Casa do Roberto (Erros Corrigidos)

Essa história foi modificada pra não violar as regras (protocolo) da comunidade do Poringa. Os personagens e lugares mencionados são fictícios, e todos os personagens são maiores de idade (+18), independentemente das descrições físicas — elas não correspondem à idade real deles ou, se coincidirem, ainda assim são maiores de idade (+18). Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.


Depois de zoar na praça com a Anita, demos uma olhada pra ver se não tinha ninguém conhecido da nossa turma e nos despedimos com uns beijos espetaculares e bem profundos. Não tinha amor naqueles beijos, só pura paixão, com intenção de penetrar um no outro cada vez com mais força. Ela deu por encerrada a sequência de beijos, senão eu teria continuado até de madrugada na boca dela. Era um fogo pra mim, uma sensação que eu não queria parar de aproveitar. Ela me deu um sorriso safado com aqueles olhos cor de avelã lindos e disse: "Não esquece amanhã de trazer um pote da Serenísima". Isso me tirou completamente do meu estado de torpor e comecei a rir com ela pra responder: "Ah, acho que não foi tanta coisa assim". – "Então traz um pote de iogurte com cereais, acho que ninguém vai perceber". Continuamos rindo mais um pouco e fazendo piadas sobre o que tinha rolado. Aí cada um virou de costas e seguimos em direções opostas pras nossas casas. Os dias foram passando e minha afinidade com ela crescia. Claro, na aula a gente não se dava muita bola por causa do combinado, mas isso não impedia a gente de se mandar fotos atrevidas pelo celular (não vou postar, por favor não peçam) ou escrever textos longos descrevendo como a gente queria penetrar nos corpos um do outro ou as massagens que ela faria com a língua.


As reuniões de balanço eram chatas pra caralho porque a gente tava acompanhada e não podia se expressar sexualmente como queria na frente dos outros dois membros do grupo, mas de vez em quando ela sentava na minha frente na mesa, sentia o pé dela fazendo cócegas no meu volume pra deixar ele duro, aí ela esfregava de leve de um lado pro outro (óbvio que pra um cara que sabe se ajeitar, o pau fica de lado quando sentado, senão é desconfortável ou dolorido se a roupa aperta, mas vamos parar de explicar o óbvio), às vezes eu tossia pra avisar que tava excitado demais, aí ela parava, exceto num dia que dava pra ver que ela tava mais tarada que o normal, aí ela decidiu não parar e apertou com força os dedos do pé no meu volume, esfregando com força, foi dolorido mas terrivelmente excitante ao mesmo tempo, pra minha má sorte eu tava há vários dias sem gozar, o que me fez acumular uma porrada de esperma, isso também ajuda a gozar mais fácil, comecei a gozar de forma entrecortada, mas gostosa, senti meu pau pulsando e soltando em cada batida um jato de porra, posso garantir que contei 8 esguichos saindo da minha glande, graças a ver o Joaquín e o Roberto sentados a um metro de nós naquela mesa e pensar que podiam nos descobrir a qualquer momento me deixava excitado dez vezes mais do que o normal, só faltava um deles derrubar uma caneta, uma folha, qualquer merda, pra se abaixar debaixo da mesa e ver o que tava rolando, claro que a Anita ia baixar a perna na hora, mas minha calça molhada… Como é que eu ia explicar? E o cheiro de porra? Vamos ser realistas, depois de gozar, se a gente não limpa, começa a ter aquele cheiro característico de esperma que qualquer homem reconhece ou uma mulher experiente também. Por sorte isso não aconteceu, mas eu não parava de sentir minha gozada escorrendo pelos lados das minhas coxas, molhando a lateral da minha perna, minha virilha. até por me mexer errado, senti ele escorregar pra bunda esquerda, tudo ficava molhado e cada vez mais grudento, não posso mentir, tava ficando excitado pra caralho de saber que tinha gozado tanto de novo e que tava me molhando todo, queria que a Anita sentisse também e se perguntarem, sim, ela nunca baixou a perna, aliás, continuou brincando um pouco mais, com aqueles dedos flexíveis que ela tem, Deus abençoe quem inventou a ginástica artística, eu não tirava os olhos do meu caderno de anotações e das folhas de balanço, até que senti meu pau acalmar e a ereção sumir, aí levantei a cara e me deparei com uma Anita que disfarçadamente tapava o sorriso safado com a mão pra que os outros dois não vissem ela rir e me olhava com uns olhos completamente cheios de tesão, eu sei o que ela tava pensando, tava lembrando da minha gozada anterior e do gosto da minha porra, aí vi ela colocar a pontinha da língua pra fora do lado do sorriso, mexendo ela, HA sabia que ela queria provar de novo o gosto da minha porra, mas agora eu tava num problema maior, que porra eu ia fazer com a calça toda molhada e grudenta, como é que eu ia levantar, com certeza você também tava rindo disso, seu filho da p... não vou me descontrolar, vamos continuar; Graças à virgem Maria, o Roberto não teve ideia melhor do que dizer:


Roberto: vocês querem tomar um café?


Joaquín: porra, não é melhor?


Roberto: mamãeEla é alérgica, não me deixa nem guardar…


Joaquín: vai, para de encher o saco, seu idiota, só deve existir uma pessoa em toda a Argentina que é alérgica ao mate, e é a sua mãe, animal!!


(Esclarecendo: Joaquín e Roberto são amigos de infância, por isso escolheram a mesma carreira, então o tratamento é bem íntimo. Eu pareço saído de um desenho dublado em espanhol neutro por ser respeitoso.)


Roberto: e aí, o que você quer que eu faça? Se você já sabia, além disso, seu otário, vai lá e traz seu kit de mate!!



Joaquín: Sua mãe já não me enche o saco…


Roberto: vai tomar no cu então!!!


Joaquín se levanta e beija o Roberto com muita paixão… não, mentira, é zoeira, mas teria sido uma cena foda, né? Kkkkkk vamos voltar.


Roberto: vocês querem, garotos?


Eu: fala sério, manda um, mas no copão porque tô me sentindo muito cansado. - (se alguém sabe ou já passou por esse tipo de experiência, com certeza já adivinhou o que quero fazer) -


Joaquín: e aí Martin, muita punheta?.- (ele é bem folgado, mas idiota, acho que não sabia o que tava rolando debaixo da mesa, mas tenho que admitir que quase parei o coração.)


Eu: kkkkk não, só fiquei até tarde vendo uma série



Joaquín: sim, sim, é assim que a gente chama agora de séries e joguinhos.


Anita: se vocês forem ficar falando de como se masturbam, vou vazar pra puta que pariu (Valeu, Anita, por cortar esse clima)


Joaquín: falo pra dama, todo mundo de buceta fechada!!


Roberto: Não faz palhaçada, eu, Martin, cê sabe usar filtro, né? Seu velho toma, cê me falou, me dá uma mão? .- (puta que pariu, desculpa Roberto, vou pro caralho, mas só pra não transparecer, minhas calças)


Eu: Não fode, faz sozinho, igual você aprendeu a andar de bicicleta.


Joaquín: às vezes, quando quer, você é um filho da puta e nada de menino bonzinho educado.


Roberto: kkkkkk tá bom, mas depois não reclama do gosto, até porque eu não sei andar de bicicleta, nunca usei uma. – (puta que pariu, isso sim é triste… mais triste ainda foi ver a Anita se cagando de rir do comentário)
- bom, você não ri assim não…


Anita: desculpa, é que foi tão bom… vai, traz o café.


Depois de meia hora ele trouxe, o cheiro era bom, mas vi como ele tinha feito e sabia perfeitamente que era um tijolo no estômago engolir aquele líquido preto. Roberto distribuiu as xícaras, uma para cada um, e colocou biscoitos de banha na mesa, como se fosse pra grudar ainda mais o café. Tomei um gole… era horrível… “Como é que tá?” perguntou Roberto. Respondi: “Tá indo, tá indo.” Eles se cagaram de rir, e eu baixei a xícara, levantei os braços com meu celular, fingindo que tava olhando pra ele, e soltei. No movimento de pegar no ar, com meu braço esquerdo, derrubei a xícara inteira de café em cima da minha virilha e do meu estômago. Foi nessa hora que percebi que teria sido uma boa ideia esperar um pouco pra esfriar, assim minhas bolas teriam saído ilesas. Mas fazer o quê, o calor e o vapor saíam de todo lado, e eu segurei um grito real de dor por sentir que tava queimando a cintura inteira. Em vez de gritar, só gemi e mordi os lábios. Mas valeu a pena: quase todo o café caiu do lado esquerdo, molhando completamente a parte onde tinha acabado na minha coxa. Todos se levantaram de uma vez:


Anita: Nossa, você tá bem?!



