Trio con pareja amiga.

Antes de contar a história de como acabei fazendo algo estranho com um casal amigo, preciso me apresentar. Meu nome é Héctor, tenho 48 anos, sou separado e tenho duas filhas maiores de idade. Tenho uma oficina mecânica na região de Adrogué, onde também moro. Desde que me separei da minha mulher aos 40, não tive mais um relacionamento estável, só de vez em quando alguma relação esporádica com alguma mulher que conheço, principalmente à noite. Costumo sair bastante para lugares frequentados por pessoas da minha idade, e também já prestei meus serviços para algumas clientes. Para me descrever um pouco: tenho um metro e oitenta, sou corpulento, de pele bronzeada e cabelo totalmente grisalho, que uso curto. Embora fique o dia todo ensebado e sujo por causa do trabalho, quando não estou trabalhando gosto de me vestir bem, falo bem, não sou o típico mecânico bruto, gosto muito de ler. Minha situação financeira é aceitável, tenho minha casa e um tesouro que conservo há 20 anos (um carro de coleção argentino, cuja marca não vou revelar para não expor muitos dados sensíveis), em estado impecável e original. Do que vou contar, só vou mudar os nomes de cada pessoa por uma questão de privacidade e respeito. Há alguns anos, descobri a tecnologia e o site Poringa por causa de comentários na oficina, que me enlouquece de ver tantas gostosas lindas e uma forma de viver o sexo atual que, para mim, é sem precedentes, e várias vezes me levou a me masturbar sozinho. Adoro mulheres e transar é algo que gosto mais do que comer, como qualquer um, obviamente. Apesar de ter uma vida séria, digamos, não vou mentir que de vez em quando me masturbo vendo Poringa, principalmente quando fico um tempão sem pegar ninguém em casa com alguma gostosa, mas o que aconteceu comigo recentemente me levou a fazer o que estou fazendo agora.

Minha vida como mecânico me deu outro dos grandes tesouros que conservo cuidadosamente: os amigos. O fato de tratar bem meus clientes me deu a chance de ter um grupo de Amizade grande e muito boa, dentro desse grupo tá um dos protagonistas da minha história, meu amigo Martin. Um cara de 45 anos, alto, magro e com uma presença, é médico e casado com a esposa Lorena, de 40 anos, também médica. Os dois são profissionais, têm uma vida financeira muito boa, moram no centro de Adrogué, pra vocês terem uma ideia, quem conhece sabe. Conheço eles há mais de dez anos, e a amizade entre mim e ele nasceu principalmente porque ele tem a mesma paixão que eu: carros. Martin tem um carro de coleção que ele ama e só usa nos fins de semana como hobby, além de ter outro carro moderno e a mulher dele também. Um dia ele apareceu na minha oficina e ali começou nossa amizade até hoje. Desde aquele dia, compartilhamos inúmeros churrascos na minha oficina quando a gente se junta entre os manos, vou no aniversário dele, da mulher e dos filhos. Tanto com ele quanto com a esposa, tenho uma relação de confiança imbatível, somos muito, muito amigos. É normal eu ir me consultar na clínica com ele ou com a esposa quando não tô bem de saúde, ou é totalmente natural que ele ou ela venham na oficina trazer os carros, ou até ir na casa deles pra fazer reparos quando rola. Somos amigos de verdade.

