Quando Benito e Alba foram embora, minha mãe me pegou pelo braço e começou a me interrogar. Eu achava engraçada a curiosidade quase infantil que ela demonstrava, era como se quisesse saber, mas ao mesmo tempo não quisesse que eu contasse. Contei vagamente que Alba tinha comprado algumas coisas, mas desviei a conversa para a visita com Ana. Foi uma boa ideia, porque isso distraiu seus pensamentos e ela se interessou vivamente pelo estado da irmã. Lembrei do CD que Mônica, a amiga médica da minha tia, tinha gravado para mim. No computador do escritório da Julia, instalei o CD e Clara, minha tia Julia e Lisa, minha prima, se aglomeraram atrás de mim para ver o futuro Manuel. Eu queria explicar o que a médica me havia mostrado no ultrassom, mas minha tia Julia me corrigiu — claramente, ela sabia muito mais sobre aquilo. Ela foi identificando os traços do menino, e eu também fiquei ali, expectante, de frente para o computador.
Minha mãe estava orgulhosa de mim, dava para notar, porque ela passou o braço pelo meu pescoço e me puxou contra ela. Eu fiz o mesmo com minha prima Lisa — as três cabeças inclinadas atrás da Julia, interessadas nas explicações dela. Quando o som aumentou, ouvimos os batimentos do Manuel. Minha prima pegou minha mão, que estava pendurada no ombro dela, e a aproximou do seu coração. Amei aquele detalhe, especialmente quando ela encostou a cabeça no meu ombro. Beijei sua testa pela cumplicidade que ela estava demonstrando, e ela correspondeu deslizando minha mão por todo o seu peito. Dos batimentos acelerados, passei para a redondeza do seu seio macio — mesmo com um sutiã fino, mal dava para sentir. O mamilo ficou marcado em um instante, e ela mesma pegou dois dos meus dedos e os usou como uma pinça sobre ele. Minha rola estava acordando entre as três mulheres que eu queria. Eu teria fodido naquele momento com qualquer uma delas, mas preferi pensar no carinho que as três sentiam por mim, cada uma por um motivo diferente.
Quando fomos para o nosso quarto, ainda era cedo. Minha tia estava ocupada arrumando tudo, e minha mãe voltou à carga com os preparativos do fim de semana. Ela usou sua arma secreta, que eu tanto… conhecia, ela se enfiou na minha cama nua e se colou em mim, começou a me perguntar sobre coisas sem importância, mas eu sabia que, mesmo dando voltas, a curiosidade dela estava em outra coisa. Quando ela falava brincando, com voz dengosa, passando a mão atrás da minha pica, eu já sabia que ela ia direto ao ponto. Lentamente, ela foi desviando o assunto para compras e projetos. Quando já estava massageando claramente minha pica, acendeu uma luz na minha cabeça. Pedi um tempo, como no basquete, e me levantei. Fiquei procurando no armário, e enquanto fazia isso, Clara se descobriu, mostrando seu corpo nu. Ela apertava os peitinhos, esticando os mamilos, e isso estava me deixando nervoso, pois minha pica balançava pra cima e pra baixo enquanto eu separava os presentes da caixa que me interessava. Quando a encontrei, entreguei a ela. Parecia que eu estava oferecendo uma pizza, enquanto abaixava o pacote, a pica a 45º balançava. Minha mãe se sentou curiosa na cama, cuidadosamente desembrulhou o pacote. Por um momento, ela não queria revelar o segredo, mas por outro, a curiosidade a consumia por dentro. Ao tirar a tampa, ela fez uma cara de surpresa, igual à que eu fazia quando abria os presentes dos Reis Magos. Ela me olhou e, deixando a caixa de lado, se levantou e me abraçou, me beijando. O primeiro beijo foi de mãe, com as mãos nas minhas bochechas, ela me encheu de beijos carinhosos. Os últimos me deu colando seu corpo no meu. Ela teve que pegar minha pica e abaixá-la até colocá-la entre suas pernas, encaixando-a na sua buceta enquanto seus mamilos se cravavam no meu peito. Ela inclinou a cabeça para acoplar seus lábios aos meus mais intimamente e buscou minha língua avidamente. Eu sentia o calor e a umidade dos lábios dela na minha glande. Tentei pressionar para que ela deslizasse por eles, mas minha mãe recuperou a sanidade e se afastou de mim. Ela me perguntou:
- Posso?
- Claro, é um presente para você, da sua irmã Ana.
Antes de tirar a peça da caixa, ela me deu um beijinho na boca. Puxando o camisolão branco da minha tia Ana, ela o estendeu sobre seu corpo, ainda sem... Colocar a peça deixava sua silhueta transparente, passei minhas mãos por sua figura pressionando o tecido para ver o efeito, os peitinhos pequenos se marcavam escuros sob o tecido fino, abaixo do umbigo e mais abaixo o púbis inchado, por um momento imaginei minha tia Ana em sua noite de núpcias, ela nem tinha estreado aquilo, pensei que talvez fosse porque meu tio Jorge não teve tempo, minha mãe provavelmente daria um uso melhor. Expliquei isso quando ela me pediu para ajudá-la a vestir, ela concordou comigo, certamente preferiu ir direto para fazer amor com seu recém-estreado marido. Com os últimos retoques, Clara esticou a peça, ficou perfeita nela e deu uma volta sobre si mesma mostrando o balanço da saia. Quando me abraçou, se colou em mim como antes, não ousei colocar meu pau entre suas pernas para não manchar com o líquido pré-seminal que saía da glande, Clara adivinhou quando olhou para baixo e viu como a cabecinha brilhava, levantou a saia do camisão longo até a cintura e pegou meu pau, colocando-o entre seus lábios maiores.
- Quer estrear a noiva em sua noite de núpcias?
- Adoraria ter te estreado.
- Então empurra e entra em mim, contigo parece que me estreia cada vez que transamos.
Clara colocou uma perna sobre a cama e se colou em mim, a cabecinha deslizou entre seus lábios e chegou à entrada de sua buceta, com um leve movimento de cintura Clara alinhou meu pau e só precisei empurrar, senti como entrava suavemente, estava quase tão lubrificado quanto ela e não demorou nada para estar colado ao seu ventre, agarrei suas nádegas por baixo do camisão para atraí-la para mim.
- O que acha se eu tirar o camisão? Já estreou e seria uma pena amassá-lo.
- Eu ia te propor isso, Benito também merece aproveitar.
Sem se separar de mim, Clara tirou a peça pela cabeça, eu a segurava pelas nádegas para não sair dela enquanto, esticando os braços, colocava o camisão sobre uma cadeira.
- Vamos para a cama, vamos ficar mais confortáveis. Ágilmente, Clara entrou na minha cama e, colocando-se no centro, abriu os braços para me receber. Deitei sobre ela com as pernas de cada lado, meu pau descansava sobre sua barriga e ela deslizou até conseguir alcançar a glande com a boca. Seu corpo pequeno passou sem dificuldade pelo arco das minhas pernas, seus peitos não foram obstáculo, só senti seus mamilos roçando nas minhas bolas. Ela puxou o travesseiro para elevar a cabeça e forçou meu pau a entrar na sua boca. Tive que me inclinar sobre ela para facilitar a chupada. Quando ela me agarrou pelas nádegas e me obrigou a me mexer, segui o ritmo. Enfiava meu pau regularmente entre seus lábios, e ela cada vez engolia mais, até encostar o nariz no meu púbis. Eu teria gozado na sua garganta se não preferisse retribuir. Quando já estava prestes a enchê-la de porra, tirei lentamente o pau de entre seus lábios. Saiu molhado e vermelho, as veias inchadas e a cabeça pulsante.
Quando me virei sobre ela, minha mãe estava me esperando. Pernas flexionadas e abertas, lábios molhados e quentes, e o clitóris inchado se abriam diante dos meus olhos. Quando meu rosto se encaixou entre suas coxas, senti sua boca se apoderar do meu pau novamente. Mas ela não se contentou só com a vara que chegava de cima: agarrou minhas bolas com as duas mãos, lambeu e engoliu cada uma. O escroto desaparecia entre seus lábios, e quando ela soltava, o testículo saía com o barulho de uma rolha. Enquanto isso, seus dedos exploravam mais acima, roçando meu ânus. Ela o rodeava com suavidade, tentando enfiar um pouco o dedo a cada volta. Eu a imitei e lambi seu buraco escuro. Clara levantava os quadris para que eu alcançasse com conforto, e quando consegui chegar com a língua, ela fez o mesmo comigo. Deixando meu pau sobre seu peito, chegou a lamber entre minhas nádegas até empurrar a ponta da língua no buraco áspero.
