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Aviso:
Tudo relatado aqui faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da vida. Os nomes das personagens foram deliberadamente alterados para proteger os verdadeiros protagonistas dos fatos ocorridos. É um relato autobiográfico.Subi no ônibus rumo à faculdade, e lembrando de tudo que aconteceu durante a tarde no Zoológico, eu mal conseguia acreditar que fosse verdade. Que tudo tivesse sido real. Ficava me perguntando de novo e de novo se era verdade que eu tinha acabado de pegar um viado. Eu sempre gostei de mulheres e tinha uma certa facilidade para conseguir uma mina, mas o Victor tinha algo que não saía da minha cabeça e eu não conseguia entender o que era. Cheguei na faculdade e a noite seguiu normalmente… Voltei pra casa no horário de sempre. Toda a família dormindo e eu, como todas as noites, esquentando a comida que minha mãe tinha deixado. Depois de jantar, deitei e mandei uma bela punheta, lembrando da linda "Manuela" que o Victor tinha feito em mim várias horas antes… No dia seguinte, enquanto tomava café da manhã, minha mãe me disse…- “Ontem, lá pelas seis da tarde, um tal de Víctor te ligou dizendo que era seu amigo… Quem é esse…? Eu conheço…?”
- “É um colega da faculdade, e não, mãe, você não conhece ele… Ele te disse por que eu liguei…?”Menti…- “Por acaso você não viu isso na faculdade de pedagogia…?”
- "Não, mãe, ontem não foi... Ele faltou às aulas... O que você queria...?outra mentira nova...- "Não entendi muito bem... Ele disse que onde tinha combinado de se encontrar com você na sexta, à uma da tarde, não ia dar mais e que pra não chegar atrasado era melhor você esperar ele na esquina do Monumento aos Espanhóis... O que você vai fazer lá nessa hora...?
- "Treinar, mãe... Vamos correr no bosque de Palermo pra treinar pra prova de 5000 metros do atletismo... Depois a gente vai pra faculdade de educação física...terceira mentira pra minha mãe…
O moleque me ligou assim que chegou na casa dele. Dava pra ver que ele queria confirmar se o telefone era verdadeiro. Eu sabia que não podia ligar pro Victor, já que ele tinha me dito que ia passar o dia todo na Faculdade na quinta. Ele tinha decidido adiantar a hora e mudar o lugar. Decidi ligar pro meu amigo e parceiro de vários anos, Andrés, pra ele me ajudar a tomar uma decisão. Fiquei uns vinte minutos no telefone com ele, contando com todos os detalhes o que tinha acontecido no dia anterior. Pedi conselho pra saber o que fazer: se ir em frente ou deixar tudo voltar à estaca zero. Ele me convenceu a continuar quando argumentou…- "Escuta aqui, Eduardo, desde que você terminou com a Silvia, você não tá comendo ninguém... Até quando vai ficar só na punheta? Deixa esse tal de Victor começar fazendo umas punhetas pra você, quem sabe com um pouco de sorte ele se anima a chupar seu pau, e quando você perceber, acaba comendo ele... Vai em frente e se ver que a coisa não tá dando certo, usa a mesma desculpa que sempre funciona com as gostosas e parte pra outra...
Claro que questionei o fato de ele nunca ter transado com um homem e não ter muita certeza se estava com vontade de fazer isso. O Andrés continuava me incentivando a experimentar, dizendo que se eu não gostasse, mandasse ele à merda. Decidi tentar e seguir com o Victor até onde desse...
Chegou sexta-feira, almocei cedo, coloquei o uniforme de educação física da faculdade: tênis preto, calça de moletom azul, camiseta pólo branca e, como estava um pouco quente, guardei o casaco de moletom azul na bolsa junto com o material e roupas esportivas para as várias modalidades. Me despedi da minha mãe e caminhei pela Av. Sarmiento até chegar à entrada do Jardim Zoológico que fica em frente ao Monumento aos Espanhóis. Cheguei dez minutos antes do combinado. Vejo ele chegando pela Av. do Libertador com passos apressados. Estava vestido quase com as mesmas roupas do outro dia, com a diferença de que a camisa desta vez era branca. Trazia o jaleco de médico aberto. Tentei novamente nos cumprimentarmos com um beijo na bochecha, mas ele mais uma vez estendeu a mão...- "Você ainda tá vestido de médico...?
