Brincando com fogo 25

Meu coração batia tão forte que achei que ia ter um treco. Empurrei a porta e me vi no meio daquele corredor, completamente perdido. Por algum motivo, não quis ir sozinho pro hotel; não me sentia capaz, nem queria encarar o mundo real fora daquelas paredes.
Fui pro quarto da Paula, entrei, e vi que ela não tinha mudado de posição, e notei que já passava das nove da manhã. O hotel estava em silêncio, sem movimento, provavelmente porque a maioria dos hóspedes era da festa de casamento.
Me deitei naquela cama, do lado daquela desconhecida. Pra quê? Nem eu sabia. Sabia que era praticamente impossível dormir sabendo o que tava rolando a poucos metros.
Me levantei um pouco pra tirar o paletó e a gravata e me deitei de novo. Tava calor, mas nada comparado à temperatura do quarto do Edu. E fechei os olhos, e um monte de imagens passavam na minha mente. A última imagem, a dele com as mãos na cintura e os olhos fechados enfiando na minha namorada enquanto ela gritava e segurava um peito, sem parar de olhar pra ele, agradecendo como ele tava comendo ela… A cara dela, a cara de Maria de prazer, quase de êxtase… nunca tinha visto ela assim; parecia que tava quase gozando só de ter ele dentro…
Paula sentiu minha presença e tirou o braço do rosto, virou-se pra mim, e o rosto dela ficou de frente pro meu. Ela abriu os olhos de leve e disse algo incompreensível. Sinceramente, eu não tava nem aí pro que ela falava, até que numa segunda tentativa, de olhos fechados, ela perguntou num sussurro:
— O que… tão… fazendo…
Não respondi. E fechei os olhos de novo. Meu coração tinha se acalmado um pouco. Minha bebedeira, porém, não parecia ter diminuído, e muito menos minha tontura deitado… E tentei dormir, pelo menos descansar daquela loucura… mas nos minutos seguintes, a cada som que vinha de longe, meu coração disparava. Eu não abria os olhos, mas meu coração se acendia. Cada barulho me atacava, mas não conseguia distinguir se aquilo era um gemido, um grito, um baque, ou nem nada. Um portão batendo, o barulho do elevador, o rangido de um cano. Eram sons que às vezes me faziam ter quase certeza de que tinha sido um gemido da María, e às vezes eu achava que era fruto da minha imaginação. E não conseguia evitar imaginar a posição em que ele tava comendo ela, e meu pau pulsava preso dentro da cueca e da calça.

Não sabia quantos minutos tinham passado, se tava dormindo ou não. Não sabia se aqueles sons eram reais ou não. Até que me pareceu ouvir um grito que me fez abrir os olhos de repente, e por uns segundos fiquei me perguntando se tinha sonhado, mas a Paula me revelou.

-Por-ra... – ela falou baixinho.

Cara a cara. A poucos centímetros, ouvimos um “Ahhmmm” sem dúvida da María... e depois outro e mais outro. Ritmado... Meu pau explodia... Eu olhava pra Paula. Ela pra mim. Nós dois sabíamos o que tava rolando... nossos narizes se chocaram... e nossos lábios se tocaram. Não sei quem tomou a decisão, se ela, eu, os dois ou ninguém, mas no enésimo gemido brutal da María, meus lábios beijavam uns lábios extremamente secos... uns lábios estranhos, um toque diferente, um cheiro diferente... Quando me dei conta, alguém abriu a boca e nossas línguas se tocaram. A gente se beijava devagar. Sem envolvimento especial, sem desejo especial. Não chegava a me sentir mal, só estranho; e não me sentia mal, entre outras coisas, justamente pela falta de atração.

