Não o reconheci de cara. Não sou tão fanática por futebol a ponto de reconhecer uma lenda do esporte. Mas quando ele falou o nome, sabia que me era familiar de algum lugar.
—Me desculpa, mas teu nome me parece familiar, cê tá na TV ou algo assim? — pergunto quando já tava quebrando a cabeça pra tentar lembrar de onde podia conhecer ele.
— Joguei futebol — ele me responde com um sorriso, como quem já se acostumou a ser reconhecido.
- Ah, é? Em algum time importante?
—No Ferro, no Boca, no Gimnasia...
Quando ele menciona Boca, eu paro o que tô fazendo, que era preencher dados numa planilha, e fico olhando pra ele.
— Por acaso você não jogou no Boca do Bianchi? — pergunto, de repente interessada no que aquele homem tinha pra me contar.
Já tinha me aposentado, mas cheguei a jogar no Boca campeão de 92.
—Meu marido é fanático pelo Boca, se eu contar que te tive sentado na minha frente e não pedi um autógrafo, ele com certeza corta meus mantimentos.
—E você?
—E eu com isso?
— Não é torcedor do Boca?
Não, eu sou de Almirante Brown, assim como toda minha família, mas de boa com o Boca, já que a gente tá em campeonatos diferentes, não tem problema.
Aproximo papel e caneta, dizendo pra ela:
—Você poderia dedicar pra... (o nome do meu marido)? Ele vai morrer de emoção quando ver isso.
— E por que você não prefere dar uma camiseta pra ela? — me pergunta sem pegar nem o papel nem a caneta.
Olho pra ela sem entender.
—Na minha casa, tenho um quarto cheio de lembranças, tipo um museu, e me sobra um monte de camisetas daquela época. Se quiser, a gente pode ir lá, você escolhe uma e eu autografo. Seria um puta presente pra um torcedor.
—Meu marido ia ficar louco — concordo.
—Minha casa é aqui pertinho, além disso você tem que ir fazer as inspeções, né?
Como nos melhores tempos de jogador, ele invadia pela lateral e me cruzava a bola pra eu fazer o gol.
—Na verdade, quem cuida das inspeções é outra pessoa — falo pra ele, furando a ilusão, mas só por um momento, porque, como todo bom meia-atacante, ele não dá nenhuma bola por perdida e parte pra cima de novo.
—Mas dessa vez podia fazer você mesmo, eu ficava mais tranquilo e seu marido levava uma lembrança gostosa.
Penso rapidinho, mais pra criar um suspense do que por qualquer outro motivo. No fim, levanto, pego minhas coisas e aviso que vou fazer umas inspeções, que se precisarem de mim é só ligar no celular.
O ex-jogador de futebol tinha entrado naquela manhã no escritório não só pra segurar os carros dele, mas também a casa dele. Por isso, não era estranho que ele fosse fazer uma vistoria na residência.
— E como foi que você chegou no meu escritório? — pergunto pra ela já no carro, enquanto a gente vai pra casa dela.
—Por um amigo, ele tem uma frota de táxis segurada com você. Falei pra ele que tava procurando um seguro bom e ele me recomendou vir te ver... o que ele não me disse é que você era tão gostosa.
Eu sorrio e agradeço o elogio. Claro que tô ligada que não vou na casa dele só pra fazer uma vistoria e ganhar uma camiseta de presente. O que o ex-jogador quer é reviver os dias de glória e encher meu gol de bolas, o que me excita pra caralho.
Quando a gente chega, quem abre a porta é uma empregada, toda uniformizada e tal. A primeira coisa que o ex-jogador faz é perguntar pela esposa dela.
—A patroa tá no escritório dela, avisou que hoje não vem almoçar — responde a empregada com um sotaque guarani bem evidente.
—Minha esposa é arquiteta — me explica o ex-jogador — Esses dias ela tá bem ocupada com um novo empreendimento.