Para mim foi suficiente. Não queria, mas fiz. Gozei sobre ela, reguei seus peitos com enquanto eu gozava, Clara tinha enfiado a ponta da língua no meu cu, eu tinha um dedo inteiro no dela e outro na sua buceta, movi os dois juntos, quase se tocavam, só separados pela sua anatomia, o orgasmo a sacudiu um pouco depois de eu ter gozado, já tinha espalhado minha porra pelos seus peitos e ela simplesmente se abandonou, continuei acariciando seu interior enquanto lambia suavemente seu clitóris. Clara se agitava debaixo de mim, sua cabeça balançava descontrolada batendo no meu pau e nas minhas bolas que pendiam sobre ela, me abraçou querendo me ter mais perto e enterrou o rosto na minha virilha, em sua bochecha meu pau ia perdendo a dureza e minhas bolas molhadas grudavam no seu cabelo, ela ainda teve que aguentar os espasmos que sacudiam sua boceta, eu não quis atormentá-la lambendo seu ponto mais sensível e apenas apoiei meu rosto entre seus lábios, sentia as batidas do coração dela entre suas pernas, sua vagina escorria fluidos quando pulsava, demoramos bastante para nos recuperar, quando conseguimos nos cobrimos com o lençol e nos abraçamos. Não tinha passado nem quinze minutos quando bateram na porta, imediatamente a cabeça de Julia apareceu e ela entrou, eu instintivamente puxei o lençol até o pescoço e embora minha tia não tenha feito nenhum comentário rapidamente escaneou o quarto, claramente entendeu a situação ao ver o camisola sobre a cadeira e nós nus na minha cama, como se fosse a coisa mais natural do mundo sentou na cama e tirou uma pequena caixinha, minha mãe se sentou, os mamilos ainda estavam pra fora e salientes duros, notei Julia esboçar um sorriso, sem se perturbar deu a Clara a caixinha, minha mãe a abriu com cuidado até abrir a boca de surpresa, Julia tirou qualquer dúvida. - É para você Clara, é meu presente de aniversário. Minha mãe tirou lentamente um brinco lindo, colocou na orelha e nos mostrou, era uma maravilha, de ouro branco com alguns diamantes que brilhavam em mil cores, eu ao seu lado com o lençol sobre minhas pernas, eu a admirava, olhei também para minha tia que me piscou, ela estava feliz em ver sua irmã contente. Minha mãe se levantou para dar-lhe um beijo de agradecimento, ajoelhou-se deixando cair o lençol que já a cobria pouco, nua como estava com os seios brilhando ainda úmidos do meu gozo e com o cheiro característico do sêmen abraçou Júlia, minha tia abraçada à sua irmã fez um gesto para mim de que sentia o cheiro do meu gozo, passou a língua pelo lábio superior como se estivesse saboreando, meu pau começou a bater no lençol que mal o escondia. Ainda estavam abraçadas quando outras batidas na porta, Lisa não esperou e entrou, se minha tia havia disfarçado minha prima foi ainda mais discreta, mas nem por isso perdeu detalhe, o camisola, os dois na cama nus, o brilho úmido nos peitos da minha mãe e meu pau saltando sob o lençol lhe deram um mapa exato. Sentou-se ao meu lado na cama também, minha mãe mostrou orgulhosa o presente da minha tia, colocou-os novamente enquanto se sentava sobre os calcanhares no lençol amassado, ainda não tinha parado de admirá-los quando Lisa lhe ofereceu seu presente, era uma pulseira que combinava com os brincos da minha tia, as duas tinham combinado de fazer um bom presente para ela, minha mãe não sabia a que atender, terminou de colocar os brincos, ficaram maravilhosos nela e colocou a pulseira, não conseguia abri-la e me pediu que a colocasse, sem pensar me ajoelhei diante dela abrindo com cuidado a pulseira para depois fechá-la em torno de seu pulso, quando percebi os olhares que se cruzavam entre minha tia e minha prima percebi que meu pau era o motivo, aparecia entre minhas pernas poderoso, duro e com a glande descoberta, notava-se brilhante pingando um pouco de gozo tardio, me cobri imediatamente mas com os nervos coloquei as duas mãos sobre minha pélvis sem perceber que só tinha coberto o púbis pois meu pau continuava saindo entre meus dedos. As duas saíram do quarto, ao fechar a porta atrás delas ouvimos como explodiram em uma gargalhada enquanto se dirigiam aos seus quartos. Quando descemos ao bar na manhã seguinte, minha tia e minha prima sorriram ao nos ver passar, minha mãe fez um gesto que deixou elas com inveja, e elas retribuíram. Ao meio-dia, quando nos sentamos para almoçar com os colegas, Ricardo deu outra surpresa: ao terminar a sobremesa, ele se levantou e bateu com um garfo numa taça para chamar nossa atenção. Todos ficamos em silêncio. Depois de pigarrear sorrindo, ele disse algumas palavras de elogio à minha mãe. As outras garotas a observavam atentamente, com lágrimas nos olhos. Ela estava emocionada com todos, pois a tratavam como mais uma amiga. Depois do discursinho, Ricardo tirou uma caixinha e a deu a ela. Minha mãe me olhou emocionada, abriu a caixa e logo a fechou de novo. Quando a abriu novamente, olhou para todos, agradecendo com o olhar, e tirou um relógio lindo. Ela o observou de todos os ângulos e o colocou. Todos aplaudimos quando ela se levantou e o mostrou. Visivelmente feliz, foi beijando todas as garçonetes e cozinheiras. Quando chegou a Ricardo, o abraçou e beijou. Cruzei um olhar com Julia: ela estava olhando para a braguilha de Ricardo. Quando prestei atenção, vi um volume considerável marcando sob a calça dele. Benito havia combinado de nos buscar à tarde. Era sexta-feira, e no dia seguinte era aniversário dela. Minha mãe estava muito nervosa. Tínhamos dito que passaríamos um fim de semana fora, mas sem dar muitos detalhes. Ela havia preparado uma mala pequena com as coisas que achava necessárias. Eu, com uma bolsa, também levava as roupas que achava que ela poderia precisar. Alba levaria os itens de banho. Quando o carro do médico estacionou na porta, todo o pessoal estava de olho em nós. Ao entrar, Benito e sua filha foram recebidos com aplausos que animaram o ambiente. Minha mãe estava envergonhada. Minha tia e minha prima me olhavam com certa inveja. Alba estava encantadora, usando uma blusa solta e um short bem justo — possivelmente tinham se trocado por causa dela. No No carro, minha mãe sentou ao lado do Benito, logicamente. Atrás, sentei eu e à minha direita a Alba. O Benito estava de sport com uma camisa e um lenço no pescoço. Minha mãe nos tinha surpreendido com uma calça jeans - nunca a tinha visto com aquela calça. Era elástica e ajustava-se às suas pernas, o bumbum marcava bastante e uma blusa bem larga dava mais volume ao corpo dela. Ela tinha se maquiado levemente e, na verdade, estava gostosa. O Benito também notou e, quando ia arrancar o carro, deu-lhe um beijo nos lábios. Minha mãe virou-se e sorriu para mim, eu joguei outro beijo no ar. Quando me virei, encontrei a boca da Alba me esperando - seu beijo não foi no ar nem como o do pai dela, durou até eu não aguentar mais sem respirar.
O Benito já tinha estudado o trajeto. Saímos para a estrada e foi então que ele nos informou oficialmente do plano para o fim de semana: íamos a um balneário com uma nascente de águas termais na montanha. Ele conhecia o diretor, eram bons amigos desde a infância e, embora tivesse começado os estudos de medicina junto com ele, deixou isso quando surgiu a oferta para dirigir o balneário. De certa forma, por serem águas medicinais, o emprego o atraía.
Durante o trajeto, minha mãe falava feito uma cotovia, dava para ver que estava excitada e contente. De vez em quando, ela se aproximava do médico e fazia um carinho. A Alba, por sua vez, também estava feliz. Eu, encantado, imagino que como seu pai - estávamos com um par de mulheres extraordinárias e um fim de semana pela frente.
A Alba fazia-me carícias enquanto seu pai nos explicava coisas sobre balneários e seus benefícios. A garota apoiava a cabeça no meu ombro e beijava meu pescoço. Eu procurava ficar quieto, mas quando a garota colocou a mão no meu cinto, dispararam-se os alarmes. Minha mãe olhava para o Benito e fazia caracóis no cabelo dele na nuca. Ele tinha uma mão na perna da Clara, que estava apoiada na alavanca do câmbio.
Ao ouvir-se quase nenhum ruído do zíper da minha braguilha, minha mãe virou-se e viu como... Alba foi enfiando os dedos procurando meu pau, me sorriu e se encostou no banco do Benito, quando suspirei minha mãe passou a mão por baixo dos braços do Benito que seguravam o volante, eu também ouvi o barulho do zíper do médico, quando a cabeça do Benito escorregou no banco dele eu entendi que minha mãe tinha tomado conta do pau dele, a cabeça da Alba estava sobre minhas pernas, subia e descia devagar, a suspensão do carro ajudava a enfiar o pau na boca dela, meio deitada no banco sobre mim abria as pernas o suficiente para minha mão se perder entre suas coxas, por baixo do short eu tive que desviar a calcinha dela para alcançar seus lábios, ela devia ter feito a depilação recentemente porque estavam macios como os de uma menina, eu queria surpreendê-la e tinha raspado também os pelos que rodeavam meu pau, esperava que ela não tirasse ele completamente da boca e que não percebesse ainda. Fiquei alerta quando notei que Benito deu uma guinada no volante, por um momento pensei que ele tinha se distraído mas o cheiro de sêmen que encheu o carro me deixou claro que minha mãe tinha feito ele gozar e na corrida ele tinha perdido um pouco o controle, ia avisá-lo quando percebi que comigo ia acontecer a mesma coisa, Alba acelerava a cabeça e fechava as pernas prendendo minha mão com elas, no ventre dela eu sentia as convulsões e no meu pau a pressão da língua dela, ela já não movia a cabeça, só aspirava e engolia a porra que saía de mim aos jatos. Minha mãe mostrou a mão brilhante de porra, Alba sorriu pra ela com os lábios molhados de sêmen, as duas começaram a rir felizes. Quando finalmente chegamos no hotel fomos para a Recepção, cruzamos com um carregador que ia pegar a bagagem, Benito se identificou e a recepcionista ligou, logo chegou o diretor, Benito o abraçou efusivamente e nos apresentou. - Apresento o Germán, meu amigo de muitos anos, somos como irmãos, - Encantado em conhecê-los, já são como da minha família. - Olha, essa preciosidade é minha filha Alba e essa outra delícia é a Clara, o filho dela, Manu, é mais que um amigo. Nos cumprimentamos com carinho, ele era um cara simpático, dava pra ver que tinha jeito com pessoas e se movia com muita naturalidade, os funcionários do hotel gostavam dele ao mesmo tempo que o respeitavam. - Reservei dois quartos como você me pediu, tomei a liberdade de dar dois contíguos e até interligados caso queiram ficar juntos em algum momento, são silenciosos e têm uma vista linda das montanhas, vocês vão ver que paisagem, também vou avisar que dei ordem para liberarem o spa só pra vocês fora do horário dos clientes, além disso tenho umas surpresas que espero que gostem, mas vocês vão descobrir. - Agradeço, Germán, mas não precisava se incomodar, só queremos passar uns dias tranquilos, estamos comemorando o aniversário da Clara. - Hmm, então vamos ter que comemorar, fico feliz em saber, aproveitem a estadia, e não me agradeça, se não fosse por você não estaria fazendo isso. Eles nos acompanharam até os quartos, o carregador mostrou tudo e nos avisou que as malas já estavam no lugar, abriu a porta de comunicação e fechou de novo, quando saiu sorriu agradecido pela generosa gorjeta que o médico lhe deu. Alba e eu quisemos ver o quarto dos nossos respectivos pais, quando eles abriram estavam perto o suficiente pra deduzir que estavam se beijando ao lado da porta, nos deixaram entrar e nos mostraram o quarto, era igual ao nosso, cama imensa de dois por dois metros e junto ao frigobar cheio de bebidas de todo tipo uma janela que mostrava um vale inteiro cheio de pinheiros até o horizonte, Alba chamou minha atenção para um rio claro que fluía perto de nós entre álamos. Alba sugeriu que fôssemos embora porque dava pra perceber certa impaciência deles para terminar o que minha mãe tinha começado. Marcamos de nos encontrar em uma hora no restaurante, quando entramos no nosso quarto estávamos decididos a tirar as roupas das malas e pendurá-las no armário, mas quando Alba pulou na cama gigante eu soube que ela também estava reclamando seu orgasmo pendente. O shorts da garota caiu no chão quando ela jogou da cama, a calcinha molhada seguiu o mesmo caminho. Não esperei que ela se despisse completamente, me joguei com o pau já apontando pra ela. Ela ria ao me ver chegando, ainda de meias, deixando um rastro de roupas pelo chão. Caí sobre ela, rolamos abraçados e, antes de chegarmos na beirada da cama, Alba já estava sobre mim com meu pau enfiado na sua buceta. Enquanto saltava em cima de mim, ela tirou a blusa — com as mãos cruzadas, pegou pela parte de baixo e puxou por cima da cabeça. Ao passar pelo sutiã, beliscou e arrancou ele junto com a blusa. Seus dois peitos lindos caíram ao mesmo tempo, saltitando na minha frente. Ela ficou quicando suavemente até acelerar com força. Segurei seus peitos pra que não batessem no queixo dela. De repente, ela parou e se virou sem tirar meu pau — agora era a bunda dela que eu via. Suas costas finas deixavam os peitos visíveis por trás, pelos lados. Ela aproveitou pra tirar minhas meias e, quando se inclinava pra puxá-las, deixava as nádegas expostas, separadas. Tive uma ideia rápida: coloquei a palma da minha mão virada pra cima sobre minha pelve, com o dedo do meio apontando pro céu. Quando terminou de tirar uma meia, ela sentou de novo, enfiando o pau e sentindo meu dedo tentando entrar no seu cu. Ela moveu um pouco a cintura, mas não conseguiu, e se virou pra mim:
- Mmm, não tô preparada… lembra que ainda sou virgem ali.
