Jugando con Fuego 18

A pergunta dela foi nítida e clara. Assim como o tom sério dela. Já não era uma pergunta fantasiosa nem uma brincadeira.
Olhei fixamente nos olhos dela enquanto ela continuava metendo aquilo sem parar. A buceta dela aguentava aquele pauzão com toda firmeza, e meu olhar pasmo era um "sim" claro. Um sim de que tomara que acontecesse aquilo do Edu montar nela, foder ela, e eu olhar pra eles e bater uma até não aguentar mais.
Não sei se foi minha cara, meu gesto, ou se a Maria voltou à realidade de repente, mas ela se virou e ficou de bruços, e então começou a meter aquela rola que representava o Edu nessa nova posição, com o rosto virado pro lado onde eu não estava. Pra continuar se masturbando, ela tinha que flexionar um pouco os joelhos, e eu só via dela as costas, a bunda, as pernas, e as mãos enfiando e tirando aquela monstruosidade de consolo.
Mesmo tendo gozado há poucos instantes, me aproximei dela com vontade de sentir. Fiquei do lado dela e coloquei uma das minhas mãos na bunda nua dela, acariciando com suavidade... Era maravilhoso sentir aquele toque enquanto ouvia os gemidos abafados dela nos lençóis. A Maria se contorcia de prazer e, quando acariciei com mais insistência, ela murmurou um "me deixa" que gelou meu sangue. Tirei a mão como um reflexo... e deixei ela continuar se masturbando sem parar. Recuei uns passos e pensei que talvez o fato de mudar de posição, de parar de me olhar pra se tocar, não fosse por vergonha, ou pelo menos não só isso, mas que talvez ela precisasse que eu estivesse ausente pra poder imaginar.
Quis dar a ela o tempo dela. O espaço dela. E fui tomar banho. Sem saber se aquilo que tava rolando era bom ou ruim, e principalmente me perguntando o que causava uma mudança tão grande.
Pouco depois, a Maria entrou no banheiro e lavou aquele consolo com cuidado na pia. Não me disse nada. Eu também não falei nada com ela. Limpei o chão do quarto, ligamos a TV e caímos no sono. Sem conversar.
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No dia seguinte, um dia longo nos esperava. estrada e até o meio da tarde não começamos a conversar com mais ou menos normalidade, embora não sobre o que aconteceu na noite anterior. Eu conhecia a Maria e a sentia envergonhada ou ruborizada. Era óbvio que ela tinha imaginado o Edu comendo ela e eu olhando, e era óbvio que aquilo tinha deixado ela com um tesão do caralho. O que eu ainda não sabia era se aquilo ia ficar só naquela vez.

Passava das sete da tarde e, sem um motivo real, coloquei minha mão na coxa nua dela enquanto dirigia. Minha mão, aos poucos, foi percorrendo aquelas pernas que só estavam cobertas por um shorts, me lembrando dos primeiros meses de namoro em que a gente se pegava em todo lugar e a toda hora. Não tava pensando em rolar nada, eram só umas carícias simples, eu olhava pra estrada, não pra Maria, até que, depois de uns minutos, ela disse: "Pena que não tô de saia". Virei a cabeça um instante pra ela e a cara dela era de estar interpretando aquelas carícias como algo mais. Continuei acariciando ela, mas já com uma intenção menos inocente, até colocar minha mão entre as pernas dela e apertar com força por cima do shorts jeans. Maria começou a abrir e fechar as pernas. Ela tava com um tesão danado... Acabamos parando num posto de gasolina.