Não sei quantos segundos foram, talvez um minuto, em que a gente se beijava, suados, tontos, cheirando a álcool, com o som de fundo dos gemidos da María tão entregues... Que prazer ela devia estar sentindo pra se soltar assim, pra gritar daquele jeito na frente do Edu, pra admitir pra ele com aqueles gritos que ele tava matando ela de gosto... pra admitir pra ele que ele ganhava, que ele tava comendo ela também, como mais uma, como mais uma Promíscua das tantas que ele comia, e ainda por cima sendo ela a segunda da mesma noite…
Paula desceu a mão até minha virilha e eu afastei ela quase na hora, e não fiz porque não quisesse a mão dela ali, mas sim por vergonha, vergonha de que ela descobrisse o tamanho quase ridículo do meu pau… Afastei a mão dela e quando ia beijá-la pra dizer com o beijo que não queria ir mais longe, mas que tava adorando os beijos dela, aconteceu algo que quase fez meu coração pular pela boca: é que começou a se ouvir claramente o som de dois corpos se chocando, em alta velocidade, abafados por mais e mais gritos da Maria, o Edu devia estar fodendo ela com tudo.
—Porra… ele vai quebrar ela… —sussurrou, e eu, de olhos arregalados, olhei pra Paula, que olhou pra cima. Nós dois continuávamos ouvindo aquele som ensurdecedor dos corpos se chocando e os gritos da Maria, e Paula insistiu, sem maldade, mas numa descrição vulgar e nada feminina, e sem perceber o peso das palavras dela em mim: “…porra… que trepada violenta ele tá dando nela”.
Mas o ritmo daquele som ritmado e brutal acelerou ainda mais, até que Maria soltou um “Aaaahhhh!! Auuuuu!!” tremendo… e eu me levantei, deixando Paula lá, e assustado, tonto e me sentindo tão excitado quanto humilhado, saí pro corredor de novo.
....
Assim que empurrei um pouco a porta do quarto do Edu, soube que aquilo não tinha sido boa ideia. Se eu já tinha saído de lá meia hora antes por causa do desconforto insuportável de vê-la fodendo com ele, mas numa trepada mais ou menos contida, não fazia sentido assistir a uma cena muito mais impactante e brutal.
No entanto, eu percebia que quanto maior a dor, maior o tesão, quanto mais humilhação, mais desejo. Quanto mais negativo era um sentimento, mais o oposto disparava, quanto mais me fodia a Maria estar curtindo, mais duro meu pau ficava, mais pleno e vivo eu me sentia.
A primeira coisa que me chamou a atenção foi o calor tremendo que senti ao cruzar a porta, era realmente sufocante, a ponto de qualquer Uma gota de suor incipiente se ativava e se mexia só de entrar ali. E a segunda coisa que me chamou a atenção foi o aumento dos decibéis, tanto do barulho dos corpos se chocando quanto dos gemidos da María; além disso, já tão perto, dava pra ouvir o Edu respirando ofegante…

Caminhei silenciosamente os passos necessários até vê-los, embora meu silêncio fosse desnecessário diante daquele estardalhaço. O que vi me impactou de forma bestial.

O Edu, de costas pra mim, nu, de joelhos na cama, metia brutalmente na minha namorada, que de quatro, com a camisa e as sandálias ainda vestidas, aguentava como podia aquelas investidas brutais. E digo "como podia" porque ela apoiava os cotovelos na cama, com a cabeça pra baixo… e se agarrava nos lençóis com força pra não ser empurrada pra frente… Era uma metida e tirada brutal, onde se de longe se ouvia o som oco da pélvis do Edu batendo na bunda da María, ali, tão perto, dava pra ouvir o som molhado da pica do Edu atacando uma buceta encharcada… nunca tinha ouvido aquele som transando com a María… e nunca a María tinha gemido daquele jeito por mim…

A imagem da bunda do Edu se contraindo a cada metida, suas costas musculosas… segurando ela pelo quadril pra não escapulir… era mais agitação pro meu coração e pra minha pica, que tava a duas sacudidas de explodir… Me chamou a atenção a camisa encharcada dela, toda a costa, onde a cabeleira dela descansava era uma poça na seda da camisa; também no pescoço, mas o mais chamativo era nos peitos, onde a camisa deveria cair pra baixo por causa da posição, mas ela grudava nos seios dela, lembro que naquele momento me surpreendeu que pudesse grudar assim por causa do suor.

