Relato XICom meu amigo jogador de basquete, a gente ficou junto por quatro anos. Esses anos foram incríveis, até lembro quando fiz cinquenta, a festa que a gente fez foi fantástica. Essa eu conto outro dia.
Desde que comecei a ter amantes bem jovens, sempre me encontrava com eles na minha casa. Com nenhum dos anteriores eu tinha feito isso aqui.
Um dia teve jogo pelo campeonato e fui na quadra assistir. O jogo era contra o time que estava em primeiro e era uma grande motivação pros caras do elenco. O jogo foi equilibrado nos primeiros três quartos, mas chegou o último quarto e o rival ficou mais forte e acabou ganhando bem. Os caras ficaram meio pra baixo. Eu saí da arquibancada e fui pra cafeteria. Fazia uma semana que não via meu pintinho, como eu chamava ele. Quando ele saiu, me viu e sentou na minha mesa e começou a conversar comigo, tava super na bad e puto por não ter conseguido ganhar. Eu falei, você tem tempo agora? Ele disse, é tarde, mas tenho tempo, o que você tem em mente, falou enquanto sorria, te deixar de bom humor, eu falei, fazer algo que acho que você gosta. Na hora ele disse, bora, vamos. Caminhamos até minha casa, subimos e ao passar pela porta a gente se abraçou, ele me levantou, como fazia quase sempre, e a gente se beijou um beijo longo.
Eu fui no banheiro escovar os dentes e quando saí me deparei com ele como Deus o trouxe ao mundo, com o pau dele completamente duro. A verdade foi sem preliminar, ele falou, bora, fazer de quatro, e eu me coloquei sobre a cama de quatro e ele em pé no chão apontou e, como fazia sempre, começou a me penetrar devagar até chegar no fundo e começou a bombar primeiro suave e depois mais forte. Eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Ele começou a ficar tenso, me segurou firme pela cintura e aumentou a velocidade até gozar. Não parava de se sacudir e de despejar porra, e no final falou, tava muito tempo sem, deu pra notar? Sim, claro, falei enquanto a gente se deitava na cama de barriga pra cima os dois. Deitados assim na cama me Disse, sabe? Meus pais vão viajar por 15 dias, e pensei em te chamar pra passar o fim de semana comigo no campo, o que acha? Bom, eu disse, desde que você se comporte. Que campo a gente ia? E ele disse, o dos meus pais, o que acha? Eu disse. Tem gente que trabalha lá e quem sabe o que contam pros seus pais.. Não se preocupa com isso, eu cuido pra eles não saberem de nada. Na sequência, começamos uma prévia de chupadas e beijos que terminou com um segundo sexo maravilhoso, como todos os que a gente dividia.
Nessa altura já fazia dois anos que estávamos juntos e, apesar do tempo, sempre sentia o vigor e a força dele quando estava dentro de mim. O pau grosso dele preenchia todos os meus espaços e me dava tanto prazer, de qualquer jeito que a gente fizesse, que sempre me deixava numa espécie de nuvem. Às vezes penso que foi um dos melhores amantes que tive. Na real, tirando meu ex-sogro que durou uns 8 anos, esse cara foi um dos que durou mais comigo, apesar de eu já ser bem mais velha que ele. E foi assim, na sexta ele me ligou e disse, às 6 da tarde passo aí pra te buscar e a gente vai pro campo. Às seis eu já tinha tomado banho, me vestido e preparado uma bolsinha com roupa pra sair. Às 6 em ponto ele tocou a campainha lá embaixo e disse, desce que te espero aqui. Desci e ele tava numa caminhonete grande, saímos e ele disse, mais ou menos vamos demorar umas três horas, duas e meia vão ser de estrada, a última meia hora a gente vai por dentro dos campos. Na real foi mais ou menos assim, chegamos a algum lugar de Trinta e Três. Essa meia hora por dentro dos campos, passando porteiras e mata-burros, a gente fez de noite, a única coisa que se via era o trilho por onde a gente ia e as estrelas. No final vimos umas luzes fracas na frente e ele disse, chegamos. Quando a gente desceu, tava um senhor vestido como homem do campo, com chapéu e tudo (era de noite, não sei pra que ele tava usando) e ele apresentou, esse é o capataz, Romualdo, ela é uma amiga que queria conhecer o campo. Depois a gente entrou e tava a esposa do capataz, a