Mal tinha estacionado numa área meio afastada e Maria quase nem deixou eu beijar ela. Ela levou as mãos pra minha calça, abriu, puxou minha cueca pra baixo... e puxou meu pau já meio duro na hora. Depois de duas ou três batidas, ela levou a boca no meu pau e começou a engolir com uma vontade e uma fome que eu não via nela há anos. Ela começou a fazer um boquete tão violento que eu quase não conseguia nem abrir os olhos pra vigiar se alguém tava vendo. Ela me punhetava e chupava numa velocidade tão alta que meus pequenos pedidos pra ela ir mais devagar eram totalmente desobedecidos. O carro encheu com aquele barulho de sucção da boca dela e do líquido pré-saindo do meu pau, e também dos sons que ela fazia, porque dava pra ouvir ela ofegar e suspirar, e até quase Gemir... Em apenas dois ou três minutos eu estava gozando, segurando a cabeça dela... e jorrando pra cima dentro da boca dela... Ela não parou de me punhetar e de chupar até eu ter soltado absolutamente tudo. Até tive que pedir pra ela parar depois que eu tinha gozado... porque ela continuava.
Ela fechou a boca e levou a mão aos lábios pra não derramar nada. Abriu a porta do carro dela e cuspiu pra fora tudo o que tinha soltado...
Eu sugeri... não foder ali... mas sim recompensar ela pelo que tinha feito e ela me disse que não. Que tava ficando tarde. Ela me disse isso até com um certo jeito de timidez ou desconforto.
A gente retomou a viagem e eu, além de estar alucinado... sentia ela estranha. Como se ela fosse da luxúria pro rubor e do rubor pra luxúria a toda velocidade. E de novo aqueles silêncios que só eram quebrados se, aos poucos, a gente começasse a falar de qualquer outro assunto que não fosse o tema latente.
Chegamos em casa bem tarde e aconteceu o que eu menos esperava. Estando nós dois no sofá, meu celular começou a acender. Edu tava me ligando.
Felizmente Maria não tinha visto minha tela e eu me apressei em recusar a chamada. Depois me deitei de um jeito que se ele ligasse de novo, Maria não visse. Pensei que talvez ele tivesse me ligado sem querer, mas imediatamente depois ele me ligou de novo, e eu recusei a chamada de novo.
Edu me escreveu:
— Atende o telefone, Pablito.
Ainda surpreso e sem entender o que tava rolando, respondi:
— Não posso, tô com a Maria na sala.
— Tô nem aí, tô afim de te contar o que quero fazer com a Maria quando eu comer ela.
Aquela frase dele me pareceu totalmente fora de lugar. Nunca tinha entrado tão de sola. Não fazia sentido.
Respondi que não podia falar com ele com ela em casa, o que era tão óbvio que começou a me parecer que o Edu só queria era me encher o saco ou forçar a barra comigo. Mas ele não se dava por vencido e já a Maria tava quase perguntando com quem eu tava trocando tanta mensagem quando ele me escreveu pra ir pro banheiro e me Tirei uma foto da minha pica, porque ele queria rir.
Acabei respondendo mal, mandando ele me deixar em paz primeiro e depois mandando ele tomar no cu. A parada foi esquentando e a discussão terminou com um ameaçador "então se prepare pras consequências" do Edu.
Era um filho da puta bipolar, mas me tinha pelos colhões, porque se ele contasse pra Maria tudo que ele tinha armado, eu ia me foder bonito. Mesmo assim, apesar de não confiar nem um pouco nele, eu não achava que ele fosse realmente contar pra Maria por causa daquela discussão idiota e infantil.

No dia seguinte, no trampo, eu tava prestes a mandar uma mensagem pra Maria perguntando o que ela pretendia fazer na segunda, com a clara intenção de saber se ela ia pra casa de praia do Edu em algum daqueles dias da semana, quando, como se lesse minha mente, o Edu me escreveu:
— Ontem você tava bem bobinho, hein. Vai pro banheiro do trampo e bate uma punheta.

Eu até tinha pensado que a parada da noite anterior ia ficar só num capricho dele, mas não. Falei não de novo e a gente voltou a discutir por mensagem. Até que ele disse:
— Bom, já tô enchendo o saco, sabe o quê? A Maria não vai vir na minha casa hoje. Amanhã também não. Ela vai vir quarta e quinta.

Eu não entendi nada. Nem respondi. Não sabia que jogo era aquele.
Mas ele escreveu de novo:
— Você vai perder sua gostosa por ser um idiota.

Aquela frase foi tão nojenta que fechei a conversa na hora, não queria que aquela merda ficasse na minha cabeça.
Pouco depois, mandei mensagem pra Maria e ela me contou que ia fazer uns corres e encontrar uma conhecida de fora do escritório pra tomar um café. Nada demais.

Chegou terça-feira e de manhã liguei pra Maria e a gente começou a falar de bobeira até que perguntei na lata se ela ia pro apartamento do Edu naquela tarde ou em algum dia antes de a gente ir junto no fim de semana. A resposta dela me surpreendeu, ela disse que naquele dia não, mas que iria no dia seguinte. quarta-feira. Perguntei por que ela não ia naquela tarde, já que não tinha nada pra fazer, e ela disse que não tava a fim, que ia falar com o Edu pra ir na quarta. O jeito que ela falou me pareceu estranho.

