Aconteceu num verão.

Passei um bom tempo admirando e desejando a Karina, uma gostosa daquelas. Nem se fala em janeiro ou fevereiro, quando nossas duas famílias passavam as férias juntas, em apartamento ou chalé alugado.
A vida em comum era confusa, bagunçada, não faltavam brincadeiras entre os quatro adultos: Mariana — minha esposa, Karina, Aldo — o marido dela — e eu. As crianças eram um furacão.
Eu olhava para a Karina enquanto ela se exibia em casa, no jardim ou na praia, sempre de biquíni: era uma tentação de verdade. O marido, provavelmente, percebia meu desejo, mas ficava totalmente indiferente, atitude típica de um aspirante a corno.
Cabelo castanho comprido, alta com mais de 1,70m, rosto delicado, peitos lindos, uma bunda de cinema e coxas firmes e longas. Era uma mulher linda, pouco mais de 30 anos.
Simpática, espirituosa, bem-humorada, mais de uma vez, sem ninguém ouvir, eu dizia que "comeria ela" com um puta prazer.
— Tira essa ideia da cabeça, idiota. Pra você, eu sou a "Coca que se olha e não se toca" — era o tipo de resposta que eu levava.
Até que um entardecer, na praia, resolvi voltar pro chalé um pouco mais cedo pra consultar uns arquivos no notebook e responder uma pergunta que tinham me feito na empresa onde eu trabalhava.
Karina disse que tinha "uma emergência":
— Vou com você, assim você abre a porra da porta — falou.
A fechadura da porta da entrada estava com defeito — o chaveiro demorava pra vir arrumar — e era difícil de abrir.
Quando chegamos — ela tinha andado um pouco na minha frente, me enlouquecendo com a rebolada da bunda — eu não conseguia destravar o ferrolho:
— Abre rápido, que vou fazer xixi nas calças — disse, apertada.
Continuei forçando a chave, com cuidado pra não quebrar.
— Anda logo, idiota. Vou mijar nas calças se você não abrir.
— Tô tentando.
Consegui e abri a porta, mas a Karina tinha tomado uma decisão rápida e inesperada.
— Com sua licença, vira pro outro lado, que vou mijar aqui fora, não consigo aguentar ela mais-
Dito isso, ela se moveu até um arbusto ralo, abaixou a calcinha do biquíni e se agachou, dobrando os joelhos, mostrando sem vergonha as coxas.
Não esperava por isso, mas me liguei rápido. Me posicionei, sorrateiramente, atrás dela, ouvi o fluxo copioso de líquido como se fosse uma torneira aberta.
-Uhiii que alívio, tava explodindo!!- murmurou enquanto continuava mijando com as pernas abertas.
O barulho do líquido fluindo diminuía devagar. Me agachei, perto dela, e coloquei uma mão debaixo da bunda dela e a puxei pra perto da pussy, enquanto ela ainda tava mijando. Nos dedos, senti o calor da urina dela.
-Vai, termina, Karina, que eu cuido de enxaguar sua pussy- falei enquanto meus dedos começavam a esfregar a fenda dela.
-Que merda cê tá fazendo, Juannn!- gritou, sem mudar de posição
-Por acaso cê é um bidê? Para com isso agora!-
-Parar? Já tinha me jogado no abismo, valia a pena continuar, ainda mais que ela não se mexia e recebia, de pernas abertas, os massages da minha mão que tava masturbando ela.
Depois de uns instantes
-Tá gostoso seu massagizinho! Mas para. Vou contar pra sua mulher e pro meu marido-
-Fala pra quem quiser, mas faça o que fizer, vou te comer, puta- respondi enquanto a pegava com as duas mãos na altura do peito e me levantava, forçando ela a fazer o mesmo. Sempre segurando por trás, levantada no peso e com a calcinha do biquíni nos joelhos, arrastei ela pra dentro de casa e soltei pra virar o corpo dela, encostei ela na porta mal fechada. Pegando ela pelo cabelo, forcei ela a levantar a cabeça que tentava baixar e beijei com gosto na boca. Ela respondeu ao beijo e a gente ficou uns instantes se babando um no outro.
Com a mão direita, peguei a pussy peluda dela e comecei a massagear. Karina começou a gemer baixinho, baixinho. Era claro que o "tratamento" tava agradando
-Abre mais as pernas, puta gulosa!-
-Tá bom, mas não me deixa A malla!
Me agachei de cócoras, tirei a parte de baixo do biquíni dela, ela obedeceu a ordem e eu enfiei a cara na buceta dela. Que cheiro fantástico! Que calorzinho! Que sucos vaginais gostosos!