- “É, é que eu não queria me atrasar… Por isso marquei com você aqui… Fica mais perto do hospital pra mim…”
- “Mas pra que você adiantou a hora…? Às duas da tarde você não teria que se apressar…”
- “A verdade, Eduardo, é que eu queria passar mais tempo com você e hoje vamos poder ficar mais uma hora…”
- "Não sei se vai ser mais uma hora... Hoje teno matérias esportivas e devo chegar um pouco mais cedo para treinar... Mas não se preocupa, vamos vendo como fica...
Ela tirou o guarda-pó, dobrou-o o melhor que pôde e guardou-o dentro da sua maleta.- “Você conhece melhor que eu esses bosques de Palermo... Para onde poderíamos ir para que eu possa brincar de novo com seu pau…?”
- “Achei que você queria conversar e continuar nos conhecendo...”
- “Podemos conversar com seu pau entre minhas mãos...”
- "E dentro da sua boca...?
- “Se você me levar ao lugar certo, talvez eu possa realizar seu desejo...”
Quando ouvi isso, meu pau endureceu quase na hora. Com o moletom, dava pra ver a "barraca" terrivelmente, mas decidi não esconder. Se o Victor estava disposto a "comer" meu pau, queria mostrar como eu estava pronto pra ele. Ele viu como minha rola estava e sorriu. Aproveitei pra dizer...- “Que pena que viemos pra esse lado… Um lugar muito bom é o Jardim Botânico, que tem áreas com muita vegetação e tem menos gente que no Zoológico…”
- “Fico constrangido por ter te chamado aqui sem te consultar antes…”
- “Não se preocupe... Você vê o Planetário que fica depois da Av. Figueroa Alcorta…?”
“Sim…”
- “Bom, vamos ter que andar um pouco, porque lá atrás, embaixo dos trilhos do trem, tem um lugar chamado ‘O Pendurado’ onde o pessoal vai trepar 24 horas por dia…”
- “Mas... Eu não falei em ir transar... Eu te disse que ainda sou virgem... Vamos nos conhecer melhor antes de tentar...”
- “Eu também não falei de transar... Só que naquele lugar vão muitos casais e entre tantas coisas que acontecem lá, uma delas é transar...”
Depois de uma caminhada de uns dez minutos, em que não trocamos palavras mas trocamos olhares provocantes, chegamos ao Guindado. Havia casais de todos os tipos e idades, se beijando, se apalpando e alguns transando. Percebi que o Víctor ficou meio constrangido e resolvi levá-lo para a barranca do talude do trem San Martín, cruzando de novo a Av. Figueroa Alcorta e nos afastando uns duzentos metros de onde estávamos. Uma longa fileira de álamos, perto do monumento de um cervo, era um bom esconderijo para olhares indiscretos. Nos sentamos e nos acomodamos atrás de dois deles que estavam bem juntos e decidimos que era o melhor lugar. Eu à sua esquerda e ele à minha direita. Perguntei a ele...- "Você gosta desse lugar...? Tá confortável...?
- “Sim…”
Houve um silêncio constrangedor. O que o Víctor viu acontecer no El Guindado e a necessidade de mudarmos de lugar quebraram completamente o clima que havíamos criado. Além disso, ele não se decidia sobre onde nos sentar, e então meu pau perdeu o vigor. Dessa vez, não queria ser eu a quebrar o silêncio. Preferi que fosse ele, quando se sentisse confortável, a tomar a iniciativa. Os minutos passavam e nada. Víctor continuava absorto em seus pensamentos. Percebi que, se ele estava disposto a assumir o papel "feminino" do casal, teria que ser eu a dar o primeiro passo. Decido então surpreendê-lo com um beijo em sua bochecha esquerda. Ele sorri e me devolve um beijo na minha bochecha direita. Ficamos brincando dessa forma por aproximadamente dois minutos, nos quais cada um deu não menos de dez beijos na bochecha do outro...
Eu esperava que, em algum momento, fosse ele quem me surpreendesse, e ele realmente o fez. Quando tento um novo beijo em sua bochecha, ele vira a cabeça na minha direção e meus lábios acabam encontrando os dele. Era a primeira vez que beijava um homem. Senti como um choque elétrico nos lábios que percorreu todo o meu corpo e parou na ponta do meu pau. Afastei-me do Víctor e fiquei olhando para ele. Ficamos assim por não mais de dez segundos, mas acho que, para ambos, foi uma eternidade. Finalmente, digo a ele...- "O que foi isso...?
- “Um beijo… Você não gostou…?”
- "É... O que acontece é que é a primeira vez que beijo um homem na boca...
- "E aí, o que você achou...?
- "Não sei, que estranho... Senti como um arrepio que começou nos meus lábios e percorreu todo o meu corpo... Sinto que meu pau quer voltar à vida...
