Antes de contar a história de como acabei fazendo algo estranho com um casal amigo, preciso me apresentar. Meu nome é Hector, tenho 48 anos, separado e com duas filhas maiores de idade. Tenho uma oficina mecânica na região de Adrogué, onde também moro. Desde que me separei da minha mulher aos 40, não tive mais um relacionamento estável, só de vez em quando uma transa casual com alguma mina que conheço, principalmente à noite. Costumo sair bastante pra lugares pra gente da minha idade, e também já prestei meus serviços pra algumas clientes. Pra me descrever um pouco: tenho um metro e oitenta, sou corpulento, pele bronzeada e cabelo totalmente grisalho, que uso curto. Mesmo passando o dia todo ensebado e sujo por causa do trampo, quando não tô trabalhando gosto de me vestir bem, falo direito, não sou o típico mecânico bruto. Gosto muito de ler, minha situação financeira é aceitável, tenho minha casa e um tesouro que conservo há 20 anos (um carro de coleção argentino, não vou falar a marca pra não revelar muitos dados sensíveis) em estado impecável e original. Do que vou contar, só vou mudar os nomes de cada pessoa por questão de privacidade e respeito. Há poucos anos descobri a tecnologia e o site Poringa por causa de comentários na oficina, que me enlouquece de ver tantas gostosas lindas e um jeito de viver o sexo atual que pra mim é sem precedentes, e várias vezes me levou a bater uma sozinho. Amo mulheres e trepar é algo que curto mais do que comer, como qualquer um, obviamente. Apesar de ter uma vida séria, digamos, não vou mentir que de vez em quando me masturbo vendo Poringa, principalmente quando fico um tempão sem trazer alguma gostosa pra casa, mas o que aconteceu recentemente me levou a fazer o que tô fazendo agora.
Minha vida como mecânico me deu outro dos grandes tesouros que guardo com cuidado: os amigos. O fato de tratar bem meus clientes me deu a chance de ter um grupo de Amizade grande e muito boa, dentro desse grupo tá um dos protagonistas da minha história, meu amigo Martin. Um cara de 45 anos, alto, magro e bonitão, é médico e casado com a esposa Lorena, de 40 anos, também doutora. Os dois são profissionais, têm uma vida financeira muito boa, moram no centro de Adrogué — pra quem conhece, já sabe. Conheço eles há mais de dez anos, e a amizade entre eu e ele nasceu principalmente porque ele tem a mesma paixão que eu: carros. Martin tem um carro de coleção que ele ama e só usa nos fins de semana como hobby, além de ter outro carro moderno e a mulher dele também. Um dia ele apareceu na minha oficina e ali começou nossa amizade até hoje. Desde aquele dia, compartilhamos inúmeros churrascos na minha oficina quando a gente se junta entre os caras, vou no aniversário dele, da esposa e dos filhos. Tanto com ele quanto com a mulher dele, tenho uma relação de confiança imbatível, somos muito, muito amigos. É comum eu ir me atender na clínica com ele ou com a esposa quando não tô bem de saúde, ou é totalmente normal que ele ou ela venham na oficina trazer os carros, ou até ir na casa deles pra fazer reparos quando rola. Somos amigos de verdade.
O começo de tudo isso foi num sábado, um mês atrás, churrasco na oficina, só homens, comendo e bebendo vinho até de madrugada. O pessoal foi indo embora um por um até que ficamos só eu e ele. Não sei como, mas a conversa entre um vinho e outro começou a girar em torno das gostosas, e daí pro sexo. Eu tava contando alguma mulher que eu levava pra casa, e Martin só falava de sexo com a mulher dele, não falava de traição. Depois de um tempo, já meio altos, ele começou a soltar a língua e confessou que com a esposa tinham ido numa casa de swing no centro, mas que não tinham feito nada, só foram dar uma olhada por curiosidade, já que tinham ouvido comentários sobre isso na clínica. Onde eles trabalham, obviamente que somos cavalheiros e sempre que contamos alguma coisa, não sai daquele lugar. Eu escutava com atenção, já que o que ele contava era interessante, ao me dizer que também iam caras sozinhos atrás de algum casal que quer compartilhar. Um mundo desconhecido pra mim esse assunto, já que sempre tive relações um a um com as mulheres. Quando perguntei como foram parar lá, a resposta foi por curiosidade, e de certa forma ele me fez entender que aquilo intrigava os dois e que não descartavam uma futura visita ao lugar em busca de mais. Por um lado, fiquei terrivelmente surpreso com algo assim vindo deles, porque aos olhos dos outros são um casal ideal, digamos: sérios, profissionais, um casal muito, muito bem estruturado. Mas, por outro lado, hoje em dia a gente ouve cada coisa que também não ia me assustar muito. A conversa ficou nisso e parou por aí.