- Eu sei, por isso trouxe hidratante.
- Hahaha, por acaso eu também trouxe creme. Quero que me desvirgue o cu.
- Não se preocupa, essa noite você deixa de ser. Temos todo o tempo que você quiser e você vai gozar.
- Já tô doida por isso, te fodo, palavra.
Ela se virou de novo e continuou saltando em cima de mim. A ideia de finalmente meter no seu cu, com ela desejando aquilo, me deixou ainda mais excitado. Alba sentiu ele dentro dela enquanto eu tirava a outra meia, a boceta se contraía com certa frequência, com as mãos nos meus joelhos ela continuou pulando, o pau desaparecia dentro dela e quando saía arrastava a vagina junto como se não quisesse esvaziá-la. Ela se deixou cair de repente e se jogou sobre meus pés, os dela se estenderam ao meu lado, meu pau forçado continuou entrando entre seus lábios, mas ela não parou de se mexer, vi meu gozo escorrer pela vagina dela quando meu tronco entrava, ainda consegui passar o dedo entre suas nádegas e rodear seu ânus como um adiantamento do que faria à noite, Alba agradeceu separando as pernas enquanto se agitava. Quando meu pau saiu da boceta da garota fez um barulho de tampão e na hora da vagina dela saiu um fio branco e grosso, nem tudo era sêmen. Terminamos logo e ficamos um tempo abraçados nus, quando olhamos o relógio vimos que já estava tarde, pulamos da cama e tomamos um banho rápido, ainda deu tempo de eu dar umas lambidas nos seus peitos, ela os juntou e me ofereceu os dois mamilos ao mesmo tempo. Quando descemos para o refeitório, Clara e Benito estavam se sentando à mesa que tínhamos reservado, ficava um pouco separada dos outros clientes, a maioria pessoas mais velhas, aposentados que vinham tomar banhos ou simplesmente desfrutar de companhia por vários dias. Um garçom nos indicou que era um buffet livre, podíamos nos servir do que quiséssemos tanto em variedade quanto em quantidade, discretamente ele abriu uma garrafa de vinho especial, cortesia do "Seu Germán", ao mesmo tempo sussurrou que se quiséssemos algum prato extra, pedíssemos a ele. Benito agradeceu e depois de olhar para nós disse que estava tudo bem, nos levantamos e fomos para o buffet, os aposentados pareciam famintos pois enchia os pratos como se não houvesse amanhã. Jantamos muito bem, até eu repeti a sobremesa, quando me levantei da cadeira notei que o vinho não era "da casa". O refeitório já estava quase... vazio, a maioria tinha ido jogar bingo ou cartas, nós preferimos queimar o jantar dando um passeio. Perguntamos ao simpático garçom o que dava pra fazer nessa hora e, olhando pra gente, ele sorriu e disse que o melhor era dar uma volta pela alameda junto ao rio. Sussurrou que tinha pouca gente nesse horário. Nós cinco demos risada, era uma boa ideia, mas seguimos o conselho dele. A noite convidava a um passeio, o caminho descendente nos levou para dentro do arvoredo. Apesar da lua cheia, a luz sumia em alguns trechos. Os mais velhos vinham atrás de nós. Alba logo me abraçou pela cintura quando eu passei o braço pelo ombro dela. Ela me falava coisas no ouvido enquanto me beijocava as orelhas. Estávamos felizes caminhando sob as árvores por uma trilha de terra, com o rio correndo silenciosamente ao lado. Eu gostava de sentir o calor do corpo da Alba e a apertava, beijando sua testa. Atrás de nós, minha mãe e Benito pareciam estar igualmente felizes; dava pra ouvir eles rindo e cochichando. Em certo momento, fiquei curioso. Eu gostava de ver minha mãe contente, e com Benito ela estava. Tive que olhar duas vezes: atrás de nós não vinha ninguém. Virei e chamei a atenção da Alba para o misterioso desaparecimento do pai dela e da minha mãe. Voltamos sobre nossos passos, esperando que eles tivessem se camuflado em algum canavial pra trocar uns amassos. Eu sabia que Benito adorava quando Clara tomava a iniciativa; qualquer ideia podia sair da cabeça dela. Voltamos até quase o começo do caminho e não conseguimos vê-los. A lua iluminava o suficiente pra enxergá-los mesmo entre a folhagem. Demos meia-volta e também não conseguimos descobrir onde estavam. Quando já estávamos nervosos, ouvimos umas risadas. Seguimos procurando de onde vinham. Só tivemos uma ideia ao ouvir o barulho de água chapinhando. Fomos pela margem do rio e, a alguns passos, encontramos as roupas da minha mãe cuidadosamente dobradas sobre uma pedra. As de Benito estavam espalhadas pelo chão. No centro do rio, dava pra ver as cabeças do casal. Eles estavam... juntas, muito juntas, pensei eu para estarem nadando numa competição. Sob a água transparente, seus corpos entrelaçados eram visíveis. Eles não perceberam nossa presença e, de vez em quando, subiam e desciam. Não soube como reagir e me virei para consultar Alba. A garota tinha muito mais decisão do que eu, já estava quase nua, só faltava tirar o sutiã e ela estava fazendo isso. Estava de costas, dobrando suas roupas junto com as da minha mãe. Quando se virou, parecia uma ninfa, a lua iluminava seu corpo e as luzes e sombras a tornavam ainda mais excitante. Quando passou por mim em direção à água, ela disse:
- O que você está fazendo aí parado? Vamos com eles.
Tirei minha roupa tão rápido que deixei tudo espalhado sobre as de Benito. Imaginei que o médico tinha tido a mesma reação e minha mãe tinha sido a mente pensante. Alba entrou no rio silenciosamente, eu a segui de perto. Na margem, quase não havia correnteza e estava cheia de pedras roladas. Mal dava para ver o cabelo da garota à frente, só o nariz e os olhos apareciam. Tentei seguir seu exemplo e nos aproximamos do centro do rio. Conforme nos aproximávamos, percebemos como o fundo mudava para um leito de areia e, pouco a pouco, subia de nível. Com a luz da lua, dava para ver o fundo claramente e, a pouca distância, pude ver, além do corpo nu de Alba na minha frente, o casal de pais. Vi o truque que eles faziam: Benito sentado na areia com as pernas esticadas e minha mãe de frente para ele, sobre suas pernas. Com o pouco peso de Clara e a flutuabilidade da água, o médico a levantava sem esforço e a deixava cair sobre seu pau. Ela só se segurava no pescoço de Benito.
Quando emergimos quase ao lado deles, eles se surpreenderam. Ficamos de pé ao lado deles, enquanto eles se separavam. Eu admirava o corpo de Alba, que tinha saído da água como por encanto, com o cabelo molhado escorrendo fios que caíam sobre seus peitos e, destes, pelo seu ventre, de volta ao rio.
- Pelo amor de Deus, que susto vocês nos deram, parecem Galerinha. - Claro, com vocês tão ocupados. - Bom, na verdade é que estávamos distraídos mesmo. - É, e ainda por cima sem avisar, a gente deu várias voltas na passarela procurando vocês e vocês aí fodendo debaixo d'água. - Não foi culpa minha, foi coisa da Clara, hahaha. - Nossa mãe, que ideias você tem, tava com tanto calor assim que não podia esperar chegar no hotel? - Pra ser sincera, sim, tava ardendo, nem te conto o quê. - Hahaha, pelo menos é sincera, mas continuem se quiserem, a gente já vai saindo, só queríamos saber se vocês estavam "sofrendo". - Hahaha, nesse momento não, a Clara não pesa nada dentro d'água e eu tava segurando ela bem firme. - A gente já viu por baixo d'água. - O que foi que vocês viram? - Como ela tava ancorada em você, hahaha. Os dois já se levantaram ficando com meio metro de água, o pau do Benito como sempre apontando pro céu formando um arco que roçava a barriga dele. - Pai... e isso que parece uma cobra? - Isso? Já tava falando pro seu pai, alguma coisa tava me picando por dentro, hahaha, e o que você me diz da jiboia do Manu? - Ah, isso não é jiboia, é uma sucuri e não pica, morde! Hahaha. As duas mulheres enquanto trocavam farpas pegavam nos nossos paus pra reafirmar as opiniões delas enquanto a gente saía pra margem, tivemos que esperar um pouco pra secar o corpo na grama, os quatro sentados em círculo ficamos contando histórias vividas no consultório do Benito, com as pernas dobradas dava pra ver claramente os paus duros e as bocetas das duas meninas. Elas logo acharam as roupas, mas o Benito e eu tivemos que separar as nossas porque tavam misturadas. Já de volta ao hotel, na Recepção encontramos o Germán, ele ficou contente de nos ver e perguntou se a gente tinha gostado do passeio ao nos ver com o cabelo molhado, os olhares que a gente trocou deram uma ideia de onde a gente tinha estado, ele ficou feliz e nos informou que na manhã seguinte tinha dado instruções pra deixarem o spa disponível pra a gente sozinha depois do horário dos clientes, depois nos dariam massagens especiais cortesia do hotel, nos seus olhos descobri uma leve malícia. Quando nos despedimos na porta dos quartos minha mãe piscou pra mim, com isso me desejava boa noite e algo mais, correspondi com um beijo no ar. Logo me despi e tomei um bom banho de chuveiro, mais que nada pra ver se tinha me sujado de grama ou lama, depois sentado na cama enorme esperei pela Alba, no banheiro ouvi primeiro o chuveiro e depois o secador de cabelo, quando ela saiu tive que engolir em seco, ficou apoiada na porta, exibia o camisolão preto que a Ana tinha dado de presente, mesmo com o quarto na penumbra dava pra distinguir os peitos sob o tule preto, os mamilos marcavam posição inchando o tecido, uma faixa de renda rodeava a borda inferior na altura do púbis, só escondia uma calcinha mínima que mostrava mais do que cobria. Enquanto se aproximava da cama eu me afastei pra ela subir, estava babando e não sabia o que dizer, ela quebrou o silêncio.