Depois ele diz pra empregada dele:
—A senhora vem inspecionar os carros e a casa para o seguro, vamos começar pelo quarto onde guardo minhas lembranças.
Subimos uma escada, atravessamos um corredor e entramos por uma das portas no fundo dele. O que se revela pra mim ao entrar faria qualquer fanático por futebol babar. As paredes enfeitadas com camisetas penduradas como quadros, uma estante cheia de bolas, outra de troféus, uma terceira com fotos e medalhas.
— Aqui está toda a minha vida esportiva — ela me diz.
Chego perto de um cabideiro que tem só camisetas do Boca com os designs e patrocínios mais variados.
—Você usou todas essas? — pergunto pra ela.
—Algumas, outras são de trocar elas quando tão em outros times — ela me explica enquanto se aproxima por trás.
Desculpa, parado bem atrás de mim, até consigo sentir ele respirando na minha nuca quando me pergunta:
—Qual você gostaria de dar pro seu marido?
—Ésta... — respondo, pegando uma que tem a propaganda da Parmalat no peito.
—Com essa aí fui campeão em 92— ele me informa.
Escolho ela porque lembro que meu marido tem umas fotos de moleque com essa camiseta.
—Sabe o que eu tô a fim? — ela me diz, passando as mãos dos dois lados do meu corpo e tocando na camiseta. — Ver como ela fica em você.
Viro e olho pra ele. É mais alto que eu, então tenho que olhar pra cima. Devia reclamar, falar que não tô ali pra servir de modelo pra ele, mas em vez disso vou pro lado, tiro o paletó, a camisa e, por cima do sutiã, visto a camiseta do Boca Juniors, modelo 1992.
O ex-jogador de futebol me olha fascinado, dando umas voltas ao meu redor.
—Fica um charme em você, devia te dar ela de presente — ela me diz, sempre colada em mim.
-Já te falei que não sou do Boca- lembro pra ela.
—Então deixa eu te ajudar a tirar isso — ela diz e, ficando na minha frente, pega a camiseta pelos lados e a tira por cima da minha cabeça.
Fico só de sutiã, com meus peitos balançando pra cima e pra baixo por causa da minha respiração ofegante.
Então ele coloca as mãos na minha cintura e, como eu não falo nada, sobe decidido até meus peitos, sempre me olhando, atento a qualquer reação negativa que, claro, eu não demonstro, nem mesmo quando ele agarra uma teta com cada mão e aperta elas com uma ternura excitante.
Como continuo sem falar nada, ela leva as mãos para minhas costas e solta meu sutiã com um único movimento. Eu mesma tiro as alças e, deixando-o cair no chão, fico com os peitos de fora.
Já estou com os mamilos inchados e durinhos de tanto tesão que tô sentindo.
Ela se inclina e, voltando a acariciá-las, me beija na boca.
—Essa é a melhor inspeção de seguro que já fizeram em mim — ela me diz.
—É uma promoção que temos para clientes novos, em especial para ex-jogadores de futebol — respondo com um sorriso, beijando ele agora, ávida e gostosa, esfregando meus bicos duros no peito dele.
Me agarra pela cintura e me senta na mesa que temos atrás. Tô de saia, então ele enfia a mão por baixo, desviando do elástico da calcinha, e acaricia minha buceta enquanto volta a me beijar com um frenesi apaixonado.
Sinto os dedos dele deslizando sobre minha púbis, se enroscando nos meus pelos, contornando o formato dos meus lábios, entrando pra dentro e me explorando bem fundo.
Me abro toda, prendendo eles, sugando, curtindo o jeito que eles se mexem, deixando se impregnar no calor e na umidade da minha buceta.
—Quero te foder...! — ela me diz com a voz rouca de tesão.
—Pra isso que eu vim...! — falo do mesmo jeito, agarrando ele pelo pescoço e mantendo a boca dele bem colada na minha.