Ofereço sua boca para que eu a beije. Seus lábios, ao contrário dos meus, são mais carnudos, especialmente o inferior. Beijo seu lábio inferior e ele corresponde beijando meu lábio inferior. A corrente elétrica percorre meu corpo novamente, dos meus lábios até a ponta da minha rola. Nos beijamos dessa forma por minutos intermináveis, que permitiram ao meu pau uma dureza extraordinária. Foi nesse momento que quis aumentar a aposta, e desta vez fui eu quem tomou a iniciativa. Victor esperava meus lábios sobre os seus, mas não só teve o que esperava, como também enfiei minha língua dentro de sua boca. Ele instantaneamente busca minha língua com a dele e, em um frenesi incontrolável, começou uma batalha entre as duas línguas para dominar a boca do oponente...
Sem que nenhum de nós conseguisse seu propósito, nos separamos, nos olhamos, e é Victor quem me sugere...- “E se, em vez de brigar com as línguas, a gente fizer elas virarem amigas…?”
Não respondi. Até aquele momento, o contato entre nossos corpos era apenas entre lábios e línguas. O abracei, puxo ele para mim, o beijo e enfio minha língua dentro de sua boca. Ele me abraça, me atrai para si e pudemos sentir nossos corações batendo a uma velocidade impressionante. Victor permitiu que minha língua brincasse com a dele dentro de sua boca. Ficamos assim por trinta segundos que pareceram trinta minutos. Afrouxei minha língua e permiti que a dele penetrasse em minha boca, e assim ficamos por mais trinta segundos. Perdemos a noção do tempo com esses beijos e abraços. Victor decide deitar-se na inclinação do barranco e eu fico por cima dele. Sem separar nossos lábios e línguas, ambos notamos a dureza de nossos paus e começamos a esfregar nossos cocks através das calças…
Depois de vários minutos de beijos e cocks se esfregando, saio de cima de Victor e digo a ele…- "Se continuarmos assim, vamos manchar nossas cuecas e nossas calças, e vai ser um problema danado pra gente se limpar...
- “E aí, o que você quer que a gente faça, então…?”
- “Você me prometeu ‘algo’ no Monumento aos Espanhóis… Ou já esqueceu…?”
- “Deita…”
Assim que deitei na grama, deixei ele fazer. Continuou me beijando com muita língua enquanto a mão direita dele descia até o volume da minha pica. Através do calção de ginástica, os carinhos dele eram muito bons, mas o Victor não se contentou. Afrouxou o laço do cordão, meteu a mão por dentro e continuou procurando dentro da minha cueca. Encontrou o tesouro que procurava e tentou puxá-lo para fora. Tive que ajudar levantando a pélvis para que ele pudesse baixar meu calção um pouco e também liberar minhas bolas. Parou de beijar meus lábios e a boca dele se apoderou da minha pica enquanto acariciava minhas bolas que estavam cheias de porra...
Apoiou os lábios na ponta da minha pica e aos poucos foi descendo lentamente para que eu pudesse me deleitar vendo como minha pica desaparecia dentro da boca dele. Senti a língua dele brincando com minha glande e com o tronco. Chegou a engolir todos os meus 15 cm de pica e foi então que começou a me chupar com os lábios num lento e constante sobe e desce por todo o comprimento do tronco. Eu aviso...- "Tô quase gozando... O que você quer fazer...?
Tiro meu pau da boca dela e ela me responde…- “Faz dois dias que só bebi sua última gota de porra, e devo confessar que achei muito gostosa… Hoje quero toda que você puder me dar… Quero ficar bêbada com seu leite…”
Ele voltou à posição em que estava, mas dessa vez a masturbação que fazia com os lábios tinha um ritmo muito mais acelerado que antes. Eu sentia que estava prestes a gozar e me deixei levar. Foram quatro jatos que ele tentou engolir um por um. Quando tudo acabou, ele mostrou a boca para que eu pudesse ver que quase não havia vestígios da minha porra - ele tinha bebido tudo. Do canto da boca do Victor escorria porra e eu a recolhi com os dedos indicador e médio da minha mão direita. Ele agarrou meus dedos e os chupou com desespero...- “Eu te disse que queria ela todinha, que não queria desperdiçar nada…”
- "Quer que eu te masturbe para você gozar também...?
- “Não... Vou me dar uma bela punheta e enfiar os dedos no cu lembrando desse momento quando chegar em casa...”
- "Você enfia os dedos...? Achei que você tinha me dito que era virgem...
- “Só virgem de pau...”
- “Você gostaria que eu tirasse sua virgindade…?”
