(Os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Este é um daqueles relatos que vocês adoram ler, mas que eu não tenho orgulho de contar. Uma daquelas histórias de uma tarde quente de verão. Leire é minha irmã mais nova. Uma daquelas garotas que enlouquecem os colegas de classe, que devem pensar que ela faria maravilhas na cama, mas que na verdade não tem experiência sexual com outras pessoas.
Cabelo castanho claro, olhos azuis e uma expressão de inocência eterna. A gente se dava bem, embora muitas vezes, quando ficávamos sozinhos na sala, eu não soubesse do que falar com ela. Social e pessoalmente, vivíamos em mundos muito diferentes.
"Ei, abaixa isso", falei naquela tarde, quando estávamos deitados nos sofás. Eu tentava ver um filme e ela estava com YouTube ou vídeos do Instagram no celular ou algo do tipo.
"Desculpa. Tava vendo o último show de... puta merda, que gostoso"
"Parece um lixo. Você gosta da música dele ou do corpo?"
"Pelo segundo eu gosto do primeiro", ela riu.
Virei pra olhar pra ela e pigarreei.
"Você podia se cobrir um pouco na minha frente, não acha, Leire?"
"Por que você diz isso?"
"Porque você tá de calcinha, por exemplo."
E era verdade. Minha irmãzinha estava só com uma camiseta de manga curta e a calcinha. Nada mais. E apesar do calor, na frente de outra pessoa eu não teria coragem de ficar de cueca.
"Você tá num sofá e eu no outro. Você tá de frente. Se me viu, foi porque virou", disse ela, voltando a olhar pro celular. "Não gosta das pernas da sua irmã?"
"Que besteira você tá falando?"
Voltei pro meu filme e naquele momento Leire se levantou e sentou do meu lado. Eu me encolhi com um resmungo. Tinha espaço, porra, por que ela sentava do meu lado? Ela pegou minha mão e deixou cair sobre a perna dela.
"O que você tá fazendo?"
"São macias, né?" perguntou. "Vai, toca. Não tem nada de errado em você acariciar minhas pernas."
Era verdade. Percebi que ela realmente tinha as pernas muito macias. E muito bonitas. Tudo dito. Fiquei um tempo com a mão na coxa dela e fui tirar.
“Não… por favor, continua. Eu gosto.”
“Vai ver você vai ficar toda bobinha”, brinquei.
“Não fala besteira.”
Sorri e continuei acariciando a coxa dela. Me distraí um tempo vendo o filme e esqueci que minha mão estava na perna da minha irmã. Tanto que levei um susto quando de repente a ouvi suspirar. Foi um suspiro grande e longo. Olhei pra ela. E me horrorizei. Minha mão tinha subido pela perna da minha irmã e agora estava bem perto da calcinha dela. Perto da buceta dela.
“Desculpa”, falei, tirando a mão, mas ela segurou.
“Não falei que você tá me incomodando…”
“Leire…”
“Você tinha razão… tô toda bobinha… olha como você me deixou.”
E levou minha mão até a boceta dela. A calcinha estava completamente encharcada. Suco vaginal… me senti enojado comigo mesmo. Mas Leire continuava me olhando com um ar de inocência.
“Vem, por favor…”, ela pediu. Fomos pro quarto dela. A cama estava desarrumada. Ela sentou no colchão e me convidou a fazer o mesmo. “Se eu tivesse ficado naquele sofá, teria deixado ele todo molhado e não quero que a mamãe descubra.”
“Desculpa mesmo, não queria passar dos limites.”
“Por que você se desculpa? É muito gostoso quando alguém te toca. Por isso fiquei assim.”
“Nunca te tocaram?” perguntei. “Nem as pernas?”
“Claro que não. Pra mim, ouvir ‘vem cá, olhão, que vou te comer toda’ não me agrada muito, pra ser sincera. E é assim que meus colegas costumam chegar.”
“E eu achando que isso ficava pra depois do colégio.”
“Pois é, não, irmãozinho. Me guardei até depois do meu último aniversário”, disse, já que tinha feito 18 no começo do ano.
“Poxa.”
“Mas fico pensando no que tenho perdido. E se gostei de você tocar minha coxa… o resto do meu corpo deve ser uma delícia.”
“Sim, a sexualidade é uma coisa maravilhosa… então vou te deixar aqui, fechando a porta, e você pode experimentar seu corpo.”
“Por exemplo,” —Como assim?”, ela perguntou.
Olhei pra ela. E dessa vez, a expressão inocente dela não me pareceu tão inocente assim.
“Você sabe do que eu tô falando.”
“Claro, idiota. Me masturbar. Você faz isso, né?” Eu tossi. Fiquei vermelho. “Já te vi, sabia? Umas noites atrás, eu ia entrar pra te pedir uma coisa, mas parei. Você tava vendo pornô no computador e… com a mão no seu pau.”
