Pôquer de Buceta

Uma sexta-feira à noite, como toda semana, nos reunimos eu e minha parceira com os amigos. Dessa vez foi na casa do Mariano. Jogamos cartas, bebemos, conversamos, o normal de toda sexta. O diferente foi que a mulher do Mariano, dessa vez, não se arrumou como de costume. Ficou a noite toda de shortinho, pijama e blusa de alcinha. Não usava sutiã, dava pra ver porque os bicos apareciam. Eu não conseguia parar de olhar pra Brenda, ela é a mais nova do grupo e a mais gostosa também. Conforme a noite passava, eu já tava mais bêbado, e todo mundo também. Minha mulher, de boa, brincava com todo mundo, como de costume, nada de anormal. Um casal foi embora porque não tinha com quem deixar os filhos, então só ficamos eu, Mariano e a Brenda, a esposa dele, a Alejandra e o Sebas, e minha mulher e eu. Continuamos bebendo e conversando, e acho que a Alejandra percebeu que eu não parava de admirar a Brenda, porque numa ida à cozinha a gente se trombolou e ela me disse: "Você comeria ela se tivesse permissão, hein?!" E foi embora, mas também rebolando aquele rabão que ela tem, virou e riu. Desde então, eram duas que eu olhava com vontade. Ficamos bêbados, peguei minha mulher e dancei com ela, beijava ela igual um louco, e ela me beijava também. Os outros casais levantaram e fizeram o mesmo. Daí a pouco, peguei a Ale e troquei de par com minha esposa. Ale sussurrou no meu ouvido: "Tá afim, hein, filho da puta? Qual das três você come?" E eu respondi: "As três, mas começo com essa sua bunda enorme." Aí ela me deu uma chupada na orelha e disse: "Faz de conta que não é, se a bunda que você quer é a da Brenda." Eu concordei com a cabeça, me perdi, e quando vi, minha esposa já tinha trocado de par, agora tava com o Mariano, e o Sebas com a Brenda. Nossa senhora, ele tava bem agarrado nela, e o shortinho subia, ela não tava usando nada por baixo, dava pra ver. Minha mulher já tinha tirado a jaqueta, e os dois peitões lindos dela apareciam por cima da blusinha pequena. O Mariano apertava ela. Então decidi apertar a Ale com mais força, pra ela sentir meu pau, que já tava meio duro. Devo dizer que tenho um pedaço de pau de bom tamanho e grosso. Ale sentiu e deu uma risadinha. E me disse: "Vou na cozinha pegar outra. Garrafa, me alcança, foi assim. Quando cheguei, ela me pegou, enfiou a língua na minha boca e a mão dela tocava no meu pau. Ela disse: "Você não sabe quanta vontade eu sempre tive de você me comer." Minha mulher tinha contado pra elas como eu como, ela falou, e quer ver se é verdade mesmo. Ela tentou tirar ele pra fora, mas era arriscado demais, então por cima da calça ela ficou tocando e balançando. A gente nem percebeu que a Brenda estava atrás vendo tudo, e quando viramos, ela disse: "Não vou contar nada, mas tira ele da calça agora, a gente quer ver." Abri o zíper, sabia que era minha chance, tava duro e elas iam gostar. Tirei ele, e a Brenda exclamou: "Hooo, que grande!" Chegou perto, pegou com a mão pequena dela, balançou um pouco, se abaixou e enfiou na boca. A Ale só olhava e se tocava por baixo do vestido, e disse: "A Paty não tava mentindo pra gente..." Depois conto o que veio em seguida.

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