Há dois sábados, o Martin passa na oficina. Eu tava mimando meu tesouro de quatro rodas, tomamos uns mates e ele me convida pra comer um churrasco na casa dele à noite. Não tinha planos, então topei sem perguntar mais. À noite, chego na casa dele com duas garrafas de vinho bom e sorvete. O Martin me recebeu e fomos pro quincho. A primeira coisa que me chamou a atenção é que estávamos sozinhos. Ele me disse que os filhos dormiriam na casa da sogra e que éramos só três pra jantar: eu, ele e a esposa dele, que tava tomando banho. Digo que me chamou a atenção porque, sempre que fui convidado pra casa dele, éramos no mínimo umas 10 pessoas e raramente os filhos não estavam. Mesmo assim, não desconfiei de nada de como a noite ia terminar. Abrimos uma garrafa enquanto ficávamos do lado da churrasqueira, até que depois de um tempo a Lorena desce. E aqui, acho que é o momento de parar um pouco, porque ela é a outra protagonista. Não posso dizer que nunca reparei nela, porque ninguém é de pau, a Lorena é uma gostosa de um metro e setenta, ruiva de cabelo ondulado, pele branca, uma mulher linda de rosto, belíssima, muito simpática, educada e fina, elegante pra se vestir. Belas tetas que são evidentes em cada roupa que veste, e uma bunda e umas pernas da puta mãe, aqueles booties grandes mas bem colocados, ela é magra mas com as pernas bem desenvolvidas e uma raba que dava um pôster na oficina. Embora eu tenha olhado pra bunda dela milhões de vezes porque a situação colocava na minha frente, nunca falei nada inapropriado ou sem noção, e muito menos pro Martín, nunca comentei nada sobre a gostosa que ele tem em casa, era só olhar e pronto, mas deixando claro que a Lorena é uma verdadeira gostosa de 40 anos com um corpaço que facilmente aparenta dez anos a menos. Ela desceu com um vestido preto solto, mas daqueles que parecem grudar nas áreas com curvas, estava linda, e de salto. Aí nós três ficamos no quincho, comemos uma tábua de frios, jantamos, tomamos vinho e conversamos sobre tudo que gente grande conversa: trabalho, vida, política, carros, vida pessoal e tal. Comemos a sobremesa e do quincho fomos pra sala, a Lorena ofereceu café mas nós preferimos uma dose de uísque e ela continuou com vinho na taça.
A conversa fluiu, clima bom, risadas, histórias e fomos contando e conhecendo cada vez mais uns dos outros, até que o papo focou em relacionamentos e aí foi a segunda coisa estranha da noite: quem começou a perguntar um pouco sobre minha vida privada foi a Lorena, já que ela nunca tinha falado desse assunto assim, se eu tinha namorada atual, alguma amiga e tal... obviamente contei a verdade, uma ou outra relação esporádica puramente sexual. Eles sentados juntos, os dois de frente pra mim, a Lorena cruzava as pernas de um jeito excitante que de vez em quando me obrigava a um olhar rápido e perigoso. Depois de um tempo, a Lorena vai pra cozinha buscar gelo e o Martín sai atrás dela. Fiquei sozinho na sala por uns instantes até os dois voltarem e ela avisar que vai subir um pouco pro quarto dela. O Martín senta do meu lado, mais dois uísques e não espero mais que alguns minutos até ele soltar se eu podia confiar em Já que eu era o único em quem ele confiava pra pedir um favor, eu disse que sim. Ele começou a falar sobre aquele papo de ir no swing, e sem hesitar, de um jeito firme e seguro, me disse que ele e a esposa tinham umas fantasias e nunca conseguiram realizar uma. Fiquei gelado por um segundo e falei que ele podia confiar. Ele disse: "Primeiro vou te contar, e se você não quiser, sem problema, mas guarda segredo, por favor." Eu concordei. Aí ele me conta que tinham a fantasia de transar sendo observados por outra pessoa, sem o terceiro participar, ou seja, eu só olhar. Esperou minha resposta, e eu fiquei pensando. Sou meio quadrado, conservador, e sinceramente achei pesado demais, até loucura o que ele tava dizendo. Mas, por outro lado, a imagem da Lorena pelada veio na minha cabeça e a pica ficou dura. Na minha idade, falei que sim de novo, com nervosismo.