O Edu não parecia gostar que ela baixasse a cabeça e puxou um pouco do cabelo dela pra levantar o rosto. Ela bufou. Gemeu. Mas não reclamou. E o Edu, ao fazer isso, reparou na minha presença. Não sei que cara eu tinha, mas ele mal se abalou. Continuou. fodendo a María, mas agora num ritmo mais lento. Os gritos dela viraram gemidos… e os gemidos se transformaram em ofegos… Edu diminuiu o ritmo tanto quanto puxou o cabelo de María, que deixou de ser um puxão pra virar só um apoio. María, de olhos fechados e rosto erguido na direção da cabeceira da cama, disse baixinho pra si mesma “hum, sim… sim… me dá… assim”, causando sensações diferentes em mim e no Edu, porque eu tremi e ele sorriu.

É que Edu desacelerou com um propósito: parar completamente e, logo depois, se retirar… tirar o pau de dentro dela, de dentro da María. E fez isso segurando um pouco uma das nádegas dela, separando da outra, pra mostrar, me oferecer com mais clareza, a buceta totalmente aberta de María. Um buraco enorme, brutal. Uma cavidade impactante… E uns lábios avermelhados, encharcados e tão grandes que pareciam não pertencer ao corpo dela. Edu se demorou a ponto de pegar um daqueles lábios inchados e afastá-lo mais. Eu olhava alucinado a buceta brutalmente escancarada de María, assim como a tensão, a dureza e a umidade brutal do pau dele; não conseguia me acostumar com o tamanho daquilo e me alucinava a excitação que María tinha atingido pra aguentar aquilo dentro dela.

María acabou virando a cabeça e me viu. Mas tava tão gostosa que a cara dela não mudou. Tava tão cachorra que dava a impressão de que, mesmo se tivesse mais dez pessoas no quarto, ela não ligaria. A cara dela era de entrega, de tesão, de desejo… de sexo, e não ia mudar por me ver.

Edu saiu da cama e foi até a mesa. E se preparou pra beber de uma garrafa grande de água. María, de quatro, nem se mexia, como se esperando só que ele tivesse a boa vontade de continuar fodendo ela. Virou a cabeça pra frente. Ajeitou um pouco o cabelo e arregaçou um pouco melhor a camisa até os cotovelos… me deu um tesão do caralho ver ela assim… só esperando o Edu continuar. Fodendo.
—Vira. Fica como tá, mas de frente pra porta —disse Edu, logo antes de beber mais um gole da garrafa.
Ficar de frente pra porta era tipo dizer pra ficar de frente pra mim.
Talvez eu não tenha medido a importância do meu movimento, mas eu não aguentava mais nem conseguia pensar em nada, e baixei a calça e a cueca até os joelhos… e a Maria sussurrou um “que filho da puta” que eu não soube ao certo pra qual dos dois ela tava falando…
A Maria se ajeitou, com os joelhos, as sandálias e as mãos apoiadas na cama. De frente pra mim, mas sem me olhar.
O Edu largou a garrafa e reparou que do lado estavam as calcinhas da Maria, todas amassadas. Pegou elas e se colocou atrás dela. Deixou as calcinhas caírem nas costas da minha mina e, com toda a calma, começou a se masturbar atrás dela pra deixar o pau bem duro, se é que já não tava. A Maria esperava, esperava ele meter de novo de uma vez. E me olhou. Levantou a cara e me olhou. Não olhou pro meu pau triste que eu tava batendo de leve pra não gozar, mas me olhou na cara e eu consegui ler ali uma certa recriminação, um “então conseguiu, era isso que você queria”; tinha nela prazer, excitação, impaciência, mas também uma certa bronca.
O Edu levou uma das mãos pra buceta da Maria e ela imediatamente tremeu, deu um pulo e olhou pra trás. Ele se ajeitou direito e começou a meter de novo, e ela manteve o olhar nele, com os olhos abertos até onde conseguiu. Quis, de novo, agradecer com o olhar enquanto ele a fodia. Uns olhos que me recriminavam e agradeciam a ele.
A Maria virou o rosto pra mim e o Edu não demorou pra transformar aquela penetração suave em algo bem mais agressivo. Em poucos segundos, o vai e vem ficou intenso pra caralho, a Maria aguentava como podia as investidas de novo, outra vez o som dos corpos batendo, outra vez os gemidos da Maria e depois os gritinhos, outra vez aqueles “aaahhh” “aaaahh” frenéticos da Maria e outra vez a respiração ofegante do ele. María abria a boca, fechava os olhos e Edu a segurava pela cintura com uma mão enquanto com a outra desgrudava a camisa dos peitos dela e os apertava com força. Inclinava o tronco pra frente e montava nela, igual um bicho. Eu nem conseguia me tocar, só sentia que minhas pernas fraquejavam… o calor era desumano, assim como o ritmo que aquela foda ia ganhando. Os gritos da María eram brutais, entregues, sem vergonha… realmente foda se entregar assim pra ele…

