A felicidade foi entrando na família. Alba tinha aceitado ser minha namorada, Ricardo pediu pra Julia morarem juntos também e ela aceitou, a chegada do Manuel encheu a casa da Ana, e minha mãe já era companheira do Benito. Os olhinhos abertos do Manuel seguiam como holofotes o movimento da mãe dele; dentro do berço ele ficava tranquilo depois de mamar, só olhava atento pra pessoa que já conhecia, mas não entendia por que ela pulava daquele jeito. A Ana pulava em cima de mim na cama de casal, tinha seguido o conselho da Mônica e enfiado meu pau com cuidado até ver que não doía, ou pelo menos não doía muito. A alegria de se sentir recuperada e montada em mim fazia ela pular como uma menina. Gemendo e ofegante, ela se levantava até quase tirar meu pau e se deixava cair de novo, segurando os peitos com as mãos; quando apertava, saíam uns jatos de leite que caíam na minha cara. Quando acariciei o clitóris dela, ela não aguentou a tensão e gozou. Eu queria ter gozado junto, mas lembrei dos conselhos da médica e, fazendo todo tipo de esforço, consegui atrasar a ejaculação até a Ana desabar em cima de mim. Quando ela conseguiu se levantar, ficou sentada no meu pau, deitada sobre meu corpo, e foi se mexendo em cima dele. Enquanto eu continuava apertando os peitos dela, gozei entre os lábios dela; o clitóris roçava no meu freio, e ela foi me ordenhando, tirando até a última gota de leite. Quando já estávamos deitados, entrelaçados de braços e pernas, ela me disse que o Jorge tinha ligado avisando que voltava no dia seguinte. Dormimos quase a noite toda sem querer nos separar; tinham sido uns dias felizes, mas a vida continuava, e o Jorge tinha mais direito do que eu de aproveitar o filho e a esposa dele. Ele chegou muito contente, morrendo de vontade de ver o Manuel e a Ana. Me emocionei vendo os três abraçados; a Ana também estava emocionada, amava muito o marido dela, e eu sabia que tinha que ser assim, cada um sabia seu lugar. De manhã, meu tio estava pletórico, me cumprimentou. Muito satisfeito, até mais do que esperava. Ele me deu uma cotovelada de cumplicidade.
— Como você dormiu, Manu? Seu primo está te tratando bem? Eu dormi maravilhosamente bem, já estava precisando, sabe. Sua tia já se recuperou.
Ana, atrás dele, confirmou com a cabeça.
— Dormi superbem, e o Manuel é uma gracinha de bebê. Só chora quando está com fome ou sujo, parece um homenzinho.
— Que bom. Notei que ele cresceu muito nos poucos dias que fiquei fora de casa.
Era uma alegria ver o Jorge se dedicando a deixar tudo pronto para o filho e a mulher. Ele estava atento e se oferecia para ajudar nas tarefas de casa. Sabia que a Ana não ia faltar nada, então pude focar nos meus estudos. De manhã, enrolei um pouco na cama — talvez a tranquilidade de saber que Ana e Manuel estavam bem cuidados tenha me relaxado. Quando saí na rua, já era bem tarde.
Na universidade, o formigueiro de garotos e garotas era constante. Cada um ia atrás das aulas, dos professores e das matrículas que precisavam resolver antes do início do semestre. Acenei de longe para alguns colegas; uns iam em grupo, e todo mundo estava com pressa. Quando fui até a Secretaria, quase não consegui entrar. A multidão de estudantes saía do prédio. Me aproximei do balcão no meio das reclamações dos caras. Lá no fundo, vi a Merche, atarefada orientando uma garota enquanto os que estavam atrás apressavam ela. A Merche me viu e fez sinal para eu esperar lá fora.
Sentei num banco até que, por uma porta lateral, minha amiga saiu. Disse que era impossível me atender naquele momento, mas pensou em me convidar para almoçar e levar os documentos. Agradeci pra caralho, porque a fila só aumentava. Na hora de fechar o escritório, ainda tinha gente esperando, e eles saíam reclamando da falta de funcionários.
Quando não sobrou ninguém, a Merche saiu. Trazia um monte de papéis numa pasta.
— Ufa, que manhã! Todo dia é assim. Já tô doida pra começarem as aulas — vai ser tipo umas férias pra mim. mim. - Desculpa incomodar, podia ter voltado amanhã cedo, te convido pra comer. - Ah! Não tinha te falado, ontem fiz uma salada especial, achei que a Asun ia vir comer, se a gente não comer vai estragar, é minha especialidade, adoraria que você provasse. Ela falou num tom que não deu pra recusar, chegamos logo e quando fechou a porta de casa se pendurou no meu pescoço. - Quer comer antes ou depois? Enquanto pedia, ia tirando os sapatos de salto grosso, não esperou eu responder e, pegando na minha mão, me levou pro quarto dela, me beijou de novo e me empurrou pra cama, fui soltando o zíper da saia que caiu no chão, me surpreendi que ela tivesse meia, mas era calça meia, chegava na cintura dela embora desse pra ver a calcinha branca, enquanto tentava tirar a meia, a Merche tirou a blusa que tava usando, abracei ela pra jogar na cama e poder baixar as duas de uma vez, mas não conseguia de jeito nenhum, tentei várias vezes até ela sussurrar... - Rasga elas, Manu, sem medo. Tive que me esforçar, com as unhas consegui fazer um buraco e rasgar sem pena a peça, destruí tudo e a calcinha já não foi obstáculo, a Merche levantou a bunda e saiu até o tornozelo de uma vez, a mulher conservava o corpo muito bem cuidado e podia competir com qualquer garota nova, tinha muitas coisas da filha dela, a Asun, além dos traços, a bunda e os peitos eram quase iguais, só mudava a idade, mas continuava tão gostosa como sempre e tava disposta a provar, me despi enquanto ela me olhava com cara de tesão, a senhora tão recatada e simpática da secretaria virava uma fera na cama. Subi na cama entre as pernas dela, ela não deixou eu me distrair entre as coxas e puxou até eu ficar por cima. - Me fode, Manu, tô te esperando há muito tempo. - Queria chupar sua buceta primeiro. - Deixa pra outra hora, preciso sentir você dentro de mim. Com os movimentos de quadril que ela fazia debaixo de mim, se acoplei de um jeito que meu pau colava nos lábios molhados dela, com uma leve virada enfiou a cabeça, só precisei empurrar pra estar completamente enterrado na buceta dela. O gemido que saiu da garganta dela foi o sinal pra sair e enfiar o pau fundo, Merche ofegava cada vez que se sentia cheia, acho que teria gozado rapidinho se eu não tivesse mudado de posição, virei ela e com as pernas juntas passei o pau entre as coxas, a bunda dela parecia os lábios gigantes de uma buceta e sem olhar me enfiei entre eles, a umidade me guiou até a vagina dela que aceitou sem reservas a barra de carne que entrava como um trem num túnel, pelos lados do corpo dela apareciam os dois peitos esmagados no lençol, com a cabeça virada ela me incentivava a enfiar mais fundo a cada vez, tava solta e se ajoelhou sem levantar a cabeça, os peitos balançavam da barriga até o queixo com minhas estocadas, me agachei colado na bunda dela, segurando na cintura não deixava ela se mexer, só tirava e metia o pau, Merche gemia e só sussurrava. - Mais, mais, mais Manu, não para. Mas parei, ou melhor, não parei, só troquei de buraco e numa das estocadas que a cabeça escapou deslizou até o buraco vizinho, com a pressão que eu fazia não teve resistência possível e quando ela percebeu já tinha a cabecinha dentro, se assustou igual a mim mas disse. - Continua Manu, tanto faz, enfia até o fundo. A falta de lubrificação só durou três metidas, quando tirava brilhava, sentia como fogo na cabeça mas Merche parecia não se importar, o esfínter apertava tão forte que entrava e saía comigo. Gozei dentro do cu dela, Merche ao sentir o calor do leite não aguentou mais e o corpo inteiro foi sacudido por um espasmo, desabou no colchão e me arrastou junto, temi pelo meu pau mas ainda tava dentro dela e só saiu quando a ereção baixou. Nós dois estávamos exaustos e o que menos nos O que eu queria era levantar, mas a Merche lembrou da salada dela e se levantou com dificuldade.
- Fica aí, Manu, quando a comida estiver pronta eu te chamo.
Agradeci de coração, minhas pernas tremiam de tanto ficar na mesma posição. Quando apareci na sala de jantar, ela nem me deixou vestir.
- Vem, Manu, vamos comer pelados, gosto de te ver perto de mim, parece que assim prolongo a foda.
- Como você quiser, Merche.
A salada da Merche era especial mesmo, ela tinha caprichado, embora fosse pra filha dela, a Asun, ela ficou satisfeita por eu estar provando. Gostei dos meus elogios, mas eu sabia que a comida dela merecia. Quando terminamos, sentamos no sofá, e num instante ela espalhou uns papéis com as inscrições e informações sobre os cursos e horários. Ela mesma preenchia os formulários, toda satisfeita, enquanto eu acariciava ela como se fosse uma gatinha. Antes de ir, quis agradecer o favor e, afastando os papéis de lado, deitei ela no sofá, abri as pernas dela e chupei a buceta até ela gozar de novo. Enquanto eu me vestia pra ir embora, a Merche me olhava satisfeita, largada no sofá, com as pernas abertas, a buceta brilhando de saliva e sucos.