Então ele tira os dedos do meu interior e abaixa a calça, revelando uma pica que, nos seus dias de jogador, deve ter despertado admiração e inveja na maioria dos vestiários do futebol argentino.
Pega um preservativo de uma das gavetas da escrivaninha, coloca em si mesmo, e, tirando minha calcinha fio dental, se posiciona entre minhas pernas. Levanta a saia da minha roupa e, de uma só vez, enfia tudo pra dentro.
Estou tão molhada e aberta que a pica desliza confortavelmente por todo o meu interior, até que as bolas dele encostam nos meus lábios já inchados.
Ao se sentir dentro de mim, o ex-jogador solta um suspiro satisfeito, complementado por outro igualmente intenso da minha parte, e então se agarra nas bordas da mesa e começa a se mover ativa e fluidamente.
Entrelaço as pernas em volta do corpo dele e me movo junto, recebendo cada batida da pélvis dele com um grito de prazer e agonia.
Enquanto a gente fode, a gente se beija, se morde, se chupa, se ama com o corpo inteiro, se entregando um ao outro sem reservas nem condições.
Depois de me foder gostoso, ele me tira da mesa, tira minha saia e, me virando de costas, me fode de pé, metendo forte por trás.
Tô pelada, só com os sapatos e as meias, me agarrando na mesa pra aguentar as investidas que o ex-jogador de futebol tá me dando.
Sem parar de me bombar, ele chupa meu pescoço, mordisca minha orelha e, queimando minhas bochechas com a respiração excitada dele, me pergunta:
— Você gosta no cu?
—Adoro...! —respondo sem hesitar, mas me apresso em esclarecer —Mas você tem que dilatar um pouquinho pra mim.
Na verdade, não preciso que me dilate nada, mas adoro quando enfiam os dedos e cavam em mim como se quisessem achar um diamante perdido no fundo da minha bunda.
Sem tirar a pica da minha buceta ainda, ela chupa o polegar da mão direita e, deslizando ele pelo sulco da minha racha, começa a relaxar meu esfíncter.
Ela faz com paciência e capricho, como se ainda não quisesse sair do meu canal principal.
Introduz primeiro a gema e depois o resto do dedo, mexendo em círculos, abrindo logo uma brecha mais que aceitável pro volume portentoso dele.
Então ele tira a pica, cospe bastante no meio do buraco, e enfia quase até a metade, empurrando com vontade pra meter o resto inteiro. Eu me agarro firme nas bordas da mesa, arqueio as costas e deixo ele encher bem minha buceta.
PLAP...PLAP...PLAP...PLAP...PLAP!
É o som que se ouve naquela sala que serve de museu. O corpo dela batendo no meu, se moldando às minhas curvas, às minhas formas.
Segurando firme na minha cintura, o ex-jogador de futebol me come sem dó, entrando, saindo, fazendo da minha bunda um buraco sem fim. Um abismo de prazer, profundo, escondido, sem fundo.
Terminamos os dois juntos, tremendo em uníssono, gemendo e ofegando como dois desenfreados.
Enquanto enche o forro de porra, me aperta contra o corpo dele e sussurra no meu ouvido:
—E vai a primeira! — o que obviamente significa que vai ter uma segunda.
A camiseta do Boca é que vale, pensei enquanto me limpava entre as coxas com uns lenços que estavam em cima da mesa.
O ex-jogador tira a pouca roupa que ainda tem e senta numa poltrona instalada na frente de uma TV 4K de 55 polegadas, onde certamente vai reviver seus dias de glória com gravações daquela época. Sem tirar os olhos de mim, pega na porra da pica e começa a bater uma, me fazendo um convite mais que óbvio.
—A sua empregada não vai falar nada da gente estar demorando tanto? — perguntei preocupada de repente com a nossa intimidade, mesmo avançando decidida pra onde ele já estava instalado.
Ela balança a cabeça negando.
—É igual a Shakira, surda, cega e muda.
Me agacho no chão, entre as pernas dela, e chupo a rola dela, deixando ela dura pra caralho só no boquete.