“Leire! Pelo amor de Deus, para”, falei, morrendo de vergonha.
“Você pode fazer na minha frente? Por favor, maninho”, ela disse, e passou os braços no meu pescoço de um jeito sedutor. “Com certeza te ver vai me animar a tentar. E se você me ver, pode se animar também…”
“Isso é errado, Leire…”
“Por quê? Não tô te pedindo pra me tocar. Isso seria errado, né? Mas se dar prazer é bom, não é?”
Não dava pra negar aquele argumento, mesmo num contexto tão proibido. Minha irmãzinha se afastou pra me dar espaço na cama dela. Eu hesitei. Não devia fazer aquilo. Era errado.
Mas esqueci essa parte da moral quando vi ela tirando a calcinha. Bem devagar. Me deixando ver absolutamente tu-do. A bucetinha rosada dela, levemente molhada. Ela também tirou a camiseta, por baixo não tinha sutiã nenhum. Tava completamente pelada na minha frente.
“Que gostoso ficar assim com esse calor”, ela disse. “Com certeza faria bem pra você ficar assim também…”
“Não brinca comigo, Leire”, avisei. “Vou fazer o que você pediu, mas não vamos fazer besteira, tá?”
“Tá”, respondeu com um sorriso quente.
Tirei a calça com cuidado. Não tenho orgulho de dizer que já tava de pau duro. Era difícil não ficar com aquela imagem na minha frente. Tirei a cueca, liberando meu pau. Fiquei meio assustado quando vi a Leire se aproximar pra olhar de perto.
“Se importa se eu olhar enquanto você tira a camiseta?”
Tirei ela rápido pra evitar aquela situação constrangedora, e a Leire cumpriu a promessa. Voltou pra trás e se deitou na cama com as pernas esticadas. A mão dela já tava perto da intimidade.
“Vamos, irmão. Quero te ver.”
Me recostei. também no sofá e comecei a me masturbar. Vi que a Leire também tentava se tocar. A outra mão subiu para um dos peitos dela e ela começou a se dar muito prazer. Sorri ao vê-la assim, mas levantei o olhar. Melhor não me excitar muito com a imagem da minha irmã.
“Ai!”
Minha irmã tinha apoiado os cotovelos nas minhas pernas e estava me machucando. Parecia muito irritada quando me olhou.
“Não. Não quero que você se toque por se tocar. Quero que você me olhe. Quero que a gente passe um bom tempo assim. Quero que a gente se masturbe se olhando nos olhos.”
“Você é louca…”
“Pode ser. Mas vai me negar esse pedido? Acha que sua irmã não é gostosa o bastante?”
“Você é sim, Leire. Por isso mesmo. Tenho medo de não me controlar.”
“Fica tranquilo. Confio em você. Você me fez sentir bem. E quero que a gente termine de se sentir bem juntos.”
Aceitei o pedido dela. Voltamos a nos posicionar e retomamos nossas masturbações. Dessa vez não desviei o olhar. Segurei meu pau com vontade e deslizei a mão pra cima e pra baixo enquanto olhava pra minha irmã. Podia ver os dedos dela escorregando entre os lábios da buceta, ouvir os gemidos dela, o corpo dela tremendo de prazer. Os gemidos, os suspiros. A outra mão dela continuava cuidando de um dos peitos, acariciando e apertando aquele mamilo roçado.
Nossos olhares se cruzaram e sorrimos com cumplicidade. Dava pra gente brincar com aquilo sem problemas. Mas o problema estava se aproximando de mim aos poucos. Eu estava excitado e, portanto, ia gozar. Olhei em volta. Não tinha papel.
“Fica tranquilo, irmãozinho. Vou jogar os lençóis pra lavar, então termina onde der”, ofereceu minha irmãzinha. Ela acelerou o movimento da mão e finalmente gozou. Satisfeita, ficou reclinada pra me observar com atenção.
E naquele momento eu gozei. Explodi num orgasmo poderoso que não só acabou nos lençóis, mas… a barriga da minha irmã ficou toda melada com minha porra.
“Nossa… você realmente ficou satisfeito”, riu a Leire. “Não se preocupa. Vou me limpar e não vai ter acontecido nada.”
Levantei. Já Tínhamos feito um monte de besteiras naquela tarde. Pelo menos era o que eu pensava. Antes de eu colocar a cueca, a Leire engatinhou até mim e me deu um beijo leve... na cabeça do pau, onde ainda escorria um pouco de porra. Eu me afastei, mas ela me olhou com um sorriso. Lambeu os lábios.
"Desculpa. Tava curiosa. Vou me lavar, ok?"
Eu assenti, mas saí do quarto dela antes dela. Fui embora com a roupa na mão e fiquei pensando no que tinha feito. Era errado, mas não tava me dando remorso. Bom. Só aquela última coisa que a Leire tinha feito. De repente, ela bateu na porta do meu quarto.