Meus tios perguntaram como tinham sido minhas coisas, já que não tinha ido almoçar, mas ficaram felizes por eu ter resolvido tudo, mesmo chegando tarde. No dia seguinte, a Ana me perguntou se eu queria ir com eles. Tinham pensado em ir pro centro comprar roupa pro menino e depois tomar alguma coisa num bar. Meu tio ia empurrando o carrinho do bebê enquanto a Ana se apoiava no braço dele, e eu carregava as sacolas que a gente tinha comprado. Numa calçada, sentamos na sombra, a tarde tava boa e ficamos até bem escurecer. Quando chegamos em casa, a primeira coisa que fizemos foi trocar de roupa, todo mundo tava cansado e o Manuel, bem faminto. Minha tia saiu de roupão, pegou o bebê na hora e, abrindo a peça, ofereceu o peito pra ele mamar. O moleque se aplicou e chupou com vontade. Eu já tinha colocado meu pijama e meu tio um moletom pra ficar em casa, sentamos do lado dela admirando como o menino engolia enquanto sorria. A cena era a coisa mais fofa, Ana com dois dedos apertava a teta dela pra sair mais leite e Manuel se apressava pra engolir, pela boquinha dele escapava o leite que não conseguia beber. Quando terminou, o olhar já tava meio apagado, ele tinha bebido uma boa quantidade de leite, uma teta e quase metade da outra. Ana limpou os mamilos com uma gaze, Jorge olhando pra mim disse: - Manu, você já provou leite materno alguma vez? Deve ser muito gostoso, porque o Manuel fica todo satisfeito. - Pois é, já provei sim, tem um gosto especial, embora não pareça muito com o leite que a gente bebe engarrafado. - E onde você provou? Eu também queria experimentar. - Eu provei faz pouco tempo, o farmacêutico da cidade tem uma mulher jovem, ela teve um bebê há pouco e tinha tanto leite que transbordava pra todo lado, ele pediu pro Benito emprestar o tirador de leite dele porque os que vendia na farmácia não davam conta, fui eu o encarregado de tirar o leite dela e como o aparelho também não era suficiente, tive que ajudar chupando a outra teta, no final descartamos os aparelhos e eu fiquei com a exclusividade das tetas dela. - Nossa, meu sobrinho, já é um expert em chupar mamilos, adoraria saber como um adulto mama, vocês tão a fim de experimentar? - Eu quero sim, o Manu tá na frente mas pode me ensinar, o que eu faço? Ana apoiou os braços no encosto, com as tetas à mostra esperando dar instruções pro marido chupar os mamilos dela, eu coloquei ele do jeito que minha tia tinha me colocado, era uma posição confortável pros dois, botei a cabeça dele nas pernas da Ana e falei pra ele enfiar um mamilo na boca e chupar, verdade seja dita, ele não era muito habilidoso e não conseguia chupar direito, vendo que não tava rolando, tive que fazer uma demonstração prática, minha tia recomendou e eu também coloquei a cabeça na perna dela. coxa na outra teta, expliquei na hora como ela devia fazer enquanto Jorge prestava atenção, no final foi se aplicando até que eu vi ele engolir o leite. Minha tia pegou nossas duas cabeças e as atraiu contra os peitos dela, afundou a gente até o nariz na pele macia e dava pra ouvir nós dois chupando com gula. Eu tinha ficado com a teta que Manuel já tinha largado por estar vazia, mas continuei chupando de leve como se nada. Ana percebeu, pegou a mama com a mão e ficou passando no meu rosto pra minha língua alcançar desde a base até quase o pescoço. Jorge continuava no serviço dele, tomando cuidado pra não machucar a mulher e abrindo a boca ao máximo pra não marcar com os dentes. Com as duas cabeças se tocando, minha tia acariciava nosso cabelo, mas notei que a chupada tava tendo efeitos colaterais: na calça de Jorge aparecia um volume suspeito, e entre a abertura folgada do meu pijama meu pauzinho aparecia cada vez mais curioso. Ana largou nossas madeixas e levou uma mão pra cada pau, segurou os dois ao mesmo tempo e nenhum de nós reclamou. Jorge parou de chupar o leite e se dedicou ao resto da teta, nós dois percorríamos toda a pele quentinha sem deixar nenhum cantinho sem lamber. Minha tia, com um pau pelado em cada mão, tinha tirado a roupa deles e ia passando devagar até os ovos. Sem falar nada, fomos tirando as calças até ficarmos pelados ao mesmo tempo. A gente tinha soltado o cinto do roupão de Ana, minha mão deslizou entre as coxas da minha tia, quando chegou no elástico da calcinha passou por baixo até o púbis. Tive uma surpresa gostosa: Ana, sem falar nada, tinha depilado como antigamente. Agora a barriga não incomodava mais e ela conseguiu fazer. Por isso abriu as pernas pra eu sentir a maciez da pele da buceta. — Sabem de uma coisa? Vocês me dão inveja. Eu também queria mamar e tenho uns biberões nas mãos cheios de leite quentinho, cês me convidam? — O Manu merece ser o primeiro, eu vou atrás enquanto esquento você. Goza mais um pouco. Não fiz objeção nenhuma e minha tia apontou pro apoio de braço do sofá pra eu me deitar sobre ele, ela se ajoelhou no assento e enfiou a cabeça entre minhas coxas. Mal passou a língua na cabeça do pau quando meteu ele entre os lábios dela, meu tio viu a posição certa e se encaixou atrás dela, logo sentia no meu pau os empurrões do Jorge enquanto ele segurava ela pela cintura pra não escapar, eu segurava os peitos dela pra não balançarem tanto. Ana gemia ao sentir o pau do Jorge entrando, sentia ele todo lá dentro, as bolas dele batendo na bunda dela fazendo minha cabecinha chegar na garganta dela. Do lado do sofá tocou meu celular, fiz cara de irritado mas Jorge mandou eu atender pra gozar antes, era um número desconhecido. - Alô? - Oi, lembra de mim, me reconhece? - Não. - Sério? - Não. - Que decepção, tem certeza?... é que você tá ocupado? - Sim. - Não acredito. Virei o celular e tirei uma foto do pescoço da Ana, vi o resultado e gostei, só dava pra ver o cabelo, a orelha e a bochecha inchada pela minha cabecinha dentro dela, mandei pra voz que tava perguntando. - Ooooh! Que inveja, eu também querooo! - E eu também! Outra voz tinha se juntado à da garota, essa outra voz eu reconheci, era a Vicenta, a mina do trem, deviam estar na casa da amiga dela com vontade de farra. - Manu, isso não é justo! Você tá deixando a gente de água na boca, quando vai ser a nossa vez? - Kkkk, vocês são umas gostosas mas agora não dá. - Claro, agora tão chupando teu pau mas quando vai dar? Prometemos uma tarde daquelas. - Não vai ser daquelas bem baixas? Kkkk. - Isso mesmo kkkk, não vai ter do que reclamar, espero que sua namorada não fique de mal kkkk. - Relaxa, minha namorada não reclama, melhor dizendo não pode agora, kkkk ela é uma mina especial. - Gosto da sua namorada e ela é linda, você merece ela mas tenho muita inveja. hahaha. - Então, tchau Vicenta, vou nessa, tenho coisa pra fazer. - Claro, sair correndo, né. - Esperta, tchau. A cabeça de Ana subia e descia sem parar, ele já tava muito carregado e o Jorge também, eu tava admirado com a resistência que ela mostrava, tinha feito muito progresso, tava muito tesuda mas não no limite, minha tia sabia disso, sentia na buceta dela como se fosse um termostato, por isso quis mudar, agora as atenções bucais dela focaram no Jorge, eu ocupei o lugar dele e entrei na vagina lubrificada dela como se nada, Ana me recebeu rebolando o quadril, não fazia muito tempo que a cabeça da mulher dele subia e descia com a mamadeira na boca quando dessa vez o telefone do Jorge tocou. Também não ia atender, tava muito gostoso sentindo a língua da Ana no frênulo dele mas eu olhei pra ele e ele se sentiu na obrigação moral. - Alô? - Oi Jorge, sou sua cunhada Julia, como vocês estão? E meu sobrinho Manuel? - Tudo bem Julia, justamente agora estamos numa reunião íntima. - Que bom, liguei pra convidar vocês pra jantar no sábado, vai ser um jantar em família, tenho uma boa notícia pra dar, queria que vocês viessem os três, bom, os quatro, claro. - Parece ótimo, vou perguntar pra sua irmã. Minha tia tava chupando o pau dele com umas cabeçadas fortes, só murmurou. - Mmm. - A Julia disse que sim, mas não vamos poder dormir, não tem lugar pra nós. - Não se preocupa, já pensei em tudo, vou ligar pra Cris também, faz tempo que não vejo ela e é uma boa oportunidade, até sábado, beijos pra todos. - Igualmente, manda um abraço pra geral. Os peitos de Ana gotejavam no sofá quando ela gozou, uma série de espasmos me obrigaram a segurar ela pela cintura enquanto respingava no estofado mas nem por isso parou de chupar o pau do marido, sabia que ele tava no limite pelas pulsações da glande e não quis perder a enxurrada de porra que vinha. Jorge não aguentou. O descontrole da cabeça de Ana e ela se deixou levar, só quando vi ele pegar a cabeça da mulher dele e afastar o cabelo dela pra ver o rosto, as mandíbulas quase desencaixadas, ela tentava não arranhar ele com os dentes e engolir as gozadas que vinham em torrentes, pelo nariz escorria o que a garganta não conseguia aguentar. Toda essa visão estilhaçou minha resistência e senti um arrepio nas costas, seguido de um choque que chegava até minhas bolas, me convenci de que tinha chegado minha hora e me apertei dentro da buceta da Ana, mas no último momento lembrei da Mônica, ela tinha recomendado que não gozassem dentro da buceta dela como precaução, com muito sacrifício empurrei os quadris dela e saí quando já estava cuspindo a primeira descarga, Ana sentiu o vazio que ficou e mexeu a bunda pra trás, a segunda descarga saiu quando a cabecinha encostou no cu dela e minha tia não quis que se perdesse me procurando com a bunda, o sêmen não é um lubrificante ruim e facilitou que o esfíncter não fizesse muita resistência e entrasse acompanhando minha pica, não tirei a pica do cu da Ana até a ereção ter baixado, sentamos no sofá, que estava molhado da porra da Ana. Na sexta, decidi me adiantar aos meus tios e fui pra cidade de trem, teria gostado de ver a Vicenta, era uma garota especial e a cabine traseira do vagão não era um lugar ruim pra ter tido uma boa viagem, mas no lugar dela vi o pai dela, o homem me reconheceu, era bom de fisionomia e veio direto me cumprimentar. - Oi Manu, como você está? - Oi, boa tarde, a Vicenta me disse que o senhor é o pai dela, fico feliz em conhecê-lo, tem uma filha muito gostosa. - Obrigado, ela também me disse que você era um garoto muito especial pra ela e isso já sei o que quer dizer, ela tem bom gosto e não fala isso de todo mundo, hahaha. - Ela é muito generosa, gostaria de vê-la de novo, já conversamos. - Então com certeza vocês não vão se entediar, hahaha, conheço bem a Vicenta, até mais Manu. Quando cheguei no restaurante, estavam se preparando pra servir os jantares, a primeira pessoa que vi foi a Raquel, a mina ficou super feliz, eu também já tinha pensado nela várias vezes e na avó dela, Encarna, era uma mulher admirável e a gente tinha dado uns momentos de alegria pra ela, adoraria ter ficado um tempinho com ela, mas minha mãe já tinha me visto e tava me sorrindo do balcão.