- "Nem te digo que sim, nem que não... A gente ainda tá se conhecendo... Vamos dar o tempo certo... Você tem um pau lindo... Por enquanto só quero brincar com ele e te fazer gozar...
Guarde meu pau dentro da calça e da cueca, e nossa conversa seguiu no sentido de continuarmos nos conhecendo. Eu estava intrigado com a história de como a tia e a prima dele descobriram que ele gostava de homens. Perguntei sobre isso e ele me respondeu...- "Na minha adolescência, já tinha claro que gostava mais de homens do que de mulheres... Mas era tão tímido naquela época que não me arriscava em nada... Quando comecei a faculdade, fiquei hospedado na casa da minha tia Marta e da minha prima Susana, já que elas moravam em Santiago... A tia Marta é irmã da minha mãe e durante todo o ano letivo cuidava de mim como se eu também fosse filho dela... Quando eu trazia colegas para estudar, eram sempre caras que, logicamente, eram os que me deixavam encantado... Um dia, minha tia descobriu que vários desses colegas aproveitavam qualquer descuido meu para apalpar descaradamente minha bunda, e ainda por cima eu não os proibia...
- “E aí…?”
- “Uma noite esperei minha prima adormecer e contei a ela o que tinha visto… O que a incomodava era que não tinha sido só uma vez, mas ela me repreendia pela quantidade de vezes que a apalpada acontecia, e que além disso eu não fazia nada para impedi-los… Que eu não fazia valer meu respeito e dignidade como pessoa… Tive que confessar minhas inclinações, e achando que ela ia ficar brava e fazer um escândalo, ela me abraçou e me acolheu… A partir daí, ela me protegeu muito mais e até me dizia quais dos meus colegas me convinham e quais não…”
- “E como a sua prima ficou sabendo…?”
- “Nós dividíamos o mesmo quarto, e um descuido meu permitiu que ela descobrisse meu segredo...”
- “O que foi…?”
- “Eu trocava cartas com um colega que eu gostava… E dá pra ver que alguma delas ficou sem guardar e a Susana encontrou na minha mesinha de cabeceira… Ela leu e foi imediatamente falar com a mãe dela… A tia Marta conseguiu acalmá-la e tentou fazer com que ela entendesse o que estava acontecendo com meus sentimentos… Para ela, naquela época, foi muito difícil aceitar… Ela tinha 15 anos quando descobriu... Hoje, igual à minha tia, ela não só me diz quem me convém e quem não, como também me apresenta os amigos que considera ‘ideais’ para mim… Eu sou cinco anos mais velha que ela…”
Continuamos falando do Chile, de Mendoza, da vida atual dele. Por minha vez, falei sobre meus pais e meus irmãos. Víctor não tinha irmãos, era filho único, e estava muito interessado em saber como é a relação entre irmãos. Embora ele me contasse que considerava sua prima como uma irmãzinha mais nova. Também me contou que sua tia havia ficado viúva há muitos anos, quando sua prima era bem pequena...
Entre uma conversa e outra, a tarde foi passando e eu tinha que ir cumprir minhas obrigações de estudante. Nos restava apenas meia hora. Foi então que ele me disse, no melhor estilo das telenovelas...- “Eduardo… Me beija… E deixa eu tentar tirar mais leite dessa sua rola linda…”
Claro que não recusei. Beijei ele com muita língua e logo ele foi atrás do meu pau. Tirei ele da prisão e enquanto ele me devolvia os beijos metendo a língua dentro da minha boca, começou a me masturbar sem pressa mas sem pausa. À medida que meu pau endurecia nossos beijos ficavam mais apaixonados, até que finalmente eu jorrei em duas porradas de porra que bateram no tronco de um dos álamos. Quando ele percebeu que eu já tinha acabado, se atirou na ponta do meu pau e bebeu até a última gota de gozo…
Ajeitamos as roupas meio desarrumadas e voltamos caminhando até a Plaza Italia, onde eu pegaria o ônibus para minhas obrigações. No caminho continuamos nos conhecendo e combinamos de nos encontrar na segunda seguinte na esquina da Malabia com a Av. Las Heras, à uma da tarde. Iríamos passar a tarde no Jardim Botânico…
Dessa vez nos despedimos com um beijo na bochecha. No dia seguinte encontro meu amigo Andrés, com quem iria junto com outros amigos e amigas ao cinema, e conto tudo que aconteceu. Claro que disse que vou seguir em frente com o relacionamento…Continua em “Víctor, o futuro médico - 3ª parte”
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Tudo relatado aqui faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da vida. Os nomes das personagens foram deliberadamente alterados para proteger os verdadeiros protagonistas dos fatos ocorridos. É um relato autobiográfico.Subi no ônibus rumo à faculdade, e lembrando de tudo que aconteceu durante a tarde no Zoológico, eu mal conseguia acreditar que fosse verdade. Que tudo tivesse sido real. Ficava me perguntando de novo e de novo se era verdade que eu tinha acabado de pegar um viado. Eu sempre gostei de mulheres e tinha uma certa facilidade para conseguir uma mina, mas o Victor tinha algo que não saía da minha cabeça e eu não conseguia entender o que era. Cheguei na faculdade e a noite seguiu normalmente… Voltei pra casa no horário de sempre. Toda a família dormindo e eu, como todas as noites, esquentando a comida que minha mãe tinha deixado. Depois de jantar, deitei e mandei uma bela punheta, lembrando da linda "Manuela" que o Victor tinha feito em mim várias horas antes… No dia seguinte, enquanto tomava café da manhã, minha mãe me disse…- “Ontem, lá pelas seis da tarde, um tal de Víctor te ligou dizendo que era seu amigo… Quem é esse…? Eu conheço…?”
