Já passada aquela manhã agitada com a mãe, o dia parecia não ter fim. Finalmente chegou a hora de dormir, e foi o que fiz, mas não sem antes passar no quarto da avó, que se surpreendeu ao me ver. "O que você tá fazendo aqui? Não combinamos que íamos fazer na sexta?" "Fica tranquila, só vim te avisar pra se preparar bem, se vestir bem putinha, que eu, lá pelas onze e meia da noite, quando todo mundo estiver dormindo, venho te comer em domicílio. Tô preparando tudo pra uma noite diferente e bem quente." "O que a gente vai fazer, neném?" "Não sei, ainda tô vendo, mas por via das dúvidas, amanhã não vai de corpo, ok? Tchau." E fui embora sem dar tempo dela perguntar nada. No outro dia, fui ver a Tita, lá pelas 14h30, horário que sabia que não ia incomodar. Ela me fez entrar. Assim que entrei, me deu um beijo de língua, como sempre quando estávamos sozinhos, e disse: "Você veio me contar o que fizeram com sua mãe?" "Não, Tita, isso vou te contar com detalhes quando tivermos um tempão e pudermos ficar deitados. Assim, além de contar, posso te mostrar. Quando vai ser isso? Você me deixa toda molhada." "Te prometo que semana que vem, no dia que eu tiver oficina, não preciso vir almoçar. Saio de casa às seis e quarenta e cinco e só volto às três e meia. Então vou matar aula o dia inteiro, te conto tudo e te fodo o dia todo." "Fenomenal, mas me avisa no dia anterior, porque meu marido sai pro trabalho às seis e só volta às seis ou sete da tarde." "Fica tranquila, Tita, seu machinho sabe de tudo. Agora, sabe o que eu preciso? Essa noite prometi comer bem a avó Clara. Falei que ia ser uma noite diferente e vim buscar uma coisa que vi no quartinho dos fundos." "Pega o que precisar, bebê." Fui no quartinho, achei o que precisava, tirei e trouxe até onde a Tita estava. Ela viu e soltou uma gargalhada: "E você sabe o que é aquilo?" "Claro que sei." E entre risadas, ela disse: "Usa com cuidado." Me deu uma sacola grande, guardei e fui embora. Fui pra dentro de casa, me enfiei rápido no meu quarto e fiquei até a hora do lanche, quando mamãe chamou. A vovó comeu, foi ver a novela, minha irmã foi estudar, e eu fui pro meu quarto. Quando vi que mamãe tava sozinha, cheguei perto e falei: "Mãe, hoje à noite prometi comer a vovó, então, por favor, se ouvir alguma coisa, não vem. Fica de boa, amor." "Não vou espionar vocês", ela disse. "Valeu", respondi, confirmei que não tinha ninguém e beijei ela na boca.
Passou das onze e meia, com tudo que precisava do lado de fora do quarto da vovó, entrei sem avisar. Ela tava sentada na cama, vendo TV, com um sutiã e uma calcinha vermelho furioso, combinando com tecido e renda que deixava os bicos dos peitos à mostra e uma buceta peluda, e um roupão preto aberto que destacava a pele branca dela e a roupa íntima. Vi ela, me joguei em cima, passei a mão, nos beijamos, e ela disse: "Me preparei pra você. Ontem à noite me deixou curiosa. Agora a curiosidade acaba. Cê tá preparada pra tudo, pra qualquer coisa." "Já volto", falei. Saí, peguei todos os apetrechos e entrei. Ela me olhou: "E isso é pra quem?" "Pra você, vó. Tira tudo e deita." Ela fez, sem parar de me olhar. "Fica de bruços." Reclamando, ela obedeceu. Apoiei o recipiente dos enemas na cômoda, passei creme no meu dedo maior, lubrifiquei o cu dela, peguei o recipiente com 2 litros de água morna e introduzi devagar a cânula no cu lubrificado. Abri a torneirinha aos poucos, e assim os dois litros de água foram entrando lentamente nas entranhas da minha avó, que já não reclamava mais, tinha começado a gozar com a experiência. Claro que, faltando quase meio litro pra entrar, ela começou a dizer que não aguentava mais, que tinha me ouvido e não tinha ido ao banheiro, que a barriga tava cheia. Decidi confirmar se era