- Oi filho, como cê tá?
- Tô bem mãe, e a senhora?
- Eu? … Tô bem, e a família? E o Manuel?
- Todo mundo bem, a tia convidou a gente pra um jantar em família, cê sabe de alguma coisa?
- Sei um pouco, mas é melhor ela mesma te contar, tá super animada pra anunciar.
Não quis encher minha mãe de perguntas que eu já sabia as respostas, lá no fundo o Ricardo fez um sinal e eu fui até ele.
- E aí Ricardo?
- Tudo bem Manu, cê veio pro jantar?
- Sim, e também pra ver vocês, é o que eu tô imaginando?
- Sim, sua tia tá muito empolgada pra anunciar o noivado, pra mim tanto faz, mas cê sabe…
Minha prima Lisa tava esperando eu terminar de falar com o Ricardo, quando cheguei nela ela me abraçou do jeito dela, se grudou em mim rodeando meu pescoço, senti os peitos dela se espremendo contra meu peito, devia estar usando um sutiã bem leve porque dava pra sentir os bicos separados do resto, a ppk dela pressionava minha braguilha enquanto me dava um beijo na bochecha que roçou meus lábios.
- Oi primo, que bom te ver.
- Eu também prima, cê não faz ideia.
- Sei sim, sinto aí entre suas pernas, cê é muito rápido nos reflexos, já tá abrindo minha buceta com seu pau.
- E seus bicos já tão quase saindo pelas minhas costas.
- Então imagina sem roupa.
- Já tô imaginando, por isso meu pau já tá desse jeito.
A presença da Júlia me fez largar minha prima a contragosto, quando cheguei perto dela ela me abraçou, mas mais discreta que a filha, e em vez de me beijar, encostou os lábios na minha orelha e, roçando, sussurrou:
- Mmm, que saudade de te ver, e toda vez que te vejo, é assim. Com o pau duro, sua prima já te deixou a mil, né? - A Lisa me quer muito. - Já sei, igual todas, kkkk. - E você, como tá? - Tá vendo, muito bem, já sabe o quanto. - Não precisa jurar, você tá mais gostosa do que nunca. - Kkkk, ainda bem que te conheço puxa-saco, senão já tava aos seus pés chupando teu pau, mas não descarto não, tudo se ajeita. Aproveitando que tava lá, ajudei a servir os jantares, não tinha muito trabalho e minha tia falou pra minha mãe subirmos pra casa mais cedo. Gostei de voltar pro meu quarto, minha mãe tinha deixado arrumado quase igual quando eu morava lá, minhas roupas ainda estavam lá e não estranhei a cama quando sentei. Minha mãe entrou com a cabeça enrolada numa toalha, o corpo dentro de outra de banho mal dava pra ver entre as dobras por causa do pouco volume, mas quando ela desfez o nó que segurava e caiu no chão, me fez lembrar dos momentos tão quentes que a gente tinha passado juntos, agora sentia falta dela pelos dois motivos, mas principalmente pelo carinho da minha mãe, o amor dela era meu alimento espiritual. Não ousava abraçar minha mãe pelada pra ela não pensar que eu preferia ela como mulher do que como mãe, mas Clara era muito mais inteligente que eu e sabia que podia ser as duas coisas ao mesmo tempo. Quando me beijava como mãe, não tinha dúvida do amor que sentia por mim, e quando era como mulher, me fazia subir ao céu, agora na minha frente com as pernas entreabertas feito modelo e o olhar que me deu não deixou dúvidas, ela chegou perto de mim até quase me roçar, esperou minhas mãos não aguentarem e abraçá-la, quando fiz, tava solto, o cheiro, o toque e o calor da pele dela era único, beijei o umbigo dela e subi até os pequenos montinhos que marcavam os peitos dela, as protuberâncias dos bicos não me decepcionaram e quando cheguei neles já estavam durinhos, ela guiou minha cabeça de um pro outro apertando e oferecendo sabendo o que representavam pra mim, caímos na cama e, num momento de descanso, ela me pediu pra ir até a dela, queria me receber como o homem dela. Quando entrei pelado debaixo do lençol, minha mãe já estava me esperando de braços abertos, me beijou de novo e puxou pra eu subir nela, com as pernas abertas encaixei perfeitamente entre as coxas dela e me ajustei até ficar dentro dela, tava louco pra fazer ela feliz e me mexi com energia, Clara acompanhava meus empurrões mas em alguns momentos eu percebia que ela se segurava um pouco.
- O que que tem Clara, cê tá bem?
- Tô... claro, por que cê pergunta?
- Te notei meio estranha, tem algum problema?
- Não, nada, não é nada, é que eu tô um pouco cansada.
- É que cê trabalha demais, vou falar com a Júlia pra colocar alguém pra te ajudar.
- Não fala nada, é só isso, um pouco de cansaço.
- Então cê podia pensar em largar o trabalho, talvez o Benito queira te ter em casa.
- Isso não, já conversamos e ele tá de boa que eu trabalhe ajudando sua tia. Reconheço que ele me convenceu, e mais ainda quando levantou as pernas até o peito e deixou a buceta dela aberta à minha disposição, me ergui sobre ela e gozei nas nádegas dela, enfiando a pica no fundo da vagina.
- Clara, cê não sabe a vontade que eu tava de estar com você, cê é tudo pra mim.
- Eu sei Manu, eu sei, comigo é igual, adoro sentir você dentro, me dá uns orgasmos sem igual.
- Me diz uma coisa, o Benito te faz feliz?
- Claro bobo, muito feliz, mas é diferente, você é você e nada vai te substituir. Quando ela disse isso, Clara tremeu debaixo de mim.
- Não para Manu, não para agora. Obedeci como o bom filho que era, e logo vi o corpinho dela vibrar de prazer.
- Posso te pedir uma coisa Manu?
- Claro Clara, fala.
- Hoje não goza dentro de mim, por favor.
- Do jeito que cê quiser, onde cê quer?
- Onde você preferir, mas eu tô a fim de gozar nos peitos, cê topa? Como resposta, saí e, subindo pelo corpo dela, me coloquei sobre o peito dela. Minha mãe, depois de chupar minha glande umas quantas vezes, pegou na minha rola com as duas mãos e não soltou até ter os peitos cheios de porra.
— Como estão as coisas na casa dos seus tios?
— Melhor do que eu esperava. Jorge mudou para melhor, agora parece o marido perfeito, me surpreendeu positivamente.
— Então ele trata bem a Ana?
— Muito bem, trata bem a Ana, o Manuel e eu também.
— Que bom, e... trata bem em todos os sentidos?
— Se você está se referindo na cama, também. Mais do que isso, ele me disse, muito emocionado, que éramos uma família os três para todos os efeitos. Não esperava por isso.
— Você não sabe como me alegra saber disso. Sempre tive medo de que você tivesse algum problema por causa da sua proximidade com sua tia.
— Pois não tem problema nenhum. Eu também duvidava, mesmo depois de ele ter dito isso, mas ele me mostrou na prática também.
— Quer dizer que vocês... os três?