- Como está a sucuri? Parece que se prepara pra atacar.
- Glup, pois é, tá pronta pro ataque.
Alba pulou sem avisar em cima de mim, me envolveu com os braços e me beijou ardentemente minhas mãos não sabiam onde ir, por cima do camisolão sentia o volume dos peitos dela e adivinhava a posição dos mamilos os prendendo, enquanto me beijava as mãos dela também não paravam e descobriam a cabeça do pau apertando o freio, nem esperou pra tirar a calcinha, quando me virou e sentou em cima de mim, só afastou a lateral do fio dental e se molhando com os dedos ensalivados sentou na minha pica, com as mãos agarrei os peitos dela por cima do camisolão, na minha mente tinha flashes da minha tia Ana usando a mesma peça e ainda ficava mais duro.
- Tá imaginando sua tia Ana, né?
- Como você percebeu?
- Vi você fechar os olhos e sua rola pulsar dentro de mim.
- Desculpa, foi uma visão. - Dá pra ver que vocês se amam muito, gostei de ver vocês fazendo amor no outro dia e que ela deixou eu te compartilhar. - Ela é uma mulher especial. - Igual sua mãe. - Sim, igual. Quando ela começou a fazer círculos com os quadris sobre mim, acabamos de fazer confidências e, tirando o pau da sua vagina, ela tirou a calcinha, ficou passando a buceta no meu pau deitada, o clitóris roçava no freio e as veias inchadas no vai e vem, eu sentia momentos de como ela ficava excitada na dureza dos seus peitos sob o camisola, em um momento ela puxou sobre a cabeça e deixou na cama. Já voavam livres os dois peitos sobre minha cabeça e eu tentava pegá-los com a boca, quando ela se inclinou totalmente sobre mim, meteu uma mão debaixo do travesseiro, quando tirou me mostrou um frasco de creme hidratante. O rosto dela brilhava de sensualidade, estava me oferecendo o cu virgem, por um segundo lembrei daquela garota estranha com seus gatos e flores, um pouco ausente da vida e do sexo, agora ela aproveitava tudo, pouco a pouco eu a tinha levado pela mão, eu um adolescente a uma garota ideal, ela tinha me confiado a boca, a virgindade e agora o cu, mas principalmente o afeto, me sentia honrado em oferecer o pouco que sabia, o pai dela tinha me encarregado de tratá-la bem e como não podia ser diferente eu tinha feito, possivelmente com o tempo eu teria me apaixonado por ela. Alba tinha aberto o frasco e molhado meus dedos de creme, estava impaciente para ser enrabada. - Vai doer? - Acho que não, de qualquer forma, a qualquer momento você me avisa e a gente para, não quero te ver sofrer nem um pouco. - Como você quer que eu fique? - Como quiser, eu te encontro. Alba deitou de barriga para cima, de joelhos me aproximei dela, ela abriu as pernas mas eu não queria ir muito rápido e me deitei de lado atraindo-a para mim, deixando a cabeça sobre sua coxa, ela levantou a outra sobre mim, enquanto eu passava creme nos dedos, Alba Eu brincava com minhas bolas, primeiro lambi seus lábios abertos, o clitóris estava no meu caminho e o chupei aspirando-o, ela aproximou sua buceta para que eu a lambesse por inteiro, entre suas nádegas apareceu diante dos meus olhos o buraco enrugado que era apenas um pouco mais escuro que sua pele, na primeira lambida ele se contraiu mas quando notou a frescura do creme relaxou, massageei-o com os dedos ao redor, sentia como relaxava quando pude pressionar com a ponta do dedo, um pouco de pressão e afundou, o esfíncter resistia mas diante da minha insistência teve que ceder, à primeira falange seguiu a segunda, já roçava a suavidade do reto, fiquei dilatando lentamente com o dedo até o fundo e quando o tirei acompanhei com o outro dedo, curiosamente tive menos dificuldade que com o primeiro, eu tinha feito amizade com o ânus e ele me reconhecia, Alba tinha aproximado sua boca das minhas bolas e as sugava até fazê-las desaparecer entre seus lábios. Já se moviam confortavelmente os dedos dentro de Alba quando tentei mais um dedo, lubrifiquei abundantemente, sentia como instintivamente a garota fechava as pernas em defesa e suspirava fundo, não quis explorar mais e dei um beijo no orifício aberto, ela soltou as bolas e me deixou me mover, Alba quis ficar de joelhos para que eu a enfiasse por trás mas preferi ver sua expressão e me ajoelhei entre suas pernas. Alba olhava curiosa e paciente, sabia que podia confiar totalmente em mim, por isso quando acariciei suas pernas não foi preciso explicar nada, ela as elevou sobre o corpo segurando-as pelos tornozelos, coloquei um travesseiro embaixo da bunda e levantei suas nádegas na minha direção. Alba separou as pernas a 90º, diante de mim a via em todo seu esplendor, seu rosto bonito, seus peitos duros e brilhantes, os mamilos eretos e sua buceta aberta terminando na bunda dilatada. Quando me inclinei sobre ela fechou os olhos, queria aproveitar o momento e as novas sensações, passei minha cabecinha entre as nádegas lubrificadas e roçando o ânus continuei até me afundar na sua buceta latejante, um gemido escapou de sua boca. Quando tirei meu pau encharcado dos seus fluidos, apoiei na sua bunda, e ela abriu ainda mais as pernas, quase a 180º. Me posicionei frente a frente e minha cabeça foi se deformando com a pressão. Fiz várias tentativas, observando sua expressão; quando ela relaxava, eu tentava de novo. Já estava bem relaxada quando pressionei com decisão — foi um segundo de tensão e a cabeça desapareceu. Os músculos da Alba se soltaram, um leve sorriso surgiu em seus lábios e ela me encorajou a continuar. Com o dedo, acariciei o clitóris descoberto sob seu pequeno capuz, e ela ergueu o quadril buscando as carícias. Foi o que faltava: meu pau se alinhou ao seu reto e ela mesma o levou até o fundo. Nem ela acreditou ao sentir minhas bolas entre suas nádegas. Lentamente, ela soltou as pernas ao meu lado e esticou os braços procurando os meus. De mãos dadas, ela me puxava para si, fazendo com que eu entrasse mais fundo cada vez que saía um pouco. Ela estava confortável com a bunda elevada, e eu entrava completamente no seu nível. Ela relaxou tanto que, quando gozou, foi pega de surpresa — o orgasmo anal foi incrível. Com um dedo acariciava o clitóris e com a outra mão metia dois dedos na vagina. Minhas mãos estavam ocupadas em seus peitos.
— Obrigada, Manu, você me fez muito feliz. A partir de hoje, minha bunda é sua. Tive um orgasmo brutal, não esperava tão cedo.
— Fico feliz, adorei ver você gozando comigo dentro da sua bunda. Machuquei você?
— Nada, só um incômodo até a cabeça entrar.
Quando tirei o pau molhado, enfiei na vagina. Ela estava me esperando e me recebeu com vontade. Senti a diferença entre o toque aveludado do reto e o rugoso da vagina — a natureza é sábia. Logo, as dobras que pressionavam minha cabeça elevaram a temperatura da glande até começar a latejar perigosamente. Minhas bolas agora batiam na bunda da Alba. Eu já estava quase gozando quando a garota me parou.
— Um momento… Manu, tô com uma vontade. Ela se virou rapidamente e, pegando meu pau, enfiou na boca, abraçou minha cintura e começou a mover a cabeça com velocidade. Meu pau desaparecia até a base, e quando gozei na garganta dela, ouvi ela tentando dizer algo, mas soava como gargarejos. Quando não tinha mais porra pra expulsar, Alba tomou seu tempo para lamber todo o tronco e limpar o sêmen. Quando consegui tirar, estava brilhando como se tivesse acabado de sair do banho. A garota passou a língua nos lábios para não deixar nada.
- Obrigado, Alba, você me deixou muito feliz. Pareceu que você estava tentando dizer algo…
- Mas não dava. Realizei meu desejo: te tive dentro de mim por todos os lados — pelo cu, pela buceta e pela boca — e ainda engoli toda sua porra. O que mais eu poderia querer?
- Eu também adorei estar dentro de você. Você é uma mulher maravilhosa.
- Me contento em ser toda sua, mesmo que seja só de vez em quando. Gosto de como você me dá prazer e tento fazer o mesmo por você.
Nos abraçamos e nos beijamos ardentemente. Nos lábios dela ainda havia o gosto da minha porra — percebi quando ela enfiou a língua na minha boca e eu na dela. Do quarto ao lado, ouviam-se murmúrios. A curiosidade falou mais alto, e Alba pulou da cama nua, foi até a porta, encostou o ouvido na madeira e me chamou.
Aproximei meu ouvido também. Alba se agachou para me dar espaço. Do outro lado, parecia que a noite estava rendendo.
- Benito, enfia mais. Seu pau é especial, você roça meu ponto G toda vez, me faz vibrar cada vez que entra.
- Gosto da sua buceta, você recebe com gosto tudo que eu enfio.
- Ah, não pense que não percebo. Você quase toca minha garganta com esse pauzão, Benito.
- Tira esse camisolão bonito e vou te enfiar por trás.
- Pelo cu?
- Por onde você quiser.
- Eu gosto em qualquer lugar, você pode escolher agora. Só aponta onde quer.
- Mas não tenho creme para te lubrificar!
- Não se preocupa, passa saliva e empurra.
- Tudo bem, avisa se eu machucar. - Ahhh, que delícia Benito, você encheu minha bunda também.