- “É um colega da faculdade, e não, mãe, você não conhece ele… Ele te disse por que eu liguei…?”Menti…- “Por acaso você não viu isso na faculdade de pedagogia…?”
- "Não, mãe, ontem não foi... Ele faltou às aulas... O que você queria...?outra mentira nova...- "Não entendi muito bem... Ele disse que onde tinha combinado de se encontrar com você na sexta, à uma da tarde, não ia dar mais e que pra não chegar atrasado era melhor você esperar ele na esquina do Monumento aos Espanhóis... O que você vai fazer lá nessa hora...?
- "Treinar, mãe... Vamos correr no bosque de Palermo pra treinar pra prova de 5000 metros do atletismo... Depois a gente vai pra faculdade de educação física...terceira mentira pra minha mãe…
O moleque me ligou assim que chegou na casa dele. Dava pra ver que ele queria confirmar se o telefone era verdadeiro. Eu sabia que não podia ligar pro Victor, já que ele tinha me dito que ia passar o dia todo na Faculdade na quinta. Ele tinha decidido adiantar a hora e mudar o lugar. Decidi ligar pro meu amigo e parceiro de vários anos, Andrés, pra ele me ajudar a tomar uma decisão. Fiquei uns vinte minutos no telefone com ele, contando com todos os detalhes o que tinha acontecido no dia anterior. Pedi conselho pra saber o que fazer: se ir em frente ou deixar tudo voltar à estaca zero. Ele me convenceu a continuar quando argumentou…- "Escuta aqui, Eduardo, desde que você terminou com a Silvia, você não tá comendo ninguém... Até quando vai ficar só na punheta? Deixa esse tal de Victor começar fazendo umas punhetas pra você, quem sabe com um pouco de sorte ele se anima a chupar seu pau, e quando você perceber, acaba comendo ele... Vai em frente e se ver que a coisa não tá dando certo, usa a mesma desculpa que sempre funciona com as gostosas e parte pra outra...
Claro que questionei o fato de ele nunca ter transado com um homem e não ter muita certeza se estava com vontade de fazer isso. O Andrés continuava me incentivando a experimentar, dizendo que se eu não gostasse, mandasse ele à merda. Decidi tentar e seguir com o Victor até onde desse...
Chegou sexta-feira, almocei cedo, coloquei o uniforme de educação física da faculdade: tênis preto, calça de moletom azul, camiseta pólo branca e, como estava um pouco quente, guardei o casaco de moletom azul na bolsa junto com o material e roupas esportivas para as várias modalidades. Me despedi da minha mãe e caminhei pela Av. Sarmiento até chegar à entrada do Jardim Zoológico que fica em frente ao Monumento aos Espanhóis. Cheguei dez minutos antes do combinado. Vejo ele chegando pela Av. do Libertador com passos apressados. Estava vestido quase com as mesmas roupas do outro dia, com a diferença de que a camisa desta vez era branca. Trazia o jaleco de médico aberto. Tentei novamente nos cumprimentarmos com um beijo na bochecha, mas ele mais uma vez estendeu a mão...- "Você ainda tá vestido de médico...?
- “É, é que eu não queria me atrasar… Por isso marquei com você aqui… Fica mais perto do hospital pra mim…”
- “Mas pra que você adiantou a hora…? Às duas da tarde você não teria que se apressar…”
- “A verdade, Eduardo, é que eu queria passar mais tempo com você e hoje vamos poder ficar mais uma hora…”
- "Não sei se vai ser mais uma hora... Hoje teno matérias esportivas e devo chegar um pouco mais cedo para treinar... Mas não se preocupa, vamos vendo como fica...