"Terminei no banheiro, se quiser entrar...", disse a Leire.
"É... acho que vou tomar um banho. Valeu"
"Espero você encher a banheira pra ligar a máquina?"
"Sim, por favor."
Nada. Como se não tivéssemos feito nada. Melhor. Aquilo tinha tido seu ponto final. Fui pro banheiro e enchi a banheira com água morna. Pelo menos ali eu podia relaxar. Não me dei ao trabalho de encher o negócio todo. Entrei na banheira e fechei os olhos.
Quando tava mais relaxado e quase dormindo, algo me acordou. Abri os olhos, assustado. A Leire tava ali. E a mão dela no meu pau. Ela ainda tava completamente pelada.
"O que cê tá fazendo?"
"Não dava pra ficar assim. Com vontade de mais, maninho. Acho que é besteira resistir..."
"Resistir a quê?"
E ela passou uma perna por cima da banheira. Depois colocou a outra. Deitou em cima de mim. A mão dela continuava na minha virilha. E beijou meus lábios. Porra, não esperava que os lábios dela tivessem gosto de morango. Começou a me masturbar devagar. Tentei resistir, mas só no começo. Me deixei levar pelo beijo dela. Começamos a girar na banheira até que, aos poucos, fiquei por cima dela.
"Isso. Assim que eu gosto", disse ela, safada.
"Preciso parar..."
"Não. A gente tem que fazer. Você quer. E eu também quero."
"E como cê sabe que eu quero?", perguntei ofegante. Era minha última chance de resistir a fazer algo que eu poderia me arrepender.
“Por que você não saiu da banheira”, respondeu calmamente com um sorriso.
E ela tinha razão. Eu ainda estava ali com ela. Lembro que levantei as pernas dela suavemente, abrindo-as devagar. Deixei-as na borda da banheira, deixando ela totalmente exposta para mim. Mas ela parecia estar gostando. Me posicionei entre as pernas dela, com minha glande encostada na rachinha dela. Levantei a bunda dela, e não teve volta.
Eu estava completamente dentro da Leire. Vi ela fechar os olhos enquanto nos uníamos em um só. Ela mordeu o lábio inferior. Estava curtindo o que a gente fazia. Ela abriu os olhos de novo quando estávamos perfeitamente ligados. Sorriu ao nos olhar.
“Você não vai se mexer? Foi… incrível… assim…”, ela não conseguiu continuar porque eu tinha começado a meter nela. Muito devagar no começo. Ela sorria. Eu também sorria. Minha irmãzinha estava totalmente entregue aos meus movimentos.
Segurei ela pela bunda e empurrei com mais suavidade dentro da rachinha dela. Era uma sensação incrível. A Leire era bem apertadinha. Ela tinha se tocado pouco antes, mas mesmo assim meu pau tinha que abrir caminho dentro dela, e isso me deixava louco.
“Você tá gostando, neném?”, perguntei num tom de pegador que eu nem conhecia.
“Sim… sua neném tá gostando muito…”, gemeu. “Sua neném quer tudo…”
A água não chegava a cobrir os peitos da minha irmãzinha, então aproveitei pra provar eles com a língua. Aquele sabor proibido me enlouqueceu. E ela também, porque a respiração dela ficou ofegante, vítima do prazer duplo que eu tava causando. Ela apoiou a mão na minha cabeça, me convidando a chupar os peitos dela o quanto eu quisesse. Ela tinha um corpo de dar escândalo e aquela tarde estava sendo toda minha.
Me veio outra ideia pra torturar ela. Passei meu dedo indicador nos lábios dela. Separei eles levemente. Os dentes dela estavam separados, então continuei enfiando meu dedinho enquanto não parava de meter nela. Aí ela fechou os lábios em volta do meu dedo e começou a chupar devagar. Lambeu, brincou com a língua, fez uns barulhos muito obscenos que me deixaram muito excitado.Porra… isso me excita pra caralho…..., pensei, vítima da minha própria armadilha. Tentei me concentrar em penetrá-la, mas era difícil. Minha irmãzinha tinha transformado meu dedo num brinquedo safado. Perdemos o controle da nossa própria excitação. Acelerei o ritmo, um pouco mais rápido do que eu gostaria. No começo, queria esticar aquela sessão de sexo o máximo possível, mas meu corpo exigia que eu gozasse.
“Vou gozar… Leire, vou gozar…”
“Aguenta um pouco… eu também vou gozar…”, ela disse, soltando meu dedo naquele momento. “Por favor… vai ser incrível…”
Segurei um pouco minhas investidas até não aguentar mais. Bem no momento em que meu corpo soltava minha carga de sêmen, as pernas da Leire se fecharam nas minhas costas. Continuei penetrando ela por uns instantes enquanto esvaziava toda a minha carga dentro dela.