Minha namorada quis levar uma mão até o clitóris… como fazia sempre quando queria gozar… e o Edu entendeu igual eu e deixou, sussurrando no ouvido dela um “então vai, goza…” E ela, já louca pra explodir num orgasmo, começou a se esfregar a toda velocidade, e o Edu pegou a calcinha que ainda tava nas costas dela e levou até a boca dela, numa cena brutalmente safada que parou meu coração… María, com a calcinha pendurada na boca e os olhos saindo das órbitas a cada estocada, agora gemia em gritos abafados uns “¡¡mmmmmm!!” “¡¡mmmmm!!” longos e sem vergonha, tão rápidos quanto os dedos dela destruindo o clitóris… E quando ela ia explodir, o Edu tirou a mão dela e não deixou que gozasse… e acelerou ainda mais o ritmo, e ela teve que levar as duas mãos pros lençóis…

—Você vai gozar assim… porra… vai gozar sem se tocar… —sussurrou no ouvido dela, variando a velocidade, penetrando não tão rápido, mas fazendo de um jeito menos direto, buscando mais os cantinhos da buceta dela, mexendo a cintura em movimentos mais curvados… e María agradecia com aqueles “mmmmm” cada vez que a pica do Edu parecia chegar num lugar onde nunca tinha chegado… E começou a sussurrar no ouvido dela… “amo como você come sua calcinha”… e metia de novo, e ela soltava outro “hmmmm” e os olhos dela se abriam outra vez… e ele sussurrava de novo “sua buceta me deixa louco… porra” e continuava fodendo ela, até acelerar de novo um pouco mais… tanto que os peitos da María começaram a balançar… freneticamente e o choque dos corpos voltou… em uníssono os corpos deles colidiam e as tetas da Maria iam pra frente e pra trás, numa cena que Maria quis cortar levando uma das mãos às tetas pra evitar aquele movimento ridículo…
E assim, com Edu metendo nela a toda velocidade, eu sem poder nem me mexer e Maria com a calcinha na boca e segurando as tetas e gemendo daquela maneira estranha, Edu optou por dar um tapa na bunda dela que não produziu nada além do rubor e do gemido já diferente da Maria. E Edu leu nela incrivelmente, e tirou a calcinha da boca dela e, depois de outro tapa e outro gemido, dessa vez liberado da Maria, disse: “Você gosta que eu te bata, hein!! Você vai gozar assim, hein…!! Porra… você vai gozar porque fuck you no cu…!!” Você vai gozar porque eu te trato como uma puta, hein!!” e Maria se desmontou completamente… Se já estava excitada, aqueles tapas e aquelas frases a fizeram explodir e ela estourou num “Porra!!! Tô gozando!!!” num “porra, tô gozando, filho da puta!!” “ahhh ahhhh!!” “meu deeeus, me dá…!!” e Edu batia na bunda dela e ela gemia e gritava e explodia num orgasmo com os olhos completamente fechados… E Edu levou as mãos dela à boca e ela gritava ali, e abriu os olhos e me olhou. Me olhava enquanto gozava e gritava nas mãos do Edu e ele dizia “Goza…!! Porra…!! Goza…!! Promíscua…!! Assim…!!”.
Diante de mim, via algo tão brutal que não tive nem capacidade de me tocar… só sentia, sentia mais do que tinha sentido na vida… entregue a eles dois e alucinando com o prazer que uma mulher pode sentir… alucinando com o êxtase absoluto que minha namorada podia alcançar com um amante de verdade, um amante como ele.
Maria se deixou cair na cama… exausta e Edu se levantou, como se nada tivesse acontecido. Expondo de novo aquele membro inchado e tremendo, que não ia dar a menor trégua pra minha namorada.