Fiquei babando ela um tempo, masturbando com os lábios e a língua. Ela gemia e ficava cada vez mais molhada. Quando me cansei do sexo oral, me levantei, baixei a sunga e, com o pau duríssimo pra fora, peguei ela pela mão e levei até a cama do quarto dela. Deitei ela e, abrindo ainda mais as pernas, subi em cima e penetrei de uma vez só.
— Ahhhh… que pau bom que você tem, vagabundo! Vai, me come, me come! — murmurou ela.
Não precisava do incentivo dela e comecei a meter com força, enquanto beijava o pescoço e a boca dela. Mal consegui puxar o sutiã dela e, assim que pus a mão num peito, ela teve um orgasmo com gritos e tremores no corpo.
Continuei comendo ela, com pequenas pausas pra prolongar o prazer, até que não aguentei mais e enchi ela de porra, enquanto ela gozava de novo, gritando o tesão dela.
Entre preparativos, trepada e recuperar as forças, tinha passado uns trinta minutos. Percebemos o risco de que, intrigados pela demora em voltar pra praia da Karina, o marido ou minha esposa viessem ver o que tava rolando. Entramos em pânico e, rapidamente, peguei as roupas de banho espalhadas na entrada, vesti minha sunga, levei a calcinha pra Karina, coloquei o notebook na mesa da sala, liguei e sentei na frente, com o mouse na mão e o olho fixo na tela.
Na hora certa. Não mais que cinco minutos depois, Aldo abriu a porta da frente.
— O que houve que a Karina não voltou com a gente? — ele perguntou.
Respondi que ela não tava bem, que perguntei se precisava de algo e ela garantiu que não, que era um mal-estar passageiro.
Aldo entrou no quarto e voltou minutos depois.
— Comeu algo que caiu mal, ela tá indisposta. Vou fazer um chá e um antiespasmódico pra ela — comentou.
— Por que ela não pediu pra mim?
— Ela tá deitada. só de calcinha. Deve ter sido sem vontade de se vestir. Vai, por favor, até a praia e avisa sua mulher, e tragam as crianças de volta.
— Ufaaa! Escapamos, pensei enquanto ia pra praia.
No dia seguinte, na primeira chance que tive de falar um instante a sós:
— Foi fabuloso ontem, Karina, mas deixou gostinho de quero mais. Temos que repetir, mas turbinado.
— É, verdade, gostei. Mas nem pensar em passar de novo pela angústia que passei, pelo risco de sermos descobertos.
Combinamos de sair de novo, assim que voltássemos pra cidade, depois das férias.
Foi assim: uma semana depois do retorno, entramos no motel MIX, no bairro Balvanera.
Sentamos no sofá do quarto e:
— Juan, aceitei esse encontro com você porque fiquei… excitada… pelo rápido que foi na praia, mas… — ela abriu o jogo.
— Eu também fiquei com uma puta vontade de você… —
ela me interrompeu pra completar o pensamento:
— … já vou avisando que vai ser a última. Trair meu marido Aldo e ao mesmo tempo a Mariana, minha amiga de infância, é demais pra mim. Não sou tão filha da puta.
Não a contradisse, preferi começar o aquecimento. Nos beijamos e acariciamos por um tempo. Sabendo, como escreveu José Hernández, “que o fogo pra esquentar / deve ir sempre por baixo”, meti a mão na entrepernas e comecei a apalpar a buceta dela.
Nos beijamos e babamos um bom tempo, depois levantamos. Enquanto empurrava ela por trás em direção à cama, levantei a saia dela e dei um tapa com a mão aberta naquele rabo de novela. Joguei ela na cama. Ela abriu as pernas e:
— Assim vestida?
— Claro que não! Tira a roupa.
Ela fingiu que ia começar, mas não dei tempo. Quase com fúria, arranquei a saia, a blusa e o sutiã. A calcinha, rasguei literalmente. A puta apareceu em toda sua majestosa nudez: os peitos brancos e túrgidos, os bicos duros, as coxas abertas e a buceta trepidante.
Eu Despi a minha vez e mergulhei naquela "graça de Deus" pra beijar, lamber, babar ela toda, começando pela boca, descendo pras tetas, pro umbigo, pro púbis. Sequei a buceta dela com a calcinha e meti lábios, língua e uns dois dedos.
Ela se mexia voluptuosamente, soltava gemidos longos, curtindo minhas efusões. Começamos a rolar, abraçados, na cama, trocando de posição. Ela também me beijava, me lambia e, de vez em quando, enfiava meu pau na boca, mas soltava logo, como se tivesse medo de acontecer cedo demais o que ela queria em outro buraco dela.