Ela tirou o guarda-pó, dobrou-o o melhor que pôde e guardou-o dentro da sua maleta.- “Você conhece melhor que eu esses bosques de Palermo... Para onde poderíamos ir para que eu possa brincar de novo com seu pau…?”
- “Achei que você queria conversar e continuar nos conhecendo...”
- “Podemos conversar com seu pau entre minhas mãos...”
- "E dentro da sua boca...?
- “Se você me levar ao lugar certo, talvez eu possa realizar seu desejo...”
Quando ouvi isso, meu pau endureceu quase na hora. Com o moletom, dava pra ver a "barraca" terrivelmente, mas decidi não esconder. Se o Victor estava disposto a "comer" meu pau, queria mostrar como eu estava pronto pra ele. Ele viu como minha rola estava e sorriu. Aproveitei pra dizer...- “Que pena que viemos pra esse lado… Um lugar muito bom é o Jardim Botânico, que tem áreas com muita vegetação e tem menos gente que no Zoológico…”
- “Fico constrangido por ter te chamado aqui sem te consultar antes…”
- “Não se preocupe... Você vê o Planetário que fica depois da Av. Figueroa Alcorta…?”
“Sim…”
- “Bom, vamos ter que andar um pouco, porque lá atrás, embaixo dos trilhos do trem, tem um lugar chamado ‘O Pendurado’ onde o pessoal vai trepar 24 horas por dia…”
- “Mas... Eu não falei em ir transar... Eu te disse que ainda sou virgem... Vamos nos conhecer melhor antes de tentar...”
- “Eu também não falei de transar... Só que naquele lugar vão muitos casais e entre tantas coisas que acontecem lá, uma delas é transar...”
Depois de uma caminhada de uns dez minutos, em que não trocamos palavras mas trocamos olhares provocantes, chegamos ao Guindado. Havia casais de todos os tipos e idades, se beijando, se apalpando e alguns transando. Percebi que o Víctor ficou meio constrangido e resolvi levá-lo para a barranca do talude do trem San Martín, cruzando de novo a Av. Figueroa Alcorta e nos afastando uns duzentos metros de onde estávamos. Uma longa fileira de álamos, perto do monumento de um cervo, era um bom esconderijo para olhares indiscretos. Nos sentamos e nos acomodamos atrás de dois deles que estavam bem juntos e decidimos que era o melhor lugar. Eu à sua esquerda e ele à minha direita. Perguntei a ele...- "Você gosta desse lugar...? Tá confortável...?
- “Sim…”
Houve um silêncio constrangedor. O que o Víctor viu acontecer no El Guindado e a necessidade de mudarmos de lugar quebraram completamente o clima que havíamos criado. Além disso, ele não se decidia sobre onde nos sentar, e então meu pau perdeu o vigor. Dessa vez, não queria ser eu a quebrar o silêncio. Preferi que fosse ele, quando se sentisse confortável, a tomar a iniciativa. Os minutos passavam e nada. Víctor continuava absorto em seus pensamentos. Percebi que, se ele estava disposto a assumir o papel "feminino" do casal, teria que ser eu a dar o primeiro passo. Decido então surpreendê-lo com um beijo em sua bochecha esquerda. Ele sorri e me devolve um beijo na minha bochecha direita. Ficamos brincando dessa forma por aproximadamente dois minutos, nos quais cada um deu não menos de dez beijos na bochecha do outro...
Eu esperava que, em algum momento, fosse ele quem me surpreendesse, e ele realmente o fez. Quando tento um novo beijo em sua bochecha, ele vira a cabeça na minha direção e meus lábios acabam encontrando os dele. Era a primeira vez que beijava um homem. Senti como um choque elétrico nos lábios que percorreu todo o meu corpo e parou na ponta do meu pau. Afastei-me do Víctor e fiquei olhando para ele. Ficamos assim por não mais de dez segundos, mas acho que, para ambos, foi uma eternidade. Finalmente, digo a ele...- "O que foi isso...?
- “Um beijo… Você não gostou…?”
- "É... O que acontece é que é a primeira vez que beijo um homem na boca...
- "E aí, o que você achou...?
- "Não sei, que estranho... Senti como um arrepio que começou nos meus lábios e percorreu todo o meu corpo... Sinto que meu pau quer voltar à vida...