- Você é quase tão gostosa quanto a buceta.
- Sério? Não sei se acredito, hahaha.
- Você é um amor, te amo Clara.
- Você diz isso pra todas, amor.
- Não, você sabe, vou gozar Clara.
- Espera Benito, vou junto.
- Já?
- Já Benito, já aaaah!
Alba com uma mão entre as pernas acariciava seu clitóris enquanto tinha minha rola na boca de novo, parecia que a noite ia ser longa.
Continua...
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Minha mãe estava orgulhosa de mim, dava para notar, porque ela passou o braço pelo meu pescoço e me puxou contra ela. Eu fiz o mesmo com minha prima Lisa — as três cabeças inclinadas atrás da Julia, interessadas nas explicações dela. Quando o som aumentou, ouvimos os batimentos do Manuel. Minha prima pegou minha mão, que estava pendurada no ombro dela, e a aproximou do seu coração. Amei aquele detalhe, especialmente quando ela encostou a cabeça no meu ombro. Beijei sua testa pela cumplicidade que ela estava demonstrando, e ela correspondeu deslizando minha mão por todo o seu peito. Dos batimentos acelerados, passei para a redondeza do seu seio macio — mesmo com um sutiã fino, mal dava para sentir. O mamilo ficou marcado em um instante, e ela mesma pegou dois dos meus dedos e os usou como uma pinça sobre ele. Minha rola estava acordando entre as três mulheres que eu queria. Eu teria fodido naquele momento com qualquer uma delas, mas preferi pensar no carinho que as três sentiam por mim, cada uma por um motivo diferente.
Quando fomos para o nosso quarto, ainda era cedo. Minha tia estava ocupada arrumando tudo, e minha mãe voltou à carga com os preparativos do fim de semana. Ela usou sua arma secreta, que eu tanto… conhecia, ela se enfiou na minha cama nua e se colou em mim, começou a me perguntar sobre coisas sem importância, mas eu sabia que, mesmo dando voltas, a curiosidade dela estava em outra coisa. Quando ela falava brincando, com voz dengosa, passando a mão atrás da minha pica, eu já sabia que ela ia direto ao ponto. Lentamente, ela foi desviando o assunto para compras e projetos. Quando já estava massageando claramente minha pica, acendeu uma luz na minha cabeça. Pedi um tempo, como no basquete, e me levantei. Fiquei procurando no armário, e enquanto fazia isso, Clara se descobriu, mostrando seu corpo nu. Ela apertava os peitinhos, esticando os mamilos, e isso estava me deixando nervoso, pois minha pica balançava pra cima e pra baixo enquanto eu separava os presentes da caixa que me interessava. Quando a encontrei, entreguei a ela. Parecia que eu estava oferecendo uma pizza, enquanto abaixava o pacote, a pica a 45º balançava. Minha mãe se sentou curiosa na cama, cuidadosamente desembrulhou o pacote. Por um momento, ela não queria revelar o segredo, mas por outro, a curiosidade a consumia por dentro. Ao tirar a tampa, ela fez uma cara de surpresa, igual à que eu fazia quando abria os presentes dos Reis Magos. Ela me olhou e, deixando a caixa de lado, se levantou e me abraçou, me beijando. O primeiro beijo foi de mãe, com as mãos nas minhas bochechas, ela me encheu de beijos carinhosos. Os últimos me deu colando seu corpo no meu. Ela teve que pegar minha pica e abaixá-la até colocá-la entre suas pernas, encaixando-a na sua buceta enquanto seus mamilos se cravavam no meu peito. Ela inclinou a cabeça para acoplar seus lábios aos meus mais intimamente e buscou minha língua avidamente. Eu sentia o calor e a umidade dos lábios dela na minha glande. Tentei pressionar para que ela deslizasse por eles, mas minha mãe recuperou a sanidade e se afastou de mim. Ela me perguntou:
- Posso?
- Claro, é um presente para você, da sua irmã Ana.
Antes de tirar a peça da caixa, ela me deu um beijinho na boca. Puxando o camisolão branco da minha tia Ana, ela o estendeu sobre seu corpo, ainda sem... Colocar a peça deixava sua silhueta transparente, passei minhas mãos por sua figura pressionando o tecido para ver o efeito, os peitinhos pequenos se marcavam escuros sob o tecido fino, abaixo do umbigo e mais abaixo o púbis inchado, por um momento imaginei minha tia Ana em sua noite de núpcias, ela nem tinha estreado aquilo, pensei que talvez fosse porque meu tio Jorge não teve tempo, minha mãe provavelmente daria um uso melhor. Expliquei isso quando ela me pediu para ajudá-la a vestir, ela concordou comigo, certamente preferiu ir direto para fazer amor com seu recém-estreado marido. Com os últimos retoques, Clara esticou a peça, ficou perfeita nela e deu uma volta sobre si mesma mostrando o balanço da saia. Quando me abraçou, se colou em mim como antes, não ousei colocar meu pau entre suas pernas para não manchar com o líquido pré-seminal que saía da glande, Clara adivinhou quando olhou para baixo e viu como a cabecinha brilhava, levantou a saia do camisão longo até a cintura e pegou meu pau, colocando-o entre seus lábios maiores.
- Quer estrear a noiva em sua noite de núpcias?
- Adoraria ter te estreado.
- Então empurra e entra em mim, contigo parece que me estreia cada vez que transamos.
Clara colocou uma perna sobre a cama e se colou em mim, a cabecinha deslizou entre seus lábios e chegou à entrada de sua buceta, com um leve movimento de cintura Clara alinhou meu pau e só precisei empurrar, senti como entrava suavemente, estava quase tão lubrificado quanto ela e não demorou nada para estar colado ao seu ventre, agarrei suas nádegas por baixo do camisão para atraí-la para mim.
- O que acha se eu tirar o camisão? Já estreou e seria uma pena amassá-lo.
- Eu ia te propor isso, Benito também merece aproveitar.
Sem se separar de mim, Clara tirou a peça pela cabeça, eu a segurava pelas nádegas para não sair dela enquanto, esticando os braços, colocava o camisão sobre uma cadeira.
- Vamos para a cama, vamos ficar mais confortáveis. Ágilmente, Clara entrou na minha cama e, colocando-se no centro, abriu os braços para me receber. Deitei sobre ela com as pernas de cada lado, meu pau descansava sobre sua barriga e ela deslizou até conseguir alcançar a glande com a boca. Seu corpo pequeno passou sem dificuldade pelo arco das minhas pernas, seus peitos não foram obstáculo, só senti seus mamilos roçando nas minhas bolas. Ela puxou o travesseiro para elevar a cabeça e forçou meu pau a entrar na sua boca. Tive que me inclinar sobre ela para facilitar a chupada. Quando ela me agarrou pelas nádegas e me obrigou a me mexer, segui o ritmo. Enfiava meu pau regularmente entre seus lábios, e ela cada vez engolia mais, até encostar o nariz no meu púbis. Eu teria gozado na sua garganta se não preferisse retribuir. Quando já estava prestes a enchê-la de porra, tirei lentamente o pau de entre seus lábios. Saiu molhado e vermelho, as veias inchadas e a cabeça pulsante.
Quando me virei sobre ela, minha mãe estava me esperando. Pernas flexionadas e abertas, lábios molhados e quentes, e o clitóris inchado se abriam diante dos meus olhos. Quando meu rosto se encaixou entre suas coxas, senti sua boca se apoderar do meu pau novamente. Mas ela não se contentou só com a vara que chegava de cima: agarrou minhas bolas com as duas mãos, lambeu e engoliu cada uma. O escroto desaparecia entre seus lábios, e quando ela soltava, o testículo saía com o barulho de uma rolha. Enquanto isso, seus dedos exploravam mais acima, roçando meu ânus. Ela o rodeava com suavidade, tentando enfiar um pouco o dedo a cada volta. Eu a imitei e lambi seu buraco escuro. Clara levantava os quadris para que eu alcançasse com conforto, e quando consegui chegar com a língua, ela fez o mesmo comigo. Deixando meu pau sobre seu peito, chegou a lamber entre minhas nádegas até empurrar a ponta da língua no buraco áspero.