Cheguei em casa na terça à noite e, no sofá, comecei a acariciar a Maria com a clara intenção de que a coisa fosse pra frente, mas ela não parecia muito a fim. Parecia que o tesão da viagem tinha passado um pouco, sendo uma Maria mais normal, mais como sempre.

Tava escovando os dentes quando o Edu me escreveu:
- Oi Pablito. Amanhã a Maria vem aqui em casa, você já deve saber. Ela vai vir com um dos biquínis verdes dela e aquele vermelho que é de matar.

Fiquei paralisado. Cada vez me dava mais má vibe o que ele dizia e como dizia. Ia responder, mas me pareceu tão otário que consegui me segurar.

Era inimaginável a pressão que começava a sentir por causa daquele filho da puta. Por momentos, eu via ele capaz de tudo. Naquela quarta no trabalho, não parei de xingar por ter escolhido ele pra toda aquela fantasia com a Maria. Sobre o que ele tinha falado dos biquínis da Maria, me pareceu uma tremenda fanfarronice, mas ao mesmo tempo eu temia ele.

Escrevi pra Maria o que nunca tinha escrito enquanto ela tava na casa do Edu. E ela respondia de vez em quando e com o que me pareciam evasivas. Perguntei se a Nati tava lá e ela disse que sim, e quase pedi pra ela me mandar uma foto...

Meu nervosismo foi aumentando. Cheguei em casa já de noite e ouvi barulho do chuveiro, então sabia que a Maria tava no banheiro. Passei pela cozinha e descobri que ela já tinha jantado. Fui pro quarto e cheguei no cesto da praia. Era óbvio o que eu tava procurando; lá estava o biquíni vermelho, molhado de ter nadado... e um biquíni verde... exatamente como o Edu tinha dito.

Sentei na cama. Imaginando o que tava rolando ali. Quando ouvi a torneira do chuveiro fechar.

Queria esclarecer tudo aquilo, mas não podia falar nada pra Maria sobre os biquínis sem me entregar... Fui pro sofá e comi alguma coisa enquanto ouvia o barulho do secador de cabelo. Maria finalmente apareceu e, sem me dar tempo pra quase nada, disse que estava exausta de tanto sol e que já ia pra cama.
— Não vai me contar nada? — falei rápido.
— Sobre o quê?
— Ué, sobre o seu dia com o Edu, sobre o que mais seria.
— Ah... nada, um dia normal.
— Normal?
— Sim, normal. — respondeu.
— E o que é normal?
— Bom... de onde vem isso? — falou séria.
Fiquei sem saber bem o que dizer. Não sabia se sentia raiva, curiosidade, ou que porra era aquilo.
— Posso ir dormir ou você tem mais alguma pergunta pra fazer? — disse com um certo deboche.
— Amanhã você vai pra casa dele de novo?
— Olha, não sei. Você vai ficar muito tempo?
— Eu? Muito tempo fazendo o quê?
— Se vai ficar um tempão vendo TV.
— Ah, talvez sim. Não sei.
— Bom, não faz muito barulho quando vier pra cama, tá? — falou num tom que parecia uma trégua.
Maria sumiu pelo corredor e eu peguei o celular. Não sabia o que fazer. Até me surpreendia que o Edu não tivesse me escrito se gabando daquela espécie de vitória.
Fiquei umas meia hora vendo TV, e olhava de vez em quando pro celular e reparava numa coisa... Maria estava quase o tempo todo online...
Deixei passar mais uns trinta minutos até que me aproximei do quarto na surdina. Não ouvi nada.
Me despi no escuro, tentando fazer o menor barulho possível, e me deitei na cama. Pela respiração de Maria, parecia claro que ela estava dormindo. Abri a gaveta do criado-mudo... e tateei com a mão até alcançar o vibrador. Nervoso... levei aquele pau de plástico até o nariz... e ele fedia a buceta de um jeito brutal de novo.