O começo de tudo isso foi num sábado, um mês atrás, churrasco na oficina, só os caras, comendo e bebendo vinho até de madrugada. O pessoal foi indo embora um por um até que só ficamos eu e ele. Não sei como, mas a conversa, entre um vinho e outro, começou a girar em torno das gostosas, e daí pro sexo. Eu tava contando alguma mulher que eu levava pra casa, e Martin só falava de sexo, mas com a mulher dele, não falava de traição. Depois de um tempo, já meio altos, ele começou a soltar a língua e me confessou que com a esposa dele tinham ido numa casa de swing no centro, mas que não tinham feito nada, só foram dar uma olhada por curiosidade, já que tinham ouvido comentários sobre isso na clínica. Onde eles trabalham, obviamente que somos cavalheiros e sempre que contamos algo, não sai daquele lugar. Eu ouvia com atenção, porque o que ele contava era interessante, ao me dizer que também iam caras sozinhos atrás de algum casal que quisesse compartilhar — um mundo desconhecido pra mim, esse assunto, já que sempre tive relações um a um com as mulheres. Quando perguntei como foram parar lá, a resposta foi por curiosidade, e de certa forma ele me fez entender que aquilo intrigava os dois e que não descartavam uma futura visita ao lugar em busca de mais. Por um lado, fiquei terrivelmente surpreso com algo assim vindo deles, porque aos olhos dos outros são um casal ideal, digamos: sérios, profissionais, um casal muito, muito bem estruturado. Mas, por outro lado, hoje em dia a gente ouve cada coisa que também não ia me assustar tanto. A conversa ficou nisso e parou por aí.

Há dois sábados, o Martin passa na oficina. Eu estava mimando meu tesouro de quatro rodas, tomamos uns mates e ele me convida pra comer um churrasco na casa dele à noite. Não tinha planos, então aceitei sem perguntar mais. À noite, chego na casa dele com duas garrafas de vinho bom e sorvete. O Martin me recebeu e fomos pro quincho. A primeira coisa que me chamou a atenção é que estávamos sozinhos. Ele me disse que os filhos dormiriam na casa da sogra e que éramos só três pra jantar: eu, ele e a esposa dele, que estava tomando banho. Digo que me chamou a atenção porque, sempre que fui convidado pra casa deles, éramos no mínimo umas 10 pessoas e raramente os filhos não estavam. Mesmo assim, não desconfiei de nada sobre como a noite terminaria. Abrimos uma garrafa enquanto estávamos do lado da churrasqueira, até que depois de um tempo a Lorena desce — e acho que aqui é o momento de parar um pouco, porque ela é a outra protagonista. Não posso dizer que nunca a observei, porque ninguém é de pau, a Lorena é uma gostosa de um metro e setenta, ruiva de cabelo ondulado, pele branca, uma mulher linda de rosto, belíssima, muito simpática, educada e fina, elegante pra se vestir. Belas tetas que são evidentes em cada roupa que veste, e uma bunda e umas pernas da puta mãe, aqueles booties grandes mas bem colocados, ela é magra mas com as pernas bem desenvolvidas e uma raba que dava um pôster na oficina. Embora eu tenha olhado pra bunda dela milhões de vezes porque a situação colocava na minha frente, nunca falei nada inapropriado ou sem noção, e muito menos pro Martin, nunca comentei nada sobre a gostosa que ele tem em casa, era só olhar e pronto, mas deixando claro que a Lorena é uma verdadeira gostosa de 40 anos com um corpaço que facilmente aparenta dez anos a menos. Ela desceu com um vestido preto solto, mas daqueles que parecem grudar nas áreas com curvas, estava linda, e de salto. Assim nós três ficamos no quincho, comemos uma tábua de frios, jantamos, bebemos vinho e conversamos sobre tudo que gente grande pode conversar: trabalho, vida, política, carros, vida pessoal e tal. Comemos a sobremesa e do quincho fomos pra sala, a Lorena ofereceu café mas nós preferimos uma dose de uísque e ela continuou com vinho numa taça.