A senhora nos esperava com um jantar. Ficamos conversando até umas meia-noite, e ela me levou até o que seria meu quarto. Larguei minhas coisas lá e perguntei pelo banheiro. Ela disse: "Aqui, na frente do quarto dela. O menino está naquele quarto", apontou. Ficava duas portas adiante. "Beleza", agradeci. Entrei no banho, tomei uma ducha porque me sentia cheia de terra, e fui pro quarto. Dez minutos depois, sinto a porta abrir e meu gato entra de cueca, com o pacote quase pronto. Passamos uma noite daquelas, foi sensacional, vi estrelas, cometas, tudo. Com o treino que ele tinha, ganhou vigor e energia, que descarregou em mim naquela noite. Caímos no sono, abraçados e pelados. Ao amanhecer, ele já não estava na cama. Levantei, fui ao banheiro, tomei outro banho, vesti uma roupa mais adequada pro lugar e saí. Quando cheguei na sala que servia de cozinha, sala de jantar e estar, com um fogão a lenha enorme, o café da manhã já estava pronto: pão com manteiga e café, bem caseirão, haha. A senhora estava lá, e tinha um café já terminado, que imaginei ser do meu pintinho. Enquanto eu conversava com a senhora, eles chegaram e ela disse: "Sabe, eles precisam ir pra Treinta y Tres ver uns parentes e voltam domingo à tarde. Então vamos ficar sozinhos, se importa?" Respondi: "Não, sem problemas. Vai me mostrar os arredores?" "Sim, claro, vamos dar um passeio a cavalo até a lagoa e você vai ver tudo o que quiser." A senhora tinha deixado comida pra sábado e domingo, então não íamos passar fome. Eles foram na caminhonete que a gente veio, e ela disse: "Vamos, dá uma volta e depois tiramos um cochilo." Saímos pra caminhar por um bosque perto e, ao sair, vimos a extensão de pradaria verde linda, cheia de vacas e ovelhas. Voltamos, ele trouxe dois cavalos, colocou as selas e saímos. Ficamos umas duas horas cavalgando e voltamos. Eu tava meio destruída depois da cavalgada, mas fazer o quê, já não era mais a mesma de quando era novinha, além disso, quando era moleca saía pra cavalgar com mais frequência. Bom, almoçamos algo leve e fomos pro quarto dele. Eu caí na cama e apaguei. Lá pelas cinco da tarde acordei e ele tava me abraçando por trás, os dois coladinhos. Me soltei devagar, fui no banheiro, voltei pelada e me acomodei do mesmo jeito que a gente tava. Ele tava acordando e começou a acariciar meus peitos e beijar minha nuca. Se ajeitou de um jeito que a pica linda dele ficou entre minhas pernas. Eu tava passando a mão nela e via que tava bem dura. Encaixei na entrada e ele começou a entrar como sempre, a pele ia voltando pra trás e a cabeçona divina ia entrando. A gente ficou transando umas duas horas, quase sem parar. Entre a cavalgada e isso, eu já tava moída total. Mas aquilo era tão gostoso que eu não queria que acabasse nunca.
Saímos pra fora e preparamos um mate e ficamos um tempinho conversando sobre um monte de coisa, da vida, dos pais dele, dos projetos, enfim, de um monte de coisa.
Depois fomos dormir. No outro dia ele levantou cedo e eu fiquei mais um pouco na cama. Levantei, me vesti meio sexy e saí do quarto. Quando eu tava chegando, ele me ouviu e disse, sem me olhar: "Quer sair pra cavalgar?" E eu respondi: "Quero cavalgar você, meu amor, já é domingo e daqui a pouco a gente vai embora." Ele se virou e me viu, quase desmaiou. Falou: "Para aí perto da porta que vou tirar uma foto pra guardar."
Saímos como um furacão pro quarto e transamos a manhã inteira. Muito forte o garoto. A última foda foi muito boa, ele por cima de mim, levantou minhas pernas pra trás e passou por cima dos ombros. Cada estocada você sente os testículos dele batendo no cu. Espetacular. Gozou e ficou dentro um tempinho, como se fosse pra fecundar bem. Depois saiu e fomos tomar banho, tomamos banho juntos e eu lavei ele bem direitinho. Depois fomos almoçar e sentamos lá fora, na sombra, esperar o capataz. Às Tardezinha me deixou em casa e me perguntou: "Você se divertiu?" Divinamente, e você?, ele me diz, foi totalmente inesquecível. Com certeza, se eu te levar uma semana, a gente morre, e foi embora rindo. Essa foi a foto que ele tirou de mim.