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Deixei de volta no lugar. Não tinha a menor dúvida de que Maria tinha acabado de usar. Mas dessa vez eu começava a sentir coisas que já não eram só tesão e excitação; começava a sentir também uma certa sensação de falta de controle e também de preocupação.
Me deitei na cama, do lado da Maria, que tava dormindo, e na escuridão do nosso quarto comecei a pensar pela primeira vez que podia perdê-la. Sim, de março a agosto com tudo aquilo e pensei nisso naquele momento pela primeira vez. Tão obcecado tinha ficado perguntando pra Maria se o Edu a excitava, empurrando ela pra que fosse assim, que talvez eu tivesse empurrando ela pra algo mais e não só sexual. Era só a sombra de uma dúvida, uma possibilidade. E é que, por outro lado, conhecia a Maria e não a imaginava tendo uma "paixonite" por aquele metido. Tipo, a Maria sempre mostrou que tinha sacado a dele desde o começo, além de ser uma mulher madura e inteligente pra cair na lábia daquele babaca, esnobe e gostoso de praia... mas por outro lado, o Edu saber que dias a Maria ia na casa dele e, principalmente, que biquínis ela ia usar, envolvia uma putaria que talvez com alguém que só te atrai você não tenha. Não sabia. Mas aquela cumplicidade de pedir que biquíni vestir e ela obedecer me deixava confuso. Em que ponto? Que tipo de vínculo duas pessoas têm pra pedir isso e a outra aceitar ou obedecer? Será que era possível esse jogo sem terem se pegado? É que por outro lado, eu sabia, tinha certeza absoluta de que não tinham se pegado? Via a Maria estranha às vezes e sem dúvida o Edu podia excitar ela... e ela se masturbava talvez ou quase com certeza pensando nele, mas se tivessem se pegado eu notaria, além de não fazer sentido. Mas por outro lado, aquela frase do Edu: "você vai perdê-la por ser otário"... pra mim tinha um peso... era como uma laje no meu corpo.
Passei a noite em claro, e, na manhã seguinte, quando eu ia pro trabalho, a Maria ainda tava dormindo. Não consegui ir embora sem acordar ela com cuidado e perguntar o que ela ia fazer naquele dia. Ela disse que não sabia.
Não demorou muito pro terceiro elemento aparecer, já que o Edu me mandou mensagem no celular ao meio-dia. Não me surpreendeu nada a mensagem dele, ele tava se gabando ter acertado a dos sobre os biquínis, fiquei me perguntando se aquilo me fodia ou me alegrava, com uma espécie de sadismo, tipo um ressentimento que eu não sabia de onde vinha. Tentei não discutir com ele, porque aquele cara era uma bomba-relógio e não me convinha ficar de mal, mas era impossível, ele forçava a barra até eu não ter escolha a não ser mandar ele tomar no cu. Ele pediu de novo pra eu ir no banheiro do trabalho e eu recusei. Na época, tinha me atraído cumprir certos pedidos desses, a comparação do pau dele com o meu me excitava pela diferença que podia fazer pra Maria, mas a humilhação por puro sadismo e estando de mal não fazia sentido. A conversa terminou mal e eu fiquei ainda mais preocupado. Cada vez eu via ele mais perigoso, e comecei a me perguntar se realmente ia no dia seguinte com Maria passar um fim de semana com ele naquelas condições. O desejo de ver os dois juntos ia de um lado, mas o pânico de que cara a cara ele revelasse nosso segredo ia de outro, e, além disso, cada vez eu achava menos impossível. Liguei pra Maria pra saber o que ela faria naquele dia. Era uma ligação estranha, mas eu precisava ouvir a voz dela. Ela disse que como a gente tinha o casamento de um colega de trabalho dela no primeiro fim de semana de outubro, e a Paula já tinha voltado, elas iam almoçar juntas, e de tarde iriam ver vestidos pro casamento. Fiquei feliz. Pela primeira vez em seis meses, fiquei feliz que ela não fosse encontrar o Edu. A tarde inteira fiquei matutando se queria ou não passar o fim de semana na casa daquele cara. Continuava sentindo todo o tesão imaginável, mas a instabilidade dele e aquele medo de que... não sabia como explicar... de que Maria sentisse algo por ele me davam pânico. Também me perguntava se Maria seria sincera comigo de uma vez, e se ela mesma ia me dizer qual jogo ela tinha ou tinha tido com o Edu pra ele saber que biquíni vestir. Chegou a noite daquela quinta-feira. Eu estava exausto do dia de trabalho e de toda a tensão. Já na cama, Maria Ela estava usando uma camisola rosa com bolinhas... estava uma delícia... e fazia mais ou menos uma semana que não transávamos... Eu estava lendo um livro e vi ela tão gostosa, senti um amor tão puro por ela que falei do nada:
— Não quero que a gente vá amanhã na casa do Edu.
Esperava tirar da resposta dela alguma pista do que ela pensava ou sentia. Mas ela soltou um "tá bom" tão neutro que não soube o que interpretar.
Deitei do lado dela e, enquanto eu mexia no celular e ela lia, ela acabou me dizendo:
— Bom, então vou escrever pra ele falando que a gente não vai.
Me surpreendeu que ela nem perguntou o porquê da minha mudança tão drástica de opinião. Ela largou o livro e pegou o celular pra escrever pra ele.
Quando eu esperava que ela escrevesse uma frase e largasse o celular de novo na mesinha, o que aconteceu foi que ela escrevia uma frase atrás da outra. Sem parar. E não é que ela se afastasse descaradamente pra eu não ver o que estavam trocando... mas sim, sutilmente.
Pensei que o Edu devia estar perguntando o motivo do cancelamento dos planos, mas quando já passaram mais de cinco minutos, percebi que já deviam estar falando de outras coisas há um tempinho.
Levantei pra ir escovar os dentes. Deixei ela lá, trocando mensagem com ele... e comecei a sentir um tesão do caralho... Quando saí do banheiro, já tava com uma ereção mais que potente. Entrei no quarto e a Maria, só iluminada pela luz do abajur, continuava escrevendo recostada na cabeceira da cama, com as pernas dobradas... deixando ver uma calcinha preta, o cabelo bagunçado e uns peitos tão enormes que parecia que iam escapar da camisola, mas a coroa da imagem era como os bicos dos peitos dela apareciam pela seda rosa da camisola.
Olhei nos olhos dela. Ela me olhou. Era verdade que tava calor só por ser agosto, mas as bochechas dela mostravam uma temperatura mais alta. Tirei a cueca e ela continuava trocando mensagem...
Fiquei no pé da cama e ela puxou a camisola até a cintura... como se estivesse me dizendo o que eu tinha que fazer. fazer... me aproximei dela e comecei a beijar suas coxas... que estavam pegando fogo.
Meus beijos foram das pernas dela até a calcinha, parando ali pra dar vários beijos e ela não parava de digitar e de ficar corada. Passei minha língua e senti os lábios dela por cima do tecido, que inchavam a cada momento, ela começou a respirar mais ofegante e continuava sem parar de escrever. Não precisava ser muito esperto pra saber que o que eles trocavam tinha um toque picante ou quem sabe algo mais forte.
— O que vocês tão escrevendo? — sussurrei pra ela, sem conseguir me segurar.
Ela, sem responder, largou o celular na cama e tirou a calcinha. Na minha frente apareceu aquela beleza morena, com os pelos aparados, e com um cheiro tão forte que dava pra sentir perfeitamente a uns vinte ou trinta centímetros de distância que meu rosto tava da buceta dela. Passei um dedo no meio, dividindo a buceta dela em dois, e ela tremeu. Estiquei minha língua enquanto ela abaixava as alças da camisola e soltava os peitões dela. Quando o celular dela acendeu e ela correu pra pegar e ler. Foi ler e eu lamber, e as costas dela arquearam e ela soltou um gemido tão intenso que meu pau deu um pulo só com o som. Uma segunda lambida, outro arqueio das costas, outro gemido, mais cheiro de buceta no meu rosto e ela agarrou o celular com força, se preparando pra responder ele.