A conversa fluiu, clima bom, risadas, histórias e fomos contando e conhecendo cada vez mais uns aos outros, até que a conversa focou em relacionamentos e aí foi a segunda coisa estranha da noite: quem começou a me perguntar um pouco sobre minha vida privada foi a Lorena, já que nunca tinha falado do assunto assim, se eu tinha namorada atual, alguma amiga e etc... obviamente contei a verdade, alguma ou outra relação esporádica meramente sexual. Eles sentados juntos, os dois de frente pra mim, a Lorena cruzava as pernas de um jeito excitante que de vez em quando me obrigava a um olhar rápido e perigoso. Depois de um tempo, a Lorena vai pra cozinha buscar gelo e o Martin sai atrás dela, fiquei sozinho na sala por uns instantes até os dois voltarem e ela avisar que vai subir um pouco pro quarto dela, o Martin senta do meu lado, mais dois uísques e não espero mais que alguns minutos até ele soltar se eu podia confiar em Já que eu era o único em quem ele confiava pra pedir um favor, eu disse que sim. Ele começou a falar sobre aquele assunto que já tinha me contado de ir no swing, e sem esperar, de um jeito firme e seguro, me disse que ele e a esposa eram meio fantasiosos e nunca tinham conseguido realizar uma fantasia. Fiquei gelado por um segundo e falei que ele podia confiar. Ele disse: "Primeiro vou te contar, e se você não quiser, sem problema, mas guarda segredo pra mim, por favor." Eu disse que sim, e ele me contou que tinham a fantasia de transar sendo observados por outra pessoa, sem que o terceiro participasse, ou seja, eu só olhar. Esperou minha resposta, e fiquei pensando. Sou meio quadrado, conservador, e sinceramente achei forte demais, até absurdo o que ele tava dizendo. Mas por outro lado, veio a Lorena nua na minha cabeça, e o pau ficou duro. Na minha idade, falei que sim de novo, com nervosismo.

Sem esperar mais, subimos pro quarto dele. Ele me falando pra ficar tranquilo porque o assunto já tinha sido conversado com a Lorena, e ela tava esperando pra ver se a gente subia. Que os dois era a primeira vez que iam fazer algo assim, então também estavam nervosos, mas que queriam realizar. Ele abriu a porta de par em par, a luz estava baixa e a Lorena na cama coberta até o pescoço com o lençol. Ela nos viu e não falou nada, mas vi o olhar dela nos meus olhos. Tava séria e parecia muito nervosa. O Martin me convidou pra sentar numa cadeira do lado. Fiz tudo sem falar, tava morrendo de nervoso e até me sentindo desconfortável, mas a situação era extremamente excitante, de um jeito desconhecido pra mim. O Martin não demorou muito pra ficar de cueca e se meter debaixo dos lençóis com a mulher dele. Nós três tínhamos bebido bastante. A situação era estranhíssima, mas em toda a minha vida nunca tinha passado por algo igual: ver um casal transando na minha frente. O Martin tava por cima da esposa, os dois se beijando e cobertos pelos lençóis. O quarto tava bem escuro, só a luz fraca de um abajur iluminava o ambiente. Depois de um tempo, os dois... Os gemidos da Lorena e o movimento do Martín revelaram que ele tava comendo ela, ele por cima dela na posição de papai e mamãe. O Martín se movia cada vez mais forte em cima da Lorena, e ela gemia cada vez com mais tesão. Eu, sentado, tava com o pau duríssimo depois de alguns minutos ali, queria soltar ele, mas mantive minha palavra de só olhar. Até me sentia ofegante de ver a situação mais estranha e perversa de toda a minha vida, algo que eu nunca tinha imaginado, ainda mais com um casal de amigos de mais de dez anos.

Depois de um bom tempo comendo ela daquele jeito, vejo que o Martín levanta um pouco e a Lorena vira de bruços, ajudada por ele. O Martín deita em cima da esposa e começa a comer ela de novo, penetrando cada vez mais forte. Pra minha desgraça, eles faziam tudo cobertos pelos lençóis, só dava pra ver a parte de cima do torso do Martín e os braços dele envolvendo a esposa. A cara da Lorena tava virada pra frente, dava pra ver o movimento exagerado da pelve do meu amigo subindo e descendo em cima da bunda da mulher dele. Bateu uma inveja danada de ver ele comendo aquela bunda. Não aguentei e apertei com a mão a pica, que tava dura feito um obelisco.