— Pois é, Clara, sim, os três.
— Fantástico, fico feliz por todos. Dá para ver que eles se amam.
De manhã, minha mãe se levantou no mesmo horário de sempre. Eu a vi se movendo mais devagar, parecia que tinha perdido um pouco de energia. Não acreditava que o compromisso a tivesse afetado em tão pouco tempo; confiava totalmente no Benito, mas não estava na pele da minha mãe. Não teria gostado de ser eu o motivo do baixo-astral dela. Quando desci ao bar para tomar café, já vi minha mãe como sempre, um pouco pálida, mas tão ativa quanto no primeiro dia. No almoço, o Benito veio. Nos abraçamos como se tivesse passado uma eternidade. Perguntei sobre a Alba, e ele disse que a cada momento a surpreendia sorrindo, pensativa; imaginava por que ela fazia isso. À tarde, meus tios chegaram. Como não poderia ser diferente, o pequeno Manuel foi o centro das atenções. Todos faziam graça para ele, e ele parecia saber que era o motivo e sorria para todos. Minha mãe disse para a Ana que eles podiam se instalar no quarto dela. Não entendi. até que ela me contou que o jantar seria na casa do Benito, eles tinham pedido a comida de outro restaurante amigo e assim poderíamos ficar juntos o tempo todo. A ideia me encantou por vários motivos, principalmente porque estaria com a Alba. Já bem tarde, minha tia Cris apareceu na porta. Todos nos viramos para vê-la, mas atrás dela apareceu um jovem. Quando o vi, fechei os olhos incrédulo, achei que estava vendo coisas. O cara era um pouco mais velho que eu, provavelmente da idade da Cris, mas... era praticamente igual a mim, era como um clone meu. Com os outros aconteceu a mesma coisa, olharam para mim e depois para ele. Quando a Cris nos apresentou, ela ria enquanto explicava.
- Olá a todos, apresento o Pedro, meu namorado. Imagino que vocês tenham se surpreendido com a semelhança com o Manu. Pra mim também foi uma surpresa e decisivo pra ficar com ele, já era uma garantia e o instinto não falhou. Ele é um cara ideal e uma pessoa fantástica, igual ao Manu.
Depois de um instante de silêncio, todos nos jogamos pra cumprimentar o Pedro e a Cris. Por unanimidade, o acolhemos como mais um da família. Quando consegui abraçar minha tia Cris, ela sussurrou no meu ouvido:
- Ele é igualzinho a você, bom, quase. Na cama ainda não te alcança, mas aprende rápido. Eu vou ensinar ele.
- Você tem bom gosto, Cris, hahaha.
- Você não faz ideia, hahaha.
A Julia abraçou a irmã Cris. Ela era a mais independente das três e sempre tinha ido na dela, agora estava de volta com todo mundo. A Julia disse que ela podia ficar no quarto de cima. Aí me toquei que o quarto do Ricardo tinha ficado vago, porque a Julia, de surpresa, tinha levado as coisas dele pro quarto dela. Finalmente ele tinha conquistado isso. Pouco depois, o Benito chegou. Apresentamos ele pra todo mundo e, em seguida, decidimos ir pra casa dele. No carro dele, claro, íamos eu, minha mãe e a Lisa. Atrás, nos carros deles, iam o Jorge com a Ana e o Manuel, e fechando a fila, o Pedro com a Cris, a Julia e o Ricardo. Quando chegamos, a Alba já estava nos esperando na porta. Ela tinha enfeitado a entrada com Suas plantas mais bonitas e tinha iluminado com luzes o caminho da entrada, vestia um vestido longo estampado e estava uma gostosa. Quando me viu, veio correndo e me abraçou, quando me beijou, todo mundo começou a aplaudir, achei que ela ia ficar sem graça, mas em vez disso, ela se virou pra eles e fez uma careta de deboche, depois se pendurou no meu braço e abrimos a marcha. No caramanchão, ela tinha preparado uma mesa comprida que já estava servida com um aperitivo, ela se preocupou com todos os detalhes, até forrou as cadeiras, sentamos conforme ela ia organizando, eu estava rodeado pela minha mãe e pela Alba, claro, minha tia Júlia do lado do Benito e do Ricardo, ao redor os outros casais, do lado da Alba sentou minha prima Lisa, elas tinham uma cumplicidade clara, do Manuel só dava pra ver a careca enfiada no carrinho dele. Logo as conversas foram para contar as novidades, principalmente a Ana e a Cris, minha tia Júlia insinuou pro Jorge se ele já tinha assimilado a paternidade, meu tio entendeu o alcance da pergunta e esclareceu sem dúvidas. Júlia, como irmã mais velha, exercia o papel de mãe, se interessava pelos problemas de cada uma, pra Cris perguntou abertamente sobre os relacionamentos anteriores dela, claro que o Pedro sabia da bissexualidade da minha tia e não via problema nenhum, o garoto também tinha a mente aberta, gostava da Cris como ela era e isso era um ponto a favor pra minha tia. O jantar estava bem animado, todos se sentiam felizes e muito falantes, o restaurante que tinha feito o catering caprichou e a comida estava uma delícia. A curiosidade não era só da Júlia, as outras irmãs também perguntavam sobre a vida dela, ela respondia com evasivas até que na sobremesa já se animou e, levantando-se, nos fez calar, todos esperavam alguma novidade, bem, eu não porque já sabia, e minha mãe e a Lisa também, fazendo suspense, ela anunciou. - Família, reuni vocês hoje pra anunciar uma boa nova, Ricardo, esse fortão aqui presente, me pediu Que seja a namorada dele e eu aceitei! Já somos um casal. Todos aplaudiram a notícia, a Ana ficou feliz, mas o Jorge adorou e se levantou, abraçou o Ricardo e beijou a Júlia, ainda grato por quando esteve na casa dela e eles "acalmaram" as necessidades dele. A pedido de todos, Ricardo se levantou e recebeu as demonstrações de carinho, não esperava tanto apoio e, ao agradecer, os olhos dele se encheram d'água. Quando deixaram o Ricardo e a Júlia em paz, os olhares se voltaram para mim e para a Alba. Ter todo mundo me encarando, mesmo que sorrindo, me fez corar. A Alba percebeu e me beijou na bochecha. Todo mundo gostou dos detalhes que a mina tinha comigo. Tive que aguentar estoicamente as piadas de todos, até minha prima fez comentários sobre minhas saídas com as amigas dela. Tive sorte, porque eu não sabia como sair daquele interrogatório. O Manuel acordou com as risadas e, de quebra, pediu a janta dele. Minha tia Ana não hesitou, abriu a blusa, baixou o sutiã e puxou a teta inchada pra fora. Todo mundo ficou de olho na reação do pequeno. Ele se comportou muito bem, parecia que queria mostrar pra gente como o leite da mãe dele estava gostoso. Quando terminou, enquanto dava umas palmadinhas nas costas dele pra arrotar, o peito da minha tia ainda estava vazando. A Cris reparou como as tetas dela estavam grandes por causa da maternidade e falou na lata. — Que tetas mais gordas que você tem, Ana! Como conseguiu? — Ah, foi sem querer, a culpa é do Jorge. — E a ajuda inestimável do Manu, meu sobrinho preferido. — Claro, você não tem outro, hahaha. — Pois eu queria ter tetas iguais às suas, olha as minhas. A Cris, sem vergonha nenhuma, abriu a camisa e, como não usava sutiã, mostrou as tetas dela, que eram iguais às da minha mãe. A Júlia quis se destacar e logo desabotoou a blusa e também mostrou as tetas dela. Claramente eram maiores que as das irmãs, e todo mundo elogiou, mas a Lisa quis se diferenciar e levantou a camiseta dela. O algodão que ela usava, de quebra também subiu o sutiã e os dois peitos bem durinhos ficaram soltos vibrando, Lisa sorria orgulhosa, até a mãe dela teve que reconhecer a firmeza dos peitos da filha. Sem precisar baixar a roupa, disse:
— Mas os meus não são nem metade tão bonitos quanto os da Alba, vamos incentivá-la a mostrar!
Todos aplaudiram e Benito ficou esperando indeciso, conhecendo a filha, não achava que ela faria, mas se surpreendeu ao ver Alba tirar a roupa e ainda se levantar para mostrar para todo mundo. Minha prima não se enganava, os dois peitos duros com uns mamilos grandes e clarinhos chamaram a atenção de todos. Pedro foi um dos que mais aplaudiu, a gente tinha os mesmos gostos também. Quando só faltava minha mãe e ela se preparava para mostrar os peitos para a família, Benito a interrompeu, surpreendendo a todos. Sabíamos da mente aberta dele, mas ele se levantou e esperou a gente se calar, depois tirou um papel do bolso e entregou para minha mãe. Clara deu um grito e sentou chorando, a gente ficou preocupado, ainda mais porque Benito continuava de pé sorrindo. Minha mãe, sem parar de chorar, levantou o papel.
— Estou grávida!
— Agora você também vai ter uns peitos como os da Ana, parabéns.
O efeito foi imediato: depois de um segundo de silêncio, todo mundo começou a gritar de alegria, a gente se cumprimentava, inclusive comigo e com o Benito, claro. Para minha mãe, o que mais importava era minha reação, ela queria saber minha opinião e, quando fez um pouco de silêncio, me perguntou:
— E você, o que acha, Manu? O que você acha de ter um irmãozinho?
