajeitou o avental e falou… — Você me deve uma. Dei um beijo rápido e fui pra faculdade.

2 comentários - Minhas primas da capital 10