Saí do corpo dela e nos olhamos. Sorrindo e satisfeitos no começo. Depois, realmente me dei conta do que tinha acontecido. Fiquei sério. Esvaziamos a banheira e a Leire me acompanhou até meu quarto. Ainda estávamos nus, mas eu queria me vestir.
“Não me olha assim… Eu gostei muito.”
“Leire… eu gozei dentro de você…”
“Eu tomo pílula desde o ano passado”, ela disse, tirando um peso de mim. “Nunca teria arriscado ter um susto. E muito menos… na minha primeira vez.”
Meu coração foi aos pés.
“… Você tá de sacanagem.”
Ela balançou a cabeça.
“Você foi o primeiro, irmãozinho. E tô muito feliz”, completou com um sorriso. “Não se sinta mal. Eu queria fazer com alguém especial, não com aqueles babacas dos meus colegas de classe. E quem melhor do que você?”
“Mas…”
“Ssssssh”, ela disse, colocando um dedo nos meus lábios. “Só me fala se você gostou”, pediu. Não consegui mentir. Assenti com a cabeça, e então ela sorriu. “Então foi assim que eu queria. Consentido e aproveitando. Os dois.”
Ela me deu um beijo suave nos lábios e depois me deixou sozinho no meu quarto. Minha cabeça tava a mil. Tirar a virgindade da minha irmã… tinha sido bom demais.
Nossa mãe não demorou muito pra Chegar (já vestidos) e ficamos com ela enquanto ela desabafava sobre o dia de merda que teve no trabalho. Depois a Leire se ofereceu pra preparar o jantar pra gente e serviu uns filés grelhados que me caíram muito bem.
Fiquei preocupado que durante o jantar o comportamento da Leire entregasse a gente, mas foi o contrário. Na verdade, fui eu quem teve que tomar cuidado pra disfarçar, já que a mamãe me perguntou umas duas vezes se eu estava com alguma coisa.
Depois ficamos um tempão vendo TV juntos antes de ir dormir. Me despedi delas e fui pro meu quarto. Garanti de deixar a porta entreaberta, porque ia ver um pouco de pornô no computador, mas se alguém se aproximasse do meu quarto, queria ouvir.
Minha precaução foi totalmente insuficiente. Tinha procurado um vídeo da Amarna Miller quando, naquele momento, uma cabeça se apoiou no meu ombro, e uma mão se fechou sobre a minha (e minha mão já estava segurando minha ereção).
"Você prefere ruivas? Posso pintar o cabelo se quiser…", ela sussurrou.
"Leire! O que você tá fazendo?"
"Bom, fiquei o resto da tarde pensando. Você tá solteiro. Eu tô solteira. A gente se divertiu pra caramba essa noite. E ter o amante em casa é super prático…"
"Você enlouqueceu…", eu falei, mas naquele momento ela fechou a sessão do computador e puxou minha cadeira pra trás. Diante dos meus olhos atônitos, ela se ajoelhou, abrindo minhas pernas. "Leire…"
"Fico louca por você, irmãozinho. Não quero que você se masturbe. A gente pode sentir prazer juntos…", ela disse. E como se estivesse se segurando há um tempão, levou minha ereção à boca. Beijou minha glande e seus lábios percorreram meu pau. Sua língua inexperiente me deu muito tesão. Ela tirou da boca e começou a me dar beijos por todo o pênis enquanto tirava a camiseta de verão com que dormia e por baixo não tinha sutiã. "Sou mulher o bastante pra você? Posso substituir suas garotas do pornô?"
Eu assenti na hora. Mas não podia tolerar uma atitude tão submissa. Levei ela até minha cama. Nossos corpos se encontraram nus de novo. Puxei ela até ficar por cima de mim, e ela sentou de uma vez na minha ereção.
"Mmmmm... eu gosto muito disso... mas não podemos fazer barulho..."
Então, enquanto ela cavalgava por vários minutos e seus suspiros viraram gemidos, meu dedo funcionou como uma chupeta que abafou o som do prazer. A luz estava apagada e mal entrava claridade pela janela, então a silhueta da minha irmã tava me deixando com muito tesão. Aguentamos uns minutos até gozarmos, e depois ela se deitou na cama ao meu lado. Liguei o ventilador, e quando voltei pro colchão, ela se encostou no meu corpo.
"Você se importa se eu dormir com você?"
"E se a mamãe nos pegar?"
"Vou dizer que meu ventilador quebrou, e que meu irmão foi tão bonzinho a ponto de compartilhar o dele", disse ela com malícia. "E se ela não nos pegar, guardo essa mentira pra... outra noite".