— Eu gostaria, mas preferia que fosse menina.
— Manu, você quer me deixar com ciúmes?
A gargalhada foi geral, minhas tias entenderam meu ponto na hora, trocando olhares cúmplices. Eu comentei que tinha notado ela meio cansada, e Benito explicou que estava preocupado com ela trabalhando demais. Júlia, antes que ele continuasse, anunciou que colocaria alguém para ajudá-la ou substituí-la. Ricardo completou: que já tinha um candidato e, tirando uma foto da carteira, mostrou pra gente um garoto novo de sunga.
— Aqui está um cara quase tão gostoso quanto eu, é meu irmão mais novo, chama Andrés, vocês vão adorar, principalmente a Lisa, pode ter certeza.
Todo mundo que conhecia as qualidades do Ricardo olhou pra Lisa, o jeito que ela mordeu o lábio já mostrava que ela aprovava. A partir daí, o burburinho foi geral e a noite se estendeu até de madrugada, todos estavam muito felizes. Série finalizada. Espero que tenham gostado. Se sim, comentem. Obrigado.
— Como você dormiu, Manu? Seu primo está te tratando bem? Eu dormi maravilhosamente bem, já estava precisando, sabe. Sua tia já se recuperou.
Ana, atrás dele, confirmou com a cabeça.
— Dormi superbem, e o Manuel é uma gracinha de bebê. Só chora quando está com fome ou sujo, parece um homenzinho.
— Que bom. Notei que ele cresceu muito nos poucos dias que fiquei fora de casa.
Era uma alegria ver o Jorge se dedicando a deixar tudo pronto para o filho e a mulher. Ele estava atento e se oferecia para ajudar nas tarefas de casa. Sabia que a Ana não ia faltar nada, então pude focar nos meus estudos. De manhã, enrolei um pouco na cama — talvez a tranquilidade de saber que Ana e Manuel estavam bem cuidados tenha me relaxado. Quando saí na rua, já era bem tarde.
Na universidade, o formigueiro de garotos e garotas era constante. Cada um ia atrás das aulas, dos professores e das matrículas que precisavam resolver antes do início do semestre. Acenei de longe para alguns colegas; uns iam em grupo, e todo mundo estava com pressa. Quando fui até a Secretaria, quase não consegui entrar. A multidão de estudantes saía do prédio. Me aproximei do balcão no meio das reclamações dos caras. Lá no fundo, vi a Merche, atarefada orientando uma garota enquanto os que estavam atrás apressavam ela. A Merche me viu e fez sinal para eu esperar lá fora.
Sentei num banco até que, por uma porta lateral, minha amiga saiu. Disse que era impossível me atender naquele momento, mas pensou em me convidar para almoçar e levar os documentos. Agradeci pra caralho, porque a fila só aumentava. Na hora de fechar o escritório, ainda tinha gente esperando, e eles saíam reclamando da falta de funcionários.
Quando não sobrou ninguém, a Merche saiu. Trazia um monte de papéis numa pasta.
— Ufa, que manhã! Todo dia é assim. Já tô doida pra começarem as aulas — vai ser tipo umas férias pra mim. mim. - Desculpa incomodar, podia ter voltado amanhã cedo, te convido pra comer. - Ah! Não tinha te falado, ontem fiz uma salada especial, achei que a Asun ia vir comer, se a gente não comer vai estragar, é minha especialidade, adoraria que você provasse. Ela falou num tom que não deu pra recusar, chegamos logo e quando fechou a porta de casa se pendurou no meu pescoço. - Quer comer antes ou depois? Enquanto pedia, ia tirando os sapatos de salto grosso, não esperou eu responder e, pegando na minha mão, me levou pro quarto dela, me beijou de novo e me empurrou pra cama, fui soltando o zíper da saia que caiu no chão, me surpreendi que ela tivesse meia, mas era calça meia, chegava na cintura dela embora desse pra ver a calcinha branca, enquanto tentava tirar a meia, a Merche tirou a blusa que tava usando, abracei ela pra jogar na cama e poder baixar as duas de uma vez, mas não conseguia de jeito nenhum, tentei várias vezes até ela sussurrar... - Rasga elas, Manu, sem medo. Tive que me esforçar, com as unhas consegui fazer um buraco e rasgar sem pena a peça, destruí tudo e a calcinha já não foi obstáculo, a Merche levantou a bunda e saiu até o tornozelo de uma vez, a mulher conservava o corpo muito bem cuidado e podia competir com qualquer garota nova, tinha muitas coisas da filha dela, a Asun, além dos traços, a bunda e os peitos eram quase iguais, só mudava a idade, mas continuava tão gostosa como sempre e tava disposta a provar, me despi enquanto ela me olhava com cara de tesão, a senhora tão recatada e simpática da secretaria virava uma fera na cama. Subi na cama entre as pernas dela, ela não deixou eu me distrair entre as coxas e puxou até eu ficar por cima. - Me fode, Manu, tô te esperando há muito tempo. - Queria chupar sua buceta primeiro. - Deixa pra outra hora, preciso sentir você dentro de mim. Com os movimentos de quadril que ela fazia debaixo de mim, se acoplei de um jeito que meu pau colava nos lábios molhados dela, com uma leve virada enfiou a cabeça, só precisei empurrar pra estar completamente enterrado na buceta dela. O gemido que saiu da garganta dela foi o sinal pra sair e enfiar o pau fundo, Merche ofegava cada vez que se sentia cheia, acho que teria gozado rapidinho se eu não tivesse mudado de posição, virei ela e com as pernas juntas passei o pau entre as coxas, a bunda dela parecia os lábios gigantes de uma buceta e sem olhar me enfiei entre eles, a umidade me guiou até a vagina dela que aceitou sem reservas a barra de carne que entrava como um trem num túnel, pelos lados do corpo dela apareciam os dois peitos esmagados no lençol, com a cabeça virada ela me incentivava a enfiar mais fundo a cada vez, tava solta e se ajoelhou sem levantar a cabeça, os peitos balançavam da barriga até o queixo com minhas estocadas, me agachei colado na bunda dela, segurando na cintura não deixava ela se mexer, só tirava e metia o pau, Merche gemia e só sussurrava. - Mais, mais, mais Manu, não para. Mas parei, ou melhor, não parei, só troquei de buraco e numa das estocadas que a cabeça escapou deslizou até o buraco vizinho, com a pressão que eu fazia não teve resistência possível e quando ela percebeu já tinha a cabecinha dentro, se assustou igual a mim mas disse. - Continua Manu, tanto faz, enfia até o fundo. A falta de lubrificação só durou três metidas, quando tirava brilhava, sentia como fogo na cabeça mas Merche parecia não se importar, o esfínter apertava tão forte que entrava e saía comigo. Gozei dentro do cu dela, Merche ao sentir o calor do leite não aguentou mais e o corpo inteiro foi sacudido por um espasmo, desabou no colchão e me arrastou junto, temi pelo meu pau mas ainda tava dentro dela e só saiu quando a ereção baixou. Nós dois estávamos exaustos e o que menos nos O que eu queria era levantar, mas a Merche lembrou da salada dela e se levantou com dificuldade.
- Fica aí, Manu, quando a comida estiver pronta eu te chamo.
Agradeci de coração, minhas pernas tremiam de tanto ficar na mesma posição. Quando apareci na sala de jantar, ela nem me deixou vestir.
- Vem, Manu, vamos comer pelados, gosto de te ver perto de mim, parece que assim prolongo a foda.
- Como você quiser, Merche.
A salada da Merche era especial mesmo, ela tinha caprichado, embora fosse pra filha dela, a Asun, ela ficou satisfeita por eu estar provando. Gostei dos meus elogios, mas eu sabia que a comida dela merecia. Quando terminamos, sentamos no sofá, e num instante ela espalhou uns papéis com as inscrições e informações sobre os cursos e horários. Ela mesma preenchia os formulários, toda satisfeita, enquanto eu acariciava ela como se fosse uma gatinha. Antes de ir, quis agradecer o favor e, afastando os papéis de lado, deitei ela no sofá, abri as pernas dela e chupei a buceta até ela gozar de novo. Enquanto eu me vestia pra ir embora, a Merche me olhava satisfeita, largada no sofá, com as pernas abertas, a buceta brilhando de saliva e sucos.