—Uma espanholada, por favor..., me dá uma espanholada com esses peitos divinos! — ele me pede com um tom super empolgado.
Claro que eu faço isso, esfregando ela de ponta a ponta com meus peitos, deixando quase roxa de tanta fricção.
Quando eu solto ela, a pica fica vibrando, terrivelmente inchada, com as veias marcadas sob pressão em cada pedaço da pele dela.
- Ahhhhh..., que gostoso você chupa, bebê, sim..., muito bem..., ahhhhhh..., chupa toda essa parte, vai...! - ela me diz, esfregando a rola na barriga e me oferecendo os ovos peludos e inchados.
Mastigo eles com devoção, parando de vez em quando pra tirar os pelinhos que ficam grudados na minha língua.
Deixo os ovos dele todo babado e me levanto pra pegar outra camisinha. Coloco nela e subo em cima dele, de cavalinho, enfiando bem até a raiz toda essa ereção perfeita.
Só de sentir como ele me preenche e transborda com a carne dele, eu gozo. Me desmancho de prazer ali em cima dele, tremendo e gemendo de forma abafada e compulsiva.
—Como você se molha, gostosa… parece que sua buceta tá derretendo! — me diz o ex-jogador, voltando a atacar meus peitos com chupões e mordidas, enquanto eu, ainda sentindo a eletrocussão do prazer, me movo pra cima e pra baixo, me abrindo toda.
Nós transamos com movimentos suaves, moderados, fluindo um no outro, nos encaixando de forma plena e deliciosa, fazendo dos nossos sexos uma única sensação, um único estímulo.
Eu termino uma e outra vez montada ali em cima, sentindo que a dureza dele não diminui nem um pouco, mantendo o tempo todo um tamanho portentoso e guerreiro. Pelo menos até ele me agarrar pelas nádegas, se levantar comigo no colo e, virando-me de costas sobre a poltrona, arremeter com tudo entre minhas pernas, me comendo agora sim com um ritmo brutal e desvairado. Então, quando já está prestes a gozar, ele tira de dentro de mim, arranca a camisinha, bate uma punheta um par de vezes e goza em cima de mim, grosso, morno, gratificante.
Ela se levanta, sacode ele, espirrando em mim as últimas gotinhas de porra, e solta um rugido profundo e gutural, como se fosse o grito de gol que vale um campeonato.
Depois do tesão, eu levanto e me limpo de novo com os lenços que estão na mesa.
—Pedaço de foda que a gente deu...! — exclama o ex-jogador com tom ofegante, largado na poltrona, ainda se recuperando do tremendo esforço que fez.
—Quando você jogava, era tão bom assim? — pergunto, já começando a me vestir.
—Sempre, um jogador de campo inteiro — concorda sem nenhuma modéstia.
Depois de me vestir e me arrumar, faço as inspeções de praxe, tanto na casa quanto nos carrões que ele tem na garagem. No que a gente veio, já tinha dado uma olhada no escritório.
—Ainda hoje à tarde te mando o orçamento por e-mail — falo pra ele quando termino.
Voltamos então para o quarto-museu, onde a gente tinha deixado a camiseta.
A dedicatória que ela colocou ficou assim:
Para (o nome do meu marido) de um campeão pra outro campeão". Com a assinatura dele no final.
Meu marido não acreditou quando eu dei pra ele, ainda mais porque aquele campeonato de 92 significou muito pra ele. Ele tinha só nove anos, mas o pai dele, que morreu poucos anos depois, levou ele em quase todos os jogos, então aquele time e aquela camiseta ocupam um lugar especial entre as lembranças mais queridas dele.
Claro que pra mim agora também seria algo digno de lembrar, principalmente aquele campeão que, tendo feito meu marido feliz quando criança com seus dribles e gols, agora, tantos anos depois, me fazia feliz, de um jeito diferente, mas igualmente válido.