Chegou a hora em que as excitações ficaram tão intensas que não dava mais pra enrolar: meu pau parecia que ia explodir, não aguentei mais e enfiei na buceta peluda dela, que parecia tremer de espera.

A foda foi apoteótica. Comecei a meter com garra e veemência, empurrando com toda força, e a Karina, a cada entrada, respondia com tremores no corpo e gemidos de prazer. Toda vez que sentia que ia gozar, parava uns segundos a bombada, pra recomeçar devagar e acelerar com força de novo. Ela, de vez em quando, gemia mais alto até quase gritar um orgasmo. Segui assim uns minutos, mas já não consegui mais me controlar e, nos instantes de liberação, soltei todo meu leite dentro dela. Com o corpo espremido, ainda por cima dela, sussurrei no ouvido:
— Karina, você é uma puta estupenda, maravilhosa… a boceta mais deliciosa que já conheci…

Ela ficava calada, mas claramente gostava dos elogios.

Ficamos lado a lado descansando uns dez minutos ou talvez mais, ela de lado virada pra mim.
Apoiei a mão direita na bunda dela e meu pau endureceu de novo. Na minha mente, tomou forma um novo projeto: comer o cu dela.

Fiquei de joelhos no colchão e, com uma manobra repentina, virei ela de bruços. O cu dela apareceu majestoso, dois glúteos redondos e firmes, carne branca e o buraquinho. apertado.
—Que merda você tá fazendo, Juannnn? Nem pense em me comer no cu! —
Não respondi e comecei a lubrificar o orifício dela com os fluidos vaginais (talvez misturados com meu sêmen), mantendo-a deitada com o outro braço. Ela tentou virar o corpo pra ficar de barriga pra cima, mas não conseguiu — eu já tinha subido nas nádegas dela e pressionava as costas dela pra baixo.
—Pelo cu, nãooo, te imploro...
—Pelo cu sim, Karina. Você tem a bunda mais linda que já vi, uma maravilha da criação, não posso desperdiçar tamanha obra do Criador. Deixa eu te comer no cu, você vai gostar —
—Por favor, pelo cu não, não quero! — continuou reclamando, mas sem resistir.

Sem dizer “água vai”, abri os glúteos dela com as duas mãos e apoiei a glande no orifício, e devagarinho, bem devagar, empurrei a pica pra dentro.
—Aíiii, aíiii, tá doendo, seu desgraçado! Chega, chega! —
Enquanto continuava penetrando, eu dizia:
—Calma... Você vai gostar —
Parei por um instante quando as bolas encostaram nas nádegas dela. Depois, me inclinei sobre ela e comecei a meter.

Que sensação de prazer e poder a gente sente quando come uma mulher no cu, e Karina era uma grande mulher com uma bunda enorme.
Eu a tinha apertada contra o colchão e cravava fundo. Com uma mão, apalpava um peito dela, e com a outra, dedilhava a pussy. Ela começou a gemer de prazer e eu sentia, debaixo de mim, ela entregue e proativa (empinava a bunda como se quisesse uma penetração mais funda).
—Uhhhyy... Mmmhhh... tá bom... eu gosto... continua... continua... — ela balbuciava, entre gemidos.
Aumentei o ritmo do entra-e-sai. Não aguentei muito o vai-e-vem e soltei o resto de sêmen que ainda tinha. Ao mesmo tempo, percebi que a puta também gozava num orgasmo, gemendo sem moderação.

De novo, cabeça com cabeça no travesseiro:
—Puta divina... você é a mulher mais gostosa pra cama que a majestade natureza já criou... hoje você me deu uma alegria imensa... tô em dívida com você e pra sempre — disse em forma de agradecimento.
—Juaaann, ….., você me fez feliz esta tarde. Foi um sexo fantástico, …., a foda mais gostosa que já tive, …, obrigada—

A gente se arrumou, se higienizou e saiu do hotel.

Felizmente, a Karina tem a carne firme, os peitos, a barriga, a bunda e as pernas.
Já a determinação dela nem tanto: demorou meses pra ceder, mas em julho daquele mesmo ano, a gente teve a terceira trepada.
Ela deu outra “marmelada” no marido e na amiga.

2 comentários - Aconteceu num verão.

Muy bueno...!! le duró poco el papel de fiel...jaa!!. éso significa que te la culeastes muy bien...!! saludos..