Para mim foi suficiente. Não queria, mas fiz. Gozei sobre ela, reguei seus peitos com enquanto eu gozava, Clara tinha enfiado a ponta da língua no meu cu, eu tinha um dedo inteiro no dela e outro na sua buceta, movi os dois juntos, quase se tocavam, só separados pela sua anatomia, o orgasmo a sacudiu um pouco depois de eu ter gozado, já tinha espalhado minha porra pelos seus peitos e ela simplesmente se abandonou, continuei acariciando seu interior enquanto lambia suavemente seu clitóris. Clara se agitava debaixo de mim, sua cabeça balançava descontrolada batendo no meu pau e nas minhas bolas que pendiam sobre ela, me abraçou querendo me ter mais perto e enterrou o rosto na minha virilha, em sua bochecha meu pau ia perdendo a dureza e minhas bolas molhadas grudavam no seu cabelo, ela ainda teve que aguentar os espasmos que sacudiam sua boceta, eu não quis atormentá-la lambendo seu ponto mais sensível e apenas apoiei meu rosto entre seus lábios, sentia as batidas do coração dela entre suas pernas, sua vagina escorria fluidos quando pulsava, demoramos bastante para nos recuperar, quando conseguimos nos cobrimos com o lençol e nos abraçamos. Não tinha passado nem quinze minutos quando bateram na porta, imediatamente a cabeça de Julia apareceu e ela entrou, eu instintivamente puxei o lençol até o pescoço e embora minha tia não tenha feito nenhum comentário rapidamente escaneou o quarto, claramente entendeu a situação ao ver o camisola sobre a cadeira e nós nus na minha cama, como se fosse a coisa mais natural do mundo sentou na cama e tirou uma pequena caixinha, minha mãe se sentou, os mamilos ainda estavam pra fora e salientes duros, notei Julia esboçar um sorriso, sem se perturbar deu a Clara a caixinha, minha mãe a abriu com cuidado até abrir a boca de surpresa, Julia tirou qualquer dúvida. - É para você Clara, é meu presente de aniversário. Minha mãe tirou lentamente um brinco lindo, colocou na orelha e nos mostrou, era uma maravilha, de ouro branco com alguns diamantes que brilhavam em mil cores, eu ao seu lado com o lençol sobre minhas pernas, eu a admirava, olhei também para minha tia que me piscou, ela estava feliz em ver sua irmã contente. Minha mãe se levantou para dar-lhe um beijo de agradecimento, ajoelhou-se deixando cair o lençol que já a cobria pouco, nua como estava com os seios brilhando ainda úmidos do meu gozo e com o cheiro característico do sêmen abraçou Júlia, minha tia abraçada à sua irmã fez um gesto para mim de que sentia o cheiro do meu gozo, passou a língua pelo lábio superior como se estivesse saboreando, meu pau começou a bater no lençol que mal o escondia. Ainda estavam abraçadas quando outras batidas na porta, Lisa não esperou e entrou, se minha tia havia disfarçado minha prima foi ainda mais discreta, mas nem por isso perdeu detalhe, o camisola, os dois na cama nus, o brilho úmido nos peitos da minha mãe e meu pau saltando sob o lençol lhe deram um mapa exato. Sentou-se ao meu lado na cama também, minha mãe mostrou orgulhosa o presente da minha tia, colocou-os novamente enquanto se sentava sobre os calcanhares no lençol amassado, ainda não tinha parado de admirá-los quando Lisa lhe ofereceu seu presente, era uma pulseira que combinava com os brincos da minha tia, as duas tinham combinado de fazer um bom presente para ela, minha mãe não sabia a que atender, terminou de colocar os brincos, ficaram maravilhosos nela e colocou a pulseira, não conseguia abri-la e me pediu que a colocasse, sem pensar me ajoelhei diante dela abrindo com cuidado a pulseira para depois fechá-la em torno de seu pulso, quando percebi os olhares que se cruzavam entre minha tia e minha prima percebi que meu pau era o motivo, aparecia entre minhas pernas poderoso, duro e com a glande descoberta, notava-se brilhante pingando um pouco de gozo tardio, me cobri imediatamente mas com os nervos coloquei as duas mãos sobre minha pélvis sem perceber que só tinha coberto o púbis pois meu pau continuava saindo entre meus dedos. As duas saíram do quarto, ao fechar a porta atrás delas ouvimos como explodiram em uma gargalhada enquanto se dirigiam aos seus quartos. Quando descemos ao bar na manhã seguinte, minha tia e minha prima sorriram ao nos ver passar, minha mãe fez um gesto que deixou elas com inveja, e elas retribuíram. Ao meio-dia, quando nos sentamos para almoçar com os colegas, Ricardo deu outra surpresa: ao terminar a sobremesa, ele se levantou e bateu com um garfo numa taça para chamar nossa atenção. Todos ficamos em silêncio. Depois de pigarrear sorrindo, ele disse algumas palavras de elogio à minha mãe. As outras garotas a observavam atentamente, com lágrimas nos olhos. Ela estava emocionada com todos, pois a tratavam como mais uma amiga. Depois do discursinho, Ricardo tirou uma caixinha e a deu a ela. Minha mãe me olhou emocionada, abriu a caixa e logo a fechou de novo. Quando a abriu novamente, olhou para todos, agradecendo com o olhar, e tirou um relógio lindo. Ela o observou de todos os ângulos e o colocou. Todos aplaudimos quando ela se levantou e o mostrou. Visivelmente feliz, foi beijando todas as garçonetes e cozinheiras. Quando chegou a Ricardo, o abraçou e beijou. Cruzei um olhar com Julia: ela estava olhando para a braguilha de Ricardo. Quando prestei atenção, vi um volume considerável marcando sob a calça dele. Benito havia combinado de nos buscar à tarde. Era sexta-feira, e no dia seguinte era aniversário dela. Minha mãe estava muito nervosa. Tínhamos dito que passaríamos um fim de semana fora, mas sem dar muitos detalhes. Ela havia preparado uma mala pequena com as coisas que achava necessárias. Eu, com uma bolsa, também levava as roupas que achava que ela poderia precisar. Alba levaria os itens de banho. Quando o carro do médico estacionou na porta, todo o pessoal estava de olho em nós. Ao entrar, Benito e sua filha foram recebidos com aplausos que animaram o ambiente. Minha mãe estava envergonhada. Minha tia e minha prima me olhavam com certa inveja. Alba estava encantadora, usando uma blusa solta e um short bem justo — possivelmente tinham se trocado por causa dela. No No carro, minha mãe sentou ao lado do Benito, logicamente. Atrás, sentei eu e à minha direita a Alba. O Benito estava de sport com uma camisa e um lenço no pescoço. Minha mãe nos tinha surpreendido com uma calça jeans - nunca a tinha visto com aquela calça. Era elástica e ajustava-se às suas pernas, o bumbum marcava bastante e uma blusa bem larga dava mais volume ao corpo dela. Ela tinha se maquiado levemente e, na verdade, estava gostosa. O Benito também notou e, quando ia arrancar o carro, deu-lhe um beijo nos lábios. Minha mãe virou-se e sorriu para mim, eu joguei outro beijo no ar. Quando me virei, encontrei a boca da Alba me esperando - seu beijo não foi no ar nem como o do pai dela, durou até eu não aguentar mais sem respirar.
O Benito já tinha estudado o trajeto. Saímos para a estrada e foi então que ele nos informou oficialmente do plano para o fim de semana: íamos a um balneário com uma nascente de águas termais na montanha. Ele conhecia o diretor, eram bons amigos desde a infância e, embora tivesse começado os estudos de medicina junto com ele, deixou isso quando surgiu a oferta para dirigir o balneário. De certa forma, por serem águas medicinais, o emprego o atraía.
Durante o trajeto, minha mãe falava feito uma cotovia, dava para ver que estava excitada e contente. De vez em quando, ela se aproximava do médico e fazia um carinho. A Alba, por sua vez, também estava feliz. Eu, encantado, imagino que como seu pai - estávamos com um par de mulheres extraordinárias e um fim de semana pela frente.
A Alba fazia-me carícias enquanto seu pai nos explicava coisas sobre balneários e seus benefícios. A garota apoiava a cabeça no meu ombro e beijava meu pescoço. Eu procurava ficar quieto, mas quando a garota colocou a mão no meu cinto, dispararam-se os alarmes. Minha mãe olhava para o Benito e fazia caracóis no cabelo dele na nuca. Ele tinha uma mão na perna da Clara, que estava apoiada na alavanca do câmbio.
Ao ouvir-se quase nenhum ruído do zíper da minha braguilha, minha mãe virou-se e viu como... Alba foi enfiando os dedos procurando meu pau, me sorriu e se encostou no banco do Benito, quando suspirei minha mãe passou a mão por baixo dos braços do Benito que seguravam o volante, eu também ouvi o barulho do zíper do médico, quando a cabeça do Benito escorregou no banco dele eu entendi que minha mãe tinha tomado conta do pau dele, a cabeça da Alba estava sobre minhas pernas, subia e descia devagar, a suspensão do carro ajudava a enfiar o pau na boca dela, meio deitada no banco sobre mim abria as pernas o suficiente para minha mão se perder entre suas coxas, por baixo do short eu tive que desviar a calcinha dela para alcançar seus lábios, ela devia ter feito a depilação recentemente porque estavam macios como os de uma menina, eu queria surpreendê-la e tinha raspado também os pelos que rodeavam meu pau, esperava que ela não tirasse ele completamente da boca e que não percebesse ainda. Fiquei alerta quando notei que Benito deu uma guinada no volante, por um momento pensei que ele tinha se distraído mas o cheiro de sêmen que encheu o carro me deixou claro que minha mãe tinha feito ele gozar e na corrida ele tinha perdido um pouco o controle, ia avisá-lo quando percebi que comigo ia acontecer a mesma coisa, Alba acelerava a cabeça e fechava as pernas prendendo minha mão com elas, no ventre dela eu sentia as convulsões e no meu pau a pressão da língua dela, ela já não movia a cabeça, só aspirava e engolia a porra que saía de mim aos jatos. Minha mãe mostrou a mão brilhante de porra, Alba sorriu pra ela com os lábios molhados de sêmen, as duas começaram a rir felizes. Quando finalmente chegamos no hotel fomos para a Recepção, cruzamos com um carregador que ia pegar a bagagem, Benito se identificou e a recepcionista ligou, logo chegou o diretor, Benito o abraçou efusivamente e nos apresentou. - Apresento o Germán, meu amigo de muitos anos, somos como irmãos, - Encantado em conhecê-los, já são como da minha família. - Olha, essa preciosidade é minha filha Alba e essa outra delícia é a Clara, o filho dela, Manu, é mais que um amigo. Nos cumprimentamos com carinho, ele era um cara simpático, dava pra ver que tinha jeito com pessoas e se movia com muita naturalidade, os funcionários do hotel gostavam dele ao mesmo tempo que o respeitavam. - Reservei dois quartos como você me pediu, tomei a liberdade de dar dois contíguos e até interligados caso queiram ficar juntos em algum momento, são silenciosos e têm uma vista linda das montanhas, vocês vão ver que paisagem, também vou avisar que dei ordem para liberarem o spa só pra vocês fora do horário dos clientes, além disso tenho umas surpresas que espero que gostem, mas vocês vão descobrir. - Agradeço, Germán, mas não precisava se incomodar, só queremos passar uns dias tranquilos, estamos comemorando o aniversário da Clara. - Hmm, então vamos ter que comemorar, fico feliz em saber, aproveitem a estadia, e não me agradeça, se não fosse por você não estaria fazendo isso. Eles nos acompanharam até os quartos, o carregador mostrou tudo e nos avisou que as malas já estavam no lugar, abriu a porta de comunicação e fechou de novo, quando saiu sorriu agradecido pela generosa gorjeta que o médico lhe deu. Alba e eu quisemos ver o quarto dos nossos respectivos pais, quando eles abriram estavam perto o suficiente pra deduzir que estavam se beijando ao lado da porta, nos deixaram entrar e nos mostraram o quarto, era igual ao nosso, cama imensa de dois por dois metros e junto ao frigobar cheio de bebidas de todo tipo uma janela que mostrava um vale inteiro cheio de pinheiros até o horizonte, Alba chamou minha atenção para um rio claro que fluía perto de nós entre álamos. Alba sugeriu que fôssemos embora porque dava pra perceber certa impaciência deles para terminar o que minha mãe tinha começado. Marcamos de nos encontrar em uma hora no restaurante, quando entramos no nosso quarto estávamos decididos a tirar as roupas das malas e pendurá-las no armário, mas quando Alba pulou na cama gigante eu soube que ela também estava reclamando seu orgasmo pendente. O shorts da garota caiu no chão quando ela jogou da cama, a calcinha molhada seguiu o mesmo caminho. Não esperei que ela se despisse completamente, me joguei com o pau já apontando pra ela. Ela ria ao me ver chegando, ainda de meias, deixando um rastro de roupas pelo chão. Caí sobre ela, rolamos abraçados e, antes de chegarmos na beirada da cama, Alba já estava sobre mim com meu pau enfiado na sua buceta. Enquanto saltava em cima de mim, ela tirou a blusa — com as mãos cruzadas, pegou pela parte de baixo e puxou por cima da cabeça. Ao passar pelo sutiã, beliscou e arrancou ele junto com a blusa. Seus dois peitos lindos caíram ao mesmo tempo, saltitando na minha frente. Ela ficou quicando suavemente até acelerar com força. Segurei seus peitos pra que não batessem no queixo dela. De repente, ela parou e se virou sem tirar meu pau — agora era a bunda dela que eu via. Suas costas finas deixavam os peitos visíveis por trás, pelos lados. Ela aproveitou pra tirar minhas meias e, quando se inclinava pra puxá-las, deixava as nádegas expostas, separadas. Tive uma ideia rápida: coloquei a palma da minha mão virada pra cima sobre minha pelve, com o dedo do meio apontando pro céu. Quando terminou de tirar uma meia, ela sentou de novo, enfiando o pau e sentindo meu dedo tentando entrar no seu cu. Ela moveu um pouco a cintura, mas não conseguiu, e se virou pra mim:
- Mmm, não tô preparada… lembra que ainda sou virgem ali.