Começava uma relação curiosa com minha querida irmã.MEUS OUTROS CONTOS, passem, vejam e aproveitem eles 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, a namorada trans.(continuando)AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga travesti.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fiquei de quatro com meu ex… e minha namoradaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(continuando)A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A namorada da minha filha
Meus amigos(continuando)Confissões delaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Confissões deleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Noite louca pra caralho
Contos curtos
A garota do tremDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por um erroDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me pediram um favor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fantasia dela, fantasia dos dois
Cabelo castanho claro, olhos azuis e uma expressão de inocência eterna. A gente se dava bem, embora muitas vezes, quando ficávamos sozinhos na sala, eu não soubesse do que falar com ela. Social e pessoalmente, vivíamos em mundos muito diferentes.
"Ei, abaixa isso", falei naquela tarde, quando estávamos deitados nos sofás. Eu tentava ver um filme e ela estava com YouTube ou vídeos do Instagram no celular ou algo do tipo.
"Desculpa. Tava vendo o último show de... puta merda, que gostoso"
"Parece um lixo. Você gosta da música dele ou do corpo?"
"Pelo segundo eu gosto do primeiro", ela riu.
Virei pra olhar pra ela e pigarreei.
"Você podia se cobrir um pouco na minha frente, não acha, Leire?"
"Por que você diz isso?"
"Porque você tá de calcinha, por exemplo."
E era verdade. Minha irmãzinha estava só com uma camiseta de manga curta e a calcinha. Nada mais. E apesar do calor, na frente de outra pessoa eu não teria coragem de ficar de cueca.
"Você tá num sofá e eu no outro. Você tá de frente. Se me viu, foi porque virou", disse ela, voltando a olhar pro celular. "Não gosta das pernas da sua irmã?"
"Que besteira você tá falando?"
Voltei pro meu filme e naquele momento Leire se levantou e sentou do meu lado. Eu me encolhi com um resmungo. Tinha espaço, porra, por que ela sentava do meu lado? Ela pegou minha mão e deixou cair sobre a perna dela.
"O que você tá fazendo?"
"São macias, né?" perguntou. "Vai, toca. Não tem nada de errado em você acariciar minhas pernas."
Era verdade. Percebi que ela realmente tinha as pernas muito macias. E muito bonitas. Tudo dito. Fiquei um tempo com a mão na coxa dela e fui tirar.
“Não… por favor, continua. Eu gosto.”
“Vai ver você vai ficar toda bobinha”, brinquei.
“Não fala besteira.”
Sorri e continuei acariciando a coxa dela. Me distraí um tempo vendo o filme e esqueci que minha mão estava na perna da minha irmã. Tanto que levei um susto quando de repente a ouvi suspirar. Foi um suspiro grande e longo. Olhei pra ela. E me horrorizei. Minha mão tinha subido pela perna da minha irmã e agora estava bem perto da calcinha dela. Perto da buceta dela.
“Desculpa”, falei, tirando a mão, mas ela segurou.
“Não falei que você tá me incomodando…”
“Leire…”
“Você tinha razão… tô toda bobinha… olha como você me deixou.”
E levou minha mão até a boceta dela. A calcinha estava completamente encharcada. Suco vaginal… me senti enojado comigo mesmo. Mas Leire continuava me olhando com um ar de inocência.
“Vem, por favor…”, ela pediu. Fomos pro quarto dela. A cama estava desarrumada. Ela sentou no colchão e me convidou a fazer o mesmo. “Se eu tivesse ficado naquele sofá, teria deixado ele todo molhado e não quero que a mamãe descubra.”
“Desculpa mesmo, não queria passar dos limites.”
“Por que você se desculpa? É muito gostoso quando alguém te toca. Por isso fiquei assim.”
“Nunca te tocaram?” perguntei. “Nem as pernas?”
“Claro que não. Pra mim, ouvir ‘vem cá, olhão, que vou te comer toda’ não me agrada muito, pra ser sincera. E é assim que meus colegas costumam chegar.”
“E eu achando que isso ficava pra depois do colégio.”
“Pois é, não, irmãozinho. Me guardei até depois do meu último aniversário”, disse, já que tinha feito 18 no começo do ano.
“Poxa.”
“Mas fico pensando no que tenho perdido. E se gostei de você tocar minha coxa… o resto do meu corpo deve ser uma delícia.”
“Sim, a sexualidade é uma coisa maravilhosa… então vou te deixar aqui, fechando a porta, e você pode experimentar seu corpo.”
“Por exemplo,” —Como assim?”, ela perguntou.
Olhei pra ela. E dessa vez, a expressão inocente dela não me pareceu tão inocente assim.
“Você sabe do que eu tô falando.”
“Claro, idiota. Me masturbar. Você faz isso, né?” Eu tossi. Fiquei vermelho. “Já te vi, sabia? Umas noites atrás, eu ia entrar pra te pedir uma coisa, mas parei. Você tava vendo pornô no computador e… com a mão no seu pau.”
“Leire! Pelo amor de Deus, para”, falei, morrendo de vergonha.