Ofereço sua boca para que eu a beije. Seus lábios, ao contrário dos meus, são mais carnudos, especialmente o inferior. Beijo seu lábio inferior e ele corresponde beijando meu lábio inferior. A corrente elétrica percorre meu corpo novamente, dos meus lábios até a ponta da minha rola. Nos beijamos dessa forma por minutos intermináveis, que permitiram ao meu pau uma dureza extraordinária. Foi nesse momento que quis aumentar a aposta, e desta vez fui eu quem tomou a iniciativa. Victor esperava meus lábios sobre os seus, mas não só teve o que esperava, como também enfiei minha língua dentro de sua boca. Ele instantaneamente busca minha língua com a dele e, em um frenesi incontrolável, começou uma batalha entre as duas línguas para dominar a boca do oponente...
Sem que nenhum de nós conseguisse seu propósito, nos separamos, nos olhamos, e é Victor quem me sugere...- “E se, em vez de brigar com as línguas, a gente fizer elas virarem amigas…?”
Não respondi. Até aquele momento, o contato entre nossos corpos era apenas entre lábios e línguas. O abracei, puxo ele para mim, o beijo e enfio minha língua dentro de sua boca. Ele me abraça, me atrai para si e pudemos sentir nossos corações batendo a uma velocidade impressionante. Victor permitiu que minha língua brincasse com a dele dentro de sua boca. Ficamos assim por trinta segundos que pareceram trinta minutos. Afrouxei minha língua e permiti que a dele penetrasse em minha boca, e assim ficamos por mais trinta segundos. Perdemos a noção do tempo com esses beijos e abraços. Victor decide deitar-se na inclinação do barranco e eu fico por cima dele. Sem separar nossos lábios e línguas, ambos notamos a dureza de nossos paus e começamos a esfregar nossos cocks através das calças…
Depois de vários minutos de beijos e cocks se esfregando, saio de cima de Victor e digo a ele…- "Se continuarmos assim, vamos manchar nossas cuecas e nossas calças, e vai ser um problema danado pra gente se limpar...
- “E aí, o que você quer que a gente faça, então…?”
- “Você me prometeu ‘algo’ no Monumento aos Espanhóis… Ou já esqueceu…?”
- “Deita…”
Assim que deitei na grama, deixei ele fazer. Continuou me beijando com muita língua enquanto a mão direita dele descia até o volume da minha pica. Através do calção de ginástica, os carinhos dele eram muito bons, mas o Victor não se contentou. Afrouxou o laço do cordão, meteu a mão por dentro e continuou procurando dentro da minha cueca. Encontrou o tesouro que procurava e tentou puxá-lo para fora. Tive que ajudar levantando a pélvis para que ele pudesse baixar meu calção um pouco e também liberar minhas bolas. Parou de beijar meus lábios e a boca dele se apoderou da minha pica enquanto acariciava minhas bolas que estavam cheias de porra...
Apoiou os lábios na ponta da minha pica e aos poucos foi descendo lentamente para que eu pudesse me deleitar vendo como minha pica desaparecia dentro da boca dele. Senti a língua dele brincando com minha glande e com o tronco. Chegou a engolir todos os meus 15 cm de pica e foi então que começou a me chupar com os lábios num lento e constante sobe e desce por todo o comprimento do tronco. Eu aviso...- "Tô quase gozando... O que você quer fazer...?
Tiro meu pau da boca dela e ela me responde…- “Faz dois dias que só bebi sua última gota de porra, e devo confessar que achei muito gostosa… Hoje quero toda que você puder me dar… Quero ficar bêbada com seu leite…”
Ele voltou à posição em que estava, mas dessa vez a masturbação que fazia com os lábios tinha um ritmo muito mais acelerado que antes. Eu sentia que estava prestes a gozar e me deixei levar. Foram quatro jatos que ele tentou engolir um por um. Quando tudo acabou, ele mostrou a boca para que eu pudesse ver que quase não havia vestígios da minha porra - ele tinha bebido tudo. Do canto da boca do Victor escorria porra e eu a recolhi com os dedos indicador e médio da minha mão direita. Ele agarrou meus dedos e os chupou com desespero...- “Eu te disse que queria ela todinha, que não queria desperdiçar nada…”
- "Quer que eu te masturbe para você gozar também...?
- “Não... Vou me dar uma bela punheta e enfiar os dedos no cu lembrando desse momento quando chegar em casa...”
- "Você enfia os dedos...? Achei que você tinha me dito que era virgem...
- “Só virgem de pau...”
- “Você gostaria que eu tirasse sua virgindade…?”