Em 92 os gols foram tomados por outros, dessa vez quem tomou fui eu...
—Me desculpa, mas teu nome me parece familiar, cê tá na TV ou algo assim? — pergunto quando já tava quebrando a cabeça pra tentar lembrar de onde podia conhecer ele.
— Joguei futebol — ele me responde com um sorriso, como quem já se acostumou a ser reconhecido.
- Ah, é? Em algum time importante?
—No Ferro, no Boca, no Gimnasia...
Quando ele menciona Boca, eu paro o que tô fazendo, que era preencher dados numa planilha, e fico olhando pra ele.
— Por acaso você não jogou no Boca do Bianchi? — pergunto, de repente interessada no que aquele homem tinha pra me contar.
Já tinha me aposentado, mas cheguei a jogar no Boca campeão de 92.
—Meu marido é fanático pelo Boca, se eu contar que te tive sentado na minha frente e não pedi um autógrafo, ele com certeza corta meus mantimentos.
—E você?
—E eu com isso?
— Não é torcedor do Boca?
Não, eu sou de Almirante Brown, assim como toda minha família, mas de boa com o Boca, já que a gente tá em campeonatos diferentes, não tem problema.
Aproximo papel e caneta, dizendo pra ela:
—Você poderia dedicar pra... (o nome do meu marido)? Ele vai morrer de emoção quando ver isso.
— E por que você não prefere dar uma camiseta pra ela? — me pergunta sem pegar nem o papel nem a caneta.
Olho pra ela sem entender.
—Na minha casa, tenho um quarto cheio de lembranças, tipo um museu, e me sobra um monte de camisetas daquela época. Se quiser, a gente pode ir lá, você escolhe uma e eu autografo. Seria um puta presente pra um torcedor.
—Meu marido ia ficar louco — concordo.
—Minha casa é aqui pertinho, além disso você tem que ir fazer as inspeções, né?
Como nos melhores tempos de jogador, ele invadia pela lateral e me cruzava a bola pra eu fazer o gol.
—Na verdade, quem cuida das inspeções é outra pessoa — falo pra ele, furando a ilusão, mas só por um momento, porque, como todo bom meia-atacante, ele não dá nenhuma bola por perdida e parte pra cima de novo.
—Mas dessa vez podia fazer você mesmo, eu ficava mais tranquilo e seu marido levava uma lembrança gostosa.
Penso rapidinho, mais pra criar um suspense do que por qualquer outro motivo. No fim, levanto, pego minhas coisas e aviso que vou fazer umas inspeções, que se precisarem de mim é só ligar no celular.
O ex-jogador de futebol tinha entrado naquela manhã no escritório não só pra segurar os carros dele, mas também a casa dele. Por isso, não era estranho que ele fosse fazer uma vistoria na residência.
— E como foi que você chegou no meu escritório? — pergunto pra ela já no carro, enquanto a gente vai pra casa dela.
—Por um amigo, ele tem uma frota de táxis segurada com você. Falei pra ele que tava procurando um seguro bom e ele me recomendou vir te ver... o que ele não me disse é que você era tão gostosa.
Eu sorrio e agradeço o elogio. Claro que tô ligada que não vou na casa dele só pra fazer uma vistoria e ganhar uma camiseta de presente. O que o ex-jogador quer é reviver os dias de glória e encher meu gol de bolas, o que me excita pra caralho.
Quando a gente chega, quem abre a porta é uma empregada, toda uniformizada e tal. A primeira coisa que o ex-jogador faz é perguntar pela esposa dela.
—A patroa tá no escritório dela, avisou que hoje não vem almoçar — responde a empregada com um sotaque guarani bem evidente.
—Minha esposa é arquiteta — me explica o ex-jogador — Esses dias ela tá bem ocupada com um novo empreendimento.
Depois ele diz pra empregada dele:
—A senhora vem inspecionar os carros e a casa para o seguro, vamos começar pelo quarto onde guardo minhas lembranças.