“Você pode fazer na minha frente? Por favor, maninho”, ela disse, e passou os braços no meu pescoço de um jeito sedutor. “Com certeza te ver vai me animar a tentar. E se você me ver, pode se animar também…”
“Isso é errado, Leire…”
“Por quê? Não tô te pedindo pra me tocar. Isso seria errado, né? Mas se dar prazer é bom, não é?”
Não dava pra negar aquele argumento, mesmo num contexto tão proibido. Minha irmãzinha se afastou pra me dar espaço na cama dela. Eu hesitei. Não devia fazer aquilo. Era errado.
Mas esqueci essa parte da moral quando vi ela tirando a calcinha. Bem devagar. Me deixando ver absolutamente tu-do. A bucetinha rosada dela, levemente molhada. Ela também tirou a camiseta, por baixo não tinha sutiã nenhum. Tava completamente pelada na minha frente.
“Que gostoso ficar assim com esse calor”, ela disse. “Com certeza faria bem pra você ficar assim também…”
“Não brinca comigo, Leire”, avisei. “Vou fazer o que você pediu, mas não vamos fazer besteira, tá?”
“Tá”, respondeu com um sorriso quente.
Tirei a calça com cuidado. Não tenho orgulho de dizer que já tava de pau duro. Era difícil não ficar com aquela imagem na minha frente. Tirei a cueca, liberando meu pau. Fiquei meio assustado quando vi a Leire se aproximar pra olhar de perto.
“Se importa se eu olhar enquanto você tira a camiseta?”
Tirei ela rápido pra evitar aquela situação constrangedora, e a Leire cumpriu a promessa. Voltou pra trás e se deitou na cama com as pernas esticadas. A mão dela já tava perto da intimidade.
“Vamos, irmão. Quero te ver.”
Me recostei. também no sofá e comecei a me masturbar. Vi que a Leire também tentava se tocar. A outra mão subiu para um dos peitos dela e ela começou a se dar muito prazer. Sorri ao vê-la assim, mas levantei o olhar. Melhor não me excitar muito com a imagem da minha irmã.
“Ai!”
Minha irmã tinha apoiado os cotovelos nas minhas pernas e estava me machucando. Parecia muito irritada quando me olhou.
“Não. Não quero que você se toque por se tocar. Quero que você me olhe. Quero que a gente passe um bom tempo assim. Quero que a gente se masturbe se olhando nos olhos.”
“Você é louca…”
“Pode ser. Mas vai me negar esse pedido? Acha que sua irmã não é gostosa o bastante?”
“Você é sim, Leire. Por isso mesmo. Tenho medo de não me controlar.”
“Fica tranquilo. Confio em você. Você me fez sentir bem. E quero que a gente termine de se sentir bem juntos.”
Aceitei o pedido dela. Voltamos a nos posicionar e retomamos nossas masturbações. Dessa vez não desviei o olhar. Segurei meu pau com vontade e deslizei a mão pra cima e pra baixo enquanto olhava pra minha irmã. Podia ver os dedos dela escorregando entre os lábios da buceta, ouvir os gemidos dela, o corpo dela tremendo de prazer. Os gemidos, os suspiros. A outra mão dela continuava cuidando de um dos peitos, acariciando e apertando aquele mamilo roçado.
Nossos olhares se cruzaram e sorrimos com cumplicidade. Dava pra gente brincar com aquilo sem problemas. Mas o problema estava se aproximando de mim aos poucos. Eu estava excitado e, portanto, ia gozar. Olhei em volta. Não tinha papel.
“Fica tranquilo, irmãozinho. Vou jogar os lençóis pra lavar, então termina onde der”, ofereceu minha irmãzinha. Ela acelerou o movimento da mão e finalmente gozou. Satisfeita, ficou reclinada pra me observar com atenção.
E naquele momento eu gozei. Explodi num orgasmo poderoso que não só acabou nos lençóis, mas… a barriga da minha irmã ficou toda melada com minha porra.
“Nossa… você realmente ficou satisfeito”, riu a Leire. “Não se preocupa. Vou me limpar e não vai ter acontecido nada.”
Levantei. Já Tínhamos feito um monte de besteiras naquela tarde. Pelo menos era o que eu pensava. Antes de eu colocar a cueca, a Leire engatinhou até mim e me deu um beijo leve... na cabeça do pau, onde ainda escorria um pouco de porra. Eu me afastei, mas ela me olhou com um sorriso. Lambeu os lábios.
"Desculpa. Tava curiosa. Vou me lavar, ok?"
Eu assenti, mas saí do quarto dela antes dela. Fui embora com a roupa na mão e fiquei pensando no que tinha feito. Era errado, mas não tava me dando remorso. Bom. Só aquela última coisa que a Leire tinha feito. De repente, ela bateu na porta do meu quarto.
"Terminei no banheiro, se quiser entrar...", disse a Leire.
"É... acho que vou tomar um banho. Valeu"
"Espero você encher a banheira pra ligar a máquina?"