Sem esperar mais, subimos pro quarto dele. Ele me falando pra ficar tranquilo porque o assunto já tinha sido conversado com a Lorena, e ela tava esperando pra ver se a gente subia. Que os dois era a primeira vez que iam fazer algo assim, então também estavam nervosos, mas queriam realizar. Ele abriu a porta de uma vez, a luz tava baixa e a Lorena na cama coberta até o pescoço com o lençol. Ela olhou pra gente, não falou nada, mas vi o olhar dela nos meus olhos. Tava séria, parecia muito nervosa. O Martin me convidou pra sentar numa cadeira do lado. Fiz tudo sem falar nada, tava morrendo de nervoso, até me sentindo desconfortável, mas a situação era extremamente excitante, de um jeito que eu nunca tinha sentido. O Martin não demorou pra ficar de cueca e se enfiar debaixo do lençol com a mulher. A gente tinha bebido bastante. A situação era estranhíssima, mas na minha vida inteira nunca tinha passado por algo igual: ver um casal transando na minha frente. O Martin tava por cima da esposa, os dois se beijando, cobertos pelo lençol. O quarto tava bem escuro, só a luz fraca de um abajur iluminava o ambiente. Depois de um tempo, os dois... Os gemidos da Lorena e o movimento do Martín revelaram que ele estava comendo ela. Ele por cima dela, na posição de missionário. O Martín se movia cada vez mais forte sobre a Lorena, e ela gemia cada vez com mais tesão. Eu, sentado, estava com o pau duríssimo depois de alguns minutos ali. Tinha vontade de soltar ele, mas mantive minha palavra de só olhar. Até me sentia agitado de ver a situação mais estranha e perversa de toda a minha vida, algo que eu nunca tinha imaginado, muito menos com um casal de amigos de mais de dez anos.
Depois de um bom tempo comendo ela daquele jeito, vejo que o Martín se levanta um pouco e a Lorena vira de bruços, ajudada por ele. O Martín deita por cima da esposa e começa a comer ela de novo, penetrando cada vez mais forte. Pra minha desgraça, eles faziam tudo cobertos pelos lençóis. Eu só conseguia ver a parte de cima do torso do Martín e os braços dele envolvendo a esposa. O rosto da Lorena estava virado pra frente, dava pra perceber o movimento exagerado da pélvis do meu amigo subindo e descendo sobre a bunda da mulher dele. Bateu uma inveja danada de ver ele comendo aquela bunda. Não aguentei e, com a mão, apertei a pica, que estava dura igual um obelisco.
Naquele momento, o Martín vira a cabeça e me olha com uma cara que eu nunca tinha visto. Uma expressão de tarado total, porque ele me olhou mordendo o lábio de baixo e percebeu que eu estava com a mão na pica. Aí ele pareceu ficar louco. Apoiou os braços na cama, do lado da mulher, levantando o torso, e a fodida que ele dava na esposa já era brutal. Parecia que o fato de me ver com a pica na mão excitava ele, porque ele metia tão forte por trás que a cama rangia e rangia, e a Lorena parou de gemer pra quase gritar com a fodida brutal que o marido dava nela. Ele começou a comer ela fortíssimo, e a Lorena era sacudida com muita força. A gostosa não parava de gemer sem parar. Dava pra ver que os dois tinham essa fantasia guardada e estavam aproveitando pra caralho. Terrivelmente, não sei bem quanto tempo ficaram transando assim, mas fácil mais de 20 minutos em que o Martin não parou de foder a mulher dele de forma brusca e sem parar, ele tava metendo nela sem dó na minha frente, de vez em quando ele me olhava e eu olhava pra ele, mas ninguém falava nada, até que o Martin começou a dar umas penetradas fortes, batendo nela e ficando dentro uns segundos pra repetir a pancada forte, cada vez que ele enfiava assim a cabeça da Lorena tremia no travesseiro e o Martin gemeu e gemeu em umas quantas sacudidas desse jeito, ele tava gozando dentro da mulher dele na minha frente, tive uma puta vontade de pelo menos tirar o pau pra me aliviar da pressão da calça jeans, e ele se deixou cair sobre o corpo da Lorena.