Subimos uma escada, atravessamos um corredor e entramos por uma das portas no fundo dele. O que se revela pra mim ao entrar faria qualquer fanático por futebol babar. As paredes enfeitadas com camisetas penduradas como quadros, uma estante cheia de bolas, outra de troféus, uma terceira com fotos e medalhas.
— Aqui está toda a minha vida esportiva — ela me diz.
Chego perto de um cabideiro que tem só camisetas do Boca com os designs e patrocínios mais variados.
—Você usou todas essas? — pergunto pra ela.
—Algumas, outras são de trocar elas quando tão em outros times — ela me explica enquanto se aproxima por trás.
Desculpa, parado bem atrás de mim, até consigo sentir ele respirando na minha nuca quando me pergunta:
—Qual você gostaria de dar pro seu marido?
—Ésta... — respondo, pegando uma que tem a propaganda da Parmalat no peito.
—Com essa aí fui campeão em 92— ele me informa.
Escolho ela porque lembro que meu marido tem umas fotos de moleque com essa camiseta.
—Sabe o que eu tô a fim? — ela me diz, passando as mãos dos dois lados do meu corpo e tocando na camiseta. — Ver como ela fica em você.
Viro e olho pra ele. É mais alto que eu, então tenho que olhar pra cima. Devia reclamar, falar que não tô ali pra servir de modelo pra ele, mas em vez disso vou pro lado, tiro o paletó, a camisa e, por cima do sutiã, visto a camiseta do Boca Juniors, modelo 1992.
O ex-jogador de futebol me olha fascinado, dando umas voltas ao meu redor.
—Fica um charme em você, devia te dar ela de presente — ela me diz, sempre colada em mim.
-Já te falei que não sou do Boca- lembro pra ela.
—Então deixa eu te ajudar a tirar isso — ela diz e, ficando na minha frente, pega a camiseta pelos lados e a tira por cima da minha cabeça.
Fico só de sutiã, com meus peitos balançando pra cima e pra baixo por causa da minha respiração ofegante.
Então ele coloca as mãos na minha cintura e, como eu não falo nada, sobe decidido até meus peitos, sempre me olhando, atento a qualquer reação negativa que, claro, eu não demonstro, nem mesmo quando ele agarra uma teta com cada mão e aperta elas com uma ternura excitante.
Como continuo sem falar nada, ela leva as mãos para minhas costas e solta meu sutiã com um único movimento. Eu mesma tiro as alças e, deixando-o cair no chão, fico com os peitos de fora.
Já estou com os mamilos inchados e durinhos de tanto tesão que tô sentindo.
Ela se inclina e, voltando a acariciá-las, me beija na boca.
—Essa é a melhor inspeção de seguro que já fizeram em mim — ela me diz.
—É uma promoção que temos para clientes novos, em especial para ex-jogadores de futebol — respondo com um sorriso, beijando ele agora, ávida e gostosa, esfregando meus bicos duros no peito dele.
Me agarra pela cintura e me senta na mesa que temos atrás. Tô de saia, então ele enfia a mão por baixo, desviando do elástico da calcinha, e acaricia minha buceta enquanto volta a me beijar com um frenesi apaixonado.
Sinto os dedos dele deslizando sobre minha púbis, se enroscando nos meus pelos, contornando o formato dos meus lábios, entrando pra dentro e me explorando bem fundo.
Me abro toda, prendendo eles, sugando, curtindo o jeito que eles se mexem, deixando se impregnar no calor e na umidade da minha buceta.
—Quero te foder...! — ela me diz com a voz rouca de tesão.
—Pra isso que eu vim...! — falo do mesmo jeito, agarrando ele pelo pescoço e mantendo a boca dele bem colada na minha.
Então ele tira os dedos do meu interior e abaixa a calça, revelando uma pica que, nos seus dias de jogador, deve ter despertado admiração e inveja na maioria dos vestiários do futebol argentino.