"Sim, por favor."
Nada. Como se não tivéssemos feito nada. Melhor. Aquilo tinha tido seu ponto final. Fui pro banheiro e enchi a banheira com água morna. Pelo menos ali eu podia relaxar. Não me dei ao trabalho de encher o negócio todo. Entrei na banheira e fechei os olhos.
Quando tava mais relaxado e quase dormindo, algo me acordou. Abri os olhos, assustado. A Leire tava ali. E a mão dela no meu pau. Ela ainda tava completamente pelada.
"O que cê tá fazendo?"
"Não dava pra ficar assim. Com vontade de mais, maninho. Acho que é besteira resistir..."
"Resistir a quê?"
E ela passou uma perna por cima da banheira. Depois colocou a outra. Deitou em cima de mim. A mão dela continuava na minha virilha. E beijou meus lábios. Porra, não esperava que os lábios dela tivessem gosto de morango. Começou a me masturbar devagar. Tentei resistir, mas só no começo. Me deixei levar pelo beijo dela. Começamos a girar na banheira até que, aos poucos, fiquei por cima dela.
"Isso. Assim que eu gosto", disse ela, safada.
"Preciso parar..."
"Não. A gente tem que fazer. Você quer. E eu também quero."
"E como cê sabe que eu quero?", perguntei ofegante. Era minha última chance de resistir a fazer algo que eu poderia me arrepender.
“Por que você não saiu da banheira”, respondeu calmamente com um sorriso.
E ela tinha razão. Eu ainda estava ali com ela. Lembro que levantei as pernas dela suavemente, abrindo-as devagar. Deixei-as na borda da banheira, deixando ela totalmente exposta para mim. Mas ela parecia estar gostando. Me posicionei entre as pernas dela, com minha glande encostada na rachinha dela. Levantei a bunda dela, e não teve volta.
Eu estava completamente dentro da Leire. Vi ela fechar os olhos enquanto nos uníamos em um só. Ela mordeu o lábio inferior. Estava curtindo o que a gente fazia. Ela abriu os olhos de novo quando estávamos perfeitamente ligados. Sorriu ao nos olhar.
“Você não vai se mexer? Foi… incrível… assim…”, ela não conseguiu continuar porque eu tinha começado a meter nela. Muito devagar no começo. Ela sorria. Eu também sorria. Minha irmãzinha estava totalmente entregue aos meus movimentos.
Segurei ela pela bunda e empurrei com mais suavidade dentro da rachinha dela. Era uma sensação incrível. A Leire era bem apertadinha. Ela tinha se tocado pouco antes, mas mesmo assim meu pau tinha que abrir caminho dentro dela, e isso me deixava louco.
“Você tá gostando, neném?”, perguntei num tom de pegador que eu nem conhecia.
“Sim… sua neném tá gostando muito…”, gemeu. “Sua neném quer tudo…”
A água não chegava a cobrir os peitos da minha irmãzinha, então aproveitei pra provar eles com a língua. Aquele sabor proibido me enlouqueceu. E ela também, porque a respiração dela ficou ofegante, vítima do prazer duplo que eu tava causando. Ela apoiou a mão na minha cabeça, me convidando a chupar os peitos dela o quanto eu quisesse. Ela tinha um corpo de dar escândalo e aquela tarde estava sendo toda minha.
Me veio outra ideia pra torturar ela. Passei meu dedo indicador nos lábios dela. Separei eles levemente. Os dentes dela estavam separados, então continuei enfiando meu dedinho enquanto não parava de meter nela. Aí ela fechou os lábios em volta do meu dedo e começou a chupar devagar. Lambeu, brincou com a língua, fez uns barulhos muito obscenos que me deixaram muito excitado.Porra… isso me excita pra caralho…..., pensei, vítima da minha própria armadilha. Tentei me concentrar em penetrá-la, mas era difícil. Minha irmãzinha tinha transformado meu dedo num brinquedo safado. Perdemos o controle da nossa própria excitação. Acelerei o ritmo, um pouco mais rápido do que eu gostaria. No começo, queria esticar aquela sessão de sexo o máximo possível, mas meu corpo exigia que eu gozasse.
“Vou gozar… Leire, vou gozar…”
“Aguenta um pouco… eu também vou gozar…”, ela disse, soltando meu dedo naquele momento. “Por favor… vai ser incrível…”
Segurei um pouco minhas investidas até não aguentar mais. Bem no momento em que meu corpo soltava minha carga de sêmen, as pernas da Leire se fecharam nas minhas costas. Continuei penetrando ela por uns instantes enquanto esvaziava toda a minha carga dentro dela.
Saí do corpo dela e nos olhamos. Sorrindo e satisfeitos no começo. Depois, realmente me dei conta do que tinha acontecido. Fiquei sério. Esvaziamos a banheira e a Leire me acompanhou até meu quarto. Ainda estávamos nus, mas eu queria me vestir.