Me senti tão desconfortável com o tesão que tava que levantei, não sabia o que fazer, eles continuavam grudados, tava com vontade de transar ou pelo menos me masturbar, sentia tesão e desconforto ao mesmo tempo, sabia que eles só queriam que eu olhasse, mas tava com um tesão extremo, primeiro por ser a primeira vez que via alguém transar na minha frente, segundo por ser um casal de amigos conhecidos, e terceiro porque a gostosa que eu tinha visto sendo fodida e gemendo como uma puta era a mulher do meu amigo, a que tava fortíssima e que eu sempre via como uma mulher séria, educada pra caralho, fina, delicada, que eu nunca imaginaria pedir o que pediram, um monte de sensações muito fortes me levaram a falar pra eles, enquanto ainda estavam grudados, que ia descer pra ir pra casa, sinceramente não sabia como agir numa situação daquelas, o Martin me perguntou se eu tava bem, falei que sim mas só precisava pegar um ar e ir embora, ele pediu desculpa e perguntou se eu tinha ficado desconfortável, falei que não era aquilo e que tava tudo bem mas tudo era forte pra mim, que tinha passado uma ótima noite, de amigos, que podiam confiar em mim e que só precisava ir, a verdade é que tava com uma puta vontade de me masturbar como não fazia há muito tempo, ele falou um ok. que eu descesse e ele já estava descendo para se despedir.
Desci e fui até o barzinho de madeira, me servi uma taça esperando o momento desconfortável em que meu amigo descesse. Vocês podem pensar no porquê da minha decisão de sair daquele momento, não saberia explicar, mas até me dava vergonha que ele notasse minha ereção inconfundível na calça. Não tenho a cock muito comprida, mas bem grossa, e estava tão dura que marcava do lado da calça e eu não conseguia abaixar. Estava com bastante vinho na cabeça e a imagem da Lorena gemendo não me deixava pensar, e eu tinha medo de fazer algo indevido com meus amigos, já que ele tinha me pedido só para olhar. Quando ouço passos na escada e vejo Lorena descendo de camisola, que mal cobria a pussy dela, branca, umas pernas brancas torneadas nos muslos da super slutty mãe. Ela se aproxima, serve uma taça também, toma rápido e me olha com um nervosismo saindo dos olhos dela.
L: Eu abro pra você, o Martin está tomando banho. Desculpa se te deixamos desconfortável com isso. Não sei o que dizer.
H: Tá tudo bem. Não fala nada, Lorena. Não me deixaram desconfortável, pelo contrário. Sério.
(Nós dois falávamos muito nervosos, pelo menos eu).
L: Bom, obrigada então, não sabíamos em quem confiar. Não vou te falar mais, acho que o Martin já te explicou algo.
H: Se tem alguém em quem podem confiar, sou eu. Fiquem tranquilos, o Martin me explicou direitinho. Vou indo.
Ela deu um passo à frente e eu a segui por trás até a porta. Olhei aquela bunda impressionante na minha frente e até notei a thong enfiada, já que era de outra cor diferente da camisola. Isso piorou ainda mais minha cock. Quando ela chegou na porta e enfiou a chave, de costas pra mim, a vida me pregou uma peça e eu não consegui me segurar. Olhei o ass dela quase babando e passei a mão por baixo da camisola. Foram dois ou três segundos em que percorri uma bochecha da bunda dela desde a dobra do começo, acariciando inteira pra cima, abrindo bem a palma da mão e levando meus dedos até a fenda da bunda dela, deixando a mão ali e apertando com força. Lorena, a mulher do meu amigo, tem uma bunda tão grande, redonda e empinada que, mesmo com minha mão de mecânico grande, não consegui agarrar inteira. Foram dois ou três segundos inigualáveis sentindo aquela pele macia daquela bunda firme e dura, diria até incompatível pra idade dela. Automaticamente, quando ela sentiu meu aperto, se virou rápido, tirando minha mão quase com um tapa.
L: O que cê tá fazendo??