Pega um preservativo de uma das gavetas da escrivaninha, coloca em si mesmo, e, tirando minha calcinha fio dental, se posiciona entre minhas pernas. Levanta a saia da minha roupa e, de uma só vez, enfia tudo pra dentro.
Estou tão molhada e aberta que a pica desliza confortavelmente por todo o meu interior, até que as bolas dele encostam nos meus lábios já inchados.
Ao se sentir dentro de mim, o ex-jogador solta um suspiro satisfeito, complementado por outro igualmente intenso da minha parte, e então se agarra nas bordas da mesa e começa a se mover ativa e fluidamente.
Entrelaço as pernas em volta do corpo dele e me movo junto, recebendo cada batida da pélvis dele com um grito de prazer e agonia.
Enquanto a gente fode, a gente se beija, se morde, se chupa, se ama com o corpo inteiro, se entregando um ao outro sem reservas nem condições.
Depois de me foder gostoso, ele me tira da mesa, tira minha saia e, me virando de costas, me fode de pé, metendo forte por trás.
Tô pelada, só com os sapatos e as meias, me agarrando na mesa pra aguentar as investidas que o ex-jogador de futebol tá me dando.
Sem parar de me bombar, ele chupa meu pescoço, mordisca minha orelha e, queimando minhas bochechas com a respiração excitada dele, me pergunta:
— Você gosta no cu?
—Adoro...! —respondo sem hesitar, mas me apresso em esclarecer —Mas você tem que dilatar um pouquinho pra mim.
Na verdade, não preciso que me dilate nada, mas adoro quando enfiam os dedos e cavam em mim como se quisessem achar um diamante perdido no fundo da minha bunda.
Sem tirar a pica da minha buceta ainda, ela chupa o polegar da mão direita e, deslizando ele pelo sulco da minha racha, começa a relaxar meu esfíncter.
Ela faz com paciência e capricho, como se ainda não quisesse sair do meu canal principal.
Introduz primeiro a gema e depois o resto do dedo, mexendo em círculos, abrindo logo uma brecha mais que aceitável pro volume portentoso dele.
Então ele tira a pica, cospe bastante no meio do buraco, e enfia quase até a metade, empurrando com vontade pra meter o resto inteiro. Eu me agarro firme nas bordas da mesa, arqueio as costas e deixo ele encher bem minha buceta.
PLAP...PLAP...PLAP...PLAP...PLAP!
É o som que se ouve naquela sala que serve de museu. O corpo dela batendo no meu, se moldando às minhas curvas, às minhas formas.
Segurando firme na minha cintura, o ex-jogador de futebol me come sem dó, entrando, saindo, fazendo da minha bunda um buraco sem fim. Um abismo de prazer, profundo, escondido, sem fundo.
Terminamos os dois juntos, tremendo em uníssono, gemendo e ofegando como dois desenfreados.
Enquanto enche o forro de porra, me aperta contra o corpo dele e sussurra no meu ouvido:
—E vai a primeira! — o que obviamente significa que vai ter uma segunda.
A camiseta do Boca é que vale, pensei enquanto me limpava entre as coxas com uns lenços que estavam em cima da mesa.
O ex-jogador tira a pouca roupa que ainda tem e senta numa poltrona instalada na frente de uma TV 4K de 55 polegadas, onde certamente vai reviver seus dias de glória com gravações daquela época. Sem tirar os olhos de mim, pega na porra da pica e começa a bater uma, me fazendo um convite mais que óbvio.
—A sua empregada não vai falar nada da gente estar demorando tanto? — perguntei preocupada de repente com a nossa intimidade, mesmo avançando decidida pra onde ele já estava instalado.
Ela balança a cabeça negando.
—É igual a Shakira, surda, cega e muda.
Me agacho no chão, entre as pernas dela, e chupo a rola dela, deixando ela dura pra caralho só no boquete.
—Uma espanholada, por favor..., me dá uma espanholada com esses peitos divinos! — ele me pede com um tom super empolgado.