- Eu sei, por isso trouxe hidratante.
- Hahaha, por acaso eu também trouxe creme. Quero que me desvirgue o cu.
- Não se preocupa, essa noite você deixa de ser. Temos todo o tempo que você quiser e você vai gozar.
- Já tô doida por isso, te fodo, palavra.
Ela se virou de novo e continuou saltando em cima de mim. A ideia de finalmente meter no seu cu, com ela desejando aquilo, me deixou ainda mais excitado. Alba sentiu ele dentro dela enquanto eu tirava a outra meia, a boceta se contraía com certa frequência, com as mãos nos meus joelhos ela continuou pulando, o pau desaparecia dentro dela e quando saía arrastava a vagina junto como se não quisesse esvaziá-la. Ela se deixou cair de repente e se jogou sobre meus pés, os dela se estenderam ao meu lado, meu pau forçado continuou entrando entre seus lábios, mas ela não parou de se mexer, vi meu gozo escorrer pela vagina dela quando meu tronco entrava, ainda consegui passar o dedo entre suas nádegas e rodear seu ânus como um adiantamento do que faria à noite, Alba agradeceu separando as pernas enquanto se agitava. Quando meu pau saiu da boceta da garota fez um barulho de tampão e na hora da vagina dela saiu um fio branco e grosso, nem tudo era sêmen. Terminamos logo e ficamos um tempo abraçados nus, quando olhamos o relógio vimos que já estava tarde, pulamos da cama e tomamos um banho rápido, ainda deu tempo de eu dar umas lambidas nos seus peitos, ela os juntou e me ofereceu os dois mamilos ao mesmo tempo. Quando descemos para o refeitório, Clara e Benito estavam se sentando à mesa que tínhamos reservado, ficava um pouco separada dos outros clientes, a maioria pessoas mais velhas, aposentados que vinham tomar banhos ou simplesmente desfrutar de companhia por vários dias. Um garçom nos indicou que era um buffet livre, podíamos nos servir do que quiséssemos tanto em variedade quanto em quantidade, discretamente ele abriu uma garrafa de vinho especial, cortesia do "Seu Germán", ao mesmo tempo sussurrou que se quiséssemos algum prato extra, pedíssemos a ele. Benito agradeceu e depois de olhar para nós disse que estava tudo bem, nos levantamos e fomos para o buffet, os aposentados pareciam famintos pois enchia os pratos como se não houvesse amanhã. Jantamos muito bem, até eu repeti a sobremesa, quando me levantei da cadeira notei que o vinho não era "da casa". O refeitório já estava quase... vazio, a maioria tinha ido jogar bingo ou cartas, nós preferimos queimar o jantar dando um passeio. Perguntamos ao simpático garçom o que dava pra fazer nessa hora e, olhando pra gente, ele sorriu e disse que o melhor era dar uma volta pela alameda junto ao rio. Sussurrou que tinha pouca gente nesse horário. Nós cinco demos risada, era uma boa ideia, mas seguimos o conselho dele. A noite convidava a um passeio, o caminho descendente nos levou para dentro do arvoredo. Apesar da lua cheia, a luz sumia em alguns trechos. Os mais velhos vinham atrás de nós. Alba logo me abraçou pela cintura quando eu passei o braço pelo ombro dela. Ela me falava coisas no ouvido enquanto me beijocava as orelhas. Estávamos felizes caminhando sob as árvores por uma trilha de terra, com o rio correndo silenciosamente ao lado. Eu gostava de sentir o calor do corpo da Alba e a apertava, beijando sua testa. Atrás de nós, minha mãe e Benito pareciam estar igualmente felizes; dava pra ouvir eles rindo e cochichando. Em certo momento, fiquei curioso. Eu gostava de ver minha mãe contente, e com Benito ela estava. Tive que olhar duas vezes: atrás de nós não vinha ninguém. Virei e chamei a atenção da Alba para o misterioso desaparecimento do pai dela e da minha mãe. Voltamos sobre nossos passos, esperando que eles tivessem se camuflado em algum canavial pra trocar uns amassos. Eu sabia que Benito adorava quando Clara tomava a iniciativa; qualquer ideia podia sair da cabeça dela. Voltamos até quase o começo do caminho e não conseguimos vê-los. A lua iluminava o suficiente pra enxergá-los mesmo entre a folhagem. Demos meia-volta e também não conseguimos descobrir onde estavam. Quando já estávamos nervosos, ouvimos umas risadas. Seguimos procurando de onde vinham. Só tivemos uma ideia ao ouvir o barulho de água chapinhando. Fomos pela margem do rio e, a alguns passos, encontramos as roupas da minha mãe cuidadosamente dobradas sobre uma pedra. As de Benito estavam espalhadas pelo chão. No centro do rio, dava pra ver as cabeças do casal. Eles estavam... juntas, muito juntas, pensei eu para estarem nadando numa competição. Sob a água transparente, seus corpos entrelaçados eram visíveis. Eles não perceberam nossa presença e, de vez em quando, subiam e desciam. Não soube como reagir e me virei para consultar Alba. A garota tinha muito mais decisão do que eu, já estava quase nua, só faltava tirar o sutiã e ela estava fazendo isso. Estava de costas, dobrando suas roupas junto com as da minha mãe. Quando se virou, parecia uma ninfa, a lua iluminava seu corpo e as luzes e sombras a tornavam ainda mais excitante. Quando passou por mim em direção à água, ela disse:
- O que você está fazendo aí parado? Vamos com eles.
Tirei minha roupa tão rápido que deixei tudo espalhado sobre as de Benito. Imaginei que o médico tinha tido a mesma reação e minha mãe tinha sido a mente pensante. Alba entrou no rio silenciosamente, eu a segui de perto. Na margem, quase não havia correnteza e estava cheia de pedras roladas. Mal dava para ver o cabelo da garota à frente, só o nariz e os olhos apareciam. Tentei seguir seu exemplo e nos aproximamos do centro do rio. Conforme nos aproximávamos, percebemos como o fundo mudava para um leito de areia e, pouco a pouco, subia de nível. Com a luz da lua, dava para ver o fundo claramente e, a pouca distância, pude ver, além do corpo nu de Alba na minha frente, o casal de pais. Vi o truque que eles faziam: Benito sentado na areia com as pernas esticadas e minha mãe de frente para ele, sobre suas pernas. Com o pouco peso de Clara e a flutuabilidade da água, o médico a levantava sem esforço e a deixava cair sobre seu pau. Ela só se segurava no pescoço de Benito.
Quando emergimos quase ao lado deles, eles se surpreenderam. Ficamos de pé ao lado deles, enquanto eles se separavam. Eu admirava o corpo de Alba, que tinha saído da água como por encanto, com o cabelo molhado escorrendo fios que caíam sobre seus peitos e, destes, pelo seu ventre, de volta ao rio.
- Pelo amor de Deus, que susto vocês nos deram, parecem Galerinha. - Claro, com vocês tão ocupados. - Bom, na verdade é que estávamos distraídos mesmo. - É, e ainda por cima sem avisar, a gente deu várias voltas na passarela procurando vocês e vocês aí fodendo debaixo d'água. - Não foi culpa minha, foi coisa da Clara, hahaha. - Nossa mãe, que ideias você tem, tava com tanto calor assim que não podia esperar chegar no hotel? - Pra ser sincera, sim, tava ardendo, nem te conto o quê. - Hahaha, pelo menos é sincera, mas continuem se quiserem, a gente já vai saindo, só queríamos saber se vocês estavam "sofrendo". - Hahaha, nesse momento não, a Clara não pesa nada dentro d'água e eu tava segurando ela bem firme. - A gente já viu por baixo d'água. - O que foi que vocês viram? - Como ela tava ancorada em você, hahaha. Os dois já se levantaram ficando com meio metro de água, o pau do Benito como sempre apontando pro céu formando um arco que roçava a barriga dele. - Pai... e isso que parece uma cobra? - Isso? Já tava falando pro seu pai, alguma coisa tava me picando por dentro, hahaha, e o que você me diz da jiboia do Manu? - Ah, isso não é jiboia, é uma sucuri e não pica, morde! Hahaha. As duas mulheres enquanto trocavam farpas pegavam nos nossos paus pra reafirmar as opiniões delas enquanto a gente saía pra margem, tivemos que esperar um pouco pra secar o corpo na grama, os quatro sentados em círculo ficamos contando histórias vividas no consultório do Benito, com as pernas dobradas dava pra ver claramente os paus duros e as bocetas das duas meninas. Elas logo acharam as roupas, mas o Benito e eu tivemos que separar as nossas porque tavam misturadas. Já de volta ao hotel, na Recepção encontramos o Germán, ele ficou contente de nos ver e perguntou se a gente tinha gostado do passeio ao nos ver com o cabelo molhado, os olhares que a gente trocou deram uma ideia de onde a gente tinha estado, ele ficou feliz e nos informou que na manhã seguinte tinha dado instruções pra deixarem o spa disponível pra a gente sozinha depois do horário dos clientes, depois nos dariam massagens especiais cortesia do hotel, nos seus olhos descobri uma leve malícia. Quando nos despedimos na porta dos quartos minha mãe piscou pra mim, com isso me desejava boa noite e algo mais, correspondi com um beijo no ar. Logo me despi e tomei um bom banho de chuveiro, mais que nada pra ver se tinha me sujado de grama ou lama, depois sentado na cama enorme esperei pela Alba, no banheiro ouvi primeiro o chuveiro e depois o secador de cabelo, quando ela saiu tive que engolir em seco, ficou apoiada na porta, exibia o camisolão preto que a Ana tinha dado de presente, mesmo com o quarto na penumbra dava pra distinguir os peitos sob o tule preto, os mamilos marcavam posição inchando o tecido, uma faixa de renda rodeava a borda inferior na altura do púbis, só escondia uma calcinha mínima que mostrava mais do que cobria. Enquanto se aproximava da cama eu me afastei pra ela subir, estava babando e não sabia o que dizer, ela quebrou o silêncio.