(eu fiquei apavorado)
H: Desculpa, por favor, me desculpa. Tô meio bêbado e isso foi demais pra mim. Por favor, me perdoa, Lore.
L: Tá tudo bem, tá tudo bem. Não fala nada. Foi pesado pra todo mundo. Aqui não aconteceu nada, Héctor.
A gente se despediu e eu fui embora da casa dos meus amigos. Cheguei em casa e me masturbei tanto pensando que tinha apalpado a bunda de fio dental da mulher do meu amigo que joguei jatos e jatos de porra na minha mão. Por mais estranho que pareça, ainda não cruzei com o Martín e também não recebi notícia, nem boa nem ruim, daquela noite. Preciso de conselhos sérios e decentes de gente que não me conhece.
Héctor.
Minha vida como mecânico me deu outro dos grandes tesouros que guardo com cuidado: os amigos. O fato de tratar bem meus clientes me deu a chance de ter um grupo de Amizade grande e muito boa, dentro desse grupo tá um dos protagonistas da minha história, meu amigo Martin. Um cara de 45 anos, alto, magro e bonitão, é médico e casado com a esposa Lorena, de 40 anos, também doutora. Os dois são profissionais, têm uma vida financeira muito boa, moram no centro de Adrogué — pra quem conhece, já sabe. Conheço eles há mais de dez anos, e a amizade entre eu e ele nasceu principalmente porque ele tem a mesma paixão que eu: carros. Martin tem um carro de coleção que ele ama e só usa nos fins de semana como hobby, além de ter outro carro moderno e a mulher dele também. Um dia ele apareceu na minha oficina e ali começou nossa amizade até hoje. Desde aquele dia, compartilhamos inúmeros churrascos na minha oficina quando a gente se junta entre os caras, vou no aniversário dele, da esposa e dos filhos. Tanto com ele quanto com a mulher dele, tenho uma relação de confiança imbatível, somos muito, muito amigos. É comum eu ir me atender na clínica com ele ou com a esposa quando não tô bem de saúde, ou é totalmente normal que ele ou ela venham na oficina trazer os carros, ou até ir na casa deles pra fazer reparos quando rola. Somos amigos de verdade.
O começo de tudo isso foi num sábado, um mês atrás, churrasco na oficina, só homens, comendo e bebendo vinho até de madrugada. O pessoal foi indo embora um por um até que ficamos só eu e ele. Não sei como, mas a conversa entre um vinho e outro começou a girar em torno das gostosas, e daí pro sexo. Eu tava contando alguma mulher que eu levava pra casa, e Martin só falava de sexo com a mulher dele, não falava de traição. Depois de um tempo, já meio altos, ele começou a soltar a língua e confessou que com a esposa tinham ido numa casa de swing no centro, mas que não tinham feito nada, só foram dar uma olhada por curiosidade, já que tinham ouvido comentários sobre isso na clínica. Onde eles trabalham, obviamente que somos cavalheiros e sempre que contamos alguma coisa, não sai daquele lugar. Eu escutava com atenção, já que o que ele contava era interessante, ao me dizer que também iam caras sozinhos atrás de algum casal que quer compartilhar. Um mundo desconhecido pra mim esse assunto, já que sempre tive relações um a um com as mulheres. Quando perguntei como foram parar lá, a resposta foi por curiosidade, e de certa forma ele me fez entender que aquilo intrigava os dois e que não descartavam uma futura visita ao lugar em busca de mais. Por um lado, fiquei terrivelmente surpreso com algo assim vindo deles, porque aos olhos dos outros são um casal ideal, digamos: sérios, profissionais, um casal muito, muito bem estruturado. Mas, por outro lado, hoje em dia a gente ouve cada coisa que também não ia me assustar muito. A conversa ficou nisso e parou por aí.