verdade: passei a mão por baixo do corpo dela, a barriga tava bem dura. "Beleza, vou fechar a torneira", falei. "Ah, deixa eu ir cagar." "Ainda não. Preciso verificar se tá tudo bem limpo. Aperta a bunda enquanto eu tiro isso. ela fez. Deixei tudo no chão, subi na cama, abri e falei pra ela, e quando ela fez, comecei a meter a porra da pica. Já tinha entrado metade quando ela começou a gritar que não aguentava mais. "Bom, agora vamos levantar devagar, sem tirar, e vamos andar até o banheiro." Com dificuldade, conseguimos. Já no banheiro, nos posicionamos na área do chuveiro. "Vou tirar", avisei, e automaticamente um jorro interminável de água e merda cobriu meu pau e corpo, enquanto a vovó soluçava de prazer. Depois que ela soltou tudo, falei: "Agora me lava." Quando ela tentou abrir o chuveiro, eu impedi. "Não com água. Mija em mim e tira toda a merda." Ela fez com um prazer único, gozando quando me pegou. Deixei ela abrir o chuveiro, tomamos banho, rimos, nos secamos e fomos pra cama, onde transamos a noite toda como namorados. Lá pelas seis, voltei pra minha cama, depois de lavar e guardar os apetrechos, bem escondidos, mas à mão, porque esperava usá-los com frequência.
Passou das onze e meia, com tudo que precisava do lado de fora do quarto da vovó, entrei sem avisar. Ela tava sentada na cama, vendo TV, com um sutiã e uma calcinha vermelho furioso, combinando com tecido e renda que deixava os bicos dos peitos à mostra e uma buceta peluda, e um roupão preto aberto que destacava a pele branca dela e a roupa íntima. Vi ela, me joguei em cima, passei a mão, nos beijamos, e ela disse: "Me preparei pra você. Ontem à noite me deixou curiosa. Agora a curiosidade acaba. Cê tá preparada pra tudo, pra qualquer coisa." "Já volto", falei. Saí, peguei todos os apetrechos e entrei. Ela me olhou: "E isso é pra quem?" "Pra você, vó. Tira tudo e deita." Ela fez, sem parar de me olhar. "Fica de bruços." Reclamando, ela obedeceu. Apoiei o recipiente dos enemas na cômoda, passei creme no meu dedo maior, lubrifiquei o cu dela, peguei o recipiente com 2 litros de água morna e introduzi devagar a cânula no cu lubrificado. Abri a torneirinha aos poucos, e assim os dois litros de água foram entrando lentamente nas entranhas da minha avó, que já não reclamava mais, tinha começado a gozar com a experiência. Claro que, faltando quase meio litro pra entrar, ela começou a dizer que não aguentava mais, que tinha me ouvido e não tinha ido ao banheiro, que a barriga tava cheia. Decidi confirmar se era verdade: passei a mão por baixo do corpo dela, a barriga tava bem dura. "Beleza, vou fechar a torneira", falei. "Ah, deixa eu ir cagar." "Ainda não. Preciso verificar se tá tudo bem limpo. Aperta a bunda enquanto eu tiro isso. ela fez. Deixei tudo no chão, subi na cama, abri e falei pra ela, e quando ela fez, comecei a meter a porra da pica. Já tinha entrado metade quando ela começou a gritar que não aguentava mais. "Bom, agora vamos levantar devagar, sem tirar, e vamos andar até o banheiro." Com dificuldade, conseguimos. Já no banheiro, nos posicionamos na área do chuveiro. "Vou tirar", avisei, e automaticamente um jorro interminável de água e merda cobriu meu pau e corpo, enquanto a vovó soluçava de prazer. Depois que ela soltou tudo, falei: "Agora me lava." Quando ela tentou abrir o chuveiro, eu impedi. "Não com água. Mija em mim e tira toda a merda." Ela fez com um prazer único, gozando quando me pegou. Deixei ela abrir o chuveiro, tomamos banho, rimos, nos secamos e fomos pra cama, onde transamos a noite toda como namorados. Lá pelas seis, voltei pra minha cama, depois de lavar e guardar os apetrechos, bem escondidos, mas à mão, porque esperava usá-los com frequência.
2 comentários - A amiga gostosa da minha avó