“Não me olha assim… Eu gostei muito.”
“Leire… eu gozei dentro de você…”
“Eu tomo pílula desde o ano passado”, ela disse, tirando um peso de mim. “Nunca teria arriscado ter um susto. E muito menos… na minha primeira vez.”
Meu coração foi aos pés.
“… Você tá de sacanagem.”
Ela balançou a cabeça.
“Você foi o primeiro, irmãozinho. E tô muito feliz”, completou com um sorriso. “Não se sinta mal. Eu queria fazer com alguém especial, não com aqueles babacas dos meus colegas de classe. E quem melhor do que você?”
“Mas…”
“Ssssssh”, ela disse, colocando um dedo nos meus lábios. “Só me fala se você gostou”, pediu. Não consegui mentir. Assenti com a cabeça, e então ela sorriu. “Então foi assim que eu queria. Consentido e aproveitando. Os dois.”
Ela me deu um beijo suave nos lábios e depois me deixou sozinho no meu quarto. Minha cabeça tava a mil. Tirar a virgindade da minha irmã… tinha sido bom demais.
Nossa mãe não demorou muito pra Chegar (já vestidos) e ficamos com ela enquanto ela desabafava sobre o dia de merda que teve no trabalho. Depois a Leire se ofereceu pra preparar o jantar pra gente e serviu uns filés grelhados que me caíram muito bem.
Fiquei preocupado que durante o jantar o comportamento da Leire entregasse a gente, mas foi o contrário. Na verdade, fui eu quem teve que tomar cuidado pra disfarçar, já que a mamãe me perguntou umas duas vezes se eu estava com alguma coisa.
Depois ficamos um tempão vendo TV juntos antes de ir dormir. Me despedi delas e fui pro meu quarto. Garanti de deixar a porta entreaberta, porque ia ver um pouco de pornô no computador, mas se alguém se aproximasse do meu quarto, queria ouvir.
Minha precaução foi totalmente insuficiente. Tinha procurado um vídeo da Amarna Miller quando, naquele momento, uma cabeça se apoiou no meu ombro, e uma mão se fechou sobre a minha (e minha mão já estava segurando minha ereção).
"Você prefere ruivas? Posso pintar o cabelo se quiser…", ela sussurrou.
"Leire! O que você tá fazendo?"
"Bom, fiquei o resto da tarde pensando. Você tá solteiro. Eu tô solteira. A gente se divertiu pra caramba essa noite. E ter o amante em casa é super prático…"
"Você enlouqueceu…", eu falei, mas naquele momento ela fechou a sessão do computador e puxou minha cadeira pra trás. Diante dos meus olhos atônitos, ela se ajoelhou, abrindo minhas pernas. "Leire…"
"Fico louca por você, irmãozinho. Não quero que você se masturbe. A gente pode sentir prazer juntos…", ela disse. E como se estivesse se segurando há um tempão, levou minha ereção à boca. Beijou minha glande e seus lábios percorreram meu pau. Sua língua inexperiente me deu muito tesão. Ela tirou da boca e começou a me dar beijos por todo o pênis enquanto tirava a camiseta de verão com que dormia e por baixo não tinha sutiã. "Sou mulher o bastante pra você? Posso substituir suas garotas do pornô?"
Eu assenti na hora. Mas não podia tolerar uma atitude tão submissa. Levei ela até minha cama. Nossos corpos se encontraram nus de novo. Puxei ela até ficar por cima de mim, e ela sentou de uma vez na minha ereção.
"Mmmmm... eu gosto muito disso... mas não podemos fazer barulho..."
Então, enquanto ela cavalgava por vários minutos e seus suspiros viraram gemidos, meu dedo funcionou como uma chupeta que abafou o som do prazer. A luz estava apagada e mal entrava claridade pela janela, então a silhueta da minha irmã tava me deixando com muito tesão. Aguentamos uns minutos até gozarmos, e depois ela se deitou na cama ao meu lado. Liguei o ventilador, e quando voltei pro colchão, ela se encostou no meu corpo.
"Você se importa se eu dormir com você?"
"E se a mamãe nos pegar?"
"Vou dizer que meu ventilador quebrou, e que meu irmão foi tão bonzinho a ponto de compartilhar o dele", disse ela com malícia. "E se ela não nos pegar, guardo essa mentira pra... outra noite".
Começava uma relação curiosa com minha querida irmã.MEUS OUTROS CONTOS, passem, vejam e aproveitem eles 😃Férias com meus primos(fim)Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, a namorada trans.(continuando)AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga travesti.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fiquei de quatro com meu ex… e minha namoradaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
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Meus amigos(continuando)Confissões delaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Confissões deleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Noite louca pra caralho
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A garota do tremDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por um erroDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me pediram um favor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fantasia dela, fantasia dos dois
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