Joaquin: Não, mano, tu vai ficar estéril (a gente tem que arrumar um psicólogo pra esse moleque, mas aquele comentário não foi tão sem noção, também fiquei preocupado com minha fertilidade)


Roberto: (vai pra cozinha e volta com um pano de prato) Toma, seca rápido, não esquenta com a cadeira ou o chão que eu limpo, o que que houve contigo?


Eu: nada, tenho mão de manteiga. O celular caiu e, pra segurar ele, derrubei a xícara. Foi uma burrice, porque ia cair só na mesa, não no chão.


Joaquín: viu Roberto, sempre tem um mais otário do que você!



Roberto: cala a boca, otário, e vira as folhas.


Joaquim, rindo, saiu correndo, mas por sorte a mesa ficou completamente seca. Eu passei aquele pano de prato só pelas pernas, porque já sabia o que tinha acontecido antes do café na minha calça. Levantei, sequei um pouco a cadeira, olhei minha calça e, por sorte, não dava pra ver nenhum vestígio da porra. Perguntei onde era o banheiro, e o Roberto disse que tinha dois: um no quarto dele, lá em cima, e outro também no primeiro andar, mas logo que se sobe a escada. Subi pingando café e entrei no banheiro ao lado da escada. Tirei o tênis, lavei um pouco as mãos, e quando comecei a abaixar a calça pra me secar e ver os estragos, a porta se abriu devagar. Me virei e era a Anita entrando na surdina. Fiz uma cara tipo "o que você tá fazendo aqui?!" E ela colocou o dedo indicador na boca, mandando eu calar a boca, se aproximou sem dar muitos passos e sussurrou no meu ouvido:


Anita: Falei pra vocês que ia pro outro banheiro, que o café me dava vontade de mijar.


Eu: mas que fina, foi assim que você falou pra elas?


Anita: Não sou tarado, mas você me entende, como cê tá? Doeu muito?


Eu: já sei, porra.Almocei bem, tô de boa, não tava tão quente a ponto de queimar minha pele… acho.


Anita: deixa eu ver.


Então ela se abaixa, puxando o moletom ao mesmo tempo, e a gente vê os dois meu pau, normal mas vermelho, igualzinho minha pélvis e minha coxa esquerda. Ela se levanta de novo, sussurra no meu ouvido:


Anita: bom, não se queimou, mas tá vermelho, embora assim também fique bonito.



Eu: beleza, ótimo, queima você aí usa a palavra: buceta assim eu te falo que gostosa que ela tá.


Anita cospe saliva segurando o riso, molhando minha orelha com ela, aí sinto a língua dela no meu ouvido e as mãos frias dela nas minhas bolas, caralho, nunca me canso de sentir as mãos dela ali.


Anita: Não aguentava mais, queria que você gozasse, saiu pra caralho, né? Porque você molhou minha meia um pouco também, fiquei com uma vontade danada de chupar tudo (ela masturba meu pau pra ele ficar duro). Queria saber se ia estar igualmente gostoso, teria limpado sua perna inteira.


Eu: (gemendo) Ana, para, se subirem vão saber, a gente tá na casa do Roberto


Anita: me fode, isso não te deixa durão pra caralho a gente estar na casa dos outros? (ela tinha razão, meu pau vermelho e tudo já tava duro de novo e ela masturbava bem satisfeita)


Eu: tô muito tarado, quero encher sua buceta de porra.


Anita: viu que você é tão sujo quanto eu? Então vai me engravidar aqui na casa do Roberto, hein?


Eu: Às vezes imagino que sai tanta porra quando gozo no seu cu, que você começa a tossir e sai sêmen pela boca.


Anita: ah, a puta que te pariu, nunca imaginei isso, ia ser uma delícia kkkkk.


Eu: bom, acho que você ia morrer mesmo kkkkkk.