Desde que comecei a ter amantes bem jovens, sempre me encontrava com eles na minha casa. Com nenhum dos anteriores eu tinha feito isso aqui.
Um dia teve jogo pelo campeonato e fui na quadra assistir. O jogo era contra o time que estava em primeiro e era uma grande motivação pros caras do elenco. O jogo foi equilibrado nos primeiros três quartos, mas chegou o último quarto e o rival ficou mais forte e acabou ganhando bem. Os caras ficaram meio pra baixo. Eu saí da arquibancada e fui pra cafeteria. Fazia uma semana que não via meu pintinho, como eu chamava ele. Quando ele saiu, me viu e sentou na minha mesa e começou a conversar comigo, tava super na bad e puto por não ter conseguido ganhar. Eu falei, você tem tempo agora? Ele disse, é tarde, mas tenho tempo, o que você tem em mente, falou enquanto sorria, te deixar de bom humor, eu falei, fazer algo que acho que você gosta. Na hora ele disse, bora, vamos. Caminhamos até minha casa, subimos e ao passar pela porta a gente se abraçou, ele me levantou, como fazia quase sempre, e a gente se beijou um beijo longo.
Eu fui no banheiro escovar os dentes e quando saí me deparei com ele como Deus o trouxe ao mundo, com o pau dele completamente duro. A verdade foi sem preliminar, ele falou, bora, fazer de quatro, e eu me coloquei sobre a cama de quatro e ele em pé no chão apontou e, como fazia sempre, começou a me penetrar devagar até chegar no fundo e começou a bombar primeiro suave e depois mais forte. Eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Ele começou a ficar tenso, me segurou firme pela cintura e aumentou a velocidade até gozar. Não parava de se sacudir e de despejar porra, e no final falou, tava muito tempo sem, deu pra notar? Sim, claro, falei enquanto a gente se deitava na cama de barriga pra cima os dois. Deitados assim na cama me Disse, sabe? Meus pais vão viajar por 15 dias, e pensei em te chamar pra passar o fim de semana comigo no campo, o que acha? Bom, eu disse, desde que você se comporte. Que campo a gente ia? E ele disse, o dos meus pais, o que acha? Eu disse. Tem gente que trabalha lá e quem sabe o que contam pros seus pais.. Não se preocupa com isso, eu cuido pra eles não saberem de nada. Na sequência, começamos uma prévia de chupadas e beijos que terminou com um segundo sexo maravilhoso, como todos os que a gente dividia.
Nessa altura já fazia dois anos que estávamos juntos e, apesar do tempo, sempre sentia o vigor e a força dele quando estava dentro de mim. O pau grosso dele preenchia todos os meus espaços e me dava tanto prazer, de qualquer jeito que a gente fizesse, que sempre me deixava numa espécie de nuvem. Às vezes penso que foi um dos melhores amantes que tive. Na real, tirando meu ex-sogro que durou uns 8 anos, esse cara foi um dos que durou mais comigo, apesar de eu já ser bem mais velha que ele. E foi assim, na sexta ele me ligou e disse, às 6 da tarde passo aí pra te buscar e a gente vai pro campo. Às seis eu já tinha tomado banho, me vestido e preparado uma bolsinha com roupa pra sair. Às 6 em ponto ele tocou a campainha lá embaixo e disse, desce que te espero aqui. Desci e ele tava numa caminhonete grande, saímos e ele disse, mais ou menos vamos demorar umas três horas, duas e meia vão ser de estrada, a última meia hora a gente vai por dentro dos campos. Na real foi mais ou menos assim, chegamos a algum lugar de Trinta e Três. Essa meia hora por dentro dos campos, passando porteiras e mata-burros, a gente fez de noite, a única coisa que se via era o trilho por onde a gente ia e as estrelas. No final vimos umas luzes fracas na frente e ele disse, chegamos. Quando a gente desceu, tava um senhor vestido como homem do campo, com chapéu e tudo (era de noite, não sei pra que ele tava usando) e ele apresentou, esse é o capataz, Romualdo, ela é uma amiga que queria conhecer o campo. Depois a gente entrou e tava a esposa do capataz, a A senhora nos esperava com um jantar. Ficamos conversando até umas meia-noite, e ela me levou até o que seria meu quarto. Larguei