Há dois sábados, o Martin passa na oficina. Eu tava mimando meu tesouro de quatro rodas, tomamos uns mates e ele me convida pra comer um churrasco na casa dele à noite. Não tinha planos, então topei sem perguntar mais. À noite, chego na casa dele com duas garrafas de vinho bom e sorvete. O Martin me recebeu e fomos pro quincho. A primeira coisa que me chamou a atenção é que estávamos sozinhos. Ele me disse que os filhos dormiriam na casa da sogra e que éramos só três pra jantar: eu, ele e a esposa dele, que tava tomando banho. Digo que me chamou a atenção porque, sempre que fui convidado pra casa dele, éramos no mínimo umas 10 pessoas e raramente os filhos não estavam. Mesmo assim, não desconfiei de nada de como a noite ia terminar. Abrimos uma garrafa enquanto ficávamos do lado da churrasqueira, até que depois de um tempo a Lorena desce. E aqui, acho que é o momento de parar um pouco, porque ela é a outra protagonista. Não posso dizer que nunca reparei nela, porque ninguém é de pau, a Lorena é uma gostosa de um metro e setenta, ruiva de cabelo ondulado, pele branca, uma mulher linda de rosto, belíssima, muito simpática, educada e fina, elegante pra se vestir. Belas tetas que são evidentes em cada roupa que veste, e uma bunda e umas pernas da puta mãe, aqueles booties grandes mas bem colocados, ela é magra mas com as pernas bem desenvolvidas e uma raba que dava um pôster na oficina. Embora eu tenha olhado pra bunda dela milhões de vezes porque a situação colocava na minha frente, nunca falei nada inapropriado ou sem noção, e muito menos pro Martín, nunca comentei nada sobre a gostosa que ele tem em casa, era só olhar e pronto, mas deixando claro que a Lorena é uma verdadeira gostosa de 40 anos com um corpaço que facilmente aparenta dez anos a menos. Ela desceu com um vestido preto solto, mas daqueles que parecem grudar nas áreas com curvas, estava linda, e de salto. Aí nós três ficamos no quincho, comemos uma tábua de frios, jantamos, tomamos vinho e conversamos sobre tudo que gente grande conversa: trabalho, vida, política, carros, vida pessoal e tal. Comemos a sobremesa e do quincho fomos pra sala, a Lorena ofereceu café mas nós preferimos uma dose de uísque e ela continuou com vinho na taça.
A conversa fluiu, clima bom, risadas, histórias e fomos contando e conhecendo cada vez mais uns dos outros, até que o papo focou em relacionamentos e aí foi a segunda coisa estranha da noite: quem começou a perguntar um pouco sobre minha vida privada foi a Lorena, já que ela nunca tinha falado desse assunto assim, se eu tinha namorada atual, alguma amiga e tal... obviamente contei a verdade, uma ou outra relação esporádica puramente sexual. Eles sentados juntos, os dois de frente pra mim, a Lorena cruzava as pernas de um jeito excitante que de vez em quando me obrigava a um olhar rápido e perigoso. Depois de um tempo, a Lorena vai pra cozinha buscar gelo e o Martín sai atrás dela. Fiquei sozinho na sala por uns instantes até os dois voltarem e ela avisar que vai subir um pouco pro quarto dela. O Martín senta do meu lado, mais dois uísques e não espero mais que alguns minutos até ele soltar se eu podia confiar em Já que eu era o único em quem ele confiava pra pedir um favor, eu disse que sim. Ele começou a falar sobre aquele papo de ir no swing, e sem hesitar, de um jeito firme e seguro, me disse que ele e a esposa tinham umas fantasias e nunca conseguiram realizar uma. Fiquei gelado por um segundo e falei que ele podia confiar. Ele disse: "Primeiro vou te contar, e se você não quiser, sem problema, mas guarda segredo, por favor." Eu concordei. Aí ele me conta que tinham a fantasia de transar sendo observados por outra pessoa, sem o terceiro participar, ou seja, eu só olhar. Esperou minha resposta, e eu fiquei pensando. Sou meio quadrado, conservador, e sinceramente achei pesado demais, até loucura o que ele tava dizendo. Mas, por outro lado, a imagem da Lorena pelada veio na minha cabeça e a pica ficou dura. Na minha idade, falei que sim de novo, com nervosismo.