Edu foi de novo pegar a garrafa d’água e Maria, deitada de bruços, ao ouvir ele bebendo, se Ela se levantou um pouco e ele deu a garrafa pra ela com uma cordialidade estranha. Parecia mesmo que não tinha conexão nenhuma em termos de personalidade, mas era como se os dois soubessem que eram os corpos perfeitos pra se aproveitar um do outro.

Minha namorada acabou deitando de barriga pra cima com a cabeça virada pro encosto da cama, os joelhos dobrados, a camisa aberta… os peitos inchados… e na hora me veio um raio, uma lembrança, e era aquela foto que eu tinha mandado pro Edu… meses atrás… porque naquela foto ela também tava com uma camisa branca… na foto a Maria escondia os peitos com o cabelo e a buceta com as mãos, mas dessa vez os peitos respiravam livres e enormes… e a buceta dela não só não tava escondida como tava pra fora, inchada e orgulhosa do prazer brutal que tava recebendo, quanto mais inchada, mais descontrolada, mais refletia o prazer que ela tinha acabado de sentir.

O Edu se posicionou entre as pernas dela. Cobriu ela com o corpo todo e ela abriu as pernas pra ele poder entrar dentro dela. Ele apontou e ela passou uma mão no pescoço dele e a outra colocou nas costas dele. Não demorou pra ele encontrar o ponto daquela cavidade, de repente tão familiar, e invadiu ela de novo… e ela fechou os olhos e cravou as unhas nas costas dele… recebendo aquele intruso lá dentro de novo… se sentindo preenchida outra vez… como se estivesse curtindo tudo que tava guardado há meses.

Na posição de papai e mamãe, ele começou a meter devagar… Beijava ela na boca… no pescoço e ela gemia mais docemente e soltava uns “ahh” “ahh” rápidos e doces no ouvido dele. Eu voltei a me masturbar também devagar e, exausto, acabei me atrevendo a deitar na cama. Do lado dela. De barriga pra cima às vezes e às vezes mais virado pra ela… que envolvia o Edu com as pernas e apertava as costas dele com os braços… Eu, a poucos centímetros, vivi aquela transa de um jeito intenso pra caralho… e não sei se foi o álcool, a excitação ou o desespero que me levaram a arriscar… me levaram a buscar um beijo dela, mas ela me negou virando o rosto…
Edu saiu de dentro do corpo da Maria. Tirou o pau dele, inchado e enorme, e não sei se querendo tirar uma com a minha cara ou o quê, falou:
— Pablo, aponta e enfia você. — Eu não entendia o que ele queria dizer, e ele colocou a ponta do pau a milímetros da entrada da buceta da Maria e insistiu. Claramente queria que eu pegasse no pau dele e guiasse pra meter na minha namorada.
Olhei pro Edu e não vi deboche, talvez até uma certa cumplicidade, e fiquei na dúvida se era sério, se ele realmente tava falando sério. Maria não dizia nada e eu, ou o que restava de mim naquela altura, estendi a mão, que chegou a tocar no pau dele, o tronco duríssimo e quente, e imediatamente depois soltei, como se queimasse, e me deitei de novo ao lado da Maria fingindo que não tinha acontecido nada. E foi a Maria quem segurou ele com força, separou com a ponta os lábios da buceta dela e enfiou ela mesma, até o fundo, puxando ele e soltando um “aiiii meu deus…!” a centímetros do meu rosto. Virou a cara pra mim e gemeu de novo um “aiii…” na segunda metida que o Edu já tava dando… e eu busquei os lábios dela e ela me deu, e busquei a língua dela mas ela não deixou, não abriu a boca mais do que pra ofegar… pra falar na minha cara o prazer que ela tava sentindo de novo… e assim ficamos uns minutos em que eu acariciava o rosto da minha namorada e dava beijinhos nos lábios dela enquanto o Edu comia ela devagar e a Maria, de olhos fechados, ofegava sem parar… os peitões enormes balançavam, subiam e desciam com ela, e as mãos dela iam com tudo agarrar a bunda do Edu pra ele comer ela mais fundo…