Nesse momento, o Martín vira a cabeça e me olha com uma cara que eu nunca tinha visto, uma expressão de tarado total, porque ele me encarou mordendo o lábio de baixo e percebeu que eu tava com a mão na pica. Aí ele pareceu pirar, apoiou os braços na cama do lado da mulher, levantou o torso, e a fodida que ele tava dando na esposa já era brutal. Parecia que o fato de me ver com a pica na mão excitava ele, porque ele metia tão forte por trás que a cama rangia e rangia, e a Lorena parou de gemer pra quase gritar com a fodida violenta que o marido tava dando nela. Ele começou a comer ela fortíssimo, e a Lorena era sacudida com muita força. A gostosa não parava de gemer sem parar, dava pra ver que os dois tinham essa fantasia guardada e estavam aproveitando pra caralho. Terrivelmente, não sei bem quanto tempo ficaram transando assim, mas fácil mais de 20 minutos em que o Martin não parou de foder a mulher dele de forma brusca e sem parar, ele tava metendo nela sem dó na minha frente, de vez em quando ele me olhava e eu olhava pra ele, mas ninguém falava nada, até que o Martin começou a dar umas penetradas fortes, batendo nela e ficando dentro uns segundos pra repetir a pancada forte, cada vez que ele enfiava assim a cabeça da Lorena tremia no travesseiro e o Martin gemeu e gemeu em umas quantas sacudidas desse jeito, ele tava gozando dentro da mulher dele na minha frente, tive uma puta vontade de tirar o pau pelo menos pra aliviar a pressão da calça jeans, e ele se deixou cair sobre o corpo da Lorena.

Me senti tão desconfortável com o tesão que tava que levantei, não sabia o que fazer, eles continuavam colados, tava com vontade de transar ou pelo menos me masturbar, sentia tesão e desconforto ao mesmo tempo, sabia que eles só queriam que eu olhasse, mas tava com um tesão extremo, primeiro por ser a primeira vez que via alguém transar na minha frente, segundo por ser um casal de amigos conhecidos, e terceiro porque a gostosa que eu tinha visto sendo fodida e gemendo como uma puta era a mulher do meu amigo, a que tava fortíssima e que eu sempre via como uma mulher séria, educada pra caralho, fina, delicada, que eu nunca imaginaria pedir o que pediram, muitas sensações fortes demais me levaram a falar pra eles, enquanto ainda estavam colados, que ia descer pra ir pra casa, sinceramente não sabia como agir numa situação daquelas, o Martin me perguntou se eu tava bem, falei que sim mas só precisava respirar e ir embora, ele pediu desculpa e perguntou se eu tinha ficado desconfortável, falei que não era isso e que tava tudo bem mas tudo era forte pra mim, que tinha passado uma ótima noite, de amigos, que podiam confiar em mim e que só precisava ir, a verdade é que tava com uma puta vontade de me masturbar como não fazia há muito tempo, ele falou um ok. que eu descesse e ele já estava descendo para se despedir.

Desci e fui até o barzinho de madeira, me servi uma taça esperando o momento desconfortável em que meu amigo descesse. Vocês podem pensar no motivo da minha decisão de sair daquele momento, não conseguiria explicar, mas até me dava vergonha que ele notasse minha ereção inconfundível na calça. Não tenho a pica muito comprida, mas sim bem grossa, e estava tão dura que marcava do lado da calça e eu não conseguia abaixar. Estava com bastante vinho na cabeça e a imagem da Lorena gemendo não me deixava pensar, e eu tinha medo de fazer algo indevido com meus amigos, já que ele tinha me pedido só para olhar. Quando ouço passos na escada e vejo Lorena descendo de camisola, que mal chegava para tapar a pussy dela, branca, umas pernas brancas torneadas nos muslos da super mãe gostosa, e ela se aproxima e serve uma taça também, toma rápido e me olha com nervosismo saindo dos olhos dela.

L: Eu abro pra você, o Martin está tomando banho. Desculpa se te deixamos desconfortável com isso. Não sei o que dizer.

H: Tá tudo bem. Não fala nada, Lorena. Não me deixaram desconfortável, pelo contrário. Sério.
(Nós dois estávamos falando muito nervosos, pelo menos eu).