Meus tios perguntaram como tinham sido minhas coisas, já que não tinha ido almoçar, mas ficaram felizes por eu ter resolvido tudo, mesmo chegando tarde. No dia seguinte, a Ana me perguntou se eu queria ir com eles. Tinham pensado em ir pro centro comprar roupa pro menino e depois tomar alguma coisa num bar. Meu tio ia empurrando o carrinho do bebê enquanto a Ana se apoiava no braço dele, e eu carregava as sacolas que a gente tinha comprado. Numa calçada, sentamos na sombra, a tarde tava boa e ficamos até bem escurecer. Quando chegamos em casa, a primeira coisa que fizemos foi trocar de roupa, todo mundo tava cansado e o Manuel, bem faminto. Minha tia saiu de roupão, pegou o bebê na hora e, abrindo a peça, ofereceu o peito pra ele mamar. O moleque se aplicou e chupou com vontade. Eu já tinha colocado meu pijama e meu tio um moletom pra ficar em casa, sentamos do lado dela admirando como o menino engolia enquanto sorria. A cena era a coisa mais fofa, Ana com dois dedos apertava a teta dela pra sair mais leite e Manuel se apressava pra engolir, pela boquinha dele escapava o leite que não conseguia beber. Quando terminou, o olhar já tava meio apagado, ele tinha bebido uma boa quantidade de leite, uma teta e quase metade da outra. Ana limpou os mamilos com uma gaze, Jorge olhando pra mim disse: - Manu, você já provou leite materno alguma vez? Deve ser muito gostoso, porque o Manuel fica todo satisfeito. - Pois é, já provei sim, tem um gosto especial, embora não pareça muito com o leite que a gente bebe engarrafado. - E onde você provou? Eu também queria experimentar. - Eu provei faz pouco tempo, o farmacêutico da cidade tem uma mulher jovem, ela teve um bebê há pouco e tinha tanto leite que transbordava pra todo lado, ele pediu pro Benito emprestar o tirador de leite dele porque os que vendia na farmácia não davam conta, fui eu o encarregado de tirar o leite dela e como o aparelho também não era suficiente, tive que ajudar chupando a outra teta, no final descartamos os aparelhos e eu fiquei com a exclusividade das tetas dela. - Nossa, meu sobrinho, já é um expert em chupar mamilos, adoraria saber como um adulto mama, vocês tão a fim de experimentar? - Eu quero sim, o Manu tá na frente mas pode me ensinar, o que eu faço? Ana apoiou os braços no encosto, com as tetas à mostra esperando dar instruções pro marido chupar os mamilos dela, eu coloquei ele do jeito que minha tia tinha me colocado, era uma posição confortável pros dois, botei a cabeça dele nas pernas da Ana e falei pra ele enfiar um mamilo na boca e chupar, verdade seja dita, ele não era muito habilidoso e não conseguia chupar direito, vendo que não tava rolando, tive que fazer uma demonstração prática, minha tia recomendou e eu também coloquei a cabeça na perna dela. coxa na outra teta, expliquei na hora como ela devia fazer enquanto Jorge prestava atenção, no final foi se aplicando até que eu vi ele engolir o leite. Minha tia pegou nossas duas cabeças e as atraiu contra os peitos dela, afundou a gente até o nariz na pele macia e dava pra ouvir nós dois chupando com gula. Eu tinha ficado com a teta que Manuel já tinha largado por estar vazia, mas continuei chupando de leve como se nada. Ana percebeu, pegou a mama com a mão e ficou passando no meu rosto pra minha língua alcançar desde a base até quase o pescoço. Jorge continuava no serviço dele, tomando cuidado pra não machucar a mulher e abrindo a boca ao máximo pra não marcar com os dentes. Com as duas cabeças se tocando, minha tia acariciava nosso cabelo, mas notei que a chupada tava tendo efeitos colaterais: na calça de Jorge aparecia um volume suspeito, e entre a abertura folgada do meu pijama meu pauzinho aparecia cada vez mais curioso. Ana largou nossas madeixas e levou uma mão pra cada pau, segurou os dois ao mesmo tempo e nenhum de nós reclamou. Jorge parou de chupar o leite e se dedicou ao resto da teta, nós dois percorríamos toda a pele quentinha sem deixar nenhum cantinho sem lamber. Minha tia, com um pau pelado em cada mão, tinha tirado a roupa deles e ia passando devagar até os ovos. Sem falar nada, fomos tirando as calças até ficarmos pelados ao mesmo tempo. A gente tinha soltado o cinto do roupão de Ana, minha mão deslizou entre as coxas da minha tia, quando chegou no elástico da calcinha passou por baixo até o púbis. Tive uma surpresa gostosa: Ana, sem falar nada, tinha depilado como antigamente. Agora a barriga não incomodava mais e ela conseguiu fazer. Por isso abriu as pernas pra eu sentir a maciez da pele da buceta. — Sabem de uma coisa? Vocês me dão inveja. Eu também queria mamar e tenho uns biberões nas mãos cheios de leite quentinho, cês me convidam? — O Manu merece ser o primeiro, eu vou atrás enquanto esquento você. Goza mais um pouco. Não fiz objeção nenhuma e minha tia apontou pro apoio de braço do sofá pra eu me deitar sobre ele, ela se ajoelhou no assento e enfiou a cabeça entre minhas coxas. Mal passou a língua na cabeça do pau quando meteu ele entre os lábios dela, meu tio viu a posição certa e se encaixou atrás dela, logo sentia no meu pau os empurrões do Jorge enquanto ele segurava ela pela cintura pra não escapar, eu segurava os peitos dela pra não balançarem tanto. Ana gemia ao sentir o pau do Jorge entrando, sentia ele todo lá dentro, as bolas dele batendo na bunda dela fazendo minha cabecinha chegar na garganta dela. Do lado do sofá tocou meu celular, fiz cara de irritado mas Jorge mandou eu atender pra gozar antes, era um número desconhecido. - Alô? - Oi, lembra de mim, me reconhece? - Não. - Sério? - Não. - Que decepção, tem certeza?... é que você tá ocupado? - Sim. - Não acredito. Virei o celular e tirei uma foto do pescoço da Ana, vi o resultado e gostei, só dava pra ver o cabelo, a orelha e a bochecha inchada pela minha cabecinha dentro dela, mandei pra voz que tava perguntando. - Ooooh! Que inveja, eu também querooo! - E eu também! Outra voz tinha se juntado à da garota, essa outra voz eu reconheci, era a Vicenta, a mina do trem, deviam estar na casa da amiga dela com vontade de farra. - Manu, isso não é justo! Você tá deixando a gente de água na boca, quando vai ser a nossa vez? - Kkkk, vocês são umas gostosas mas agora não dá. - Claro, agora tão chupando teu pau mas quando vai dar? Prometemos uma tarde daquelas. - Não vai ser daquelas bem baixas? Kkkk. - Isso mesmo kkkk, não vai ter do que reclamar, espero que sua namorada não fique de mal kkkk. - Relaxa, minha namorada não reclama, melhor dizendo não pode agora, kkkk ela é uma mina especial. - Gosto da sua namorada e ela é linda, você merece ela mas tenho muita inveja. hahaha. - Então, tchau Vicenta, vou nessa, tenho coisa pra fazer. - Claro, sair correndo, né. - Esperta, tchau. A cabeça de Ana subia e descia sem parar, ele já tava muito carregado e o Jorge também, eu tava admirado com a resistência que ela mostrava, tinha feito muito progresso, tava muito tesuda mas não no limite, minha tia sabia disso, sentia na buceta dela como se fosse um termostato, por isso quis mudar, agora as atenções bucais dela focaram no Jorge, eu ocupei o lugar dele e entrei na vagina lubrificada dela como se nada, Ana me recebeu rebolando o quadril, não fazia muito tempo que a cabeça da mulher dele subia e descia com a mamadeira na boca quando dessa vez o telefone do Jorge tocou. Também não ia atender, tava muito gostoso sentindo a língua da Ana no frênulo dele mas eu olhei pra ele e ele se sentiu na obrigação moral. - Alô? - Oi Jorge, sou sua cunhada Julia, como vocês estão? E meu sobrinho Manuel? - Tudo bem Julia, justamente agora estamos numa reunião íntima. - Que bom, liguei pra convidar vocês pra jantar no sábado, vai ser um jantar em família, tenho uma boa notícia pra dar, queria que vocês viessem os três, bom, os quatro, claro. - Parece ótimo, vou perguntar pra sua irmã. Minha tia tava chupando o pau dele com umas cabeçadas fortes, só murmurou. - Mmm. - A Julia disse que sim, mas não vamos poder dormir, não tem lugar pra nós. - Não se preocupa, já pensei em tudo, vou ligar pra Cris também, faz tempo que não vejo ela e é uma boa oportunidade, até sábado, beijos pra todos. - Igualmente, manda um abraço pra geral. Os peitos de Ana gotejavam no sofá quando ela gozou, uma série de espasmos me obrigaram a segurar ela pela cintura enquanto respingava no estofado mas nem por isso parou de chupar o pau do marido, sabia que ele tava no limite pelas pulsações da glande e não quis perder a enxurrada de porra que vinha. Jorge não aguentou. O descontrole da cabeça de Ana e ela se deixou levar, só quando vi ele pegar a cabeça da mulher dele e afastar o cabelo dela pra ver o rosto, as mandíbulas quase desencaixadas, ela tentava não arranhar ele com os dentes e engolir as gozadas que vinham em torrentes, pelo nariz escorria o que a garganta não conseguia aguentar. Toda essa visão estilhaçou minha resistência e senti um arrepio nas costas, seguido de um choque que chegava até minhas bolas, me convenci de que tinha chegado minha hora e me apertei dentro da buceta da Ana, mas no último momento lembrei da Mônica, ela tinha recomendado que não gozassem dentro da buceta dela como precaução, com muito sacrifício empurrei os quadris dela e saí quando já estava cuspindo a primeira descarga, Ana sentiu o vazio que ficou e mexeu a bunda pra trás, a segunda descarga saiu quando a cabecinha encostou no cu dela e minha tia não quis que se perdesse me procurando com a bunda, o sêmen não é um lubrificante ruim e facilitou que o esfíncter não fizesse muita resistência e entrasse acompanhando minha pica, não tirei a pica do cu da Ana até a ereção ter baixado, sentamos no sofá, que estava molhado da porra da Ana. Na sexta, decidi me adiantar aos meus tios e fui pra cidade de trem, teria gostado de ver a Vicenta, era uma garota especial e a cabine traseira do vagão não era um lugar ruim pra ter tido uma boa viagem, mas no lugar dela vi o pai dela, o homem me reconheceu, era bom de fisionomia e veio direto me cumprimentar. - Oi Manu, como você está? - Oi, boa tarde, a Vicenta me disse que o senhor é o pai dela, fico feliz em conhecê-lo, tem uma filha muito gostosa. - Obrigado, ela também me disse que você era um garoto muito especial pra ela e isso já sei o que quer dizer, ela tem bom gosto e não fala isso de todo mundo, hahaha. - Ela é muito generosa, gostaria de vê-la de novo, já conversamos. - Então com certeza vocês não vão se entediar, hahaha, conheço bem a Vicenta, até mais Manu. Quando cheguei no restaurante, estavam se preparando pra servir os jantares, a primeira pessoa que vi foi a Raquel, a mina ficou super feliz, eu também já tinha pensado nela várias vezes e na avó dela, Encarna, era uma mulher admirável e a gente tinha dado uns momentos de alegria pra ela, adoraria ter ficado um tempinho com ela, mas minha mãe já tinha me visto e tava me sorrindo do balcão.