Mas o que mais me matou foi quando a Maria, entre um suspiro e outro… entre um beijo e outro… começou a sussurrar uns “sim… me come…” “Me come assim…” e o Edu, que não tava alheio àquilo, falou pra ela: “cê gosta de como eu te como, hein…”
— Sim… adoro… adoro como você me come… — respondeu a Maria.
— Prefere assim… devagar…
— Hummm… agora assim… agora me come devagar… - geme com os olhos fechados, na minha cara.
- Você gosta da pica… da pica que você enfia…
- Mmm… sim… me enlouquece sua pica… - e ela gemia… enfatizando o “sua pica…” no meu ouvido…
- Adoro te foder, porra…
- Siiim… então me fode… me fode mais… - ela soluçava na minha frente… e apertava forte a bunda dela..
- Porra, Maria… vou gozar… - disse Edu, e Maria nem se mexeu. Como se estivesse meio dormindo, continuava gemendo devagar até que ele saiu de dentro dela rapidamente e começou a bater punheta freneticamente de joelhos na frente dela. Maria abriu mais a camisa e juntou os peitos com as mãos enquanto me beijava… só com os lábios.. docemente… e ouviu-se um “ohh” seco e rápido do Edu e Maria tremeu ao sentir o primeiro jato branco e quente na barriga dela, e Edu continuou se descarregando… ouvindo-se o som da pele dele pra frente e pra trás, e soltando vários jatos que iam caindo na buceta da Maria, nos pelos escuros dela, na barriga dela e um jato grosso e especialmente branco cruzou um dos peitos dela marcando ele por completo…
Edu se afastou e Maria continuava se acariciando os peitos devagar… e abriu os olhos e eu quis beijar ela de novo e ela virou o rosto, dizendo: “não, Pablo…” num tom quase inaudível.
Ficamos em silêncio… eu com a pica escorrendo no lençol, a camisa que me sobrava, as calças e a cueca nos meus joelhos… E Maria ainda com as pernas abertas, de barriga pra cima, as sandálias nos pés e a camisa aberta e o torso e a buceta dela banhados naquele líquido grosso e meio branco…
Ouvimos o barulho do chuveiro e eu, me vendo sem o Edu e vendo que Maria me negava aquele beijo, comecei a rastejar, pra baixo… beijei o pescoço dela, beijei aquele peito que não tinha sido manchado e beijei na barriga dela ali onde não estava molhado. E contemplei o olhar perdido da Maria, extasiada de prazer, os peitos dela inchadíssimos, os lábios da buceta dela já fora de si e os pelos pubianos dela encharcados, dela mesma e do que tinha acabado de jorrar do Edu.
Beijei aqueles pelos sem não me importar se aquela umidade vinha da Maria ou dele, e Maria, me lendo, sussurrou um mais severo "Não, Pablo… por favor…". Eu beijei suas coxas encharcadas… e levei minhas mãos até os peitos dela, me sujando uma mão com o gozo quente do Edu. "Não, Pablo… sério… por favor…" Maria me implorava que não fizesse, mas também não me parava… e levei minha boca até a entrada da buceta dela, e deixei todo aquele calor que emanava desaguar no meu rosto e me impregnei do cheiro de buceta dela… e principalmente de pica que ali jazia, e estiquei minha língua e separei uns lábios que senti mais moles do que nunca, como se tivessem perdido a consistência por terem aumentado de tamanho… e o enésimo "Pablo, por favor" de Maria foi o prelúdio de minha língua se lançar a lamber, a chupar e a se impregnar de tudo aquilo que os dois tinham soltado ali dentro. E minha pica ficou a ponto de explodir quando me vinha um cheiro de pica especialmente forte, degustava aquela buceta com uma excitação e uma entrega total… e minhas mãos foram para a barriga dela, para os peitos dela… e se encharcavam do gozo do Edu e espalhava aquele gozo sobre os peitos, as aréolas e os mamilos de Maria…