L: Bom, obrigada então, não sabíamos em quem confiar. Não vou te falar mais, acho que o Martin já te contou algo.

H: Se tem alguém em quem podem confiar, sou eu. Fiquem tranquilos, o Martin me explicou direitinho. Vou indo.

Ela deu um passo à frente e eu a segui por trás até a porta, olhei aquela bunda impressionante na minha frente e até notei a tanguinha enfiada, já que era de outra cor que a camisola, isso piorou ainda mais minha pica. Quando ela chega na porta e enfia a chave, de costas pra mim, a vida me pregou uma peça e eu não consegui me segurar, olhei a raba dela quase babando e passei a mão por baixo da camisola, foram dois ou três segundos em que percorri uma bochecha da bunda dela desde a dobra do começo, acariciando ela inteira pra cima, abrindo bem a palma da mão e levando meus dedos até a fenda da bunda dela, deixando a mão ali e apertando com força. Lorena, a mulher do meu amigo, tem uma bunda tão grande, redonda e empinada que, mesmo eu tendo mão de mecânico grande, não consegui agarrar inteira. Foram dois ou três segundos inesquecíveis sentindo aquela pele macia daquela bunda firme e dura, diria até incompatível com a idade dela. Automaticamente, quando ela sentiu meu aperto, se virou rápido, tirando minha mão quase com um tapa.

L: O que cê tá fazendo??
(eu fiquei apavorado)

H: Desculpa, por favor, me desculpa. Tô meio bêbado e isso foi demais pra mim. Por favor, me perdoa, Lore.

L: Tá tudo bem, tá tudo bem. Não fala nada. Foi pesado pra todo mundo. Aqui não aconteceu nada, Héctor.

A gente se despediu e eu fui embora da casa dos meus amigos. Cheguei em casa e me masturbei tanto pensando que tinha apalpado a bunda de fio dental da mulher do meu amigo que joguei jatos e jatos de porra na minha mão. Por mais estranho que pareça, ainda não cruzei com o Martín e também não recebi notícia, nem boa nem ruim, daquela noite. Preciso de conselhos sérios e decentes de gente que não me conhece.

Héctor.

12 comentários - Trio con pareja amiga.

ppkool
muy buen relato. te has ganado unos puntos .
muy buen relato, ojala haya una segunda parte que contar. saludos
Simplemente no le des importacia, a veces hace falta algo de morbo que nos haga remover las hormonas y sentir esa energia sexual que se nos desborda, tomalo como algo natural y que sirva para afianzar la amistad y confianza. Tomalo con humor y sabiendo que ademas te produce alta excitacion y morbo, al hacerlo asi mantendras esa amistad tan buena de tantos años que por avanzar en la confianza y la intimidad deberia de ser mas fuerte y no perderse.
Un saludo.
Yo creo que si le tocaste las nalgas era algo inevitable, cualquiera lo hubiera hecho. Lo cierto es que no era una situación normal y estaban ebrios.
Muy interesante. Deja que las cosas fluyan, sin pensar.

Javier
Actúa con naturalidad el momento va a llegar. Ellos ya te eligieron. La próxima vez no te vayas quédate y deja q ellos decidan x vos. Suerte
Excelente relato. No te hagas drama, dejá fluir la cosa, y si ves que no aparecen, contáctate vos, para mantener la amistad.
Te paso el link de una experiencia parecida que viví.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2695867/Somos-Tres-Mucho-mas-que-un-trio-Historia-real.html
nissan
dales unos dias mas, sino llamalo a tu amigo para ver como anda y el te va a sacar el tema. deciles que las pasaste bien, que sos una tumba y que confien en vos. de a poco se van a ir dando nuevas situaciones con ellos.
Excelente historia, cargada de morbo y super exitante, veo que ya hay un segundo relato, ire a leerlo
van 10, se que recibir puntos no fue tu intencion, pero la historia lo vale.
Saludos
Excelente Relato Hector!!! Me imagino que todo fue mas que raro, pero bueno confiaron en vos, que no la pierdan, espero con ansias saber que paso cuando te los cruces.