Claro que eu faço isso, esfregando ela de ponta a ponta com meus peitos, deixando quase roxa de tanta fricção.
Quando eu solto ela, a pica fica vibrando, terrivelmente inchada, com as veias marcadas sob pressão em cada pedaço da pele dela.
- Ahhhhh..., que gostoso você chupa, bebê, sim..., muito bem..., ahhhhhh..., chupa toda essa parte, vai...! - ela me diz, esfregando a rola na barriga e me oferecendo os ovos peludos e inchados.
Mastigo eles com devoção, parando de vez em quando pra tirar os pelinhos que ficam grudados na minha língua.
Deixo os ovos dele todo babado e me levanto pra pegar outra camisinha. Coloco nela e subo em cima dele, de cavalinho, enfiando bem até a raiz toda essa ereção perfeita.
Só de sentir como ele me preenche e transborda com a carne dele, eu gozo. Me desmancho de prazer ali em cima dele, tremendo e gemendo de forma abafada e compulsiva.
—Como você se molha, gostosa… parece que sua buceta tá derretendo! — me diz o ex-jogador, voltando a atacar meus peitos com chupões e mordidas, enquanto eu, ainda sentindo a eletrocussão do prazer, me movo pra cima e pra baixo, me abrindo toda.
Nós transamos com movimentos suaves, moderados, fluindo um no outro, nos encaixando de forma plena e deliciosa, fazendo dos nossos sexos uma única sensação, um único estímulo.
Eu termino uma e outra vez montada ali em cima, sentindo que a dureza dele não diminui nem um pouco, mantendo o tempo todo um tamanho portentoso e guerreiro. Pelo menos até ele me agarrar pelas nádegas, se levantar comigo no colo e, virando-me de costas sobre a poltrona, arremeter com tudo entre minhas pernas, me comendo agora sim com um ritmo brutal e desvairado. Então, quando já está prestes a gozar, ele tira de dentro de mim, arranca a camisinha, bate uma punheta um par de vezes e goza em cima de mim, grosso, morno, gratificante.
Ela se levanta, sacode ele, espirrando em mim as últimas gotinhas de porra, e solta um rugido profundo e gutural, como se fosse o grito de gol que vale um campeonato.
Depois do tesão, eu levanto e me limpo de novo com os lenços que estão na mesa.
—Pedaço de foda que a gente deu...! — exclama o ex-jogador com tom ofegante, largado na poltrona, ainda se recuperando do tremendo esforço que fez.
—Quando você jogava, era tão bom assim? — pergunto, já começando a me vestir.
—Sempre, um jogador de campo inteiro — concorda sem nenhuma modéstia.
Depois de me vestir e me arrumar, faço as inspeções de praxe, tanto na casa quanto nos carrões que ele tem na garagem. No que a gente veio, já tinha dado uma olhada no escritório.
—Ainda hoje à tarde te mando o orçamento por e-mail — falo pra ele quando termino.
Voltamos então para o quarto-museu, onde a gente tinha deixado a camiseta.
A dedicatória que ela colocou ficou assim:
Para (o nome do meu marido) de um campeão pra outro campeão". Com a assinatura dele no final.
Meu marido não acreditou quando eu dei pra ele, ainda mais porque aquele campeonato de 92 significou muito pra ele. Ele tinha só nove anos, mas o pai dele, que morreu poucos anos depois, levou ele em quase todos os jogos, então aquele time e aquela camiseta ocupam um lugar especial entre as lembranças mais queridas dele.
Claro que pra mim agora também seria algo digno de lembrar, principalmente aquele campeão que, tendo feito meu marido feliz quando criança com seus dribles e gols, agora, tantos anos depois, me fazia feliz, de um jeito diferente, mas igualmente válido.
Em 92 os gols foram tomados por outros, dessa vez quem tomou fui eu...
29 comentários - El campeón...
Ta,ta, ta.
Buen relato, van ocho puntos.