Sem esperar mais, subimos pro quarto dele. Ele me falando pra ficar tranquilo porque o assunto já tinha sido conversado com a Lorena, e ela tava esperando pra ver se a gente subia. Que os dois era a primeira vez que iam fazer algo assim, então também estavam nervosos, mas queriam realizar. Ele abriu a porta de uma vez, a luz tava baixa e a Lorena na cama coberta até o pescoço com o lençol. Ela olhou pra gente, não falou nada, mas vi o olhar dela nos meus olhos. Tava séria, parecia muito nervosa. O Martin me convidou pra sentar numa cadeira do lado. Fiz tudo sem falar nada, tava morrendo de nervoso, até me sentindo desconfortável, mas a situação era extremamente excitante, de um jeito que eu nunca tinha sentido. O Martin não demorou pra ficar de cueca e se enfiar debaixo do lençol com a mulher. A gente tinha bebido bastante. A situação era estranhíssima, mas na minha vida inteira nunca tinha passado por algo igual: ver um casal transando na minha frente. O Martin tava por cima da esposa, os dois se beijando, cobertos pelo lençol. O quarto tava bem escuro, só a luz fraca de um abajur iluminava o ambiente. Depois de um tempo, os dois... Os gemidos da Lorena e o movimento do Martín revelaram que ele estava comendo ela. Ele por cima dela, na posição de missionário. O Martín se movia cada vez mais forte sobre a Lorena, e ela gemia cada vez com mais tesão. Eu, sentado, estava com o pau duríssimo depois de alguns minutos ali. Tinha vontade de soltar ele, mas mantive minha palavra de só olhar. Até me sentia agitado de ver a situação mais estranha e perversa de toda a minha vida, algo que eu nunca tinha imaginado, muito menos com um casal de amigos de mais de dez anos.
Depois de um bom tempo comendo ela daquele jeito, vejo que o Martín se levanta um pouco e a Lorena vira de bruços, ajudada por ele. O Martín deita por cima da esposa e começa a comer ela de novo, penetrando cada vez mais forte. Pra minha desgraça, eles faziam tudo cobertos pelos lençóis. Eu só conseguia ver a parte de cima do torso do Martín e os braços dele envolvendo a esposa. O rosto da Lorena estava virado pra frente, dava pra perceber o movimento exagerado da pélvis do meu amigo subindo e descendo sobre a bunda da mulher dele. Bateu uma inveja danada de ver ele comendo aquela bunda. Não aguentei e, com a mão, apertei a pica, que estava dura igual um obelisco.
Naquele momento, o Martín vira a cabeça e me olha com uma cara que eu nunca tinha visto. Uma expressão de tarado total, porque ele me olhou mordendo o lábio de baixo e percebeu que eu estava com a mão na pica. Aí ele pareceu ficar louco. Apoiou os braços na cama, do lado da mulher, levantando o torso, e a fodida que ele dava na esposa já era brutal. Parecia que o fato de me ver com a pica na mão excitava ele, porque ele metia tão forte por trás que a cama rangia e rangia, e a Lorena parou de gemer pra quase gritar com a fodida brutal que o marido dava nela. Ele começou a comer ela fortíssimo, e a Lorena era sacudida com muita força. A gostosa não parava de gemer sem parar. Dava pra ver que os dois tinham essa fantasia guardada e estavam aproveitando pra caralho. Terrivelmente, não sei bem quanto tempo ficaram transando assim, mas fácil mais de 20 minutos em que o Martin não parou de foder a mulher dele de forma brusca e sem parar, ele tava metendo nela sem dó na minha frente, de vez em quando ele me olhava e eu olhava pra ele, mas ninguém falava nada, até que o Martin começou a dar umas penetradas fortes, batendo nela e ficando dentro uns segundos pra repetir a pancada forte, cada vez que ele enfiava assim a cabeça da Lorena tremia no travesseiro e o Martin gemeu e gemeu em umas quantas sacudidas desse jeito, ele tava gozando dentro da mulher dele na minha frente, tive uma puta vontade de pelo menos tirar o pau pra me aliviar da pressão da calça jeans, e ele se deixou cair sobre o corpo da Lorena.
Me senti tão desconfortável com o tesão que tava que levantei, não sabia o que fazer, eles continuavam grudados, tava com vontade de transar ou pelo menos me masturbar, sentia tesão e desconforto ao mesmo tempo, sabia que eles só queriam que eu olhasse, mas tava com um tesão extremo, primeiro por ser a primeira vez que via alguém transar na minha frente, segundo por ser um casal de amigos conhecidos, e terceiro porque a gostosa que eu tinha visto sendo fodida e gemendo como uma puta era a mulher do meu amigo, a que tava fortíssima e que eu sempre via como uma mulher séria, educada pra caralho, fina, delicada, que eu nunca imaginaria pedir o que pediram, um monte de sensações muito fortes me levaram a falar pra eles, enquanto ainda estavam grudados, que ia descer pra ir pra casa, sinceramente não sabia como agir numa situação daquelas, o Martin me perguntou se eu tava bem, falei que sim mas só precisava pegar um ar e ir embora, ele pediu desculpa e perguntou se eu tinha ficado desconfortável, falei que não era aquilo e que tava tudo bem mas tudo era forte pra mim, que tinha passado uma ótima noite, de amigos, que podiam confiar em mim e que só precisava ir, a verdade é que tava com uma puta vontade de me masturbar como não fazia há muito tempo, ele falou um ok. que eu descesse e ele já estava descendo para se despedir.