Minhas mãos foram pros peitos dela, e a mão esquerda dela foi pra minha cabeça, enquanto com a direita ela tentava digitar, mas eu sentia que o Edu escrevia mais que ela, e, sem dúvida, a Maria tava adorando o que lia daquele filho da puta. Comecei a sentir a buceta dela se desmanchar a cada mensagem que chegava. Era incrível como cada vez que ela lia, minha língua achava mais fácil chegar no fundo dela. Fiquei chupando a buceta dela uns dez minutos sem parar. Primeiro com a língua, depois com a língua e um dedo, e depois com a língua e dois dedos... e ela sempre vidrada no celular, escrevendo de vez em quando e lendo quase o tempo todo. Sentia as coxas dela tremer e meus lábios ficarem encharcados de tudo que ela soltava, aquele cheiro me embriagava e eu queria saber ao mesmo tempo que não queria saber o que eles escreviam. Comecei a ficar tão excitado que comecei a bater uma enquanto lambia ela de baixo pra cima sem parar.
Mas não esperava o que veio depois. Exatamente quando eu achava que ela estava prestes a gozar, e eu também, ela pediu pra eu parar. Tirei o rosto sem parar de me masturbar, e ela pegou o celular com as duas mãos pra digitar rápido algumas frases. Depois, uma das mãos dela foi pra buceta e começou a terminar o serviço que eu tinha começado. A tela do celular apagou por um instante e acendeu de novo, ela leu, a mão acelerou no clitóris, fechou os olhos, eu acelerei minha punheta, ela esfregou com maestria mas brutalidade a buceta, o torso deu um espasmo brusco, a boca se abriu, os olhos fecharam, gemeu um rápido ¡¡ahh, ahhh!!... e começou a explodir num orgasmo intensíssimo, abrindo e fechando as pernas e deixando o celular cair... eu, vendo ela assim, com os peitos enormes e os bicos incrivelmente grandes... a cara dela, o gemido... comecei a gozar na cama sem me importar como ia sujando sem parar todos os lençóis...
Não sei quem terminou o orgasmo primeiro, mas lembro como a tela dela não apagava e eu me afastei até ficar de pé. Maria recuperou a compostura e, pra minha surpresa, virou de lado, quase me dando as costas, e virou o celular, sem ler nada.
Fui pro banheiro e entrei no chuveiro, sem saber se tava feliz por Maria ter entrado de vez no jogo ou se tava apavorado por ela sentir algo por ele.
Ouvi Maria ir do banheiro pro quarto enquanto eu tomava banho, talvez trocando os lençóis... também ouvi a torneira, talvez se lavando, até que saí do banheiro e me apoiei na pia.
Senti Maria imediatamente atrás de mim, me abraçou nua, e falou séria:
— A gente só trocou umas besteiras. — Bom, já viu que não te perguntei mais nada.
— Foram só umas besteiras. Mas foi uma idiotice.
Virei-me para ela e beijei seus lábios enquanto acariciava seu rosto:
— Só me jura que se vocês fizerem algo, você me conta... ou me fala antes...
— Você é louco. Não vou fazer nada com ele. Foi uma besteira. Não devia ter acontecido.
— Não sei, Maria...
— Não sabe o quê...
— Que não sei o que quero.
— Eu sei sim. Vamos esquecer esse assunto de vez. Acabou. Fomos longe demais. Você perdeu o controle no começo, e eu agora.
Nos beijamos nas bochechas e trocamos selinhos nos lábios, sempre nos abraçando, ali, de pé, no meio do banheiro, por vários minutos.
— Posso ler o que vocês escreveram? — falei, e até me surpreendi por ter dito isso.
— Eu apaguei na hora.
— E por quê?
— Porque... me dá vergonha, foram umas besteiras, mas besteiras que não deviam ter acontecido.
— E vocês tão tramando mais besteiras por aí?
— Como? Não te entendi.
A partir daí, comecei a perguntar de todas as maneiras possíveis, sem me entregar, se eles tinham alguma palhaçada, se, assim como tinham trocado mensagens naquela noite, tinham algum jogo, algo com um puta tesão... eu obviamente tentava chegar no assunto dos biquínis até que surgiu. Maria me disse que, de uns tempos pra cá, ele tinha dado umas indiretas sobre qual roupa caía melhor nela e quais biquínis... e que um dia, meio na brincadeira, meio sério, ela tinha realizado aquela espécie de capricho dele. Insisti se era algo tão inocente assim, e ela jurou que sim.
Deitamos, abraçados, e eu sentia ela envergonhada pelo que aconteceu e tão perdida quanto eu.
Como não podia ser diferente, na manhã seguinte, enquanto eu tava no trampo, o Edu me mandou:
— CAGOU DE MEDO, SEU FILHO DA PUTA? Então saiba que EU VOU COMER ELA DO MESMO JEITO, venham pra casa ou não, QUERENDO OU NÃO, COM VOCÊ NA FRENTE OU NÃO. Porra, ontem mandei uma FOTO DA MINHA PIROCA E VOCÊ NÃO VIU A RESPOSTA DELA!!!

Continua...

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