Anita para de rir, abaixa a voz e se agacha. Começou a chupar meu pau, eu só fechei os olhos e senti a sensação quentinha da língua dela, junto com a presença doce da saliva que molhava tudo. Ela parou de chupar por um momento e se afastou:


Anita: mano, essa tá meio seca, mas fica bem com café, o sabor é uma delícia


Comecei a rir baixinho, mas cortei a risa colocando a mão direita na nuca da Anita, conheço ela cada vez mais e sei que ela curte um jogo pesado, então empurro ela pro meu pau, ela sorri e faz uma resistênciazinha, mas só pra deixar mais excitante porque abre bem a boca pra engolir meu pau até o fundo, sinto os lábios dela tocando minha pelve (tá, não tenho uma salsicha enorme, mas porra, ainda me surpreendeu), aí sinto que ela consegue esticar um pouco a língua pra lamber minhas bolas, que estavam balançando (isso também me surpreendeu porque nessa altura da minha ereção geralmente minhas bolas se retraem, mas estavam penduradas feito duas guirlandas bonitas), não sei o que foi, se a sensação da língua dela entre minhas bolas ou o atrito leve da minha cabeça contra a garganta dela, mas imediatamente naquele "deep throat" curto me deu uma vontade absurda de gozar de novo, então empurro ela um pouco pra trás, ela sacou o que tava rolando e voltou na hora chupando a cabeça, eu não aguentei mais e deixei sair outra gozada, dentro da boca da Anita, posso dizer com certeza que foi bem menos que antes, senão eu seria o tal do super-homem da gozada ou algo assim, se pudesse gozar o mesmo volume toda hora (olha, não seria ruim, queria que fosse possível). Me inclino um pouco pra frente abraçando a cabeça dela, porque não paro de sentir a boca dela me lambendo pra todo lado limpando minha cabeça, ela termina soltando meu pau, e quando levanta eu me ergo pra ela sussurrar "tava uma delícia", aí ela vira as costas e sai do banheiro do mesmo jeito que entrou, na maior discrição, eu termino de me limpar e lavar o pouco que dá, olho meu celular e vejo que desde que entrei no banheiro até sair passaram pouco mais de quinze minutos, quando desço as escadas, Joaquim e Roberto estavam trabalhando, pararam pra me olhar, então:




Roberto: e como é que tá tudo? Se queimou muito?


Joaquín: deixa pra lá, idiota, deve ser horrível ter os ovos moídos.


Eu: kkkkk Não, Joaco, pra sua má sorte tá tudo bem, já foi, só me lavei bem e não me queimei muito, só tá tudo vermelho na minha pele.


Joaquín: Bom, sem detalhes, que não quero saber como tá a… (Acho que ele tentou falar salsicha na ameia pra fazer graça)


Sentei no meu lugar, vendo que o chão e a cadeira já estavam secos.


Eu: ah, que bom, não molhou a mesa nem as anotações?


Roberto: não, felizmente não


Eu: e a Anita?


Joaquín: (falando baixinho) Eu não tava no banheiro contigo?


Roberto dá um tapa com a mão direita no peito dela mandando ela calar a boca, eu senti outro infartozinho, temTem que admitir, ela tem a mente suja e é muito punheteira… mas nunca esteve longe da verdade…


Roberto: fui pro outro banheiro lá em cima, que que foi?


Eu: queria ver se corrigiu os totais da Aquiles Bailo eu (nome fictício que deram pra uma empresa do trabalho trimestral)


Roberto: toma, fiz isso por ela, você sabe que ela não faz nada… não sei por que ainda aguentamos ela…


Joaquín: por que você não teve coragem de chamar ela pra sair por causa disso, mano.


Roberto dá um tapa forte no pescoço dela, bem na nuca, que estala alto. Eu abro os olhos e fico desconfortável, é claro que pela reação, Joaquín não estava mentindo e Roberto sentia algo pela Anita, justamente 3 minutos atrás, a Anita que tinha acabado de engolir todo o meu esperma no banheiro da casa dela... (Não me venham com essa, nem eu acredito que isso pareça real, mas não vim inventar histórias pra vocês, me excita muito transpor minha vida num relato pros meus leitores anônimos hahaha a realidade sempre supera a ficção)


Roberto: fecha a buceta, se ela te ouvir, eu te encho de porrada.


Joaquín: e aí, mano, se continuar esperando, vai tudo pro caralho.


Eu: Beleza, vamos terminar as duas semanas que faltam de salário e dar uma relaxada.


Roberto: o que cê acha, mano? Será que eu tenho chance com ela?