Desci e fui até o barzinho de madeira, me servi uma taça esperando o momento desconfortável em que meu amigo descesse. Vocês podem pensar no porquê da minha decisão de sair daquele momento, não saberia explicar, mas até me dava vergonha que ele notasse minha ereção inconfundível na calça. Não tenho a cock muito comprida, mas bem grossa, e estava tão dura que marcava do lado da calça e eu não conseguia abaixar. Estava com bastante vinho na cabeça e a imagem da Lorena gemendo não me deixava pensar, e eu tinha medo de fazer algo indevido com meus amigos, já que ele tinha me pedido só para olhar. Quando ouço passos na escada e vejo Lorena descendo de camisola, que mal cobria a pussy dela, branca, umas pernas brancas torneadas nos muslos da super slutty mãe. Ela se aproxima, serve uma taça também, toma rápido e me olha com um nervosismo saindo dos olhos dela.
L: Eu abro pra você, o Martin está tomando banho. Desculpa se te deixamos desconfortável com isso. Não sei o que dizer.
H: Tá tudo bem. Não fala nada, Lorena. Não me deixaram desconfortável, pelo contrário. Sério.
(Nós dois falávamos muito nervosos, pelo menos eu).
L: Bom, obrigada então, não sabíamos em quem confiar. Não vou te falar mais, acho que o Martin já te explicou algo.
H: Se tem alguém em quem podem confiar, sou eu. Fiquem tranquilos, o Martin me explicou direitinho. Vou indo.
Ela deu um passo à frente e eu a segui por trás até a porta. Olhei aquela bunda impressionante na minha frente e até notei a thong enfiada, já que era de outra cor diferente da camisola. Isso piorou ainda mais minha cock. Quando ela chegou na porta e enfiou a chave, de costas pra mim, a vida me pregou uma peça e eu não consegui me segurar. Olhei o ass dela quase babando e passei a mão por baixo da camisola. Foram dois ou três segundos em que percorri uma bochecha da bunda dela desde a dobra do começo, acariciando inteira pra cima, abrindo bem a palma da mão e levando meus dedos até a fenda da bunda dela, deixando a mão ali e apertando com força. Lorena, a mulher do meu amigo, tem uma bunda tão grande, redonda e empinada que, mesmo com minha mão de mecânico grande, não consegui agarrar inteira. Foram dois ou três segundos inigualáveis sentindo aquela pele macia daquela bunda firme e dura, diria até incompatível pra idade dela. Automaticamente, quando ela sentiu meu aperto, se virou rápido, tirando minha mão quase com um tapa.
L: O que cê tá fazendo??
(eu fiquei apavorado)
H: Desculpa, por favor, me desculpa. Tô meio bêbado e isso foi demais pra mim. Por favor, me perdoa, Lore.
L: Tá tudo bem, tá tudo bem. Não fala nada. Foi pesado pra todo mundo. Aqui não aconteceu nada, Héctor.
A gente se despediu e eu fui embora da casa dos meus amigos. Cheguei em casa e me masturbei tanto pensando que tinha apalpado a bunda de fio dental da mulher do meu amigo que joguei jatos e jatos de porra na minha mão. Por mais estranho que pareça, ainda não cruzei com o Martín e também não recebi notícia, nem boa nem ruim, daquela noite. Preciso de conselhos sérios e decentes de gente que não me conhece.
Héctor.
12 comentários - Trio com amiga do casal
Un saludo.
Javier
Te paso el link de una experiencia parecida que viví.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2695867/Somos-Tres-Mucho-mas-que-un-trio-Historia-real.html
van 10, se que recibir puntos no fue tu intencion, pero la historia lo vale.
Saludos