minhas coisas lá e perguntei pelo banheiro. Ela disse: "Aqui, na frente do quarto dela. O menino está naquele quarto", apontou. Ficava duas portas adiante. "Beleza", agradeci. Entrei no banho, tomei uma ducha porque me sentia cheia de terra, e fui pro quarto. Dez minutos depois, sinto a porta abrir e meu gato entra de cueca, com o pacote quase pronto. Passamos uma noite daquelas, foi sensacional, vi estrelas, cometas, tudo. Com o treino que ele tinha, ganhou vigor e energia, que descarregou em mim naquela noite. Caímos no sono, abraçados e pelados. Ao amanhecer, ele já não estava na cama. Levantei, fui ao banheiro, tomei outro banho, vesti uma roupa mais adequada pro lugar e saí. Quando cheguei na sala que servia de cozinha, sala de jantar e estar, com um fogão a lenha enorme, o café da manhã já estava pronto: pão com manteiga e café, bem caseirão, haha. A senhora estava lá, e tinha um café já terminado, que imaginei ser do meu pintinho. Enquanto eu conversava com a senhora, eles chegaram e ela disse: "Sabe, eles precisam ir pra Treinta y Tres ver uns parentes e voltam domingo à tarde. Então vamos ficar sozinhos, se importa?" Respondi: "Não, sem problemas. Vai me mostrar os arredores?" "Sim, claro, vamos dar um passeio a cavalo até a lagoa e você vai ver tudo o que quiser." A senhora tinha deixado comida pra sábado e domingo, então não íamos passar fome. Eles foram na caminhonete que a gente veio, e ela disse: "Vamos, dá uma volta e depois tiramos um cochilo." Saímos pra caminhar por um bosque perto e, ao sair, vimos a extensão de pradaria verde linda, cheia de vacas e ovelhas. Voltamos, ele trouxe dois cavalos, colocou as selas e saímos. Ficamos umas duas horas cavalgando e voltamos. Eu tava meio destruída depois da cavalgada, mas fazer o quê, já não era mais a mesma de quando era novinha, além disso, quando era moleca saía pra cavalgar com mais frequência. Bom, almoçamos algo leve e fomos pro quarto dele. Eu caí na cama e apaguei. Lá pelas cinco da tarde acordei e ele tava me abraçando por trás, os dois coladinhos. Me soltei devagar, fui no banheiro, voltei pelada e me acomodei do mesmo jeito que a gente tava. Ele tava acordando e começou a acariciar meus peitos e beijar minha nuca. Se ajeitou de um jeito que a pica linda dele ficou entre minhas pernas. Eu tava passando a mão nela e via que tava bem dura. Encaixei na entrada e ele começou a entrar como sempre, a pele ia voltando pra trás e a cabeçona divina ia entrando. A gente ficou transando umas duas horas, quase sem parar. Entre a cavalgada e isso, eu já tava moída total. Mas aquilo era tão gostoso que eu não queria que acabasse nunca.
Saímos pra fora e preparamos um mate e ficamos um tempinho conversando sobre um monte de coisa, da vida, dos pais dele, dos projetos, enfim, de um monte de coisa.
Depois fomos dormir. No outro dia ele levantou cedo e eu fiquei mais um pouco na cama. Levantei, me vesti meio sexy e saí do quarto. Quando eu tava chegando, ele me ouviu e disse, sem me olhar: "Quer sair pra cavalgar?" E eu respondi: "Quero cavalgar você, meu amor, já é domingo e daqui a pouco a gente vai embora." Ele se virou e me viu, quase desmaiou. Falou: "Para aí perto da porta que vou tirar uma foto pra guardar."
Saímos como um furacão pro quarto e transamos a manhã inteira. Muito forte o garoto. A última foda foi muito boa, ele por cima de mim, levantou minhas pernas pra trás e passou por cima dos ombros. Cada estocada você sente os testículos dele batendo no cu. Espetacular. Gozou e ficou dentro um tempinho, como se fosse pra fecundar bem. Depois saiu e fomos tomar banho, tomamos banho juntos e eu lavei ele bem direitinho. Depois fomos almoçar e sentamos lá fora, na sombra, esperar o capataz. Às Tardezinha me deixou em casa e me perguntou: "Você se divertiu?" Divinamente, e você?, ele me diz, foi totalmente inesquecível. Com certeza, se eu te levar uma semana, a gente morre, e foi embora rindo. Essa foi a foto que ele tirou de mim.

6 comentários - Mi vida despues del divorcio