Bom, agora pelo menos sei que dos 3 (comigo 4) caras com quem a Anita da matéria ficou, o Roberto não é um deles. Acho que o Joaquim também não, não acredito que ele seja tão filho da puta de comer a gostosa que o amigo dele, o de sempre, tá afim, mas nunca se sabe… Pra mim não pesava muito, não éramos amigos de verdade, só tava ali pra estudar, mas me sentia terrivelmente desconfortável.


Eu: Diria que sim, o não você já tem, agora é lutar por um sim.


Roberto pisca o olho pra mim e fala "Grande tincho" ele não sabe, mas odeio que me chamem de tincho sei lá por quê, mas não me acostumo… Depois disso trabalhamos mais um pouco e depois de mais meia hora Roberto quebra o silêncio:


Roberto: eu não desço mais. Anita vai ficar bem?


Joaquín: Vai lá, você é o herói, vai salvar ela e dá respiração boca a boca nela.


Roberto: sei lá, mano, faz tempo que ela não vem, já passou uma hora e vinte. (Porra, eu tava de olho nela e cronometrando)


Joaquín: são coisas de mulher, deixa ela… (Finalmente um comentário decente do Joaco) talvez ela esteja cagando por causa do seu café de merda, ou tá se masturbando (não, já acabou o momento de decência dele)


Roberto tá prestes a dar outro tapa no Joaco, aí a Anita desce e olha pra todo mundo, do mesmo jeito que a gente olha pra ela.


Anita: o que foi?


Roberto: nada não, tudo bem?


Anita: quê? Queria que eu te contasse, otário? (Joaquín sussurra um uuuuuuh)


Roberto: não, desculpa, deixa aí.


Anita: não tampa o banheiro, fica tranquilo (Joaquín ri e Roberto se desculpa de novo), Martin, cê tá bem, se queimou? (hahaha como se você não soubesse)


Eu: não tá tudo bem, dá uma tocada na perna, mas não tem problema, vamos encerrar assim e vazar.


Depois disso, a gente ficou mais umas duas horas trabalhando, e a Anita não fez nada comigo, a gente se comportou. Umas oito e meia da noite a gente foi embora. A casa do Roberto fica em Olivos, então eu e a Anita pegamos o trem juntos pra voltar e nos separamos na terminal. Enquanto a gente viajava no trem, vendo que ninguém ali nos conhecia e a gente passava despercebido como mais um casal, a gente se beijava normal, curtindo muito os lábios um do outro. Depois de uma boa sequência de beijos:


Eu: cê curte café com porra?


Anita: kkkkk sim, amei, acho que vou tomar um desses toda tarde


Eu: eeeh, não sei se consigo fazer um desses pra você todo dia.


Anita: não importa, tem vários lugares onde conseguir essa porra...


Eu: não seja filha da puta, você tá falando de propósito.


Anita: kkkkk gosto que você seja possessivo e ciumento.


Eu: e aí, sei lá, o que cê tava fazendo no banho do Roberto que não vinha?


Anita: ganhei tempo, mano. Iam perceber se eu subisse tão atrás de você ou se descesse na mesma hora atrás de você.


Eu: ah… e se… você levou o celular?


Anita: sim… mas na verdade passei o tempo me masturbando, já estava com a buceta toda molhada.


Eu: (falei quase sussurrando sem voz) caralho, Joaquim tem poderes.


Anita: poder que coisa?


Eu: não, nada, deixa quieto. Você me deixou louco hoje, sua safada.


Anita: kkkkk relaxa, não vai se repetir de novo…


Eu: boazinha… — “Acho” — para de “acho”.


Fomos rindo o caminho inteiro e conversando, nos separamos de novo ao descer do trem e nos despedimos com beijos. Essa já era a quarta vez que a gente se encontrava na casa do Roberto, e se por sorte nas outras 5 vezes não tivemos outro episódio assim, também porque não surgiu a chance de ficarmos a sós, mas a Anita sempre brincava com meu volume debaixo da mesa usando os pés lindos e delicados dela.


Bom, pessoal, minhas experiências com a Anita são várias, e eu tento contar pra vocês com todos os detalhes possíveis. Espero que isso esteja à altura das suas expectativas e que vocês consigam sentir ou perceber, por menor que seja, as doces lembranças que guardo na minha memória. Valeu por ter lido até aqui.

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