- Como está a sucuri? Parece que se prepara pra atacar.
- Glup, pois é, tá pronta pro ataque.
Alba pulou sem avisar em cima de mim, me envolveu com os braços e me beijou ardentemente minhas mãos não sabiam onde ir, por cima do camisolão sentia o volume dos peitos dela e adivinhava a posição dos mamilos os prendendo, enquanto me beijava as mãos dela também não paravam e descobriam a cabeça do pau apertando o freio, nem esperou pra tirar a calcinha, quando me virou e sentou em cima de mim, só afastou a lateral do fio dental e se molhando com os dedos ensalivados sentou na minha pica, com as mãos agarrei os peitos dela por cima do camisolão, na minha mente tinha flashes da minha tia Ana usando a mesma peça e ainda ficava mais duro.
- Tá imaginando sua tia Ana, né?
- Como você percebeu?
- Vi você fechar os olhos e sua rola pulsar dentro de mim.
- Desculpa, foi uma visão. - Dá pra ver que vocês se amam muito, gostei de ver vocês fazendo amor no outro dia e que ela deixou eu te compartilhar. - Ela é uma mulher especial. - Igual sua mãe. - Sim, igual. Quando ela começou a fazer círculos com os quadris sobre mim, acabamos de fazer confidências e, tirando o pau da sua vagina, ela tirou a calcinha, ficou passando a buceta no meu pau deitada, o clitóris roçava no freio e as veias inchadas no vai e vem, eu sentia momentos de como ela ficava excitada na dureza dos seus peitos sob o camisola, em um momento ela puxou sobre a cabeça e deixou na cama. Já voavam livres os dois peitos sobre minha cabeça e eu tentava pegá-los com a boca, quando ela se inclinou totalmente sobre mim, meteu uma mão debaixo do travesseiro, quando tirou me mostrou um frasco de creme hidratante. O rosto dela brilhava de sensualidade, estava me oferecendo o cu virgem, por um segundo lembrei daquela garota estranha com seus gatos e flores, um pouco ausente da vida e do sexo, agora ela aproveitava tudo, pouco a pouco eu a tinha levado pela mão, eu um adolescente a uma garota ideal, ela tinha me confiado a boca, a virgindade e agora o cu, mas principalmente o afeto, me sentia honrado em oferecer o pouco que sabia, o pai dela tinha me encarregado de tratá-la bem e como não podia ser diferente eu tinha feito, possivelmente com o tempo eu teria me apaixonado por ela. Alba tinha aberto o frasco e molhado meus dedos de creme, estava impaciente para ser enrabada. - Vai doer? - Acho que não, de qualquer forma, a qualquer momento você me avisa e a gente para, não quero te ver sofrer nem um pouco. - Como você quer que eu fique? - Como quiser, eu te encontro. Alba deitou de barriga para cima, de joelhos me aproximei dela, ela abriu as pernas mas eu não queria ir muito rápido e me deitei de lado atraindo-a para mim, deixando a cabeça sobre sua coxa, ela levantou a outra sobre mim, enquanto eu passava creme nos dedos, Alba Eu brincava com minhas bolas, primeiro lambi seus lábios abertos, o clitóris estava no meu caminho e o chupei aspirando-o, ela aproximou sua buceta para que eu a lambesse por inteiro, entre suas nádegas apareceu diante dos meus olhos o buraco enrugado que era apenas um pouco mais escuro que sua pele, na primeira lambida ele se contraiu mas quando notou a frescura do creme relaxou, massageei-o com os dedos ao redor, sentia como relaxava quando pude pressionar com a ponta do dedo, um pouco de pressão e afundou, o esfíncter resistia mas diante da minha insistência teve que ceder, à primeira falange seguiu a segunda, já roçava a suavidade do reto, fiquei dilatando lentamente com o dedo até o fundo e quando o tirei acompanhei com o outro dedo, curiosamente tive menos dificuldade que com o primeiro, eu tinha feito amizade com o ânus e ele me reconhecia, Alba tinha aproximado sua boca das minhas bolas e as sugava até fazê-las desaparecer entre seus lábios. Já se moviam confortavelmente os dedos dentro de Alba quando tentei mais um dedo, lubrifiquei abundantemente, sentia como instintivamente a garota fechava as pernas em defesa e suspirava fundo, não quis explorar mais e dei um beijo no orifício aberto, ela soltou as bolas e me deixou me mover, Alba quis ficar de joelhos para que eu a enfiasse por trás mas preferi ver sua expressão e me ajoelhei entre suas pernas. Alba olhava curiosa e paciente, sabia que podia confiar totalmente em mim, por isso quando acariciei suas pernas não foi preciso explicar nada, ela as elevou sobre o corpo segurando-as pelos tornozelos, coloquei um travesseiro embaixo da bunda e levantei suas nádegas na minha direção. Alba separou as pernas a 90º, diante de mim a via em todo seu esplendor, seu rosto bonito, seus peitos duros e brilhantes, os mamilos eretos e sua buceta aberta terminando na bunda dilatada. Quando me inclinei sobre ela fechou os olhos, queria aproveitar o momento e as novas sensações, passei minha cabecinha entre as nádegas lubrificadas e roçando o ânus continuei até me afundar na sua buceta latejante, um gemido escapou de sua boca. Quando tirei meu pau encharcado dos seus fluidos, apoiei na sua bunda, e ela abriu ainda mais as pernas, quase a 180º. Me posicionei frente a frente e minha cabeça foi se deformando com a pressão. Fiz várias tentativas, observando sua expressão; quando ela relaxava, eu tentava de novo. Já estava bem relaxada quando pressionei com decisão — foi um segundo de tensão e a cabeça desapareceu. Os músculos da Alba se soltaram, um leve sorriso surgiu em seus lábios e ela me encorajou a continuar. Com o dedo, acariciei o clitóris descoberto sob seu pequeno capuz, e ela ergueu o quadril buscando as carícias. Foi o que faltava: meu pau se alinhou ao seu reto e ela mesma o levou até o fundo. Nem ela acreditou ao sentir minhas bolas entre suas nádegas. Lentamente, ela soltou as pernas ao meu lado e esticou os braços procurando os meus. De mãos dadas, ela me puxava para si, fazendo com que eu entrasse mais fundo cada vez que saía um pouco. Ela estava confortável com a bunda elevada, e eu entrava completamente no seu nível. Ela relaxou tanto que, quando gozou, foi pega de surpresa — o orgasmo anal foi incrível. Com um dedo acariciava o clitóris e com a outra mão metia dois dedos na vagina. Minhas mãos estavam ocupadas em seus peitos.
— Obrigada, Manu, você me fez muito feliz. A partir de hoje, minha bunda é sua. Tive um orgasmo brutal, não esperava tão cedo.
— Fico feliz, adorei ver você gozando comigo dentro da sua bunda. Machuquei você?
— Nada, só um incômodo até a cabeça entrar.
Quando tirei o pau molhado, enfiei na vagina. Ela estava me esperando e me recebeu com vontade. Senti a diferença entre o toque aveludado do reto e o rugoso da vagina — a natureza é sábia. Logo, as dobras que pressionavam minha cabeça elevaram a temperatura da glande até começar a latejar perigosamente. Minhas bolas agora batiam na bunda da Alba. Eu já estava quase gozando quando a garota me parou.
— Um momento… Manu, tô com uma vontade. Ela se virou rapidamente e, pegando meu pau, enfiou na boca, abraçou minha cintura e começou a mover a cabeça com velocidade. Meu pau desaparecia até a base, e quando gozei na garganta dela, ouvi ela tentando dizer algo, mas soava como gargarejos. Quando não tinha mais porra pra expulsar, Alba tomou seu tempo para lamber todo o tronco e limpar o sêmen. Quando consegui tirar, estava brilhando como se tivesse acabado de sair do banho. A garota passou a língua nos lábios para não deixar nada.
- Obrigado, Alba, você me deixou muito feliz. Pareceu que você estava tentando dizer algo…
- Mas não dava. Realizei meu desejo: te tive dentro de mim por todos os lados — pelo cu, pela buceta e pela boca — e ainda engoli toda sua porra. O que mais eu poderia querer?
- Eu também adorei estar dentro de você. Você é uma mulher maravilhosa.
- Me contento em ser toda sua, mesmo que seja só de vez em quando. Gosto de como você me dá prazer e tento fazer o mesmo por você.
Nos abraçamos e nos beijamos ardentemente. Nos lábios dela ainda havia o gosto da minha porra — percebi quando ela enfiou a língua na minha boca e eu na dela. Do quarto ao lado, ouviam-se murmúrios. A curiosidade falou mais alto, e Alba pulou da cama nua, foi até a porta, encostou o ouvido na madeira e me chamou.
Aproximei meu ouvido também. Alba se agachou para me dar espaço. Do outro lado, parecia que a noite estava rendendo.
- Benito, enfia mais. Seu pau é especial, você roça meu ponto G toda vez, me faz vibrar cada vez que entra.
- Gosto da sua buceta, você recebe com gosto tudo que eu enfio.
- Ah, não pense que não percebo. Você quase toca minha garganta com esse pauzão, Benito.
- Tira esse camisolão bonito e vou te enfiar por trás.
- Pelo cu?
- Por onde você quiser.
- Eu gosto em qualquer lugar, você pode escolher agora. Só aponta onde quer.
- Mas não tenho creme para te lubrificar!
- Não se preocupa, passa saliva e empurra.
- Tudo bem, avisa se eu machucar. - Ahhh, que delícia Benito, você encheu minha bunda também.
- Você é quase tão gostosa quanto a buceta.
- Sério? Não sei se acredito, hahaha.
- Você é um amor, te amo Clara.
- Você diz isso pra todas, amor.
- Não, você sabe, vou gozar Clara.
- Espera Benito, vou junto.
- Já?
- Já Benito, já aaaah!
Alba com uma mão entre as pernas acariciava seu clitóris enquanto tinha minha rola na boca de novo, parecia que a noite ia ser longa.
Continua...
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