Levantei a vista e Maria baixou o olhar para conectar comigo. Conectamos de verdade pela primeira vez naquela noite, e talvez conectamos de verdade pela primeira vez no nosso relacionamento. E um dos meus dedos, o mais sujo, foi para os lábios de Maria, que chupou, sem parar de me olhar…

Já não ouvíamos o barulho do chuveiro, mas estávamos sozinhos, e comecei a aproveitar a buceta dela como nunca, pois o cheiro, o gosto e o toque eram diferentes… tudo era diferente, tinha gosto de sexo, cheirava a pica e o toque era mais macio, mais relaxado… Edu tinha deixado a buceta dela perfeita para um corno como eu lamber e limpar… perfeito… impecável… lindo…

Depois daqueles minutos em que também continuamos brincando com o gozo do Edu sobre o torso dela… me levantei até levar minha boca até o ouvido de Maria e sussurrei: "vou te foder agora…" E Maria esticou a mão dela Cara, peguei minha pica com três dedos e enfiei dentro dela… Não sentimos nada. Não sentimos nada e foi absolutamente mágico não sentir nada. Minha pica ridícula nadava na imensidão da buceta que o Edu tinha aberto; e a María me surpreendeu me beijando, abrindo a boca, fundindo a língua dela com a minha. E descobri que a boca dela tinha gosto de pica de um jeito brutal.
Foi um tempo maravilhoso em que a gente curtiu, por mais contraditório que pareça, de não sentir o menor roçar. Tanto que minha pica acabou encolhendo e saindo de dentro dela como se tivesse vontade própria.
Me joguei pro lado. Não sabia que horas eram. Não sabia quanto tempo tinha passado. Tudo parecia um sonho, e com a María do meu lado, comigo, consegui dormir em questão de segundos.

ATÉ AQUI O AUTOR FOI, SE ELE CONTINUAR EU TRANSCREVO, VAMOS VER, CÊS GOSTARAM?? OPINEM

8 comentários - Brincando com fogo 25

Que buen remato lpm, el mejor que leí, pero me da una lastima que termine así. Hay chances de que el autor siga la historia ?
Brillante relato! Terrible como lo terminaste! Comiendo como buen cuckold esa conchita recién cogida. +10 y esperamos mas entregas de Maria. Quedaron varias lineas para explorar.
Muy bueno me leí todos los capítulos , no me gustó mucho la humillación del corneador al cornudo pero es un detalle
Estubo buena la estoria, por momentos aburida xq los detalles y descripsiones no eran necesarias, y la dorma de terminar no megusto xq si querias que Edu la follara, como lo iso el autor devia participar ya que si se aman deberian compartir la experiencia
recien averigue, el autor del relato escribio los ultimos capitulos pero no los publico los puso a la venta en amazon, nos dejo con la duda