- Oi filho, como cê tá?
- Tô bem mãe, e a senhora?
- Eu? … Tô bem, e a família? E o Manuel?
- Todo mundo bem, a tia convidou a gente pra um jantar em família, cê sabe de alguma coisa?
- Sei um pouco, mas é melhor ela mesma te contar, tá super animada pra anunciar.
Não quis encher minha mãe de perguntas que eu já sabia as respostas, lá no fundo o Ricardo fez um sinal e eu fui até ele.
- E aí Ricardo?
- Tudo bem Manu, cê veio pro jantar?
- Sim, e também pra ver vocês, é o que eu tô imaginando?
- Sim, sua tia tá muito empolgada pra anunciar o noivado, pra mim tanto faz, mas cê sabe…
Minha prima Lisa tava esperando eu terminar de falar com o Ricardo, quando cheguei nela ela me abraçou do jeito dela, se grudou em mim rodeando meu pescoço, senti os peitos dela se espremendo contra meu peito, devia estar usando um sutiã bem leve porque dava pra sentir os bicos separados do resto, a ppk dela pressionava minha braguilha enquanto me dava um beijo na bochecha que roçou meus lábios.
- Oi primo, que bom te ver.
- Eu também prima, cê não faz ideia.
- Sei sim, sinto aí entre suas pernas, cê é muito rápido nos reflexos, já tá abrindo minha buceta com seu pau.
- E seus bicos já tão quase saindo pelas minhas costas.
- Então imagina sem roupa.
- Já tô imaginando, por isso meu pau já tá desse jeito.
A presença da Júlia me fez largar minha prima a contragosto, quando cheguei perto dela ela me abraçou, mas mais discreta que a filha, e em vez de me beijar, encostou os lábios na minha orelha e, roçando, sussurrou:
- Mmm, que saudade de te ver, e toda vez que te vejo, é assim. Com o pau duro, sua prima já te deixou a mil, né? - A Lisa me quer muito. - Já sei, igual todas, kkkk. - E você, como tá? - Tá vendo, muito bem, já sabe o quanto. - Não precisa jurar, você tá mais gostosa do que nunca. - Kkkk, ainda bem que te conheço puxa-saco, senão já tava aos seus pés chupando teu pau, mas não descarto não, tudo se ajeita. Aproveitando que tava lá, ajudei a servir os jantares, não tinha muito trabalho e minha tia falou pra minha mãe subirmos pra casa mais cedo. Gostei de voltar pro meu quarto, minha mãe tinha deixado arrumado quase igual quando eu morava lá, minhas roupas ainda estavam lá e não estranhei a cama quando sentei. Minha mãe entrou com a cabeça enrolada numa toalha, o corpo dentro de outra de banho mal dava pra ver entre as dobras por causa do pouco volume, mas quando ela desfez o nó que segurava e caiu no chão, me fez lembrar dos momentos tão quentes que a gente tinha passado juntos, agora sentia falta dela pelos dois motivos, mas principalmente pelo carinho da minha mãe, o amor dela era meu alimento espiritual. Não ousava abraçar minha mãe pelada pra ela não pensar que eu preferia ela como mulher do que como mãe, mas Clara era muito mais inteligente que eu e sabia que podia ser as duas coisas ao mesmo tempo. Quando me beijava como mãe, não tinha dúvida do amor que sentia por mim, e quando era como mulher, me fazia subir ao céu, agora na minha frente com as pernas entreabertas feito modelo e o olhar que me deu não deixou dúvidas, ela chegou perto de mim até quase me roçar, esperou minhas mãos não aguentarem e abraçá-la, quando fiz, tava solto, o cheiro, o toque e o calor da pele dela era único, beijei o umbigo dela e subi até os pequenos montinhos que marcavam os peitos dela, as protuberâncias dos bicos não me decepcionaram e quando cheguei neles já estavam durinhos, ela guiou minha cabeça de um pro outro apertando e oferecendo sabendo o que representavam pra mim, caímos na cama e, num momento de descanso, ela me pediu pra ir até a dela, queria me receber como o homem dela. Quando entrei pelado debaixo do lençol, minha mãe já estava me esperando de braços abertos, me beijou de novo e puxou pra eu subir nela, com as pernas abertas encaixei perfeitamente entre as coxas dela e me ajustei até ficar dentro dela, tava louco pra fazer ela feliz e me mexi com energia, Clara acompanhava meus empurrões mas em alguns momentos eu percebia que ela se segurava um pouco.
- O que que tem Clara, cê tá bem?
- Tô... claro, por que cê pergunta?
- Te notei meio estranha, tem algum problema?
- Não, nada, não é nada, é que eu tô um pouco cansada.
- É que cê trabalha demais, vou falar com a Júlia pra colocar alguém pra te ajudar.
- Não fala nada, é só isso, um pouco de cansaço.
- Então cê podia pensar em largar o trabalho, talvez o Benito queira te ter em casa.
- Isso não, já conversamos e ele tá de boa que eu trabalhe ajudando sua tia. Reconheço que ele me convenceu, e mais ainda quando levantou as pernas até o peito e deixou a buceta dela aberta à minha disposição, me ergui sobre ela e gozei nas nádegas dela, enfiando a pica no fundo da vagina.
- Clara, cê não sabe a vontade que eu tava de estar com você, cê é tudo pra mim.
- Eu sei Manu, eu sei, comigo é igual, adoro sentir você dentro, me dá uns orgasmos sem igual.
- Me diz uma coisa, o Benito te faz feliz?
- Claro bobo, muito feliz, mas é diferente, você é você e nada vai te substituir. Quando ela disse isso, Clara tremeu debaixo de mim.
- Não para Manu, não para agora. Obedeci como o bom filho que era, e logo vi o corpinho dela vibrar de prazer.
- Posso te pedir uma coisa Manu?
- Claro Clara, fala.
- Hoje não goza dentro de mim, por favor.
- Do jeito que cê quiser, onde cê quer?
- Onde você preferir, mas eu tô a fim de gozar nos peitos, cê topa? Como resposta, saí e, subindo pelo corpo dela, me coloquei sobre o peito dela. Minha mãe, depois de chupar minha glande umas quantas vezes, pegou na minha rola com as duas mãos e não soltou até ter os peitos cheios de porra.
— Como estão as coisas na casa dos seus tios?
— Melhor do que eu esperava. Jorge mudou para melhor, agora parece o marido perfeito, me surpreendeu positivamente.
— Então ele trata bem a Ana?
— Muito bem, trata bem a Ana, o Manuel e eu também.
— Que bom, e... trata bem em todos os sentidos?
— Se você está se referindo na cama, também. Mais do que isso, ele me disse, muito emocionado, que éramos uma família os três para todos os efeitos. Não esperava por isso.
— Você não sabe como me alegra saber disso. Sempre tive medo de que você tivesse algum problema por causa da sua proximidade com sua tia.
— Pois não tem problema nenhum. Eu também duvidava, mesmo depois de ele ter dito isso, mas ele me mostrou na prática também.
— Quer dizer que vocês... os três?
— Pois é, Clara, sim, os três.
— Fantástico, fico feliz por todos. Dá para ver que eles se amam.
De manhã, minha mãe se levantou no mesmo horário de sempre. Eu a vi se movendo mais devagar, parecia que tinha perdido um pouco de energia. Não acreditava que o compromisso a tivesse afetado em tão pouco tempo; confiava totalmente no Benito, mas não estava na pele da minha mãe. Não teria gostado de ser eu o motivo do baixo-astral dela. Quando desci ao bar para tomar café, já vi minha mãe como sempre, um pouco pálida, mas tão ativa quanto no primeiro dia. No almoço, o Benito veio. Nos abraçamos como se tivesse passado uma eternidade. Perguntei sobre a Alba, e ele disse que a cada momento a surpreendia sorrindo, pensativa; imaginava por que ela fazia isso. À tarde, meus tios chegaram. Como não poderia ser diferente, o pequeno Manuel foi o centro das atenções. Todos faziam graça para ele, e ele parecia saber que era o motivo e sorria para todos. Minha mãe disse para a Ana que eles podiam se instalar no quarto dela. Não entendi. até que ela me contou que o jantar seria na casa do Benito, eles tinham pedido a comida de outro restaurante amigo e assim poderíamos ficar juntos o tempo todo. A ideia me encantou por vários motivos, principalmente porque estaria com a Alba. Já bem tarde, minha tia Cris apareceu na porta. Todos nos viramos para vê-la, mas atrás dela apareceu um jovem. Quando o vi, fechei os olhos incrédulo, achei que estava vendo coisas. O cara era um pouco mais velho que eu, provavelmente da idade da Cris, mas... era praticamente igual a mim, era como um clone meu. Com os outros aconteceu a mesma coisa, olharam para mim e depois para ele. Quando a Cris nos apresentou, ela ria enquanto explicava.