- "Nem te digo que sim, nem que não... A gente ainda tá se conhecendo... Vamos dar o tempo certo... Você tem um pau lindo... Por enquanto só quero brincar com ele e te fazer gozar...
Guarde meu pau dentro da calça e da cueca, e nossa conversa seguiu no sentido de continuarmos nos conhecendo. Eu estava intrigado com a história de como a tia e a prima dele descobriram que ele gostava de homens. Perguntei sobre isso e ele me respondeu...- "Na minha adolescência, já tinha claro que gostava mais de homens do que de mulheres... Mas era tão tímido naquela época que não me arriscava em nada... Quando comecei a faculdade, fiquei hospedado na casa da minha tia Marta e da minha prima Susana, já que elas moravam em Santiago... A tia Marta é irmã da minha mãe e durante todo o ano letivo cuidava de mim como se eu também fosse filho dela... Quando eu trazia colegas para estudar, eram sempre caras que, logicamente, eram os que me deixavam encantado... Um dia, minha tia descobriu que vários desses colegas aproveitavam qualquer descuido meu para apalpar descaradamente minha bunda, e ainda por cima eu não os proibia...
- “E aí…?”
- “Uma noite esperei minha prima adormecer e contei a ela o que tinha visto… O que a incomodava era que não tinha sido só uma vez, mas ela me repreendia pela quantidade de vezes que a apalpada acontecia, e que além disso eu não fazia nada para impedi-los… Que eu não fazia valer meu respeito e dignidade como pessoa… Tive que confessar minhas inclinações, e achando que ela ia ficar brava e fazer um escândalo, ela me abraçou e me acolheu… A partir daí, ela me protegeu muito mais e até me dizia quais dos meus colegas me convinham e quais não…”
- “E como a sua prima ficou sabendo…?”
- “Nós dividíamos o mesmo quarto, e um descuido meu permitiu que ela descobrisse meu segredo...”
- “O que foi…?”
- “Eu trocava cartas com um colega que eu gostava… E dá pra ver que alguma delas ficou sem guardar e a Susana encontrou na minha mesinha de cabeceira… Ela leu e foi imediatamente falar com a mãe dela… A tia Marta conseguiu acalmá-la e tentou fazer com que ela entendesse o que estava acontecendo com meus sentimentos… Para ela, naquela época, foi muito difícil aceitar… Ela tinha 15 anos quando descobriu... Hoje, igual à minha tia, ela não só me diz quem me convém e quem não, como também me apresenta os amigos que considera ‘ideais’ para mim… Eu sou cinco anos mais velha que ela…”
Continuamos falando do Chile, de Mendoza, da vida atual dele. Por minha vez, falei sobre meus pais e meus irmãos. Víctor não tinha irmãos, era filho único, e estava muito interessado em saber como é a relação entre irmãos. Embora ele me contasse que considerava sua prima como uma irmãzinha mais nova. Também me contou que sua tia havia ficado viúva há muitos anos, quando sua prima era bem pequena...
Entre uma conversa e outra, a tarde foi passando e eu tinha que ir cumprir minhas obrigações de estudante. Nos restava apenas meia hora. Foi então que ele me disse, no melhor estilo das telenovelas...- “Eduardo… Me beija… E deixa eu tentar tirar mais leite dessa sua rola linda…”
Claro que não recusei. Beijei ele com muita língua e logo ele foi atrás do meu pau. Tirei ele da prisão e enquanto ele me devolvia os beijos metendo a língua dentro da minha boca, começou a me masturbar sem pressa mas sem pausa. À medida que meu pau endurecia nossos beijos ficavam mais apaixonados, até que finalmente eu jorrei em duas porradas de porra que bateram no tronco de um dos álamos. Quando ele percebeu que eu já tinha acabado, se atirou na ponta do meu pau e bebeu até a última gota de gozo…
Ajeitamos as roupas meio desarrumadas e voltamos caminhando até a Plaza Italia, onde eu pegaria o ônibus para minhas obrigações. No caminho continuamos nos conhecendo e combinamos de nos encontrar na segunda seguinte na esquina da Malabia com a Av. Las Heras, à uma da tarde. Iríamos passar a tarde no Jardim Botânico…
Dessa vez nos despedimos com um beijo na bochecha. No dia seguinte encontro meu amigo Andrés, com quem iria junto com outros amigos e amigas ao cinema, e conto tudo que aconteceu. Claro que disse que vou seguir em frente com o relacionamento…Continua em “Víctor, o futuro médico - 3ª parte”
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1 comentários - Víctor, o Futuro Médico - Parte 2
¿Leiste la primera...?