- Olá a todos, apresento o Pedro, meu namorado. Imagino que vocês tenham se surpreendido com a semelhança com o Manu. Pra mim também foi uma surpresa e decisivo pra ficar com ele, já era uma garantia e o instinto não falhou. Ele é um cara ideal e uma pessoa fantástica, igual ao Manu.
Depois de um instante de silêncio, todos nos jogamos pra cumprimentar o Pedro e a Cris. Por unanimidade, o acolhemos como mais um da família. Quando consegui abraçar minha tia Cris, ela sussurrou no meu ouvido:
- Ele é igualzinho a você, bom, quase. Na cama ainda não te alcança, mas aprende rápido. Eu vou ensinar ele.
- Você tem bom gosto, Cris, hahaha.
- Você não faz ideia, hahaha.
A Julia abraçou a irmã Cris. Ela era a mais independente das três e sempre tinha ido na dela, agora estava de volta com todo mundo. A Julia disse que ela podia ficar no quarto de cima. Aí me toquei que o quarto do Ricardo tinha ficado vago, porque a Julia, de surpresa, tinha levado as coisas dele pro quarto dela. Finalmente ele tinha conquistado isso. Pouco depois, o Benito chegou. Apresentamos ele pra todo mundo e, em seguida, decidimos ir pra casa dele. No carro dele, claro, íamos eu, minha mãe e a Lisa. Atrás, nos carros deles, iam o Jorge com a Ana e o Manuel, e fechando a fila, o Pedro com a Cris, a Julia e o Ricardo. Quando chegamos, a Alba já estava nos esperando na porta. Ela tinha enfeitado a entrada com Suas plantas mais bonitas e tinha iluminado com luzes o caminho da entrada, vestia um vestido longo estampado e estava uma gostosa. Quando me viu, veio correndo e me abraçou, quando me beijou, todo mundo começou a aplaudir, achei que ela ia ficar sem graça, mas em vez disso, ela se virou pra eles e fez uma careta de deboche, depois se pendurou no meu braço e abrimos a marcha. No caramanchão, ela tinha preparado uma mesa comprida que já estava servida com um aperitivo, ela se preocupou com todos os detalhes, até forrou as cadeiras, sentamos conforme ela ia organizando, eu estava rodeado pela minha mãe e pela Alba, claro, minha tia Júlia do lado do Benito e do Ricardo, ao redor os outros casais, do lado da Alba sentou minha prima Lisa, elas tinham uma cumplicidade clara, do Manuel só dava pra ver a careca enfiada no carrinho dele. Logo as conversas foram para contar as novidades, principalmente a Ana e a Cris, minha tia Júlia insinuou pro Jorge se ele já tinha assimilado a paternidade, meu tio entendeu o alcance da pergunta e esclareceu sem dúvidas. Júlia, como irmã mais velha, exercia o papel de mãe, se interessava pelos problemas de cada uma, pra Cris perguntou abertamente sobre os relacionamentos anteriores dela, claro que o Pedro sabia da bissexualidade da minha tia e não via problema nenhum, o garoto também tinha a mente aberta, gostava da Cris como ela era e isso era um ponto a favor pra minha tia. O jantar estava bem animado, todos se sentiam felizes e muito falantes, o restaurante que tinha feito o catering caprichou e a comida estava uma delícia. A curiosidade não era só da Júlia, as outras irmãs também perguntavam sobre a vida dela, ela respondia com evasivas até que na sobremesa já se animou e, levantando-se, nos fez calar, todos esperavam alguma novidade, bem, eu não porque já sabia, e minha mãe e a Lisa também, fazendo suspense, ela anunciou. - Família, reuni vocês hoje pra anunciar uma boa nova, Ricardo, esse fortão aqui presente, me pediu Que seja a namorada dele e eu aceitei! Já somos um casal. Todos aplaudiram a notícia, a Ana ficou feliz, mas o Jorge adorou e se levantou, abraçou o Ricardo e beijou a Júlia, ainda grato por quando esteve na casa dela e eles "acalmaram" as necessidades dele. A pedido de todos, Ricardo se levantou e recebeu as demonstrações de carinho, não esperava tanto apoio e, ao agradecer, os olhos dele se encheram d'água. Quando deixaram o Ricardo e a Júlia em paz, os olhares se voltaram para mim e para a Alba. Ter todo mundo me encarando, mesmo que sorrindo, me fez corar. A Alba percebeu e me beijou na bochecha. Todo mundo gostou dos detalhes que a mina tinha comigo. Tive que aguentar estoicamente as piadas de todos, até minha prima fez comentários sobre minhas saídas com as amigas dela. Tive sorte, porque eu não sabia como sair daquele interrogatório. O Manuel acordou com as risadas e, de quebra, pediu a janta dele. Minha tia Ana não hesitou, abriu a blusa, baixou o sutiã e puxou a teta inchada pra fora. Todo mundo ficou de olho na reação do pequeno. Ele se comportou muito bem, parecia que queria mostrar pra gente como o leite da mãe dele estava gostoso. Quando terminou, enquanto dava umas palmadinhas nas costas dele pra arrotar, o peito da minha tia ainda estava vazando. A Cris reparou como as tetas dela estavam grandes por causa da maternidade e falou na lata. — Que tetas mais gordas que você tem, Ana! Como conseguiu? — Ah, foi sem querer, a culpa é do Jorge. — E a ajuda inestimável do Manu, meu sobrinho preferido. — Claro, você não tem outro, hahaha. — Pois eu queria ter tetas iguais às suas, olha as minhas. A Cris, sem vergonha nenhuma, abriu a camisa e, como não usava sutiã, mostrou as tetas dela, que eram iguais às da minha mãe. A Júlia quis se destacar e logo desabotoou a blusa e também mostrou as tetas dela. Claramente eram maiores que as das irmãs, e todo mundo elogiou, mas a Lisa quis se diferenciar e levantou a camiseta dela. O algodão que ela usava, de quebra também subiu o sutiã e os dois peitos bem durinhos ficaram soltos vibrando, Lisa sorria orgulhosa, até a mãe dela teve que reconhecer a firmeza dos peitos da filha. Sem precisar baixar a roupa, disse:
— Mas os meus não são nem metade tão bonitos quanto os da Alba, vamos incentivá-la a mostrar!
Todos aplaudiram e Benito ficou esperando indeciso, conhecendo a filha, não achava que ela faria, mas se surpreendeu ao ver Alba tirar a roupa e ainda se levantar para mostrar para todo mundo. Minha prima não se enganava, os dois peitos duros com uns mamilos grandes e clarinhos chamaram a atenção de todos. Pedro foi um dos que mais aplaudiu, a gente tinha os mesmos gostos também. Quando só faltava minha mãe e ela se preparava para mostrar os peitos para a família, Benito a interrompeu, surpreendendo a todos. Sabíamos da mente aberta dele, mas ele se levantou e esperou a gente se calar, depois tirou um papel do bolso e entregou para minha mãe. Clara deu um grito e sentou chorando, a gente ficou preocupado, ainda mais porque Benito continuava de pé sorrindo. Minha mãe, sem parar de chorar, levantou o papel.
— Estou grávida!
— Agora você também vai ter uns peitos como os da Ana, parabéns.
O efeito foi imediato: depois de um segundo de silêncio, todo mundo começou a gritar de alegria, a gente se cumprimentava, inclusive comigo e com o Benito, claro. Para minha mãe, o que mais importava era minha reação, ela queria saber minha opinião e, quando fez um pouco de silêncio, me perguntou:
— E você, o que acha, Manu? O que você acha de ter um irmãozinho?
— Eu gostaria, mas preferia que fosse menina.
— Manu, você quer me deixar com ciúmes?
A gargalhada foi geral, minhas tias entenderam meu ponto na hora, trocando olhares cúmplices. Eu comentei que tinha notado ela meio cansada, e Benito explicou que estava preocupado com ela trabalhando demais. Júlia, antes que ele continuasse, anunciou que colocaria alguém para ajudá-la ou substituí-la. Ricardo completou: que já tinha um candidato e, tirando uma foto da carteira, mostrou pra gente um garoto novo de sunga.
— Aqui está um cara quase tão gostoso quanto eu, é meu irmão mais novo, chama Andrés, vocês vão adorar, principalmente a Lisa, pode ter certeza.
Todo mundo que conhecia as qualidades do Ricardo olhou pra Lisa, o jeito que ela mordeu o lábio já mostrava que ela aprovava. A partir daí, o burburinho foi geral e a noite se estendeu até de madrugada, todos estavam muito felizes. Série finalizada. Espero que tenham gostado. Se sim, comentem. Obrigado.
7 comentários - Minha timidez e minhas tias 50 termina